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Ideação em Design Thinking: Divergência e Convergência

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Fase 3 do DT: ideação

De forma geral, o pensamento do design (traduzido pelo método do Design Thinking)


envolve 3 “is” que “conversam” de forma dinâmica e não engessada: inspiração
(muito ligada ao gatilho para o surgimento de ideias criativas), ideação (concepção e
externalização das ideias) e implementação (transformação da ideia em ação).

Nesta unidade o foco está na ideação, que se refere à geração de ideias ou


soluções para abordar os problemas e necessidades do usuário.

E por que é necessária a ideação em Design Thinking? Você, com certeza, chegará às
suas próprias conclusões ao longo do estudo desta unidade. Porém, o que podemos
lhe adiantar é que a ideação é fundamental para que possamos aprender a questionar.
Precisamos aprender a questionar, reformular crenças, a fazer perguntas
aparentemente “sem sentido”, pois são essas perguntas que fazem diferença.

Para a construção do conceito de ideação vamos trazer alguns conceitos e


características relativos ao tema. Depois, apresentaremos o uso de técnicas para
prototipagem que viabilizam a ideação no processo de Design Thinking. Por fim,
traremos um estudo de caso de Design Thinking que pode lhe ajudar no entendimento
da fase de ideação.

Objetivo
Ao final desta unidade, você deverá ser capaz de:

• Sistematizar elementos da fase de ideação para identificação


de aspectos chave da proposta de solução do problema.

Conteúdo Programático
Esta unidade está organizada de acordo com os seguintes temas:

• Tema 1 - Conceito e características da fase


• Tema 2 - Técnicas de prototipação e teste de experiência
com o usuário
• Tema 3 - Apresentação e discussão de exemplo/caso
Quais perguntas são possíveis de serem feitas a partir desta imagem? Muitas?
Poucas? Nenhuma? Há pessoas que podem se sentir desencorajadas em seguir no
mundo do design thinking, seja porque acreditam que só os designers têm talento para
tal, ou porque isso “é para poucos”, com habilidades muito específicas.

A questão “design thinking” é para todos aqueles que pensam de maneira integrada,
olhando o mundo com suas múltiplas possibilidades de conexão. A ideação tem o
importante papel de acessar a inteligência coletiva, usando técnicas que estimulem o
compartilhamento de ideias. Aqui, o pensamento divergente/convergente, bem como
integrativo, é a base para que essa e as outras fases da metodologia funcionem da
maneira mais eficiente possível, pedindo em troca aos participantes acesso a um
único e especial campo de conhecimento: seu repertório pessoal.
Tema 1
Conceito e características da fase

Quais práticas são recomendadas para potencializar a


fase de ideação?

A fase de ideação contempla o resgate do


repertório de informações pessoais e o
compartilhamento colaborativo de ideias de
forma abundante. No método do Design
Thinking, a ideação é o momento de soltar a
imaginação. É o ato de divergir para depois
convergir!

O principal objetivo dessa etapa é usar criatividade e inovação para acessar o maior
número possível de ideias na mente dos indivíduos, usufruindo com intensidade da
inteligência coletiva, traduzida em um grande número de ideias que irão convergir em
melhores soluções.

A ideação é a chance criativa e assertiva que o indivíduo possui de


entender o terreno dos problemas e das emoções para as quais se projeta
a imaginação, de modo a criar conceitos de solução.

Durante a fase da ideação é comum surgir


um turbilhão de ideias, e elas não devem
ser rejeitadas. Ao contrário, elas devem ser,
em um primeiro momento, abraçadas com
toda generosidade e livre de preconceitos. A
lógica posterior é reduzir, a exemplo de uma
proporção, de 250 ideias para 25 conceitos.
Esse alargamento e estreitamento em cada
fase são chamados de pensamento
divergente e convergente.
Pensamento divergente Pensamento convergente

Abre um leque de opções. Restringe as opções.

Olha de forma ampla. Olha de forma mais direcionada.

Considera as ideias mais promissoras


Considera muitas ideias diferentes. a serem exploradas e testadas
posteriormente.

