AMANDA PORTO BARBOSA- BIOMEDICINA
BEATRIZ ORNELLAS CRUZ DOS SANTOS - FARMÁCIA
DIEGO DA SERRA CARMO - FARMÁCIA
EVELIN GLEYSSE DA SILVA SARAIVA - BIOMEDICINA
LAÍS DE JESUS DOS SANTOS - BIOMEDICINA
RAFAEL SANTIAGO VIEIRA - BIOMEDICINA
WILSON DOS SANTOS SOUZA - FARMÁCIA
RELATÓRIO DE PRÁTICAS REALIZADAS NO LABORATÓRIO VIRTUAL
ATIVIDADE AVALIATIVA REALIZADA COM
O INTUITO DE ADQUIRIR CONHECIMENTOS
E OBTENÇÃO DE NOTAS NA DISCIPLINA
ESTÁGIO DE IMUNOLOGIA CLÍNICA, SOB
ORIENTAÇÃO DA DOCENTE DRª ISIS
FERNANADES MAGALHÃES SANTOS.
SALVADOR – BA
2023
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SUMÁRIO
1.0 INTRODUÇÃO..............................................................................................................................3
2.0 PRÁTICA 01 - IMUNOCROMATOGRAFIA DE IgG E IgM PARA TOXOPLASMOSE. 5
2.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS..................................................................................................5
2.2 BIOSSEGURANÇA...................................................................................................................5
2.3 PROCEDIMENTO:...................................................................................................................5
2.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO..............................................................................5
3.0 PRÁTICA 02 – FTA-ABS..............................................................................................................6
3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS..................................................................................................6
3.2 BIOSSEGURANÇA...................................................................................................................7
3.3 PROCEDIMENTO.....................................................................................................................7
3.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO..............................................................................8
4.0 PRÁTICA 03 – ELISA PARA DETECÇÃO DE DOENÇAS VIRAIS – HIV...........................9
4.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS..................................................................................................9
4.2 BIOSSEGURANÇA.................................................................................................................10
4.3 PROCEDIMENTO...................................................................................................................10
4.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO............................................................................11
5.0 CONCLUSÃO..............................................................................................................................12
6.0 REFERÊNCIAS...........................................................................................................................13
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1.0 INTRODUÇÃO
A medicina diagnóstica é definida como o conjunto de especialidades médicas
direcionadas à realização de exames complementares ao auxílio do diagnóstico. A expressão
envolve as atividades de medicina laboratorial, medicina por imagem e as demais
especialidades médicas que realizam exames com fins diagnósticos. Ao categorizar os
estabelecimentos de saúde, os órgãos reguladores classificam os centros de medicina
diagnóstica como Serviços de Apoio à Diagnose e Terapia – SADT. (MARTINS, 2014).
A seguir, serão explanados alguns testes laboratoriais de relevância em demasia para
o diagnóstico de algumas doenças.
Segundo o Procedimento Operacional Padrão - POP emitido pela Epimed
Diagnósticos para o teste Toxoplasmose IgG/IgM, diz que é um imunoensaio cromatográfico
qualitativo para determinação diferencial de anticorpos IgG e/ou IgM anti- T. Gondii, em
amostras de soro ou plasma. Durante o ensaio, a amostra reage com um conjugado colorido
(ouro coloidal) e um antígeno recombinante T. Gondii. Anticorpos IgG e/ou IgM se presente
na amostra forma um complexo antígeno-anticorpo colorido. A Toxoplasmose é uma doença
congênita ou adquirida causada por um protozoário Toxoplasma Gondii um dos parasitas
mais comuns do mundo encontrado em fezes de gatos e carne contaminada malcozida. Outras
formas de transmissão são através de transfusões de sangue, comer fruta e vegetais mal
lavados ou por meio de utensílios domésticos contaminados. A toxoplasmose não é
contagiosa entre humanos, ou seja, não é transmitida de pessoa a pessoa.
