Questões de Salvaguarda do Módulo 1
Salvaguarda: Começar
Este é o primeiro módulo de uma série de e-learning que contém cinco partes
sobre salvaguarda. A série introduz conceitos-chave sobre salvaguarda através
da história da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) – uma organização nacional
e ficcional da sociedade civil que lida com questões reais de salvaguarda.
O vosso papel é interagir com os membros da equipa Fronteiras de Saúde da
Família (FHF) enquanto trabalham para garantir salvaguarda contra a
Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) como parte essencial de um novo
programa.
Introdução
O Contexto
Comportamentos no local de trabalho
Resumo
Introdução
Resultados de Aprendizagem
Este módulo irá ajudá-lo a:
• Defina os termos de salvaguarda.
• Compreender as responsabilidades de salvaguarda dentro de uma
organização.
• Reconhecer a importância dos comportamentos no local de trabalho em
termos de salvaguarda.
Tempo de estudo: 30 minutos.
O módulo tem 2 partes:
Parte 1 - O Contexto
Introdução à Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e equipa. Eles vão ajudá-lo
a empenhar-se em importantes conceitos e definições de salvaguarda.
Parte 2 - Comportamentos no Local de Trabalho
Exploração das funções da equipa na Fronteiras de Saúde da Família (FHF),
das suas responsabilidades de salvaguarda, e dos comportamentos no local
de trabalho.
O Contexto
Fronteiras de Saúde da Família
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) convidou-vos a os acompanhar nos
estágios iniciais da sua jornada de salvaguarda. Na primeira parte do módulo, a
equipa Fronteiras de Saúde da Família (FHF) irá apresentar-lhes importantes
conceitos e definições de salvaguarda. Assim, irá familiarizar-se com a dinâmica
organizacional interna da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e os riscos
externos. Haverá também oportunidade de explorar os comportamentos no
local de trabalho e as formas pelas quais a salvaguarda se relaciona com estes
aspectos.
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) é uma
organização da sociedade civil (OSC) de
média dimensão, especializada na prestação
de cuidados de saúde.
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) está
localizada num país com preocupações
significativas em termos de segurança. O país
tem pobreza generalizada e fraco acesso à
educação e aos serviços de saúde primários
em muitas áreas rurais. Existem quadros
legais fracos para proteger as pessoas da
Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH).
As leis em vigor não são bem aplicadas e
podem ser facilmente exploradas.
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) tem um quadro nacional de 25
funcionários. Ao longo do módulo, vocês vão conhecer bem alguns deles,
particularmente aqueles com responsabilidades de salvaguarda.
“Olá, chamo-me Grace. Fui recentemente nomeada directora executiva (CEO)
da Fronteiras de Saúde da Família (FHF). Tenho uma boa rede profissional e
sinto-me ligada às pessoas certas. Acredito que lealdade e trabalho árduo
são importantes. Sou uma forte defensora da justiça social. Como Chefe da
organização, tenho a responsabilidade final pela salvaguarda".
"Olá, chamo-me Freya. Sou uma profissional de Recursos Humanos (RH), e
sou apaixonada pelo trabalho que a Fronteiras de Saúde da Família (FHF)
está a realizar na saúde pública. Muitas vezes, sinto-me sobrecarregada com
a quantidade de trabalho que tenho de fazer. Penso que a salvaguarda é
muito importante, mas ainda tenho muito a aprender. Tornei-me o ponto de
contacto de salvaguarda para a Fronteiras de Saúde da Família (FHF)."
“Olá, chamo-me Mosi. Sou gestor de projectos experiente e sou o Chefe da
Equipa de Programas. Sou muito estratégico e sei como me relacionar com
as pessoas certas. Espero liderar uma organização como a Fronteiras de
Saúde da Família (FHF) num futuro próximo. Tenho a responsabilidade de
garantir uma gestão segura do programa.”
