Guia de Instalação do Profibus DP e PA
Guia de Instalação do Profibus DP e PA
básica – Parte 1
César Cassiolato, Diretor de Marketing, Qualidade e Assistência Técnica da SMAR
Equipamentos Industriais Ltda.
Ana Cecília Della Torre, Engenheira Eletricista da SMAR Equipamentos Industriais Ltda.
INTRODUÇÃO
É notório o crescimento do Profibus em nível mundial e principalmente no Brasil. Decidimos
escrever este artigo, detalhando desde a instalação até a configuração básica, pois temos visto
na prática muita instalação de forma inadequada, assim como erros básicos na configuração
básica que têm estendido o tempo de comissionamento e start-up e, conseqüentemente,
gerado uma degradação da qualidade da performance da rede. Dividimos este artigo, pela sua
extensão e abrangência em seis partes. Esta é a primeira parte.
PROFIBUS
O Profibus é um padrão de rede de campo aberto e independente de fornecedores, onde a
interface entre eles permite uma ampla aplicação em processos e manufatura. Esse padrão é
garantido segundo as normas EN 50170 e EN 50254, além da IEC 611158-2 no caso do
Profibus PA.
O Profibus DP utiliza a RS485 como meio físico, ou a fibra ótica em ambientes com
susceptibilidade a ruídos ou que necessitem de cobertura a grandes distâncias.
O Profibus PA permite a medição e o controle por um barramento a dois fios. Também permite
alimentar os equipamentos de campo e as aplicações em áreas intrinsecamente seguras, bem
como a manutenção e a conexão/desconexão de equipamentos até mesmo durante a
operação, sem interferir em outras estações em áreas potencialmente explosivas. O Profibus
PA foi desenvolvido em cooperação com os usuários da Indústria de Controle e Processo
(NAMUR), satisfazendo as exigências especiais dessa área de aplicação:
O Profibus permite uma integração uniforme e completa entre todos os níveis da automação e
as diversas áreas de uma planta. Isto significa que a integração de todas as áreas da planta
pode ser realizada com um protocolo de comunicação que usa diferentes variações.
Estes equipamentos são alimentados via barramento, sendo que alguns podem ser
alimentados externamente, não absorvendo a energia do barramento Profibus PA.
O sinal de comunicação utilizado é um sinal AC (de 750mV a 1000mV) sobreposto ao sinal DC
de alimentação.
Em áreas perigosas, o número de equipamentos deve ser limitado por barreira de segurança
de acordo com as restrições de segurança da área e limites do coupler DP/PA.
O comprimento da rede é um fator muito importante a ser analisado, pois quanto maior ele for,
maior pode ser a distorção dos sinais. O terminador é uma impedância que se acrescenta na
rede Profibus a fim de evitar este problema, pois este tem a função de casar a impedância da
rede, minimizando erros de comunicação por distorções de sinais. Vale a pena lembrar que se
não houver um terminador na rede, o cabeamento irá funciona como uma antena, facilitando a
distorção de sinais e aumentando a susceptibilidade a ruídos. A impedância característica é o
valor da carga, que colocada no final desta linha, não reflete nenhuma energia. Em outras
palavras, é o valor da carga que proporciona um coeficiente de reflexão zero, ou ainda, uma
relação de ondas estacionárias igual a um.
Tanto a rede Profibus DP quanto a rede Profibus PA exigem terminadores, pois sua ausência
causa o desbalanceamento, provocando atraso de propagação, assim como oscilações
ressonantes amortecidas, causando transposição dos níveis lógicos (thresholds), além de
melhorar a margem de ruído estático. No Profibus DP, os terminadores são ativos, isto é, são
alimentados. Veja a Figura 1.4.
A falta de terminação, ilustrada na forma de onda à esquerda da Figura 1.6, promove o não
casamento de impedância, fazendo com que o cabo Profibus fique susceptível à reflexão de
sinal, atuando como uma antena. Na forma de onda à direita, é possível observar a terminação
adequada.
Profibus
O Profibus é um padrão de rede de campo aberto e independente de fornecedores, onde a
interface entre eles permite uma ampla aplicação em processos e manufatura. Esse padrão é
garantido segundo as normas EN 50170 e EN 50254, além da IEC 611158-2 no caso do
Profibus PA.
O Profibus DP utiliza a RS485 como meio físico, ou a fibra ótica, em ambientes com
susceptibilidade a ruídos ou que necessitem de cobertura a grandes distâncias.
