Projeto Pedagógico em Engenharia de Software
Projeto Pedagógico em Engenharia de Software
Comissão de Elaboração:
Núcleo Docente Estruturante do Curso de
Engenharia de Software
Brasília, DF
2023
Diretor da Faculdade UnB Gama:
Prof. Sandro Augusto Pavlik Haddad
Vice-Diretor da Faculdade UnB Gama:
Prof. Manuel Nascimento Dias Barcelos Júnior
Coordenador-Geral Acadêmico de Graduação das Engenharias:
Prof. Leandro Xavier Cardoso
Coordenador Acadêmico das Engenharias:
Prof. Eberth de Almeida Corrêa
Coordenador do Curso de Graduação em Engenharia de Software:
Prof. Ricardo Matos Chaim
Coordenador do Curso de Graduação em Engenharia de Energia:
Prof. Felipe Chagas Storti
Coordenador do Curso de Graduação em Engenharia Eletrônica:
Prof. Marcelino Monteiro de Andrade
Coordenadora do Curso de Graduação em Engenharia Automotiva:
Profa. Edison Gustavo Cueva Galarraga
Coordenador do Curso de Graduação em Engenharia Aeroespacial:
Prof. Ronne Toledo
I APRESENTAÇÃO 9
1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
4 ACESSO AO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
4.1 Processos Seletivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
4.1.1 Ingresso no Bacharelado em Engenharia da Faculdade UnB Gama . . . . . 21
4.1.2 Quantidade de Vagas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
4.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
4.3 Perfil do Ingressante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
4.4 Perfil do Matriculado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
4.5 Perfil do Concluinte e Acompanhamento dos Egressos . . . . . . . . . 29
4.6 Métricas de Formados e Evadidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
7 ESTRUTURA CURRICULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
8 CONTEÚDOS CURRICULARES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
9 METODOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
9.1 Metodologias Ativas de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
9.2 Práticas Curriculares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
9.3 Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório e Não Obrigatório . 53
9.4 Integração Ensino, Pesquisa e Extensão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
9.5 Trabalho de Conclusão de Curso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
9.6 Programas de Iniciação Científica e Pesquisa . . . . . . . . . . . . . . 55
9.7 Atividades Essenciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
9.7.1 PI1 e PI2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
9.7.2 Disciplinas de Programação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
9.7.3 Disciplinas de Projeto e Trabalho em Equipe . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
9.8 Atividades Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
11 DISCIPLINAS DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
11.1 Disciplinas Obrigatórias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
11.2 Disciplinas Optativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
IV INFRAESTRUTURA 111
VI DOCUMENTAÇÃO 135
22 APÊNDICES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183
22.1 Regimento Interno da FGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183
22.2 Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso . . . . . . . . . . . 213
22.3 Regulamento das Atividades Complementares . . . . . . . . . . . . . 220
22.4 Regulamento das Atividades de Extensão . . . . . . . . . . . . . . . . . 224
22.5 Regulamento de Estágio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228
22.6 Regimento do NDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239
22.7 Ato de Nomeação do NDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243
22.8 Ementário de criação de novos componentes com carga horária ex-
tensionista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243
Parte I
Apresentação
11
1 Identificação do Curso
Tal decisão foi estratégica em função de, na época, não haver Diretrizes Curriculares
Nacionais para o curso de Engenharia de Software e nem Parecer CNE/CES para balizar as
decisões pedagógicas do curso.
Em 2015, com a avaliação in loco pela comissão INEP/MEC para reconhecimento do
curso, foi atribuído nota máxima ao curso (Nota 5). Nesta avaliação continham ponderações
de melhorias do Projeto.
O segundo PPC, reformulação do PPC inicial, foi amplamente discutido pelo NDE e
pelo corpo docente do curso. Implantado em 2017, teve como principais justificativas e baliza-
dores:
i a visita, em 2011, do professor Daltro José Nunes (UFRGS), presidente à época da comis-
são SBC para a definição das habilidades e competência dos cursos de computação,
iii as ponderações oriundas da avaliação in loco, em 2015, pela comissão INEP/MEC para
reconhecimento do curso, quanto a identificação dos pontos de melhorias do curso: (i)
o fortalecimento das disciplinas de programação, (ii) a revisão das disciplinas do núcleo
de software e (iii) obrigatoriedade das disciplinas básicas de Computação que, até então,
estavam como optativas.
14 Capítulo 2. Histórico e justificativa das versões do Projeto Pedagógico de Curso (PPC)
iii atualizar o texto considerando as novas resoluções de TCC, Estágio Supervisionado, Ati-
vidades Complementares e Extensão da FGA;
3.3 Missão
Ser referência nacional em ensino, pesquisa e extensão, com inserção local, regional e
internacional, inovador, inclusivo, transparente e democrático, com gestão eficaz e qualidade
de vida.
3.4.1 Interdisciplinaridade
3.4.2 Flexibilização
No que se refere à flexibilização, a estrutura curricular da UnB é organizada em com-
ponentes curriculares obrigatórios, optativos e eletivos. Sua organização é tal que permite aos
estudantes uma flexibilização curricular para cursarem disciplinas vinculadas às diferentes
unidades acadêmicas que fazem parte da estrutura da universidade. Tal flexibilização curricular
permite aos estudantes cursarem disciplinas vinculadas aos diferentes institutos e faculdades
que fazem parte da estrutura da universidade.
4 Acesso ao Curso
22
Sistema
Faculdade Cotas para Escolas Públicas
do Gama (FGA) / Cotas Candidatos Candidatos Candidatos Candidatos Total de
para com com com com Universal Vagas
Diurno Negros renda renda renda renda
familiar familiar familiar familiar
bruta igual bruta bruta igual bruta
ou inferior superior ou inferior superior
a 1,5 a 1,5 a 1,5 a 1,5
salário salário salário salário
mínimo mínimo mínimo mínimo
per capita per capita per capita per capita
Candidatos Candidatos Candidatos Candidatos
que se que se que não se que não se
autodeclararam autodeclararam autodeclararam autodeclararam
pretos, pardos pretos, pardos pretos, pardos pretos, pardos
ou indígenas ou indígenas ou indígenas ou indígenas
Candidatos Candidatos Candidatos Candidatos
com com com com
deficiência Geral deficiência Geral deficiência Geral deficiência Geral
Engenharias:
Aeroespacial /
Automotiva /
Eletrônica /
Energia /
Software
(Bacharelados) 28 20 60 20 60 16 44 16 44 252 560
• Formados: todos os estudantes que saíram do curso por formatura em graduação, tam-
bém em cada ano da série 2015-2020.
Todos os dados apresentados, a seguir (Seções 4.3, 4.4, 4.5 e 4.6), referentes ao pe-
ríodo de 2015 a 2020, possuem como fonte de informações o Sistema de Graduação (SI-
GRA). Os dados de 2015 a 2019, tiveram sua última atualização realizada em 03 de novem-
bro de 2020 (ver <[Link]
Relatorio_Perfilhistorico_UnB_FGA_Engenharia_de_Software_B_-_Integral_2020-[Link]>)
e, os dados do ano de 2020, tiveram sua a última atualização realizada em 29 de setembro
de 2021 (ver <[Link]
UnB_FGA_ENGENHARIA_DE_SOFTWARE_2021-[Link]>).
1
Dados consolidados a partir do SIGAA.
2
Dados em consolidação no novo sistema acadêmico - SIGAA.
3
Os totais referentes às variáveis de apoio podem estar aumentados devido à possibilidade de um estudante
receber mais de um tipo de auxílio.
26 Capítulo 4. Acesso ao Curso
Tabela 13 – Evolução dos Matriculados por Gênero, no curso de Engenharia de Software, 2015-
2020.
Gênero 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Feminino 64 79 89 96 96 103
Masculino 435 481 580 672 675 707
Total 499 560 669 768 771 810
Tabela 14 – Evolução dos Matriculados por Faixa Etária, no curso de Engenharia de Software,
2015-2020.
Faixa Etária 2015 2016 2017 2018 2019 2020
18 a 24 anos 158 272 408 561 616 699
25 a 29 anos 288 249 230 183 130 79
30 a 34 anos 46 32 24 19 17 10
35 a 39 anos 6 6 6 5 7 6
40 a 44 anos 1 1 1 0 0 2
45 anos ou mais 0 0 0 0 0 12
Sem informação 0 0 0 0 0 2
Até 18 anos 0 0 0 0 1 0
Total 499 560 669 768 771 810
Tabela 16 – Evolução dos Matriculados por Cota, no curso de Engenharia de Software, 2015-
2020.
Cota 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Escola Pública Alta Renda-Não PPI 26 40 55 78 91 102
Escola Pública Alta Renda-PPI 22 46 69 93 98 101
Escola Pública Baixa Renda-Não PPI 9 18 28 34 36 37
Escola Pública Baixa Renda-PPI 11 18 29 36 42 47
Negro 46 45 46 52 51 49
Universal 385 393 442 475 453 474
Total 499 560 669 768 771 810
Tabela 18 – Evolução dos Matriculados por Forma de Saída, do curso de Engenharia de Soft-
ware, 2015-2020.
Forma de Saída da Opção 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Ativo-Formando 0 0 0 0 0 2
Deslig - Não Cumpriu condicao 56 56 58 54 34 0
Desligamento - Abandono 25 13 19 11 8 0
Desligamento Jubilamento 1 1 1 0 1 0
Desligamento Voluntario 3 3 5 6 3 0
Está Cursando 169 272 395 557 658 808
Formatura 204 169 139 95 41 0
Mudanca de Curso 9 8 9 5 2 0
Novo Vestibular 12 8 7 5 4 0
Rep 3 vezes na mesma Disc Obrig 20 29 33 33 19 0
SISU 0 1 0 0 1 0
Desligamento Forca de Convenio 0 0 3 1 0 0
Desligamento Decisao Judicial 0 0 0 1 0 0
Total 499 560 669 768 771 810
4.5. Perfil do Concluinte e Acompanhamento dos Egressos 29
Tabela 19 – Evolução dos Matriculados por Tipo de Apoio, no curso de Engenharia de Soft-
ware, 2015-2020.
Apoio 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Auxílio Alimentação Emergencial 0 0 0 0 0 46
Auxílio Emergencial 0 0 0 0 0 1
Auxílio Moradia 20 23 29 34 26 41
Auxílio Socioeconômico 11 20 27 27 32 57
Sem apoio 468 516 611 703 709 689
Auxílio Transporte 0 1 2 4 4 3
Bolsa Alimentação 0 0 0 0 0 114
Total4 499 560 669 768 771 951
Tabela 21 – Evolução de Formados por Faixa Etária, no curso de Engenharia de Software, 2015-
2020.
Faixa Etária 2015 2016 2017 2018 20195 20205
18 a 24 anos 0 0 1 10 15 -
25 a 29 anos 25 23 37 42 27 -
30 a 34 anos 11 9 3 3 0 -
35 a 39 anos 0 0 1 0 0 -
40 a 44 anos 0 0 1 0 0 -
45 ou mais 0 0 0 0 0 -
Sem informação 0 0 0 0 0 -
Total 36 32 43 55 42 130
4
Os totais referentes às variáveis de apoio podem estar aumentados devido à possibilidade de um estudante
receber mais de um tipo de auxílio.
5
Em função da migração de sistema acadêmico e da pandemia, os dados ainda estão sendo consolidados.
30 Capítulo 4. Acesso ao Curso
6
Os totais referentes às variáveis de apoio podem estar aumentados devido à possibilidade de um estudante
receber mais de um tipo de auxílio.
32 Capítulo 4. Acesso ao Curso
Tabela 29 – Distribuição da remuneração mensal média dos formados por Região de trabalho.
REGIÃO REMUNERAÇÃO QTD.
Centro-Oeste R$ 4.874,07 95
Sudeste R$ 3.586,98 2
Sul R$ 3.550,92 7
Tabela 31 – Distribuição da remuneração mensal média dos formados por vínculo empregatí-
cio.
VÍNCULO REMUNERAÇÃO QTD.
CLT R$ 4.226,32 82
Serviço público efetivo R$ 7.859,23 17
Serviço público não efetivo R$ 2.737,27 8
Temporário ou avulso R$ 3.158,18 2
Tabela 32 – Distribuição da remuneração mensal média dos formados por tempo de formatura
na graduação.
REMUNERAÇÃO
TEMPO DE FORMATURA QTD.
FORMADOS
Até 1 ano R$ 2.384,44 19
De 2 a 5 anos R$ 5.005,71 77
De 6 a 10 anos R$ 8.626,19 9
Para se ter acesso aos programas sociais da UnB, o estudante em situação de vulnerabi-
lidade socioeconômica deve estar regularmente matriculado em disciplinas de cursos presenci-
ais de graduação e ser caracterizado junto à Diretoria de Desenvolvimento Social do Decanato
de Assuntos Comunitários (DDS/DAC) como PPAES - Participante dos Programas de Assistên-
cia Estudantil). Para tanto, ele deverá participar de um processo de avaliação socioeconômica
regido por edital publicado no início de cada semestre letivo no Portal da Assistência Estudantil
da UnB. Portal da Assistência Estudantil da UnB.
A Assistência Estudantil na UnB compreende os seguintes programas:
4. Vale livro: em parceria com a Editora UnB, disponibiliza-se aos estudantes de gradu-
ação e pós-graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica cinco vales por
semestre, com desconto de 10%, além dos 40% que são correntemente oferecidos à co-
munidade acadêmica.
5.2 Extensão
A tríade Ensino, Pesquisa, e Extensão é fundamental na formação acadêmica. A Ex-
tensão Universitária, a partir da interação entre as instituições de ensino superior e os outros
setores da sociedade, possibilita a produção e a aplicação do conhecimento. Conforme a Reso-
lução N. 7 do Conselho Nacional de Educação, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, em seu Capítulo 1, Art. 3º apre-
senta o conceito de Extensão como:
(DEX). Entre as atribuições do DEX e das suas diretorias estão a institucionalização dos Pro-
jetos de Extensão de Ação Continuada (PEACs), a gestão do Programa Institucional de Bolsas
de Extensão (Pibex) e o desenvolvimento de ações continuadas de formação e capacitação.
Na UnB, um dos objetivos é estreitar o vínculo da comunidade acadêmica com a popula-
ção e promover momentos de ensino e aprendizagem significativos a partir do protagonismo
estudantil. Uma exigência fundamental é que o estudante deva ser o protagonista da ação,
não apenas ouvinte ou espectador. Assim, o estudante deve estar registrado como membro de
equipe ou matriculado em disciplina com horas de extensão.
As principais características da extensão enquanto atividade-fim da UnB como insti-
tuição federal de ensino superior são:
1. Protagonismo discente, com pelo menos um discente indicado como membro da equipe
executora;
I Programa de Extensão;
II Projeto de Extensão;
Para essas modalidades são previstos 6 tipos de Ação de Extensão, conforme apresen-
tado na Cartilha de orientações sobre o fluxo de ações de extensão no SIGAA:
b Projeto: ação formalizada de caráter educativo, social, cultural, científico e/ou tecnoló-
gico, renovável ou não, que se integra às linhas de ensino e pesquisa desenvolvidas na
UnB.
c Curso: conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, pre-
sencial e/ou à distância, seja para a formação continuada, aperfeiçoamento ou dissemi-
nação de conhecimento, planejadas, organizadas e avaliadas de modo sistemático, com
foco preferencial no público externo. São divididos em cursos de iniciação ou divulgação
(de 4 a 30 horas), cursos de atualização (de 30 a 60 horas) e cursos de capacitação (de 60
a 80 horas).
d Evento: ação de curta duração, sem caráter continuado, que implica a apresentação do
conhecimento ou produto cultural, científico, tecnológico ou de inovação tecnológica
desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Universidade. Os eventos de extensão
devem ter um limite máximo de 8 (oito) horas por dia, para fins de certificação.
e Produto: caracteriza-se por ser decorrente das atividades de extensão, ensino e pesquisa
para difusão e divulgação artística, cultural, científica ou tecnológica. É de responsabi-
lidade do coordenador geral da proposta cumprir com todas as normas e diretrizes da
UnB no tocante à inovação e tecnologia, bem como da inserção dos produtos obtidos
com a atividade extensionista no SIGAA. Exemplo de produtos: livros, anais, artigos,
textos, revistas, manuais, cartilhas, vídeos, filmes, programas de rádio e TV, softwares,
CDs, DVDs, dentre outros.
Nesse contexto, cabe ao estudante integralizar a carga horária em extensão por meio
de qualquer componente curricular, sendo ele obrigatório, optativo, módulo livre ou por ho-
ras complementares. Contudo, para computar os 10% mínimos, dada a carga total do curso, é
necessário estar em conformidade com o previsto na resolução CEPE 118/2020 e na Resolução
conjunta CEG e CEX 0001/2021 da UnB.
No âmbito da FGA, a Resolução do Conselho da FGA Nº 0004/2022 (cf. Seção 22.4)
estabelece normas para a integralização das atividades de extensão no âmbito dos cursos de
graduação da Faculdade do Gama.
Em seu Art. 1º, em consonância com as resoluções vigentes, estabelece que as Ati-
vidades de Extensão, previstas nos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC) de Graduação da
Faculdade do Gama (FGA) da Universidade de Brasília (UnB), correspondem a um mínimo de
10% (dez por cento) da carga horária total do curso, e que essas deverão ser integralizados pelo
discente durante o curso de graduação, observado o disposto no presente regulamento.
Em seu Art. 2º, apresenta que a escolha das Atividades de Extensão é de responsabi-
lidade do discente, medianteo cumprimento dos requisitos mínimos bem como da sistemática
constante do presente regulamento.
E em seu Art. 3º, apresenta que as Atividades de Extensão, para efeito de integralização
do currículo, são previstas em 3 grupos:
Grupo III - Eventos de Extensão no âmbito da UnB onde o discente tem participação
comprovada em sua organização.
ração com empresas e órgãos da comunidade, favorecendo, por exemplo, a inserção de alunos
em estágios e, em última instância, a empregabilidade dos seus formandos. Os acordos na-
cionais são geridos pelo DEG e os internacionais pela Secretaria de Assuntos Internacionais
([Link]).
2. Uma formação generalista, crítica, multidisciplinar e reflexiva provida pelo curso, assen-
tada sobre uma base sólida de conhecimentos, que favorece a solução de problemas do
mundo real, com a absorção de novas tecnologias e aplicação prática, que leva à possi-
bilidade de atuação em diferentes ramos de atividades, com as muitas especialidades de
Engenharia de Software e Computação em geral.
41
c) Implementar práticas pedagógicas por parte do corpo docente que estimulem a autono-
mia, a criatividade, o espírito crítico, o empreendedorismo e a conduta ética na formação
dos estudantes de graduação, de modo a formar empreendedores;
h) Garantir um perfil generalista de base científica com formação nas disciplinas do ciclo
básico (matemática, física e computação), sólida formação nas disciplinas profissiona-
lizantes (específicas para a produção de software), com formação humanística, social e
ambiental;
software, bem como na gestão de projetos, processos e produtos, atuando tanto em empresas
privadas quanto no setor público e na academia.
Além disso, deverá ser capaz de atuar multidisciplinarmente num contexto de mudan-
ças aceleradas na sociedade e no mercado, com ciência de seu papel transformador visando
a melhoria na qualidade de vida da sociedade local, nacional e internacionalmente. Para al-
cançar esse perfil o egresso do curso deverá desenvolver ao longo da vida acadêmica uma
série de Competências (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes), dentre as quais se destacam:
Dominar princípios gerais e fundamentos de engenharia de software, suas práticas e proces-
sos para planejar e construir softwares, manter e evoluir softwares existentes; Fazer uso dos
conhecimentos matemáticos (principalmente de lógica matemática, matemática discreta, pro-
babilidade e estatística, e cálculo) para a modelagem, análise e medição tanto de artefatos de
software quanto do processo de software; Fazer uso dos conhecimentos em ciências exatas,
como física; Conhecer os padrões de mercado que regem a atividade de engenharia de software
assim como as demais relacionadas; Possuir conhecimentos em gestão da produção e aspectos
gerenciais, econômicos e comerciais associados ao setor de software; Possuir conhecimentos
em legislação na área de tecnologia da informação, desde contratações e terceirizações por
entes governamentais e pelo mercado privado, a questões dos profissionais da área. Tudo isso
aliado às habilidades específicas relacionadas ao ciclo de vida da produção do Software e seu
impacto na sociedade.
A inserção do profissional de Engenharia de Software pode se dar junto aos seguin-
tes segmentos profissionais: (a) Na indústria e em empresas onde a produção de software seja
atividade fim ou atividade meio, em especial empresas/indústrias que envolvam software em-
barcado. (b) Em órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta ou junto a entes
sociais autônomos. (c) Na pesquisa e no desenvolvimento de soluções de engenharia de soft-
ware junto a universidades e entidades de pesquisa científica e tecnológica.
Tudo isso aliado às habilidades específicas relacionadas ao ciclo de vida da produção do Soft-
ware e seu impacto na sociedade.
A inserção do profissional de Engenharia de Software pode se dar junto aos seguintes
segmentos profissionais:
7 Estrutura Curricular
8 Conteúdos Curriculares
• Núcleo de Conteúdos Básicos (NB) - refere-se aos conteúdos das áreas de Matemática,
Ciências, Física, Estatística, Produção, Inovação e Humanidades, de formação geral;
• Atividades Extensionistas – atividades que devem abranger uma carga horária mí-
nima obrigatória de 10% do total de horas do curso. Na atual proposta de PPC, o discente
deverá integralizar o mínimo de 45 h em atividades de extensão enquadradas nos Gru-
pos II e III (conforme Seção 22.4). As 315 h restantes deverão ser integralizadas mediante
atividades de extensão do Grupo I, cumpridas através de componentes curriculares obri-
gatórios com carga horária extensionista.
49
Estágio
210 realizado após a conclusão do 7º semestre do curso, com duração mínima 210
Supervisionado
horas verificado por meio de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado.
50 Capítulo 8. Conteúdos Curriculares
9 Metodologia
• Aprendizagem baseada em Problemas: tem como propósito tornar o aluno capaz de cons-
truir o aprendizado conceitual, procedimental e atitudinal por meio de problemas pro-
postos que o expõe a situações motivadoras e o prepara para o mundo do trabalho;
Ao ingressar na Faculdade UnB Gama, o estudante não opta imediatamente por um dos
cursos de engenharia oferecidos na FGA. Em lugar disso, o estudante ingressa em um curso
52 Capítulo 9. Metodologia
denominado Engenharia, no qual permanecerá por dois períodos letivos completos. Durante
o terceiro período letivo o estudante deverá solicitar livremente a mudança do curso de Enge-
nharia para o curso específico de seu interesse, dentre as opções na FGA. Durante o período
no curso de Engenharia, o estudante tem a oportunidade de cursar disciplinas das diversas
graduações da FGA, estreitando seu contato com as temáticas e características específicas de
cada curso de engenharia oferecido pela faculdade. Dessa maneira, espera-se que, ao fazer sua
escolha por um dos cinco cursos de graduação da FGA, o estudante tenha mais elementos
para realizar uma opção coerente com suas aptidões e expectativas em relação à sua futura
profissão, diminuindo, assim, os índices de evasão e elevando o rendimento geral do corpo
discente.
Segundo orientação do MEC no REUNI, estabeleceu-se a proporção média de 18 es-
tudantes por professor. Desta forma, na FGA, justificam-se grandes classes na modalidade
presencial, ou seja, cursos com turmas superiores a 100 estudantes em disciplinas comuns a
várias engenharias do campus, tais como: Humanidades e Cidadania; Introdução à Engenha-
ria, Engenharia e Ambiente, Introdução à Álgebra Linear, Engenharia Econômica, Gestão da
Produção e Qualidade, entre outras.
A graduação em Engenharia de Software é realizada em modalidade presencial. Os
ambientes Microsoft 365 e Moodle institucional (denominado Aprender) e Sigaa (sistema aca-
dêmico) são utilizados como suporte às atividades pedagógicas de sala de aula, conforme di-
retrizes do Plano de Desenvolvimento Institucional.
O curso adota o pressuposto de integração entre teoria e prática, a fim de potencializar
as resoluções de problemas da realidade concreta e cotidiana da comunidade, pesquisas inse-
ridas e engajadas social e culturalmente. Para tanto, a estrutura curricular contempla discipli-
nas de aulas presenciais, laboratório, visitas institucionais, estágios, pesquisa e extensão. Neste
contexto curricular, muitas das disciplinas profissionalizantes do curso adotam uma aborda-
gem baseada em metodologias ativas de aprendizagem, aplicando aprendizagem baseada em
projetos, problemas e sendo realizadas em equipes formadas por estudantes. Em muitas delas,
o problema é do mundo real, caracterizado por uma demanda de um software ou a melhoria de
um código aberto, seja para teste, manutenção, gerência de configuração. Essa abordagem tem
possibilitado uma formação mais sólida do estudante, alinhada a realidade do mercado, com
tecnologias mais recentes, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades interpessoais
ao se trabalhar em equipe, ao interagir com profissionais do mercado e ao lidar com os desafios
de prazos e responsabilidades.
Complementar aos trabalhos das disciplinas, grupos de professores de laboratórios de
pesquisa do curso vêm mantendo uma contínua interação com órgãos de governo e com a
indústria, com impacto nacional, além de projetos de extensão, o que tem possibilitado aos
estudantes a oportunidade de desenvolver o viés da pesquisa aplicada a partir de demandas do
mercado, fundamentada pelas pesquisas na academia. Nessa linha, as atividades pedagógicas
9.2. Práticas Curriculares 53
• Atividades extensionistas.