"Olá, chamo-me Josefina. Sou uma Oficial de Programa. Tenho orgulho do
meu trabalho, e as pessoas dizem-me que o faço bem. Estou interessada em
desenvolver a minha carreira e enfrentar novos desafios. Tenho a
responsabilidade de implementar medidas de salvaguarda na minha
carteira de programas".
“Olá, chamo-me Derick. Sou especialista em Monitoria, Avaliação e
Aprendizagem (MEL) e Líder de MEL na Fronteiras de Saúde da Família (FHF).
Trabalho para a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) há muitos anos e estou
feliz com o meu trabalho. Fortes relações de trabalho são importantes para
mim. A equipa júnior tem muita admiração por mim. Tenho a
responsabilidade de garantir que a salvaguarda seja integrada nas
actividades de MEL."
"Olá, chamo-me Glória. Sou um Oficial de Monitoria, Avaliação e
Aprendizagem (MEL) Tenho grandes expectativas e sou apaixonada pelo
meu trabalho. Gosto de fazer parte de uma equipa de apoio. Tenho um
pouco de experiência, mas não muita experiência prévia. Sei que tenho
muito a aprender. Tenho a responsabilidade de apoiar a integração da
salvaguarda nas actividades de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL) e
actividades de aumento do risco associado."
Programa de Salvaguarda da Fronteiras de Saúde da Família (FHF)
Every Toda a organização precisa valorizar o seu próprio programa de salvaguarda para
torná-lo mais seguro para aqueles com quem trabalha ou com quem está em contacto.
Compreender o que significa salvaguarda é um importante ponto de partida para a
Fronteiras de Saúde da Família (FHF), e para todas as organizações. A Fronteiras de Saúde
da Família (FHF) também precisa avaliar a sua capacidade de salvaguarda organizacional,
identificar o que já está em vigor e como continuar para fortalecer a organização. É preciso
compreender como responder se houver um problema.
A realização desta jornada irá ajudar a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) a ter a
salvaguarda no centro das suas operações. Isto irá ajudar a manter a sua boa reputação
nacional.
Consulte na íntegra a Jornada de Salvaguarda do Centro de Recurso e Salvaguarda.
Introdução das Definições de Salvaguarda
A compreensão exacta do significado de salvaguarda é um ponto de partida
essencial para o programa de salvaguarda da Fronteiras de Saúde da Família
(FHF). É importante compreender as definições-chave.
O que se entende por salvaguarda?
Para a Fronteiras de Saúde da Família (FHF), a salvaguarda é constituída por três
questões interligadas:
• Salvaguardar significa tomar todos as medidas sensatas para prevenir a
Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) e outras formas de dano; é
proteger as pessoas, principalmente crianças e adultos vulneráveis, de tal
dano; e responder adequadamente quando o dano ocorre. Combate os
danos que podem ser causados por um superior (ou associado) ou pelas
operações ou pelos programas da organização.
• A Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) é uma prioridade para que
as organizações se previnam e respondam aos danos.
• Outras formas de danos com referência neste módulo são bullying
(intimidação), assédio e discriminação, que são questões relacionadas
com o local de trabalho. O assédio sexual do pessoal é uma questão
relacionada com o local de trabalho.
Definições de danos e abuso
Exploração sexual Abuso sexual Uma pessoa que sofre assédio
sexual
É um tipo de abuso sexual A actividade sexual
onde o perpetrador abusa do indesejada por agressores Uma série de situações
poder ou da confiança para que usam força, fazem inaceitáveis e
fins sexuais e benefícios ameaças ou se aproveitam de comportamentos
sexuais. Muitas vezes a uma vítima que não é capaz sexuais indesejáveis que
exploração sexual é de dar o seu consentimento. fazem com que sinta-se
acobertada pela lei. Muitas vezes, a exploração humilhada ou envergonhada.
sexual é acobertada pela lei. Muitas vezes, o assédio
sexual é acobertado pela lei.
