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Dança e Terapia: Idosos e Fobias Divertidas

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9.

A Aula de Dança dos Avós

Início:
No clube da terceira idade, a professora Júlia tenta ensinar dança de salão. Os
idosos bocejam. Ela traz um jovem, Kevin, professor de funk, para "modernizar".

Meio:
Kevin ensina o "passinho do volante", "treme a lâmpada" e "bumbum no chão". Vovô
Carlos, 78, tenta. Quebra o quadril. Mas volta na cadeira de rodas. Insiste: "Quero
dançar até o dia que morrer... ou até a prótese travar."

As aulas viram espetáculo. As netas filmam. Vovó Lúcia, 82, faz o "twerking da
aposentadoria" e vira viral: "Quem disse que velho não rebola?"

Fim:
Fazem um flash mob no supermercado durante a promoção de leite longa vida. Viram
garotos-propaganda de colágeno: "Dança até na terceira idade... e na quarta
também." Vovô Carlos agora dá aula de "funk adaptado" em cadeira de rodas. Seu
bordão: "O importante não é o quadril, é a atitude!"

10. O Terapeuta que Precisa de Terapia

Início:
Dr. Almeida, terapeuta renomado, tem uma fobia: pessoas. Atende apenas por
interfone, do armário do consultório. Os pacientes ouvem sua voz suave: "Fale
comigo. Estou aqui... metaforicamente."

Meio:
Os pacientes adoram. Acham que é "terapia imersiva". Um diz: "Nunca me senti tão
ouvido por uma porta de madeira." A recepcionista, D. Marta, entrega chás e anota
tudo.
Um dia, a paciente Carla, desconfiada, abre o armário. Encontra o Dr. Almeida
enrolado em um cobertor, segurando um ursinho de pelúcia.
— "Você é humano?"
— "Sou... mas prefiro não ser visto."

Fim:
Em vez de reclamar, Carla diz: "Finalmente um terapeuta que entende o medo!"
Escreve um artigo: "O Terapeuta que se Esconde é o mais Sincero." O Dr. Almeida
vira fenômeno. Escreve o best-seller: Meu Armário, Minha Alma. Agora atende por
Zoom — mas com fundo de armário. Sua clínica tem uma regra: "Proibido olhar nos
olhos."

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