Fases da Umbanda: Evolução e Humanização
Fases da Umbanda: Evolução e Humanização
Pregação do Evangelho: Em 2.000 anos não conseguiu melhorar efetivamente a humanidade e nem os
cristãos.
Pregação da Umbanda: Em 100 anos não conseguiu melhorar efetivamente a Umbanda e nem os
umbandistas.
FASES DA UMBANDA
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MAIORIDADE DAS IDEIAS UMBANDISTAS
Instrução Educação
Esclarecimento Libertação
Intelecto Sentimento
Divulgação Comunicação
Casa Grupo
Uniformidade Diversidade
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A Umbanda é regida pelas Leis Divinas, passa e passará pela aferição destas Leis, que são divididas em
grandes momentos, que chamamos de “fases”.
Para entendermos as fases religiosas da Umbanda, devemos em primeiro lugar compreender quais são os
objetivos dessa religião perante a humanidade. O movimento Umbandista na atualidade tem como ponto
básico, entre os vários caminhos abertos pelas luzes do consolador na Terra, a limpeza e o refreamento do
submundo, para que o Brasil possa tornar-se o coração do mundo e a pátria do Evangelho, e o atendimento
fraterno imediato, sem julgamentos.
A dissolução dos pilares da sabedoria humana, durante os séculos que já se passaram, formou e persiste até
hoje, dando caminho ao atraso evolutivo da coletividade humana.
Cresceu a ignorância, a dissolução da Sabedoria Divina, o ocultamento da magia, da religião e das verdades
eternas, criando no homem a dependência, a superstição, a egolatria, o nepotismo e o distanciamento da
espiritualidade superior, em detrimento da supervalorização da materialidade, onde tudo na vida tornou-se
racionalmente material e obscuro, pois perde-se o sentimento, o amor, a fé, a compaixão, a caridade, a crença
nos poderes Divinos.
Surgiram religiões castradoras, onde a crença que é pregada é cega e desprovida do sentimento do amor e do
perdão. Mesmo Jesus, com sua magnitude, nos legando como herança, o Evangelho Redentor, ainda não
conseguiu impregnar todas as almas com seus ensinamentos simples e sublimes, de amor e perdão. Segundo
a Espiritualidade, até hoje, somente 10% do Evangelho foram plenamente absorvidos por algumas
comunidades. 90% do Sagrado Evangelho ainda encontra-se na obscuridade da ignorância das interpretações
pessoais inequivocadas.
Segundo o respeitável Sr. Carlos Torres Pastorino, para se interpretar com segurança qualquer trecho do
Evangelho, é mister:
1. Isenção de preconceitos;
3. Inteligência humilde, para entender o que realmente está escrito, e não querer impor ao escrito o que
se tem em mente;
Nesses tempos, perdeu-se a ligação com o Pai Eterno, e fecharam-no em quatro paredes, dissociando-o da
Natureza e da ligação com todos. Elegeram alguns homens considerados “enviados de Deus”, que poderiam
falar em Seu nome, sendo que o restante da humanidade foi tratada como simples cordeirinhos manipulados
por um poder clerical ou pastoral. Ainda hoje, mesmo com o advento da globalização, ainda persistem os
“escolhidos de Deus”, a tiranizarem àqueles que não rezam pelas suas cartilhas. Criaram-se as “pequenas
igrejas, grandes negócios”.
As fases da Umbanda não devem ser somente entendidas como de uma certa duração. Elas iniciam, crescem,
frutificam, se implantam e declinam em favor da próxima. Mas todas as fases se interpõem com harmonia, pois
somente com o assentamento de todas em conjunto, obteremos a realização do Divino na Terra.
Nos ateremos somente na 1ª e na 2ª fase. No final da 2ª fase, aproximadamente no ano de 2108, com certeza
a espiritualidade nos falará das prioridades da 3ª fase.
Dentre esses vanguardeiros, merece destaque especial, o Espírito do Caboclo Curugussu, que preparou por
vários anos o advento do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que atuaria nas grandes massas populares,
visando tornar notório o termo Umbanda e o culto apregoado por esse humilde enviado da Espiritualidade.
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O jornalista Leal de Souza, ligado a Tenda Nossa Senhora da Piedade e ao Caboclo das Sete Encruzilhadas,
relatou, através de sua pena, sincera e honesta, alguns fatos relativos a essa Entidade, numa entrevista
publicada no Jornal de Umbanda de outubro de 1952, com o título “Umbanda – Uma Religião Típica do Brasil”:
“A Linha Branca de Umbanda é realmente a religião nacional do Brasil, pois que, através dos seus ritos, os
Espíritos dos ancestrais, os pais da raça, orientam e conduzem a sua descendência. O precursor da Linha
Branca foi o Caboclo Curugussu, que trabalhou até o advento do Caboclo das Sete Encruzilhadas que a
organizou, isto é, que foi incumbido pelos Guias Superiores, que regem o nosso ciclo psíquico de realizar na
Terra a concepção do espaço”.
Nota-se, então, que ele estava bem familiarizado com a importante missão dessa Entidade Espiritual. Leal de
Souza não poderia ter inventado o Caboclo Curugussú, e muito menos falseado a verdade, visto que era um
fiel adepto do Caboclo das Sete Encruzilhadas.
Infelizmente não foi deixado claro quem teria sido o médium do Caboclo Curugussu, e nem onde ele teria se
manifestado, ou mesmo se essa Entidade somente atuou espiritualmente. Fomos pesquisar com a
espiritualidade sobre a veracidade do Caboclo Curugussu e nos informaram que é tudo verdade, e que nada
mais falariam pois é da vontade desse Caboclo que nada fosse revelado sobre a sua contribuição para a
implantação da Umbanda.
Na primeira fase, poeticamente podemos dizer: “Os clarins de Ogum tocaram”. Eram chamados os
trabalhadores, para abrir o caminho da implantação da Umbanda na Terra, preparando o caminho para as
demais fases.
Tudo culminou com a manifestação ordenada do Sr Caboclo das Sete Encruzilhadas, em 15 de novembro de
1908, o encarregado pelos Orixás Mediadores, de ditar as normas e regras da religião emergente,
fundamentando o culto que ali se iniciava.
Nesta 1ª fase, seria o momento da ordenação e da direção. Seria o momento de, no mais curto espaço de
tempo possível abarcar o maior numero de fiéis. Era o momento da abertura da conscientização e de uma nova
maneira evolucional para todos os Espíritos.
Era o momento da chamada de todos, para as coisas do Espírito. Era o momento do rompimento das barreiras
da escravidão espiritual, surgindo assim, a manifestação Divina em tudo e em todos. Era o momento de plantar
a ideia de que Deus se irradia em todos e para todos, e não somente para alguns poucos “escolhidos”. Essa
fase se dava num momento critico no Brasil, onde seus habitantes estavam sem rumo em suas vidas
religiosas, culturais e sociais, o burburinho da queda do Império e o nascimento da República; a problemática
da abolição da escravatura, depois de 348 anos de escravismo. Era o momento das escolhas entre o certo e o
duvidoso; da liberdade, da disciplina e do livre arbítrio.
