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Agravo Interno: Custas e Honorários STJ

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AgInt no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 2655598 - SP (2024/0195260-3)

RELATOR : MINISTRO AFRÂNIO VILELA


AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL
AGRAVADO : VR3 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A
AGRAVADO : RAFAEL MARCONDES DUARTE
ADVOGADOS : LUIZ NAKAHARADA JUNIOR - SP163284
WAGNER SERPA JÚNIOR - SP232382
CÉSAR AUGUSTO GALAFASSI - SP226623
FERNANDO EQUI MORATA - SP206723

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.


INÉRCIA NO PAGAMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS. CANCELAMENTO DA
DISTRIBUIÇÃO. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRÍTO. ART. 485, I E IV, DO
CPC. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. NÃO CABIMENTO. AGRAVO INTERNO
DESPROVIDO.
1. É entendimento desta Corte Superior o de que, não tendo a parte feito o
recolhimento das custas processuais - e com a extinção do processo com fundamento
no art. 485, I e IV, do CPC -, é indevida a condenação em honorários advocatícios,
tendo em vista a ausência de triangularização da relação processual. Precedentes.
2. Agravo interno desprovido.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,


acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em
sessão virtual de 01/10/2024 a 07/10/2024, por unanimidade, negar provimento ao
recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura e
Teodoro Silva Santos votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Afrânio Vilela.

Brasília, 07 de outubro de 2024.

MINISTRO AFRÂNIO VILELA


Relator

Documento eletrônico VDA43818244 assinado eletronicamente nos termos do Art.1º §2º inciso III da Lei 11.419/2006
Signatário(a): JOSÉ AFRÂNIO VILELA Assinado em: 08/10/2024 19:57:34
Código de Controle do Documento: 29612a99-8f0b-4924-901d-a33d41a2aa68
AgInt no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 2655598 - SP (2024/0195260-3)

RELATOR : MINISTRO AFRÂNIO VILELA


AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL
AGRAVADO : VR3 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A
AGRAVADO : RAFAEL MARCONDES DUARTE
ADVOGADOS : LUIZ NAKAHARADA JUNIOR - SP163284
WAGNER SERPA JÚNIOR - SP232382
CÉSAR AUGUSTO GALAFASSI - SP226623
FERNANDO EQUI MORATA - SP206723

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.


INÉRCIA NO PAGAMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS. CANCELAMENTO DA
DISTRIBUIÇÃO. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRÍTO. ART. 485, I E IV, DO
CPC. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. NÃO CABIMENTO. AGRAVO INTERNO
DESPROVIDO.
1. É entendimento desta Corte Superior o de que, não tendo a parte feito o
recolhimento das custas processuais - e com a extinção do processo com fundamento
no art. 485, I e IV, do CPC -, é indevida a condenação em honorários advocatícios,
tendo em vista a ausência de triangularização da relação processual. Precedentes.
2. Agravo interno desprovido.

RELATÓRIO

MINISTRO AFRÂNIO VILELA: Em análise, agravo interno interposto pela

FAZENDA NACIONAL contra a decisão que conheceu do agravo para dar parcial

provimento ao recurso especial às fls. 785/790.

Argumenta a parte agravante, em síntese, que: (a) "não há subsunção entre

o presente feito e os precedentes citados na decisão agravada, nos quais não houve a

triangulação da relação processual, considerando que o acórdão recorrido

expressamente assentou a efetiva atuação processual da União nos autos, apesar da

extinção sem julgamento do mérito" (fl. 798); (b) "ao dar provimento ao recurso especial

Documento eletrônico VDA43637232 assinado eletronicamente nos termos do Art.1º §2º inciso III da Lei 11.419/2006
Signatário(a): JOSÉ AFRÂNIO VILELA Assinado em: 26/09/2024 20:00:11
Código de Controle do Documento: 50201054-7318-4d84-ab6a-1a7f13576b08
da parte contribuinte, a decisão agravada revisou a premissa fática do acórdão

recorrido, com todo o respeito, em inobservância à Súmula n. 7/STJ" (fl. 798).

Por fim, a UNIÃO pugna pela reconsideração da decisão agravada ou, caso

contrário, pelo provimento do agravo interno.

A parte agravada apresentou impugnação às fls. 803/815.

É o relatório.

VOTO

MINISTRO AFRÂNIO VILELA (Relator): Conheço do agravo interno,

porquanto presentes os pressupostos de admissibilidade.