O estágio curricular deve ser realizado da seguinte forma (vide mais detalhes nos Ane-
xos, na Seção 22.5):
• Para fins de integralização curricular só será considerado válido o estágio realizado após
a conclusão do sétimo semestre;
• O estudante não poderá cursar, simultaneamente ao estágio, uma carga horária maior que
120 horas. É fortemente recomendado que o estudante se dedique exclusivamente ao
estágio curricular durante o período letivo, salvo exceções avaliadas pelo coordenador
de estágio e cuja carga horária não exceda 30 (trinta) horas semanais sem prejuízo das
demais atividades de ensino do estudante no período letivo;
• O estágio fora do período letivo poderá ter jornada acima de 30 (trinta) horas, não mais
do que 40 (quarenta) horas semanais.
• O desempenho do estagiário será avaliado: (i) Por meio de um relatório de estágio, que
deverá ser um relatório técnico e não de acompanhamento, elaborado pelo próprio esta-
giário de acordo com orientações fornecidas por uma Coordenação de Estágio; (ii) pelo
Supervisor Acadêmico, por meio do preenchimento de formulário próprio; (iii) pelo Su-
pervisor Técnico por meio do acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo esta-
giário e preenchimento de formulário próprio;
as suas disciplinas optativas, e essas podem, ou não, contemplar as sugestões oferecidas para
uma ou mais ênfases.
Além desses conjuntos de disciplinas e atividades, algumas disciplinas possuem carac-
terística integradora e de alta multidisciplinaridade, e foram definidas como pertencentes ao
conjunto de Conteúdos Transversais e Interdisciplinares, em que é determinada a obrigato-
riedade de quatro trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo
do curso de graduação. O projeto de final de curso chamado de Trabalho de Conclusão de
Curso 1 e 2, que é desenvolvido durante dois períodos letivos (9º e 10º níveis). E os Projetos
Integradores de Engenharia 1 e 2 desenvolvidos (4° e 8° níveis), que possibilitam ao estudante
a participação em projetos e atividades que permitam ao estudante a síntese dos conceitos e
competências adquiridos até o momento. O objetivo é fomentar a integração entre discentes
e docentes da Faculdade FGA, pela flexibilização e o diálogo entre os 5 cursos de engenharia,
possibilitando a multi e interdisciplinariedade (entre engenharias).
A formação livre, disciplinas categorizadas como componentes eletivos, constitui de
atividades/disciplinas desenvolvidas pelo estudante com base em seus interesses pessoais, que
não fazem parte das atividades do ciclo básico (tronco comum às engenharias), nem das profis-
sionalizantes, nem das complementares/optativas, nem das integradoras. Podem ser cursadas
em qualquer um dos campus da Universidade de Brasília.
Além das disciplinas curriculares, a carga horária pode ser distribuída em diferentes ati-
vidades geradoras de carga horária, como: participação em eventos; monitoria; iniciação cien-
tífica; docência; estágio não supervisionado; projetos multidisciplinares; trabalhos em equipe;
entre outras.
As atividades podem abranger programas como: o Programa de Iniciação Científica
(PIBIC), que tem por objetivo despertar vocação científica e incentivar novos talentos poten-
ciais entre estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de pesquisa; ou
Programa de Educação Tutorial (PET), que tem o objetivo de melhorar a qualidade do ensino
de graduação oferecendo uma formação acadêmica de excelente nível. Este é um programa de
caráter tutorial formado por um grupo composto de um tutor e doze bolsistas.
Todos estes programas prevêem bolsas remuneradas; comprovante de participação
como voluntário no programa PIBIC, além de carga horária em componentes. A valoração
da carga horária é dependente da submissão e aprovação do Colegiado de Graduação da FGA.
Os currículos dos cursos são hierarquizados com pré-requisitos (uma ou mais disci-
plinas, cujo cumprimento do componente é exigido para matrícula em nova disciplina), co-
requisitos (a exigência de cursar uma ou mais disciplinas simultaneamente com outras no
mesmo semestre letivo, por interdependência de conteúdos), e pré-requisitos recomendados
(para cursar determinada disciplina é recomendável que tenha cursado uma ou mais discipli-
nas).
58 Capítulo 9. Metodologia
• Relação com a pesquisa e pós-graduação: É necessário que o corpo docente atue for-
temente em pesquisa, direta ou indiretamente direcionada para temas de Engenharia.
Incentiva-se a atuação do corpo docente em programas de pós-graduação estabeleci-
dos na Universidade de Brasília e que tenham relação com a temática. A inserção de
estudantes de graduação no universo da pesquisa aplicada é importante, por meio da
participação em projetos de iniciação científica;
• Plataforma Virtual: adotada pela UnB desde 2005 tal recurso de apoio pedagógico é vol-
tado para o ensino colaborativo e individual on-line em disciplinas presenciais, semi-
presenciais e em educação à distância, graduação e pós-graduação. A plataforma, atu-
almente denominada de Aprender, estabelece uma rede de comunicação rápida, multi-
disciplinar, que integra as diversas áreas de conhecimentos e funções administrativas
(estudantes, professores, servidores, pesquisadores associados, etc.). Como exemplos de
recursos possíveis, destacam-se os fóruns de discussão, os chats, os testes/avaliações on-
line, disponibilização de material de suporte da disciplina e os glossários. Além disso, os
tutores e monitores funcionarão como mediadores da aprendizagem junto aos estudan-
tes e por meio de tarefas como: esclarecimento de dúvidas, auxílio ao estudante em seus
estudos, orientando-os individualmente ou em grupo; auxílio a autoavaliação; colabora-
ção na superação de dificuldades e na motivação para continuar a trajetória acadêmica.
A seguir são apresentadas a matriz curricular atual e a nova matriz curricular pro-
posta neste PPC. Pretende-se assim que a primeira sirva como referência para as intervenções
trazidas para atendimento à Resolução 7, do CNE, 2018, que trata da inserção curricular da
extensão.
MAT - 113034 MAT - 113042 FGA - 195413 FGA - 201626 FGA - 201316 FGA - 208698 FGA - 206601 FGA - 203874
Técnicas de
Métodos Gestão da Engenharia de
Interação Humano Qualidade de Programação em
Cálculo 1 Cálculo 2 Numéricos para Produção e Produto de
Computador Software 1 Plataformas
Engenharia Qualidade Software
Emergentes
2 4 0 6 4 2 0 6 2 2 0 6 4 0 0 2 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4
CIC - 113476 IFD - 118001 FGA - 193321 FGA - 193640 FGA - 201308 FGA - 206580 FGA - 203904 FGA - 206598
Gerência de
Algoritmos e Métodos de
Engenharia Requisitos de Paradigmas de Configuração e
Programação de Física 1 Desenvolvimento Testes de Software
Econômica Software Programação Evolução de
Computadores de Software
Software
4 2 0 6 4 0 0 0 4 0 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4
FGA - 199176 IFD - 118010 FGA - 199133 FGA - 193704 FGA - 193631 FGA - 203882
Desenho Industrial Arquitetura e Fundamentos de
Física 1 Humanidades e Estruturas de Sistemas de Banco
Assistido por Desenho de Sistemas Optativa
Experimental Cidadania Dados 1 de Dados 1
Computador Software Embarcados
2 4 0 6 0 2 0 0 4 0 0 2 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 6 2 2 0 4
FGA - 198005 MAT - 113093 FGA - 119482 FGA - 193674 FGA - 201286 FGA - 203912 FGA - 206610
Teoria de Fundamentos de Fundamentos de Fundamentos de Programação para
Engenharia e Introdução à
Eletrônica Digital 1 Arquiteturas de Sistemas Redes de Sistemas Paralelos Optativa Optativa
Ambiente Álgebra Linear
Computadores Operacionais Computadores e Distribuídos
FGA - 198013 FGA - 195332 FGA - 119466 FGA - 101095 FGA - 115576
Probabilidade e Prática de
Introdução à Matemática Sistemas de Banco
Estatística Aplicada Eletrônica Digital 1 Compiladores 1 Optativa Optativa Optativa Optativa
Engenharia Discreta 2 de Dados 2
à Engenharia
2 0 0 2 4 0 0 6 0 2 0 2 4 0 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4
FGA - 195341 FGA - 103209 CIC - 117536 FGA - 102512 FGA - 101141 FGA - 102415
Orientação a Trabalho de Trabalho de
Desenvolvimento Estruturas de Projeto e Análise Estágio
Objetos Optativa Conclusão de Conclusão de
de Software Dados 2 de Algoritmos Supervisionado
Curso 1 Curso 2
2 2 0 4 2 2 0 4 2 2 0 4 4 0 0 4 2 2 0 4 0 0 14 14 0 4 0 8 0 6 0 12
4 0 0 4 0 4 0 6 0 6 0 6
Total
24 24 26 24 24 24 24 26 22 14 232
A inovação trazida por esta reformulação incorpora extensão curricular nos componentes Pro-
jeto Integrador de Engenharias 1 e 2, sem alteração na carga horária obrigatória total dos com-
ponentes. Dessa forma, Projeto Integrador de Engenharias 1 passa a ser conduzida mediante
30h de carga horária de extensão e 30h de carga horária teórica; Projeto Integrador de Enge-
nharias 2, por sua vez, passa a ser conduzida mediante 60h de carga horária de extensão e 30h
de carga horária teórica.
As Atividades Complementares tem a finalidade de enriquecer o currículo do estudante
e a multidisciplinaridade da formação do mesmo, com ampliação dos conhecimentos em ati-
vidades extracurriculares diversificadas. Correspondem a uma carga horária máxima de 120h
que poderão ser integralizados em carga horária optativa pelo discente durante o curso de gra-
duação. O aluno tem responsabilidade exclusiva na escolha das Atividades Complementares
mediante o cumprimento dos requisitos mínimos. O Anexo 22.3 contém a norma que regula
as atividades complementares nos cursos da Faculdade do Gama.
A formação profissionalizante do engenheiro do curso de Engenharia de Software na
UnB baseia-se em conteúdos básicos comuns à Ciência da Computação e Engenharia de Pro-
dução, mas foca em Engenharia de Software.
1
Membros externos ao quadro efetivo da UnB poderão orientar discentes da FGA a critério do colegiado da
área de Engenharia de Software.
66 Capítulo 10. Matriz Curricular / Carga Horária
Quantidade de Habilidades
Total de Habilidades e
cobertas por disciplinas
Competências por perfil
Obrigatórias por perfil
Perfil 1 41 50
Perfil 2 36 39
Perfil 3 2 2
Perfil 4 2 2
Perfil 5 3 3
Perfil 6 2 3
Total de cobertura das H&C 89%
Conteúdos Curriculares –
3.4 Cursos de Engenharia de Disciplinas do novo PPC
Sofware
Paradigmas de Programação; Compiladores 1;
Paradigmas e ferramentas para a
1 Desenvolvimento de Software; Técnicas de
de software
Programação em Plataformas Emergentes
Requisitos de Software; Testes
Requisitos, Arquitetura e
2 de Software; Arquitetura
Desenho de software
e Desenho de Software
Engenharia de Produto de Software;
Gerência de Projetos e de
3 Gerência de Configuração e
Configuração
Evolução de Software
Gerência de Configuração e
4 Evolução de Software
Evolução de Software
5 Engenharia Econômica Engenharia Econômica
Qualidade de Software 1;
6 Engenharia de Qualidade Qualidade de Software 2;
Melhoria de Processo de Software
7 Engenharia de Produto Engenharia de Produto de Software
8 Ergonomia Interação Humano-Computador
Projeto Integrador de Engenharias 1 e 2;
9 Práticas de Comunicação Produtividade e Profissionalismo
em Engenharia de Software
Humanidades e Cidadania;
Produtividade e Profissionalismo
10 Relações Humanas de Trabalho
em Engenharia de Software;
Felicidade
Projeto Integrador de Engenharias 1 e 2;
Produtividade e Profissionalismo
11 Dinâmica e Psicologia de Grupo
em Engenharia de Software;
Felicidade
Impactos sociais da Informação, Comunicação e
12
tecnologia de software a Sociedade do Conhecimento
10.2. Nova Matriz Curricular 71
Além da formação básica generalista, o novo fluxo curricular provê uma formação
especializada mais abrangente e aprofundada sobre conteúdos profissionalizantes específicos,
tais como programação, computação, produção e processos de software.
A revisão curricular proposta para o curso de Engenharia de Software apresenta uma
carga horária total de 3525 horas conforme a seguinte distribuição:
O resumo das diferenças entre o fluxograma vigente e o proposto pode ser observado
na Tabela 39.
11 Disciplinas do Curso
78
1o. Nível
Carga Horária
Código Nome Tipo PréRequisito
Extensão Teórica Prática Total
FGAXXXX1 ENGENHARIA E AMBIENTE DISCIPLINA 15 45 0 60 -
FGA0163 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DISCIPLINA 0 30 0 30 -
FGA0168 DESENHO INDUSTRIAL ASSISTIDO POR COMPUTADOR DISCIPLINA 0 30 60 90 -
MAT0025 CÁLCULO 1 DISCIPLINA 0 30 60 90 -
CIC0004 ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES DISCIPLINA 0 30 60 90 -
Total de Horas do 1o. Nível: 360 horas
1
Criar novo componente com carga extensionista a partir de FGA0161.
2
Criar novo componente com carga extensionista a partir de FGA0138.
3
Criar novo componente idêntico a FGA0147, com mudança no nome para ESTRUTURAS DE DADOS 1.
4
Criar novo componente com carga extensionista a partir de FGA0150.
5
Criar novo componente com carga extensionista a partir de FGA0184.
79
Total de Horas do 4o. Nível: 360 horas
80
5o. Nível
Carga Horária
Código Nome Tipo PréRequisito
Extensão Teórica Prática Total
FGA0003 COMPILADORES 1 DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0146
FGA0030 ESTRUTURAS DE DADOS 2 DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0146
FGA0137 SISTEMAS DE BANCO DE DADOS 1 DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0159 ou FGA0108
FGA0170 FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0182 ou FGA0096 ou FGA0142
FGAXXXX6 REQUISITOS DE SOFTWARE DISCIPLINA 30 15 15 60 FGAXXXX7
FGA0173 INTERAÇÃO HUMANO COMPUTADOR DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0138
Total de Horas do 5o. Nível: 360 horas
6o. Nível
Carga Horária
Código Nome Tipo PréRequisito
Extensão Teórica Prática Total
FGA0060 SISTEMAS DE BANCO DE DADOS 2 DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0137
FGA0208 ARQUITETURA E DESENHO DE SOFTWARE DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0172
FGA0211 FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES DISCIPLINA 0 30 30 60 FGA0170
81
82
9o. Nível
Carga Horária
Código Nome Tipo PréRequisito
Extensão Teórica Prática Total
FGA0287 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 ATIVIDADE DE ORIENTAÇÃO INDIVIDUAL TCC 0 0 60 60 -
FGAXXXX14 PROJETO INTEGRADOR DE ENGENHARIA 2 DISCIPLINA 60 0 30 90 FGAXXXX15
FGAYYYY‡ OPTATIVA DISCIPLINA - - - 60 -
FGAYYYY‡ OPTATIVA DISCIPLINA - - - 60 -
FGAYYYY‡ OPTATIVA DISCIPLINA - - - 60 -
Total de Horas do 9o. Nível: 150 horas
10o. Nível
Carga Horária
Código Nome Tipo PréRequisito
Extensão Teórica Prática Total
FGA0290 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 ATIVIDADE DE ORIENTAÇÃO INDIVIDUAL TCC 0 0 90 90 FGA0287
FGAZZZZ16 ATIVIDADE DE EXTENSÃO ENG. DE SOFTWARE ATIVIDADE INTEGRADORA DE FORMAÇÃO 45 - - 45 -
FGAYYYY‡ OPTATIVA DISCIPLINA - - - 60 -
12 Procedimentos de Acompanhamento e
de Avaliação dos Processos de Ensino-
aprendizagem
12.1 Princípios
A avaliação de aprendizagem deverá ser baseada nos seguintes princípios:
• As atividades devem ser previstas em cada programa de disciplina e devem ser negoci-
adas com os estudantes;
• Apoio para aqueles que têm dificuldades, com o apoio de monitores, professores e tuto-
res;
Para ser aprovado numa disciplina o aluno precisa obter uma das seguintes menções:
MM, MS ou SS. Além disso, o aluno não pode ter uma percentagem de faltas maior que 25%,
nas aulas da disciplina. Se ele tiver acima de 25% de faltas, ele é reprovado e recebe a menção
SR (sem rendimento).
O Estágio Supervisionado é atividade obrigatória no curso, cuja avaliação é regulada
pelo Regulamento de Estágios da Faculdade UnB Gama (ver anexo 22.5). O Trabalho de Con-
clusão de Curso, elaborado ao longo de duas disciplinas (Trabalho de Conclusão de Curso 1 e
Trabalho de Conclusão de Curso 2), constitui-se em importante instrumento articulador e inte-
grador dos conhecimentos disponibilizados durante o curso. As normas e mecanismos efetivos
de acompanhamento, orientação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso constam do
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso da Faculdade UnB Gama (ver anexo 22.2).
• Estudos de caso;
• Modelagens;
• Provas ou testes;
• Levantamentos bibliográficos;
Corpo Docente
95
• o Coordenador Acadêmico;
• o Coordenador de Extensão;
• os coordenadores de área;
Cada representante docente eleito deve ter um suplente. Da mesma forma, o Colegiado
de Graduação da Faculdade UnB Gama tem a seguinte composição (Resolução do Conselho
Universitário no 35/2020 que aprova o regimento interno da FGA):
96 Capítulo 14. Organização Acadêmica e Administrativa da FGA
• o Diretor da FGA;
• o Coordenador de Extensão;
• os coordenadores de área;
• o Coordenador de Extensão; e
14.1. Estrutura Organizacional 97
nário é compartilhado com as demais coordenações dos cursos da Faculdade UnB Gama.
• um Presidente;
• um Secretário.
O Presidente é eleito pelo Colegiado, por maioria simples dos presentes em reunião
especialmente destinada a este fim, para um mandato de dois anos, podendo ser reeleito uma
vez para mandato consecutivo, não sendo limitado o número de mandatos não consecutivos.
A Tabela 43 apresenta os membros do NDE no momento da elaboração deste docu-
mento.
A admissão como membro do NDE Engenharia de Software ocorre mediante aprovação
pelo corpo docente do curso. Atualmente, o curso possui um regulamento do NDE aprovado
(ver Seção 22.6) que estabelece as diretrizes básicas no intuito de orientar e regulamentar a
atuação do NDE da Engenharia de Software.
docentes da área no Colegiado da FGA. Os professores indicados ao NDE também passam por
uma consulta ao grupo de professores, mas a definição da quantidade de membros e a escolha
de presidente e secretário do NDE ocorrem de acordo com o regimento do NDE do curso.
As reuniões de grupo são consultivas, uma vez que as deliberações de fato ocorrem no
Conselho e Colegiado da FGA. Assim, o coordenador de curso e os representantes de Conselho
e Colegiado apresentam a opinião do grupo de professores do curso nas reuniões das instâncias
da FGA responsáveis pelas deliberações.
• Monitoria remunerada: pagamento feito por bolsa, cujo valor por semestre é de 𝑅$450, 00,
pago em parcela única no final do semestre letivo após o envio das frequências previstas
no Calendário Universitário de Graduação;
• Criar condições para a iniciação da prática da docência, por meio de atividades de natu-
reza pedagógica, desenvolvendo habilidades e competências próprias desta atividade;
• Não estar usufruindo de qualquer outro tipo de bolsa remunerada oferecida pela Uni-
versidade (no caso de monitores remunerados).
• Projetos de PD&I financiados por empresas privadas por meio de incentivos fiscais (por
exemplo, Lei da Informática, Programa INOVAR-AUTO, Lei do Bem, etc.).
• Dentre outros.
15.4 Extensão
As atividades de extensão disponíveis para os estudantes da Universidade de Brasília
estão descritas na Seção 5.2. O regimento da Universidade trata da extensão, e os principais
trechos estão descritos na Seção 20.4. Por fim, as regras para a extensão específicas da Facul-
dade UnB Gama, em particular do curso de Bacharelado em Engenharia de Software, estão
descritas na Seção 22.4.
Comunitários (DAC) é quem administra este Programa por intermédio da Diretoria de Desen-
volvimento Social (DDS) e da Diretoria do Restaurante Universitário (DRU).
• Todo início do semestre, no Portal do Docente do SIGAA, o docente tem acesso a lista de
alunos matriculados e a indicação daqueles estudantes que possuem alguma deficiência
e/ou necessidade educacional específica, atendido pela DACES/DAC;
• Sempre que necessário, o docente deverá solicitar apoio de um tutor (estudante que está
cursando ou que já cursou a disciplina), conforme demanda do estudante com necessi-
dades especiais;
Infraestrutura
113
A sede do campus do Gama está assentada em uma área de 70 hectares, das quais 15
hectares são área de proteção permanente, sob responsabilidade da Universidade de Brasília.
O campus possui atualmente quatro unidades construídas: uma Unidade Acadêmica (UAC),
uma Unidade de Ensino e Docência (UED), o Laboratório de Transportes e Energias Alterna-
tivas (LDTEA) e um centro de convivência MESP. Os edifícios das duas unidades UAC e UED
são de 2 pavimentos, o LDTEA é de 4 pavimentos e o centro de convivência (MESP) é uma
edificação com pavimento térreo. A área construída de cada uma edificação UAC e UED é de
aproximadamente 5.200 m2 enquanto que a área construída do LDTEA é de aproximadamente
2.800 m2 .
A UED possui o primeiro pavimento com 8 laboratórios de ensino de graduação com-
partilhados entre os cursos da faculdade, uma sala da Administração, uma copa e uma en-
fermaria. O segundo pavimento contém a sala da Direção da Faculdade, sala de reuniões do
Conselho e do Colegiado da Faculdade, sala da Coordenação de Cursos e 36 salas de profes-
sores contendo cada sala 4 postos de trabalho. Já o LDTEA possui laboratórios de pesquisa de
docentes do curso de Engenharia de Software seu segundo andar. Observa-se também que os
docentes do curso também colaboram de forma esporádica em outros laboratórios do edifício,
vinculados aos demais cursos da FGA.
adas antessalas particulares – projetadas para funcionar tanto para o atendimento aos alunos
quanto para reuniões em pequenos grupos – e uma segunda sala onde ficam os professores.
Todos os prédios obedecem aos critérios de acessibilidades: elevadores e rampas estão dispo-
níveis, as portas são alargadas e todo o prédio tem piso tátil, e os banheiros foram construídos
seguindo as normas de acessibilidade vigentes.
Cada docente possui uma mesa de trabalho com gaveteiro, um armário com chaves
para documentos e livros e um computador desktop. O sistema para impressões, disponível a
todos os docentes, é centralizado na Secretaria da Faculdade.
O sistema para impressões, disponível a todos os docentes, é centralizado na Secretaria
da Faculdade. As unidades UAC e UED contam com uma estrutura de aproximadamente 500
pontos de rede ativos por meio de switchs gerenciáveis, distribuídos de forma que cada mesa
de trabalho docente tenha um ponto de rede individual. Docentes também têm acesso à rede
sem fio nos diversos ambientes.
As salas e as áreas comuns do prédio UED são limpas seguindo uma periodicidade pro-
gramada pelo chefe de limpeza no início da semana. A presença do professor não é necessária,
pois a UED possui uma equipe de funcionários e seguranças responsáveis por todas as chaves
de salas e de laboratórios. A Figura 8 ilustra o gabinete de trabalho dos docentes e a respectiva
antessala dedicada para possíveis atendimentos e pequenas reuniões.
O Diretório Acadêmico Engenharias dispõe de uma sala com cerca de (10m2 ), junto a
unidade de convivência (Módulo de Serviços e Equipamentos Esportivos – MESP) para realizar
reuniões e convivência.
17.4. Salas de Aulas 115
Seis salas de aulas, todas com dois projetores sincronizados, comportam confortavel-
mente cento e trinta alunos. Essas salas são reservadas para as grandes turmas das disciplinas
comuns a vários cursos, em turmas mistas das várias engenharias do campus. Também exis-
tem seis salas para turmas com no máximo sessenta alunos e mais seis salas para turmas de
quarenta e cinco alunos. Todas as salas, grandes ou pequenas, oferecem pontos fixos para rede.
As disciplinas que envolvem o uso de computadores são distribuídas em cinco labora-
tórios de informática que totalizam 300 (trezentas) máquinas com acesso à rede, assim distri-
buídas: duas salas de oitenta lugares, duas salas com quarenta lugares, uma sala com cinquenta
lugares (40 computadores e dez mesas para laptop) e uma sala com 60 lugares. Os estudantes
também têm acesso à rede sem fio nas salas e nas áreas comuns do campus.
Além do recurso de projetores, os professores que assim desejarem podem requisitar e
retirar caixas de som e microfones junto à Secretaria Acadêmica. Material essencial para aulas
expositivas usando o quadro, tais como pincéis, giz e apagadores correspondentes também são
disponibilizados.
17.5 Biblioteca
A biblioteca da faculdade UnB Gama tem capacidade para atender os alunos e também a
comunidade externa. A biblioteca ocupa um espaço físico dividido em três modalidades: acervo
bibliográfico, área administrativa e aos estudantes. O espaço contendo o acervo bibliográfico
compreende estantes para armazenar livros e periódicos dos cursos, com capacidade para 3
mil volumes.
116 Capítulo 17. Espaços de Trabalho e Recursos
• Laboratório de Materiais
• Laboratório de Fabricação
• Desenvolvimento de Software
• Laboratório de Química
• Laboratório de Termofluidos
• Laboratórios de Ensino de Informática: são duas salas de aula, sendo uma com 25
notebooks e a outra com 50 postos de trabalho (40 desktops e 10 nichos para notebooks
ou netbooks dos alunos). Podem ser utilizadas para aulas que envolvam laboratórios,
bem como para execução de testes de software em escala. Espaço também adequado
para elaboração de tarefas e atividades necessárias as disciplinas de cursos, bem como
às pesquisas em assuntos pertinentes aos temas condizentes com as linhas de pesquisa
de Engenharia de Software;
17.8. Infraestruturas de Pesquisa e Inovação da UnB 117
projetores de slides.