Passado o momento do turbilhão de ideias,


quando todos os envolvidos acessam seu
repertório pessoal e externalizam
informações acerca do tema central em
desenvolvimento no método do Design
Thinking, temos a visualização. Esse
também é um momento importante na fase
de ideação (assim como em todo o método
do design). Na fase de ideação, o cérebro
cria imagens por meio de conexões e,
principalmente, de repertórios, transformando
elementos e informações em conceitos.

Ainda que a fase de ideação possa ser divertida, é preciso orientação e


concentração, especialmente em um contexto organizacional. Caso contrário, poderá
haver desvio no processo de conversão das informações em possibilidades de
solução, o que compromete o método.

Nessa fase, os profissionais envolvidos precisam ser estimulados física e


cognitivamente, para compartilhar ideias de forma livre, aberta e sem julgamentos, ou
seja, sem aqueles preconceitos de que falamos anteriormente.

Como oportunizar esse processo em um contexto organizacional?

Em um contexto organizacional é exigido que novas soluções internas e externas


sejam estimuladas, geradas, que impactem a rotina e atendam, respectivamente, às
necessidades do público interno e externo.

O estímulo à criatividade é a estrutura do processo, viabilizando o trabalho


em equipe e o compartilhamento de informações levantadas nos
pensamentos divergente e convergente de que já falamos.
Nesse sentido, o universo dos jogos tem se mostrado cada vez mais interessante,
sendo uma boa prática adotada no campo organizacional orientada para ideação.
Traçando um paralelo entre o historiador Huizinga (2000) e a nossa discussão,
podemos afirmar que o jogo, utilizando expressão verbal e/ou corporal, consegue criar
um ritual de participação de diferentes pessoas de forma lúdica, igualitária, criativa,
focada em um objetivo. Além disso, o jogo, seja físico ou virtual, tem uma
característica extremante importante no campo da ideação e da inovação, que é a
voluntariedade.

Saiba Mais

Referência: HUIZINGA, J. Homo ludens. 4. ed. São Paulo: Perspectiva e


Digital Source, 2000. E-book.

Vale destacar ainda que os jogos possibilitam outros ganhos à organização,


tais como o engajamento dos colaboradores, uma forma de dissolver tensões
e gerenciar conflitos, bem como uma maneira de se afastar temporariamente
das atividades laborais para descanso e reposição de energia.

Para complementar seus estudos sobre jogos no ambiente organizacional


leia: PIRES, A. O poder do jogo como mediador da atividade de
inovação em micro, pequenas e médias empresas. Salvador, 2014,
2015p. Tese (doutorado). Programa de Pós Graduação em Administração,
Bahia, 2014.

A fase de ideação no método de Design Thinking resgata todo o repertório que o


indivíduo possui. Repertório este construído por experiências que viveu, por
motivações pessoais ou, ainda, por estudos e aprofundamentos no tema em
experimentação no método. O importante é que haja resgate e compartilhamento
dessas informações de forma intensa e criativa, possibilitando que novas soluções
surjam e gerem impacto!

Vídeo

Para saber mais sobre a fase de Ideação, assista ao vídeo Fase 3 do


Design Thinking: Ideação, publicado na unidade da disciplina no
Ambiente Virtual de Aprendizagem.
Tema 2
Técnicas de prototipação e teste de experiência
com o usuário

Quais são as principais técnicas de prototipagem?


O uso de técnicas para prototipagem aproxima o mundo imaginário do real,
viabilizando a ideação no processo de Design Thinking.

Existem várias técnicas da ideação e algumas delas são renomeadas ou parcialmente


adaptadas, outras podem ser mais tradicionais. As melhores técnicas são:

Brainstorm

Duas cabeças pensam melhor do que uma. Então, por que você vai ficar sozinho
nessa? Uma “tempestade de ideias” é realizada de forma criativa, livre, colaborativa
e ordenada. Aqui, todos externalizam suas ideias sob diferentes perspectivas e pontos
de vista, porém mantendo o mesmo foco!

