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Atribuições do Monitor Infantil na Educação

Enviado por

KenedyFerreira
Direitos autorais
© All Rights Reserved
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1 Atribuição especifica do cargo de monitor

A criança. Educar. Cuidar. Brincar. Aprender em situações orientadas. Interação. Diversidade e individualidade. Aprendizagem
significa va e conhecimentos prévios. Resolução de problemas. Proximidade com as prá cas sociais reais. Educar crianças com
necessidades especiais. Ambiente de cuidados Parceria com as famílias. Respeito aos vários pos de estruturas familiares.
Acolhimento das diferentes culturas, valores e crenças sobre educação de crianças. Estabelecimento de canais de
comunicação. Inclusão do conhecimento familiar no trabalho educa vo. Acolhimento das famílias e das crianças na ins tuição.
Direitos e Proteção da criança. Direitos das crianças em ambiente de creche: brincadeira; atenção individual; ambiente
aconchegante, seguro e es mulante; contato com a natureza; higiene e saúde; alimentação sadia; desenvolvimento da
curiosidade, imaginação e capacidade de expressão; movimento em espaços amplos; proteção, afeto e amizade; expressão dos
sen mentos; especial atenção durante seu período de adaptação à creche; desenvolvimento da iden dade cultural, racial e
religiosa. Cuidados essenciais: sono, higiene e alimentação. Brincadeiras e nas experiências infan s. Brincadeiras nas transições
da casa à creche e da creche à pré-escola. Brinquedos, brincadeiras e materiais para bebês. Brinquedos, brincadeiras e
materiais para crianças pequenas. Organização do espaço sico, dos brinquedos e materiais para bebês e crianças pequenas.
Critérios de uso dos brinquedos e materiais para ins tuições de educação infan l. Primeiros socorros e prevenção de
acidentes. Acompanhamento de alunos em transporte escolar. Atribuições do Monitor Infan l.

1.1 ESTIMULAR A AUTONOMIA E A INDEPENDÊNCIA DOS ALUNOS


O que é?
É o processo de ajudar as crianças a desenvolverem habilidades para realizar a vidades co dianas por si mesmas, sempre
dentro de um ambiente seguro e supervisionado.

Como funciona?

 Através de orientações passo a passo

 Uso de materiais adaptados (copos an -derramamento, escovas de dente infan s)

 Es mulo posi vo e elogios

 Respeito ao ritmo individual de cada criança

Exemplo na prá ca:


Durante o lanche, em vez de alimentar a criança, o monitor:

1. Mostra como segurar o sanduíche

2. Orienta a levar o copo à boca com as duas mãos

3. Elogia quando consegue comer sozinha

4. Ajuda apenas quando necessário, sem fazer por ela

1.2 RECEBER O ALUNO NO HORÁRIO DE ENTRADA E ACOMPANHAR NA SAÍDA


O que é?
É o processo de acolhimento e entrega segura das crianças aos responsáveis, garan ndo a transição entre o ambiente familiar
e escolar.

Como funciona?

 Checagem de presença

 Observação do estado sico e emocional

 Comunicação com os responsáveis

 Registro de informações importantes

Exemplo na prá ca:


Na entrada:
1. Cumprimenta a criança pelo nome

2. Verifica temperatura (se necessário)

3. Observa se há machucados visíveis

4. Recebe informações dos pais sobre par cularidades do dia

Na saída:

1. Confere autorização de saída

2. Entrega pessoalmente ao responsável

3. Relata brevemente como foi o dia

4. Registra o horário de saída

1.3 Auxiliar no atendimento e organização das crianças


O que é?
É a supervisão a va dos alunos durante deslocamentos e permanência nos diferentes espaços escolares.

Como funciona?

 Contagem constante das crianças

 Organização de filas e grupos

 Sinalização de áreas seguras

 Rotação de brinquedos e materiais

Exemplo na prá ca:


Ao levar a turma para o parque:

1. Conta as crianças antes de sair da sala

2. Organiza duplas de mãos dadas

3. Mostra os limites da área de brincar

4. Distribui os brinquedos de forma equilibrada

5. Recontagem antes de voltar para a sala

1.4 Acompanhar os educadores em todas as a vidades


O que é?
É o trabalho conjunto com o professor regente, atuando como apoio no desenvolvimento das a vidades pedagógicas.

Como funciona?

 Antecipação de materiais necessários

 Auxílio na formação de grupos

 Suporte individualizado

 Observação atenta

Exemplo na prá ca:


Durante a vidade de pintura:

1. Prepara os aventais e ntas antes de começar

2. Ajuda a distribuir os pincéis

3. Fica atento às crianças que precisam de mais ajuda


4. Limpa pequenos acidentes sem interromper a a vidade principal

1.5 Realizar e orientar a higiene das crianças


O que é?
São os cuidados com a limpeza e saúde corporal das crianças, transformando esses momentos em aprendizados.

Como funciona?

 Sequência de passos claros

 Uso de músicas e rimas para orientar

 Materiais adequados à idade

 Respeito à privacidade

Exemplo na prá ca:


Na escovação dental:

1. Canta música sobre escovar os dentes

2. Mostra a quan dade certa de pasta (tamanho ervilha)

3. Ensina movimentos circulares

4. Supervisiona o enxágue

5. Elogia o esforço

1.6 Par cipar de reuniões e formações


O que é?
É o processo de atualização profissional e alinhamento com a equipe escolar.

Como funciona?

 Par cipação a va

 Tomada de notas

 Aplicação prá ca dos aprendizados

 Compar lhamento de experiências

Exemplo na prá ca:


Após formação sobre inclusão:

1. Anota estratégias aprendidas

2. Adapta uma a vidade para criança com TEA

3. Relata os resultados na próxima reunião

4. Sugere melhorias baseadas na observação

1.7 Zelar pela segurança e integridade sica


O que é?
É a prevenção a va de acidentes e proteção do bem-estar das crianças.

Como funciona?

 Inspeção constante do ambiente

 Antecipação de riscos

 Intervenção imediata

 Conhecimento de primeiros socorros


Exemplo na prá ca:
No parquinho:

1. Verifica se os brinquedos estão firmes

2. Orienta o uso correto do escorregador

3. Posiciona-se em ponto estratégico para visualizar todas as crianças

4. Intervém em situações de risco potencial

1.8 Acompanhar a alimentação


O que é?
É a supervisão nutricional e educa va durante as refeições.

Como funciona?

 Conhecimento de restrições alimentares

 Es mulo à experimentação

 Respeito à saciedade

 Ensino de boas maneiras

Exemplo na prá ca:


Durante o almoço:

1. Serve porções adequadas à idade

2. Nomeia os alimentos ("hoje temos arroz, feijão e carne")

3. Incen va provar sem forçar

4. Ensina a usar os talheres corretamente

5. Respeita quando a criança diz que já está sa sfeita

1.9 Auxílio individualizado


O que é?
É o suporte personalizado para crianças com necessidades específicas.

Como funciona?

 Adaptação de a vidades

 Uso de recursos específicos

 Paciência e repe ção

 Trabalho em equipe com especialistas

Exemplo na prá ca:


Para criança com mobilidade reduzida:

1. Adapta a altura da mesa

2. Oferece talheres especiais

3. Dá tempo extra para as a vidades

4. Comunica progressos ao professor

1.10 Acompanhar o momento do sono


O que é?
É a criação de ambiente propício ao descanso adequado.
Como funciona?

 Ro na calmante antes de dormir

 Posicionamento seguro

 Respeito a necessidades individuais

 Observação atenta

Exemplo na prá ca:


Antes da soneca:

1. Diminui as luzes

2. Coloca música suave

3. Ajuda cada criança a se acomodar

4. Observa a respiração e posição

5. Respeita quem não quer dormir, oferecendo a vidade silenciosa

1.11 Adequação postural


O que é?
É o posicionamento correto do corpo para prevenção de lesões.

