Instituto de Identificação do Paraná
16/11/2020
Atividades
Identificação civil
Conforme Lei Federal n° 7.116/83, o Instituto de Identificação do Paraná realiza
a Identificação Civil e respectiva expedição da Carteira de Identidade para
Brasileiros Natos, Naturalizados e os Portugueses que comprovadamente gozem
do Estatuto de Igualdade de Direitos entre Brasileiros e Portugueses.
Identificação criminal
Realiza a identificação criminal, a identificação civil de pessoas portadoras de
necessidades especiais que não possam comparecer aos Postos de Identificação
do IIPR, a coleta de impressões digitais de cadáveres e pacientes não
identificados em nosocômios e a coleta de impressões digitais, com a finalidade
de expedição do NCI.
Identificação cadavérica
A necropapiloscopia é o método que consiste no reconhecimento de cadáveres a
partir das papilas dérmicas, onde são encontradas as impressões digitais. Essas
impressões também são confrontadas com a base de dados no sistema AFIS, que
possui mais de 14 milhões de perfis cadastrados.
Perícia em carteira de identidade
Análise sobre a autenticidade de Carteira de Identidade expedida pelo Instituto
de Identificação do Paraná. Ao Setor de Cédulas compete: receber, conferir e
cancelar cédulas de carteiras de identidade emitidas com erros e defeitos de
impressão, com emissão de Relatório Técnico, receber, registrar e comunicar
ocorrências de extravio de carteiras ou cédulas de identidade.
Perícia em local de crime
A Perícia em Local de Crime é um meio de prova em que os Papiloscopistas,
analisam fatos juridicamente relevantes à causa examinada, elaborando laudo
pericial. É um exame que exige conhecimentos técnicos e científicos a fim de
comprovar a veracidade de certo fato ou circunstância, avaliando o valor dos
vestígios de impressões papilares como prova física e esclarecendo o papel
destas impressões em um cenário criminoso. A perícia papiloscópica segue
várias etapas e procedimentos, desde o levantamento e revelação de
fragmentos de impressões papilares, a cadeia de custódia das provas, o
confronto de impressões e a confecção do laudo pericial.
Perícia em laboratório
Coleta de fragmentos de impressões digitais em objetos para identificação de
pessoas. Ao Setor de Laboratório Papiloscópico compete: revelar e fotografar
fragmentos papilares em objetos apreendidos em local de crime e emitir
Relatórios de Perícia em Laboratório e organizar e arquivar fragmentos papilares
revelados em local de crime e em laboratório.
Retrato falado
Retrato falado é a representação de uma pessoa por meio de uma imagem,
segundo a abstrata descrição de seus aspectos físicos gerais, específicos e
características distintivas. O principal objetivo de um retrato falado é auxiliar
uma investigação policial, diminuindo o universo de suspeitos e apresentando
um rosto com características semelhantes as do suspeito procurado.
SAIBA MAIS
Rua Pedro Ivo, 386 - Centro
80010-020 - Curitiba - PR - Localização
Atendimento ao Cidadão
41 3200-5001
Documentos Expedidos
Para o cidadão
Carteira de Identidade
Atestados
- de Antecedentes Criminais
- de Cadastro Positivo
- de Cadastro Negativo
- de Profissão
Para a autoridade judiciária
Laudo de Perícia em Carteira de Identidade
Laudo de Confronto de Impressões Digitais
Retrato Falado
Direção
Diretor: Delegado Marcus Vinícius Michelotto
Dirigir, planejar, coordenar, supervisionar e controlar a execução das atribuições
específicas e genéricas das unidades do IIPR, estabelecendo os objetivos, as
políticas, as metas prioritárias e suas diretrizes.
Vice-diretor: Papiloscopista Fábio Tadeu Dambros
Dirigir, planejar, coordenar, supervisionar e controlar a execução das atribuições
específicas e genéricas das unidades do IIPR, estabelecendo os objetivos, as
políticas, as metas prioritárias e suas diretrizes.
Missão, Visão e Valores
Missão
Contribuir para o exercício da cidadania e dignidade da pessoa humana,
individualizando-a, garantindo informações fidedignas e céleres.
Visão
Ser reconhecido como centro de excelência em identificação humana, perícia
papiloscópica, estrutura e tecnologia.