Química: São 41 bases de dados especializadas e 966 periódicos científicos que englobam as
seguintes disciplinas: Química Geral Teórica, Química Geral Experimental.
Matemática: São 29 bases de dados especializadas e 824 periódicos científicos que contem-
plam as disciplinas: Cálculo 1, Cálculo 2, Cálculo 3, Introdução a Álgebra Linear, Pro-
babilidade e Estatística Aplicada a Engenharia, Métodos Numéricos para Engenharia,
Métodos Matemáticos para Engenharia, Matemática Aplicada a Sistemas.
Física: São 44 bases de dados especializadas e 1151 periódicos científicos que contemplam as
seguintes disciplinas: Física 1, Física 1 Experimental, Física Moderna, Fundamentos da
Teoria Eletromagnética, Materiais de Construção para Engenharia.
Engenharia em Geral: São 165 bases de dados e 316 periódicos científicos que contemplam
as seguintes disciplinas: Introdução à Engenharia, Desenho Industrial Assistido por Com-
putador, Humanidades e Cidadania, Projeto Integrador I, Projeto Integrador II, Engenha-
ria de Segurança do Trabalho, Engenharia e Ambiente, Gestão da Produção e Qualidade,
Engenharia Econômica.
18 Infraestrutura de Gestão
1. Salas de professor com dois ambientes: uma antes sala para funcionar tanto para o aten-
dimento a alunos quanto para reuniões de pequenos grupos e uma segunda sala onde
ficam o professor.
2. Uma sala anexa à secretaria da coordenação, onde o coordenador pode realizar atendi-
mentos maiores e com um maior número de participantes.
1
<[Link]
129
20 Regimento UnB
Parágrafo único. Os currículos plenos dos cursos regulamentados em lei não podem exceder a
carga horária legal mínima em mais de 10% (dez por cento).
...
§1º As disciplinas do Módulo Integrante são aquelas que compõem o currículo do curso e
incluem:
I. disciplinas obrigatórias, que devem ser cursadas com aproveitamento para a conclusão
do curso;
II. disciplinas optativas, que possi- bilitam ao aluno escolher entre as disciplinas oferecidas
para integralização do currículo.
§2º As disciplinas obrigatórias de cada curso constituem, no máximo, 70% (setenta por cento)
dos créditos exigidos para conclusão do curso.
§3º As disciplinas do Módulo Livre são de livre escolha do aluno entre as disciplinas ofere-
cidas pela Universidade e correspondem a 24 (vinte e quatro) créditos, pelo menos, para
os cursos regulares de duração plena.
...
No artigo 119º o regimento relaciona os cursos de extensão com o Módulo Livre. Abaixo
segue a reprodução deste artigo, também na íntegra.
...
Art. 119º O curso de extensão pode integrar o Módulo Livre do currículo do aluno regular
quando o curso atender aos critérios estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa
e Extensão.
...
20.4. Extensão e Atividade Complementar 131
Art. 54º A extensão tem como objetivo intensificar relações transformadoras entre a Univer-
sidade e a sociedade, por meio de processo educativo, cultural e científico.
Art. 55º Cabem à Universidade assegurar o desenvolvimento dos programas e projetos de ex-
tensão e consignar em seu orçamento recursos para esse fim.
...
Já o Regimento da UnB, no Título III, Capítulo I, Seção III, e Capítulo III, regulamentam
os cursos de extensão. Os trechos citados são reproduzidos a seguir.
...
Art. 116º Os cursos de extensão destinam-se ao público em geral, com os objetivos de cria-
ção e de difusão de conhecimento, de atualização ou de aperfeiçoamento científico,
tecnológico, cultural e profissional.
Art. 117º Cada curso de extensão está sujeito a um plano específico, elaborado pelo órgão
proponente, do qual deve constar o nome de seu responsável.
Art. 118º A coordenação didático-científica de cada curso de extensão cabe:
I. ao departamento em cuja área o curso se contiver por inteiro;
II. ao competente colegiado, quando ultrapassar o âmbito de um departamento.
Art. 119º O curso de extensão pode integrar o Módulo Livre do currículo do aluno regular
quando o curso atender aos critérios estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa
e Extensão.
132 Capítulo 20. Regimento UnB
...
Art. 132º A extensão tem como objetivo intensificar as relações transformadoras entre a Uni-
versidade e a sociedade, por meio de processo educativo, cultural e científico.
Art. 133º À Universidade cabe assegurar o desenvolvimento dos programas e dos projetos de
extensão e consignar, em seu orçamento, recursos para esse fim.
Art. 134º A extensão na Universidade abrange programas, projetos, prestações de serviços,
cursos e eventos de todas as áreas do conhecimento, integrados ao ensino e à pesquisa,
voltados ao público interno e externo, por meio do atendimento às demandas sociais,
de forma que contribua para a solução dos problemas da região e do País.
§1º Os cursos de extensão são oferecidos ao público, com o propósito de divulgar conheci-
mentos e técnicas de trabalho, podendo desenvolver-se em nível universitário ou não,
de acordo com o conteúdo e com o sentido que assumam em cada caso.
§2º Os serviços de extensão são prestados sob formas diversas de atendimento e/ou con-
sultas, realização de estudos, de elaboração e de orientação de projetos, bem como de
participação em iniciativas de qualquer setor do conhecimento.
Art. 135º A execução dos programas de extensão, quando não individuais, é coordenada:
I. pelo departamento;
II. pelo colegiado, em cuja área se contiverem por inteiro, quando se referirem a mais de
um departamento;
III. por um colegiado especial, no qual todos os órgãos envolvidos se representem, quando
incidirem na área de dois ou mais cursos.
§1º As atividades de extensão devem contribuir para a formação de profissionais críticos,
envolvendo os alunos, direta e sistematicamente, com os problemas da sociedade relaci-
onados às suas áreas de formação acadêmica.
§2º A cooperação com as entidades públicas e privadas deve ser privilegiada em programas
de cunho social.
§3º A Universidade deve manter os programas de bolsas para dar suporte à realização dos
objetivos da extensão.
§4º Nos programas de extensão, a Universidade se abstém de substituir as funções do Estado
que não lhe sejam peculiares.
Art. 136º A extensão na Universidade obedece a uma programação geral de linhas prioritárias
e a outras iniciativas de unidades e departamentos, bem como de professores, indivi-
dualmente.
20.4. Extensão e Atividade Complementar 133
Parágrafo único. Cada projeto de curso e/ou serviço de extensão tem um responsável pela sua
coordenação.
Art. 137º Cabe ao Conselho Universitário aprovar a política global de extensão na Universi-
dade.
Art. 138º A coordenação geral dos programas de extensão na Universidade cabe, no plano
executivo, ao Decanato de Extensão e, no plano deliberativo, ao Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão, diretamente ou por intermédio da sua Câmara de Extensão.
Parte VI
Documentação
137
1º NÍVEL
Cálculo 1 (MAT0025)
Ementa
Funções de uma variável real
Limite e continuidade
Derivada
Integral
Programa
1. Funções: conceito de função; exemplo de funções de uma variável real; tipos de funções; gráficos; função composta;
função inversa; funções trigonométricas e suas inversas; função exponencial; função logaritmo
2. Limite e continuidade: conceito de limite; propriedades dos limites; limites laterais; limites envolvendo o infinito;
continuidade; Teorema do Valor Intermediário
3. Derivadas: conceito de derivada; reta tangente e reta normal; derivadas laterais; regras básicas de derivação; regra
da cadeia; taxas relacionadas; derivada da função inversa; derivação implícita; comportamento de funções; máximos
e mínimos; Teorema do Valor Médio; regras de l’Hospital; concavidade, inflexão e gráficos; problemas de otimização
4. Integrais: primitivas; integrais indefinidas e suas propriedades; integral definida e suas propriedades; Teorema Fun-
damental do Cálculo; integração por substituição; integração por partes; integração por frações parciais; integração
de produtos de funções trigonométricas; integração por substituição inversa; integração por substituições especiais.
5. Aplicações da integral: aplicações da integral ao cálculo de áreas planas, comprimento de curvas, volumes e áreas
de sólidos.
Bibliografia Básica
THOMAS, George B., Cálculo, São Paulo: Ed. Addison Wesley, 2008.
LEITHOLD, Louis , O cálculo com geometria analítica – 3. ed. – São Paulo: Editora Harbra Ltda, 1994.
Hill, G., Everything Guide To Calculus I : A Step-By-Step Guide To The Basics Of Calculus - In Plain English!, Editor:
F+W Media, 2011.
Bibliografia Complementar
SWOKOWSKI, Earl William, Cálculo com geometria analítica – 2. ed. – São Paulo : Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
STEWART, James. Cálculo. Austrália; São Paulo: Cengage Learning, 2013. 2 v. ISBN 9788522112586 (v. 1). Classificação:
517 S849c =690 2013 Ac.1013137 (16 unidades na biblioteca)
FLEMINNG, Diva M., GONÇALVES, Mírian B. Cálculo A: Funções Limite, derivação e integração. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
PATRÃO. Mauro. Cálculo 1: derivada e integral em uma variável. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2011.
Disponível em <[Link]
Ementa
Conceitos básicos.
A terra com um sistema.
Vida em meio ambiente.
138 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Sustentando a vida.
Poluição.
Meio ambiente e sociedade
Programa
1. Ciências do ambiente: conceitos básicos
2. A terra como um sistema
3. Vida e o meio ambiente
4. Sustentando a vida com recursos
5. Poluição
6. Meio ambiente e sociedade
Bibliografia Básica
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo:Pearson. 2005. 232-250p
HINRICHS, R.A. and KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson. 2003.
(eBrary) Inagê de Assis Oliveira, Antonio . (2011). Introdução à legislação ambiental brasileira e licenciamento ambi-
ental. Brasil:Editora Lumen Juris. 675p.
Bibliografia Complementar
(eBrary) MOREIRA, D; TIZIANO, Modelo matemático de dispersão de poluentes na atmosfera : um instrumento téc-
nico para a gestão ambiental. Rede Ambiente & Sociedade, 2005
(open access)IPEA. Sustentabilidade Ambiental no Brasil: biodiversidade, economia e bem-estar humano. Série Eixos
do Desenvolvimento Brasileiro. N 77. Brasília, 2011. Disponível em <[Link]
(eBrary) TUCCI, C.E.M. Gestão da água no Brasil. Unesco. 2004.
(eBrary) GIODA, A. RADLER DE AQUINO NETO, F. Considerações sobre estudos de ambientes industriais e não
industriais no Brasil: uma abordagem comparativa. Cadernos de Saúde Pública - Escola Nacional de Saúde Pública,
Fundação Oswaldo Cruz. 2004.
BERTALANFFY, L. V. Teoria geral dos sistemas. 4 ed. Petrópolis:Ed. Vozes. 2009.
Ementa
Desenvolvimento de Produto QFD. Introdução ao CAD.
Normatização em Desenho Técnico. Modelagem básica.
Edição e Alteração. Configuração, Montagem e Manipulação de Bibliotecas.
Projeções ortogonais.
Vistas em corte e auxiliares.
Desenho perspectiva.
Cotagem e escalas.
Transformações, translações, rotação e reflexão.
Integração de sistemas (CAD/CAE/CAM)
Programa
1. Desenvolvimento de Produto QFD
2. Aplicação de QFD
3. Introdução ao CAD - Importância da Computação Gráfica no Projeto em Engenharia
4. Normalização em Desenho Técnico
5. CAD Básico - Geração de Primitivas
6. CAD Básico - Comandos de Edição de Desenho
7. CAD Básico - Comandos de Alteração de Desenho
8. Projeções Ortográficas
9. Desenho em Perspectivas - Geometria Descritiva/Desenho Isométrico
139
Bibliografia Básica
STRANG, Gilbert, Álgebra linear e suas aplicações. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
(open access) Machado, G. Q., Álgebra Linear, Universidade do Minho, 2005.
(eBrary) Chudhary, P., A Practical Approach to Linear Algebra, Oxford, Book Company, First edition, 2009.
Bibliografia Complementar
Tickoo, S.; Raina, V. - CATIA V5R17 for Designers, 672 p., ISBN 9781932709247, CADCIM Tech, 2007.
(eBrary) Griffiths, B. - Engineering Drawing for Manufacture. Jordan Hill, GBR: Butterworth-Heinemann, 2002.
(eBrary) Narayana, K.L.; Kannaiah, P.; Reddy, K. V. - Machine Drawing, New Age International, 2006.
(eBrary) Omura, G. - Mastering AutoCAD 2012 and AutoCAD LT 2012. Hoboken NJ, USA: Sybex, 2011.
(eBrary) Finkelstein, E. - AutoCAD 2011 and AutoCAD LT 2011 Bible. Hoboken, NJ, USA: Wiley, 2010.
(eBrary) Lombard, M. - SolidWorks 2011 Parts Bible. Hoboken, NJ, USA: Wiley, 2011.
(eBrary) Lombard, M. - Solidworks 2011 Assemblies Bible. Hoboken, NJ, USA: Wiley, 2011.
Silva, A.; Ribeiro, C. T.; Dias, J.; Sousa, L. - Desenho Técnico Moderno 4. Ed., LTC, Rio de Janeiro, 2006.
Giesecke, F. E. et al. - Comunicação Gráfica Moderna, Bookman, Porto Alegre, 2002.
Ementa
Princípios fundamentais de construção de programas.
Construção de algoritmos e sua representação em pseudocódigo e linguagens de alto nível.
Noções de abstração.
Especificação de variáveis e funções.
Testes e depuração.
Padrões de soluções em programação.
Noções de programação estruturada.
Identificadores e tipos.
Operadores e expressões.
Estruturas de controle: condicional e repetição.
Entrada e saída de dados.
Estruturas de dados estáticas: agregados homogêneos e heterogêneos.
Iteração e recursão.
Noções de análise de custo e complexidade.
Desenvolvimento sistemático e implementação de programas.
Estruturação, depuração, testes e documentação de programas.
Resolução de problemas.
Aplicações em casos reais e questões ambientais.
Programa
Bibliografia Básica
Cormen, T. et al., Algoritmos: Teoria e Prática. 3a ed., Elsevier - Campus, Rio de Janeiro, 2012
Ziviani, N., Projeto de Algoritmos com implementação em Pascal e C, 3a ed., Cengage Learning, 2010.
Felleisen, M. et al., How to design programs: an introduction to computing and programming, MIT Press, EUA, 2001.
140 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Complementar
Evans, D., Introduction to Computing: explorations in Language, Logic, and Machines, CreatSpace, 2011.
Harel, D., Algorithmics: the spirit of computing, Addison-Wesley, 1978.
Manber, U., Introduction to algorithms: a creative approach, Addison-Wesley, 1989.
Kernighan, Brian W; Ritchie, Dennis M.,. C, a linguagem de programação: Padrão ANSI. Rio de janeiro: Campus
Farrer, Harry. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
2002.
Ementa
A estrutura da Universidade de Brasília
A estrutura do Curso de Engenharia
Técnicas de administração de tempo
Técnicas de estudo
Noções de Engenharia Automotiva
Noções de Engenharia Eletrônica
Noções de Engenharia de Energia
Noções de Engenharia de Software
Programa
1.A estrutura da Universidade de Brasília
2. A estrutura do Curso de Engenharia.
3. Técnicas de administração de tempo.
4. Técnicas de estudo.
5. Noções de Engenharia Automotiva.
6. Noções de Engenharia Eletrônica.
7. Noções de Engenharia de Energia
8. Noções de Engenharia de Software.
Bibliografia Básica
(IEEEXPLORE) Kamm, L. J., Real-World Engineering: a Guide to Achieving Career Success, 1a ed., IEEE Press, 1991.
(open access) Rosa, C. A., Como Elaborar um Plano de Negócio, 1a ed., SEBRAE, 2007.
(eBrary) Blackwell, E., How to Prepare a Business Plan, 1a ed., Kogan Page Ltd., 2004.
Bibliografia Complementar
Osterwalder, A., Pigneur, Y., Business Model Generation, Amsterdam: Self Published, 2009.
(eBrary) Hill, R., Solt, G., Engineering Money: Financial Fundamentals for Engineers, 1a ed., Ed. Wiley, 2010.
Bazzo, W. A.; Pereira, L. T., Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e Comportamentos, 1a ed., Ed. da UFSC,
2006.
Alves, R., A Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e suas Regras, 1a ed., Ed. Loyola, 2001.
(open access) Rocha, A. F., Sugestões para o estudo efetivo.
(open access) Manual do aluno UNB 1º./2012.
2º NÍVEL
141
Cálculo 2 (MAT0026)
Ementa
Aplicações da integral.
Coordenadas polares, gráficas e áreas.
Fórmula de Taylor e aproximações (funções de uma variável).
Sequências, séries numéricas e séries de potências.
Vetores no plano e no espaço.
Equações paramétricas, curvatura, aplicações.
Programa
1. Sequências; Séries numéricas
2. Séries de potências: Soma, diferença, produto e quociente de séries de potências. Derivação e integração de Séries
de Potências. Aplicações
3. Fórmula de Taylor, estimativa de resto e aproximações (Funções de uma Variável)
4. Equações diferenciais ordinárias de 1a ordem: motivação; interpretação geométrica; equações com variáveis se-
paradas; fatores integrantes; equações lineares de 1ª ordem; Método da Variação de Parâmetros; família de curvas
ortogonais a uma dada família de curvas; aplicações; Teorema de Existência e Unicidade para o problema de valor
inicial (sem demonstração)
5. Equações diferenciais ordinárias lineares: oscilador harmônico; equações de 2ª ordem com coeficientes constantes;
problema de valor inicial; equação característica; sistema fundamental de soluções; solução geral; oscilações livres;
equações de ordem arbitrária com coeficientes constantes, caso homogêneo e não homogêneo; Métodos dos coefici-
entes a determinar; Método de Variação de Parâmetros. Oscilações forçadas; outras aplicações
6. O método das séries de potências: A equação de Cauchy; equações lineares com coeficientes variáveis; resolução
através de séries de potências; equação de Legendre; polinômios de Legendre; Método de Frobenius; equação indicial
7. Transformada de Laplace: integrais impróprias, definição, propriedades básicas e exemplos; relação com a derivada
e integral; aplicações à equações diferenciais
8. Sistemas lineares de equações diferenciais ordinárias de 1a ordem: motivação; sistemas lineares homogêneos com
coeficientes constantes; plano de fase
Bibliografia Básica
THOMAS, G.B., CÁLCULO - VOLUME 2, 11a ed. Pearson/Addison-wesley - Br, 2008.
BOYCE, W., DIPRIMA, R., Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno, , 9ª ed. LTC, 2010.
(eBrary) Schiff, J. L., Laplace Transform : Theory & Applications, 1a ed. Springer, 1999.
Bibliografia Complementar
Stewart, J., Cálculo - Vol. 2, 6ª ed. Pioneira/Thomson Learning, 2009.
open access
open access
open access
(eBrary) Vrabie, I. I., Differential Equations : An Introduction to Basic Concepts, Results and Applications, 1a ed. World
Scientific Publishing Co., 2004.
Pre-Requisito: Cálculo 1.
Física 1 (IDF0171)
Ementa
Módulos
Unidades e grandezas físicas
Vetores
Movimento retilíneo
Movimento em duas e três dimensões.
Leis de Newton do movimento
142 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Programa
1. Medição
- Grandezas, padrões e unidades físicas.
- O sistema internacional de unidades.
- Padrão de comprimento, massa e tempo.
2. Vetores
- Caracterização de grandeza vetorial.
- Vetores unitários.
- Operações com vetores.
3. Cinematica da partícula
- Considerações envolvidas na cinemática da partícula.
- Conceito de diferenciação e sua aplicação a problemas de mecânica.
- Equações de movimento. Representação vetorial.
- Movimento circular uniforme.
- Velocidade e acelaração relativas.
4. Dinamica da particula
- A primeira Lei de Newton.
- Os conceitos de forca e massa.
- A segunda lei de Newton.
- A terceira lei de Newton.
- Sistemas de unidades. Força de atrito.
- Dinâmica do movimento circular uniforme.
- Classificação das forças.
- Mecânica clássica, relativística e quântica.
5. Trabalho e energia.
- Conservação da energia.
- Trabalho realizado por uma forca constante.
- Conceito de integração e sua aplicação a problemas em mecânica.
- Trabalho realizado por força variável.
- Energia cinética.
- Teorema trabalho-energia-potencia.
- Forcas conservativas e não conservativas.
- Energia potencial.
- Conservação de energia.
- Massa e energia.
6. Conservação do momento linear
- Centro de massa e seu movimento.
- Movimento linerar.
- Conservação do momento linear.
- Sistemas de massa variável.
[Link]ões
- Conceito de colisão.
- Impulso e momento linear.
- Conservação do momento linear durante as colisoes.
- Seção eficaz de choque.
8. Cinematica de rotação
- As variaveis da cinematica da rotação.
- Rotação com aceleração angular constante.
- Grandezas vetoriais na rotação.
143
Bibliografia Básica
Young, H. D.; Manfredo, R. A.; Física 1 Mecânica , 12ª ed., Pearson, 2008.
Serway, R. A.; Jewett, J. W.; Princípios de Física Vol. 1 Mecânica clássica e relatividade , trad. da 5ª ed., Ed. Cengage,
2014.
Bibliografia Complementar
Nussenzveig, H. N.; Curso de Física Básica 1 , 5ª ed., Ed. Edgard Blucher, 2013. ¨
Chaves, Alaor; Sampaio, J.F.; Física Básica: Mecânica , 1ªed, Ed. LTC, 2007.
Tipler, Paul. A,; Mosca, Gene; Física para Cientistas e Engenheiros Vol.1- Mecânica, Oscilações, Ondas e Termodinâ-
mica, 6ª ed, Ed. LTC, 2009.
Halliday, D.; Resnick, R.; Walker, J.; Fund. da Fís., Vol. 1, 9ª ed., LTC, 2012.
Ementa
Medidas e erros.
Analise gráfica.
Atrito.
Colisão.
Conservação do momento linear.
Estudo dos movimentos.
Rotação.
Conservação de energia.
Equilíbrio de corpos rígidos.
Programa
1. Classificação dos erros.
- Calculo de erro experimental, algarismos significativos.
- Propagação de erros. Medidas com instrumentos de precisao.
2. Construção e analise de graficos.
- Gráficos lineares, mono-log e log-log.
3. Movimento no plano inclinado.
- Coeficiente de atrito.
- Coeficiente de restituição para colisões.
- Tipos de colisões.
4. Conservação do momento linear em colisoes, unidimensionais e bidimensionais.
5. Conservação da energia.
6. Estudo do equilíbrio de corpos regidos.
- Diagramas de forcas.
Bibliografia Básica
Taylor. John R., An Introduction to Error Analysis: The Study of Uncertainties in Physical Measurements.
MATTHEW SAND, RICHARD FEYNMAN E ROBERT LEIGHTON. LIÇÕES DE FÍSICA DE FEYNMAN. BOOKMAN
Tipler, P., A., Moca, G., Física – volume 1, 5ª Edição, LTC, 2012.
144 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Complementar
Sears, F., Young, H. D., Freedman, R. A., Zemansky, Física 1 – Mecânica, Addison Wesley,12a Edição, 2009.
Halliday D., Resnick. R., Walker, J. Fundamentos de Física – Volume 1, 9a Edição, LTC, 2012.
YOUNG, Hugh D; FREEDMAN, Roger A. Física. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2013. v. ISBN 9788588639300 (v.1).
Ementa
Matrizes
Sistemas lineares
Determinantes e matriz inversa
Espaços e subespaços vetoriais
Dependência e independência linear
Base de um espaço vetorial
Transformações lineares
Autovalores e autovetores
Diagonalização de operadores
Produto interno.
Programa
1. Sistemas lineares e matrizes: operações elementares e forma escada; inversão de matrizes por operações elementares;
determinantes e suas propriedades
2. Espaços vetoriais: vetores no plano e no espaço; espaços euclidianos R2 e R3; produto escalar; projeções; produto
vetorial; volume de paralelepípedos; retas e planos; espaços e subespaços vetoriais; combinação linear, dependência e
independência linear; base de um espaço vetorial
3. Produto interno: definição de produto interno; exemplos; norma, ângulo entre vetores; processo de ortogonalização
de Gram-Schmidt
4. Transformações lineares: transformações lineares do plano no plano; aplicações lineares e matrizes; mudança de
base
5. Autovalores e autovetores: definição de autovalores e autovetores; polinômio característico
6. Diagonalização de operadores: base de autovetores; transformações ortogonais
7. Aplicações
Bibliografia Básica
STRANG, Gilbert, Álgebra linear e suas aplicações. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
(open access) Machado, G. Q., Álgebra Linear, Universidade do Minho, 2005.
(eBrary) Chudhary, P., A Practical Approach to Linear Algebra, Oxford, Book Company, First edition, 2009.
Bibliografia Complementar
Anton, H. A., Rorres, C., Álgebra Linear com Aplicações, 8ª. ed., BOOKMAN, 2001.
(eBrary) Bapat, R. B., Linear Algebra and Linear Models, Springer, Second Edition, 2000.
(eBrary) Zhang F., Linear Algebra Challenging Problems for Students, Johns Hopkins University Press, Second Edition,
2009.
Lay, D. C., Álgebra Linear e suas Aplicações, 2ª. ed., LTC, 1999.
Boldrini, E., Álgebra Linear, 3ª. ed., Harbra, 1986.
Dash, R. B., Dalai D. K., Fundamentals of Linear Algebra, Himalaya Publishing House, 1st ed., 2008.
Ementa
Conceitos e noções fundamentais.
Variáveis aleatórias. Distribuições das Variáveis aleatórias.
Intervalo de confiança. Teste de hipóteses.
Erros do Tipo I/II.
Medidas descritivas (medidas de tendência central, medidas separatrizes, medidas de dispersão, medidas de assimetria,
medidas de curtose).
Testes de aderência de distribuições teóricas a dados empíricos (Chi-quadrado e Kolmogorov-Smirnov).
Correlação.