Como funciona?

 Conhecimento de técnicas

 Uso de mobiliário adequado

 Alternância de posições

 Orientação às crianças

Exemplo na prá ca:


Ao pegar criança no colo:

1. Agacha com coluna reta

2. Mantém a criança próxima ao corpo

3. Usa força das pernas para levantar

4. Alterna o lado do carregamento

1.12 Auxiliar professor e gestor


O que é?
É o suporte às a vidades pedagógicas e administra vas.

Como funciona?

 Preparação de materiais

 Registro de informações

 Mediação com famílias

 Par cipação em eventos

Exemplo na prá ca:


Na festa junina:

1. Ajuda a decorar o espaço

2. Organiza as crianças para as apresentações


3. Auxilia na distribuição de comidas

4. Registra momentos importantes

1.13 Organizar e higienizar espaços


O que é?
É a manutenção de ambiente seguro e adequado.

Como funciona?

 Ro na de limpeza

 Organização sistemá ca

 Inspeção diária

 Descarte seguro

Exemplo na prá ca:


Após a vidade com colagem:

1. Guarda os materiais em seus lugares

2. Limpa mesas com produto adequado

3. Verifica se há objetos quebrados

4. Ven la o ambiente

1.14 Facilitar desenvolvimento integral


O que é?
É a promoção do crescimento em todas as áreas.

Como funciona?

 Observação individual

 Es mulo equilibrado

 Respeito às diferenças

 Parceria com família

Exemplo na prá ca:


Ao notar criança com dificuldade social:

1. Cria situações de interação em pequenos grupos

2. Elogia comportamentos posi vos

3. Comunica observações aos pais

4. Sugere a vidades complementares

1.15 Organizar a vidades lúdicas


O que é?
É o planejamento de brincadeiras que ensinam.

Como funciona?

 Seleção intencional

 Adaptação à faixa etária

 Inclusão de todos

 Avaliação con nua


Exemplo na prá ca:
Brincadeira "Estátua Musical":

1. Escolhe músicas conhecidas

2. Explica as regras com gestos

3. Par cipa para es mular os midos

4. Varia os comandos para desafiar

2 ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE


2.1 ART 1 A 6
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

 Obje vo: Proteção integral da criança e do adolescente.

 Atribuição do Monitor: Garan r que todos os direitos sejam respeitados no ambiente escolar.

Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela
entre doze e dezoito anos de idade.

Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um
anos de idade.

Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da
proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades,
a fim de lhes facultar o desenvolvimento sico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

Parágrafo único. Os direitos enunciados nesta Lei aplicam-se a todas as crianças e adolescentes, sem discriminação de
nascimento, situação familiar, idade, sexo, raça, etnia ou cor, religião ou crença, deficiência, condição pessoal de
desenvolvimento e aprendizagem, condição econômica, ambiente social, região e local de moradia ou outra condição que
diferencie as pessoas, as famílias ou a comunidade em que vivem.

Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a
efe vação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à
cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

 Direito à Vida, Saúde, Educação, etc.:

Parágrafo único: Prioridade absoluta em polí cas públicas.

 Exemplo Prá co:

Se uma criança chega com machucados, o monitor deve comunicar imediatamente ao professor e gestor (suspeita de
violência).

Parágrafo único. A garan a de prioridade compreende:

a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;

b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;

c) preferência na formulação e na execução das polí cas sociais públicas;

d) des nação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência,
crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
Art. 6º Na interpretação desta Lei levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem comum, os
direitos e deveres individuais e cole vos, e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em
desenvolvimento.

2.2 Ar gos 7º a 24 – Resumo Estruturado e Explicado


Direito à Vida e à Saúde (Art. 7º)

 O que é: Crianças e adolescentes têm direito a uma vida saudável, protegida por polí cas públicas.

 Como funciona: O governo deve garan r condições dignas desde o nascimento.

 Exemplo prá co: Oferecer vacina, saneamento, alimentação e atendimento médico básico.

Saúde da Mulher e da Gestante (Art. 8º e parágrafos)

 O que é: Toda mulher tem direito ao cuidado integral na gestação, parto e pós-parto.

 Como funciona: Garan a de pré-natal com profissionais da atenção primária, acompanhante no parto, apoio
psicológico, orientação sobre amamentação, parto humanizado e atenção especial a gestantes presas ou que queiram
entregar o filho para adoção.

 Exemplo prá co: Gestante atendida por enfermeira da UBS, com acesso a exames, acompanhamento emocional e
direito a acompanhante no parto.

Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência (Art. 8º-A)

 O que é: Campanha educa va sobre prevenção da gravidez precoce.

 Como funciona: Ações públicas em conjunto com sociedade civil.

 Exemplo prá co: Palestras e oficinas em escolas no início de fevereiro.

Aleitamento Materno e Promoção da Nutrição (Art. 9º)

 O que é: Apoio ao aleitamento, mesmo para mães em situação de prisão.

 Como funciona: Ações nas unidades de saúde, bancos de leite, incen vo à amamentação.

 Exemplo prá co: Mãe recebe apoio de nutricionista para amamentar corretamente.

Obrigações dos Hospitais (Art. 10)

 O que é: Regras para garan r segurança, saúde e registro dos recém-nascidos.

 Como funciona: Prontuário, iden ficação biométrica, exames obrigatórios, alojamento conjunto e orientação sobre
amamentação e saúde mental.

 Exemplo prá co: Maternidade coleta o pezinho do bebê e oferece orientação sobre cuidados.

Teste do Pezinho Ampliado (Parágrafo do Art. 10)

 O que é: Exames para diagnós co precoce de doenças gené cas e metabólicas.

 Como funciona: Etapas progressivas com doenças listadas conforme diretrizes do SUS.

 Exemplo prá co: Bebê é testado para fenilcetonúria, hipo reoidismo, etc., no SUS.

Acesso à Saúde Integral (Art. 11)

 O que é: Crianças e adolescentes têm direito a atendimento completo pelo SUS.

 Como funciona: Inclui medicamentos, reabilitação e apoio a deficiências. Profissionais devem ser capacitados para
detectar riscos psíquicos.

 Exemplo prá co: Criança com deficiência recebe prótese gratuita e acompanhamento por equipe mul profissional.

Direito ao Acompanhamento Hospitalar (Art. 12)


 O que é: Crianças internadas podem ter um dos pais com elas 24h.

 Como funciona: Hospitais devem garan r estrutura para esse acolhimento.

 Exemplo prá co: Pai permanece junto à filha internada na UTI neonatal.

Denúncia de Maus-Tratos (Art. 13)

 O que é: Obriga a no ficação de maus-tratos ao Conselho Tutelar.

 Como funciona: Ins tuições devem acionar a Jus ça e criar planos terapêu cos quando há suspeita de violência.

 Exemplo prá co: Professora iden fica sinais de agressão e aciona o Conselho Tutelar.

Programas de Saúde e Vacinação (Art. 14)

 O que é: O SUS deve oferecer atendimento médico e odontológico preven vo.

 Como funciona: Campanhas educa vas, vacinação obrigatória, atenção à saúde bucal antes e após o nascimento.

 Exemplo prá co: Den sta orienta gestante e realiza atendimentos preven vos em bebês de 6 e 12 meses.

Detecção Precoce de Risco Psíquico (Art. 14, §5º)

 O que é: Aplicação de protocolos para iden ficar riscos ao desenvolvimento psicológico.

 Como funciona: Deve ser feita durante o acompanhamento pediátrico nos primeiros 18 meses.

 Exemplo prá co: Em consulta de ro na, pediatra aplica protocolo e iden fica sinais de atraso no desenvolvimento da
linguagem.

Direito à Convivência Familiar (Art. 19)

 O que é? Direito da criança/adolescente de crescer no seio de sua família, com vínculos afe vos e estabilidade
emocional.