Valores
Efetividade - legitimação da eficácia das ações
Qualidade - prestar serviços com qualidade
Ética - ações pautadas por princípios éticos
Sustentabilidade - econômica e ambiental, com responsabilidade social
Integridade - na gestão de informações
Descentralização - gestão compartilhada
Legalidade - transparência e competência
Comprometimento - com justiça e cidadania
Acervo
O Instituto de Identificação do Paraná possui cadastro digital de todas as pessoas
que possuem Carteira de Identidade do Estado do Paraná, mantendo em acervo
físico e digital as individuais datiloscópicas que deram origem ao documento.
Também são realizadas as anotações criminais nos cadastros conforme
informações encaminhadas pelas Delegacias de Polícia, Polícia Federal e Varas
Criminais, tornando-as disponíveis para consulta pelas Autoridades Judiciárias.
Ações Sociais
Busca por pessoas desaparecidas
Pesquisa em sistema biométrico para localização de pessoas e cadáveres não
identificados.
Eventos de cidadania
Evento social direcionado à comunidade para expedição da Carteira de
Identidade.
Auxílio ao cidadão
Atendimento volante para identificação de pessoas e cadáveres em condições
específicas.
Histórico
A Identificação Datiloscópica no Brasil
Teve início no dia 05 de fevereiro de 1.903, através do Decreto n.º 4.764 que
regulamentou a Lei Federal n.º 7.947, a fim de reorganizar a Polícia do Distrito
Federal – RJ., no Governo do Dr. Rodrigues Alves, quando determinou-se a
tomada de impressões digitais de delinqüentes com primazia sobre outros meios
de identificação da época.
A Identificação no Paraná
Iniciou-se em 13 de abril de 1.905, com a criação do Gabinete Antropométrico,
segundo o sistema de Bertillon, para a identificação de delinquentes,
funcionando com esse nome até 21 de novembro de 1.907. O primeiro
identificado foi João Modesto Camargo, criminoso em São Paulo e aqui capturado,
a pedido da Polícia daquele Estado.
Em 27 de novembro de 1.907 foi criado o Gabinete de Identificação e Estatística,
quando introduziu-se o sistema de identificação Datiloscópica de Juan Vucetich,
utilizado em conjunto com o sistema de Bertillon, passando a ser usado somente
o Datiloscópico de Vucetich.
Pelo Decreto n.º 309, de 16 de fevereiro de 1.934, o Gabinete de Identificação e
Estatística foi anexado à Delegacia de Vigilância e Investigações, funcionando
até 15 de maio de 1.935.
No dia 16 de maio, através do Decreto n.º 790, Artigo 1º, o Gabinete de
Identificação e Estatística foi desanexado da Delegacia de Vigilância e
Investigação e, através do Artigo 2º do mesmo Decreto, foi criado o Instituto de
Identificação do Paraná, subordinado à chefatura de Polícia, sendo seu primeiro
diretor o Dr. Carlos Mafra Pedroso, no período de 28 de maio de 1.935 a 03 de
outubro de 1.957.
Diretores do Instituto de Identificação do Paraná
Nome do Diretor Período
Atual
Marcus Vinicius da Costa Michelotto
Iniciou em dezembro de 2015
Alcimar de Almeida Garrett 2015
Newton Tadeu Rocha 2011 a 2014
Cláudio Fernando da Cunha Telles 2008 a 2011
Luís Fernando Viana Artigas 2003 a 2008
Paulo Ernesto Araújo Cunha 2001 a 2003
Marco Antônio Lagana 2000 a 2001
Germano do Nascimento Filho 1997 a 2000
João Ricardo Kepes Noronha 1995 a 1997
Renato Souza Lobo 1995
Clóvis Roberto Ribas 1994 a 1995
Douglas Haquim 1985 a 1994
Jamil Sidon de Oliveira Jorge 1984 a 1985
Sidney Michalizen 1984 a 1984
Eudes Brandão 1983 a 1984
Arion Nicz Roda 1982 a 1983
Hermes Machado Mattos 1980 a 1982
Sidney Michalizen 1980 a 1980
Hermes Machado Mattos 1979 a 1980
Walfredo Miranda Assy 1978 a 1979
Eudes Brandão 1968 a 1978
Walfrido Pilotto 1958 a 1967
Carlos Mafra Pedroso 1935 a 1957