Já explicitamos, em livro anterior, a questão da Umbanda ser uma Modalidade de Espiritismo. Jesus, no
mesmo dia (1856), nos mandou O Espiritismo com permeador da mediunidade, juntamente com a Religião de
Umbanda como refreadora do submundo astral, para que unidos, pudéssemos trilhar o caminho evangélico no
mundo.
Hoje, observamos, que mesmo bem codificado, o Espiritismo luta fremente, pois é composto e coordenada por
humanos, tão falíveis como qualquer outro na face da Terra. É a mesma luta da Umbanda.
Segundo informações da Espiritualidade, a Umbanda cresceu sem ordem, meio estonteada em sua ritualística
e doutrina, pelo fato de que uma infinidade de informações deveria adentrar em seu seio, mas, se fosse
codificada em seu início, muitas dessas informações e ritualísticas não se instalariam.
Se a Umbanda fosse codificada em seu inicio, teríamos sérios problemas (assim como o Espiritismo tem), pois
haveria o perigo de se tornar elitista. Será que com ela codificada em seu inicio aceitaria tão humildemente a
presença Espíritos e pessoas humildes e principalmente a contribuição preciosa doutrinária de varias religiões?
Cremos que não.
A Religião de Umbanda, praticamente cresceu entre os simplórios, sem estudos, tendo somente a fé como
ferramenta de trabalho, e, assim sendo, incorporaram conceitos, Espíritos, doutrina, etc., sem questionamento
nenhum. Através das pessoas “simplórias” a espiritualidade poderia se manifestar sem qualquer tipo de
repúdio.
Assim, vimos crescer essa Umbanda com uma roupagem de difícil compreensão, onde existem centenas de
doutrinas, ritualísticas, liturgias, dando a impressão de que cada Terreiro faz um tipo de Umbanda. Tinha que
ser assim.
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Cada um com seu talento, trazendo para a Umbanda todo o seu cabedal de conhecimento, de tudo que já
encontrava-se espalhado na Terra, e aqui, juntando tudo, cada um contribuiu com sua parcela, mesmo que
muita coisa esteja distorcida.
Passaram-se 100 anos. Agora é o momento da Umbanda entrar na em sua 2ª fase. A fase do
amadurecimento, a fase do conhecimento, a fase doutrinária, a fase de expurgar o que é supérfluo. A fase da
religiosidade e da nossa humanização.
Sabemos que a humanidade está vivendo um momento dos mais graves em sua evolução, em trânsito para
um novo modelo, uma nova época.
É a fase que tem como objetivo a implantação do conhecimento e da doutrina, de forma clara, simples e
objetiva, deixando para traz conceitos, ritualísticas e magias que cumpriram seus papeis quando necessário,
mas, que não mais são necessárias, adaptando tudo, a todos os graus conscienciais, para futuramente
transformar tudo num só conhecimento uniformizado. É a fase do surgimento de novos conceitos no âmbito
religioso, social e cultura.
É a fase do inicio da união entre todos e da nossa humanização, onde nos tornaremos mais complacentes,
benevolentes e misericordiosos, raciocinando consciencialmente.
É a fase da estimulação em busca do saber e do aprendizado, que permitirá aos Espíritos encarnados e
desencarnados desenvolver a condição de evoluir adquirindo a sabedoria. É o momento da concentração, da
observação, da expansão e do raciocínio em todos os conhecimentos, a fim de obtermos a libertação. Lembre-
se do que disse Jesus: “Conhecei a verdade e ela vos libertará”.
A meta primordial é aprendermos a amarmo-nos uns aos outros, para que tudo o que for criado em nome da
causa umbandista reflita a essência da Umbanda em nossas movimentações. A diversidade é uma realidade
irremovível do movimento umbandista e seria sinal de utopia e inexperiência tratá-la como “joio”. É
imprescindível propalar a ideia do ecumenismo afetivo entre os seareiros, para que a cultura da alteridade seja
disseminada e praticada no respeito incondicional a todos os segmentos”.
A alteridade é um valor que deve ter prioridade a ser desenvolvida nos meios umbandistas.
“... Jesus encontrou as primeiras manifestações de traição, abandono, ofensa e negação dentro do próprio
colégio apostólico. Não foram as organizações sectárias ou os adversários fora do corpo os responsáveis
diretos pela tragédia do calvário, mas sim o medo de Pedro, a ilusão de Judas e a mágoa dos discípulos com o
povo romano” (Pelo Espírito de Maria Modesto Cravo)
1º) Disposição para aceitar e aprender com os que são diferentes e pensam assim;
2º) Construção da fraternidade apesar das divergências, respeitando-as e procurando aprender com as
diferentes opiniões.
Vivenciar o valor da alteridade não quer dizer deixar de discutir, debater, questionar. A discussão, o debate e o
questionamento são saudáveis quando se respeita a maneira de ser e de pensar do outro.
• Críticas;
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• Discórdia;
• Discriminações;
• Marginalizações;
• Ambientes carregados;
• Queda vibratória;
• Afastamento de companheiros; e,
• Reflexos negativos
• em todas as atividades do Terreiro.
Na verdade, a alteridade é um valor pouco desenvolvido nos meios umbandistas, apesar de sua extrema
importância para um convívio fraterno. O mesmo acontece em relação ao amor. A referência é feita ao amor
pleno, aquele cuja vivência foi tão recomendada por Jesus.
Vamos dissertá-las:
São muito comuns nos meios religiosos, acontecendo também em muitas instituições umbandistas que
deveriam, pelas próprias características da Umbanda, estar livres delas. Pessoas ambiciosas e aquelas que
não conseguem sobressair-se na profissão ou na sociedade encontram nesses ambientes espaços para
dominar ou aparecer; então, fazem o que podem para não perder as posições alcançadas. São situações muito
satisfatórias para elas, mas não para a instituição, nem para o movimento umbandista.
• Vaidade
Se és dirigente umbandista, bom médium, trabalhador brilhante ou se realizas alguma atividade em que tenhas
destaque, cuidado com a vaidade. Sentir vaidade de quê? Estás apenas cumprindo teu dever. Podes, sim,
sentir contentamento pela oportunidade de participares com teus esforços deste mutirão evolutivo. O Terreiro
de Umbanda não é apenas o local onde prestamos serviço. Ele representa o mutirão em que todos,
construindo a casa alheia, estamos levantando as nossas próprias paredes. A Umbanda é bem maior do que
as nossas vaidades, os nossos quereres.
Considerando que a difusão do conhecimento umbandista e a aplicação dos seus valores na Terra são parte
da programação superior para nossa humanidade, devemos entender essa tarefa como o bom funcionário
entende a sua participação nas atividades da empresa, lembrando ainda que não somos apenas funcionários
do Mestre Jesus, mas também partícipes dos benefícios que essa tarefa trará a nós e aos nossos
descendentes.
