4.
A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém
quisesse sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta
cedeu, revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou
atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e,
às vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra —
mas ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.
4. A Porta de Ferro
Na rua mais antiga da cidade havia uma porta de ferro cravada em uma parede
sem janelas. Ninguém sabia para onde levava.
Toda meia-noite, um som de batidas ecoava de dentro, como se alguém quisesse
sair. Os vizinhos aprenderam a ignorar.
Certa vez, um homem bêbado tentou abrir. Para espanto de todos, a porta cedeu,
revelando um corredor escuro. Ele entrou rindo e a porta se fechou atrás dele.
Nunca mais voltou. Mas desde aquela noite, as batidas ficaram mais fortes e, às
vezes, acompanhadas de gritos.
Alguns juram reconhecer a voz do homem pedindo para que alguém abra — mas
ninguém ousa tocar a porta novamente.