 Como funciona? Acolhimento ins tucional é exceção; sempre se avalia se é possível a reintegração familiar antes de
adoção.

 Exemplo prá co: Criança re rada de situação de risco é, prioritariamente, reinserida na família com acompanhamento
psicossocial.

Reavaliação no Acolhimento (Art. 19, §1º e §2º)

 O que é? Avaliação periódica da situação de crianças em abrigos ou famílias acolhedoras.

 Como funciona? A cada 3 meses, equipe técnica elabora relatório. A permanência máxima é de 18 meses, salvo
exceções.

 Exemplo prá co: Após 6 meses em abrigo, equipe avalia se criança pode voltar para a família ou ser adotada.

Prioridade da Família de Origem (Art. 19, §3º)

 O que é? Manutenção ou reintegração à família tem prioridade sobre adoção.

 Como funciona? Família é incluída em programas de apoio para fortalecer vínculos e capacidades parentais.

 Exemplo prá co: Pais passam por cursos e recebem apoio psicológico antes de reaver a guarda.

Convivência com Pais Presos (Art. 19, §4º)

 O que é? Direito da criança a visitar pai ou mãe privados de liberdade.

 Como funciona? Visitas organizadas pelo responsável ou en dade de acolhimento, sem necessidade de autorização
judicial.

 Exemplo prá co: Criança visita a mãe em presídio feminino com acompanhamento da equipe do abrigo.

Mães Adolescentes em Acolhimento (Art. 19, §5º e §6º)


 O que é? Direito da mãe adolescente de permanecer com o bebê em acolhimento ins tucional.

 Como funciona? Recebe suporte de equipe especializada (psicólogo, assistente social, etc.).

 Exemplo prá co: Adolescente em abrigo permanece com seu bebê e par cipa de oficinas de cuidado infan l.

Entrega Legal para Adoção (Art. 19-A)

 O que é? Direito da gestante/mãe de entregar o filho para adoção legalmente.

 Como funciona? Mãe é ouvida pela equipe da Jus ça da Infância e pode ser encaminhada para apoio social e
psicológico.

 Exemplo prá co: Mulher grávida, sem condições de criar o filho, é orientada e encaminhada para entrega legal.

Busca por Família Extensa (Art. 19-A, §3º)

 O que é? Antes da adoção, procura-se por parentes (avós, os, etc.) aptos a acolher a criança.

 Como funciona? O prazo máximo é de 90 dias, prorrogável por igual período.

 Exemplo prá co: Bebê em abrigo é procurado pela a que deseja ficar com ele.

Garan a de Sigilo e Acompanhamento (Art. 19-A, §§5º ao 10)

 O que é? A entrega para adoção pode ser sigilosa e requer audiência judicial.

 Como funciona? Se os pais desis rem da entrega, há acompanhamento familiar por 180 dias.

 Exemplo prá co: Mãe que mudou de ideia sobre adoção recebe apoio psicossocial para criar o bebê.

Apadrinhamento Afe vo (Art. 19-B)

 O que é? Programa que permite a pessoas ou empresas estabelecerem laços afe vos com crianças em acolhimento.

 Como funciona? Padrinhos visitam, apoiam emocional e materialmente; não subs tui a adoção.

 Exemplo prá co: Empresário visita regularmente adolescente em abrigo e oferece curso de informá ca.

Igualdade de Direitos na Filiação (Art. 20)

 O que é? Todos os filhos têm os mesmos direitos, sejam biológicos ou adotados.

 Como funciona? Lei proíbe qualquer dis nção legal ou social.

 Exemplo prá co: Cer dão de nascimento de filho ado vo não diferencia da de filho biológico.

Exercício do Poder Familiar (Art. 21)

 O que é? Responsabilidade compar lhada entre pai e mãe.

 Como funciona? Ambos têm autoridade e deveres iguais; divergências são resolvidas judicialmente.

 Exemplo prá co: Pais separados discordam sobre escola do filho e pedem decisão do juiz.

Deveres dos Pais (Art. 22)

 O que é? Obrigações de sustento, guarda, educação e cumprimento das decisões judiciais.

 Como funciona? Pais devem cooperar igualmente na criação e podem transmi r suas crenças culturais.

 Exemplo prá co: Ambos os pais par cipam das reuniões escolares e a vidades religiosas da criança.

Carência Financeira ≠ Perda da Guarda (Art. 23)

 O que é? A pobreza, sozinha, não é jus fica va para perda da guarda.

 Como funciona? Famílias vulneráveis devem ser apoiadas por polí cas públicas antes de medidas drás cas.

 Exemplo prá co: Família recebe cesta básica, orientação e assistência, mantendo a guarda do filho.
Perda/Suspensão do Poder Familiar (Art. 24)

 O que é? Só pode ocorrer por decisão judicial, em casos graves ou reincidentes.

 Como funciona? Exige processo legal com direito de defesa e avaliação mul disciplinar.

 Exemplo prá co: Pai que agride gravemente o filho e não cumpre medidas prote vas pode perder a guarda.

2.3 ART 53 A 59
Direito à Educação:

 Inciso I: Igualdade de condições para acesso e permanência.


 Inciso III: Atendimento educacional especializado (AEE).
 Exemplo:
 Crianças com deficiência devem ter adaptações no espaço (cadeiras especiais, rampas).

Dever do Estado (Art. 54):

 O Estado deve garan r ensino gratuito e obrigatório, creches, pré-escola, inclusão, ensino noturno e suporte
suplementar (como transporte e merenda).
 A oferta irregular gera responsabilidade das autoridades.
 Obrigações do Estado:
 nciso IV: Atendimento em creches e pré-escolas.
 Link com a Apos la 1:
 Critérios para Creches (MEC/SEB, 2009): Máximo de 6 bebês por cuidador.

Acompanhamento Escolar (Art. 56):

 As escolas devem informar ao Conselho Tutelar casos de maus-tratos, faltas e evasão escolar

Dever de Comunicar Violações:

 Professores e monitores devem denunciar suspeitas de maus-tratos ao Conselho Tutelar.

Atribuição do Monitor:

 Registrar e reportar qualquer sinal de abuso (machucados, comportamento alterado).

Inovação e Cultura (Art. 57-58):

 O Estado deve es mular novas abordagens educacionais e respeitar os valores culturais, históricos e ar s cos do
aluno.

Acesso a Cultura e Lazer (Art. 59):

 Municípios, estados e União devem promover espaços culturais, espor vos e recrea vos voltados à infância e
juventude.

Segurança nas Ins tuições (Art. 59-A):

 Organizações que atuam com crianças e recebem verbas públicas devem manter cer dões criminais atualizadas de
seus colaboradores.

2.4 Prevenção e Proteção (Art. 70° ao 73°)


Prevenção:

 Ações para evitar violações de direitos (ex.: palestras sobre bullying).

Atribuição do Monitor:

 Mediar conflitos entre crianças (BASSEDAS, 2011).

Art. 71

Acesso a Serviços de Saúde:


 Crianças devem ser vacinadas e ter acompanhamento médico.

Link com a Apos la 1:

Manual de Higiene (PMSP, 2008): Isolar crianças doentes.

2.5 Crimes e Penalidades (Art. 208 e 245)


Art. 208

Crimes contra Crianças:

Exemplo: Deixar de matricular criança em idade escolar.

Atribuição do Monitor:

Observar faltas frequentes e comunicar à direção.

Art. 245

Descumprimento de Obrigações:

Multa para quem deixar de garan r direitos (ex.: escola sem acessibilidade)

3 LEI FEDERAL 13.722/2018 (PRIMEIROS SOCORROS EM ESCOLAS)


o Art. 1°

o Obje vo: Capacitar professores e funcionários em primeiros socorros.

o Atribuição do Monitor:

o Fazer cursos anuais de Heimlich e imobilização de fraturas.

o Art. 2°

o Treinamentos Obrigatórios:

o Parágrafo 1°: Carga horária mínima de 8 horas.

o Link com a Apos la 1:

o Primeiros Socorros (UEM, 2008): Procedimentos para engasgo.