Conheça mais sobre a aplicação de brainstorm acessando esse material que


trata sobre a ferramenta: SANTO, R. Brainstorming – Tempestade de
ideias (BS - TI) ou Como tirar seu time do “cercadinho mental”. Rio de
Janeiro: Biblioteca Interativa do Sebrae, 2004.

Brain Dump

O seu cérebro não precisa gravar tudo! Que


tal fazer uma folha de rascunhos com as
anotações mais importantes sobre ideias que
surgem no dia a dia?

Brainwrite

Pensar é bom, mas compartilhar é maravilhoso! A técnica de brainwrite envolve um


grupo na geração de ideias de modo escrito e compartilhado, quando se repassam
anotações aos demais participantes, a fim de que eles lancem novas ideias e
aperfeiçoem as já existentes. Nesse caso, é interessante que todas as ideias sejam
escritas individualmente, seja em meio físico (papéis colantes, por exemplo) ou virtual
(murais virtuais colaborativos, a exemplo de um Padlet), para que possam circular
livremente entre os participantes.

Você pode ter acesso ao Padlet em: Inscrever-se na organização Padlet. É


preciso se cadastrar, mas você também poderá buscar outras ferramentas de
murais colaborativos.

SCAMPER

As ideias podem ser úteis para criar algo novo, mas também para repensar o que já
existe! O método representa as palavras SUBSTITUIR, COMBINAR, ADAPTAR,
MODIFICAR, PROPOR, ELIMINAR E REARRUMAR. Cada palavra compreende uma
etapa do modelo, quando busca-se de forma organizada inovar um produto já
existente.

Em Design Thinking as palavras que compõem o método SCAMPER têm as seguintes


definições:

SUBSTITUIR: analisar se há algum recurso que pode ser alterado em uma solução
que já existe.

COMBINAR: combinar produtos e serviços já existentes, a fim de gerar algo novo.

ADAPTAR: pensar em outras possiblidades de contexto em que as soluções já


existentes podem ser aplicadas, realizando, a partir daí, eventuais adaptações.

MODIFICAR: questionar aspectos da solução existente, que podem ser intensificados,


reduzidos, alterados ou até mesmo removidos.

PROPOR: questionar todo o potencial da solução, a fim de verificar se ela está sendo
bem aproveitada e explorada.

ELIMINAR: retirar os pontos em excesso, permitindo a execução simplificada do


processo. REARRUMAR: analisar para além da solução em si, avaliando a cadeia de
produção e testando hipóteses (inferências) a partir dessa verificação.

Mapa mental

Imagine quantas informações tem em um cérebro... e imagine o quanto elas se


potencializam quando estão conectadas! O mapa mental é um diagrama organizado,
que se assemelha a uma mente criativa, cujas ideias, visões e ilustrações são
representadas de forma que reflitam a parceria entre elas.

Há várias ferramentas na internet para elaboração de mapa mental, como:

• Mind meinster
• CmapTools
Fique atento, porque algumas delas necessitam de cadastro e têm versões gratuitas e
pagas.

Storyboard

É sempre gratificante ver suas ideias tomando forma, criando vida e aparecendo pela
primeira vez! Então, storyboard é uma ferramenta que permite uma construção gráfica,
revelando quadro a quadro um conteúdo audiovisual, como um vídeo utilizado em uma
estratégia de marketing.

Se desejar elaborar um storyboard há ferramentas na internet que propiciam


isso. Algumas necessitam de cadastro e há opções gratuitas, bem como
pagas. A seguir, uma lista contendo algumas sugestões:

• Storyboard Animator
• PIXTON
• CANVA
• STORYBOARD THAT
• BOORDS
• PLOT
• STORYBIRD
• COMIC LIFE

Gamestorming

Brincar é bom, mas brincar gerando resultados incríveis é sensacional! O


gamestorming é uma técnica que possibilita jogos para inovação, gerando novas
ideias por meio da quebra de paradigmas. Aqui, todos possuem os mesmos direitos e
seguem as mesmas regras, buscando atingir os objetivos estipulados no início do
jogo. Esses jogos corporativos (físicos ou virtuais) incentivam o comprometimento e a
criatividade, na medida em que melhoram a colaboração, a comunicação (verbal e
visual), o repertório de ideias e o compartilhamento de experiências.

