Problema 2, Fechamento 2 – Rana Victor turma 33
01) Estudar bronquiolite, sua manifestação clínica e tratamento · Radiografia de tórax:
› Quando peço?
· BVA → bronquiolite viral aguda
Nos casos mais graves, quando ocorre piora súbita
É basicamente a pneumonia viral só que em < 2 anos
do quadro respiratório ou quando existem doenças
· É a infecção do trato respiratório inferior + comum em
cardíacas ou pulmonares prévias
crianças pequenas
› Retificação de arcos costais
› Resulta da obstrução inflamatória das pequenas vias
› Sinais de hiperinsuflação
aéreas e possui gravidade variável
› Pequenas áreas de atelectasia
· Ocorre mais durante os primeiros 2 anos de idade, mas
· Exames laboratoriais:
tem uma incidência maior em lactentes < 6 meses
› Identificação do agente → não tem indicação para
· A criança pode ter isso mais de uma vez na infância. Mas
ser feito de rotina
eu só chamo um quadro de bronquiolite viral aguda
quando acontece pela primeira vez. Tratamento
· Não pensar em BVA em um adulto, que tem um calibre
bronquiolar muito maior · Na grande maioria dos casos, a evolução é benigna e o
processo evolui para a cura sem a necessidade de
· Tem um padrão mais sazonal
nenhuma intervenção. Os pacientes são assistidos em
· Geralmente é autolimitada, mas deixa os pais
casa e o princípio do tratamento está fundamentado em
desesperados
uma terapêutica eminentemente sintomática, ou seja,
· Nas crianças < 1 ano, o risco de hospitalização pela doença
controle da temperatura, do status hídrico e nutricional,
é de 2%
bem como acompanhamento da evolução do
Etiologia comprometimento respiratório.
· Quando hospitalizar?
· Vírus Sincicial Respiratório (80%) › < 4 a 6 semenas
É um dos menos agressivos entre os vírus respiratórios, › Letargia
porém sua grande afinidade pelo epitélio bronquiolar
› Saturação de O2 < 91% em ar ambiente
explica sua tendência a produzir problemas respiratórios
› Cardiopatia congênita
importantes.
› Hipoxemia
· A fonte da infecção é geralmente um membro da família
› Sinais de dificuldade respiratória moderada a grave
ou colega da creche ou escola, com enfermidade
respiratória aparentemente benigna › Ingestão insuficiente de líquidos
› Cianose ou história de apneia
Quadro clínico › Doença neuromuscular
› Imunodeficiência
· < 2 anos sibilando = estertores difusos
· Tem que ter paciência, é uma doença que demora
· Febre ou história de febre
melhorar todos os sintomas e sinais.
A ausência de febre não exclui o diagnóstico
· Tratamento hospitalar:
· Tosse é seca e uma das primeiras manifestações
› Fazer isolamento de contato obrigatoriamente
· Inicialmente ocorre congestão e secreção nasal, que
› Oxigenoterapia se SPO2< 91% por CN (cânula nasal)
evolui com tosse, dificuldade de amamentar e dificuldade
respiratória em graus variados › Hidratação venosa se necessário
· Taquipneia: é uma resposta do organismo, como uma › Manter a cabeceira do leito elevada
forma de tentar compensar os mecanismos geradores › Obstrução nasal e rinorreia, quando presentes,
de prejuízo. devem ser aliviadas com higiene e aspiração
› Não indicado de rotina:
Diagnóstico β2 agonista de curta duração
Esse medicamento serve para quem tem
· CLÍNICO!
broncoespasmo. Nem tudo o que sibila é
· Posso pedir exames complementares
broncoespasmo!!!!!
Rana Silva Victor
antibióticos Pode me indicar uma possível complicação
Nebulização salina a 3% que pode vir a ocorrer
Fisioterapia respiratória › Febre: não é obrigatória. Mas pode haver.