O POP emitido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH, diz
que o FTA-Abs (Fluorescent Treponemal Antibody Absorption) é um dos mais sensíveis e
específicos testes empregados na sorologia para sífilis. É utilizado para determinação de
anticorpos anti-Treponema pallidum no soro humano por imunofluorescência indireta. É um
teste treponêmico, utilizado como teste confirmatório para os soros reativos nos testes de
triagem.
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível cujo agente etiológico é a bactéria
espiroqueta Treponema pallidum. Outras formas de transmissão da doença são a transfusão de
sangue infectado (praticamente eliminada pela triagem sorológica), a transmissão perinatal
(sífilis congênita) e a transmissão in útero pela passagem dos treponemas procedentes da mãe
infectada para o feto em desenvolvimento. O FTA-Abs é considerado teste de referência e é o
primeiro a se tornar reagente após a infecção. Este teste é um dos mais sensíveis e específicos
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empregados na sorologia da sífilis, porém pode apresentar reações falso-positivas em casos de
cirrose, herpes genital, lúpus eritematoso sistêmico e muito raramente, em gestantes.
De acordo com o Departamento de Microbiologia e Parasitologia da Universidade
Federal Fluminense, o ELISA é um método no qual a reação antígeno-anticorpo é monitorada
por medida da atividade enzimática. Desempenha um papel muito importante no laboratório
clínico, pois, além da elevada sensibilidade comparável à do radioimunoensaio, apresenta as
vantagens de utilizar reagentes estáveis, estar livre das exigências de trabalhar com
radioisótopos e poder ser adaptado tanto a testes simples como a automação sofisticada. Entre
as enzimas, a mais empregada é a peroxidase, que além desses requisitos, pode ser conjugada
por vários processos e ser revelada por várias substâncias cromogênicas. O teste detecta
quantidades extremamente pequenas de antígenos ou anticorpos, podendo ter elevada precisão
se os reagentes e os parâmetros do ensaio forem bem padronizados. Dentre as doenças que
são diagnosticadas pela ELISA, estão: HIV, Hepatites B e C.
O Virus da Imuno deficiência humana (HIV) é um retrovírus responsável pela
infecção sexualmente transmitida que causa a doença conhecida como aids que ataca o
sistema imunológico diminuindo a quantidade de linfócitos T CD4+, responsáveis pela defesa
do organismo. A Hepatite B é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo vírus
HBV e é um dos cinco tipos de Hepatite que existem no Brasil. Esta doença pode começar
assintomática e evoluir para sua forma mais grave, causando a cirrose e por consequência o
comprometimento do fígado. Já a Hepatite C é um processo infeccioso causada pelo vírus
HCV e é adquirido principalmente pela utilização de equipamentos infectados ou não
esterilizados. É uma doença silenciosa que se não descoberta e tratada pode evoluir para sua
forma mais grave causando a infecção aguda do fígado e a morte do paciente.
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2.0 PRÁTICA 01 - IMUNOCROMATOGRAFIA DE IgG E IgM PARA
TOXOPLASMOSE
2.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Kit teste-rápido Toxoplasmose (tampão diluente; placa teste);
• Micropipeta de 10 µL;
• Papel toalha;
• Pisseta com álcool 70;
• Pisseta com hipoclorito de sódio;
• Ponteira para micropipeta;
• Suporte para tubo de coleta;
• Tubo de coleta
2.2 BIOSSEGURANÇA
• Luvas;
• Máscara;
• Jaleco;
2.3 PROCEDIMENTO:
• Foi feita a higienização das mãos, e em seguida foi colocado os equipamentos de
proteção individual (EPIs);
• Após higienizar a bancada com hipoclorito de sódio e álcool 70%, iniciamos o
procedimento utilizando uma placa teste, onde foi adicionado 10 µL da amostra de
soro no “espaço S”.
• Foi adicionado duas gotas do diluente no poço de solução tampão para reduzir a
interferência de outras proteínas presentes na amostra que podem afetar a precisão
do teste.