Sendo assim, não cabem em nossas posturas a vaidade nem a irresponsabilidade, muito menos o enfoque de
sermos credores das atenções do Mais Alto, por estarmos trabalhando nessa seara. Em vez disso, devemos
entender que não estamos fazendo qualquer favor a Umbanda, mas a nós mesmos. Numa comparação meio
estranha, poderíamos entender que somos sócios dessa cooperativa evolutiva e é nosso dever trabalhar pelo
seu sucesso.
• Ditaduras
Não são condizentes com um movimento religioso como a Umbanda, nem com a época, que pede democracia.
Os ditadores, por melhores que possam ser, sempre acabam promovendo o atraso, sejam eles indivíduos ou
instituições.
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• Fofocas e críticas não construtivas
Podem ser vistas como uma virose psíquica, maléfica e destrutiva que se transformou em atividade prazerosa
ao ser humano e encontra ambiente favorável à sua proliferação em algumas instituições umbandistas.
Quando criticamos algo ou alguém de forma maldosa ou apenas irresponsável, podemos estar lançando nos
ambientes nuvens de “vírus mentais ou psíquicos”, que poderão gerar graves problemas ou dificuldades a
outrem.
Há pessoas dirigindo instituições, que ao sentirem-se ameaçadas em sua “soberania”, “soltam no ar” críticas e
fofocas visando a quem consideram seus possíveis rivais, no intuito de anulá-los.
Denegrir a imagem de alguém ou de algo é um ato covarde e terrivelmente negativo, e isso se pode fazer com
simples gestos, com expressões faciais de ironia, desprezo ou um mero levantar de sobrancelhas,
demonstrando alguma dúvida com relação à pessoa ou mesmo situação, em foco. Gestos assim deixam
suspeitas no ar, fragilizando a credibilidade de alguém, de uma instituição, uma atividade ou situação.
Quantos movimentos de renovação, de melhoria do ser humano, de caminhos melhores e mais luminosos já
foram abortados por causa dos críticos de plantão, cuja meta é aparecer, cuidando de destruir o que não lhes
renda louros ou possa ameaçar suas posições.
Cuidado ao ouvir ou perceber críticas. Procure conhecer seus fundamentos, antes de enviar para os seus
arquivos subconscientes as imagens que lhe tenham passado.
Quantas excelentes pessoas, por causa desse tipo de maledicentes, silenciosos ou falantes, são colocadas no
“índex”, ou seja, passam a ser malvistas, sem que se saiba exatamente por quê.
• Ciumeiras e despeito
São características de pessoas pobres em alguns valores, as quais sentem necessidade de arrebanhar
atenções ou impor-se, para preencher seus próprios vazios.
• Malquerença
É gerada devido à falta de fraternidade. Não adianta nos acomodarmos a posturas enganosas, dizendo que
tudo vai muito bem no nosso movimento. Se olharmos para as religiões, principalmente para os ditos
“evangélicos”, vamos encontrar muito mais fraternidade entre eles.
• Hipocrisia
Quantas vezes, em nome de uma caridade mal entendida, ou por mera acomodação, sorrimos para o
companheiro e lhe damos tapinhas no ombro, quando intimamente estamos a lhe cobrar algo, por sabermos
que a sua conduta não está de acordo com os postulados umbandistas?
Essa é a atitude costumeira, bem mais fácil do que lhe prestar o devido socorro, chamando-o às falas,
conversando abertamente, ouvindo as suas dificuldades e lhe oferecendo mão amiga para ajudá-lo a sair do
poço. Essa seria a caridade bem interpretada. Somos, até certo ponto, responsáveis pelos irmãos que
caminham conosco.
• Melindres
Quem está seguro de si mesmo, de suas convicções, de suas posturas, não se melindra. E quando ocorre algo
passível de melindrar uma pessoa que detém os valores da humildade, em vez de fechar-se em posições
melindrosas, parte à procura de esclarecer a situação em pauta, com o devido pedido de desculpas se for o
caso. É, pois, fundamental atentarmos para a nossa grande responsabilidade perante a tarefa umbandista,
porque ela pertence a Deus, não a nós. Por isso não nos cabe fazer a nossa vontade ou aquilo que nos
agrada, mas sim o que é melhor para a instituição e para o próprio movimento.
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Não é nosso intuito criticar o movimento umbandista. Ele tem caminhado de acordo com cada época e com as
pessoas que o dirigem e a compõem. Mas não podemos ignorar que as situações que foram listadas,
infelizmente, ocorrem com perigosa frequência em inúmeras das nossas instituições.
Certamente não!!!
Podemos facilmente observar que hoje já estamos vivenciando o início de um período de transição,
continuando os resgates de ações negativas e os aprendizados, tudo isso acrescido de um processo de
eliminação de “lixos” do inconsciente e dos primeiros passos para o crescimento interior.
O mundo de amanhã deverá ser o de regeneração, dando continuidade aos aprendizados e conduzindo os
seres a um crescimento interior mais pleno, a mais elevados patamares evolutivos.
Temos assim:
• HOJE: Mundo em transição, com resgates de ações negativas, novos aprendizados, eliminação de
“lixos” do inconsciente e os primeiros passos para o crescimento interior.
• AMANHÃ: Mundo de regeneração, com novos aprendizados, crescimento interior pleno e mais
elevado patamares evolutivos.
Se estamos vivenciando o início de um período de transição, o que é necessário fazer? Permanecer como
antes? Ou participar ativamente para que essa transição se dê mais depressa e de forma mais fácil?
Se toda transição se faz pelas vias das mudanças, o que é necessário mudar nos meios umbandistas?
Certamente as carências são muitas, mas vamos tratar apenas da necessidade de mudanças em alguns
enfoques e em algumas metodologias.
É preciso dizer, entretanto, que inúmeras instituições e companheiros umbandistas que já acordaram para a
necessidade de mudanças as vêm colocando em prática, como também disseminando tais idéias.
Vamos refletir?...
3) Conhecer o próprio organismo, as funções orgânicas e sua inter-relação com os corpos sutis e as
energias;
A busca do autoconhecimento é algo que ocorre na intimidade do ser. Geralmente nós nos observamos com
muita atenção em nosso aspecto físico: se estamos engordando, criando barriga, rugas, se a pele e o cabelo
estão ou não do nosso agrado e por aí a fora. Mas o autoconhecimento é essencialmente interno.
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Muitos faquires e yogues conhecem-se tão bem que conseguem alcançar invejável domínio sobre as funções
do próprio corpo. Para nós outros, comuns mortais, esse autoconhecimento, com vistas ao autocomando, já é
bem mais trabalhoso e lento, mas indubitavelmente estará nos currículos da medicina preventiva do futuro.
Mesmo assim, se começarmos a nos observar e a estabelecer com o nosso corpo e com todos os órgãos uma
relação de afetividade; a desenvolver meios para comandar algo em nosso organismo, logo, logo iremos
perceber quão valioso isso pode ser para nós.
Seria muito proveitoso em todos os sentidos se os Terreiros formassem grupos de estudos sobre a mente, o
pensamento, as emoções, as energias e como todo esse complexo repercute em nosso organismo, nos
estados de Espírito, nas atitudes e em toda a nossa vivência.