4 BIBLIOGRAFIA REFERENCIAL:
1. ALMEIDA, G. P. – Teoria e prá ca em psicomotricidade (2006)

 Tema central: Relação entre movimento, emoção e cognição na criança.

 Principais tópicos:

o Conceito de psicomotricidade ampla e relacional;

o Avaliação da criança através do brincar e a vidades motoras;

o Diretrizes prá cas para uso em sala: jogos, orientações para ambiente e materiais.

 Foco para provas: Diferenças entre abordagem psicomotora “global” e “relacional”, testes e instrumentos de avaliação.

1. ALMEIDA, Geraldo Peçanha – Teoria e prá ca em psicomotricidade (2006)

Tema principal: Psicomotricidade na educação infan l

1. O que é?
A psicomotricidade é o campo que integra corpo, emoção e cognição, focando no movimento como meio de
expressão, autoconhecimento e aprendizagem infan l (Colégio Koelle, Wikipédia).

2. Como funciona?

Implanta-se por meio de a vidades lúdicas e propostas motoras que envolvem equilíbrio, coordenação, ritmo e
expressão corporal, sempre observando as fases do desenvolvimento de cada criança e oferecendo desafios
progressivos (Educador).

3. Exemplo prá co:

Um circuito de obstáculos com cones, cordas e túneis, onde a criança pula, rasteja e equilibra-se. O educador
observa suas respostas, incen va autoconfiança e registra progressos no por ólio (Rhema Neuroeducação,
[Link]).

2. BASSEDAS (Org.) – Aprender e ensinar na educação infan l (2011)

 Tema central: Formação de professores e prá cas pedagógicas inovadoras.

 Principais tópicos:

o Desenvolvimento cogni vo-afe vo na infância;

o Planejamento centrado na brincadeira e a vidade intencional;

o Avaliação forma va e documentarista da aprendizagem.

 Coincidências: Enfoque no brincar e avaliação forma va coincide com Brito, UNICEF e documentos do MEC.

2. BASSEDAS, Eulália (Org.) – Aprender e ensinar na educação infan l (2011)

Tema principal: Prá cas pedagógicas centradas no brincar e na formação docente

1. O que é?

Uma coletânea de reflexões e experiências que reúne teorias e prá cas pedagógicas inovadoras para a formação
de professores na Educação Infan l, com foco no desenvolvimento cogni vo-afe vo por meio de a vidades
lúdicas.

2. Como funciona?

Aplica-se via planejamento docente centrado na brincadeira, uso de avaliação forma va (por ólios,
documentações), ações intencionais na ro na e diálogo a vo com as famílias para construção do currículo.

3. Exemplo prá co:

A professora planeja um projeto semanal sobre “amizade”: roda de conversa, drama zação, pintura cole va,
documenta com fotos e relatos, compar lha com as famílias e usa esses registros para planejar a vidades
seguintes alinhadas ao interesse das crianças.

3. BRASIL. MEC – RCNEI, vol. 1

 Tema central: Diretrizes curriculares para Educação Infan l no Brasil.

 Principais pontos:

o Eixos estruturantes: corpo, linguagem, natureza, cultura, convivência;

o Princípios: direitos das crianças, interações sociais, brincar;

o Orientações para organização do espaço, tempo e ro na.

 Coincidências: Direitos e brincar também aparecem em ME/SEB (2009), UNICEF, PMSP, Bas- sedas)
3. BRASIL. MEC – RCNEI, Volume 1 (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infan l)

Tema principal: Diretrizes curriculares para Educação Infan l no Brasil

1. O que é?

Documento oficial do MEC que orienta a Educação Infan l em âmbito nacional, definindo eixos de trabalho (como
movimento, música, artes, linguagem, natureza e sociedade), princípios baseados em direitos da criança e metas
para organização de espaços, tempo e ro nas pedagógicas ([Link]).

2. Como funciona?

Divide-se em dois âmbitos de experiência:

 Formação Pessoal e Social (iden dade, convivência);

 Conhecimento de Mundo (linguagens: movimento, música, artes, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade e
matemá ca) ([Link], [Link]).

Estabelece obje vos gerais (autonomia, autoes ma, brincadeira, linguagens, convivência) e orientações didá cas
que incluem seleção de conteúdos, avaliação forma va, organização de espaço e parceria com famílias.

3. Exemplo prá co:

Em sala para crianças de 4–6 anos, promover a vidades do eixo "Movimento": roda de dança com diferentes
ritmos, brincadeiras de equilíbrio sobre uma linha no chão (fita adesiva), escalada leve num tapete; depois registro
das observações no por ólio, análise das habilidades motoras e afe vas desenvolvidas (bebea [Link],
monografi[Link]).

Caso queira, posso con nuar preparando esse po de resumo com três pontos (o que é, como funciona,
exemplo) para os outros materiais da lista (Como o manual de saúde da PMSP, os guias da UNIOESTE/UEM, o
manual do Criança Feliz etc.). É só dizer por onde quer seguir!

Perfeito! Vamos con nuar com os resumos completos e detalhados, respondendo às três questões principais para
cada material.

4. BRITO, T. A. de – Música na Educação Infan l (2003)

 Tema central: Importância da música como linguagem expressiva infan l.

 Principais tópicos:

o Desenvolvimento audi vo-motor e emocional;

o A vidades: canções, instrumentos, improvisação;

o Integração da música nas ro nas e projetos pedagógicos.

 Pontos para provas: Funções da música (afeto, socialização, linguagem), pos de a vidades e instrumentos simples.

4. BRITO, Teca Alencar de – Música na Educação Infan l (2003)

Tema: A música como linguagem expressiva e pedagógica

1. O que é?

É o uso da música como forma de expressão, socialização e aprendizado na infância. Envolve o canto, a escuta, a
improvisação e o uso de instrumentos de forma lúdica e espontânea.

2. Como funciona?
A música é inserida na ro na escolar de maneira transversal: em rodas de conversa, brincadeiras, transições
(entrada, lanche), e como recurso de ensino (ex.: músicas para contar, para lavar as mãos, etc.).

3. Exemplo prá co:

Durante o momento de roda, as crianças cantam “O sapo não lava o pé”, batem palmas no ritmo, depois imitam
sons e criam estrofes novas. Isso desenvolve ritmo, linguagem e expressão corporal.

5. FERREIRA (Org.) – Os fazeres na educação infan l (2011)

 Tema central: Diversificação das a vidades pedagógicas.

 Principais tópicos:

o Eixos de atuação: jogos, artes, linguagem, natureza, autoes ma;

o Documentação pedagógica e avaliação processual;

o Importância do projeto integrado.

 Coincidências: Avaliação con nua se apoia nos mesmos princípios de Bas- sedas; o brincar reforçado no RCNEI.

5. FERREIRA, Maria Clo lde Rosse (org.) – Os fazeres na educação infan l (2011)

Tema: Ações pedagógicas e prá cas co dianas na Educação Infan l

1. O que é?

Coletânea que aborda os diferentes "fazeres" do professor: planejar, observar, registrar, brincar, interagir e cuidar.
Defende uma prá ca pedagógica integrada e reflexiva.

2. Como funciona?

A organização da ro na envolve o planejamento de experiências significa vas, com foco no desenvolvimento


global da criança. O professor age como mediador e observador, registrando avanços e dificuldades para
replanejar.

3. Exemplo prá co:

O educador monta um can nho da leitura com almofadas e livros variados. Observa como as crianças exploram o
espaço, faz registros escritos e fotográficos, e propõe uma drama zação do livro lido.