• Após 15 minutos, podemos analisar o resultado presente no teste.
2.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO
Laudo para Teste Rápido - Toxoplasmose: Presença de anticorpos IgM, paciente encontra-
se reagente para toxoplasmose.
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IMAGEM 01
3.0 PRÁTICA 02 – FTA-ABS
3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Amostra de soro;
• Banho-maria;
• Berço para lâmina;
• Câmara úmida;
• Caneta marcadora;
• Computador;
• Cuba de vidro;
• Estuda bacteriológica;
• Frasco conta-gotas contendo glicerina tamponada;
• Frasco contendo antigamaglobulina G humana;
• Frasco contendo solução absorvente;
• Frasco contendo soro controle negativo;
• Frasco contendo soro controle positivo;
• Freezer;
• Lâmina com áreas reativas com suspensão de Treponema pallidum;
• Lamínula;• Micropipeta 100 µL;
• Microscópio fluorescente;
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• Papel toalha;
• Pisseta contendo tampão fosfato-salino diluído;
• Ponteira;
• Recipiente de descarte para ponteiras;
• Suporte para micropipeta;
• Suporte para tubo de coleta;
• Suporte para tubo de ensaio;
• Tubo de ensaio.
3.2 BIOSSEGURANÇA
• Luvas;
• Jaleco.
3.3 PROCEDIMENTO
PREPARANDO A AMOSTRA
• Ligue o banho-maria. Mova o tubo de coleta com a amostra com soro para o
banhomaria e aguarde 30 min. Com o auxílio da pinça, mova o tubo de coleta com a
amostra para a bancada. Abra a tampa do tubo com a amostra. Configure a
micropipeta de 100 µL para 10 µL. Mova a pipeta para o tubo de coleta. Aspire 10
µL da amostra de soro. Transfira o soro pipetado para o tubo de ensaio. Descarte a
ponteira e retorne para o suporte. Configure a micropipeta de 10 µL para 40 µL.
Mova a pipeta para o tubo de solução absorvente. Aspire 40 µL da solução
absorvente. Transfira a solução pipetada para o tubo de ensaio. Descarte a ponteira e
retorne para o suporte. Mova o tubo de ensaio para a estufa bacteriológica e aguarde
15 min. Mova o tubo de ensaio para a bancada.
• Abra o freezer. Mova o envelope contendo a lâmina para a bancada. Aguarde 15
minutos. Retire a lâmina do envelope sem tocar no substrato. Identifique a lâmina
com a caneta marcadora. Configure a micropipeta de 40 µL para 20 µL. Mova a
pipeta para o frasco com controle negativo e aspire 20 µL. Mova a pipeta para a
lâmina e despreze 20 µL na área 1. Descarte a ponteira. Mova a pipeta para o frasco
com controle positivo e aspire 20 µL. Mova a pipeta para a lâmina e despreze 20 µL
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na área 2. Descarte a ponteira. Mova a pipeta para o tubo de ensaio com a amostra
diluída e aspire 20 µL. Mova a pipeta para a lâmina e despreze 20 µL na área 3.
Descarte a ponteira. Mova a lâmina para a câmera úmida e aguarde 30 min. Mova a
lâmina para a bancada.
• Mova a lâmina para a pia. Mova a pisseta contendo o tampão diluído para pia e
despreze na lâmina. Mova a pisseta para a posição inicial. Mova a lâmina para o
berço. Mova o berço para cuba de vidro contendo tampão diluído. Agite suavemente,
a cuba deve fazer movimentos circulares. Aguarde 5 min. Mova a lâmina para o
berço e transfira para a cuba por 5 min novamente por mais duas vezes. Mova a
lâmina para um papel toalha na bancada. Mova a pipeta para o frasco contendo
antigamaglobulina e aspire 20 µL. Mova a pipeta para a lâmina e despreze 20 µL na
área 1. Descarte a ponteira. Aspire novamente 20 µL da antigamaglobulina e
despreze nos poços 2 e 3. Mova a lâmina para câmara úmida em temperatura
ambiente. Aguarde 30 minutos. Mova a lâmina para a pia. Mova a pisseta contendo o
tampão diluído para pia e despreze na lâmina. Mova a pisseta para a posição inicial.