Se você, no entanto, é daqueles que acha que a Umbanda deve cuidar exclusivamente dos aspectos moral e
espiritual de seus profitentes, somente com realizações de danças, batuques, festas, homenagens, colares
multicoloridos, roupagens coloridas, magias, oferendas e despachos, pule este capítulo. Mas se entende que a
Umbanda é uma normativa de vida cuja meta é o equilíbrio, o bem-estar e a felicidade do ser humano, então
vai certamente concordar conosco.
Crescimento interior
Crescer interiormente equivale a:
1) Desenvolver virtudes;
5) Amadurecer;
7) Desenvolver contentamento;
Temos dado preferência ao termo “crescimento interior”, em vez de “reforma interior”, porque a palavra
“reforma” indica uma ação, a de reformar e, depois, a estagnação. Já o crescimento implica em aquisição de
valores em todos sentidos das necessidades humanas, não apenas das virtudes, mas também de tudo o mais
que possa levar a pessoa a sentir-se plena, feliz, com equilíbrio e bem-estar.
É uma ação contínua. Esse crescimento pode ser natural, desenvolvendo-se no bojo do tempo e das
experiências reencarnatórias. Mas também pode ser consciente, ou seja, planejado, organizado e auto
comandado.
Todos conhecemos as grandes dificuldades em realizar nosso crescimento interior. Sabemos o quanto isto é
necessário e prioritário, mas... como é difícil! Vamos refletir?
Não estará a causa primordial dessa dificuldade no como? Como pode isso ser realizado na prática? Que
fazer, de forma objetiva e produtiva? Quais passos ou providências devem ser tomados e quais os detalhes do
que se pode fazer na vivência do cotidiano?
Temos, girando em nossas cabeças, um universo de conceitos os mais belos, atropelando-nos através das
páginas dos livros, das mensagens, das palestras, cursos e até mesmo pela Internet, em infindáveis
exortações para a reforma interior (que preferimos denominar de crescimento interior) numa insistência
avassaladora, saturando nosso subconsciente com teorias reformadoras.
Todos sabemos com exatidão o que precisamos mudar, reformar, melhorar... só não sabemos como. Não
temos um esquema, um roteiro claro de procedimentos práticos para materializar, passo a passo, as intenções
que nutrimos sobre essa reforma, ou esse crescimento.
Dizemos “preciso modificar determinadas posturas...”, mas acabamos ficando em alguns esforços isolados aqui
e ali, em simulacros de reforma, por não encontrarmos um apoio mais significativo.
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Um exemplo poderoso que podemos observar está nos “AA” (Alcoólicos Anônimos) e em outros grupos
semelhantes de pessoas que se juntam na tentativa de conseguir vencer determinados vícios e/ou dificuldades
e conseguem, em sua grande maioria.
As nossas imperfeições também podem ser vistas como viciações adquiridas ao longo das reencarnações; da
mesma forma como ocorre em relação a outros vícios, certamente conseguiremos resultados positivos com
procedimentos inspirados em modelos como aqueles em que os interessados se reúnem para a busca de
ajuda mútua e nessa comunhão encontram as orientações, a força de que precisam para as mudanças
desejadas. É oportuno observar que, com a incessante repetição das exortações para a reforma interior, nós
acabamos decorando-as, assim como o papagaio, mas para transformá-las em vivência, para integrá-las à
nossa personalidade, é preciso mais que repetições e memorização. A geometria é mais fácil de aprender do
que a álgebra. Não será por causa do manuseio das figuras geométricas em contraposição às meras fórmulas
algébricas?
A reforma, ou o crescimento interior, é um trabalho individual, mas pode ser estudado, discutido, organizado e
roteirizado em grupo, o que é altamente produtivo. Crescer em grupo é muito mais fácil e agradável do que
sozinho...
(Esse capítulo foi baseado em mensagens psicografadas pelo venerável Espírito do Dr. Bezerra de Menezes, organizado
pela Srª Saara Nousiainen, com adaptações do autor, e total anuência dos Guias Espirituais)
O raciocínio é simples e claro: Se a Umbanda é um dos meios encontrados para o Divino se manifestar em nós
e para nós. Se nós próprios estamos em constante evolução. Como é que poderíamos querer supor que este
meio não evoluiria, assim como nós próprios? Se a Umbanda por si só não evoluísse, ela simplesmente
impediria que nós próprios, em determinado momento, evoluíssemos também, não é claro? É como um
professor de ensino fundamental que ensina matemática ao seu aluno. Chega uma hora que ele não tem mais
o que ensinar dentro do universo do ensino fundamental. A partir daí, caberá a um outro mestre ensinar a
matemática mais avançada, ou a este mesmo mestre expandir o universo matemático que ele mesmo aplica ao
seu aluno, ou ainda a este discípulo procurar instâncias superiores onde possa aprender níveis matemáticos
mais avançados. Isso sempre, em concordância com a evolução do aluno, que poderá ou não, de acordo com
seus próprios méritos, continuar estagnado recebendo as mesmas lições até aprender de fato seus significados
ou avançar nos ensinamentos indo até mesmo além do que seu próprio mestre um dia imaginou.
A elevação das conquistas espirituais de nossa coletividade planetária deve ser encarada como uma das
missões primordiais da própria Umbanda e, por conseguinte de todos os seus médiuns. Graças a ela, a
Umbanda vem através de atitudes sincréticas, inspirações superiores e ensinamentos do Divino, evoluindo
consideravelmente nos últimos anos. Graças a isso, seus médiuns também. Lógico que existem verdades
espirituais sublimes e imutáveis, e a estas só nos resta uma reduzida percepção. Mas exatamente por isso,
temos que estar sempre buscando nossa evolução, assim como evitarmos nos determos ad infinitum a dogmas
ou tradições que limitem nossa capacidade evolutiva ou nossa oportunidade de acesso ao transcendente. Por
isso, a evolução não pode jamais ser subtraída pela tradição, mas ao contrário, somar-lhe elementos que nos
permitem a nossa própria elevação.
Um dia, perguntamos ao “Pai Velho”, um Guia Espiritual Caboclo da Mata do Templo da Estrela Azul sobre as
mudanças metodológicas ritualísticas e magísticas na Umbanda, e ele pacientemente nos respondeu:
“A Espiritualidade aguardou cem anos para tudo o que o que tivesse que entrar para a religiosidade da
Umbanda viesse, muitas vezes de forma discreta ou mesmo agressiva. Quando a Umbanda completou 100
anos de existência, já estava completa com todo o seu arsenal magístico e ritualístico. Toda a ritualística e
magia da Umbanda está certa, mas muita coisa ainda estão sendo efetuadas de modo incorreto; chegou o
momento de reformar o que é necessário e colocar tudo no seu devido lugar.
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A Umbanda ainda é um celeiro fértil, aonde muito vem com seus mentais atulhados de personalismos, e
chegando aqui querem impor a todo custo suas doutrinas, rituais, magias, etc. Nada falamos, pelo livre-arbítrio,
mas, o tempo é o melhor juiz de todas as coisas. O tempo mostra tudo. O que é verdade e o que é mentira e o
que é engano. Rituais, magias, doutrinas, etc., que nada tem há ver com a doutrina umbandista, com o tempo
se diluirão e serão envolvidas pela verdade.