Bullying Assédio Discriminação
Comportamentos violentos, É um tipo de bullying É um tratamento injusto a
abusivos ou ameaçadores ou relacionado com a uma pessoa por conta de sua
abuso de poder que pretenda identidade de uma pessoa, identidade ou por quem ela é,
fazer uma pessoa sentir-se ou com quem ela é, no que no que diz respeito a sua
humilhada ou envergonhada. diz respeito a sua idade, idade, sexo, raça, etnia,
sexo, raça, etnia, deficiência, deficiência, religião,
religião, orientação sexual, orientação sexual, etc.
etc. Muitas vezes, o assédio é
acobertado pela lei.
Clique O que é salvaguarda? para definições mais compreensíveis sobre salvaguarda.
Resumo
A Salvaguarda refere-se às medidas tomadas pelas organizações para manter as
pessoas a salvo de Exploração, Abuso e Assédio Sexual e outras formas de dano.
Combate os danos que podem ser causados por um superior (ou associado) ou
pelas operações ou pelos programas da organização.
Queremos que mantenha os beneficiários, bem como as comunidades e o
pessoal, no topo das suas preocupações enquanto trabalha com a Fronteiras de
Saúde da Família (FHF).
Comportamentos no local de trabalho
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) foi criada há
vários anos e conta com uma boa reputação na
colaboração com organizações parceiras.
Recebe financiamento de várias fontes e é altamente
considerada pelo governo nacional. Possui um
Conselho de Administração e uma equipa de gestão
de topo que demostrou estabilidade operacional e
financeira.
Unfortunatel Infelizmente, não foi dada atenção suficiente ao envolvimento dos
beneficiários na governança da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e isto não
foi captado através dos programas de monitoria e avaliação da programação.
A forma como a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) é governada, é
fundamental para o seu sucesso e isto deve incluir a salvaguarda. Uma boa
governança da salvaguarda significa que a Fronteiras de Saúde da Família (FHF)
sempre deve prestar contas aos seus beneficiários e às comunidades que
atende.
Reflicta: Porque é que isto pode ser um problema para a salvaguarda da Fronteiras de Saúde da Família (FHF)?
Melhor dica:
É uma boa prática organizacional em termos de salvaguarda, consultar e
envolver com os beneficiários em áreas cruciais, incluindo avaliações de
políticas para salvaguarda, planeamento de projetos e desenvolver
mecanismos de denúncia. Existem requisitos específicos de salvaguarda
ao se envolver com crianças. Monitoria, Avaliação e Aprendizagem têm
um papel crucial em todas as fases da implementação de salvaguarda.
Para além de avaliar onde as medidas de salvaguarda foram
implementadas de acordo com o plano também, tem uma
responsabilidade específica em ajudar as organizações a aprender com o
que já foi feito, e em garantir a recolha segura de dados.
Quem é responsável pela salvaguarda na Fronteiras de Saúde da
Família (FHF)?
Os membros da equipa Fronteiras de Saúde da Família (FHF) trabalham em
várias equipas. Uma questão importante a considerar é se a salvaguarda é
reflectida e/ou integrada dentro destas diferentes equipas para proporcionar
uma abordagem de “toda a organização”. Isto significa incorporar a salvaguarda
em toda a organização.
1.1 Actividade
Aqui está uma lista das equipas Fronteiras de Saúde da Família (FHF). Para adoptar uma
abordagem de toda a organização, todas as equipas têm responsabilidades de salvaguarda.
Mas que equipas pensam que têm uma responsabilidade crítica?
Selecione todas as equipas da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) que considera ter uma
grande responsabilidade pela salvaguarda, clicando nas caixas de seleção.
Angariação de Fundos Finanças
Directora Executiva (CEO) e
Recursos Humanos
Conselho de Administração
Monitoria, Avaliação e
Programas
Aprendizagem
Administração Comunicação
Clique aqui para verificar as respostas.