Teoria da Confiabilidade Estrutural.
Programa
1. Fundamentos do Cálculo de Probabilidade
2. Variáveis Aleatórias e suas distribuições
3. Medidas Característica de uma distribuição de probabilidade
4. Modelos probabilísticos
5. Análise estática de observações
6. Análise dinâmica de observações
7. Noções de amostragem e estimação
8 Noções de testes de hipóteses
Bibliografia Básica
Devore, J. L., Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências, Ed. Thomson, 2006.
Navidi, W. Probabilidade e Estatística para ciências exatas. Porto Alegre: McGrawHill/Bookman, 2012.
(eBrary) Schwarzlander, H. Probability Concepts and Theory for Engineers, Wiley, 2010.
(eBrary)Morrison, J. Statistics for Engineers: An Introduction. Wiley, 2009.
Bibliografia Complementar
JAYNES, E. T.; BRETTHORST, G. Larry. Probability theory: the logic of science. Cambridge: Cambridge Universtiy
Press, c2003. xxiv, 727 p.
Hines, W. W., Montgomery, D. C., Goldsman, D. M., Borror, C. M. Probabilidade e Estatística na Engenharia, LTC,
2006.
Montgomery, D. C., Runger, G. C., Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros, LTC, 2007.
Rohatgi, V. K., Saleh, A. K. Md. Ehsanes, Introduction to Probability and Statistics, John Wiley & Sons, 2001
Meyer, P. L., Probabilidade – Aplicações à Estatística. LTC, 2000.
Spiegel, M. R., Probabilidade e Estatística, McGraw-Hill, 1978.
(eBrary) DeCoursey, W. Statistics and Probability for Engineering Applications. Newnes, 2003.
FIELD, Andy. Descobrindo a Estatística usando o SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2009.
LEVINE, D. M., STEPHAN, D. F., KREHBIEL, T. C., BERENSON, M. L. Estatística Teoria e Aplicações usando o Microsoft
Excel em Português. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
Ryan, T. Estatística moderna para Engenharia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Walpole, R. E., Myers, R. H., Myers, S. L., Ye, K. Probabilidade e Estatística para engenharia e ciências. 8ª Ed. São Paulo:
Pearson, 2009.
Pre-Requisito: Cálculo 1.
Ementa
Práticas de programação em ambientes gráficos e lúdicos
Organização e processamento de dados
Introdução à arquitetura de software
Introdução aos conceitos de Engenharia de Software
146 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Programa
1. Natureza do software
2. Sistemas interativos e gráficos
3. Leitura e escrita de arquivos e processamento de dados
4. Noções de arquitetura de software
5. Boas práticas no desenvolvimento de software
6. Ciclo de vida e manutenção
7. Metodologias de desenvolvimento
Bibliografia Básica
PRESMAN, Roger S; MAXIM, Bruce R.. Engenharia de Software. 8a ed, Bookman, 2016
PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, c2004. xix, 535
p. : ISBN 9788587918314
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2007. 552 p. : ISBN 978-85-
88639-
Bibliografia Complementar
COCKBURN, Alistair. Escrevendo casos de uso eficazes: Um guia Prático para desenvolvedores de software - 1ª ed.
Bookman Companhia ED. ISBN 853630457X
JINO, Mario, MALDONADO, José Carlos , DELAMARO, Márcio Eduardo. Introdução ao teste de software. 1ª ed.
Campus. ISBN 8535226346.
KINSLEY, H. McGugan, W. Introdução ao desenvolvimento de jogos em Pygame, ISBN 9788575224526, Novatec, 2015
(open access) FRY, Ben; REAS, Casey. Processing Reference (<[Link]
(ebrary) MILONOVICH, Brandon. Scratch Cookbook (1). Olton, GB: Packt Publishing, 2013. ProQuest ebrary. Web. 28
September 2016.
(ebrary) VANTOMME, Jan. Processing 2 Creative Programming Cookbook : Creative Programming Cookbook (1).
Olton, GB: Packt Publishing, 2012. ProQuest ebrary. Web. 28 September 2016.
(ebrary) BAYLE, Julien. C Programming for Arduino (1). Olton, GB: Packt Publishing, 2013. ProQuest ebrary. Web. 28
September 2016.
3º NÍVEL
Métodos Numéricos para Engenharia (FGA0160)
Ementa
Fontes de erros em métodos numéricos
Zeros reais de funções reais
Resolução de sistemas lineares
Interpolação
Ajuste de curvas pelo método dos quadrados mínimos
Integração numérica
Soluções numéricas de EDO
Método das diferenças finitas
Programa
1. Fontes de erros em métodos numéricos
1.1 Erros absolutos e relativos
1.2 Erros de arredondamento e truncamento
1.3 Conversão de números nos sistemas decimal e binário
1.4 Aritmética de ponto flutuante
2. Zeros reais de funções reais
147
Bibliografia Básica
Ruggiero, Márcia A. Gomes; Lopes, Vera Lúcia Da Rocha. Cálculo Numérico:Aspectos Teóricos E Computacionais. 2.
Ed. São Paulo: Pearson Education, 2005. 406 P. Isbn 8534602042.
Franco, Neide Maria Bertoldi. Cálculo Numérico. Prentice-Hall Isbn 978857605087
Sperandio, Décio; Mendes, João Teixeira E Silva, Luiz Henry Monken. Calculo Numérico: Características Matemáticas
E Computacionais Dos Métodos Numéricos. Prentice-Hall Isbn 8587918745
Bibliografia Complementar
Press, William H; Brian P.; Teukolsky, Soul A. E Vetterling, William T. Numerical Recipes: The Art Of Scientific Com-
puting. Cambridge University Press Isbn 9780521880688
(eBrary) Jain, M.K. Iyengar, S.R.K. Jain, R.K. Numerical Methods : Problems And Solutions, New Age International,
2004 <[Link]
(eBrary) Quarteroni, Alfio ; Sacco, Riccardo; Saleri, Fausto; Numerical Mathematics, Springer 2000, Págs 675, Lc Call
No.: Qa297 – .Q83 2000eb, Isbn: 9780387227504
(eBrary) Iyengar, S.R.K; Jain, R.K., Numerical Methods, New Age International 2009, 326 Pág, Lc Call No.: Qa297 – .I94
2009eb Isbn: 9788122427073
(eBrary) Rao, G Shanke, Numerical Analysis; New Age International 2006, Págs 337, Lc Call No.: Qa297 – .R36 2006eb;
Isbn: 9788122422955
Pre-Requisito: Cálculo 2.
148 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Ementa
O ambiente econômico. Relações preço-demanda e custo-volume.
Lei da oferta e da procura. Diagrama de break-even.
Relações entre juros e pagamentos. Valor e depreciação.
Pay back.
Engenharia financeira.
Elementos de custo de um projeto.
Métodos de análise de projetos: taxa mínima de atratividade, valor presente líquido. Engenharia do valor, Eficiência
físico-econômica e processos de Engenharia. IX. Risco, incerteza e sensibilidade.
A questão ambiental. Principais determinantes socioeconômicos e tecnológicos da demanda de energia nos setores
consumidores.
Desagregação da demanda de energia por usos finais. Métodos de análise do consumo de energia.
Análise econômica de produção e geração de energia.
Programa
1. Ambiente econômico
2. Matemática financeira e respectivos métodos.
3. Métodos de Análise de Investimentos.
4. Gerenciamento de Riscos e Incertezas
5. Risco incerteza e sensibilidade.
Bibliografia Básica
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: matemática financeira, enge-
nharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 411 p. ISBN 9788522457892.
(open access) Sobrinho, Edson de Oliveira & Montevechi, Jose Arnaldo Barra. Engenharia Economica I. Apostila,
disponível em <[Link] 2006.
(eBrary) Dharmaraj, E. Engineering Economics. Global Media, 2010.
Bibliografia Complementar
(eBrary) Ramagopal, C. Financial Management. Delhi, New Age International, 2008.
Hirschfeld, Henrique. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo, Atlas, 2001,
BLANK, Leland T.; TARQUIN, Anthony J. Engenharia econômica. 6. ed. São Paulo: McGraw-Hill, c2008. xix, 756 p.
ISBN 9788577260263.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia . Rio de Janeiro: Campus, 2001.
xxxviii, 831 p. ISBN 9788535208535.
PINDYCK, Robert S; RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. xxiv,
647 p. ISBN 9788576052142
Ehrlich, Pierre Jacques & Moraes, Edmilson Alves. Engenharia Econômica: avaliação e seleção de Projetos de Investi-
mento, 6ª Edição. São Paulo, Atlas, 2005.
Alencar, Antonio Juarez & Schmitz, Elber Assis. Análise de risco em gerencia de projetos, com exemplos em @risk.
Rio de Janeiro, Brasport, 2005
Neto, Assaf. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo, Atlas, 2008.
Ementa
Aborda os conceitos e teorias básicos da área de humanidades: sociedade, ordem social, etnias, política, intercultura-
lismo, minorias, vulnerabilidade, racismo, preconceito.
Analisa as teorias de decoloniedade e seus impactos na sociedade brasileira.
149
Analisa o papel desempenhado por fatores como raça, gênero, crenças, família, comunidade e nação sobre a atividade
dos engenheiros.
Analisa o papel da tecnologia na vida contemporânea, os riscos e vantagens que ela proporciona e o desenvolvimento
tecnológico como reflexo dos valores e da cultura e da ética na sociedade.
Apresenta os conceitos e enfoques básicos para a compreensão do ambiente cultural no qual se inserem as atividades
desenvolvidas pela engenharia e o respeito ao dialogo de saberes.
Interfaces ser humano/tecnologia: apresentar e analisar a interface frente ao rápido desenvolvimento tecnológico e
ao aumento da competitividade mundial.
Analisa os efeitos resultantes do desenvolvimento sociocultural da população e, por consequência, da extensão da
vida produtiva dos trabalhadores, implicando em mudanças de valores como resultado da maior experiência, maior
valorização e maior senso de responsabilidade assumidos pelo cidadão na realização do trabalho para a sociedade.
Programa
1. Aborda os conceitos e teorias básicos da área de humanidades: sociedade, ordem social, etnias, política, intercultu-
ralismo, minorias, vulnerabilidade, racismo, preconceito.
2. Analisa as teorias de decoloniedade e seus impactos na sociedade brasileira.
3. Analisa o papel desempenhado por fatores como raça, gênero, crenças, família, comunidade e nação sobre a atividade
dos engenheiros.
4. Analisa o papel da tecnologia na vida contemporânea, os riscos e vantagens que ela proporciona e o desenvolvimento
tecnológico como reflexo dos valores e da cultura e da ética na sociedade.
5. Apresenta os conceitos e enfoques básicos para a compreensão do ambiente cultural no qual se inserem as atividades
desenvolvidas pela engenharia e o respeito ao dialogo de saberes.
6. Interfaces ser humano/tecnologia: apresentar e analisar a interface frente ao rápido desenvolvimento tecnológico e
ao aumento da competitividade mundial.
7. Analisa os efeitos resultantes do desenvolvimento sociocultural da população e, por consequência, da extensão da
vida produtiva dos trabalhadores, implicando em mudanças de valores como resultado da maior experiência, maior
valorização e maior senso de responsabilidade assumidos pelo cidadão na realização do trabalho para a sociedade.
Bibliografia Básica
FREYRE, Gilberto. Homens, engenharias e rumos sociais. Rio de Janeiro, 2010
FERKISS, Victor C. O homem tecnológico: mito e realidade. Rio de Janeiro : Zahar Editores. 1972.
FURTADO, Celso. Raízes do subdesenvolvimento. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1ª. ed. 2003.
Bibliografia Complementar
HOLANDA, Sergio Buarque. Raízes do Brasil, São Paulo, Editora Companhia das Letras, 1995.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia, Brasíliense, Coleção Primeiros Passos, 38a ed. São Paulo, 1994.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro e o sentido do Brasil, Companhia das Letras, São Paulo, 1995.
ROSA, Luiz Pinguelli. Tecnociências e humanidades : novos paradigmas, velhas questões. São Paulo : Paz e Terra, 2005.
MIRANDA, Henrique Savonitti. Curso de direito constitucional e administrativo. Brasília ; Senado Federal, 2007.
Ementa
Sistemas de Numeração e Códigos
Princípios de Sistemas Sequenciais
Portas Lógicas e Álgebra Booleana
Circuitos Lógicos Combinacionais
VHDL
Aritmética Digital: Operações e Circuitos
Circuitos Lógicos MSI
Programa
150 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Básica
Thomas Floyd, Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações, Bookman, 2007
Volnei A. Pedroni, Eletrônica Digital Moderna e VHDL, Campus-Elsevier, 2010
Ronald J. Tocci, Neal S. Widmer, Gregory L. Moss, Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações, Pearson, 2011
James W. Bignell, Robert Donovan, Eletrônica Digital, Cengage Learning, 2010
Bibliografia Complementar
William Kleitz, Digital Electronics: A Practical Approach with VHDL, Pearson, 2012
M. Morris Mano, Michael D. Ciletti, Digital Design With an Introduction to the Verilog HDL, Pearson, 2013
Randy H. Katz, Gaetano Borriello, Contemporary Logic Design, Pearson, 2005
Roberto d’Amore, VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais, LTC, 2012
Ementa
Noções de Métodos Experimentais
Circuitos Lógicos MSI
Sistemas de Numeração e Códigos
Princípios de Sistemas Sequenciais
Portas Lógicas e Álgebra Booleana
Circuitos Lógicos Combinacionais
VHDL
Aritmética Digital: Operações e Circuitos
Programa
151
Bibliografia Básica
Thomas Floyd, Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações, Bookman, 2007
Volnei A. Pedroni, Eletrônica Digital Moderna e VHDL, Campus-Elsevier, 2010
Ronald J. Tocci, Neal S. Widmer, Gregory L. Moss, Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações, Pearson, 2011
James W. Bignell, Robert Donovan, Eletrônica Digital, Cengage Learning, 2010
Bibliografia Complementar
William Kleitz, Digital Electronics: A Practical Approach with VHDL, Pearson, 2012
M. Morris Mano, Michael D. Ciletti, Digital Design With an Introduction to the Verilog HDL, Pearson, 2013
Randy H. Katz, Gaetano Borriello, Contemporary Logic Design, Pearson, 2005
Roberto d’Amore, VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais, LTC, 2012
Ementa
Problemas no desenvolvimento de software.
Introdução às boas práticas de programação.
Introdução à programação orientada a objetos.
Projetos e implementação de sistema orientado a objetos.
Programa
01. Introdução
- Problemas no desenvolvimento de software
152 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Básica
FOWLER, M. UML Essencial. Um breve guia para linguagem padrão de modelagem de objetos, Bookman, 3a Edição,
2005. ISBN: 9788560031382. Disponível em
<[Link]
5Beid1%5D/2%5Beid2%5D%400:0.00>
DEITEL, P. DEITEL, H. Java: como programar, Editora Pearson,10a Edição, 2016. ISBN: 9788543004792. Disponível
em: <[Link]
Bjarne Stroustrup, The C++ Programming Language, 4th Edition, Addison-Wesley Professional, 2013.
Cay S. Horstmann, Gary Cornell, Core Java, Volume I - Fundamentals, 8th Edition, Prentice Hall, 2016.
(eBrary) Lano, K.,UML 2 Semantics and Applications, 1st ed., Wiley, 2009.
Bibliografia Complementar
SINTER, A. Aprenda Programação Orientada a Objetos em 21 dias, Editora Pearson, 2002. ISBN: 9788534614610. Dis-
ponível em: <[Link]
JONES, M. P. Fundamentos do Desenho Orientado a Objeto com UML, Editora Pearson, 2001. ISBN: 9788534612432.
Disponível em: <[Link]
FÉLIX, R. Programação orientada a objetos, Editora Pearson, 2017. ISBN: 9788543020174. Disponível em: <https://
[Link]/Leitor/Publicacao/128217/pdf/0>
HORSTMANN, C. S. CORNELL, G. Core Java, Editora Pearson, 8a Edição, Vol. 1, 2009. ISBN: 9788576053576. Disponível
em <[Link]
153
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software, 10ª ed. Editora Pearson, 2019. ISBN: 9788543024974. Disponível em: <https:
//[Link]/Leitor/Publicacao/168127/pdf/0>
PRESMAN, R. S.; MAXIM, B. R. Engenharia de Software. Uma abordagem profissional, Bookman, 8a Edição, 2016.
ISBN: 9788580555349. Disponível em <[Link]
Ian D Chivers, An Introduction to C++ and Object Oriented Programming, Springer, 2001.
(eBrary) Barclay, Kenneth Savage, John, Object-Oriented Design with UML and Java, Elsevier, 2003.
(eBrary) Shaughnessy, Pat, Ruby Under a Microscope : An Illustrated Guide to Ruby Internals, No Starch Press, 2013.
(eBrary) Phillips, Dusty, Python 3 Object Oriented Programming, Packt Publishing Ltd, 2010.
Ementa
Lógica Proposicional Booleana
Teoria dos Conjuntos
Demonstração de Teoremas
Análise Combinatória
Permutações. Combinações. Arranjos
Programa
1. Lógica Proposicional
2. Tautologias, Implicações e Equivalências Lógicas
3. Regras de Inferência
4. Teoria dos Conjuntos
5. Demonstração de Teoremas
6. Princípio Multiplicativo
7. Permutações
8. Combinações
9. Arranjos
Bibliografia Básica
ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática, São Paulo, Nobel, 2002.
(eBrary) HALE, Margie. Essentials of Mathematics: Introduction to Theory, Proof, and the Professional Culture, Mathe-
matical Association of America, 2003.
(eBrary) FATICONI, Theodore G. Combinatorics: An Introduction, Wiley, 2014.
Bibliografia Complementar
ABE, Jair Minoro; SCALZITTI, Alexandre; SILVA FILHO, José Inácio da. Introdução à Lógica para Ciência da Compu-
tação, São Paulo, Arte e Ciência, 2002.
(eBrary) GARRET, Brian. Elementary Logic, Acumen, 2012.
(eBrary) QUINE, Willard V. Mathematical Logic, Harvard University Press, 1940.
(eBrary) MARCUS, Daniel A. MAA Textbooks: Combinatorics: A Problem Oriented Approach, Mathematical Associ-
ation of America, 1998.
(eBrary) ERICKSON, Martin J. Wiley Series in Discrete Mathematics and Optimization: Introduction to Combinatorics,
2nd edition, Wiley, 2014.
4º NÍVEL
154 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Ementa
Aspectos introdutórios no estudo da gestão da produção e da qualidade de produtos e serviços
Papel estratégico e objetivos de desempenho da produção
Planejamento e controle da produção
Controle e melhoria da produção
Gestão, Sistemas e Normalização da Qualidade
Programa
1. Aspectos introdutórios no estudo da gestão da produção e da qualidade de produtos e operações
2. Sistemas de produção; Planejamento e controle da produção; logística básica
3. Aspectos da pesquisa operacional relacionados à gestão da produção e operações
4. Controle e melhoria de processos;
5. Gestão, Sistemas e Normalização da Qualidade
6. Qualidade e desenvolvimento de produtos
7. Métodos de pesquisa adotados na gestão da produção e operações
Bibliografia Básica
KRAJEWSKI, Lee J., RITZMAN, Larry P., MALHOTRA, Manoj K. Administração de produção e operações. 11. ed. São
Paulo: Pearson, 2017. xiv, 615 p. ISBN 9788576051725. Disponível em: Minha Biblioteca. Pearson. <[Link]
[Link]/> (e-Book).
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração de produção. Tradução Daniel Vieira. 8ª. Ed.
São Paulo: GEN | GRUPO EDITORIAL NACIONAL S.A. Publicado pelo selo Editora Atlas, 2020. ISBN: 978-85-97-
01537—9. Disponível em: Minha Biblioteca. Grupo GEN. (e-Book)
MELLO, Carlos Henrique P. ISO 9001 : 2008 : Sistema de gestão da qualidade para operações de produção e serviços.
Grupo GEN, 2012. 9788522479252. Disponível em: Minha Biblioteca. Grupo GEN, 2012. (e-Book)
Bibliografia Complementar
KRAJEWSKI, Lee J.; RITZMAN, Larry P.; MALHOTRA, Manoj K. Administração de produção e operações. 8. ed. São
Paulo: Pearson, 2012. xiv, 615 p. ISBN 9788576051725.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração de produção. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
xix, 703 p. ISBN 9788522453535.
ANTUNES, Junico. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão de produção enxuta. Porto Alegre:
Bookman, 2008. xx, 326 p. ISBN 9788577801169.
BALLESTERO-ALVAREZ, María Esmeralda. Gestão de qualidade: produção e operações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
xii, 460 p. ISBN 9788522471058.
Ementa
Modelos de ciclo de vida e de processos.
Processo Unificado.
Desenvolvimento rápido de software.
Métodos de desenvolvimento de software.
Projetos e implementação de sistema usando metodologias tradicionais e ágeis.
Programa
01. Processos de Desenvolvimento de software
- Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software (ciclo de vida)
- Atividades de Processo
- Disciplinas de desenvolvimento de software
155
Bibliografia Básica
Beck, K., Programação Extrema (XP) Explicada, 1st ed. Bookman, 2004.
Jacobson, I., Booch G., Rumbauch J., The Unified Software Development Process, 1st ed., Addison-Wesley, 1999.
(OPEN ACCESS) Leffingwell, Agile Software Requirements, <[Link]
(DISPONÍVEL NA BIBLIOTECA) Leffingwell, Dean, Agile Software Requirements: Lean Requirements Practices for
Teams, Programs, and the Enterprise (Agile Software Development Series), Edição: 1, Addison-Wesley Professional;
2011.
(BASE PEARSON) Sommerville, I., Engenharia de software. 10th ed., Pearson Addison Wesley, 2019.
(OPEN ACCESS) Ken Schwaber e Jeff Sutherland O Guia do Scrum O Guia Definitivo para o Scrum: As Regras do Jogo
Novembro de 2020 (ACESSO GRATUITO)
(eBrary) Lano, K.,UML 2 Semantics and Applications, 1st ed., Wiley, 2009.
Bibliografia Complementar
MARTIN, Robert C. Clean Code-Refactoring, Patterns, Testen und Techniken für sauberen Code: Deutsche Ausgabe.
MITP-Verlags GmbH & Co. KG, 2013.
Mathew, Jimmy. Agile Requirements: Managing Requirements in Scrum Framework.
Kamat, Jatin. The Practical Guide To Creating User Stories: How To RAPIDLY Capture Requirements and Deliver
Software In SCRUM (Agile Project Management).
Costa, Leandro. Engenharia de Software Essencial: Um guia rápido com foco em Agile.
PATTON, Jeff; ECONOMY, Peter. User story mapping: discover the whole story, build the right product. O’Reilly
Media, Inc., 2014.
Swebook, versão 3, IEEE, 2014.
DevMads Ltd., StoriesOnBoard. Story Mapping Playbook: 50 hints and 100+ user story examples.
(OPEN ACCESS) Scrum e XP direto das Trincheiras. (<[Link]
scrum-xp-from-the-trenches)>
Ambler, S., Agile Modeling: Effective Practices for eXtreme Programming and the Unified Process, 1st ed., Wiley, 2002
Pfleeger, S. L., Engenharia de software: teoria e prática. 2nd ed., Prentice Hall, 2004.
Jacobson, I., Booch G., Rumbauch J., UML: Guia do Usuário, 2nd ed., Elsevier, 2005.
Ementa
Recursividade
Ponteiros e alocação dinâmica de memória
Estruturas lineares. Arrays. Listas. Filas. Pilhas
156 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Programa
1. Recursividade
2. Ponteiros
3. Alocação de variáveis e vetores
4. Uso de ponteiros: passagem de parâmetros e ponteiros de funções
5. Introdução à Complexidade Computacional e notação Big-O
6. Melhor caso, pior caso, caso médio
7. Busca linear
8. Busca binária
9. Algoritmos de ordenação quadráticos (Insert Sort, Bubble Sort, etc...)
10. Listas Encadeadas e Duplamente Encadeadas
11. Listas Circulares
12. Listas Auto-Organizáveis
13. Filas e Filas de Prioridades
14. Pilhas
15. Melhor caso, pior caso, caso médio
Bibliografia Básica
(eBrary) BALDWIN, D.; SCRAGG, G. Algorithms and Data Structures: The Science of Computing, 1st ed. Charles
River Media, 2004.
LAFORE, R. Estruturas de Dados e Algoritmos em Java, 1a. ed. Ciência Moderna, 2005.
DROZDEK
FERRAZ, Inhaúma Neves. Programação com arquivos. Barueri, SP: Manole, 2003. xvii, 345 p. ISBN 8520414893
Bibliografia Complementar
(eBrary) MEHLHORN, K; SANDERS, P. Algorithms and Data Structures: The Basic ToolBox, 1st. ed. Springer, 2008.
(open access) AHO, A. V.; ULLMAN, J. D. Foundations of Computer Science: C Edition (Principles of Computer Science
Series), 1st ed., W. H. Freeman, 1994.
GUIMARÃES, A. M.; LAGES. N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados, 1a. ed. LTC, 1994.
SHERROD, A. Data Structures and Algorithms for Game Developers, 5th ed. Course Technology, 2007.
(eBrary) DESHPANDE, P. S.; KAKDE, O. G. C and Data Structures, 1st ed. Charles River Media, 2004.
(eBrary) DAS, V. V., Principles of Data Structures Using C and C++, 1s ed. New Age International, 2006.
Ementa
Histórico
Arquiteturas RISC X CISC
Aritmética computacional
Introdução à programação em linguagem de montagem
Processador, Pipeline, unidade de controle e barramentos
Caminho de dados de um processador RISC
Hierarquia de memória: Modos de endereçamento, Memória virtual, Memória cache
157
Programa
01. Introdução: Histórico
- Comparativo entre arquiteturas RISC e CISC.