Mova a lâmina para o berço. Mova o berço para cuba de vidro contendo tampão
diluído. Aguarde 5 min. Mova novamente a lâmina para o berço e transfira para cuba
por mais duas vezes por mais 5 min. Mova a lâmina para um papel toalha na
bancada. Abra o frasco de conta-gotas com glicerina tamponada. Mova o frasco de
glicerina tamponada para a lâmina. Pigue 4 gotas de glicerina tamponada nos poços
1, 2 e 3. Mova o frasco de glicerina tamponada para a bancada. Mova uma lamínula
para a lâmina.
• Mova a lâmina para o microscópio. Visualize a imagem no computador. Faça a
leitura do resultado.
3.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO
Foi observado uma reação positiva, com fluorescência verde maçã brilhante, através
de um microscópio de fluorescência, confirmando o diagnóstico de sífilis e, uma vez positivo,
nunca mais volta a ser negativo, pois já houve a produção de IgG.
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IMAGEM 02
4.0 PRÁTICA 03 – ELISA PARA DETECÇÃO DE DOENÇAS VIRAIS – HIV
4.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Adhesive PCR film;
• Bancada com pia;
• Béquer de 500 mL com hipoclorito de sódio;
• Conjugado;
• Controle negativo;
• Controle positivo;
• Cuba para reagente;
• Espectrofotômetro para leitura de policubeta;
• Estufa bacteriológica; • Lavadora de microplaca;
• Micropipeta de 50 µL;
• Micropipeta multicanal de 1000 µL;
• Microplaca de 96 poços;
• Papel toalha;
• Ponteira para micropipeta de 50 µL;
• Ponteira para micropipeta multicanal de 1000 µL;
• Revelador;
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• Stopper;
• Suporte para micropipeta;
• Suporte para tubo de coleta;
• Tampão de lavagem;
• Tubo de coleta com amostra de soro.
4.2 BIOSSEGURANÇA
• Luvas;
• Jaleco;
• Óculos;
• Máscara.
4.3 PROCEDIMENTO
• Selecione a micropipeta de 50 µL, mova a micropipeta para o recipiente com
controle positivo, aspire 50 µL do reagente e transfira para o primeiro poço (posição
A1). Troque a ponteira. Selecione a micropipeta de 50 µL, mova a micropipeta para
o recipiente com controle negativo, aspire 50 µL do reagente e transfira para o
segundo poço (posição A2). Troque a ponteira. Mova a micropipeta para a amostra
com soro, aspire 50 µL do soro, transfira o soro para o terceiro poço (posição A3).
Troque a ponteira.
• Cubra a placa com o adhesive film. Abra a estufa, coloque a placa na estufa. Incube a
placa na estufa por 30 minutos. Transcorrido o tempo, direcione a placa para a
bancada e descarte o adesivo. Selecione a micropipeta multicanal, regule o volume
para 50 µL, mova para a placa de 96 poços e aspire as soluções dos poços A1, A2 e
A3.
• Coloque o tampão de lavagem na cuba para reagente. Regule a micropipeta
multicanal para o volume de 350 µL e aspire o tampão de lavagem. Transfira o
reagente para microplaca. Troque a ponteira. Aguarde 60 segundos e descarte o
excesso de líquido na pia. Coloque o papel toalha sobre a microplaca e bata a 3x na
bancada. Retire o papel toalha da placa.
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• Selecione a micropipeta multicanal e aspire o tampão de lavagem. Transfira o
reagente para microplaca. Troque a ponteira. Aguarde 60 segundos e descarte o
excesso de líquido na pia. Coloque o papel toalha sobre a microplaca e bata a 3x na
bancada. Retire o papel toalha da placa. Repita esse processo por 4 vezes.