Salvaguarda
is é da responsabilidade de todos, mas algumas equipas são mais cruciais para
o sucesso..
Desde a reforma do antigo director executivo (CEO), a Fronteiras de Saúde da
Família (FHF) recrutou uma nova directora executiva (CEO) chamada Grace, que
se juntou à organização há um mês.
“Aqui estou na minha nova função e tenho todas
estas responsabilidades. Parece que tudo depende
de mim, por isso preciso fazer de tudo para as
coisas correrem bem. Hoje em dia, muita coisa
pode correr mal, sobretudo com a salvaguarda.”
Lembre-se:
Os chefes de organizações como a Grace têm a responsabilidade final pela
salvaguarda organizacional, conforme definida na Política de Salvaguarda. Os
chefes das organizações também são responsáveis por garantir uma liderança
forte e visível na salvaguarda, o que, por sua vez, irá ajudar a desenvolver uma
forte cultura de salvaguarda que incentive as boas práticas.
Os chefes de organizações e conselhos devem trabalhar em conjunto para
fornecer uma boa governança organizacional para a salvaguarda.
Para mais informações, consulte o recurso de Salvaguarda e Governança.
A Grace compreende que a salvaguarda é uma responsabilidade organizacional
importante. Uma das primeiras coisas que a Grace fez depois de se juntar a
Fronteiras de Saúde da Família (FHF) foi nomear a Freya, a directora de Recursos
Humanos (RH) e Administração, como Ponto de Contacto de Salvaguarda da
organização. A Grace explica que a Freya será responsável pela implementação
da política de salvaguarda e irá aconselhar e orientar aos funcionários sobre
problemas de salvaguarda.
“É uma surpresa que eu tenha de aconselhar
sobre problemas de salvaguarda. Espero ser capaz
de ser bom ponto de contacto de salvaguarda mas
não tenho 100% de certeza se compreendo o que
está envolvido. Mas acho que vai ser interessante.
Eu espero mesmo que o meu superior hierárquico
me dê tempo e apoio para fazê-lo.”
A Freya irá precisar de formação e apoio ao assumir este novo papel de
salvaguarda.
Link para Termos de Referência para o Ponto de Contacto da Salvaguarda.
A equipa Fronteiras de Saúde da Família (FHF) está satisfeita por ter uma nova
directora executiva (CEO). É uma equipa razoavelmente forte, embora tenha
passado por um período de insatisfação no ano passado. Isto resultou numa
série de queixas relacionadas a questões laborais.
O Derick e a Glória da equipa de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem lembram-
se dos problemas de assédio da equipa do ano passado e não são tão optimistas
quanto a outras equipas.
"Eu sei que a Grace tem uma boa
reputação, mas ela tem um grande
trabalho pela frente, se a nossa última
revisão de Recursos Humanos (RH) for
algo a se considerar!"
"Ela tem mesmo boa reputação!"
Para mais informações, ver o ficha de informação sobre Bullying e Assédio.
Introdução de Comportamentos no Local de Trabalho
Actividade 1.2 Comportamentos do Pessoal e Questões
Laborais
Use os menus suspensos para escolher a palavra correcta e preencher as lacunas
nas frases.
. Nunca aja de forma a envergonhar, humilhar, depreciar, ou ________________
ofensivas
contra outros.
. Nunca faça avanços ofensivas
________________ indesejados.
. Nunca permita que _________________
ofensivas ou manifestações de preocupação não
sejam respeitadas.
. Nunca aja de uma forma sexualmente provocadora ou use uma linguagem
que seja ________________
sugestivas ou abusiva.
. Nunca use gestos sexualmente _________________
ofensivas ou faça comentários sobre o
aspecto de um trabalhador, sua idade, etc.
. Nunca abuse da sua posição através de ofensivas
________________ a confiança de um
colega subalterno no -local de trabalho.