6. LOPES et al. – Coleção Proinfan l, Módulo III, Unidade 6 (2006)

 Tema central: Orientações para a avaliação na educação infan l.

 Principais tópicos:

o Avaliação diagnós ca, forma va e soma va;

o Instrumentos: por ólios, registros, roda de conversa;

o Importância da par cipação da família.

 Coincidências: Avaliação forma va e par cipação da família também enfa zadas por Ferreira e Bas- sedas.

6. LOPES, Karina Risek (org.) – Proinfan l – Módulo III, Unidade 6 (2006)

Tema: Avaliação na Educação Infan l

1. O que é?
A avaliação na EI deve ser con nua, diagnós ca e forma va. O foco não é rotular ou reprovar, mas compreender o
desenvolvimento e planejar ações adequadas.

2. Como funciona?

Realizada por meio de observações, registros, por ólios, rodas de conversa e interações com a criança. Deve
considerar o contexto social e afe vo, respeitando o tempo de cada um.

3. Exemplo prá co:

O professor observa que uma criança está com dificuldade em se expressar oralmente. Passa a incen vá-la com
jogos de linguagem e registra as falas, usando isso para envolver a família e planejar novas ações.

7. MDSA – Cuidados para o desenvolvimento da criança (2012)

 Tema central: Diretrizes para famílias no programa Crianca Feliz.

 Principais tópicos:

o Es mulo afe vo, corporal, linguagem e socialização;

o Alimentação, higiene, sono, segurança domiciliar;

o A vidades lúdicas simples: can gas, leitura, contato social.

Para provas: Desenvolvimento integral, papel familiar e ro na de cuidados

7. MDSA – Cuidados para o desenvolvimento da criança (2012)

Tema: Orientações para famílias no Programa Criança Feliz

1. O que é?

Manual de orientações que visa fortalecer os vínculos familiares e promover o desenvolvimento integral da criança
nos primeiros anos de vida.

2. Como funciona?

Por meio de visitas domiciliares, são sugeridas a vidades simples com foco em afeto, linguagem, alimentação,
higiene, segurança e brincadeiras. Envolve escuta a va da família.

3. Exemplo prá co:

A visitadora orienta a mãe a cantar enquanto troca a fralda do bebê, es mulando linguagem, vínculo afe vo e
ro na saudável.

8. ME/SEB – Critérios para creches com respeito aos direitos fundamentais (2009)

 Tema central: Normas para creches garan ndo direitos fundamentais.

 Principais tópicos:

o Respeito à individualidade, brincadeira, convivência, saúde e alimentação;

o Espaço sico e segurança;

o Par cipação da família e avaliação con nua.

 Coincidências: Ecoa o RCNEI em direitos, brincadeira e espaço respeitoso.

8. ME/SEB – Critérios para atendimento em creches com respeito aos direitos fundamentais (2009)

Tema: Direitos das crianças na primeira infância


1. O que é?

Documento que define critérios mínimos de qualidade para creches públicas e conveniadas, com base nos direitos
das crianças: proteção, educação, saúde, afeto, respeito.

2. Como funciona?

São estabelecidos indicadores para espaço sico, relação adulto-criança, alimentação, higiene, segurança,
planejamento e formação docente.

3. Exemplo prá co:

Uma creche reorganiza seus espaços para garan r ambientes acessíveis, com can nhos de brincar, de descanso e
de leitura, conforme diretrizes do documento.

9. PMSP – Manual de boas prá cas de higiene e cuidados com a saúde (2008)

 Tema central: Procedimentos sanitários e de saúde na escola.

 Principais tópicos:

o Higienização de mãos, troca de fraldas, limpeza de ambientes;

o Vigilância de doenças, primeiros-sinais e prevenção;

o Ro nas de alimentação e vacinação.

 Uso em provas: Sequência correta de higiene, registro de ocorrências, protocolos sanitários.

9. PMSP – Manual de boas prá cas de higiene e cuidados com a saúde (2008)

Tema: Cuidados básicos de saúde em centros de educação infan l

1. O que é?

Guia com protocolos de higiene, prevenção de doenças e cuidados com a saúde voltado aos profissionais da
Educação Infan l.

2. Como funciona?

Traz normas para lavagem de mãos, preparo de alimentos, troca de fraldas, esterilização de brinquedos, controle
de surtos e acompanhamento de saúde.

3. Exemplo prá co:

Profissionais higienizam brinquedos com solução clorada diariamente e ensinam as crianças a lavar as mãos antes
das refeições com can gas.

10. PMSP/UNICEF – Toda hora é hora de cuidar (2013)

 Tema central: Estratégias de atenção con nua em creche.

 Principais tópicos:

o Intervenções educa vas em momentos do dia (entrada, refeição, higiene, recreio);

o Atenção afe va e registros da interação;

o Formação docente para cuidado integral.

Coincidências: Atenção sistemá ca ao cuidado reforça orientações da PMSP (2008) e do MDSA


10. PMSP/UNICEF – Toda hora é hora de cuidar (2013)

Tema: Cuidado integrado na ro na escolar

1. O que é?

Manual que propõe a integração do cuidado em todos os momentos da ro na da creche (não apenas em
momentos "higiênicos"), reforçando a dimensão afe va e educa va do cuidar.

2. Como funciona?

A ro na (chegada, alimentação, sono, brincadeiras) é pensada como espaço de escuta, vínculo e aprendizagem. O
professor cuida e educa ao mesmo tempo.

3. Exemplo prá co:

Durante o lanche, a professora conversa com as crianças sobre os alimentos, suas cores e texturas, incen vando a
linguagem, hábitos saudáveis e vínculo afe vo.

11. SEST/SENAT – Cuidados especiais no transporte de escolares (2016)

 Tema central: Segurança no transporte de crianças.

 Principais tópicos:

o Tipos de veículos e normas legais;

o Uso de cintos, disposi vos de fixação e condutas seguras dos profissionais;

o Emergências e primeiros-socorros.

Para provas: Legislação básica, checagem de veículos e equipamentos, conduta de emergência

11. SEST/SENAT – Cuidados Especiais no Transporte de Escolares (2016)

Tema: Segurança no transporte escolar

1. O que é?

Curso e material de capacitação sobre os cuidados e procedimentos corretos no transporte de crianças,


promovendo segurança e bem-estar.

2. Como funciona?

Inclui regras de uso do cinto, acessibilidade, embarque/desembarque, primeiros-socorros, comunicação com pais e
professores.

3. Exemplo prá co:

O motorista confere se todas as crianças estão com cinto, realiza o embarque em fila, avisa os responsáveis em
caso de atraso ou ocorrência.

12. UEM – Primeiros Socorros e Prevenção de Acidentes – ambiente escolar (2008)

 Tema central: Estratégias básicas de urgência dentro da escola.

 Principais tópicos:

o Procedimentos: hemorragias, queimaduras, convulsões, obstruções;

o Kits, formação para equipe escolar, comunicação de emergência;

o Prevenção de acidentes domés cos e escolares.


 Coincidências: Complementa o manual da UNIOESTE (2016).

12. UEM – Primeiros Socorros e Prevenção de Acidentes no Ambiente Escolar (2008)

Tema: Primeiros-socorros no contexto escolar

1. O que é?

Manual voltado a educadores com instruções básicas para agir em situações de emergência com crianças na
escola.

2. Como funciona?

Explica como agir em casos de quedas, engasgos, queimaduras, convulsões, desmaios e cortes, além de indicar o
conteúdo de um kit de primeiros-socorros.

3. Exemplo prá co:

Ao ver uma criança engasgada, a professora aplica a manobra de Heimlich conforme o guia orienta, enquanto
outra chama os responsáveis.

13. UNICEF – Brinquedos e Brincadeiras de Creche (2012)

 Tema central: Guia prá co de materiais e jogos educa vos.