Quando a doutrina, é só o umbandista ter humildade e discernimento, estudar e confiar no plano espiritual, que
tudo se encaixa. Todo o conhecimento já esta a disposição pelo mundo. É só pesquisar, estudar, usar de razão
e o bom senso, pois tenham certeza de uma coisa: A Espiritualidade Superior não coaduna e nem participa de
erros, sejam eles quais forem – A Espiritualidade Superior não passa a mão na cabeça de ninguém. Mãos a
obra. A Umbanda depende de vocês.
De José Álvares Pessoa transcreveremos o trecho de um artigo, publicado, por volta de 1957, no Suplemento
Espiritualista de “O Seminário”, e que define nitidamente a missão do Caboclo das Sete Encruzilhadas:
“A tarefa que sobre os seus ombros tomou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, através de Zélio Fernandino de
Moraes, seria organizar a Lei de Umbanda no Brasil, sendo considerado um verdadeiro milagre de fé, nos
levando a um sentimento de profundo respeito por essa entidade que se faz pequenina e procura velar-se sob
a capa de uma humildade perfeita. É a ele que se deve a purificação dos trabalhos nos Terreiros. Não veio
destruir o ritual e sim dar-lhe força e método, manter sua pureza e propagá-lo com a sua organização
maravilhosa. O que nós todos lhe devemos é inestimável; jamais poderemos retribuir os benefícios espalhados
por ele e pelos Espíritos que ocorreram ao seu chamado. Este Espírito de luz, cuja fé é um incentivo para os
novos Espíritos cheios de indecisões, fracos no cumprimento do dever, rebeldes quando não são vistos
satisfeitos os seus desejos, esse Espírito de luz bem merece ser enaltecido por todos os filhos de fé, que se
sentem felizes no ambiente humilde de Umbanda e que nem de leve suspeitam do seu valor. Ele não é um
entre muitos; é o primeiro entre todos, porque foi comissionado para o estabelecimento da Lei, a purificação
dos rituais, verdadeiro Pastor de Umbanda, cuja obra, que um dia será gigantesca, se espalhará pelos confins
deste mundo, porque a fé que é o seu alicerce, a sustentará pelos séculos afora”.
É importante salientar, que não consta neste primeiro momento, a proposição de uma ritualística umbandista
propriamente dita, pelo menos formalmente registrada, porque não era aceito na época a especificação de
termos que remetessem a uma determinada cultura marginalizada, passível de especulação, perseguição
policial e drasticamente discriminada pela sociedade vigente, principalmente se tivesse referência a uma
religiosidade advinda da escravidão negra ou de rituais de pajelança e curandeirismo indígena. A prática da
caridade deveria ser material e espiritual, divulgando a doutrina preconizada pelo Evangelho de Jesus,
prestando sem distinção de cor, credo, ideologia, a assistência aos necessitados do corpo, da mente e do
Espírito.
Na 1ª fase (100 anos) a espiritualidade conseguiu o seu intento, pois trouxe para a Umbanda tudo o que seria
necessário para a sua prática. Só com um detalhe – tudo o que está na Umbanda é certo, mas tem muita coisa
sendo feito da maneira distorcida.
Com isso, na 2ª fase, é chegado o momento de “arrumar a casa”, de erradicar conceitos, doutrinas, magias,
rituais que nada tem há ver com sua doutrina; de incorporar definitivamente sua roupagem crística, enfim, de
moldar seu aspecto religioso, transformando-a num celeiro de caridade, orientações precisas, reforma íntima,
enternecedoras de corações, transformando o ser humano.
Nunca surgirá e nem existirá um codificador, mas sim, um reformador, que no silêncio, no trabalho incansável e
no momento certo, aparecerá com toda a gama de informações, todas calcadas na razão e no bom senso, com
o aval da Cúpula Astral da Umbanda, para nos presentear com tudo o que precisamos para podermos
prosseguir com nossa religiosidade de maneira eficiente. Mas, com certeza, será duramente combatido, e
muitos farão de tudo para desacreditá-lo. Esperemos. A verdade prevalecerá.
Temos que deixar a egolatria e o egocentrismo de lado, unirmos forças e principalmente vermos a presença de
Deus vivo em cada irmão, para conseguirmos unificar e reorganizar a doutrina da Umbanda.
Todos têm uma parcela de contribuição a oferecer; basta peneirar bem, retirar os escolhos e aproveitar aquilo
que esta na razão, na ciência e no bom senso, e calcado nos ensinamentos crísticos.
Para isso, o Evangelho nos deu uma preciosa lição: “Examina tudo e retém o que é bom”, ensina o Apóstolo.
Está ai o que devemos fazer e é assim que é a Religião de Umbanda.
Vamos então, somar forças, a fim de que a Umbanda cresça como religião, sem sectarismos, disputas,
verdades pessoais, mas sim unidos numa só voz, num só ensinamento, e numa só doutrina.
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Cada um pode e deve contribuir com a sua vivência, mas ter também bastante humildade de aceitar modificar
seus pensamentos e suas teorias, se lhe for mostrado que está enganado. Lembre-se que estamos lidando
com uma religião planetária e não com uma religião individual.
Segundo informações dos Guias Espirituais, exatamente, no ano de 2012, a Espiritualidade Maior iniciará a
derradeira transformação na Umbanda, dando o pontapé inicial para seleção doutrinária ritualística, separando
o joio do trigo, reforçando o que é bom e expulsando o que é mal e supérfluo.
Para termos uma ideia, vamos atentar para as observações do venerável Espírito de Ramatis, quando nos
alerta sobre o que temos que tomar cuidado na Umbanda:
Raros umbandistas percebem o sentido específico religioso da Umbanda, no sentido de confraternizar as mais
diversas raças sob o mesmo padrão de contato espiritual com o mundo oculto. Sem violentar os sentimentos
religiosos alheios, os Pretos-Velhos são o “denominador comum” capaz de agasalhar as angústias, súplicas e
desventuras dos tipos humanos mais diferentes!
São eles os trabalhadores avançados, espécie de bandeirantes desgalhando a mata virgem e abrindo clareiras
para o entendimento sensato da vida espiritual, preparando os filhos e os habituando a soletrar a cartilha da
humildade...
A Umbanda tem fundamento, e quando for conhecido todo o seu programa esquematizado no Espaço, os seus
próprios críticos verificarão a comprovação do velho aforismo de que “Deus escreveu direito por linhas tortas!”
• Finalmente, quais seriam as vossas recomendações finais para os nossos irmãos de Umbanda?