Clique aqui para verificar as respostas.
Se recorda em que contexto a Fronteiras de Saúde da
Família (FHF) funciona?
Pense na localização geográfica da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e use as
caixas para selecionar da lista de potenciais riscos à salvaguarda que a FHF deve
considerar.
O Contexto
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) é uma organização da sociedade civil
(OSC) de média dimensão, especializada na prestação de cuidados de saúde.
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) está localizada num país com
preocupações significativas de segurança. O país tem pobreza generalizada e
fraco acesso à educação e aos serviços de saúde primários em muitas áreas
rurais. Existem quadros legais fracos para proteger as pessoas da Exploração,
Abuso e Assédio Sexual (SEAH). As leis em vigor não são bem aplicadas e podem
ser facilmente exploradas.
A Equipa
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) tem 25 funcionários nacionais. O
organigrama mostra uma seleção da equipa, sobretudo aqueles que possuem
responsabilidades de salvaguarda.
Introdução de Risco Externo
É importante que a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e todas as organizações
compreendam o seu ambiente externo ao considerar como prevenir a
Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) e outras formas de danos, e permitir
que a organização funcione em segurança.
A Fronteiras de Saúde da Família (FHF) trabalha num país que apresenta
elevados riscos para Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) e outras formas
de danos. Os países de elevados riscos tendem a caracterizar-se por pobreza
generalizada, falta de educação e quadros legais e de proteção deficientes.
Compreender os riscos e avaliar o contexto económico, legal, social, cultural e
de segurança do país ajuda a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e todas as
organizações a identificar ameaças, riscos e questões emergentes. Ao analisar o
contexto, a Fronteiras de Saúde da Família (FHF) é capaz de identificar questões
que tornam as pessoas menos seguras, os infractores mais audaciosos e
viabilizam a Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH) e outras formas de
danos.
1.3 Perfil de Risco Externo
Pense na localização geográfica da Fronteiras de Saúde da Família (FHF) e use as
caixas para selecionar da lista de potenciais riscos à salvaguarda que a FHF deve
considerar.
Idade de consentimento Elevado número de crianças
sexual que precisam de proteção
especial
Práticas culturalmente
nocivas Fracos sistemas de proteção
social
Atitudes face à violência
contra crianças e mulheres Má governança local e fraca
aplicação da lei
Contexto humanitário
Tráfico e/ou turismo sexual
Discriminação de género local ou no país de destino
Elevados níveis de pobreza
Fraco quadro legal e político
✔
nacional
Clique aqui para verificar as respostas.
Já vimos que o contexto externo pode
aumentar os riscos de salvaguarda. Em todo o
mundo, os trabalhadores humanitários
respondem a crises que podem aumentar os
riscos de salvaguarda.
Para a Fronteiras de Saúde da Família (FHF),
compreender os riscos externos é
particularmente importante, uma vez que o
país em que operam foi o local de um recente
escândalo de salvaguarda que recebeu a
atenção dos meios de comunicação
internacional.
1.4 Factos de Salvaguarda
Muito bem - Este módulo está quase completo.
Agora obtenha alguns factos finais para melhorar a sua compreensão da
natureza e prevalência da Exploração, Abuso e Assédio Sexual no sector de
ajuda humanitária Internacional.
• Há uma subnoti cação crónica da Exploração,
Verdadeiro
Abuso e Assédio Sexual (SEAH) em to
• 1 em cada 4 trabalhadoras de ajuda humanitária
reportou ter sido violada sexualm Verdadeiro
• A Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH)
Verdadeiro
cometida por trabalhadores humanitár
• 40% das mulheres e raparigas que recebem
ajuda humanitária revelaram ter sofrido Verdadeiro
• 1/3 dos funcionários e contratados das Nações
Verdadeiro
Unidas (ONU) sofreram assédio nos
Clique aqui para verificar as respostas.
Resumo
O que aprendeu?