 Principais tópicos:

o Brincadeiras por faixa etária: propostas sensoriais, motoras, simbólicas;

o Materiais recicláveis, ro nas de roda e a vidades cole vas;

o Integração à ro na pedagógica.

 Coincidências: Reforço do brincar como eixo fundamental no RCNEI e Bas- sedas.

13. UNICEF – Brinquedos e Brincadeiras de Creche (2012)

Tema: Brincadeiras e cultura lúdica infan l

1. O que é?

Manual que reúne sugestões de brincadeiras organizadas por faixa etária, com foco no desenvolvimento integral
da criança em creches.

2. Como funciona?

Cada brincadeira é descrita com obje vos, materiais e adaptações possíveis. As a vidades favorecem habilidades
motoras, cogni vas e sociais.

3. Exemplo prá co:

Brincadeira “Cadê o objeto?”: uma criança esconde um brinquedo enquanto outra procura, desenvolvendo
memória, atenção e vínculo com os colegas.

14. UNIOESTE – Primeiros Socorros no Ambiente Escolar (2016)

 Tema central: Atualização de procedimentos de primeiros socorros.

 Principais tópicos:

o Protocolo de avaliação, atendimento de urgência, comunicação eficaz;


o Registros técnicos e integração com serviços médicos;

o Jogos, simulações e prá cas de equipe.

Coincidências: Similar aos procedimentos da UEM, com foco em simulação ins tucional.

14. UNIOESTE – Primeiros Socorros para o Ambiente Escolar (2016)

Tema: Prevenção de acidentes e atendimento emergencial

1. O que é?

Guia que atualiza os conhecimentos sobre primeiros-socorros voltados ao ambiente escolar, reforçando a
importância da formação da equipe.

2. Como funciona?

Apresenta medidas preven vas, protocolos de atendimento rápido e orientações sobre como agir com calma e
segurança diante de emergências.

3. Exemplo prá co:

Durante uma aula, uma criança escorrega e bate a cabeça. A professora imobiliza a criança, aciona o SAMU e
no fica a coordenação, conforme o protocolo.

5 APOSTILA DE ESTUDO PARA MONITOR DE ESCOLA

5.1 INTRODUÇÃO AO CARGO DE MONITOR DE ESCOLA

O que Faz um Monitor de Escola?

O monitor de escola é um profissional essencial no apoio ao desenvolvimento infan l, trabalhando em conjunto com
professores para garan r o bem-estar, segurança e aprendizado das crianças. Suas principais funções incluem:

- Cuidados básicos: higiene, alimentação, sono e locomoção.

- Apoio pedagógico: auxílio em a vidades lúdicas e educa vas.

- Segurança: prevenção de acidentes e primeiros socorros.

- Comunicação: relatar ocorrências e par cipar de reuniões.

Exemplo Prá co:

Se uma criança está aprendendo a escovar os dentes, o monitor deve orientar os movimentos corretos (segurando a escova
junto com ela) e elogiar o progresso, incen vando a autonomia.

5.2 DESENVOLVIMENTO INFANTIL E PSICOMOTRICIDADE


5.2.1 O que é Psicomotricidade?
É a relação entre movimento, emoção e cognição, essencial para o desenvolvimento infan l.

Principais Componentes:

- Coordenação Motora:

- Global: correr, pular, equilibrar-se.


- Fina: recortar, desenhar, amarrar cadarços.

- Esquema Corporal: reconhecer partes do corpo (ex.: "mostre seu nariz").

- Lateralidade: definir dominância (direita/esquerda).

A vidades Prá cas:

- Circuitos motores (pular corda, passar por túneis).

- Brincadeiras com bolas (chutar, arremessar).

Base Legal:

- RCNEI (MEC): A psicomotricidade deve ser trabalhada desde a creche.

5.3 AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL


3.1. Como Es mular a Autonomia?

- Alimentação: usar talheres adequados à idade e copos an -derramamento.

- Higiene: ensinar a lavar as mãos e escovar os dentes passo a passo.

- Vestuário: incen var a calçar sapatos e guardar mochilas.

Exemplo:

Se uma criança derruba comida, o monitor deve ajudá-la a limpar, mas não fazer por ela, dizendo: *"Vamos pegar
o pano juntos?

5.4 ROTINAS DE CUIDADOS DIÁRIOS


4.1. Troca de Fraldas e Desfralde

- Passo a Passo:

1. Lavar as mãos antes e depois.

2. Usar luvas (se necessário).

3. Limpar com algodão e água morna.

4. Aplicar pomada anta assaduras (se indicado).

Sinais de Pron dão para o Desfralde:

- A criança avisa quando está suja.

- Mostra interesse em usar o vaso sanitário.

Erro Comum em Provas:

- Forçar o desfralde antes da criança estar pronta (pode causar traumas).

5.5 SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES


5.1. Riscos Comuns em Escolas

- Quedas: brinquedos quebrados, pisos molhados.

- Engasgos: alimentos pequenos (uva inteira, balas).

- Intoxicação: produtos de limpeza acessíveis.


Como Prevenir:

- Brinquedos: sem pontas afiadas e laváveis.

- Área externa: verificar buracos e objetos cortantes.

Norma do MEC:

- Bebês (0-1 ano): máximo de 6 crianças por cuidador.

5.6 PRIMEIROS SOCORROS NO AMBIENTE ESCOLAR


6.1. Procedimentos Básicos

| Situação | Ação Correta |

|---------- |--------------|

| Engasgo | Manobra de Helix (compressões abaixo do esterno). |

| Queda com fratura | Imobilizar o membro e chamar socorro. |

| Queimadura | Lavar com água corrente (NUNCA gelo ou pomadas). |

Erro Grave:

- Puxar a criança pelo braço após queda (pode lesionar ar culações).

5.7 HIGIENE E SAÚDE NA ESCOLA


7.1. Protocolos de Limpeza

- Brinquedos: lavar diariamente com água e sabão.

- Berços: lençóis trocados diariamente.

Doenças Comuns:

- Conjun vite: afastar a criança até liberação médica.

- Piolhos: comunicar os pais e evitar compar lhar pentes.

5.8 ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO INFANTIL


8.1. Papel do Monitor na Alimentação

- Crianças pequenas: cortar alimentos em pedaços seguros.

- Alergias: verificar cardápios e restrições (ex.: lactose).

Regra de Ouro:

- NUNCA forçar a criança a comer.

5.9 BRINCADEIRAS E ATIVIDADES LÚDICAS


9.1. Tipos de Brincadeiras por Idade

| Idade | Exemplo |

|------- |--------- |

| 0-2 anos | Chocalhos, móbiles. |


| 2-4 anos | Faz-de-conta (casinha, mercado). |

Dica para Provas:

- Brincadeiras não devem reforçar estereó pos (ex.: "meninos não brincam de boneca").

5.10 INCLUSÃO E APOIO A ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS


10.1. Crianças com Deficiência

- Mobilidade reduzida: cadeiras adaptadas, rampas.

- Au smo: evitar barulhos altos e usar comunicação visual.

Lei de Inclusão (LBI 13.146/2015):

- Escolas devem oferecer atendimento especializado.

5.11 LEGISLAÇÃO E DIREITOS DA CRIANÇA


11.1. Leis Importantes

- ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente):

- Art. 53: Direito à educação e respeito.

- LDB (Lei 9.394/96): Educação Infan l como etapa obrigatória.

5.12 COMUNICAÇÃO E TRABALHO EM EQUIPE


12.1. Como Reportar Ocorrências?

- Registrar por escrito (data, horário, fatos).

- Comunicar ao professor antes de tomar decisões.

Exemplo:

*"João caiu no parque às 10h, não houve sangramento, mas ele chorou. Aplicamos gelo e avisamos os pais."*

5.13 ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR


13.1. Critérios para Ambientes Seguros

- Can nhos temá cos (leitura, fantasia).