› Discreta hiperemia de orofaringe
Imunoprofilaxia
› Otite média aguda → principal complicação do
· Feita com palivizumabe, com 5 doses. resfriado comum
› É um anticorpo monoclonal humano · Diagnóstico:
› É uma imunização passiva › CLÍNICO!
· Crianças com IG ≤ 28 semanas e com idade < 1 ano E · Tratamento:
crianças com idade < 2 anos com doença pulmonar › O que melhora o resfriado? Tempo. Explicar a família
crônica, displasia broncopulmonar ou doença cardíaca que é normal
congênita. › Se febre, dou antipirético como dipirona, paracetamol
e ibuprofeno
02) Reconhecer as IVAS e diferenciar o resfriado comum,
› Lavagem nasal → desobstrução mecânica
sinusite e gripe
› Não usar descongestionantes e anti-histamínicos em
· Principal motivo de atendimento nas emergências < 2 anos.
pediátricas · Profilaxia:
· Fatores de risco: › Lavagem frequente das mãos
› Baixa cobertura vacinal › Não existe vacina contra o rinovírus
› Baixo peso ao nascer
Resfriado comum X gripe
› Desmame precoce
› Dificuldade de acesso à assistência médica · A gripe é uma doença sistêmica epidêmica causada pelo
vírus influenza, caracterizada clinicamente por febre alta,
Resfriado comum
mialgias e prostração.
· É a infecção mais comum na infância · No resfriado, os sintomas são mais restritos às vias aéreas
› Geralmente não é grave, mas serve como porta de superiores
entrada para outras complicações.
Gripe
› É de natureza benigna e autolimitada
› Sua definição anatômica é de uma nasofaringite ou · Agente mais comum → influenza
rinofaringite que leva à inflamação da mucosa do · Dura de 7 a 10 dias
nariz, faringe e seios paranasais. · Febre alta e súbita
· Também chamada de rinofaringite viral · Pode ocorrer acometimento ocular
· Crianças saudáveis ficam resfriadas 6 vezes por ano, e se
forem para a creche, esse número pode dobrar. Sinusite
· Dura 5 a 7 dias · Criança < 7 anos não tem os seios frontais formados
· Etiologia: ainda!!!!
› Principal → rinovírus · A causa + comum é uma IVAS de etiologia viral, geradora
› Coronavírus de edema e inflamação da mucosa, com produção de
› VSR muco espesso, que obstrui os seios paranasais e permite
› Adenovírus proliferação bacteriana secundária.
› Influenza · 5 a 13% dos resfriados comuns em crianças complicam
· Manifestações Clínicas: com sinusite bacteriana aguda.
› Coriza (que começa de forma clara, hialina, mas que · Etiologia:
com o passar do tempo, se transforma em uma › Pode ser viral ou bacteriano
secreção esverdeada e espessa) › Streptococcus pneumoniae
Não posso considerar que é bacteriana só › Haemophilus influenzae
por isso › Moraxella catarrhalis
› Obstrução nasal · Quadro Clínico:
› A tosse não é presente em todos, mas quando está, › Ao contrário da criança maior e do adolescente, a
ela vai ter tosse com predomínio no período noturno criança < 5 anos, não manifesta dor facial, cefaleia,
› Roncos: edema e sensibilidade à percussão da face
Rana Silva Victor
› As manifestações + comuns da rinossinusite em < 5 · Manifestações Clínicas:
anos, são tosse e secreção nasal que persistem > 10 › Otalgia
dias, ou seja, é um “resfriado que demora passar” › Irritabilidade
› Secreção nasal que pode ser clara mas geralmente › Choro intenso
é mais purulenta › Otorreia
› Pode ter febre › Febre
› Hiposmia › Astenia
› Dor nos dentes › Hipoacusia flutuante
· Diagnóstico: › Pode cursar com sintomas gastrointestinais
› CLÍNICO! inespecíficos como diarreia e vômitos
› Não preciso de radiografia para fazer diagnóstico · Diagnóstico:
› Os sintomas da rinossinusite viral geralmente se › Um dado fundamental na história da doença é a
resolvem em 10 dias. Se passou disso e não melhorou, presença de um episódio prévio de resfriado comum
posso pensar em uma sinusite bacteriana aguda. antecedendo as manifestações de OMA.