• Para definir termos de salvaguarda - Pode agora definir termos de salvaguarda e
termos associados: Exploração, Abuso e Assédio Sexual (SEAH), abuso sexual,
exploração sexual, assédio sexual, bullying (intimidação), assédio e discriminação.
• Que todos sejam responsáveis pela salvaguarda da organização.
• A importância dos comportamentos no local de trabalho para a criação de uma cultura
de trabalho segura.
Parabéns, chegou ao final do Módulo 1.
Esperamos vê-lo no Módulo 2, onde lhe será
apresentado:
• Normas de salvaguarda;
• O processo de devida diligência; e
• O quadro político de salvaguarda.
Também vai continuar a jornada da salvaguarda
com a equipa Fronteiras de Saúde da Família
(FHF).
Pode aceder o boletim informativo do Centro de
Recursos e Apoio (CRA), recursos de salvaguarda,
webinars, podcasts e muito mais no Centro de
Recursos e Apoio.
Em seguida, conclua a sua avaliação do Módulo 1
no Centro para obter o seu certificado pessoal de
realização do módulo no Centro de Recursos e
Apoio (CRA).
Folha de Respostas
Actividade 1.1
✓ Angariação de Fundos
✓ Directora Executiva (CEO) e Conselho de Administração
✓ Monitoria, Avaliação e Aprendizagem
✓ Recursos Humanos
✓ Programas
✓ Comunicação
Clique aqui para retornar à Actividade 1.1
Actividade 1.2
1. Nunca aja de forma a envergonhar, humilhar, depreciar, ou discriminar
contra outros.
2. Nunca faça avanços sexual indesejados.
3. Nunca permita que alegações ou manifestações de preocupação não
sejam respeitadas.
4. Nunca aja de uma forma sexualmente provocadora ou use uma linguagem
que seja ofensivas ou abusiva.
5. Nunca use gestos sexualmente sugestivas ou faça comentários sobre o
aspecto de um trabalhador, sua idade, etc.
6. Nunca abuse da sua posição através de explorar a confiança de um colega
subalterno no -local de trabalho.
Clique aqui para retornar à Actividade 1.2
Actividade 1.3
Folha de Resposta de Perfil de Risco Externo
Idade de consentimento sexual
Os países com uma idade inferior de consentimento sexual legalizam o sexo com
crianças, colocando-as em risco de abuso ou exploração sexual. Os indicadores de
potencial abuso podem ser menos susceptíveis de serem notados pela equipa, já
que estes são considerados “normais.”
Práticas culturalmente nocivas
Em alguns lugares, o abuso ou a exploração de certos grupos de crianças ou
adultos pode ser visto como uma norma local, tais como casamento infantil,
violência baseada no género ou punição corporal. A equipa também pode
acreditar que estas normas são aceitáveis e agir de acordo com as mesmas. Eles
podem ter preconceitos contra certas crianças (por exemplo, crianças com
deficiências) ou podem ter uma convicção equivocada de que as crianças aceitam
participar no trabalho sexual.
Atitudes face à violência contra crianças e mulheres
Sempre que a violência doméstica e sexual contra crianças e mulheres é tolerada,
a equipa pode não saber o que é abuso contra mulheres e crianças, ou pode não
reconhecer os sinais de abuso.
Contexto humanitário
Durante situações de emergência, as necessidades básicas das famílias e
comunidades podem não ser atendidas. As famílias podem ficar vulneráveis à
exploração sexual e a trocar actos sexuais por comida, abrigo ou segurança. As
famílias e comunidades podem não conseguir se ajudar mutuamente, e os serviços
de apoio podem faltar ou não funcionar muito bem. Durante as situações de
emergências de início rápido que exigem uma resposta rápida, as organizações
podem recorrer a atalhos, por exemplo sem realizar verificações de antecedentes
criminais, ou sem fazer avaliações de risco adequadas. A adopção destes atalhos
pode comprometer a segurança do programa.