02. Aritmética computacional
- Portas lógicas
- Somadores
- Deslocadores
- ULA
- Multiplexadores
- Decodificadores
03. Introdução a programação em liguagem de montagem
- Objetivo da linguagem de máquina
- Conjunto de instruções básico (ADD, MUL, MOV, CMP etc)
- Programação de exemplos
04. Arquitetura interna de um processador: Máquina de von Neumann
- Caminho de dados de um processador RISC
- Pipeline
- Unidade de controle
05. Barramentos de dados
- Barramentos síncronos e assíncronos
- Barramentos centralizados e descentralizados
06. Hierarquia de memória
- Modos de endereçamento
- Memória virtual
- Memória cache.
Bibliografia Básica
Organização e projeto de computadores: A interface hardware/software. 5 edição. David A. Patterson; John L. Hen-
nessy. Elsevier, 2017. Disponível em <[Link]
Organização Estruturada de Computadores. 5ª edição. Andrew A. Tanenbaum. Prentice Hall Brasil, 2007.
(eBrary) Computer Architecture. G. Blanchet, B.. Dupouy. Wiley-ISTE. Hoboken, US. 2013.
Bibliografia Complementar
Organização Estruturada de Computadores. 5ª edição. Andrew A. Tanenbaum. Prentice Hall Brasil, 2007. Disponível
em <[Link]
Arquitetura e Organização de Computadores: projeto para o desempenho. 8ª edição. William Stallings. Prentice Hall.
2010. Disponível em <[Link]
Weber, R.F., Fundamentos de Arquitetura de Computadores, Editora Sagra, terceira edição, 2004.
Wikinson, B., Computer Architecture - Design and Performance, segunda edição, Prentice Hall, 1996.
Computer Organization and Design - The Hardware/Software Interface. Fourth Edition. D.A. Patterson, J.L. Hennessy.
Mourgan Kaufmann, 2009.
Computer Systems: A Programmer’s Perspective. (2nd ed.). Randal E. Bryant and David R. O’Hallaron. Addison-
Wesley Publishing Company, USA, 2010.
Ementa
Indução. Divisibilidade. Números primos
Aritmética modular. Congruência
Grupos
Anéis
158 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Corpos
Programa
1. Indução Matemática
2. Divisibilidade
3. Primalidade
4. Aritmética Modular
5. Relações de Congruência
6. Teoremas sobre números primos
7. Monóides
8. Grupos
9. Anéis
10. Corpos
Bibliografia Básica
(eBrary) TATTERSALL, James J. Elementary Number Theory in Nine Chapters, Cambridge University Press, 1999.
(eBrary) CAMERON, Peter J. Introduction to Algebra, Oxford University Press, UK, 2007.
(eBrary) ROBINSON, Derek J. S. An Introduction to Abstract Algebra, De Gruyter, 2003.
Bibliografia Complementar
(eBrary) KOSHY, Thomas. Elementary Number Theory with Applications, Academic Press, 2007.
(eBrary) RIBENBOIM, Paulo. My Numbers, My Friends: Popular Lectures on Number Theory, Springer, 2000.
(eBrary) CAMPBELL, Stephen R, ZAZKIS, Rina. Learning and Teaching Number Theory, Greenwood Press, 2001.
MACCALLUM, William Gordon. Algebra: Form and Function, Hoboken, Jonh Wiley & Son, 2010.
(eBrary) CAMERON, Peter J. Introduction to Algebra, OUP Oxford, 2007.
Ementa
Noções de Projeto e Gestão de Projeto
Síntese da Profissão de Engenheiro
Projeto: Definições e Modelos
Noções de Gerenciamento de Projeto (Ciclo de Vida e Organização de Projeto, Processos de Gerenciamento de Pro-
jetos, Gerenciamento do Escopo, Gerenciamento do Tempo do Projeto, Gerenciamento de Custos, Gerenciamento de
Qualidade, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações no Projeto e Gerenciamento de
Riscos)
Casos de Estudo
Pratica com Projeto Integrador
Programa
1. Noções de Projeto e Gestão de Projeto
2. Síntese da Profissão de Engenheiro
3. Projeto: Definições e Modelos
4. Noções de Gerenciamento de Projeto (Ciclo de Vida e Organização de Projeto, Processos de Gerenciamento de
Projetos, Gerenciamento do Escopo, Gerenciamento do Tempo do Projeto, Gerenciamento de Custos, Gerenciamento
de Qualidade, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações no Projeto e Gerenciamento
de Riscos)
5. Casos de Estudo
6. Pratica com Projeto Integrador.
Bibliografia Básica
Pahl, G., Beitz, W., Engineering Design - A Systematic Approach, Springer-Verlag, 1996.
159
(eBrary) Badiru, A.B, Step Project Management : Guide for Science, Technology, and Engineering Projects, CRC Press,
2009.
(eBrary) Stackpole, S., "User’s Manual to the PMBOK Guide", Wiley, 2010.
Bibliografia Complementar
Baxter, M., Projeto de Produto - Guia prático para o design de novos produtos, 2da ed. Edgar Blucher, 1998.
Valeraino, D., Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia, Makron, 2004.
(eBrary) Lopes, R., Educação Empreendedora, Elsevier Science & Technology, 2010.
Dieter, G.E., Nashelsky, L., Engineering Design - A Materials and Processing Approach, McGraw-Hill & Sons, 1999.
Gerhard, P., Wolfgang, B., Grote, K.H, Projeto na Engenharia, Blücher, 2005.
(eBrary) Gerard , M., Complete Project Management Methodology and Toolkit, CRC Press, 2009.
Duffy, M., Gestão de Projetos. Arregimente os Recursos, Estabeleça Prazos, Monitore o Orçamento, Gere Realtórios,
Elsevier Science & Technology, 2006.
(open access) Historias de Sucesso SEBRAE: Difusão Tecnológica, Soluções Tecnológicas, Inovação, Empreendedo-
rismo e Inovação - Vol. 3, 2004.
5º NÍVEL
Interação Humano Computador (FGA0173)
Ementa
Fatores Humanos em Software Interativo: Teoria, Princípios e Regras Básicas.
Estilos Interativos.
Linguagens de Comandos.
Manipulação Direta.
Dispositivos de Interação.
Padrões para Interface.
Usabilidade: Definição e Métodos para Avaliação; A Natureza da Iteração com o Usuário e Ambientes Virtuais.
Programa
01. introdução à interação humano-computador
- Evolução (histórico)
- Áreas e disciplinas
- Interface e interação
- Qualidade de uso (usabilidade, comunicabilidade e acessibilidade)
- Retorno de investimento
02. Fundamentos teóricos
- Engenharia Semiótica
03. Avaliação de IHC
- Visão geral (o que, por que e quando avaliar)
- Observação e monitoramento do uso
- Captura da opinião dos usuários
- Experimentos e testes de desempenho (benchmarking)
- Avaliação interpretativa
- Avaliação preditiva
04. Projeto de interação com o usuário
- Estilos de Interação
- Guias de Estilo de Interação
- Diretrizes e Padrões de Projeto de Interação
05. Processo de design em IHC
- Visão da Engenharia de Software e da IHC
- Elicitação e Análise
160 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
- Modelagem de Tarefas
- Modelagem de Interação
- Storyboarding e Prototipação
- Construção do Sistema de Ajuda Online
Bibliografia Básica
JENNIFER PREECE & YVONNE ROGERS & HELEN SHARP. Design de Interação: Além da interação homem-
computador. John Wiley e Sons. São Paulo - SP. 1ª Edição. Editora Erica, 2005.
(EBRARY) David Benyon, Interação Humano-Computador. São Paulo, 2a Edição, Pearson Prentice Hall, 2011 (Dispo-
nível na Base de dados (Biblioteca Virtual): Pearson da BCE da UnB).
(EBRARY) BARRETO, Jeanine dos S., PASQUAL JUNIOR, Paulo A., BARBOSA, Fabrício F., SARAIVA, Maurício de O.,
FRIGERI, Sandra R., Interface Humano-Computador. Editora: Grupo A Selo: Sagah. 1ª Ediação. 2018. (Disponível na
Base de dados (Biblioteca Virtual): MINHA BIBLIOTECA da BCE da UnB).
Bibliografia Complementar
SIMONE DINIZ JUNQUEIRO BARBOSA, BRUNO SANTANA DA SILVA, Interação Humano-Computador, 1a. Edição,
Editora Campus, 2010.
NIELSEN, Jakob LORANGER, Hoa. Usabilidade na web. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2007
BEN SHNEIDERMAN, CATHERINE PLAISANT, Designing the User Iterface, Edição Interncional, 1a Edição, 2010.
(EBRARY) IMAZ, Manuel BENYON, David, Designing with Blends : Conceptual Foundations of Human-Computer
Interaction and Software Engineering. Editora: MIT Press, 2006
(EBRARY) Kirlik, Alex Adaptive Perspectives on Human-Technology Interaction : Methods and Models for Cognitive
Engineering and Human-Computer Interaction. Editora: Oxford University Press, Incorporated, 2006.
LEFFINGWELL, Dean e WIDRIG, Don. Managing software requirements - a use case approach. Addison Wesley. ISBN
032112247X.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. 6. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2006. 720 p. ISBN 8586804576 P935s
=690 6. ed.
(EBRARY) CARROLL, John M., Interactive Technologies : HCI Models, Theories, and Frameworks : Toward a Multi-
disciplinary Science, Editora: Morgan Kaufmann, 04/2003
(EBRARY) ERICKSON, Thomas MCDONALD, David W., HCI Remixed : Essays on Works That Have Influenced the
HCI Community, Editora: MIT Press, 2007.
BOURQUE, P., Fairley, R. E. Guide to the Software Engineering Body of Knowledge, Version 3.0. SWEBOK. IEEE
Computer Society, 2014. Disponível em: <[Link]
Ementa
Conceitos básicos da Engenharia de Requisitos.
Atributos/Critérios de qualidade.
Processo de requisitos baseados em frameworks de Engenharia de Requisitos adaptativos e tradicionais.
Análise de domínio e identificação do problema.
Aspectos humanos e sociais da Engenharia de Requisitos.
Atividades da Engenharia de Requisitos (FOCO: requisitos funcionais e não funcionais). Elicitação. Modelagem. Aná-
lise. Documentação. Gerenciamento.
Verificação e validação de requisitos.
Ferramentas auxiliares à Engenharia de Requisitos.
Engenharia de Requisitos e modelos de melhoria de processo de software.
Programa
01- Fundamentos da Engenharia de Requisitos.
1.1- Conceitos básicos da Engenharia de Requisitos.
161
Bibliografia Básica
(PORTAL CAPES) Jeremy Dick, Elizabeth Hull, Ken Jackson. Requirements Engineering. ISBN 978-3-319-61073-3
(eBook). <[Link] Springer. 2017.
(EBOOK CENTRAL) Ralph Rowland Young. The requirements engineering handbook. Artech House, 2004.
(OPEN ACCESS) Leffingwell, Agile Software Requirements, <[Link]
(DISPONÍVEL NA BIBLIOTECA) Leffingwell, Dean, Agile Software Requirements: Lean Requirements Practices for
Teams, Programs, and the Enterprise (Agile Software Development Series), Edição: 1, Addison-Wesley Professional;
2011.
(BASE PEARSON) Sommerville, I., Engenharia de software. 10th ed., Pearson Addison Wesley, 2019.
(OPEN ACCESS) Ken Schwaber e Jeff Sutherland O Guia do Scrum O Guia Definitivo para o Scrum: As Regras do Jogo
Novembro de 2020 (ACESSO GRATUITO)
Vazquez, Carlos Eduardo; SIMÕES, Guilherme Siqueira. Engenharia de Requisitos: software orientado ao negócio.
Brasport, 2016. (Disponível na Base de dados (Biblioteca Virtual): Pearson da BCE da UnB).
Reinehr, Sheila Engenharia de Requisitos, Editora: Grupo A Selo: Sagah. 1ª edição. 2020. (Disponível na Base de dados
(Biblioteca Virtual): MINHA BIBLIOTECA da BCE da UnB).
Bibliografia Complementar
Phillip A. Laplante. Requirements Engineering for Software and Systems. Third Edition. CRC Press. 2018.
Fabio Aguiar e Paulo Caroli, Product Backlog Building - Um guia prático para criação e refinamento de backlog para
produtos de sucesso. 1ª ed. – Rio de Janeiro: Editora Caroli, 2021.
Mathew, Jimmy. Agile Requirements: Managing Requirements in Scrum Framework.
Kamat, Jatin. The Practical Guide To Creating User Stories: How To RAPIDLY Capture Requirements and Deliver
Software In SCRUM (Agile Project Management).
Costa, Leandro. Engenharia de Software Essencial: Um guia rápido com foco em Agile.
PATTON, Jeff; ECONOMY, Peter. User story mapping: discover the whole story, build the right product. O’Reilly
Media, Inc., 2014.
Swebook, versão 3, IEEE, 2014.
DevMads Ltd., StoriesOnBoard. Story Mapping Playbook: 50 hints and 100+ user story examples . Edição do Kindle.
Murali Chemuturi. Requirements Engineering and Management for Software Development Projects. ISBN 978-1-4614-
5377-2 (eBook). Springer. 2013.
Dick, Jeremy; Hull, Elizabeth; Jackson, Ken. Management Aspects of Requirements Engineering. In: Requirements
Engineering. Springer, Cham, 2017. p. 207-230.
Ralph Rowland Young. The requirements engineering handbook. Artech House, 2004.
Leffingwell, D., Widrig, D., Managing Software Requirements: A Use Case Approach, 2a. Edição, Addison-Wesley,
2003.
Cockburn, A., Escrevendo Casos de Uso Eficazes: Um Guia Prático para Desenvolvedores de Software, 1a. Edição,
Bookman Companhia, 2005.
Ambler, S., Agile Modeling, Wiley, 2002.
Chrissis, M., Konrad, M., Shrum, S., CMMI: Guidelines for Process Integration and Product Improvement, 2th ed,
Addison-Wesley, 2006.
162 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Ementa
Conceitos de sistemas de banco de dados
Sistema Gerenciador de Banco de Dados
Modelagem de dados: modelagem conceitual e modelo relacional (modelagem lógica)
Banco de dados relacional: restrições de integridade e álgebra relacional
Linguagem SQL (Structured Query Language)
Projeto de banco de dados relacional: dependências funcionais, formas normais e implementação física
Processamento de transações
Programa
01. Conceitos Básicos
- Histórico e componentes de um Banco de Dados
- Funções de um Sistema de Banco de Dados (SBD)
- Arquitetura de SBD e independência de dados
- Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD)
- Componentes do SGBD
02. Modelagem de dados
- Modelo de Entidade e Relacionamento (ME-R): modelagem conceitual (entidades, atributos e relacionamentos)
- Diagrama de Entidade e Relacionamentos (DE-R)
- Modelo Relacional de Dados (MR): modelagem lógica
- Ferramentas interativas de banco de dados
03. Banco de dados relacional
- Restrições de integridade
- Álgebra relacional
- Mapeamento do ME-R para MR (conceitual para lógico)
04. Normalização
- Dependência funcional e Forma normal (FN)
- 1a., 2a., 3a Formas Normais
- Forma Normal de Boyce-Codd
05. Linguagem SQL (Structured Query Language)
- Processamento de declarações SQL
- DDL - Data Definition Language: principais instruções (create, drop, alter) e objetos (table, sequence, view)
- DML - Data Manipulation Language: principais instruções (insert, update, delete, select)
- DQL - Data Query Language: principal instrução (select) e suas diversas variações
- DCL - Data Control Language: principais instruções (grant, revoke) e objetos (user, privilege, role)
- DTL - Data Transaction Language: principais instruções (commit, rollback)
06. Projeto de banco de dados relacional
- Elaboração de projeto de banco de dados (níveis conceitual, lógico e físico)
- Dicionário de dados
07. Processamento de transações
- Características fundamentais da transação em banco de dados
163
- Estados da transação
Bibliografia Básica
(eBrary) TEORY, T. LIGHTSTONE, S., NADEAU, T. and JAGADISH, H. V. Database Modeling and Design : Logical
Design. USA: Morgan Kaufmann, 2005.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 5ª. Editora Campus, 2006.
SILBERSCHATZ, A., KORTH, H. F. e SUDARSHAN, S. Sistemas de Bancos de Dados. Editora Campus. 2006.
Bibliografia Complementar
ELMASRI, R. E. e NAVATHE, S. Sistemas de Banco de Dados, Editora: PEARSON BRASIL. 2012. ISBN: 857639085X.
(01 Livro)
(eBrary) Hutchings, Andrew, and Golubchik, Sergei. MySQL 5.1 Plugins Development : Extend MySQL to Suit Your
Needs with this Unique Guide into the World of MySQL Plugins. Olton, Birmingham, GBR: Packt Publishing, 2010.
(eBrary) Davies, Alex. High Availability MySQL Cookbook. Olton, Birmingham, GBR: Packt Publishing, 2010.
(eBrary) Lightstone, Sam, Nadeau, Tom, and Teorey, Toby. Database Modeling and Design : Logical Design. Burlington,
MA, USA: Morgan Kaufmann, 2005.
(eBrary) Schneller, Daniel, and Schwedt, Udo. MySQL Admin Cookbook. Olton, Birmingham, GBR: Packt Publishing,
2010.
Ementa
Princípios e características dos sistemas operacionais
Gerência de processos e threads
Gerência de memória
Gerência de dispositivos de entrada e saída
Sistemas de arquivos
Segurança e proteção
Virtualização
Programa
01. Princípios e características dos sistemas operacionais
- Conceitos
- Estrutura
- Chamadas ao sistema
02. Gerência de Processos e Threads
- Escalonamento
- Concorrência
- Deadlock
03. Gerência de Memória
- Monoprogramação X Multiprogramação
- Memória Virtual e Paginação
- Algoritmos de Substituição de Páginas
- Segmentação
04. Gerência de Dispositivos de Entrada e saída
- Princípios de hardware e software de E/S
- Discos
- Relógios
05. Sistemas de Arquivos
- Arquivos
- Diretórios
- Gerenciamento de Espaço em Disco
164 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Básica
SILBERSCHATZ, A.; GAGNE, G.; GALVIN, P.B., Operating System Concepts, Wiley, 8ª Ed., 2008.
TANENBAUM, A.S., Sistemas Operacionais Modernos, Pearson, 3ª Ed., 2010.
DEITEL, H.M., DEITEL, P.J. e CHOFFNES,D.R., Sistemas Operacionais, Prentice Hall, 3ª Ed, 2005.
Bibliografia Complementar
Tanenbaum, Andrew S., and Albert S. Woodhull. Operating Systems Design and Implementation. Pearson, 3 edition,
2006.
Mitchell, Mark, Jeffrey Oldham, and Alex Samuel. Advanced linux programming. New Riders, 2001.
SILBERCHATZ, A.; GAGNE, G.; GALVIN, P.B., Sistemas operacionais com Java, Campus, 7ª Ed, 2008.
MACHADO, F.B., MAIA, L.P. "Arquitetura de Sistemas Operacionais", 4a edição, LTC, [Link]: 8521615485, ISBN-13:
9788521615484.
SHAY, W., Sistemas Operacionais, Makron Books, 1996
DAVIS, W. Sistemas Operacionais,: uma visão sistemática, Campus, 1991
Compiladores 1 (FGA0003)
Ementa
Introdução
Autômatos
Organização e estrutura de compiladores e interpretadores.
Análise léxica.
Expressões Regulares
Análise sintática.
Gramáticas Regulares e Livres de Contexto
Estruturas de Dados e representação interna de código-fonte.
Análise semântica.
Geração e otimização de código.
Máquinas abstratas e ambientes de tempo de execução.
Projeto de Compiladores.
Compiladores, Interpretadores e Parsers na Engenharia de Software.
Programa
Bibliografia Básica
(eBrary) TREMBLAY, J. P.; SORENSON, P. G. Theory and Practice of Compiler Writing. BS Publications, 2008.. Dispo-
nível em: <[Link]
(open access) WIRTH, N. Compiler Construction. Zurich, November, 2005. ISBN 0-201-40353-6. Disponível em: <http:
//[Link]/WirthPubl/[Link]>
(eBrary) Singh, R. Design and Implementation of Compiler. New Age International, 2009. Disponível em: <[Link]
[Link]/lib/univbrasilia/[Link]?docID=10318741>
Bibliografia Complementar
165
(eBrary) Subramanian, K. G. Formal Models, Languages and Applications. World Scientific, 2006. Disponível em: <http:
//[Link]/lib/univbrasilia/[Link]?docID=10201404>
(eBrary) HERRERA HERNÁNDERZ, E.; CASANOVAS HERRERO, N. Compilación II. Editorial Félix Varela, 2006. Dis-
ponível em: <[Link]
(eBrary) MARTIN-VIDE, C. Scientific Applications of Language Methods. Imperial College Press, 2010. Disponível
em: <[Link]
KOWALTOWSKI, T. Implementação de Linguagens de Programação. Editora Guanabara, 1983.
Ementa
Estruturas não-lineares. Árvores. Tabelas hash. Grafos
Filas de prioridade. Heap
Algoritmos de ordenação avançados O(n log n), O(n)
Algoritmos de manipulação e análise de grafos
Aplicações
Programa
1. Árvores
2. Árvores m-árias
3. Balanceamento de árvores
4. Árvores Red-Black
5. Splay Tree
6. Fenwick Tree
7. Segment Tree
8. Definição de hashes
9. Sondagem linear e quadrática
10. Implementações de hashes
11. Definição de grafos
12. Travessias: BFS e DFS
13. Componentes Conectados
14. Ordenação Topológica
15. Grafos Bipartidos
16. Pontes e pontos de articulação
17. Componentes fortemente conectados
18. Árvore geradora mínima. Algoritmos de Prim e Kruskall
Bibliografia Básica
DROZDEK, Adam. Estruturas de Dados e Algoritmos em C++, 1st ed. Thomson, 2002.
LAFORE, R. Estruturas de Dados e Algoritmos em Java, 1a. ed. Ciência Moderna, 2005.
CORMEN, Thomas H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, Ronald L.; STEIN, Cliffor. Algoritmos: Teoria e Prática. 2a.
edição, Campus.
Bibliografia Complementar
(eBrary) CORMEN, Thomas H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, Ronald L. Introduction to Algorithms. MIT Press,
2014.
(eBrary) MEHLHORN, K; SANDERS, P. Algorithms and Data Structures: The Basic ToolBox, 1st. ed. Springer, 2008.
(open access) HALIM, Steve S; HALIM, Felix. Competitive Programming, 1st ed, Lulu, 2010.
(eBrary) STEPHENS, Rod. Essential Algorithms: A Pratical Approach to Computer Algorithms. John Wiley & Sons,
2013.
(open access) AHO, A. V.; ULLMAN, J. D. Foundations of Computer Science: C Edition (Principles of Computer Science
Series), 1st ed., W. H. Freeman, 1994.
166 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
6º NÍVEL
Qualidade de Software 1 (FGAXXXX)
Ementa
Definição, terminologia de qualidade de software
A qualidade no contexto de desenvolvimento de software e atributos da qualidade
Definição, terminologia e Modelos de métricas em qualidade de software
Técnicas estáticas de Verificação e Validação de software
Programa
01. Definição, terminologia de qualidade de software
Bibliografia Básica
PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, c2004. xix, 535
p. : ISBN 9788587918314.
(eBrary) Chemuturi, M. (2010). Mastering Software Quality Assurance : Best Practices, Tools and Technique for Soft-
ware Developers. Ft. Lauderdale, US: J. Ross Publishing Inc.
(Open Access) Goal-driven software measurement- a guidebook, Link = <[Link]
pdf.>
ABNT Nbr ISO/IEC 15939, Engenharia de sistemas e de software, processo de medição, Ed. ABNT, 1a. Edição 2007.
ISO/IEC-25000. Software engineering — Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) — Guide
to SQuaRE.
(Open Access) Guerra, A. C.; Colombo, R. M.T., TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: QUALIDADE DE PRODUTO
DE SOFTWARE. MCT, 2009. Disponível em: <[Link]
Produto_de_Software.html.>
Bibliografia Complementar
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2007. 552 p. : ISBN 978-85-
88639.
Fenton N., Pfleeger, Shari L., Software Metrics: A Rigorous and practical Approach, PWS Pub, 2a. ed., 1998
(eBrary) Rico, David. Sayani, Hasan Sone, Saya . BUSINESS VALUE OF AGILE SOFTWARE METHODS : MAXIMIZING
ROI WITH JUST-IN-TIME PROCESSES AND DOCUMENTATION. J. Ross Publishing Inc., 2009.
(eBrary) Rico, David., ROI OF SOFTWARE PROCESS IMPROVEMENT. J. Ross Publishing Inc., 2004.
Kan, Stephen H; Metrics and Models in Software Quality Engineering. Addison-Wesley Professional. 2ª. ed. 2002
167
Ementa
Conceitos básicos
Princípios, técnicas e ferramentas de testes de software
Desenvolvimento orientado a testes (TDD)
Utilização de dublês (mocks) para testes
Testes orientados a requisitos não funcionais
Uso de ferramentas para apoiar testes de software.
Programa
1. Conceitos básicos
1.1. Introdução
1.2. Validação, verificação e teste de software
1.4. Características e limitações
1.5. Automação de testes
2. Técnicas de testes
2.1. Teste caixa-branca ou estrutural
2.2. Teste caixa-preta ou funcional
2.3. Técnicas não-funcionais
2.3.1. Testes de desempenho e carga - profiling
3. Teste de unidade
3.1. Boas práticas
3.2. Suites de testes automatizados
3.3. Escrita de testes automatizados
3.4. Análise de cobertura de testes
3.5. Dublês (Mocks)
Bibliografia Básica
Myers, Glenford J., et al. The Art of Software Testing, John Wiley & Sons, Incorporated, 2011. ProQuest Ebook Central,
<[Link] .
Homès, Bernard, and Bernard Homès. Fundamentals of Software Testing, John Wiley & Sons, Incorporated, 2012.