O Profibus PA permite a medição e controle por um barramento a dois fios. Também permite
alimentar os equipamentos de campo e aplicações em áreas intrinsecamente seguras, bem
como a manutenção e a conexão/desconexão de equipamentos até mesmo durante a
operação, sem interferir em outras estações em áreas potencialmente explosivas. O Profibus
PA foi desenvolvido em cooperação com os usuários da Indústria de Controle e Processo
(NAMUR), satisfazendo as exigências especiais dessa área de aplicação:
É necessário agir com segurança nas medições, evitando contatos com terminais e fiação, pois
a alta tensão pode estar presente e causar choque elétrico. Lembre-se que cada planta e
sistema tem seus detalhes de segurança. Informar-se deles antes de iniciar o trabalho é muito
importante.
Repetidores
Para casos com mais de 32 estações ou para redes densas, devem ser utilizados repetidores.
Segundo a EN50170, um máximo de quatro repetidores são permitidos entre duas estações
quaisquer. Dependendo do fabricante e das características do repetidor, é permitido instalar até
nove repetidores em cascata. Recomenda-se não utilizar uma quantidade maior que a
permitida, devido aos atrasos embutidos na rede e ao comprometimento com o slot time (tempo
máximo que o mestre irá esperar por uma resposta do slave). Veja Figuras 1.1 e 1.2.
Figura 1.1 - Segmentação em Instalações Profibus.
Cabo Tipo A
Baund Rate
(Kbits)
9,6 19,2 93,75 187,5 500 1500 3000 6000 12000
Cumprimento /
Segmento (m)
1200 1200 1200 1000 400 200 100 100 100
Tabela 1.2 – Comprimentos Máximos dos Troncos Principais e dos Spurs em função do Baud
Rate.
(Nrep+1)*seg
(9+1)*200=2000(m)
Outro detalhe a ser observado na prática, de acordo com a Figura 1.2, é o uso dos
terminadores de barramento, onde preferencialmente o mestre está localizado no início do
barramento com um terminador ativo e o último escravo, o mais distante do mestre, também
possui terminador ativo. Isto significa que o último escravo deve permanecer alimentado o
tempo todo e durante sua manutenção ou reposição, pode haver comunicação intermitente
com os outros devices.
Devido à arquitetura e/ou topologia, algo como a Figura 1.3 é obtido, onde o mestre está
localizado no meio do barramento. Os terminadores devem estar localizados no primeiro
escravo (o mais à esquerda do mestre) e no último (o mais distante), mantendo-os sempre
energizados. Durante a manutenção ou reposição, pode haver comunicação intermitente com
os outros devices.
ATENÇÃO
Alguns repetidores não se programam automaticamente com a taxa de comunicação e nem
mesmo possuem indicação luminosa de alimentação ativa. É comum o uso de repetidores onde
se tem diferença de potencial de terra, assim como para isolar galvanicamente duas áreas.
Alguns fornecedores de CCMs já incluem repetidores em suas soluções.
É aconselhado evitar colocar estações baseadas em PC como último elemento da rede, pois
durante o reset a linha de +5V no conector 9-in sub D fica desabilitada e pode causar
comunicação intermitente. Neste caso, costuma-se utilizar terminação ativa.
As características desejáveis de um cabo Profibus DP são:
Onde o valor medido (Ω) = Rm (valor este que será usado posteriormente). O valor de Rs deve
ser < 110 Ω/Km.
É necessário lembrar que cabos com capacitâncias maiores podem deformar as bordas e as
formas do sinal de comunicação com a taxa de comunicação e a comunicação intermitente
pode prevalecer. Cabos onde a resistência de loop é muito alta e a capacitância for menor que
30pF/m podem ser utilizados, mas a atenção deve estar voltada para a atenuação do sinal.
Os fabricantes de cabos recomendam a temperatura de operação entre -40ºC a +60ºC. Deve-
se verificar os pontos críticos de temperatura por onde o cabeamento passa e se o cabo
suporta a mesma. Como exemplo, tem-se que a resistência de loop de um cabo tipo A Profibus
RS485 é 110 Ω a 20 ºC, podendo haver um aumento de 0,4% ºC.
Existem algumas regras que devem ser seguidas em termos do cabeamento e separação entre
outros cabos, quer sejam de sinais ou de potência. Deve-se preferencialmente utilizar
bandejamentos ou calhas metálicas, observando as distâncias conforme Tabela 1.3. Nunca se
deve passar o cabo Profibus PA ao lado de linhas de alta potência, pois a indução é uma fonte
de ruído e pode afetar o sinal de comunicação.