Discriminação de género
Onde mulheres e raparigas têm menos poder, elas são mais vulneráveis à
exploração, abuso e assédio sexual. Elas podem sentir-se incapazes de falar, porque
ninguém acredita nelas, ou podem ser ainda mais estigmatizadas.
Elevados níveis de pobreza
Viver na pobreza pode tornar as pessoas vulneráveis à exploração sexual e à troca
de actos sexuais para necessidades básicas da comunidade e equipa. As crianças
podem ter que trabalhar para comer, e as organizações ou os seus fornecedores
podem usar o trabalho infantil.
Elevado número de crianças que precisam de proteção especial
Para crianças (e adultos) que vivem com deficiências, pessoas que vivem com HIV/
AIDS, órfãos, refugiados ou pessoas que vivem na rua, etc. o risco de abuso é
aumentado em parte devido ao estigma, isolamento, discriminação e falta de apoio.
Os funcionários podem partilhar estes preconceitos e deixar de agir quando
testemunham abusos.
Fracos sistemas de proteção social
Quando existem fracos sistemas de proteção social, é menos provável que se possa
confiar nas autoridades locais para responder a abusos.
Má governança local e fraca aplicação da lei
Onde há má governança local e fraca aplicação da lei, é menos provável que os
abusos policiais ou judiciais sejam denunciados e respondidos.
Tráfico e/ou turismo sexual de origem ou país de destino
Os funcionários podem usar o seu acesso a crianças e adultos vulneráveis para
localizar e traficar crianças e adultos em situação de risco.
Fraco quadro legal e político nacional
Os abusos são susceptíveis de serem denunciados e respondidos.
A realização de uma avaliação dos riscos ambientais pode ser útil para
garantir que todos os tipos de riscos sejam devidamente tratados. Isto irá
garantir que as medidas de salvaguarda colmatem lacunas que podem ser
involuntariamente negligenciadas ou activamente exploradas por aqueles
que pretendem prejudicar as outras pessoas.
Clique aqui para retornar à Actividade 1.3
Actividade 1.4
Exploração, Abuso e Assédio Relatório IDC (2018) A
Sexual (SEAH) por ajuda exploração sexual e abusivo
humanitária cometida pelos
Falso no sector da ajuda
trabalhadores é um problema humanitária
relativamente novo Problema no
sector da ajuda humanitária
das descobertas a partir do
Há subnotificações crónicas exercício de escuta do
Exploração, Abuso e Assédio Verdadeiro Departamento para
Sexual (SEAH) em todo o mundo Desenvolvimento
sector da ajuda humanitária Internacional (DFID) (2018)
Exploração, Abuso e Assédio
Sexual (SEAH) Sector da Ajuda
Humanitária Internacional:
vítima e vozes dos
sobreviventes.
Com base nos dados
1 a cada 4 trabalhadoras fornecidos em – Pare a
humanitárias reportou ser Verdadeiro Agressão Sexual Contra o
sexualmente verdade violada Humanitário e Trabalhadores
em missão. Humanitários ao
Desenvolvimento 2017
Relatório (Universidade Tufts)
Durante a crise na Síria, 40%
Com base nos dados do
de mulheres e raparigas a
Verdadeiro relatório do Comité
receber Exploração e Abuso
Internacional de Salvamento
Sexual (SEA) revelada na
(IRC): Área de Violência
Ajuda Humanitária
Baseada no Género (VBG)
em Toda a Síria
Responsabilidade (2017)
Um terço do pessoal das
Nações Unidas (ONU) Inquérito das Nações Unidas
eContratantes reportaram Verdadeiro (ONU) sobre assédio sexual
experiências de assédio em Um relatório de 2019
sexual Entre 2017-2019. publicou “O nosso local de
trabalho”
Clique aqui para retornar à Actividade 1.4