· Tratamento: › Otoscopia: membrana timpânica opaca, hiperemiada,
› Recomenda-se o tratamento antimicrobiano das com perda da mobilidade e abaulada (dado +
rinossinusites agudas da infância para evitar específico da OMA)
complicações supurativas, embora se saiba que 50- › Posso encontrar também otorreia não provocada
60% delas se resolveriam espontaneamente, sem a por otite externa
necessidade de antibioticoterapia. › Não considerar se houver “apenas” hiperemia da
› Se for > 2 anos, não frequentar creche e nem ter membrana porque é muito inespecífico.
feito uso de antibióticos em 4 semanas → amoxicilina · Tratamento:
› Se < 2 anos, frequenta creche ou usaram antibiótico › A criança esta sentindo dor, então analgésico, que
anteriormente → amoxicilina + clavulanato também vai servir como antipirético → dipirona,
› Como saber quanto tempo uso o antibiótico? paracetamol ou ibuprofeno
Quando meu paciente melhorar, eu mantenho por › Avaliar necessidade de antibioticoterapia:
mais de 7 dias após melhora clínica. Se < 6 meses → SEMPRE prescrever antibiótico
› Se alergia → cefalosporina Se 6 meses a 2 anos:
› Não usar anti-histamínicos porque eles promovem Se for unilateral e sem otorreia → posso
um espessamento da secreção usar antibiótico ou apenas observar
› Spray nasal de corticoide reduz o edema de mucosa Se ≥ 2:
em paciente atópicos e naqueles com sinusite crônica Se não sinais de alarme → posso usar
antibiótico ou apenas observar
03) Estudar Otite média aguda, Mastoidite, Faringite,
⎯ Mas quais são os sintomas graves?
Amigdalite, Traqueobronquite e Epiglotite
Otalgia moderada/intensa
Otite média aguda Otalgia > 48 horas
Febre ≥ 39ºC
· Cerca de 80% das crianças < 2 anos já tiveram ⎯ Quando eu OBRIGATORIAMENTE uso
· Principal complicação bacteriana do resfriado comum antibiótico então?
· É muito mais comum em < 2 anos porque a tuba auditiva < 6 meses
das mesmas, é mais curta. Além disso possuem uma Presença de otorreia ou sinais de gravidade
menor maturidade imunológica. OMA bilateral em < 2 anos
· Etiologia: Malformações craniofaciais
› Streptococcus pneumoniae Síndrome de Down
› Haemophilus influenzae Imunodeficiência
› Moraxella catarrhalis ⎯ Quais antibióticos eu posso usar?
· Patogênese: 1º escolha: amoxicilina 50mg/kg/dia por 8 dias
› Disfunção tubária → secreção de muco → 2º linha: amoxicilina + clavulanato 50mg/kg/dia
proliferação bacteriana por 8 dias OU eritromicina 50mg/kg/dia por 8
› O acúmulo de pus na orelha média, funciona como dias
um “abscesso”, provocando abaulamento da Preferir tratamento de 10 dias em crianças < 2
membrana timpânica. anos.
Rana Silva Victor
Se tem conjuntivite junto com a OMA, eu Quando ocorre formação de placas esbranquiçadas
preciso adicionar clavulanato porque aderentes ao tecido amigdaliano, que pode invadir a
pneumococo não causa conjuntivite. faringe, palato e úvula
· Complicações: Se eu tento retirar o exsudato, provoca
› Perfuração timpânica: evolução comum nos casos sangramento abundante
de OMA. Na maioria dos casos tem regeneração › Ulcerosas:
espontânea, então minha conduta pode ser Podem ser do tipo superficial, como ocorre na
expectante. herpangina
› Otite média secretora: não é considerado falha · Faringite estreptocócica:
terapêutica. Na maioria das vezes é expectante. › Se inicia com queixas pouco específicas como
› Mastoidite. cefaleia, dor abdominal, mal-estar, náuseas, vômitos e
febre de até 40ºC.
