0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações4 páginas

O Homem da Chuva em Arvelo

dsfhjsdfjg

Enviado por

Cueio Zinho
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações4 páginas

O Homem da Chuva em Arvelo

dsfhjsdfjg

Enviado por

Cueio Zinho
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

5.

O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem
lembrava da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado
apareceu na praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra
realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As


pessoas riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se
formou sobre sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no
entanto, temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A
nuvem cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo,
enchendo rios e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma


poça ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor
insuportável é possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva
Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.
Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.
Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,
deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

5. O Homem da Chuva

Na cidade de Arvelo, havia sempre sol, dia após dia. A população já nem lembrava
da chuva. Até que um dia, um homem de sobretudo encharcado apareceu na
praça central, gotejando como se tivesse vindo de outra realidade.

Ele dizia carregar a chuva dentro de si e que podia devolvê-la à cidade. As pessoas
riram, mas quando ele estalou os dedos, uma pequena nuvem se formou sobre
sua cabeça, despejando gotas.

Aos poucos, crianças começaram a segui-lo, maravilhadas. O homem sorria,


deixando a água cair e encharcar as ruas secas. Alguns moradores, no entanto,
temiam que aquilo trouxesse desgraça.

No final do dia, o homem subiu até o telhado mais alto e abriu os braços. A nuvem
cresceu até cobrir todo o céu. Uma tempestade caiu sobre Arvelo, enchendo rios
e limpando o ar sufocante.

No entanto, quando a chuva cessou, ele havia desaparecido. Apenas uma poça
ficou no lugar onde estava. Até hoje, dizem que em noites de calor insuportável é
possível ouvir o som de passos molhados ecoando pelas ruas.

Você também pode gostar