SOCIAL
Cenário:Carro com som na mala, mesinha com cadeira,garrafas de bebidas e drogas.
Objetivo:Tratar sobre as más influências e vícios(pecado).
Cena que antecede ao local da social: 2 alunos uniformizados estão conversando
Amigo 1 – Pow, cara... Tá rolando uma social lá na casa do Talibã. Tá afim de ir não?
migo 2 – Ah, não sei... Minha mãe mandou eu ir pra escola e da escola ir direto pra
A
casa.
migo 1 – Deixa de ser mané, cara... Tá na hora de crescer né?! Vai ficar fazendo tudo
A
que a mamãezinha mandar até quando?
Amigo 2 – É mesmo né?!
migo 1 – Faz o seguinte... Liga pra ela e diz que depois da aula você vai lá pra casa
A
fazer um trabalho da escola.
( Amigo 2 liga pra mãe e diz que vai pra casa do amigo, depois da aula, fazer um
trabalho.)
s dois amigos tiram a camisa da escola, guardam na mochila e chamam o grupo para
O
a social.
Amigo 1 – Fala aí Talibã! Trouxe um amigo pra conhecer a festa aqui...
T alibã - Fica à vontade meu amigo. Quanto mais gente, melhor. Falando nisso, você
anda meio sumido da área.
Amigo 1 – Ah, sabe como é né?! Não é sempre que dá pra enrolar a coroa.
Talibã - Sei como é. Mas fica à vontade aí... Qualquer coisa é só me chamar.
migo 1 - Fala rapaziada! Oi, gatinhas! Esse aqui é o meu amigo, peguem leve com ele
A
que ele não tá acostumado com esse tipo de festa.
(Amigo 2 fica olhando as coisas, com medo de se envolver)
(Amigos começam a beber drinks)
(Amigo 1 começa a usar drogas)
raço direito – Fala meu amiguinho. Vai querer o quê? (Oferecendo as drogas e sendo
B
sarcástico)
Amigo 2 – Não, não senhor... Não vou querer nada não. (com medo)
raço direito – Calma cara, você tá muito tenso, experimenta... você vai ver que não
B
tem nada demais, é uma vibe muito boa.
Amigo 2 – Eu acho melhor não.
raço direito – Todos os meninos da sua idade já experimentaram... Vai continuar
B
sendo o único que não sabe o que é isso, que nunca usou?
migo 2 – (vai até o amigo 1) Cara.. Acho melhor a gente ir embora. Não tô gostando
A
disso aqui não.
As meninas cercam os meninos oferecendo bebidas.
Amigo 1 – Qual é cara? Olha isso tudo aqui... Aproveita vai!
Amigo 2 – Não, eu quero ir embora.
T alibã - Olha só carinha, se liga no papo que eu vou te dar. Aqui na festa ninguém entra
pra ficar só olhando não, tem que se divertir.
Amigo 2 – Mas eu não quero.
Talibã - (Empurrando o Amigo 2) Então não viesse, seu frouxo.. Filhinho de mamãe...
(Amigo 2 sai correndo da cena)
( Amigo 1 continua se divertindo com as drogas, bebidas e as meninas até que começa a
passar mal)
(Amigo 1 aparece com a boca espumando)
Braço direito – Caraca, Talibã. Deu ruim! Olha como o moleque tá...
T alibã - Tá tendo uma overdose, esse miserável! Falei que era pra ele ir devagar. Fica
querendo dar uma de machão aí dá nisso...
Braço direito – O que a gente faz agora?
Talibã - Some com ele.
Braço direito – Mas ele tá morrendo...
T alibã – Problema é dele. Você quer arrumar problema pra gente? Aqui ninguém é
amigo de ninguém não. Dá logo um jeito nisso...
(Leva o corpo do Amigo 1 para fora da visão do grupo)
T alibã – (Vira pro grupo): E vocês, vão ficar fazendo o que aí? Metem o pé! Saiam
daqui... Acabou a festinha.
APLICAÇÃO DO ORIENTADOR
rovérbios 14.12: Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os
P
caminhos da morte.
Afastem-se de toda forma de mal. (1 Tessalonicenses5:22)
ão se deixem enganar: "as más companhias corrompem os bons costumes". (1
N
Coríntios 15:33)
Temas a serem abordados:
● entira
M
● Influência das más amizades
● Fugir da aparência do mal (Pecado)
● Vícios (familiares e prevenção)
brir espaço para testemunho de alguma criança que tenha parente envolvido com
A
vícios. Orar por esses familiares.
TIOS
Reassumem o grupo enfatizando os valores que se quer tratar e a frase de virtude:
“Fugir da aparência do mal!”