Mastoidite
› O exsudato recobrindo as amígdalas pode ser
· É uma complicação da otite média aguda. evidente
· Ocorre quando ao invés do corpo do meu paciente › Achado clínico de maior consistência para
exteriorizar o pus, ele vai para dentro e ocorre um diagnóstico: hiperemia das amígdalas e pilares
acometimento do periósteo do processo mastoideo do amigdalianos, acompanhada ou não de exsudato,
osso temporal. associada a petéquias em palato mole; além de idade
· Sinal clássico que me ajuda no diagnóstico → entre 5 e 15 anos e ausência de outras manifestações
desaparecimento do sulco retroauricular e deslocamento de acometimento do trato respiratório superior
anterior do pavilhão auricular › É incomum em < 3 anos
· É uma EMERGÊNCIA médica. Preciso internar aquele › Evolui quase sempre com resolução espontânea
paciente, fazer antibiótico e TC de mastoide. Muitas vezes após 4-5 dias em média, mesmo sem uso de
precisa fazer drenagem antibióticos
· Faringites virais:
Faringite/ Faringoamigdalite › Associada ao resfriado comum:
· É uma doença inflamatória da orofaringe, caracterizada Dor intensa e odinofagia
por eritema e pela presença ou não de exsudato Criança queixa-se de “garganta arranhando e
amigdaliano, ulcerações e vesículas coçando”
Linfonodos cervicais podem estar aumentados
· Etiologia
› Adenovírus:
› 75% dos casos são causados por agentes virais,
Geralmente é + intensa, com sintomas proeminentes
sendo adenovírus, coronavírus, rinovírus, VSR, EBV
os mais comuns de mialgia, cefaleia, calafrios e febre > 38,3º que
persiste por 5 a 6 dias
› Crianças < 3 anos raramente apresentam doença
Muito comum também ter conjuntivite
bacteriana.
› Coxsakie A:
› Bactérias: o estreptococo-beta-hemolítico do grupo
Forma incomum: herpangina
A é o mais importante (sempre pensar em
Pequenas vesículas localizadas em palato mole, úvula
complicações como febre reumática e
e pilares amigdalianos anteriores
glomerulonefrite pós-estreptocócica)
Febre alta, dor de garganta e disfagia
· Quadro clínico
› EBV (Epstein-Barr):
› Eritematosas:
Mononucleose
Hiperemia e congestão da superfície tonsilar
Dor de garganta ocasionada por uma amigdalite
Principal etiologia é viral
exsudativa
› Eritematopultáceas:
Febre, linfadenopatia cervical e esplenomegalia
Hiperemia e edema com exsudato amarelado não
Exantema após uso de ampicilina
aderente nas criptas e na superfície tonsilar
Pode durar 15 dias
Faringite estreptocócia e por EBV
· Diagnóstico:
Lembrar que EBV também causa aumento
› CLÍNICO!
importante das tonsilas, linfadenomegalia
cervical, rash e esplenomegalia · Tratamento:
› Pseudomembranosas: › Virais → sintomáticos
› Bacterianos:
Rana Silva Victor
Se iniciada nos primeiros 9 dias após o início da › Tomar medidas imediatas para controle das vias
faringite, o uso de antibióticos é capaz de prevenir o aéreas → estabelecer via aérea artificial
surgimento de febre reumática. Esse efeito protetor + comum: intubação traqueal
não é observado na glomerulonefrite pós- Fazer INDEPENDENTEMENTE do grau de
estreptocócica. desconforto respiratório da criança
O que posso usar? › Após a intubação, solicitar hemograma, hemoculturas,
Penicilina benzatina DU IM 600.000 UI a cultura das secreções faríngeas
1.200.000 UI › Começar antibioticoterapia
Amoxicilina por 10 dias ou macrolídeos como Quais usar?