Sabe-se que o agravo interno é cabível contra a decisão monocrática

proferida pelo Relator no Tribunal, com a finalidade de que a controvérsia seja

submetida ao Órgão Colegiado. O instituto do referido recurso resta regulamentado

pelo art. 1.021 do Código de Processo Civil, que assim versa:

Art. 1.021. Contra decisão proferida pelo relator caberá agravo interno
para o respectivo órgão colegiado, observadas, quanto ao
processamento, as regras do regimento interno do tribunal.
§ 1º Na petição de agravo interno, o recorrente impugnará
especificadamente os fundamentos da decisão agravada.
§ 2º O agravo será dirigido ao relator, que intimará o agravado para
manifestar-se sobre o recurso no prazo de 15 (quinze) dias, ao final do
qual, não havendo retratação, o relator levá-lo-á a julgamento pelo
órgão colegiado, com inclusão em pauta.

Depreende-se, portanto, que o juízo de retratação é facultado ao relator,

expressamente pelo § 2º do art. 1.021 do Código de Processo Civil, de forma que,

sendo exercido, o agravo interno não precisará ser levado a julgamento pelo órgão

colegiado.

Ao exame da situação posta em debate nesse agravo interno, verifica-se

que a irresignação da agravante não merece acolhimento, notadamente por se

considerar que os argumentos levantados pela parte não são capazes de alterar o

entendimento proferido na decisão monocrática.

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Signatário(a): JOSÉ AFRÂNIO VILELA Assinado em: 26/09/2024 20:00:11
Código de Controle do Documento: 50201054-7318-4d84-ab6a-1a7f13576b08
Quanto à alegação de que a revisão das razões de decidir do acórdão

recorrido implicaria em reexame de matéria fático-probatória, não prospera a

irresignação recursal, uma vez a fundamentação decisória se restringiu ao exame dos

elementos trazidos no próprio aresto discutido (fls. 575/591), não adentrando questões

outras que não as de cunho unicamente de direito.

No mais, assinalo que é entendimento desta Corte Superior o de que, não

tendo a parte feito o recolhimento das custas processuais - e com a extinção do

processo com fundamento no art. 485, I e IV, do CPC -, é indevida a condenação em

honorários advocatícios, tendo em vista a ausência de triangularização da relação

processual.

Nesse sentido, confiram-se:

RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE RESOLUÇÃO CONTRATUAL C/C


PEDIDO INDENIZATÓRIO POR PERDAS E DANOS. EXTINÇÃO DO
FEITO, SEM JULGAMENTO DE MÉRITO. ACOLHIMENTO DA
IMPUGNAÇÃO DO VALOR DA CAUSA AVENTADA PELA PARTE
DEMANDADA NO PRAZO DA CONTESTAÇÃO. NÃO
COMPLEMENTAÇÃO DAS CUSTAS PELA PARTE AUTORA, APÓS A
INTIMAÇÃO A ESSE PROPÓSITO. APLICAÇÃO, PELAS INSTÂNCIAS
ORDINÁRIAS, DO CANCELAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO (ART. 290
DO CPC/2015), INCLUSIVE PARA JUSTIFICAR A ADOÇÃO DO
CRITÉRIO DE EQUIDADE NA FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS. DESCABIMENTO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO.
1. A controvérsia posta no presente recurso especial centra-se em saber
qual critério adotar no arbitramento dos honorários advocatícios fixados
em sentença de extinção do feito, sem julgamento de mérito, em razão
de a parte autora, devidamente intimada, deixar de complementar as
custas judiciais devidas, as quais foram redimensionadas em virtude do
acolhimento da impugnação do valor da causa aventada pela parte
demandada por ocasião da apresentação da contestação, o que teria
ensejado, de acordo com o Tribunal de origem, o cancelamento da
distribuição, nos termos do art. 290 do Código de Processo Civil de
2015. Debate-se, a esse propósito, se os honorários advocatícios
devem ser fixados por equidade, nos termos do § 8º do art. 85 do
CPC/2015, como decidiram as instâncias ordinárias, ou, objetivamente,
com base no valor da causa, de acordo com os critérios definidos no §
2º do mesmo dispositivo legal, como sustenta a ora recorrente.
2. Ao analisar a petição inicial, incumbe ao juiz, entre outras
providências, certificar se o autor promoveu o recolhimento das custas
iniciais e, em caso negativo, intimá-lo (o autor) para efetivar
o pagamento das custas de ingresso, no prazo de 15 (quinze) dias, sob
pena de cancelamento da distribuição.