Cabos
com e Cabos
Qualquer
Cabo de sem com e
cabo sujeito
comunicação shield: sem
à exposição
Profibus 60Vdc ou shield >
de raios
25Vac e 400Vac
< 400Vac
Cabo de comunicação
10 cm 20 cm 50 cm
Profibus
Cabos cocm e sem shield 10 cm 10 cm 50 cm
60 Vdc ou 25 Vac e < 400
Vac
Cabos com e sem shield: > 400
Vac
20 cm 10 cm 50 cm
Em termos de cabo, não existe nenhuma nomenclatura padrão, mas na prática tem-se
adotado:
Shield e Aterramento
O shield (a malha, assim como a lâmina de alumínio) deve ser conectado ao terra funcional do
sistema em ambas as extremidades do cabo, de tal forma a proporcionar uma ampla área de
conexão com a superfície condutiva aterrada.
Ao passar o cabo, deve-se ter o cuidado de que somente o shield esteja aterrado nestes dois
pontos. A máxima proteção se dá com os dois pontos aterrados, onde se proporciona um
caminho de baixa impedância aos sinais de alta freqüência.
Em áreas perigosas deve-se sempre fazer o uso das recomendações dos órgãos certificadores
e das técnicas de instalação exigidas pela classificação das áreas. Um sistema intrinsecamente
seguro deve possui componentes que devem ser aterrados e outros que não. O aterramento
tem a função de evitar o aparecimento de tensões consideradas inseguras na área classificada.
Na área classificada evita-se o aterramento de componentes intrinsecamente seguros, a menos
que o mesmo seja necessário para fins funcionais, quando se emprega a isolação galvânica. A
normalização estabelece uma isolação mínima de 500 Vca. A resistência entre o terminal de
aterramento e o terra do sistema deve ser inferior a 1Ω. No Brasil, a NBR-5418 regulamenta a
instalação em atmosferas potencialmente explosivas.
Um outro cuidado que deve ser tomado é o excesso de terminação. Alguns dispositivos
possuem terminação on-board.
Figura 1.5 – Detalhe do Conector Típico 9-Pin Sub D.
A Figura 1.6 apresenta detalhes de cabeamento, shield e aterramento quando se tem áreas
distintas.
Quanto ao aterramento, recomenda-se agrupar circuitos e equipamentos com características
semelhantes de ruído em distribuição em série e unir estes pontos em uma referência paralela.
Recomenda-se aterrar as calhas e bandejamentos.
Um erro comum é o uso de terra de proteção como terra de sinal. Vale lembrar que este terra é
muito ruidoso e pode apresentar alta impedância. É interessante o uso de malhas de
aterramento, pois apresentam baixa impedância. Condutores comuns com altas freqüências
apresentam a desvantagem de terem alta impedância. Os loops de correntes devem ser
evitados. O sistema de aterramento deve ser visto como um circuito que favorece o fluxo de
corrente sob a menor indutância possível. O valor de terra deve ser menor do que 10 Ω.
Algumas recomendações:
Deve-se evitar splice, ou seja, qualquer parte da rede que tenha comprimento
descontínuo de um meio condutor especificado, por exemplo, remoção de blindagem,
troca do diâmetro do fio, conexão a terminais nus, etc. Em redes com comprimento
total maior que 400m, a somatória dos comprimentos de todos os splices não deve
ultrapassar 2% do comprimento total e ainda, em comprimentos menores que 400m,
não deve exceder 8m.
Em áreas sujeitas à exposição de raios e picos de alta voltagem, é indicado utilizar os
protetores de surtos. Toda vez que houver uma distância efetiva maior que 100m na
horizontal ou 10m na vertical entre dois pontos aterrados, recomenda-se o uso de
protetores de transientes. Na prática, na horizontal, entre 50 e 100m, recomenda-se o
uso dos mesmos;
Quando a taxa de comunicação for maior ou igual a 1.5 MHz, é recomendado ter pelo
menos 1m de cabo entre dois equipamentos DP. A capacitância de entrada dos dois
equipamentos compensará o cabo, a fim de preservar a impedância comum. Quando
se tem uma distância menor, a capacitância de entrada pode causar reflexões. Em
taxas inferiores a [Link] este efeito é bem menor.