eritromicina e azitromicina Ceftriaxona, cefuroxima ou meropenem
Por 7 a 10 dias
Epiglotite
› O tempo médio de intubação varia em torno de 2
· É uma obstrução inflamatória aguda das vias aéreas dias.
superiores, só que supraglótica
Laringotraqueíte viral = crupe
· Apresenta como evento fisiopatológico básico a presença
de edema, podendo também ocorrer espasmo laríngeo · É uma obstrução inflamatória aguda das vias aéreas
· Com a vacinação em larga escala para o H. influenzae tipo superiores, só que infraglótica
B em crianças, a incidência da epiglotite tem diminuído de · Apresenta como evento fisiopatológico básico a presença
forma significativa. de edema, podendo também ocorrer espasmo laríngeo
· A maioria dos pacientes tem entre 3 meses e 5 anos · A maioria dos pacientes com crupe tem entre 3 meses
· É a forma + grave de obstrução inflamatória aguda das e 5 anos de idade
vias aéreas superiores · Traqueíte bacteriana é uma complicação.
· Etiologia: · É a forma mais comum de obstrução aguda das vias
› Predominantemente bacteriano aéreas superiores
› Atualmente os mais comuns são [Link], · Afeta predominantemente o sexo masculino
[Link] e [Link] · Etiologia:
· Quadro clínico: › Predominantemente viral
› Instalação aguda com insuficiência respiratória › Principais: parainfluenzae 1,2 e 3 são responsáveis por
precoce 75% dos casos, depois vem influenza, adenovírus e
› Curso fulminante, com febre alta, dor de garganta, VSR
sialorreia, dispneia, obstrução respiratória · Quadro clínico:
rapidamente progressiva e prostração › A maioria dos pacientes têm uma infecção do trato
› Em questão de horas a epiglotite pode evoluir para respiratório superior vários dias antes da tosse com
obstrução completa da via aérea e morte. características de crupe se manifestar
› A criança geralmente acorda no meio da noite, com Essa tosse se chama ladrante e lembra um latido de
febre alta, afonia, sialorreia e dificuldade respiratória cachorro
moderada ou intensa com estridor › A temperatura pode estar apenas um pouco elevada
› Estridor inspiratório › No início há só tosse ladrante ou metálica com
› Boca permanece aberta com a língua protusa estridor inspiratório leve → depois com o aumento
· Diagnóstico: da obstrução, o estridor fica contínuo e é
› Padrão-ouro: visualização de uma epiglote vermelho- acompanhado de piora da tosse, rouquidão,
cereja, grande e edematosa, por exame direto batimento das asas do nariz e retrações supra, sub e
(laringoscopia) intercostais
› Na suspeita de epiglotite, a inspeção da orofaringe, › Os sintomas geralmente são piores à noite
usando-se um abaixador de língua pode levar a › Eles regridem gradualmente em 3 a 5 dias, por ser
laringoespasmo reflexo seguido de PCR. uma doença autolimitada
› Posso pedir uma radiografia lateral da nasofaringe e · Diagnóstico:
vias aéreas superiores → vejo o sinal do polegar › Clínico!
› Criança não pode permanecer desacompanhada! › Síndrome crupe:
· Tratamento: Criança pequena com história recente de um
› É uma emergência médica! resfriado + evoluindo com a tríade:
Rouquidão + tosse metálica + estridor
Rana Silva Victor
› Se eu pedir uma radiografia de pescoço, pode me
revelar o sinal da torre
· Tratamento:
› A maioria pode ser tratada em casa → usar
corticoides
› Quando interno? Se sinais de desconforto
respiratório ou pela presença de estridor em
repouso
Fazer o que nesses casos?
Nebulização com adrenalina
Glicocorticoides
Rana Silva Victor