14/01/2025, 00:50 Bradock RPG - Baali
Baali
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BaaliHISTÓRICO Existem aqueles que nem os monstros de Caim mencionam facilmente. Em noite
imemoriais, as trevas criaram "Crianças" em segredo. Então, Deus disse: "Faça-se a Luz", e a luz foi feita.
Então, as crianças da Noite passaram a sofrer terrivelmente pela espada da Luz. Nesses dias, os céus ficaram
em chamas com a fúria de Deus, arremessando as crianças sobre a terra. Com a queda, a terra se rachou,
criando vários e grandes abismos. Os sobreviventes da grande queda rastejam, então, para o interior do solo
rasgado, permanecendo, assim, longe dos olhos de Deus, o Sol. Um bando de mortais, a primeira tribo, foram
as primeiras criaturas vivas a encontrar-se com uma criança da noite. Enquanto escavavam um poço fora da
nova cidade de Ashur, uma dessas crianças foi desoberta. Enquanto o Sol queimava sua pele, carne e ossos,
gritava e amaldiçoava o nome de Deus, clamando por seus irmão, para que viessem em seu socorro, e
lançando maldições em seus algozes. Enquanto gritava o verdadeiro nome, as pessoas que ali estavam
notaram que a terra tremia. Então ele morreu, e sua carne subiu para o céu como fumaça envenenada. Esta
breve revelação foi o suficiente para mudar a primeira tribo. As palavras da criança tranmitiram sementes
negras. Eles notaram que, chamado os nomes que a Criança clamou quando a haviam descoberto, podiam
ouvir seus murmúrios atravessando o vento. Perceberam, então, o poder que estas crianças possuíam, o
queriam para si, criando um culto a essas divindades e transformando-se em acólitos desses falsos deuses.
Porém, os nomes verdadeiros dessas criaturas continuavam carregados de poder, e a primeira tribo não
queria perder o poder que haviam conquistado. Para manter as Crianças da Noite adormecidas, a tribo
torturou seus irmãos, violentou seus próprios filhos, mutilou a si própria, devorou a fraqueza nas orgias
canibais e dedicou-se à imundice e degradação. Sacrificío encheram os sonhos dos monstros com sons de
angústia e miséria, mantendo as divindades adormecidas como uma "canção de ninar". Foi criado um poço no
centro da cidade, onde eram oferecidos sacrifícios. Em tempos de guerras, Ashur, como era conhecida a
primeira cidade, sacrificavam os prisioneiros escravos como oferendas, e em tempos de paz, roubavam gado e
crianças das tribos vizinhas e os oferciam aos "deuses". Na verdade, estas divindades eram demônios,
adorados no passado. As vítimas era estripadas e seu sangue coletado em jarros de pedra. Os orgãos eram,
então, retirados cuidadosamente, e estudados. Depois, eram jogados no poço, em cima dos corpos das
vítimas. Com a chegada da noite, o sangue coletado seria derramado sobre os corpos ainda quentes,
misturando uma corrente de corrupção e carne podre, servindo para procriação de enxame de moscas. Estes
rituais, contudo, não passariam despercebidos para sempre. Vários outros poderes guiavam o mundo naquela
época, sabendo quando uma reverência era feita para eles. Então, ao cair de uma noite, um cainita de maios
poder e majestade encontrou o poço. Os sacerdotes elevaram suas vozes contra ele, valendo-se sempre de
fortes encantamentos, que de nada adiantava. O poder de sua voz abateu os sacerdotes, silenciando-os em
seus choro. Seu olhar derrubava facilmente os de mente débil e frágil. Os fortes em corpo, mas não de mente,
ele rasgou os corpos, arremesando para longe os pedaços de carne. Os fortes de mente, mas não de corpo, ele
ordenava que se mutilassem, cortando-se com facas longas. Os mais belos eram obrigados a copular, e assim
ele fundia suas carnes, arrancava deus ossos, e em seguida os empalavam, para verem a morte um do outro.