ProQuest Ebook Central, <[Link]
.
Farcic, Viktor, and Alex Garcia. Test-Driven Java Development, Second Edition : Invoke TDD Principles for End-
To-end Application Development, 2nd Edition, Packt Publishing, Limited, 2018. ProQuest Ebook Central, <https://
[Link]/lib/univbrasilia-ebooks/[Link]?docID=5332126> .
BECK, Kent. TDD desenvolvimento guiado por testes, Bookman, 2010.
MOLINARI, Leonardo Inovação e Automação de Testes de Software. Ed. Érica, 2010
(eBrary) Myers, Glenford J. Sandler, Corey Badgett, Tom. The Art of Software Testing, John Wiley & Sons , 2011.
Bibliografia Complementar
168 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Gundecha, Unmesh, and Satya Avasarala. Selenium WebDriver 3 Practical Guide : End-To-end Automation Testing for
Web and Mobile Browsers with Selenium WebDriver, 2nd Edition, Packt Publishing, Limited, 2018. ProQuest Ebook
Central, <[Link] .
Rossel, Sander. Continuous Integration, Delivery, and Deployment, Packt Publishing, Limited, 2017. ProQuest Ebook
Central, <[Link] .
Sale, David. Testing Python : Applying Unit Testing, TDD, BDD and Acceptance Testing, John Wiley & Sons, In-
corporated, 2014. ProQuest Ebook Central, <[Link]
docID=1729555> .
Acharya, Sujoy. Mockito Essentials, Packt Publishing, Limited, 2014. ProQuest Ebook Central, <[Link]
[Link]/lib/univbrasilia-ebooks/[Link]?docID=1825957> .
Mili, Ali, and Fairouz Tchier. Software Testing : Concepts and Operations, John Wiley & Sons, Incorporated, 2015.
ProQuest Ebook Central, <[Link]
.
Gerard Meszaros. xUnit Test Patterns: Refactoring Test Code. Addison-Wesley, 2007.
SINGH, Yogesh. Software Testing. Cambridge - USA, 2011.
(eBrary) Burns, David. Selenium 2 Testing Tools : Beginner’s Guide. Olton, GB: Packt Publishing, 2012.
(eBrary) Sale, David. Testing Python : Applying Unit Testing, TDD, BDD and Acceptance Testing. Somerset, GB: Wiley,
2014.
(eBrary) Acharya, Sujoy. Mockito Essentials. Olton Birmingham, GB: Packt Publishing, 2014.
Ementa
Contextualização para Desenho de Software.
Projeto/Desenho de Software Orientado a Objetos.
Padrões de Projeto (GRASP e GoF).
Contextualização para Arquitetura de Software.
Estilos Arquiteturais.
Padrões Arquiteturais.
Documentação de Arquitetura de Software.
Model Driven Architecture (MDA).
Framework.
Programa
1. Contextualização para Desenho de Software
1.1. Engenharia de Requisitos (Elicitação, Modelagem e Análise)
1.2. Projeto/Desenho de Software
1.3. Ciclo de Vida, Método de Desenvolvimento/Orientação/Paradigma e Metodologia/Processo/Abordagem
1.4. Orientação a Objetos: abstração, coesão e acomplamento, decomposição e modularização, encapsulamento e po-
limorfismo
[Link]/Desenho de Software Orientado a Objetos
2.1. Processos, Metodologias e Abordagens (RUP, PUÁgil (Método de Larman), OpenUp, XP, Scrum e outros)
2.2. Abordagens TopDown e BottonUp
2.3. PUÁgil e/ou OpenUp e/ou Similares
2.3.1. Visão Geral
2.3.2. Modelagem de Artefatos de Desenho de Software, com ênfase à UML - Unified Modeling Language
2.3.3. Modelagem de Artefatos de Desenho de Software, com ênfase em recursos complementares (Cenários e Léxicos,
Modelos Orientados à Meta (Intencionais), NFR Framework e outros)
2.3.4. Visibilidade e Mapeamento para Código
3. Padrões de Projeto
3.1. Padrões GRASP «aulas expositivas e práticas»
3.1.1. Criador
169
3.1.2. Especialista
3.1.3. Alta Coesão
3.1.4. Baixo Acomplamento
3.1.5. Controller
3.1.6. Polimorfismo
3.1.7. Indireção
3.1.8. Invenção Pura
3.1.9. Variações Protegidas
3.2. Padrões GoFs «aulas expositivas e práticas»
3.2.1. GoFs Criacionais
3.2.2. GoFs Estruturais
3.2.3. GoFs Comportamentais
4. Contextualização para Arquitetura de Software
4.1. Definições
5. Estilos Arquiteturais
5.1. Visão Geral
5.2. Stand-alone
5.3. Cliente-servidor
5.4. N-camadas
5.5. Filtros e Dutos (Pipes and Filters)
5.6. Repositório
5.7. Orientado a Eventos (Publisher/Subscriber)
5.8. Objetos Distribuídos
5.9. Orientado a Serviços (SOA)
6. Padrões Arquiteturais
6.1. Visão Geral
6.2. Padrão Model-View-Controller (MVC)
6.3. Outros Emergentes
7. Documentação de Arquitetura de Software
8. Model Driven Architecture (MDA)
9. Framework
Bibliografia Básica
Pfleeger, Shari Lawrence. Engenharia de Software: Teoria e Prática. 2ª. Edição. São Paulo: Prentice Hall, c2004. xix,
535 p. ISBN 9788587918314.
Larman, Craig. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução à Análise e ao Projeto Orientado a Objetos e ao Desen-
volvimento Iterativo. 3ª. Edição. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. xiv, 695 p. ISBN 9788560031528.
(eBrary) Zhu, H. Software Design Methodology: From Principles to Architectural Styles. Butterworth-Heinemann.
2005.
Bibliografia Complementar
Pressman, Roger S. Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional. 7ª. Edição. Porto Alegre: AMGH, 2011. 780
p. ISBN 9788563308337
Page-Jones, Meilir. Fundamentals of Object-Oriented Design in UML. New York: Dorset, The Addison-Wesley object
technology series. c2000. xxi, 458 p. ISBN 020169946X.
Sommerville, Ian. Engenharia de Software. 8ª. Edição. São Paulo: Pearson Addison Wesley. 2007. 552 p. ISBN 978-85-
88639-28-7.
(eBrary) Coplien, James and Bjørnvig, Gertrud. Learn Architecture: For Agile Software Development. John Wiley &
Sons. 2010.
(eBrary) Duggan, Dominic. Quantitative Software Engineering Series : Enterprise Software Architecture and Design
: Entities, Services, and Resources (1). Hoboken, US: Wiley-IEEE Computer Society Pr, 2012.
(eBrary) Klimczak, Erik. Design for Software: A Playbook for Developers (1). Somerset, GB: Wiley, 2013.
(eBrary) Portal sobre Arquitetura de Software. Disponível em: [Link].
(open access) Portal sobre MDA. Disponível em: <[Link]
Ementa
Introdução às redes de computadores
Camada de Aplicação
Camada de Transporte
Camadas de Rede e de Enlace
Redes Multimídia
Segurança em Redes de Computadores
Programa
01. Introdução as redes de Computadores
- Princípios Básicos
- Histórico das redes de computadores
- Meios de transmissão de dados
- Modelo OSI e arquitetura TCP/IP
02. Camada de Aplicação
- Camada de Aplicação (<http,> FTP, SMTP, DNS)
03. Camada de Transporte
- Camada de Transporte (TCP, UDP)
- Programação em rede usando sockets para protocolos confiáveis e não-confiáveis
04. Camadas de Rede e de Enlace
- Princípios de Endereçamento
- Princípios de Roteamento
- Princípios de Congestionamento
- Princípios de Camada de Enlace e Física
05. Redes Multimídia
- Conceitos
- Protocolos
- Aplicações e QoS (qualidade de serviço)
06. Segurança em redes de Computadores
- Conceituação
- Princípios de Criptografia (simétrica e assimétrica)
- Ataques e contramedidas
- Controle de Acesso e VPNs
- Aspectos de segurança do Desenvolvimento de Software (protocolos (<httpS,> SSL/TLS), autenticação (certificados
digitais), integridade (assinatura digital)
Bibliografia Básica
TANENBAUM, A., FEAMSTER, N. e WETHERALL, D. Redes de Computadores, 6a. ed., Bookman, 2021.
KUROSE, J. e ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet. Uma Abordagem Top-down, 8a. ed., Bookman, 2021.
COMER, Douglas, Redes de Computadores e Internet: Abrange transmissao de dados, ligação inter-redes e web apli-
cações, Ed. Porto, 2007
Bibliografia Complementar
Tanembaum, A. S. Sistemas Operacionais: Projeto e Implementação, 2a ed., 1999.
(eBrary) Oliviero, Andrew, and Woodward, Bill. Cabling The Complete Guide to Copper and Fiber-Optic Networking
(5th Edition). Somerset, NJ, USA: John Wiley & Sons, Incorporated, 2014. ProQuest ebrary. Web. 28 May 2015.
(eBrary) Molina Robles, Franciso José. Redes locales. España: RA-MA Editorial, 2014. ProQuest ebrary. Web. 28 May
2015.
(eBrary) A, Jesin. Packet Tracer Network Simulator. Olton, Birmingham, GBR: Packt Publishing Ltd, 2014. ProQuest
ebrary. Web. 28 May 2015.
(eBrary) Carceller Cheza, Román, Campos Saborido, Carlos, and García Marcos, Cristian Jorge. Servicios en red. Es-
paña: Macmillan Iberia, S.A., 2013. ProQuest ebrary. Web. 28 May 2015.
171
Ementa
Projeto Físico de Banco de Dados Relacional
Programação no Servidor de Banco de Dados Relacional
Alternativas de modelagem conceitual em relação ao paradigma ER
Tecnologias e modelagens voltadas para dados semi-estruturados e não estruturados
Arquiteturas e estratégias para grandes volumes de dados
Programa
1. Projeto físico de banco de dados relacional
- Organização lógica e física do banco de dados (tablespaces, databases, schemas)
- Administração de dados e Controle de acesso
- Índices
- Consultas avançadas: Otimização e avaliação
2. Programação no servidor de banco de dados relacional: funções, stored procedures e triggers
3. Alternativas de modelagem conceitual em relação ao paradigma ER: linguagens ontológicas e epistemológicas
4. Tecnologias e modelagens voltadas para dados semi-estruturados e não estruturados
5. Arquiteturas e estratégias para grandes volumes de dados: data wharehouse, data mining e big data
Bibliografia Básica
ELMASRI, R. e NAVATHE, S. B. Sistemas de Banco de Dados, 6a. ed., Pearson, 2011.
PRAMOD, J. S. and MARTIN, F. NoSQL Distilled: A Brief Guide to the Emerging World of Polyglot Persistence.
Addison-Wesley, 2013.
KORTH, H. F., SILBERSCHATZ, A. e SUDARSHAN, S. Sistemas de Banco de Dados, 6a. ed., Elsevier, 2012.
LOSHIN, D. Big Data Analytics: From Strategic Planning to Enterprise Integration with Tools, Techniques, NoSQL,
and Graph. Elsevier, 2013.
(ebrary) Prabhu, S. and Venkatesan, N. Data Mining and Warehousing. New Age International, 2006.
Bibliografia Complementar
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, 8a. Ed., Campus, 2004.
(ebrary) MELTON, J. and BUXTON, S. Querying XML: XQuery, XPath, and SQL/XML in context. Morgan Kaufmann,
2011.
(ebrary) Prabhu, S. and Venkatesan, N. Data Mining and Warehousing. New Age International, 2006.
(ebrary) MURPHY, C. S. V. Database Management Design. Himalaya Publishing House, 2007.
(ebrary) NIRUPMA, P. Database management system. Himalaya Publishing House, 2007.
(ebrary) TEOREY, T. J., LIGHTSTONE, S. S. and NADEAU, T. Database Modeling and Design : Logical Design. Morgan
Kaufmann, 2011.
(ebrary) KRISHNAN, K. The Morgan Kaufmann Series on Business Intelligence : Data Warehousing in the Age of Big
Data. Morgan Kaufmann, 2013.
Ementa
Complexidade Computacional
Máquinas de Turing
Problemas NP e NP-Completos
Algoritmos avançados em grafos
172 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Algoritmos gulosos
Dividir para conquistar
Programação Dinâmica
Aplicações
Programa
1. Máquinas de Turing Determinísticas
2. Máquinas de Turing Não-Determinísticas
3. Problemas NP e NP-Completos
4. Caminhos mínimos em grafos
5. Fluxo em redes
6. Travessia de grafos com estados
7. Busca Completa (Força Bruta)
8. Backtracking e poda
9. Algoritmos Gulosos
10. Dividir e Conquistar
11. Programação Dinâmica
12. Max 1D e 2D sum
13. Problema da Mochila
14. Problema do Troco
15. Problema do Caixeiro Viajante
16. Maior Sequência Crescente
17. Programação Dinâmica com Máscara de Bits
Bibliografia Básica
(eBrary) CORMEN, Thomas H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, Ronald L. Introduction to Algorithms. MIT Press,
2014.
(eBrary) SOLTYS, Michael. Introduction to the Analysis of Algorithms. WSPC, 2012.
SKIENA, Steven S. The Algorithm Design Manual. Springer, 2008.
Bibliografia Complementar
(eBrary) WILF, Hebert S. Algorithms and Complexity. CRC Press, 2002.
(open access) HALIM, Steve S; HALIM, Felix. Competitive Programming, 1st ed, Lulu, 2010.
(eBrary) STEPHENS, Rod. Essential Algorithms: A Pratical Approach to Computer Algorithms. John Wiley & Sons,
2013.
(eBrary) POWELL, Warren B. Approximate Dynamic Programming, Wiley, 2011.
(eBrary) SINHA, S. M. Mathematical Programming, Elsevier Science, 2005.
(eBrary) DU, Ding-Zhu; KO, Ker-l. Theory of Computational Complexity, Wiley, 2014.
Pre-Requisito: Cálculo 1 E
Estruturas de Dados OU
Estruturas de Dados 1
7º NÍVEL
Técnicas de Programação em Plataformas Emergentes (FGA0242)
Ementa
Programação Defensiva.
Assertivas e Programação por Contrato.
Documentação de Código.
Tratamento de Erros e Depuração de Código.
Boas Práticas de Programação e Projeto.
Refatoração.
173
Frameworks.
Desenvolvimento Avançado de Software.
Programa
1. Programação Defensiva
1.1. Conceitualização e Importância, e
1.2. Principais Técnicas para Programação Defensiva.
2. Assertivas e Programação por Contrato.
2.1. Assertivas;
2.2. Pré-condições;
2.3. Pós-condições, e
2.4. Invariantes.
3. Documentação de Código.
3.1. Técnicas para Escrever Código Legível e Auto-explicativo, e
3.2. Técnicas para Documentar Código.
4. Tratamento de Erros e Depuração de Código.
4.1. Erros versus Exceções;
4.2. Técnicas para Prevenir o Código de Erros Inevitáveis;
4.3. Técnicas para Teste de Código, e
4.4. Técnicas de Depuração de Código.
5. Boas Práticas de Programação e Projeto.
5.1. Simplicidade;
5.2. Modularidade;
5.3. Extensibiliddade;
5.4. Evitar Redundância;
5.5. Portabilidade;
5.6. Internacionalização e Localização, e
5.7. Desenvolvimento e Uso de API.
6. Refatoração.
6.1. Extrair Método
6.2. Mover Método
6.3. Mover Atributo
6.4. Extrair Classe
6.5. Encapsular Atributo
6.6. Extrair Sub-classe
6.7. Extrair Super-classe
7. Framework.
7.1. Definição;
7.2. Classificação (framework caixa branca, caixa preta e caixa cinza), e
7.3. Implementação de Frameworks.
8. Desenvolvimento Avançado de Software.
8.1. Plataformas Emergentes, e
8.2. Implementação de Produtos de Software em Plataformas Emergentes.
Bibliografia Básica
1. (eBrary) Pete Goodliffe. Code Craft: The Practice of Writing Excellent Code. No Starch Press, 2006.
2. (eBrary) Steve MacConnell. Code Complete. Microsoft Press, 2004.
3. (open access) Fowler, M. [Link]. Disponível em: <[Link]
Bibliografia Complementar
1. (eBrary) Hawkins, B. Preventative Programming Techniques. Charles River Media, Cengage Learning, 03/2003.
2. (eBrary) Gerard Meszaros. xUnit Test Patterns: Refactoring Test Code. Addison-Wesley, 2007.
3. (eBrary) Tomayko, J. Hazzan, O. Human Aspects of Software Engineering, Charles River Media, Cengage Learning,
06/2004.
Teste de Software.
Ementa
Fundamentos de Linguagens de Programação.
Definição e Caracterização dos Principais Paradigmas de Programação.
Prática de Programação com os Principais Paradigmas de Programação.
Programa
1. Visão Geral sobre Linguagens de Programação (TEORIA):
1.1. Introdução ao Conceito de Paradigma;
1.2. Linguagens de Programação;
1.3. Conceitos Matemáticos em Linguagens de Programação;
1.4. Representação em Linguagens de Programação;
1.5. Hierarquia de Linguagens de Programação;
1.6. Especificação de Linguagens de Programação, e
1.7. Analisadores e Outros em Linguagens de Programação.
2. Paradigma Orientado a Convenção sobre Configuração (Híbrido Estruturado, OO e Funcional)
2.1. Definição e Caracterização;
2.2. Linguagens Dinâmicas e Emergentes (ex. Groovy, Ruby ou outras);
2.3. Introdução às Plataformas Emergentes, e
2.4. Implementação.
3. Paradigma Funcional
3.1. Definição e Caracterização;
3.2. Linguagem Haskell ou LISP, e
3.3. Implementação.
4. Paradigma Lógico
4.1. Definição e Caracterização;
4.2. Linguagem PROLOG, e
4.3. Implementação.
5. Paradigma Paralelo/Concorrente
5.1. Definição e Caracterização;
5.2. Linguagens
5.3. Implementação
5.4. Cases
6. Paradigma Multiagentes
6.1. Definição e Caracterização;
6.2. Introdução às Plataformas Emergentes, e
6.3. Implementação.
Bibliografia Básica
(eBrary) Scott, M. L. Programming Language Pragmatics. eISBN: 9780080515168. 2ª. Edition. 915 pages. Editor: Morgan
Kaufmann. Saint Louis, MO, USA. November 2005.
ucker, Allen B.; Noonan, Robert. Linguagens de Programação: Princípios e Paradigmas. 2ª. Edição. São Paulo: McGraw-
Hill, c2009. xxiii, 599 p. ISBN 9788577260447 Tucker, Allen B.;
Noonan, Robert. Programming Languages: Principles and Paradigms. 2ª. Edition. Boston: McGraw-Hill, c2007. xxiii,
600 p. ISBN 9780072866094.
Cormen, Thomas H. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Elsevier, c2002. 916 p. ISBN 9788535209266.
Bibliografia Complementar
1. (OpenAccess) Paradigma Orientado a Convenção sobre Configuração (Híbrido: Estruturado, OO e Funcional)
Grails Platform: <[Link] (princi-
pal) e <[Link] e <[Link] e <[Link]
RubyOnRails: <[Link]
175
Play: <[Link]
Django: <[Link] e <[Link]
outros suportes mais emergentes para esse tópico
2. (OpenAccess) Paradigma Funcional. The Haskell Programming Language: <[Link]
read/> e <[Link] e <[Link] e <[Link]
[Link]/platform/> e <[Link] (último acesso: 2016).
outros suportes mais emergentes para esse tópico
3. (OpenAccess) Paradigma Lógico. LPA WinProlog: <[Link] e <[Link]
uk/dow_doc.htm> (principais LPA WinProlog) OU SWI Prolog: <[Link]
manual> (principal SWI Prolog) e <[Link] OU GNUProlog/gProlog: <[Link]
#manual> (principal gProlog) e <[Link]
outros suportes mais emergentes para esse tópico
4. (OpenAccess) Paradigma Multiagentes (Híbrido: Estruturado, OO e Comportamental) Jade Documentation. Multi-
agent Systems: <[Link] (principal) e <[Link]
outros suportes mais emergentes para esse tópico
5. (OpenAccess) Introduction to Computer Science Programming Paradigms. Stanford Graduate School of Education
(Stanford University). Stanford, CA.
<[Link]
6. (eBrary) Advanced Computational Infrastructures for Parallel and Distributed Applications. Parashar, Manish Li,
Xiaolin Chandra, Sumir , Wiley, 2010.
Ementa
Definições, classificações e aplicações
Metodologias de desenvolvimento de sistemas embarcados
Interfaceamento analógico e digital (Protocolos de Comunicação)
Desenvolvimento de drivers e firmware.
Sistemas em Tempo Real
Programa
01. Introdução aos sistemas embarcados.
02. Desenvolvimento para sistemas embarcados.
- Build para Target e Host
- Cross-compilação
- Gerenciamento de Memória
- Recursos de SO (Sinais, Interrupções, Processos, Threads, Sockets)
03. Introdução aos Sistemas Operacionais em Tempo Real.
04. Interfaceamento Analógico (Sensores e atuadores)
05. Interfaceamento Digital (Protocolo de Comiunicação UART, I2C, SPI, etc.)
06. Introdução aos device drivers.
Bibliografia Básica
Marwedel, Peter. Embedded System Design: Embedded Systems Foundations of Cyber-Physical Systems. 2nd Edition.
2011.
(eBrary) Abbott, Doug, Embedded Technolgy : Linux for Embedded and Real-Time Applications (2nd Edition), Newnes,
2006.
(open access) Mark Mitchell, Jeffrey Oldham e Alex Samuel, Advanced Linux Programming by CodeSourcery LLC,
published by New Riders Publishing, <[Link]
Barr, Michael. & Massa, Anthony. Programming Embedded Systems: with C and GNU Development Tools. 2a Edição.
Editora "O’Reilly". (2006).
176 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Complementar
White, E. Making Embedded Systems: Design Patterns for Great Software, Editora "O’Reilly", 1ª Ed. 2011.
Hallinan, C. Embedded Linux Primer: A Practical Real-World Approach. 1ª Edição, Prentice Hall. 2006.
Li, Q. & Yao, C. Real-Time Concepts for Embedded Systems. 1ª Edição, Editora CMP. 2003.
(eBrary) Regupathy, Rajaram, Bootstrap Yourself with Linux-USB Stack : Design, Develop, Debug, and Validate Em-
bedded USB, Course Technolgy, 2011.
Bovet, D. P. & Cesati, M. Understanding the Linux Kernel. 3ª Ed, Editora "O’Reilly". 2005.
Corbet, J., Rubini, A. & Bovet, G. K, D. P. & Cesati, M. Linux device drivers. 3ª Edi, Editora "O’Reilly". 2005.
Yaghmour, K. Building Embedded Linux Systems. 3ª Edição, Editora "O’Reilly". 2003.
Ementa
Conceituação e princípios de arquiteturas paralelas e distribuídas
Aplicações distribuídas
Programação paralela
Programa
01. Conceituação e princípios de arquiteturas paralelas e distribuídas
- Introdução
- Tipos e arquiteturas
- Exemplos de sistemas distribuídos e paralelos
02. Aplicações distribuídas
- Construção de aplicações distribuídas com uso de middlewares
- Software como serviço
03. Programação paralela
- Programação com MPI
- Programação de sistemas com e sem memória compartilhada
- Programação de GPUs
Bibliografia Básica
COULOURIS, Georgis, Dollimore, Jean and Kindberg, Tim. Distributed Systems - Concepts and Design,: Fifth edition
Förlag: Addison-Wesley Ar: 2011 ISBN 0-13-214301-1.
TANENBAUM, A. e STEEN, M. Sistemas Distribuídos: princípios e paradigmas, 2a. ed. Pearson/Prentice Hall, 2008.
FOSTER, I. Designing and Building Parallel Programs. Addison-Wesley, 1995.
KIRK, David B.; WEN-MEI, W. Hwu. Programming massively parallel processors: a hands-on approach. Morgan kauf-
mann, 4ª ed., 2022.
Bibliografia Complementar
FOX, A. e PATTERSON, D. Construindo Software como Serviço (SaaS): Uma Abordagem Ágil Usando Computação
em Nuvem, LLC, 2016.
(eBrary) Advanced Computer Architecture and Parallel Processing. El-Rewini, Hesham Abd-El-Barr, Mostafa, Wiley,
2005.
(eBrary) High Performance Parallel Database Processing and Grid Databases. Taniar, David Leung, Clement H. C.
Rahayu, Wenny , Wiley, 2008.
(eBrary) Advanced Computational Infrastructures for Parallel and Distributed Applications. Parashar, Manish Li, Xi-
aolin Chandra, Sumir , Wiley, 2010.
8º NÍVEL
Engenharia de Produto de Software (FGAXXXX)
Ementa
Teorias que suportam o Desenvolvimento de Produtos.
Diferenças e semelhanças da Produção na Manufatura e no Software.
Gestão do escopo, tempo, custos, qualidade, recursos materiais, pessoas, comunicações, riscos em diferentes paradig-
mas (ex: tradicional e ágil).
Gestão estratégica de projetos (portfólios e programas).
Gestão de Projetos de software no contexto das normas e dos modelos de melhoria de processo de software.
Projetos e implementação de sistema usando modelos de gerenciamento.