- Brinquedos organizados por faixa etária.

Norma do MEC:

- Espaços devem ser flexíveis (não fixos).


6 APOSTILA DE ESTUDO PARA MONITOR DE ESCOLA – 2
6.1 ECA
1. DIREITO À VIDA E À SAÚDE (ECA – ART. 7° AO 14°)

Art. 7°

- Direito à vida e à saúde:

- Parágrafo único: Acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde.

- Atribuição do Monitor:

- Observar sinais de doenças (febre, manchas na pele) e comunicar aos responsáveis.

Art. 9°

- Responsabilidade do Poder Público:

- Garan r atendimento médico e odontológico.

- Exemplo Prá co:

- Se uma criança tem cárie, o monitor deve orientar os pais a buscar um den sta.

Art. 14

- Acesso a Serviços de Saúde:

- Inciso II: Par cipação em programas de prevenção (ex.: vacinação).

- Link com a Apos la 1:

- Manual de Higiene (PMSP, 2008): Isolar crianças doentes para evitar contágio.

---

2. DIREITO À LIBERDADE, RESPEITO E DIGNIDADE (ECA – ART. 15 A 18-B)

Art. 15

- Direito à Liberdade:

- Inciso IV: Brincar e par cipar da vida cultural.

- Atribuição do Monitor:

- Garan r que todas as crianças tenham acesso às brincadeiras.

Art. 17

- Direito ao Respeito:

- Inciso I: Inviolabilidade sica, psíquica e moral.


- Exemplo Prá co:

- NUNCA usar apelidos que constranjam a criança.

Art. 18-B

- Prevenção de Violência:

- Escolas devem promover ações contra bullying.

- Link com a Apos la 2:

- ECA (Art. 70): Prevenção é dever de todos.

---

3. DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA (ECA – ART. 19 A 24)

Art. 19

- Direito à Convivência Familiar:

- Parágrafo único: Crianças não devem ser separadas dos pais sem justa causa.

- Atribuição do Monitor:

- Facilitar a adaptação de crianças em casos de adoção ou guarda.

Art. 23

- Família Natural ou Subs tuta:

- Inciso I: Prioridade para a família natural.

- Exemplo:

- Se uma criança é adotada, o monitor deve respeitar sua nova iden dade (ex.: nome social).

---

4. AUTORIZAÇÃO PARA VIAJAR (ECA – ART. 83 A 85)

Art. 83

- Viagens Nacionais:

- Inciso I: Autorização dos pais ou responsáveis.

- Atribuição do Monitor:

- Verificar documentos em passeios escolares.

Art. 85
- Viagens Internacionais:

- Parágrafo único: Autorização judicial se um dos pais se opuser.

- Exemplo Prá co:

- Em viagens da escola, o monitor deve ter cópia da autorização dos pais.

---

5. PROTEÇÃO JUDICIAL DOS INTERESSES INDIVIDUAIS, DIFUSOS E COLETIVOS (ECA – ART. 208)

Art. 208

- Crimes contra Crianças:

- Inciso I: Deixar de garan r direitos básicos (educação, saúde).

- Atribuição do Monitor:

- Denunciar ao Conselho Tutelar se uma criança está sendo negligenciada.

---

6. INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS (ECA – ART. 245)

Art. 245

- Descumprimento de Obrigações:

- Multa para quem deixar de matricular criança em idade escolar.

- Exemplo:

- Se um responsável não matricular a criança, a escola deve comunicar o Conselho Tutelar.

---

6.2 7. APROFUNDAMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS (LEI 13.722/2018)

Capacitação Obrigatória:

- Conteúdo:

- Helix, imobilização de fraturas, queimaduras.

- Atribuição do Monitor:

- Fazer cursos anuais e pra car os procedimentos.

Exemplo Prá co:


- Se uma criança cai e sangra, o monitor deve:

1. Lavar o ferimento com água.

2. Aplicar gaze estéril.

3. Comunicar os pais.

6.3 8. TEMAS COMPLEMENTARES DOS LIVROS E MANUAIS DO EDITAL

8.1. Psicomotricidade (ALMEIDA, 2006)

- A vidades Complementares:

- Equilíbrio: Andar sobre linhas no chão.

- Coordenação: Jogos de encaixe.

8.2. Música na Educação Infan l (BRITO, 2003)

- Prá cas Avançadas:

- Exploração de Sons: Usar copos com água para notas musicais.

8.3. Transporte Escolar (SEST/SENAT, 2016)

- Normas Específicas:

- Cadeirinhas: Obrigatórias até 7,5 anos.

7 QUESTÕES DE CONCURSO COMENTADAS

7.1 ATRIBUIÇÕES DO CARGO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

1. Psicomotricidade na Educação Infan l

1. (FCC) A psicomotricidade na educação infan l trabalha:

a) Apenas habilidades motoras.

b) A integração entre movimento, emoção e cognição. (CORRETA)

c) Somente a coordenação motora fina.

d) Exclusivamente o desenvolvimento intelectual.

Explicação:

- A alterna va B está correta porque a psicomotricidade integra movimento, emoção e pensamento (ALMEIDA, 2006).

- As outras estão erradas porque reduzem a psicomotricidade a apenas um aspecto.


Comentário:

- Questões sobre psicomotricidade sempre cobram sua abordagem integrada.

---

2. (CESPE) Brincadeiras como pular corda e amarrar cadarços desenvolvem, respec vamente:

a) Lateralidade e esquema corporal.

b) Coordenação global e fina. (CORRETA)

c) Equilíbrio e ritmo.

d) Cognição e afe vidade.

Explicação:

- B está correta: pular corda exige coordenação global, e amarrar cadarços, coordenação fina.

- As demais confundem conceitos.

Comentário:

- Saiba diferenciar coordenação global (correr, pular) e fina (desenhar, escrever).

---

3. (VUNESP) O esquema corporal pode ser trabalhado com:

a) Can gas de roda.

b) Nomeação de partes do corpo. (CORRETA)

c) Jogos de tabuleiro.

d) Contação de histórias.

Explicação:

- B está correta: a vidades como "mostre seu nariz" reforçam o esquema corporal.

- As outras não focam no reconhecimento do corpo.

Comentário:

- Esquema corporal é base para autonomia (ex.: ves r-se sozinho).

---
4. (FGV) A lateralidade é importante porque:

a) Define a dominância (direita/esquerda). (CORRETA)

b) Melhora a capacidade de leitura.

c) Aumenta a força muscular.

d) Elimina a necessidade de coordenação.

Explicação:

- A está correta: lateralidade ajuda a criança a organizar-se no espaço.

- As demais são irrelevantes ou falsas.

Comentário:

- Lateralidade é cobrada em questões sobre escrita (evitar inversões de letras).

---

5. (IBFC) Circuitos psicomotores devem incluir:

a) Apenas a vidades de corrida.

b) Tarefas que desafiem equilíbrio e coordenação. (CORRETA)

c) Exercícios de memorização.

d) Jogos compe vos.

Explicação:

- B está correta: circuitos misturam pular, equilibrar, rastejar.

- As outras não refletem o obje vo psicomotor.

Comentário:

- Circuitos são avaliações prá cas do desenvolvimento infan l.

---

2. Autonomia e Independência

1. (FCC) Para es mular autonomia na alimentação, o monitor deve:

a) Alimentar a criança para evitar sujeira.

b) Usar copos an -derramamento e elogiar tenta vas. (CORRETA)

c) Proibir o uso de talheres.


d) Ignorar erros.

Explicação:

- B está correta: copos adaptados e reforço posi vo incen vam a independência.

- As outras são contraproducentes.

Comentário:

- Autonomia exige paciência e incen vo.