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Signatário(a): JOSÉ AFRÂNIO VILELA Assinado em: 26/09/2024 20:00:11
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2.1 A intimação do autor para promover o recolhimento das custas
iniciais deve, necessariamente, preceder à citação do réu, o que se
justifica não só por uma questão de lógica - afinal, a movimentação
da máquina judiciária inaugurada pelo ato citatório pressupõe o
pagamento prévio da correlata taxa -, mas, também e
principalmente, em razão das consequências legais decorrentes do
cancelamento da distribuição.
2.2 O não recolhimento das custas iniciais, após a intimação do
autor para essa finalidade, enseja o imediato indeferimento da
petição inicial, com fulcro no art. 330, IV, c/c 485, I, do CPC/2015,
tendo o diploma processual estabelecido, para esta específica
hipótese, o cancelamento do registro de distribuição, circunstância
que tem o condão de obstar a produção de todo e qualquer efeito,
tanto para o autor, como para o réu.
2.3 O autor da demanda não terá contra si a inscrição em dívida
ativa do valor das custas iniciais - afinal não houve a prestação de
nenhum serviço judiciário -, tampouco deverá arcar com ônus
sucumbenciais, aí incluída a verba honorária do advogado da parte
adversa. De igual modo, o cancelamento da distribuição não repercutirá
na esfera jurídica do réu, justamente porque não houve o
aperfeiçoamento da relação jurídica processual triangular, sendo
absolutamente imprópria sua oitiva, por citação/intimação, para qualquer
fim.
2.4 A determinação de citação do réu, sem que tenha havido o
indispensável recolhimento prévio das custas iniciais pelo autor,
como condição indispensável ao recebimento da petição inicial,
consubstancia manifesto error in procedendo, que não tem o
condão de afastar o cancelamento da distribuição estabelecido no
art. 290 do CPC/2015. Precedente específico da Terceira Turma do
Superior Tribunal de Justiça.
3. Situação bem diversa dá-se quando o autor promove o recolhimento
das custas iniciais, condizentes com o valor por ele atribuído à causa, e
o juiz, antevendo, à primeira vista, a regularidade da petição inicial,
determina a citação do réu.
3.1 É importante registrar, nesse ponto, ser indiscutível a possibilidade
de o juiz, caso reconheça, desde logo, a inadequação do valor atribuído
à causa com o proveito econômico da pretensão posta, segundo os
critérios legais estabelecidos no art. 292 do CPC/2015, determinar a sua
correção e intimar o autor para promover a complementação das custas
judiciais no prazo de 15 (quinze) dias, sob pena, também nesse caso,
de cancelamento da distribuição.
Naturalmente, não há falar em preclusão pro judicato, caso tal
providência, nas hipóteses legais, não seja levada a efeito pelo juiz de
plano.
3.2 É certo, portanto, que, não identificada, num primeiro momento,
nenhuma inadequação do valor atribuído à causa e verificada a
regularidade do recolhimento das correlatas custas judiciais, cabe ao
juiz determinar a citação, a fim de promover a angularização da relação
jurídica processual.
4. A partir do ingresso do réu na lide, por meio de sua citação,
corretamente determinada pelo juiz, não há, doravante, mais espaço

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para o cancelamento da distribuição e, por consequência, da incidência
de seus efeitos.
[...]
7. Recurso especial provido (REsp n. 1.842.356/MT, relator Ministro
Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 8/11/2022, DJe de
24/11/2022 - grifo nosso).

AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.


PROCESSUAL CIVIL. PEDIDO DE DIFERIMENTO DE CUSTAS.
PESSOA JURÍDICA. NECESSIDADE DE PROVA DA
HIPOSSUFICIÊNCIA. INEXISTÊNCIA DE PRESUNÇÃO LEGAL
FAVORÁVEL. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO NA HIPÓTESE.
REVISÃO DA CONCLUSÃO ALCANÇADA NA ORIGEM.
IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 7/STJ. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.
NÃO DEVIDOS. AGRAVO INTERNO CONHECIDO. RECURSO
ESPECIAL PARCIALMENTE PROVIDO.
1. O Tribunal de origem, com base no acervo fático-probatório dos
autos, considerou inexistente a comprovação da hipossuficiência
financeira alegada para a concessão do diferimento de custas. A revisão
dessa conclusão demandaria o reexame de fatos e provas, providência
proibida nesta instância, nos termos da Súmula 7/STJ.
2. Nos casos em que houver a extinção do processo e o
cancelamento da distribuição motivados pela inércia da parte em
realizar o recolhimento das custas, não há que se falar em
condenação ao pagamento dos ônus sucumbenciais.
3. Agravo interno conhecido para reconsiderar a decisão agravada e,
em novo exame, conhecer do agravo para dar parcial provimento ao
recurso especial (AgInt no AREsp n. 2.203.541/SP, relator Ministro Raul
Araújo, Quarta Turma, julgado em 27/3/2023, DJe de 3/4/2023 - grifo
nosso).