Programa
01. As origens do gerenciamento
- Apresentação da teoria da administração científica
02. Gerenciamento de Projetos Tradicional
- Contextualização do gerenciamento de projetos
- Ciclo de Vida de Projeto e Produto
- Grupos de Processo
- Áreas de Conhecimento
- Planejamento, execução, monitoramento e controle de projetos
03. O pensamento sistêmico e a complexidade no contexto do gerenciamento
- Apresentação da teoria geral dos sistemas
- Apresentação da teoria da complexidade
- Apresentação da teoria das restrições
04. Gerenciamento Ágil de Projetos
- O manifesto Ágil
- Programação Extrema (XP) e Scrum
- Principais Papeis
- Ciclo de vida
- Planejando ágil
- Backlog do produto e backlog da iteração
- Reuniões diárias
- Monitoramento (tracking) da iteração
05. Gestão Estratégica de Projetos
- Portfólios e Programas
- Escritório de Projetos
06. Projetos e implementação de sistema
- Produção de artefatos produzidos a cada iteração do ciclo de desenvolvimento do projeto
- Avaliação da qualidade interna do produto de software
- Implantação do projeto em ambiente de produção
Bibliografia Básica
Vargas, R.V., Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo diferenciais competitivos, 7a. ed, Brassport, 2009
Cohn, Mike. Succeeding with agile: software development using Scrum, Upper Saddle River, NJ: Addison-Wesley, 2012.
Ruhe, G.; Wohlin, C. Software Project Management in a Changing World. Springer Publishing Company, Incorporated,
2014. ISBN 3642550347
Bibliografia Complementar
Schwaber, Ken. Agile project management with Scrum, Redmond: Microsoft Press, 2004.
Poppendieck, M., Poppendieck, T., Implementando o Desenvolvimento LEAN de Software: Do Conceito ao Dinheiro,
1a. ed., Bookman, 2010
Amaral, D. et al. Gestão de Desenvolvimento de Produtos: Uma referência para a melhoria do processo. São Paulo:
Saraiva, 2010.
(eBrary) Bonham, S., IT Project Portfolio Management, Artech House, 1a ed, 2004
178 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
(eBrary)Heldman, K., Project Management JumpStart, 3a. ed., John Wiley, 2011
(open access) Scrum e XP direto das Trincheiras, Henrik Kniberg, InfoQ, 2005, (<[Link]
scrum-xp-from-the-trenches)>
Ementa
Identificação de configuração (itens e linha-base)
Controle de mudanças e versões
Integração e entrega contínua
Monitoramento do desenvolvimento de software
Gerenciamento do processo de construção/build (mapeamento para ferramentas para ambientes de desenvolvimento
e produção)
Pacotes e dependência de software
Princípios e técnicas de manutenção de software
Sustentação de software
Programa
Bibliografia Básica
GRUBB, Penny; TAKANG, Armstrong A. Software maintenance: concepts and practice. 2nd ed. Hackensack: World
Scientific, 2011. xix, 349 p. ISBN 9789812384263.
Kent Beck. Programação Extrema Explicada: escolha as mudanças. Bookman, 2004.
179
(eBrary) Preibel, René, and Stachmann, Bjorn. Git : Distributed Version Control–Fundamentals and Workflows. Van-
couver, CA: Brainy Software, 2014.
Bibliografia Complementar
(eBrary) Hongji Yang, Martin Ward. Successful Evolution of Software Systems. Artech House, 2002.
Steve MacConnell. Code Complete. Microsoft Press, 2004.
Ken Schwaber. Agile Project Management with Scrum. Microsoft Press, 2004.
(eBrary) Ewart, John. Chef Essentials. Olton, GB: Packt Publishing, 2014.
(eBrary) Preibel, René, and Stachmann, Bjorn. Git : Distributed Version Control–Fundamentals and Workflows. Van-
couver, CA: Brainy Software, 2014.
(eBrary) Uphill, Thomas. Mastering Puppet. Birmingham, GB: Packt Publishing, 2014. ProQuest ebrary. Web. 19 Oc-
tober 2016.
(eBrary) Krafft, M.. Debian System : Concepts and Techniques. San Francisco, US: No Starch Press, Incorporated, 2005.
ProQuest ebrary. Web. 19 October 2016.
Kent Beck. TDD: Desenvolvimento Guiado por Testes. Bookman, 2004.
Ementa
O Estágio Supervisionado é uma atividade obrigatória no curso. Para alcançar a sua finalidade, associando o processo
educativo à aprendizagem, o estágio precisa ser planejado, executado, acompanhado e avaliado dentro de normas de
procedimentos específicos e bem definidos e também estar de acordo com os pressupostos que norteiam o projeto
pedagógico.
Programa
O Estágio Supervisionado é uma atividade obrigatória no curso. Para alcançar a sua finalidade, associando o processo
educativo à aprendizagem, o estágio precisa ser planejado, executado, acompanhado e avaliado dentro de normas de
procedimentos específicos e bem definidos e também estar de acordo com os pressupostos que norteiam o projeto
pedagógico.
Bibliografia Básica
THOMPSON, Leigh L. O negociador. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2009. xix, 359 p. : ISBN 9788576051930
LAUDON, Kenneth C; LAUDON, Jane Price. Sistemas de informação gerenciais. 7. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
xxi, 452 p. : ISBN 85 7605 089 6
(eBrary) Vardi, Y e Weitz, E. Misbehavior ini organizations: theory, research and management. Psychology Press, 2003.
Bibliografia Complementar
(eBrary) Alexandra, A. e Miller, S. Ethics in practice: moral, theory and the profession. UNSW Press, 2009.
Plompen, M. Innovative corporative learning. Excellent management development practice in Europe. Palgrave Mac-
millan, 2005. eISBN 9780230288799
(BOOKBOON) Crowther, D. e Aras, G. Corporate social responsibility. Ventus Publishing ApS, 2008. ISBN
9788776814151.
(BOOKBOON) Knoles, G. Quality management. Ventus Publishing ApS. ISBN 9788776818753.
SHORE, James; WARDEN, Shane. A arte do desenvolvimento ágil. Rio de Janeiro: Alta books, 2008. 420 p. : ISBN
9788576082033
9º NÍVEL
180 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Ementa
A disciplina tem por objetivo aprofundar os objetivos da disciplina de Projeto Integrador 1 que visa trabalhar com
estudante o projeto de engenharia como atividade síntese da profissão de engenheiro
Integrar os conhecimentos e as habilidades técnicas adquiridas ao longo dos cursos de graduação na solução de pro-
blemas, por meio do desenvolvimento de um tema real de projeto
Apresentar os fundamentos metodológicos do processo de projeto e de solução de problemas
Desenvolver a habilidade de geração de empreender a identificação, formulação e solução de problemas
Desenvolver a habilidade de geração de novas soluções para problemas de engenharia, por meio da analise, síntese e
otimização de sistemas
Promover a interdisciplinariedade
Desenvolver a capacidade de comunicação técnica escrita e oral
Desenvolver a capacidade de pensamento critico independente, investigação racional e auto-aprendizagem
Desenvolver a capacidade de trabalho em equipe
Promover a compreensão das responsabilidades sociais, culturais e ambientais do engenheiro e a necessidade do
desenvolvimento sustentável
Abertura a novas ideias.
Programa
1. Práticas de Gestão de Projeto
2. Práticas de Gerenciamento de Projeto (Ciclo de Vida e Organização de Projeto, Processos de Gerenciamento de
Projetos, Gerenciamento do Escopo, Gerenciamento do Tempo do Projeto, Gerenciamento de Custos, Gerenciamento
de Qualidade, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações no Projeto e Gerenciamento
de Riscos)
3. Implementação de um projeto multidisciplinar durante o semestre.
Bibliografia Básica
PAHL, G. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimentos eficaz de produtos, métodos e aplicações. São
Paulo: Edgard Blücher, 2011. xvi, Quantidade : 10 412 p. ISBN 9788521203636.
(eBrary) Badiru, A.B, Step Project Management : Guide for Science, Technology, and Engineering Projects, CRC Press,
2009.
(eBrary) Stackpole, S., "User’s Manual to the PMBOK Guide", Wiley, 2010.
Bibliografia Complementar
Pahl, G., Beitz, W., Engineering Design – A Systematic Approach, Springer-Verlag, 1996.
Baxter, M., Projeto de Produto – Guia prático para o design de novos produtos, 2da ed. Edgar Blucher, 1998.
Valeraino, D., Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia, Makron, 2004.
Dieter, G.E., Nashelsky, L., Engineering Design – A Materials and Processing Approach, McGraw-Hill & Sons, 1999.
Gerhard, P., Wolfgang, B., Grote, K.H, Projeto na Engenharia, Blücher, 2005.
Duffy, M., Gestão de Projetos. Arregimente os Recursos, Estabeleça Prazos, Monitore o Orçamento, Gere Realtórios,
Elsevier Science & Technology, 2006.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7. ed. Rio de Janeiro:
Brasport, 2011. xxii, 236 [Link] 9788574522999.
(open access) Historias de Sucesso SEBRAE: Difusão Tecnológica, Soluções Tecnológicas, Inovação, Empreendedo-
rismo e Inovação - Vol. 3, 2004.
(eBrary) Gerard , M., Complete Project Management Methodology and Toolkit, CRC Press, 2009.
(eBrary)Lopes, R., Educação Empreendedora, Elsevier Science & Technology, 2010.
Ementa
Atividades e desenvolvimento de projetos, síntese do curso de Engenharia. Deve
ser desenvolvida sob a supervisão de um professor, podendo constar de: estagio
em laboratório, elaboração de projetos, desenvolvimento e construção de
equipamentos, ou estagio em empresas sob a supervisão da Faculdade UnB-Gama.
Programa
O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido nas disciplinas de Trabalho
de Conclusão de Curso 1 e 2 e deverá culminar na produção de relatórios parcial
e final (necessária a integralização de 163 créditos para cursar a disciplina
TCC 1). Ao término de cada etapa, o trabalho deverá ser apresentado a uma banca
examinadora, composta por professores da faculdade, incluindo o(s)
professor(es) orientador(es), a qual fará uma arguição da equipe que executou o
projeto. A nota final deverá levar em consideração a qualidade do trabalho de
forma geral, avaliando aspectos tais como adequação da metodologia selecionada
em função do problema ou projeto em questão, boas práticas de engenharia na
execução do projeto, qualidade dos resultados, forma e qualidade dos
relatórios, qualidade da apresentação do trabalho, desempenho durante a
arguição, entre outros aspectos que forem relevantes em virtude das
especificidades de cada caso.
Bibliografia Básica
A bibliografia detalhada para esta disciplina deverá ser especificada pelo
professor juntamente com a ementa, a cada vez que a disciplina for ministrada
Bibliografia Complementar
10º NÍVEL
Trabalho de Conclusão de Curso 2 (FGA0290)
Ementa
Atividades e desenvolvimento de projetos, síntese do curso de Engenharia. Deve
ser desenvolvida sob a supervisão de um professor, podendo constar de: estagio
em laboratório, elaboração de projetos, desenvolvimento e construção de
equipamentos, ou estagio em empresas sob a supervisão da Faculdade UnB-Gama.
Programa
O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido nas disciplinas de Trabalho
de Conclusão de Curso 1 e 2 e deverá culminar na produção de relatórios parcial
e final (necessária a integralização de 163 créditos para cursar a disciplina
TCC 1). Ao término de cada etapa, o trabalho deverá ser apresentado a uma banca
examinadora, composta por professores da faculdade, incluindo o(s)
professor(es) orientador(es), a qual fará uma argüição da equipe que executou o
projeto. A nota final deverá levar em consideração a qualidade do trabalho de
forma geral, avaliando aspectos tais como adequação da metodologia selecionada
em função do problema ou projeto em questão, boas práticas de engenharia na
execução do projeto, qualidade dos resultados, forma e qualidade dos
relatórios, qualidade da apresentação do trabalho, desempenho durante a
argüição, entre outros aspectos que forem relevantes em virtude das
especificidades de cada caso.
182 Capítulo 21. Ementas das Disciplinas Obrigatórias
Bibliografia Básica
A bibliografia detalhada para esta disciplina deverá ser especificada pelo
professor juntamente com a ementa, a cada vez que a disciplina for ministrada
Bibliografia Complementar
22 Apêndices
RESOLVE:
ços, bem como a participação em iniciativas relativas ao conhecimento e prática dos cursos
ministrados pela FGA para o público interno ou externo à Universidade de Brasília.
Art. 4º Quanto à finalidade específica a que se destinam, as atividades de extensão
abrangem, entre outras, as atividades comunitárias e as atividades de desenvolvimento dos
setores público e privado.
§ 1º São características essenciais às atividades comunitárias:
a) desenvolvimento de programas de cunho social;
b) contribuição para a consciência de responsabilidade social da Comunidade da FGA;
e
c) relevância da atividade de extensão para o contexto de formação do aluno.
§ 2º São características essenciais às atividades de desenvolvimento dos setores público
e privado:
a) relevância da atividade de extensão para a pesquisa avançada nas áreas de conheci-
mento da FGA;
b) abertura de espaços institucionais em direção à diversificação de horizontes da for-
mação dos cursos ministrados pelo FGA; e
c) aprimoramento das práticas de engenharia e ciências em entidades ou órgãos que
exerçam atividade de interesse da academia.
Art. 5º As propostas de atividades de extensão da FGA serão relatadas pelos Colegiados
das Áreas ou dos Centros, de acordo com a lotação do Coordenador da atividade, e submetidos
ao Coordenador de Extensão.
Parágrafo único. Caso a atividade proposta envolva anuência oficial da Universidade
de Brasília, deverá ser apreciada pelo Conselho da FGA.
Art. 6º O planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão deverá perseguir
os critérios de eficiência e de eficácia.
Parágrafo único. A eficiência e a eficácia das ações de ensino, pesquisa e extensão
serão aferidas em consonância com as finalidades enumeradas no art. 1º, § 1º, deste Regimento
Interno.
Art. 15. As Áreas da FGA têm como principal atribuição a coordenação de atividades
de ensino, pesquisa e extensão, no âmbito de suas especialidades.
Art. 16. As Áreas são órgãos deliberativos sobre a política, estratégia e rotinas aca-
dêmicas e administrativas, tendo como instância deliberativa os Colegiados de Área e como
instância executiva a Coordenação de Área de Graduação.
Art. 17. As Áreas são integradas pelos docentes com lotação exclusiva na FGA, de
acordo com suas especialidades e especificidades acadêmicas, pelos técnicos lotados na Área
e pelos discentes da Área.
Art. 18. A FGA é composto pelas seguintes Áreas:
I. Área de Ciências Naturais Aplicadas;
II. Área de Engenharia Aeroespacial;
22.1. Regimento Interno da FGA 191
Capítulo II – Da Administração
V. os Coordenadores de Área;
VI. um representante do Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação (CCPG) da FGA;
VII. um representante docente de cada Colegiado de Área da FGA;
VIII. 2 (dois) representantes discentes de Graduação da FGA;
IX. 2 (dois) representantes dos servidores técnico-administrativos da FGA;
X. um representante da Faculdade de Tecnologia (FT);
XI. um representante da Ciência da Computação (CIC).
§ 1º Os representantes referidos nos incisos VIII e IX, bem como seus eventuais su-
plentes, serão escolhidos por seus pares, mediante consulta direta, devendo a escolha ser co-
municada ao Presidente do Conselho com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas
de qualquer reunião.
§ 2º Os representantes referidos nos incisos X e XI serão escolhidos mediante indicação
dos Colegiados dos respectivos Cursos, Faculdades e Institutos e não são contabilizados para
o estabelecimento do quórum para deliberação.
Art. 27. O Conselho da FGA é o órgão máximo deliberativo e de recurso, no âmbito da
FGA, em matéria administrativa e acadêmica, e tem como atribuições:
I. formular políticas globais da FGA;
II. propor o Regimento Interno da FGA e suas modificações;
III. aprovar, em caráter preliminar, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)
para submissão ao Decanato de Planejamento e Orçamento (DPO) da UnB;
IV. definir critérios para a alocação interna de recursos orçamentários;
V. avaliar e aprovar relatórios de gestão e prestação de contas da FGA;
VI. ratificar as propostas de regulamentos dos cursos de graduação e de pós-graduação,
bem como modificações elaboradas pelos respectivos Colegiados de Áreas, para fins de homo-
logação junto ao CEPE;
VII. propor o afastamento ou a destituição do Diretor da FGA, na forma da lei e do
Regimento Geral da UnB;
VIII. aprovar normas específicas de funcionamento da FGA;
IX. apreciar os pedidos de destituição de Coordenador e de Coordenador Substituto de
Área de Graduação;
X. deliberar acerca de propostas de destituição de gestores de Centros e Coordenadores
de Órgãos Complementares;
XI. aprovar normas de funcionamento de Áreas, de Centros, de Órgãos Complemen-
22.1. Regimento Interno da FGA 195
FGA, não pode ser menor que a metade mais um dos membros da composição plena do Con-
selho da FGA.
§ 5º O Conselho da FGA poderá se reunir na modalidade designada por virtual, isto é, de
modo não-presencial, por meio de fórum de discussões em ambiente eletrônico, resguardada a
mesma composição, e terá como atribuições exclusivas as referidas nos incisos XXVII, XXVIII,
XXIX e XXX.
§ 6º As reuniões do Conselho na modalidade virtual deverão resguardar os princípios
de transparência, participação, publicidade e informação. Para tanto, serão adotadas as seguin-
tes providências:
a) as pautas das reuniões deverão ser disponibilizadas com 2 (dois) dias de antecedência
no sítio eletrônico da FGA;
b) os documentos a serem objeto de apreciação pelos conselheiros deverão estar dis-
poníveis para consulta na Secretaria da Direção da FGA ou do Conselho da FGA, desde a
convocação da reunião e divulgação da pauta até seu julgamento, de forma a resguardar a
publicidade e o direito à informação ao público;
c) as votações poderão ser acompanhadas ao longo do processo, com a disponibilização
de um extrato do que está sendo avaliado, julgado, analisado, discutido e aprovado;
d) após o término da reunião, seguem-se os trâmites conforme previsto no Regimento
Geral da UnB e no Regimento Interno da FGA; e
e) a participação será assegurada mediante a identificação para o acesso eletrônico em
modo de leitura ao fórum eletrônico de discussões do Conselho da FGA.
Art. 28. A Comissão Eleitoral da FGA será formada por, pelo menos, 3 (três) represen-
tantes docentes indicados pelo Conselho, um representante do corpo discente e um represen-
tante dos servidores técnico-administrativos.
Parágrafo único. A Comissão Eleitoral da FGA terá como atribuições:
a) deflagrar o processo eleitoral para escolha do Diretor e do Vice-Diretor da FGA no
prazo mínimo de 2 (dois) meses antes do término do mandado;
b) divulgar todos os procedimentos que serão utilizados para a escolha do Diretor e
do Vice-Diretor da FGA, desde a abertura das candidaturas até a finalização e divulgação dos
resultados da eleição;
c) submeter à aprovação do Conselho da FGA o Regimento Eleitoral para a escolha dos
cargos de Direção.
Art. 29. O Colegiado de Graduação é o órgão da FGA com função normativa e delibe-
22.1. Regimento Interno da FGA 197
Art. 34. O Colegiado de Extensão é o órgão da FGA com função normativa e delibera-
tiva em matéria referente aos cursos de extensão na área administrativa e acadêmica.
Art. 35. Compõem o Colegiado de Extensão da FGA:
I. o Coordenador de Extensão, como presidente;
II. os Coordenadores Substitutos de Área de Graduação da FGA;
III. 1 (um) servidor técnico-administrativo de extensão;
IV. 1 (um) representante docente de cada Programa de Pós-Graduação da FGA;
V. 1 (um) representante discente de graduação da FGA; e
VI. 1 (um) representante discente da pós-graduação da FGA.
§ 1º Os representantes referidos nos incisos IV, V e VI, bem como seus eventuais su-
plentes, serão escolhidos por seus pares, mediante consulta direta, devendo a escolha ser co-
municada ao Presidente do Colegiado de Extensão com antecedência mínima de 48 (quarenta
e oito) horas de qualquer reunião.
§ 2º Caso não exista na FGA servidor técnico-administrativo de extensão com lotação
na unidade, o Colegiado de Graduação da FGA e o Colegiado de Extensão a que se refere
200 Capítulo 22. Apêndices
VII. zelar pela qualidade de ensino e pesquisa e definir critérios para avaliação da
qualidade;
VIII. indicar professores para representações junto a órgãos de pesquisa e fomento;
IX. tratar de outros assuntos relacionados aos cursos de Pós-Graduação;
X. analisar recursos de solicitações de credenciamento e recredenciamento de profes-
sores para atuarem nos programas de pós-graduação;
XI. indicar representante e suplente dos cursos de Pós-Graduação da FGA para a CPP;
e
XII. propor afastamento ou a destituição de Coordenador de Programa de Pós-Graduação.
§ 1º As decisões referidas nos incisos I a XI dependem de voto da maioria simples dos
membros do Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação da FGA.
§ 2º A decisão referida no inciso XII depende de voto da maioria qualificada de 2/3
(dois terços) dos membros do Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação da FGA.
Art. 40. Cada um dos Programas de Pós-Graduação estabelecerá um Colegiado do
Programa de Pós-Graduação (CPPG), constituído por professores doutores e pela respectiva
representação discente, observadas as normas vigentes do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
§ 1º Cada Colegiado do Programa de Pós-Graduação poderá estabelecer uma Comissão
de Pós-Graduação (CPG), observadas as normas vigentes do CEPE.
§ 2º Caso exista na FGA apenas um Programa de Pós-Graduação, o Colegiado dos
Cursos de Pós-Graduação e o Colegiado do Programa de Pós-Graduação a que se refere o
caput devem constituir-se em um único Colegiado, presidido pelo Coordenador do Programa,
que passa a acumular as atribuições definidas para os dois órgãos neste Regimento Interno,
observadas as normas vigentes do CEPE.
Art. 41. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação tem como atribuições, além da-
quelas definidas pelo Regimento Geral da UnB e pelas resoluções vigentes do Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão:
I. aprovar os programas das disciplinas, bem como modificações nesses;
II. aprovar bancas de teses e dissertações;
III. criar e extinguir comissões;
IV. aprovar os planos de aplicação dos recursos colocados à disposição do Programa;
V. propor à CPP o número de vagas a serem oferecidas a cada seleção;
VI. apreciar propostas e recursos de professores e alunos do Programa, no âmbito de
sua competência;
22.1. Regimento Interno da FGA 203
Art. 52. As comissões permanentes a que este Regimento Interno se refere são:
I. Comissão de Segurança Institucional (CSI);
II. Comissão de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (CPDI);
III. Comissão de Estágio, Mobilidade e Internacionalização (CEMI);
IV. Comissão Avaliadora;
V. Comissão Examinadora;
VI. Comissão de Serviços Gerais da FGA;
22.1. Regimento Interno da FGA 207
um mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzido uma única vez, por igual período.
Parágrafo único. Fica a critério de cada Colegiado de Área a forma de indicação do
respectivo representante docente responsável por Estágios da Área.
Art. 62. Compete ao representante docente responsável por Estágios de cada Área:
I. participar como membro da Comissão de Estágio, Mobilidade e Internacionalização,
da elaboração, regulamentação e acompanhamento das atividades de estágio; e
II. responsabilizar-se pelo acompanhamento de todas as atividades de estágio referen-
tes à Área que representa e seus respectivos discentes.
Parágrafo único. O acompanhamento de atividades de estágio inclui:
a) a assinatura na documentação interna à Faculdade referente aos alunos da sua Área;
e
b) o suporte ao trâmite dos Estágios Supervisionados dos alunos da sua Área junto ao
DAIA.
I. os Laboratórios de Ensino.
Art. 67. Os Órgãos Complementares são geridos por seus coordenadores, que respon-
dem administrativamente por esses órgãos.
§ 1º Os Coordenadores de Órgãos Complementares são designados pelo Diretor da
FGA, mediante aprovação do Conselho da FGA.
§ 2º Os Órgãos Complementares estão vinculados à Direção da FGA.
Art. 68. Os Órgãos Complementares têm conselhos consultivos, na forma definida nos
seus respectivos regimentos internos.
Art. 69. O funcionamento dos Órgãos Colegiados seguirá o estipulado nos arts. 48 a
58 do Regimento Geral da UnB.
Art. 76. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pelo Conselho da FGA.
Art. 77. O presente Regimento Interno entrará em vigor a partir da data de sua apro-
vação pelo Conselho Universitário, revogando-se as disposições em contrário.
22.2. Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso 213
RESOLVE:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
CAPÍTULO II
DOS PRAZOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO
CAPÍTULO IV
DA MATRÍCULA E ORIENTAÇÃO DO DISCENTE
Art. 11º A matrícula nos componentes curriculares TCC 1 ou TCC 2 deverão ser soli-
citadas pelo discente em sistema eletrônico próprio a ser divulgado durante o semestre letivo
em prazo definido pela Câmara Acadêmica da FGA.
§ 1º - A matrícula do aluno no componente curricular será efetuada no sistema eletrô-
nico próprio após a confirmação comprovada do orientador do trabalho.
§ 2º - A execução do projeto de trabalho de conclusão de curso por até 2 (dois) discentes
fica a critério do colegiado da área.
§ 3º - A carga horária das turmas de TCC 1 ou TCC 2 não serão consideradas para o
cálculo da carga horária docente mínima ministrada no semestre, sob nenhuma hipótese. Po-
derão, contudo, ser consideradas para fins de progressão funcional como orientação conforme
disposto na resolução CEPE 179/2017.
Art. 12º A orientação de trabalho de conclusão de curso é um vínculo ordinariamente
estabelecido em comum acordo por docente e discente. A área poderá, a critério de seu co-
legiado, publicar a cada semestre, lista de temas e professores interessados em orientação de
trabalho, bem como regular a melhor distribuição dos alunos dentre o seu corpo docente.
Art. 13º. É facultada a cada área instituir prêmio de Melhor Trabalho de Conclusão de
Curso do Semestre, com regras a serem decididas por seu respectivo colegiado
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 14º. Todos os casos omissos neste documento serão decididos pelo colegiado das
áreas e da FGA.
22.2. Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso 219
RESOLVE:
CAPÍTULO I
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
horas por grupo, salvo autorizado pelo colegiado da área mediante solicitação justificada pelo
coordenador do curso.
§ 2º - O discente deverá comprovar a natureza da participação, sendo vedado o seu
uso quando aplicada anteriomente para integralizar carga horária em outra modalidade de
atividade da UnB.