Temos observado inúmeros cavalos imprudentes, que já se deixaram dominar por esses Espíritos de alto
intelecto, mas subvertidos, os quais “baixam” nos Terreiros à guisa de Pretos Velhos e Caboclos “falsificados”,
operando num programa maquiavélico a fim de minar as bases sensatas do arcabouço da Umbanda. Após
conquistarem melifluamente a amizade e a confiança dos “filhos”, levam-nos às práticas mais absurdas e os
convencem de estarem vinculados às mais altas linhagens espirituais. Sub-repticiamente, eles exaltam o
orgulho, satisfazem a vaidade, proporcionam facilidades materiais e justificam as desagregações nos lares;
mas, enquanto isso semeiam a discórdia, a intriga, o ridículo, o prejuízo moral, a desunião e o
desmoronamento do labor mediúnico.
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Repetimos: os Pais de Terreiros filiados à instituição espiritual do Cordeiro Jesus, o louvado Oxalá, que é a
fonte de inspiração dos Pretos-Velhos, jamais exigirão, dos seus cavalos e cambonos, qualquer pratica
insensata ou obrigação que os ponham em ridículo ou contrarie a ética tradicional da vida humana moderna. A
exigência, imposição ou ameaça não provêm de entidades consagradas ao serviço de Oxalá, mas são
características e reconhecíveis do Espírito despeitado, vingativo, vaidoso, ciumento e mal-intencionado.
Umbanda tem fundamento, mas é preciso que os cavalos, cambonos e adeptos vigiem rigorosamente os seus
próprios atos e evitem o “amolecimento” espiritual, que sempre decorre do excesso de pedidos para lograr
facilidades materiais. A Terra é escola de educação espiritual e o homem não deve abdicar do seu
discernimento, pois é tão incorreto o nocivo, a si mesmo, o umbandista que recorre ao pai de Terreiro para lha
alugar uma casa, como o kardecista que incomoda o guia para curar-lhe um resfriado.
Os Espíritos gozadores, maquiavélicos e interesseiros não praticam a caridade e não concedem proteção
gratuita; eles apenas fazem “negócios”, assim como os egoístas na Terra apoderam-se do melhor pedaço,
mesmo que isto custe à vida do próximo. Os malfeitores das sombras cobram juros escorchantes quando
prestam algum favor aos encarnados, pois em troca de algumas gotas de água, exigem um tonel de
indenização. Por isso, há fundamentos na lenda das criaturas que vendem a alma ao demônio, cujos credores
tanto cobram por serviços mesquinhos, como por deliberada perversidade. Aquele que abdica de sua vontade
e do seu discernimento, no contato tão severo com o além túmulo, arrisca-se se tornar mais um escravo do
cativeiro astralino.
(Trecho extraído do livro: Missão do Espiritismo – obra psicografada por Hercílio Maez – 4ª edição – Livraria Freitas Bastos
– 1984)
Vamos também a opinião de um Preto-Velho, sobre um dos aspectos utilizados por muitos umbandistas:
• Pergunta: Com conciliar as chamadas oferendas usadas para cultuar os Orixás em pleno século
XXI, com a nova visão de espiritualidade que emerge neste início de século?
Resposta: Temos de convir, meu filho, que muita gente ainda está prisioneira de elementos materiais, fetiches,
crendices inapropriadas para este momento evolutivo. As pessoas que ainda sentem necessidade de usar
desses artifícios para lidar com as forças soberanas da Natureza estagiam numa fase primitiva da vida
espiritual. Embora não compactuemos com suas práticas, respeitamos profundamente seu direito de usar do
que sabem e como sabem em sua vivencia religiosa.
O que não podemos é conceber que, para adorar simples forças da Natureza, como o filho deu o exemplo dos
Orixás, devam estes ser presenteados com objetos quaisquer e ritos ultrapassados a fim de que, teoricamente,
possam ser contentados. Como entender que a força criadora das águas, é chamada de Yemanjá, seja
cultuada com objetos materiais – sabonetes, comidas e bebidas preparadas tão ao gosto dos humanos cheios
de seus vícios –, e que tais coisas sejam usadas para poluir as praias e o próprio ambiente natural onde se
pretende que essa Orixá domine?
A falta de respeito com a Natureza, sujando-se as praias, e a exibição de indivíduos em rituais exóticos, que
mais servem para chamar a atenção para o teatro bizarro que pessoas ignorantes realizam, depõem contra ou
desmentem o caráter sério e respeitoso que praticantes aspiram conquistar para sua fé ou crença. Como
cultuar essa energia, se Yemanjá – que não é um ser consciencial nem tampouco em Espírito comunicante – é
a própria força criadora representada pela água salgada, pelos oceanos e mares? Poluindo e sujando
justamente o ambiente em que atua a Orixá? Ou então, como pretender cultuar Oxum, a Orixá associada aos
rios, cachoeiras e olhos d´agua, deteriorando o mesmo ambiente que se entende ser dominado por essa
Orixá?
Em verdade, ao encontrarmos certas oferendas em ruas, matas, cachoeiras e praias, o único sentimento que
nos inspira é um misto de indignação e comiseração por aqueles que querem ver seus cultos respeitados, mas
que não respeitam o sagrado ambiente do planeta Terra, que precisa urgentemente ser preservado,
higienizado e abraçado pelo bom senso e seus habitantes.
Em pleno século XXI, temos forçosamente de reconhecer que precisamos atualizar ou rever nossa metodologia
de contato com o invisível. É urgente refazer o caminho de busca da religiosidade, espiritualizando os métodos,
desmitificando os ritos, desafricanizando os cultos – ou seja, despindo os cultos brasileiros de práticas
primitivas que remontam a tempos antigos do continente. Dessa forma, as manifestações de adoração e louvor
serão elevadas a um patamar mais saudável, a uma prática mais ecológica, no sentido mais amplo do termo,
renovando as relações com essas forças poderosas que se manifestam no mundo, às quais denominamos
Orixás.
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• Pergunta: O uso de ebós e despachos pode influenciar as forças na Natureza ou as energias
emanadas das divindades às quais os representantes de cultos afro dão o nome de Orixás?
Resposta: Muitas manifestações externas de alguns cultos, muitos ricos de simbolismos frequentemente
funcionam menos para despertar o energismo da Natureza e mais como elementos catalizadores da força
mental e emocional de seus praticantes. A força divina existente no universo está disponível a todos os seres
humanos do planeta Terra.
Se for fundamental a utilização de ebós, despachos e oferendas nos moldes em que se ensina e pratica m
alguns redutos religiosos, como entender o despertar das forças magnéticas, etéricas, mentais e universais por
parte de habitantes de outros países, representantes de outras culturas que nunca conheceram métodos como
os que se veem nos cultos de raiz? Como tais forças estarão disponíveis e atuarão para os irmãos do Oriente,
para as culturas europeias e asiáticas se eles nem sequer conhecem o nome Orixá, tampouco os ritos como
que se pretende invocar essas potências da Natureza?