Isso serviou para mostras a este povo que o que estavam fazendo era com seus rituais não era nada, a não ser
crianças brincando de demônios. Todos os corpos foram, então, arremessados dentro do poço, boiando no
próprio sangue. Já estava amanhecendo quando, rasgando seu próprio pulso, o cainita jogou três porções de
seu sangue dentro do poço, virando as costas e indo embora. no anoitecer daquele dia, três figuras surgem do
interior do poço. Estes três sobreviventes, que escalaram o poço para fora, estavam imundos com sangue
coagulado, clamando com fúria e loucura por seu criador tê-los abandonados. O Clã Baali havia nascido. Os
três eram Nergal, o terror por trás da divindade babilônica, e que permaneceu com os braços sobre os rios
Tigre e Eufrates; O segundo foi Moloch que espalhou os Baali pelo império da Fenícia; e o terceiro que
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Tigre e Eufrates; O segundo foi Moloch, que espalhou os Baali pelo império da Fenícia; e o terceiro, que
permanece um mistério, pois nem Nergal, nem Moloch, falam a respeito deste irmão. Os Baali são
exploradores, antes de tudo, estudantes do desconhecido, do desconhecível, do inexprimível. Seus olhos e
ouvidos coletam segredos esquecidos. Deles é a canção que ecoou pela eternidade desde que seu progenitor
sem nome tocou pela primeira vez o acorde cruel que fraturou a parede entre os mundos. E deles são os
dedos pacientes e determinados que tem mexido na ferida desde então. As noites modernas encontram os
Baali remanescentes em algo como uma terra de ninguém em meio às incontáveis facções povoando o Mundo
das Trevas. Eles estão morrendo, odiados, temidos, caçados pela Camarilla, Sabá e uma multidão de outras
frontes, vítimas de centenas de difamadores e divisões de dentro e de fora. Eles estão caindo, indo pro fundo
do poço, sofrendo de alguma degeneração inescapável de espírito que reivindica mais de seus números a cada
noite que passa, condenados a uma passagem lenta e contínua de mágico para monstro para memória. Ainda
assim eles trabalha arduamente pela erosão e eventual destruição desse mundo, para preparar o caminho
para Aqueles Que Esperam Além.
Apelido: Infernalistas
Secto: Os Baali não pertencem a secto algum, e nenhum secto iria aceitá-los. Apesar de os Baali afirmarem
bastante que corromperam muitos vampiros para sua causa, a verdade parece ser o oposto disso, a menos
que os convertidos sejam muito habilidosos em se esconder.
Aparência: Quando não vestidos com os adornos de rituais, a maioria dos adoradores de Baal parecem
notavelmente normais, até sóbrios, preferindo roupas não chamativas e hábitos sutis. (Uns poucos jovens
demoníacos com estilo pessoal, envolvidos com os componentes mais básicos de seus repertórios e
reputação, preferem a imagem de piercing, pintura e promiscuidade favorecida pela mídia, mas os anciões
olham essas crianças problemáticas com desdém). A maioria possui comportamentos cautelosos, cerebrais e
estudiosos, apesar de se conhecer uns poucos que se tornam loquazes, até eloqüentes, diante de um atento
público, particularmente quando defrontados com uma possível conversão. Anos de devoção a assuntos de
outro mundo e atividades amorais desenvolvem uma qualidade fria e estranha nesses Cainitas com o passar
do tempo. Muitos adquirem uma fascinação insalubre envolvendo insetos, roedores ou outros parasitas, uma
homenagem inconsciente a "O Senhor das Moscas".
Refúgio: As Crias de Baal parecem atraídas por lugares da antigüidade, bibliotecas, templos, pedras eretas, e
lugares de poder abandonados a tempos. Tais locais, com o passar de décadas e séculos, parecem adquirir um
pouco do toque de seus patronos. Símbolos antigos e indecifráveis são encontrados ornamentando os as
planícies sem vida ao redor e formações rochosas, as crianças da vizinhança e as criações morrem ao nascer
ou ficam horrivelmente deformadas, e sinais similares de mau presságio seguem a passagem dos cultistas
como pegadas malignas. Recentemente, alguns círculos de guerra da Camarilla encarregados de levantar e
destruir esses bandos retornaram com histórias perturbadoras de Baali criando e coabitando em "famílias"
insulares. Os Demônios reúnem-se com carniçais e vampiros convertidos dos outros clãs em orgias de
sangue, assim dizem as histórias, revivendo as antigas heresias de partilha de sangue e outras práticas menos
inofensivas....