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE


DECLARAÇÃO NO RECURSO ESPECIAL. INÉRCIA DA PARTE EM
PROVIDENCIAR RECOLHIMENTO DAS CUSTAS JUDICIAIS.
CANCELAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO DO FEITO. POSSIBILIDADE.
PRÉVIA INTIMAÇÃO PESSOAL. DESNECESSIDADE. AUSÊNCIA DE
CONDENAÇÃO DE HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS E RECURSAIS
NA ORIGEM. FIXAÇÃO NO ÂMBITO DO STJ. IMPOSSIBILIDADE.
PRECEDENTE.
1. É possível o cancelamento da distribuição do feito por inércia da parte
em providenciar o recolhimento das custas judiciais, sendo
desnecessária sua prévia intimação pessoal. Precedentes: AgInt no
AREsp 914.193/SE, Relator Ministro Napoleão Nunes Maia Filho,
Primeira Turma, julgado em 18/9/2018, DJe 28/9/2018; AgInt no AREsp
956.522/MS, Relator Ministro Og Fernandes, Segunda Turma, julgado
em 21/2/2017, DJe 2/3/2017; AgInt no AREsp 1.060.742/SP, Relator
Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 15/8/2017,
DJe 25/8/2017; AgInt no REsp 1.470.877/MG, Relator Ministro Paulo de
Tarso Sanseverino, Terceira Turma, julgado em 14/2/2017, DJe
20/2/2017.
2. Uma vez que não foi fixado valor de honorários sucumbenciais,
tampouco recursais, na origem, e tendo constado expressamente no

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juízo sentenciante que, "considerando que não houve citação da parte
ré, sem honorários", a condenação fixada no decisum agravado deve
ser afastada. Precedente: AgInt nos EDcl no AREsp 1.339.596/SP,
Relatora Ministra Assusete Magalhães, Segunda Turma, julgado em
13/12/2018, DJe 19/12/2018.
3. Agravo interno parcialmente provido (AgInt nos EDcl no REsp n.
1.834.963/RJ, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma,
julgado em 11/5/2020, DJe de 13/5/2020).

Isso posto, nego provimento ao recurso.

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TERMO DE JULGAMENTO
SEGUNDA TURMA
AgInt no AREsp 2.655.598 / SP
Número Registro: 2024/0195260-3 PROCESSO ELETRÔNICO
Número de Origem:
00581125920164036182 581125920164036182
Sessão Virtual de 01/10/2024 a 07/10/2024

Relator do AgInt

Exmo. Sr. Ministro AFRÂNIO VILELA

Presidente da Sessão

Exmo. Sr. Ministro AFRÂNIO VILELA

Secretário

Bela. VALÉRIA ALVIM DUSI

AUTUAÇÃO

AGRAVANTE : VR3 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A


AGRAVANTE : RAFAEL MARCONDES DUARTE
ADVOGADOS : LUIZ NAKAHARADA JUNIOR - SP163284
WAGNER SERPA JÚNIOR - SP232382
CÉSAR AUGUSTO GALAFASSI - SP226623
FERNANDO EQUI MORATA - SP206723
AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL

ASSUNTO : DIREITO TRIBUTÁRIO - CONTRIBUIÇÕES - CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS -


FINSOCIAL

AGRAVO INTERNO

AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL


AGRAVADO : VR3 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A
AGRAVADO : RAFAEL MARCONDES DUARTE
ADVOGADOS : LUIZ NAKAHARADA JUNIOR - SP163284
WAGNER SERPA JÚNIOR - SP232382
CÉSAR AUGUSTO GALAFASSI - SP226623
FERNANDO EQUI MORATA - SP206723

Documento eletrônico VDA43805252 assinado eletronicamente nos termos do Art.1º §2º inciso III da Lei 11.419/2006
Signatário(a): SISTEMA JUSTIÇA - SERVIÇOS AUTOMÁTICOS, Assinado em: 08/10/2024 00:34:58
Código de Controle do Documento: eec7b371-14dd-446a-bdec-5398144ef997
TERMO

A SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em sessão virtual de


01/10/2024 a 07/10/2024, por unanimidade, decidiu negar provimento ao recurso, nos termos
do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura e Teodoro Silva
Santos votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Afrânio Vilela.

Brasília, 07 de outubro de 2024

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