Sob este aspecto. Temos que convir, meu filho, que a época em que se vive no planeta Terra exige que muita
coisa se adapte à realidade. Desse modo, deparamos com o desafio de ver Yansã tendo de presidir os
fenômenos da chuva ácida ou das tempestades desencadeadas pelo El Niño ou pela La Niña. Vemos Oxum
obrigada a se adaptar à contaminação de seus mantos d´agua, rios e cachoeiras, ou Xangô forçado a conviver
com as incursões e invasões dos humanos nos ambientes das pedreiras, destruindo-as e reduzindo-as à triste
paisagem das jazidas de extração do minério de ferro. Oxossi, vê-se compelido a combater o fogo nas matas
onde seus devotos acenderam velas e charutos, sem o mínimo de bom, senso, desencadeando incêndios e
devastando seus domínios. Exu, naturalmente, terá de se movimentar em busca de outros lugares para
trabalhar, pois nem ao menos aqueles que pretendem cultuar, evocar e manipular essa força sagrada da
Natureza respeitam os redutos onde entendem que ela age. Nem mesmo um kiumba – isto é, um Espírito
vândalo – consegue respirar em meio a animais mortos, restos de cerveja malcheirosos e oferendas
apodrecidas nos recantos das ruas.
Se os religiosos de fato prezam aqueles seres ou potências da Natureza que intentam adorar, devem
desenvolver o mínimo de bom senso ao entrar em comunhão com tais elementos. Precisam atualizar seu
conhecimento e sua metodologia. Como imaginar que as forças mais sagradas que conhecemos se contentem
e se alegrem com os animais mortos, o sangue coagulado e o cheiro de podridão dos feitiços e oferendas
deixados nos cantos das ruas, nas matas e nos ambientes naturais?
A essas forças, esses seres espirituais ou emanações da força divina deve ser ofertado o melhor que temos
em matéria de amor, fraternidade, respeito à Natureza e ao semelhante! Ofertemos nossa fé na elaboração de
um culto mais rico. E, se forem necessários ritualismos, que sejam respeitosos com as forças sublimes da
Natureza, com os redutos onde imperem tais forças, com limpeza e bom gosto; enfim, que estejam imbuídos
de um sentimento ecológico de preservação do ambiente sagrado e comum a todos nós, o planeta Terra.
(Trecho extraído do livro: “Magos Negros”, pelo Espírito de Pai João de Aruanda, psicografado pelo médium Robson
Pinheiro – Editora: Casa dos Espíritos)
Vejam então, que, tanto Ramatis como Pai João, nos alertaram sobre alguns aspectos negativos utilizados por
umbandistas, que agora, começarão a serem mudados, a revelia dos seus seguidores. Não há mais tempo
para personalismos, primarismos e nem mediocridades. O tempo urge e tudo irá mudar.
Agora, na 2ª fase da Umbanda, teremos que entender, que em tudo e por tudo em nossa religião, seja em
atendimentos fraternos, magias, oferendas, entregas, despachos, banhos ritualísticos, pontos riscados, passes,
rezas, orações, etc., sempre deveremos nos questionar no que Jesus nos orientaria que fizéssemos:
Pensa com propriedade e com clareza, numa solução que de outra forma passaria por nós sem que sequer
percebêssemos. E os que não pensam assim, estarão encrencados? Não. Pois Jesus é uma figura que deseja
apenas a nossa felicidade. Sabem que o ser humano é fraco e passível de influências malignas e emoções
ruins; como a inveja, o ódio, o ciúme, etc. Por isso mesmo, Deus sempre nos dá a oportunidade de, um dia,
pararmos e pensarmos no que Jesus faria.
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Muito mais do que imaginar, Jesus nos dá o exemplo vivo do que ele fez. Basta ler o Evangelho para ser
apresentado a alguém que não profetizava o “fogo do inferno” a torto e a direito. Mas sim, alguém de
propagava o amor e o entendimento. Por isso mesmo, ao pensar no que Jesus faria, pense sempre que ele
faria algo com amor; com respeito e sempre pensando no melhor para o próximo.
Afinal, não foi ele que disse: “Vim para o pecador, não para o justo”. Essa frase resume sua doutrina como
nenhuma outra. Amor, respeito, fé. Essas são as bases da Sua doutrina. Sem isso, você é apenas como a terra
seca e improdutiva. Procure fazer uma reflexão sobre sua vida e sobre as coisas que faz. Lembre-se que nós
não somos perfeitos e que Jesus, através de Seus ensinamentos quer apenas que tentemos dominar o mal
que teima em nos influenciar. O inimigo é poderoso e insidioso. E nós podemos, com a ajuda de Deus e dos
ensinamentos de Jesus, derrotá-lo.
Sempre que um mau pensamento passar por sua mente, ou uma sensação ruim tentar se apossar de você
pense sempre: O que Jesus faria?
O exemplo de Jesus se torna imprescindível na nossa luta diária com as tentações e provações. Para vencer
os desafios morais e éticos, precisamos buscar a resposta certa à pergunta: O que Jesus faria na minha
situação?
• O que Jesus fez – pelo exemplo que ele deixou. Quando Jesus ensinou uma lição sobre humildade
e serviço, ele disse aos apóstolos: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós
também” (João 13:15). Jesus deixou um exemplo de obediência perfeita ao seu Pai, submetendo sua
própria vontade à vontade do Pai (Mateus 26:39,42). Mostrando-nos seu exemplo de obediência, ele
quer a nossa submissão à vontade divina (Hebreus 5:8-9).
• O que Jesus falou – pelas suas palavras. Quando se trata de homens, sabemos que as palavras e
os atos podem se contradizer. Alguém pode ensinar uma coisa e praticar outra. Jesus condenou tal
hipocrisia dos líderes religiosos de sua época (Mateus 23:27-31). Infelizmente, o mesmo problema
persiste até hoje. Mas quando Jesus fala, podemos confiar totalmente na integridade de seu caráter.
As palavras dele concordam plenamente com os seus atos (Hebreus 1:12; 13:8; Tiago 1:17). Quando
Jesus ensina como agir, podemos ter certeza que ele faria da mesma maneira que ensina aos outros.
• O que ele mandou outros falarem – pelas palavras que ele transmitiu. Antes de voltar para os
páramos da luz, Jesus deixou homens encarregados da responsabilidade de continuar seu
ensinamento. Hebreus 2:3-4 mostra que as palavras transmitidas por estas testemunhas fazem parte
do Evangelho revelado por Jesus. Ele foi claro em mandar que eles revelassem suas instruções aos
homens (Mateus 28:20; Atos 26:16,19). Todos os livros do Evangelho fazem parte da bússola que nos
orienta nas nossas decisões.
• O que Jesus fez em circunstâncias semelhantes? Jesus já passou por experiências semelhantes às
nossas, e o procedimento dele serve para nos guiar. Se você for maltratado, olhe para o exemplo de
Jesus (1 Pedro 2:23).
• O que Jesus falou sobre o assunto? Jesus nunca se casou, mas falou da permanência do
casamento (Lucas 16:18). Ele nunca pecou, mas mostrou a importância de pedir perdão (Mateus 6:12).
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• O que Jesus mandou outros falarem sobre a questão? Os apóstolos entenderam bem a
importância de se limitarem à vontade de Deus em tudo que falaram (1 Pedro 4:11). Eles escreveram
para orientar os fiéis em seu proceder (1 Timóteo 3:14-15). Eles esperavam que os discípulos se
lembrassem do ensinamento, mesmo depois da morte daquela geração (2 Pedro 1:12-15).