Interessando na técnica de Gamestorming? Busque a leitura complementar


do livro: GRAY, D.; BROWN, S.; MACANUFO, J. Gamestorming: jogos
corporativos para mudar, inovar e quebrar regras. Rio de Janeiro: Alta books,
2012. 284p. ISBN: 139788576086093.

A ideação representa um momento de fartura!


É aqui que muitas informações e ideias são coletadas para, em outro momento,
avançar no método de Design Thinking, de modo a gerar soluções inovadoras. Até
transitar para esse outro momento do funil, o rol de ideias precisa passar por um
processo de seleção, quando são categorizadas, refinadas e reduzidas para que a
equipe possa selecionar as melhores soluções, ideias e estratégias em uma lista
restrita.

Alguns métodos de seleção podem ser usados para ajudar no movimento de


conversão:

Votação Post-it ou Votação por Pontos

O objetivo é selecionar as melhores ideias por esquema de votação entre


os participantes. Aqui, a escolha democrática é a técnica para avançar no
método do Design Thinking. Neste caso, sugere-se que sejam definidos
critérios para a votação (exemplo: viabilidade da ideia, inovação, impacto,
dificuldade) bem como regras (exemplo: duas votações por pessoa e em
ideias e/ou categorias diferentes), garantindo uma análise ampliada e
equitativa das possiblidades de solução.

Método de quatro categorias (Four Categories Method)

As quatro categorias de escolha da ideia são da mais racional,


passando pela que mais encanta, indo para a arriscada e terminando
naquela que é bastante improvável. Os membros decidem uma ou duas
ideias para cada uma dessas categorias, garantindo que a equipe cubra
todos os motivos, desde o mais prático até as ideias com maior potencial
para fornecer soluções inovadoras. A partir dessa alocação, uma nova
análise do rol de ideias é realizada, de modo a chegar a uma primeira
versão da solução passível de desenvolvimento e teste.

Mapas de afinidade de ideias

O mapeamento de afinidade é um espaço de ideia visual


experimental para a pesquisa do usuário. Esse mapeamento é feito de
forma construtiva e temporal, evoluindo à medida que se reúnem todos os
dados. O mapeamento de afinidade oferece aos designers uma visão
ilustrativa do mapeamento e registro das informações, capturando dados
para que temas, tendências e necessidades surjam ao longo da jornada do
Design Thinking. Aqui, o movimento de empatia e o entendimento da
jornada do usuário são práticas fundamentais.
Tema 3
Apresentação e discussão de exemplo/caso

Como o estudo de casos de Design Thinking pode


ajudar no entendimento da fase de IDEAÇÃO?

Abrir espaço para que novas ideias surjam


tendo como método o Design Thinking é um
caminho possível, colaborativo e criativo para
gerar soluções de alto valor agregado.

Às vezes, fará sentido resgatar e exibir visivelmente experiências do cliente, rotinas e


personas, a fim de obter insights criativos. Casos e histórias aproximam o mundo
imaginário do que é real, dando inspiração à ideação no método de Design Thinking.
Conheça dois exemplos de casos que ilustram muito bem o que falamos.

NATURA

A Natura, uma renomada empresa de cosméticos, tem como boa prática a concepção
constante de novas soluções em produtos e serviços, atividade que a coloca em um
patamar exclusivo no mercado.

Para se manter com essa estratégia de diferenciação, a empresa utiliza o método


do Design Thinking. Vamos ver como?
Uma iniciativa recente da Natura nessa direção foi estimulada pela necessidade de
adotar uma abordagem leve e divertida para o seu portfólio:


[...] com o objetivo de ampliar e fortalecer o relacionamento com o público mais
jovem. Nesse sentido, a Natura reuniu uma equipe multidisciplinar para pensar em
soluções que, de fato, fossem relevantes para o consumidor que a marca queria
atingir. Ou seja, todo o processo foi desenvolvido tendo como foco as necessidades
e a experiência dos consumidores; tudo isso de maneira colaborativa e inovadora.
(MATHIAS, 2018)


Saiba Mais

MATHIAS, L. 5 exemplos de Design Thinking para se inspirar na busca


por inovação. MINDMINERS. 1º set. 2018.