• Coloque o conjugado na cuba para reagente. Regule a micropipeta multicanal para o
volume de 100 µL e aspire o conjugado. Transfira o reagente para microplaca.
Troque a ponteira. Cubra a placa com o adhesive film. Abra a estufa, coloque a placa
na estufa. Incube a placa na estufa por 30 minutos. Transcorrido o tempo, direcione a
placa para a bancada e descarte o adesivo. Selecione a micropipeta, regule o volume
para 100 µL, mova a micropipeta para a placa e aspire a amostra de soro e os
controles. Troque a ponteira.
• Selecione a micropipeta multicanal, regule o volume para 350 µL e aspire o tampão
de lavagem. Transfira o reagente para microplaca. Troque a ponteira. Aguarde 60
segundos e descarte o excesso de líquido na pia. Coloque o papel toalha sobre a
microplaca e bata a 3x na bancada. Retire o papel toalha da placa. Repita esse
processo por 3 vezes.
• Coloque o revelador na cuba para reagente. Regule a micropipeta multicanal para o
volume de 100 µL e aspire o revelador. Transfira o reagente para microplaca. Troque
a ponteira. A placa será movida para o ambiente escuro automaticamente por 30
minutos.
• Coloque o stopper na cuba para reagente. Regule a micropipeta multicanal para o
volume de 100 µL e aspire o stopper. Transfira o reagente para microplaca. Troque a
ponteira.
• Mova a microplaca para o espectrofotômetro. Ligue o notebook e realize a leitura da
amostra. Observe o resultado. Valor referência: controle positivo: >0,268, controle
negativo: ≦ 0,268.
4.4 LEITURA E ANÁLISE DE RESULTADO
Tendo como base os valores de referência, o resultado para o exame foi positivo, uma vez
que o controle positivo diagnosticou um valor acima do dito referencial: 0,287.
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IMAGEM 03
5.0 CONCLUSÃO
O laboratório virtual, embora seja uma experiência inovadora, não substitui a prática
necessária em laboratório presencial, em que nós manuseamos os equipamentos, tendo, de
fato, um contato mais próximo com a realidade do mercado de trabalho. O laboratório virtual
apenas deveria ser utilizado após as práticas terem sido realizadas em laboratório presencial,
serviria como revisão do que foi abordado presencialmente.
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6.0 REFERÊNCIAS
MARTINS, L.O. O segmento da medicina diagnóstica no Brasil. Rev. Fac. Ciênc.
Méd. Sorocaba, v. 16, n. 3, p. 139 - 145, 2014.
Epimed Diagnóstico. Procedimento Operacional Padrão para toxoplasmose
IgG/IgM rapid test. Disponível em:
[Link] Acesso em: 01 de outubro
de 2023.
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. Procedimento Operacional Padrão
para FTA-Abs (Fluorescent Treponemal Antibody Absorption). Disponível em:
[Link]
a-informacao/boletim-de-servico/pop-teste-para-determinacao-de-anticorpos-anti-
[Link]. Acesso em: 01 de
outubro de 2023.
Departamento de Microbiologia e Parasitologia. Procedimento Operacional Padrão
para ELISA. Disponível em:
[Link] Acesso em: 01
de outubro de 2023.
Toxoplasmose. [Link], 2022. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 setembro,
2023.
Sumário teórico do Laboratório virtual: IMUNOCROMATOGRAFIA DE IgG E IgM PARA
TOXOPLASMOSE
LEMOS, Marcela. Tua Saúde, 2023. Disponível em:
[Link] Acesso em: 16 Setembro, 2023 PINHEIRO, Pedro.
Toxoplasmose: transmissão, sintomas e tratamento. [Link]ÚDE, 2022. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
Setembro, 2023.
Imagem 01: [Link]
Imagem 02: [Link]
Imagem 03: [Link]
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