• Se alguém pedisse para colocar seu emprego acima do seu serviço espiritual? Muitos
umbandistas usam o trabalho como justificativa automática para não cumprir suas responsabilidades
espirituais. Será que Jesus teria as mesmas prioridades? Ele nos adverte sobre o perigo de buscar só
riquezas (Mateus 6:19-21; 1 Timóteo 6:9-10). E quando se trata de necessidades do dia-a-dia, e não de
riquezas, ele ainda prioriza o serviço espiritual (Mateus 6:25,33)...
• Se alguém pedisse para colocar um passeio acima do seu serviço espiritual? Não é errado sair
da rotina para descansar em algum outro lugar, talvez um lugar mais deserto. Jesus mesmo levou os
apóstolos num “passeio” deste tipo (Marcos 6:31-32). Mas, durante a viagem, surgiram trabalhos
espirituais que eram mais urgentes, e Jesus atendeu as pessoas que o buscavam (Marcos 6:34). Afinal,
o “descanso” dele foi uma caminhada subindo a um monte, onde passou várias horas em oração
(Marcos 6:46-48). Não há dúvida sobre as prioridades de Jesus. E as nossas?
• Se alguém pedisse para colocar a família acima das coisas de Deus? Famílias nem sempre
ajudam em nosso serviço ao Senhor. Numa ocasião, a família de Jesus tentou impedir o trabalho dele
(Marcos 3:20-21). Quando chegaram, Jesus não deu atenção à família, preferindo continuar seu trabalho
com sua família espiritual (Marcos 3:31-35). Este exemplo não justifica a negligência de
responsabilidades familiares. Os homens devem ser maridos e pais responsáveis, e as mulheres
devem cumprir bem seus papéis como esposas e mães. Mas quando as atitudes carnais de uma
pessoa da família força uma escolha entre Deus e a família, devemos ficar com o Senhor (Jesus disse:
“Amai a Deus sobre todas as coisas”).
• Se Jesus enfrenta-se um adultério? Assim diz Mateus 5:32: “Eu porém vos digo, que todo o que
repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser adúltera; e qualquer que se casar
com a repudiada, comete adultério”. Esse é um texto, que se mal interpretado, irá acarretar sérias
complicações. Mas o que Jesus faria? Vamos a um texto explicativo do livro: “A Sabedoria do
Evangelho”, de Carlos Torres Pastorino:
“... a questão do repúdio da esposa (jamais o inverso se podia dar!) permitido por lei (Deut. 24:1), mesmo que o
motivo fosse unicamente “não achar graça em seus olhos ou encontrar nela alguma coisa que fosse feia”...
Jesus continua a autorizar o repúdio da mulher (ou divórcio) e o repete em Mat. 19:9-10, mas restringe essa
atitude ao único caso em que a esposa tenha tido relações sexuais com outro homem (infidelidade).
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Entretanto, se o repúdio não for por causa de infidelidade da esposa, então o marido, pondo-a para fora de
casa, a empurraria para o adultério; e quem a acolhesse também cometeria adultério porque, de fato, ela não
estaria divorciada, isto é, os vínculos matrimoniais não estariam dissolvidos. Assim também o entende a igreja
grega ortodoxa, que afirma: a infidelidade conjugal, por parte da esposa, dissolve os vínculos matrimoniais.
Lucas não cita a exceção: reproduz apenas a regra geral, que proíbe o repúdio.
Nada se fala, entretanto, do caso de uma separação espontânea e voluntária dos dois cônjuges, quando
agissem de comum acordo.
A prescrição é clara e taxativa: que o homem não cometa a injustiça de repudiar a esposa, depois que viveu
com ela; dando quase a entender tratar-se do caso em que ela não quer, e ele a põe pela porta afora.
A própria exceção apontada como lícita (quando ela mesma, a esposa, prefere sair de casa para unir-se a
outro homem) parece confirmar que, quando o afastamento é voluntário de ambos os lados, nada existe que os
impeça de reconquistar a liberdade.
• Se os amigos incentivassem a participação das coisas erradas do mundo? Jesus tinha bastante
contato com pessoas do mundo, mas sempre como a luz que convidava as outras pessoas a saírem
das trevas. O umbandista pode manter amizades com pessoas do mundo, desde que ele exerça a
influência positiva, e não deixe os outros os levarem para o pecado (Mateus 5:14-16). Os discípulos do
Senhor não saem do mundo, mas ficam livres do pecado do mundo (João 17:14-17). Os amigos podem
estranhar, mas precisamos recusar participar das coisas erradas que fazem (1 Pedro 4:3-4).
• Se vivesse no meio de pessoas perdidas no pecado? Jesus, como todos nós, viveu numa
sociedade cheia de pessoas perdidas. Ele se compadecia delas e ensinava-lhes a palavra de Deus,
que é o meio que Deus oferece para a salvação (Marcos 6:34; cf. Romanos 1:16). Ele olhou para as
pessoas que o rejeitaram e queria resgatar e proteger todas (Mateus 23:37). E nós? Se já aprendemos
alguma coisa da palavra salvadora do Evangelho, não temos a obrigação de compartilhar esta
mensagem com as pessoas perdidas ao nosso redor? Nós devemos imitar o exemplo de Jesus com a
mesma urgência que Paulo sentiu quando disse: “Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros,
tanto a sábios como a ignorantes; por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o Evangelho
também a vós outros” (Romanos 1:14-15).
O que Jesus faria? A resposta certa bem aplicada pode mudar o rumo de sua vida – para seguir os passos do
Senhor até a vida eterna!
Ai está. Para sabermos o que Jesus faria em nosso lugar, temos que, diariamente, ler um trecho do Evangelho,
meditar sobre o que leu, fazer um compromisso de vida com você mesmo e seguir o orientado. Jamais
poderemos saber o que Jesus faria se não estudarmos o seu legado. Muitos acharão difícil pelo fato de terem
que modificar radicalmente seus atos, seus trejeitos, ou seja, sua vida. Por isso, invariavelmente ouvimos: “É
muito difícil seguir Jesus. Isso é coisa de fanático. Eu creio em Deus do meu jeito e isso basta”. Meus irmãos.
Cuidado com os desculpismos. Bom, ai está. A decisão é sua. Jesus lhe espera.
Não nos esqueçamos do orientado pelo anunciador da Umbanda, o Senhor Caboclo das Sete Encruzilhadas:
“...Vim para criar uma nova religião, baseada no Evangelho de Jesus e que terá como seu maior mentor o
Cristo...”.
Portanto a Umbanda é baseada no Evangelho de Jesus e tem o Cristo Planetário como o nosso Mestre
Supremo.
Em tudo e por tudo buscamos as orientações evangélicas, bem como nos ensinamentos crísticos, emanados
por todos os Mestres de Amor que já estiveram encarnados.
(Trecho extraído do livro: “Umbanda – A Manifestação do Espírito para a Caridade – O Que é Umbanda III” – autoria:
Padrinho Juruá)
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