Antecedentes: Os Baali Abraçam recrutas das fileiras de artistas, místicos, eruditos e um grande punhado de
castas mais utilitárias (prostitutas, mercenários, socialites, etc.). Uma quantidade muito pequena de crianças
da noite, a maioria das regiões do Mediterrâneo e Oriente Médio, nascem bem como renascem na linhagem.
Sejam escolhidos e educados a partir de carreiras promissoras na infância ou nascidos a partir de estoques de
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carniçais, esses discípulos inumanos são preparados para o poder desde a infância e invariavelmente
ascendem para ocupar as principais fileiras da linhagem.
Criação de Personagem: Os Baali favorecem Atributos Mentais e Sociais e prezam conhecimentos
acadêmicos, existenciais e mistérios ocultos sobre todas as outras coisas. Alguns, contudo, seguem a trilha
dos "campeões dos Deuses Antigos" que fazem do combate sua especialidade. A maioria adquire uma gama
impressionante de Conhecimentos e Perícias ao longo dos anos de estudo e... experimentação. As Naturezas
tendem a ser submissas a seus patronos desconhecidos, Juiz, Arquiteto, Conformista e Mártires, apesar de
alguns poucos Baali serem genuínos Excêntricos e Monstros. Os Comportamentos pode podem ser qualquer
coisa, apesar de normalmente apropriados a doutrinar. Antecedentes populares incluem Rebanho, Mentor,
Recursos e Lacaios. Vários dos anciões Baali aderem a variantes das Trilhas do Sabá: Trilha dos Cátaros e
Trilha da Morte e da Alma. A maioria dos Baali mais jovens seguem a Humanidade, apesar de que seus níveis
tendem a ser baixos; aqueles que sobrevivem por quantidades de tempo suficientes normalmente adotam
uma Trilha para permiti-lhes lidar com seus arredores. Uma maioria crescente de jovens Baali tem agregado-
se a à Trilha das Revelações Malígnas e à Trilha do Poder e da Voz Interior. Aqueles bem informados afirmam
que os Baali de fato têm seu próprio código de ética, a Trilha da Colmeia, mas pouco sobre ela é conhecido
fora da linhagem.
Disciplinas do Clã: Daimoinon, Presença, Ofuscação.
Fraquezas: Talvez devido a suas naturezas e ocupações serem voltadas para fora desse mundo, os Baali
temem e são repelidos pela religião e adornos relacionados a ela, ainda mais que o resto dos Membros. A Fé
Verdadeira funciona duas vezes melhor contra essa criaturas (dobre os efeitos de todos os sucessos a favor
de seus oponentes e todas as falhas contra os Baali); muitos Baali não podem suportar fitar ou manusear nem
mesmo os artigos mais comuns de parafernália religiosa, criados pela fé ou de outra maneira. Mas aqueles que
precedem o Cristianismo ainda temem o crucifixo e a hóstia? A idade e origem cultural determinam a
natureza de tais aversões? Somente os mais antigos adoradores de Baal saberiam com certeza.
Organização: Somente duas vezes nos registros da história Cainita os servos Daqueles Que Esperam Além se
levantaram para portar a bandeira de seu terrível senhor, e ambas terminaram em uma derrota esmagadora;
desde então eles foram caçados até a quase-extinção. Os restantes caíram em subsectos espatifados e
fraturados. De fato, existem tantas aparições e designações atribuídas ao patrono do panteão Baali (se é que
se pode dizer que seja um único ser) quanto existem adoradores de tais aparições e designações. Levados pela
tradição e pelas necessidades de sobrevivência, muitos Baali agarram-se a bandos dispersos de três a 13
(raramente mais), liderados por um punhado de shaitan (arcanistas reclusos e misteriosos) e al'shaitan
(mestres das tradições e sacerdotizas-líder). Para aqueles de fora dos bandos, os Baali não se parecem nem
com adoradores do demônio. Somente aqueles dentro do culto, ou que roubaram seus segredos sem que eles
tomassem conhecimento, sabem das reais profundezas da filosofia dos Baali.
Citação: O mundo, nosso mundo, está suspenso pela mais fina das linhas entre a paródia de tudo o que se foi e
o mistério de tudo o que está por vir. Melhor enrolar essa linha? Ou cortá-la completamente?
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