§ 3º - É vedada a duplicidade de integralização de carga horária em diferentes modali-
dades de atividades complementares.
§ 4º - Atividades de caráter extensionista, com protagonismo comprovado do discente,
não serão considerados para integralização de atividades complementares em hipótese ne-
nhuma.
CAPÍTULO II
DA AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
RESOLVE:
CAPÍTULO I
DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
CAPÍTULO II
DA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
RESOLVE:
CAPÍTULO I
DA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS
Art. 1º Os estágios Obrigatório e Não Obrigatório para alunos dos cursos de gradu-
ação da FGA devem ser realizados em conformidade com o que dispõem a Lei No 11.788 de
25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes, as Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCN) dos cursos de graduação em engenharia e a resolução CEPE no. 0104/2021
§ 1º O Estágio Obrigatório é parte do requisito para a conclusão do curso, e o cumpri-
mento da sua carga horária é condição sine qua non para a obtenção do diploma.
§ 2º O Estágio Não Obrigatório é uma atividade opcional que será integralizada como
atividade complementar, nos termos da resolução no. 0003/2022 do conselho da FGA.
§ 3º Qualquer modalidade de Estágio envolve a celebração de Termo de Compromisso
de Estágio (TCE) com Plano de Atividades entre o(a) Estudante, a parte concedente e a Insti-
tuição de Ensino.
§ 4º Todas as atividades desenvolvidas no componente curricular de Estágio Obriga-
tório devem ser descritas no Plano de Atividades com a respectiva carga horária semanal.
§ 5º Por decisão do colegiado de área, a carga horária desenvolvida em Estágios Não
Obrigatórios poderá ser convertida à carga horária do Estágio obrigatório, não sendo neces-
sária a confecção de novo TCE, mediante atendimento dos seguintes requisitos:
I - Avaliação das atividades pelo(a) Professor(a) Orientador(a) do componente curricu-
lar de Estágio Obrigatório;
II - Avaliação da carga horária, ou seja, se a carga horária descrita no TCE Não Obri-
gatório irá contemplar a carga horária de Estágio Obrigatório no semestre vigente.
§ 6o A designação “Estágio Voluntário” é inexistente. A realização de Estágio Não Obri-
gatório, caracterizado como tal, sem as contrapartidas financeiras, configura transgressão le-
gal.
Art. 2º O Estágio Obrigatório deverá consistir de trabalho em um ambiente profissional
no escopo da engenharia de forma a permitir a aquisição de experiência prática em ambiente
real de atividades do engenheiro.
§ 1º O Estágio Obrigatório deverá ser desenvolvido somente após o aluno ter integra-
lizado 70% da carga horária do seu curso conforme disposto no PPC do curso.
230 Capítulo 22. Apêndices
CAPÍTULO II
DA GESTÃO INSTITUCIONAL E ORIENTAÇÃO DOS ESTÁGIOS
22.5. Regulamento de Estágio 231
Art 4º A gestão institucional dos Estágios na FGA é realizada pela Comissão de Estágio,
Mobilidade e Internacionalização (CEMI).
§ 1º Compete exclusivamente ao representante docente responsável por estágios da
área, denominado Coordenador de Estágio da área, a assinatura do Termo de Compromisso de
Estágio (TCE). Na falta deste, outro Coordenador de Estágio da FGA poderá assinar o TCE.
§ 2º Compete exclusivamente aos docentes da UnB a assinatura do Plano de Atividades
de alunos da FGA na figura de Professor(a) Orientador(a) de Estágio.
§ 3º O Professor Orientador de estágio deve ser do curso do discente ou de atuação
afim da atividade de estágio.
§ 4º Os Coordenadores de Estágio da FGA assinam TCEs na condição de represen-
tantes institucionais da Universidade de Brasília no âmbito dos Estágios na Graduação, o que
pressupõe o conhecimento da legislação vigente sobre o tema.
Art. 5º O Estágio deverá ser acompanhado efetivamente pelo(a) Professor(a) Orienta-
dor(a) da UnB e por um(a) Supervisor(a) da parte da concedente (profissional com formação
e/ou experiência na área de conhecimento), com comprovação por vistos nos relatórios de
atividades enviados a cada 6 (seis) meses, no caso dos Estágios Não Obrigatórios, e/ou por
menção de aprovação final, no caso de Estágio Obrigatório.
§ 1º O(A) Professor(a) Orientador(a) da UnB é o(a) responsável pelo planejamento,
acompanhamento e avaliação das atividades do Estagiário. Compete ao(à) Professor(a) Orien-
tador(a):
I - Promover reflexões acerca da prática profissional relacionada às atividades do Es-
tagiário;
II - Proceder ao encaminhamento formal de Estudantes ao local de Estágio, orientando
sobre os mecanismos, as etapas e as atividades correspondentes;
III - Orientar o(a) Estagiário(a) na formulação do Plano de Atividades e documentos
correlatos.
§ 2º Quando houver necessidade, os colegiados de área podem, a seu critério, e junta-
mente com os coordenadores de área e de estágio, estabelecer regras para melhor distribuição
dos discentes entre os professores orientadores
CAPÍTULO III
DA CARGA HORÁRIA
§ 1º Para a integralização da carga horária, o Estágio Obrigatório deverá ter uma carga
horária mínima exigida de 210 horas (consecutivas ou não). Para integralização da carga ho-
rária de Estágio Obrigatório exigida pelo curso serão concedidas 210 horas.
§ 2º É permitido realizar o estágio em mais de uma organização, sem alteração do
processo de matrícula. Porém, caso haja mudanças é necessário assinar um novo termo de
compromisso.
Art. 7º A carga horária das atividades de estágio será definida em comum acordo entre
a Instituição de Ensino, a parte concedente e o(a) estagiário(a), não podendo ultrapassar o total
de 30 horas semanais, considerando o somatório de estágios obrigatórios e não obrigatórios
realizados simultaneamente.
§ 1º A carga horária máxima de estágio obrigatório e não obrigatório é de 20 (vinte)
horas semanais durante o período letivo. Estágios acima de 20 (vinte) horas semanais só serão
aceitos durante as férias ou com um número máximo de 120 (cento e vinte) horas de compo-
nentes curriculares cursados simultaneamente.
§ 2º O discente poderá, excepcionalmente, e a critério do Coordenador de Estágio, cum-
prir jornada de estágio superior a 20 (vinte) horas semanais, não mais que 30 (trinta) horas,
e com número maior que 120 (cento e vinte) horas de componentes curriculares cursados si-
multaneamente durante o período letivo, resguardados os limites e os requisitos legais. Esta
condição, necessariamente, deve estar prevista no Projeto Pedagógico do Curso.
§ 3º É facultado ao Coordenador de Estágio consultar o colegiado de sua área para
avaliar estágios acima de 20 horas no período letivo.
§ 4º Estágios acima de 30 horas só serão deferidos fora do período letivo.
§ 5º A carga horária de estágio somente será computada como componente curricular
de Estágio Obrigatório se o estudante cumprir as atividades em sua totalidade, e mediante a
comprovação de registro ou declaração de frequência e apresentação do relatório final, a fim
de que seja cumprida a carga horária exigida pelas DCNs de cada Curso de Graduação.
§ 6º Caso o(a) estudante se ausente por longos períodos, ou não possa repor as faltas
por qualquer motivo, deve ter concedido o trancamento do componente curricular de Estágio
Obrigatório.
§ 7º O período de realização do Estágio Obrigatório não deverá ultrapassar o último
dia do semestre letivo.
CAPÍTULO IV
DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO
rém, é compulsória a celebração do TCE entre o discente (ou seu representante ou assistente
legal), a Instituição Concedente e o Coordenador de Estágio da área do discente nos termos do
§ 1º do artigo 4º, prevendo as condições de realização.
§ 1º Os TCEs de Estágios Obrigatório e Não Obrigatório na FGA seguirão os modelos
adotados pelo Decanato de Ensino de Graduação (DEG).
§ 2º A manutenção de Estagiários(as) em desconformidade com a legislação vigente
sobre Estágio, bem como trabalhista e previdenciária, impedirá a concedente de receber Es-
tagiários da FGA por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo admi-
nistrativo correspondente e em conformidade com o § 2º do Artigo 11º da resolução CEPE
104/2021.
§ 3º Todos os registros dos TCEs assinados e os relatórios finais deverão ser perma-
nentemente arquivados pela Coordenação do Curso de Graduação.
§ 4º Não será admitida a assinatura retroativa de TCEs.
CAPÍTULO V
DO PLANO DE ATIVIDADES E DO RELATÓRIO TÉCNICO DE ESTÁGIO
CAPÍTULO VI
DOS PRÉ-REQUISITOS E CONDIÇÕES
Art. 11º Para realização de estágio as seguintes condições formais deverão ser atendi-
das:
234 Capítulo 22. Apêndices
I - Deve haver seguro contra acidentes (com número de apólice) a favor do estagiário
no Termo de Convênio firmado entre a UnB e a concedente/agente de integração, de respon-
sabilidade institucional;
II - Termo de Compromisso de Estágio (TCE) firmado entre a concedente, o aluno e
a UnB, no qual conste o número de apólice do seguro, em conformidade com o disposto no
artigo 8º;
III - Plano de Atividades de Estágio (PAE) em conformidade com o PPC do curso e com
o disposto no artigo 9º;
CAPÍTULO VII
DO DESLIGAMENTO DO ESTÁGIO
Art. 12º. O(A) Estudante será desligado do Estágio nas seguintes hipóteses:
I -Ao término do período do Estágio descrito no TCE;
II - A pedido do Estudante ou da parte Concedente;
III - A qualquer tempo no interesse da Administração Pública ou por contingencia-
mento orçamentário por parte da Concedente;
IV - Em decorrência do descumprimento de qualquer obrigação assumida no TCE;
V - Pelo não comparecimento, sem motivo justificado, por mais de 5 (cinco) dias conse-
cutivos ou não, no período de um mês, ou 15 (quinze) dias, durante todo o período de Estágio;
VI - Pela interrupção do curso na Instituição de Ensino a que pertença o(a) Estagiá-
rio(a);
VII -Por conduta incompatível com a exigida pela Instituição.
CAPÍTULO VIII
ESTÁGIOS NO EXTERIOR
CAPÍTULO IX
22.5. Regulamento de Estágio 235
Art. 14º Quando for o caso, o aluno poderá solicitar equivalência entre a sua atividade
profissional e o estágio obrigatório.
§ 1º Define-se atividade profissional do discente como:
I -Atuação como profissional liberal;
II - Atuação em regime de trabalho possuindo empresa jurídica associada a seu nome
em que figura como responsável na execução de contrato de atividade compatível com o está-
gio;
§ 2º A equivalência será possível somente a partir do momento em que o aluno reque-
rente estiver apto a fazer estágio obrigatório conforme o § 1º do Artigo 2º deste regulamento.
§ 3º A solicitação de equivalência será avaliada pelo Coordenador de Estágios da área
do discente mediante apresentação, por parte do discente, de cópia do Plano de Atividades
e parecer do orientador, cópia de contrato de trabalho, carta explicativa do local e atividade
profissional, de acordo com o PPC do curso e apresentação de relatório técnico, de acordo com
o modelo disponível. Para avaliação do relatório e consolidação de menção, o Coordenador de
Estágio da área do discente poderá designar um professor da área correlata.
§ 4º A análise de equivalência será feita com base na natureza das atividades profissi-
onais desenvolvidas pelo requerente e em conformidade com o PPC do curso.
§ 5º No caso de deferimento, a validação será oficializada por meio da matrícula do
aluno no componente curricular ESTAGIO SUPERVISIONADO.
§ 6º O deferimento da equivalência não isenta o aluno do processo de avaliação do
estágio, de acordo com o previsto no presente regulamento.
Art. 15º Em nenhuma hipótese será concedida equivalência entre atividade profissio-
nal e estágio não-obrigatório
CAPÍTULO X
DA MATRÍCULA
período de duas semanas antes do último dia letivo para o processo de avaliação e atribuição
de menção.
§ 2º Para a matrícula, o discente deverá apresentar ao Coordenador de Estágio de sua
área, por intermédio do sistema eletrônico próprio, durante o período de matrícula de estágio
supervisionado, uma cópia do Contrato de Estágio ou Termo de Compromisso de Estágio e o
Plano de Atividades de Estágio devidamente assinados pela Concedente (Empresa/Instituição),
pelo responsável da empresa e pelo aluno.
§ 3º O Plano de Atividades será avaliado pelo Coordenador de Estágio de sua área.
Caso existam dúvidas sobre a pertinência das atividades a serem desenvolvidas no estágio, o
processo poderá ser encaminhado para o NDE (Núcleo Docente Estruturante) da área, a critério
do Coordenador de Estágio, a quem emitirá um parecer.
§ 4º Caso o parecer do coordenador ou do NDE não seja favorável, o plano será entre-
gue diretamente ao aluno para que sejam feitos os ajustes recomendados.
§ 5º Após a assinatura do Coordenador de Estágios o aluno deverá apresentar, por
intermédio do sistema eletrônico próprio, o plano de atividades de estágio contendo o parecer
do orientador e histórico escolar.
§ 6º Para estágios no exterior ou atividades profissionais consideradas como estágio
em engenharia, os respectivos documentos do § 2º do Artigo 13º ou § 3º do Artigo 14º deverão
ser apresentados ao Coordenador de Estágio.
§ 7º É responsabilidade do aluno verificar se a matrícula na disciplina foi efetivada.
§ 8º O processo de matrícula de alunos formandos que estão realizando o estágio no
semestre em curso poderá ser atendido fora do calendário e será analisado caso a caso a critério
do Coordenador de Estágio do curso.
CAPÍTULO XI
DA AVALIAÇÃO E ATRIBUIÇÃO DA MENÇÃO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
Art. 17º. A avaliação do estágio obrigatório será realizada com base no Relatório Téc-
nico de Estágio (RTE), na Avaliação de Desempenho do Estagiário pela Concedente (ADEC)
e na Avaliação da Concedente pelo Estagiário (ACE) e entregues ao Professor Orientador. O
estudante será responsável por apresentar estes documentos.
§ 1º O Relatório Técnico de Estágio será entregue pelo aluno ao Professor Orientador
ao final de cada período de estágio, em prazo hábil para a avaliação de quinze dias antes do
prazo final da emissão de menção, de acordo com o Calendário Acadêmico da UnB.
§ 2º A Avaliação de Desempenho do Estagiário pela Concedente será emitida pelo
Supervisor Técnico, ao final do período do Estágio Obrigatório.
22.5. Regulamento de Estágio 237
Art. 19º O relatório de estágio do discente deverá ser redigido de acordo com o Modelo
de Relatório Técnico de Estágio a ser disponibilizado pela coordenação de estágio da área do
discente.
CAPÍTULO XII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 20º Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado da FGA com a Comissão de
Estágio, Mobilidade e Internacionalização (CEMI) e a Câmara Acadêmica da FGA.
DOS OBJETIVOS
Art. 2º O objetivo geral do NDE é acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação
e atualização contínua do projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia
de Software.
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 3º São atribuições do NDE:
I. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Graduação em Engenharia de Software;
V. conduzir os trabalhos de reestruturação curricular para submissão ao Colegiado
de Curso, ao qual caberá deliberar sobre a proposta em primeira instância;
VI. atualizar o projeto pedagógico do curso.
Art. 4º O NDE do curso de graduação em Engenharia de Software deve ter a seguinte compo-
sição:
I. ser constituído por no mínimo de cinco e no máximo oito pessoas pertencentes
ao corpo docente do curso, incluindo a pessoa coordenadora do NDE e a pessoa
coordenadora do curso de Engenharia de Software;
240 Capítulo 22. Apêndices
II. todas as pessoas integrantes do NDE devem possuir titulação acadêmica obtida
em programas de pós-graduação stricto sensu, e destas, 80% deve possuir titulação
em nível de doutorado;
III. ter todas as pessoas integrantes em regime de trabalho de Dedicação Exclusiva
(DE).
Parágrafo único. O papel de coordenação do curso de Engenharia de Software
possui vaga permanente na composição de integrantes do NDE.
Art. 5º O NDE é organizado nos seguintes papéis:
I. Um Colegiado: composto pela totalidade dos integrantes;
II. Uma Coordenação;
III. Uma Secretaria.
Art. 6º A Coordenação é eleita pelo Colegiado de área do curso de Engenharia de Software, por
maioria simples dos presentes em reunião especialmente destinada a este fim, para um
mandato de dois anos, podendo ser reeleita uma vez para mandato consecutivo, não
sendo limitado o número de mandatos não consecutivos.
Parágrafo único. Ao final do primeiro mandato, a pessoa que estava exercento o pa-
pel de coordenação pode se candidatar a um novo mandato, estando sujeita a nova
votação, caso existam outras pessoas candidatas. Caso contrário, seu nome deve ser
apenas revalidado em reunião de Colegiado da área de Engenharia de Software. Não
será passível de um novo mandato, a pessoa que exerceu a coordenação do NDE mas,
que não tenha cumprido suas atribuições, conforme estabelecido neste Regimento.
Art. 7º As pessoas integrantes do NDE são eleitas pelo Colegiado de área de Engenharia de
Software, por maioria simples dos presentes, para um mandato de três anos, podendo
ser reeleitas uma vez para mandato consecutivo, não sendo limitado o número de man-
datos não consecutivos.
Parágrafo único. Ao final do primeiro mandato, uma ou mais pessoas integrantes do
NDE podem se candidatar a um novo mandato, estando sujeitas a nova votação, caso
existam outras pessoas candidatas. Caso contrário, o(s) nome(s) devem ser apenas re-
validado(s) em reunião de Colegiado da área de Engenharia de Software. Não será
passível de um novo mandato, caso a pessoa integrante do NDE não tenha cumprido
suas atribuições, conforme estabelecido neste Regimento.
Art. 8º São atribuições da Coordenação do NDE:
I. Representar o NDE nas instâncias internas e externas à UnB;
II. Convocar as reuniões do Colegiado do NDE;
III. Indicar uma Secretaria fixa, ou rotativa;
Parágrafo único. A Coordenação do NDE deverá deliberar em conjunto com as
pessoas integrantes do NDE, qual será a estratégia de secretariado a ser esta-
belecida, fixa ou rotativa. Sendo um secretariado fixo, esse será responsável por
secretariar todas as reuniões. Caso seja, um secretariado rotativo, o NDE deverá
22.6. Regimento do NDE 241
RESOLVE:
Art. 1º Nomear os professores Glauco Vitor Pedrosa, Rejane Maria da Costa Figuei-
redo, Renato Coral Sampaio, Ricardo Matos Chaim, Sérgio Antônio Andrade de Freitas, John
Lenon Cardoso Gardenghi, Daniel Sundfeld Lima e Wander Cleber Maria Pereira da Silva,
sendo o primeiro como presidente, para compor o Núcleo Docente Estruturante do curso de
Engenharia de Software da Faculdade UnB Gama;
Art. 2º Este Núcleo foi designado e aprovado na 219.ª Reunião de Conselho da Facul-
dade UnB Gama, em 27 de fevereiro de 2023;
Art. 3º Este ato revoga os anteriores referentes ao NDE do curso de Engenharia de
Software e entra em vigor a partir desta data.
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
Gestão do escopo, tempo, custos, qualidade, recursos materiais, pessoas, comunicações, riscos em diferentes
paradigmas (ex: tradicional e ágil).
Gestão de Projetos de software no contexto das normas e dos modelos de melhoria de processo de software.
3. Referências Bibliográficas
Nº Edição:
Autor: Vargas, R.V., Local:
7a
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610461 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( ) Obrigatória ( X ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
3. Referências Bibliográficas
Nº
Autor: BEN-SHAHAR, T. Local:
Edição:
Obra: Aprenda a Ser Feliz - O curso de felicidade da Universidade de Editor: Lua de Ano:
Harvard. Papel 2015
Nº
Autor: ACHOR, S. Local:
Edição:
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610461 - Ementa / Programa de disciplina
Obra: O Jeito Harvard de Ser Feliz - o Curso Mais Concorrido de Uma Das Ano:
Editor: Saraiva
Melhores Universidades do Mundo. 2012
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607754 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
3. Referências Bibliográficas
Nº Edição:
Autor: GRUBB, Penny; TAKANG, Armstrong A. Local:
2nd
Editor: Hackensack:
Obra: Software maintenance: concepts and practice. World Ano: 2011
Scientific
Obra: Programação Extrema Explicada: escolha as mudanças. Editor: Bookman Ano: 2004.
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610339 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( ) Obrigatória ( X ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
Terceirização de TI.
3. Referências Bibliográficas
Local: São Nº
Autor: Weill, Peter; Ross, Jeanne W.
Paulo Edição:
Local:
Nº
Autor: MORAIS, Izabelly Soares D.; GONÇALVES, Glauber Rogerio B. Porto
Edição:
Alegre
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610339 - Ementa / Programa de disciplina
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610216 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( ) Obrigatória ( X ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
3. Referências Bibliográficas
Editor:
Obra: Actionable Gamification: Beyond Points, Badges, and Leaderboards. Octalysis Ano: 2015
Media
Nº Edição:
Autor: GAIO, ORIANA. Local:
1a
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:47 SEI/UnB - 8610216 - Ementa / Programa de disciplina
Blucher
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:46 SEI/UnB - 8610758 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( ) Obrigatória ( X ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
Normas.
Ferramentas.
3. Referências Bibliográficas
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:46 SEI/UnB - 8610758 - Ementa / Programa de disciplina
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:51 SEI/UnB - 8606802 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
3. Referências Bibliográficas
Nº Edição:
Autor: Beck, K. Local:
1st
Nº Edição:
Autor: Jacobson, I., Booch G., Rumbauch J. Local:
1st
Obra: The Unified Software Development Process Editor: Addison-Wesley Ano: 1999
Nº Edição:
Autor: Leffingwell, Dean Local:
1st
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:51 SEI/UnB - 8606802 - Ementa / Programa de disciplina
10
Editor: Engenharia de
Obra: Engenharia de software Ano: 2019
software
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607598 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
3. Referências Bibliográficas
Nº
Local: São
Autor: PFLEEGER, Shari Lawrence. Edição:
Paulo
2
Editor:
Ano:
Obra: Engenharia de software: teoria e prática. Prentice
2004
Hall
Local: Ft.
Nº
Autor: Chemuturi, M. Lauderdale,
Edição:
US
Editor: J.
Obra: Mastering Software Quality Assurance: Best Practices, Tools and Technique for Software Ross Ano:
Developers. (eBrary) Publishing 2010
Inc.
Nº
Autor: ABNT Local: Edição:
1a
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607598 - Ementa / Programa de disciplina
Nº
Autor: Guerra, A. C.; Colombo, R. M.T., MCT, 2009. Local:
Edição:
Nº
Autor: ISO/IEC Local:
Edição:
Obra: ISO/IEC-25000. Software engineering — Software product Quality Requirements and Evaluation Editor:
Ano:
(SQuaRE) — Guide to SQuaRE. ISO/IEC
Documento assinado eletronicamente por Tiago Alves da Fonseca, Coordenador(a) de Curso de Graduação da Faculdade
do Gama, em 31/08/2022, às 15:44, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento na Instrução da Reitoria
0003/2016 da Universidade de Brasília.
[Link] 2/2
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607140 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
Atributos de qualidade.
Classificação de requisitos.
Identificação do Problema.
Engenharia de Requisitos no contexto das normas e dos modelos de melhoria de processo de software.
Ferramentas.
3. Referências Bibliográficas
Nº
Autor: Jeremy Dick, Elizabeth Hull, Ken Jackson. Local:
Edição:
[Link] 1/3
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607140 - Ementa / Programa de disciplina
Nº
Autor: Ralph Rowland Young. Local:
Edição:
Editor: Artech
Obra: The requirements engineering handbook. (EBOOK CENTRAL) Ano: 204
House
Nº
Autor: Leffingwell Local:
Edição:
Nº
Autor: Leffingwell, Dean Local:
Edição: 1
Obra: Agile Software Requirements: Lean Requirements Practices for Editor: Addison-
Ano:
Teams, Programs, and the Enterprise (Agile Software Development Wesley
2011
Series) Professional
Nº
Autor: Sommerville, I. Local: Edição:
10th
Nº
Autor: Ken Schwaber e Jeff Sutherland Local:
Edição:
Nº
Autor: Vazquez, Carlos Eduardo; SIMÕES, Guilherme Siqueira. Local:
Edição:
Nº
Autor: Reinehr, Sheila Local: Edição:
1a
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24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607140 - Ementa / Programa de disciplina
[Link] 3/3
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607411 - Ementa / Programa de disciplina
1. Identificação da disciplina
Modalidade:
( X ) Obrigatória ( ) Optativa ( ) Módulo Livre
2. Ementa
Conceitos básicos
Princípios, técnicas e ferramentas de testes de software
Desenvolvimento orientado a testes (TDD)
Utilização de dublês (mocks) para testes
Testes orientados a requisitos não funcionais
Uso de ferramentas para apoiar testes de software
3. Referências Bibliográficas
Nº
Autor: Myers, Glenford J., et al. Local:
Edição:
Obra: The Art of Software Testing, ProQuest Ebook Central, Editor: John
Ano:
<[Link] Wiley & Sons,
2011
ebooks/[Link]?docID=697721> Incorporated
Nº
Autor: Homès, Bernard, and Bernard Homès. Local:
Edição:
Nº
Autor: Farcic, Viktor, and Alex Garcia. Local: Edição:
2nd
[Link] 1/2
24/07/2023, 10:48 SEI/UnB - 8607411 - Ementa / Programa de disciplina
Nº
Autor: BECK, Kent. Local:
Edição:
Ano:
Obra: TDD desenvolvimento guiado por testes Editor: Bookman
2010
Ano:
Obra: Inovação e Automação de Testes de Software. Editor: Ed. Érica
2010
N
Autor: Myers, Glenford J. Sandler, Corey Badgett, Tom. Local:
Edição:
[Link] 2/2