---

2. (CESPE) Durante o desfralde, é correto:

a) Forçar a criança a usar o vaso.

b) Esperar sinais de pron dão (ex.: avisar quando suja). (CORRETA)

c) Punir acidentes.

d) Ignorar o processo.

Explicação:

- B está correta: o desfralde deve ser respeitoso e gradual.

- As outras podem causar traumas.

Comentário:

- Sinais de pron dão incluem interesse no vaso e controle esfincteriano.

7.2 VOLUME 2: LEIS E DIREITOS (ECA E LEI 13.722/2018)

1. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

1. (FCC) Segundo o ECA (Art. 4°), é dever:

a) Garan r direitos com prioridade absoluta. (CORRETA)

b) Privilegiar crianças de alta renda.

c) Ignorar polí cas públicas.

d) Restringir acesso à educação.

Explicação:

- A está correta: o ECA exige prioridade máxima para crianças.


- As outras violam o estatuto.

Comentário:

- "Prioridade absoluta" é termo chave em provas.

---

2. (VUNESP) O Art. 53 do ECA assegura:

a) Direito à educação inclusiva. (CORRETA)

b) Apenas ensino médio gratuito.

c) Restrição a crianças com deficiência.

d) Educação faculta va.

Explicação:

- A está correta: o ar go garante acesso à escola para todos.

- As outras são incons tucionais.

Comentário:

- ECA + LDB = base para questões sobre inclusão.

7.3 VOLUME 3: COMPLEMENTOS E APROFUNDAMENTO

1. Direito à Saúde (ECA – Art. 7°-14°)

1. (FCC) O Art. 14 do ECA garante:

a) Acesso a vacinas e prevenção de doenças. (CORRETA)

b) Atendimento médico apenas em emergências.

c) Saúde como responsabilidade exclusiva da família.

d) Restrição a tratamentos especializados.

Explicação:

- A está correta: o ar go inclui programas preven vos (ex.: vacinação).

- As outras negam direitos.

Comentário:

- Saúde preven va é dever do Estado (SUS).


---

2. (CESPE) Se uma criança chega com machucados suspeitos, o monitor deve:

a) Ignorar para não causar conflitos.

b) Comunicar ao Conselho Tutelar. (CORRETA)

c) Punir a criança.

d) Esperar os pais resolverem.

Explicação:

- B está correta: Art. 56 do ECA exige denúncia de maus-tratos.

- As outras configuram negligência.

Comentário:

- Monitores são agentes de proteção.

RESUMO COMPLETO PARA MONITOR DE ESCOLA

Conteúdo Detalhado Baseado no Edital, Leis, Livros e Questões Comentadas

8 ATRIBUIÇÕES DO CARGO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

1.1. Psicomotricidade na Educação Infan l

Conceito: Relação entre movimento, emoção e cognição (ALMEIDA, 2006).

Componentes:

- Coordenação motora global (correr, pular) e fina (recortar, desenhar).

- Esquema corporal: Reconhecimento das partes do corpo (ex.: "mostre seu joelho").

- Lateralidade: Definição de dominância (direita/esquerda).

Prá cas:

- Circuitos psicomotores (equilíbrio em traves, saltos).

- Brincadeiras com bolas (chutar, arremessar).

Base Legal:

- RCNEI (MEC): A psicomotricidade deve ser trabalhada desde a creche.


Questão Comentada:

*(FCC) A psicomotricidade na educação infan l trabalha:*

- B) A integração entre movimento, emoção e cognição.

Por quê? As outras alterna vas reduzem o conceito a apenas um aspecto.

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1.2. Autonomia e Independência

Como Es mular:

- Alimentação: Uso de copos an -derramamento e talheres adaptados.

- Higiene: Ensinar a lavar as mãos em 5 passos (molhar, ensaboar, esfregar, enxaguar, secar).

- Vestuário: Incen var a calçar sapatos e guardar mochilas.

Exemplo Prá co:

- Durante o desfralde, observar sinais de pron dão (ex.: criança avisa quando está suja).

Questão Comentada:

*(CESPE) Durante o desfralde, é correto:*

- B) Esperar sinais de pron dão.

Por quê? Forçar ou punir pode causar traumas emocionais.

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1.3. Ro nas de Cuidados Diários

Higiene:

- Troca de fraldas: Usar luvas, algodão e água morna.

- Escovação dental: Supervisionar o uso de pasta sem flúor para menores de 2 anos.

Sono:

- Berços individuais com colchões firmes (MEC/SEB, 2009).

Questão Comentada:

*(VUNESP) O monitor deve lavar as mãos após trocar fraldas? *

- Certo. Prevê-se a contaminação cruzada.

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9 LEIS E DIREITOS (ECA E LEI 13.722/2018)

2.1. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

Ar gos-Chave:

- Art. 4°: Prioridade absoluta em polí cas públicas.

- Art. 53: Direito à educação inclusiva e gratuita.

- Art. 56: Dever de comunicar maus-tratos ao Conselho Tutelar.

Exemplo Prá co:

- Se uma criança apresenta machucados suspeitos, registrar e comunicar imediatamente.

Questão Comentada:

*(FCC) Segundo o ECA (Art. 56), é dever do monitor:*

- B) Comunicar suspeitas de maus-tratos ao Conselho Tutelar.

Por quê? Omi r-se configura negligência.

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2.2. Lei 13.722/2018 (Primeiros Socorros)

Obrigações:

- Capacitação anual em Helix, fraturas e queimaduras.

- Carga horária mínima: 8 horas.

Procedimentos:

- Engasgo: Manobra de Helix (compressões abaixo do esterno).

- Quedas: Imobilizar o membro e acionar socorro.

Questão Comentada:

*(VUNESP) A Lei 13.722/2018 exige:*

- A) Treinamento anual em primeiros socorros.

Por quê? A lei é clara sobre a reciclagem periódica.

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10 SEGURANÇA, SAÚDE E INCLUSÃO

3.1. Prevenção de Acidentes

Riscos Comuns:

- Quedas: Brinquedos quebrados ou pisos molhados.

- Engasgos: Alimentos pequenos (uva inteira, balas).

Normas:

- Brinquedos: Sem pontas afiadas e laváveis (PMSP, 2008).

- Transporte escolar: Cadeirinhas para menores de 7,5 anos (Res. 277 do CONTRAN).

Questão Comentada:

*(FGV) O que previne engasgos em crianças menores? *

- C) Cortar alimentos em pedaços pequenos.

Por quê? Alimentos redondos são os mais perigosos.

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3.2. Inclusão de Alunos com Deficiência

Adaptações:

- Cadeiras de rodas: Espaços acessíveis e rampas.

- Au smo: Uso de pictogramas para comunicação.

Base Legal:

- LBI (Lei 13.146/2015): Direito à educação inclusiva.

Questão Comentada:

*(CESPE) Crianças com deficiência têm direito:*

- A) A atendimento educacional especializado.

Por quê? A LDB e o ECA garantem esse direito.

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3.3. Comunicação e Trabalho em Equipe

Boas Prá cas:

- Registrar ocorrências: Data, horário e descrição detalhada.


- Reuniões: Par cipar a vamente de formações sobre desenvolvimento infan l.

Exemplo:

- Relatório diário: *"Maria (3 anos) demonstrou dificuldade em compar lhar brinquedos. Mediamos o conflito com rodas de
conversa."*

Questão Comentada:

*(IBFC) O monitor deve reportar ao professor:*

- D) Todas as ocorrências relevantes do dia.

Por quê? A comunicação con nua é essencial para o planejamento pedagógico.

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COMENTÁRIOS FINAIS

- ECA: Foco em Art. 4°, 53, 56 e 245 (prioridade absoluta, educação, denúncia e infrações).

- Primeiros Socorros: Helix e imobilização são os procedimentos mais cobrados.

- Dica: Em questões sobre autonomia, priorize respostas que envolvam mediação (não fazer pela criança, mas orientar).

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