UBEREATS

O Uber é um aplicativo de transporte amplamente utilizado na atualidade. Também


utilizou o método de Design Thinking para se diferenciar.


A empresa, que já incorporou o design thinking em seus processos, recorreu à essa
metodologia para desenvolver um aplicativo paralelo ao seu carro-chefe: o
UberEats.

O objetivo desse app é fazer o delivery de restaurantes. Antes de lançá-lo, a startup


consultou donos de restaurantes e usuários da plataforma em mais de 80 cidades
no mundo inteiro. (SECAF, 2019)


Saiba Mais

SECAF, V. M. S. Exemplos de design thinking: 4 cases de empresas


que focaram no cliente para desenvolver soluções criativas. Setting
Consultoria. 16 out. 2019.

A intenção era entender suas reais necessidades e desejos, adquirindo, assim,


repertório para a fase de ideação.


Graças ao design thinking, o UberEats já é um forte concorrente de outros
aplicativos mais experientes cuja proposta de delivery é bastante semelhante.
(SECAF, 2019)


Encerramento

Que práticas são recomendadas para potencializar a


fase de ideação?
O pensamento divergente e convergente de ideias; a visualização, para
transformar elementos e informações em conceitos; a orientação e concentração,
para não haver desvio no processo de conversão das informações em possibilidades
de solução; e estímulo físico e cognitivo, para compartilhar ideias de forma livre,
aberta e sem julgamentos.

Quais são as principais técnicas de prototipagem?


Brainstorm (compartilhamento verbal de ideias); Brain Dump (rascunho de
ideias); Brainwrite (compartilhamento escrito de ideias); SCAMPER (método de
análise de soluções já existentes); Mapa mental (diagrama organizado de uma mente
criativa); Storyboard (construção gráfica e visual de uma
solução); Gamestorming (jogos da ideação).

Como o estudo de casos de Design Thinking pode


ajudar no entendimento da fase de IDEAÇÃO?
Por meio do estudo de caso é possível visualizar, na prática, quais foram as técnicas
utilizadas para compartilhamento de ideias entre as partes envolvidas, bem como
as dificuldades encontradas e facilidades na aplicação dessa prática. Esse é um
elemento importante a ser observado porque não é comum que pessoas com perfis
muito diferentes, especialmente em um contexto organizacional, interajam para pensar
problemas e soluções de forma colaborativa, o que representa uma quebra de
barreiras na tradição, muitas vezes hierárquica, de uma organização, por exemplo.

Resumo da Unidade

O processo de Design Thinking busca a inovação de forma não linear, embora seja
um método com etapas bem definidas e encadeadas. Ao experimentar o método,
pensar em soluções inovadoras, disruptivas, mas principalmente que entreguem
valor ao cliente (seja pela remoção de uma dor ou pela oferta de um ganho
extraordinário), é uma prática fundamental para que a iniciativa transite de um
modelo de projeto para um modelo de negócio, com presença de mercado.

Neste sentido, a fase de ideação pode ser entendida pelo uso criativo de um
grande número de ideias a fim de encontrar as melhores soluções para os
problemas que afetam a experiência do usuário com o produto e/ou serviço. De
forma igualmente importante, técnicas de prototipação e testes de experiência com
o usuário devem ser realizadas nessa etapa, a fim de verificar se a proposta de
valor que se acredita ser entregue com a solução inicial de fato atende à
necessidade do usuário ou potencial consumidor.

Para aprofundar e aprimorar os seus conhecimentos sobre os assuntos


abordados nessa unidade, não deixe de consultar as referências
bibliográficas básicas e complementares disponíveis no plano de
ensino publicado na página inicial da disciplina.

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