O sinal fieldbus deve ser isolado das fontes de ruídos, como cabos de força, motores,
inversores de freqüência e colocá-los em guias e calhas separadas;
Quando utilizar cabos multivias, não se deve misturar sinais de vários protocolos;
Quando possível, utilizar filtros de linha, ferrites para cabo, supressores de transientes,
centelhadores (spark gaps), feedthru e isoladores óticos para proteção;
Para a taxa de 12 Mbits/s, recomenda-se colocar conectores com indutores de 110 nH,
conforme a Figura 1.8;
Obs.: É possível conectar mais equipamentos que o especificado, mas isso depende do
consumo dos equipamentos, fonte de alimentação e características das barreiras de segurança
intrínseca e do modelo FISCO;
Em termos de cabo (sem restrições para cabeamento até 1000m) é necessário ter os
seguintes parâmetros:
Em termos de terminação:
R = 90 ... 100 ohms;
O conceito FISCO foi otimizado para que seja permitido um número maior de equipamentos de
campo, de acordo com o comprimento do barramento, levando-se em conta a variação das
características do cabo (R', L',C') e terminadores, atendendo categorias e grupos de gases com
uma simples avaliação da instalação envolvendo segurança intrínseca. Com isto, aumentou-se
a capacidade de corrente por segmento e facilitou para o usuário a avaliação. Além disso, ao
adquirir produtos certificados, o usuário não precisa se preocupar mais com cálculos, mesmo
em substituição em operação.
Figura 1.1 – Exemplo de sinal Fieldbus em modo tensão.
A Tabela 1.1 apresenta em detalhes as especificações dos diversos cabos à 25ºC. Vale
lembrar que a maioria dos fabricantes de cabos recomendam a temperatura de operação
entre -40ºC a +60ºC. É necessário verificar os pontos críticos de temperatura por onde é
passado o cabeamento e se o cabo suporta a mesma. A resistência do cabo tipo A de 22 Ω/Km
é válida a 25 ºC. Por exemplo, a resistência do cabo tipo A a 50 ºC é 24.58 Ω/Km. Isso deve ser
levado em conta em países quentes como o Brasil.
Um ou mais Diversos
Diversos pares
Par trançado pares pares
Descrição do Cabo não-trançados,
com Shield trançados total trançados
sem Shield
com Shield sem Shield
Área de Seção do 0.8 mm2 (AWG 0.32 mm2 0.13 mm2 0.25 mm2
Condutor Nominal 18) (AWG 22) (AWG 26) (AWG 16)
Máxima Resistência
44 Ω/Km 112 Ω/Km 264 Ω/Km 40 Ω/Km
DC (loop)
Impedância
Característica a 31.25 100 Ω ± 20% 100 Ω ± 30% ** **
KHz
Máxima Atenuação a
3 dB/Km 5 dB/Km 8 dB/Km 8 dB/Km
39 KHz
Distorção de Atraso
de Grupo (7.9 a 39 1.7 µseg/Km ** ** **
Khz)
Superfície Coberta
90% ** - -
pelo Shield
Recomendação para
Extensão de Rede 1900 m 1200 m 400 m 200 m
(incluindo spurs)
Onde:
13-14 90 60 30 1 14 x 90 = 1260
15-18 60 30 1 1 18 x 60 = 1080
19-24 30 1 1 1 24 x 30 = 720
25-32 1 1 1 1 1 x 32 = 32
Observação: O limite de capacitância do cabo deve ser considerado desde que o efeito no sinal
de um spur seja menor que 300m e se assemelha a um capacitor. Na ausência de dados do
fabricante do cabo, um valor de 0.15 nF/m pode ser usado para cabos Profibus.
Onde:
CT: Capacitância total em nF;
LS: Comprimento do spur em m;
Cs: Capacitância do fio por segmento em nF (padrão: 0.15);
Cd: Capacitância do equipamento PA.
A atenuação associada a esta capacitância é 0.035 dB/nF. Sendo assim, a atenuação total
vale:
Sendo que 14 dB é o que permitirá o mínimo de sinal necessário para haver condições de
detectá-lo com integridade.
Existem algumas regras que devem ser seguidas em termos do cabeamento e separação entre
outros cabos, quer sejam de sinais ou de potência. Deve-se preferencialmente utilizar
bandejamentos ou calhas metálicas, observando as distâncias conforme Tabela 1.3. Nunca se
deve passar o cabo Profibus PA ao lado de linhas de alta potência, pois a indução é uma fonte
de ruído e pode afetar o sinal de comunicação. Além disso, o sinal fieldbus deve ser isolado de
fontes de ruídos, como cabos de força, motores e inversores de freqüência. Recomenda-se
colocá-los em guias e calhas separadas. O ideal é utilizar canaletas de alumínio, onde se tem a
blindagem eletromagnética externa e interna. As correntes deFoucault são praticamente
imunes, devido à boa condutibilidade elétrica do alumínio. Convém lembrar que o cruzamento
entre os cabos deve ser feito em ângulo de 90º.
Cabos com e
Qualquer cabo
Cabo de semshield: Cabos com e
sujeito à
comunicação 60Vdc ou semshield:
exposição de
Profibus 25Vac e < > 400Vac
raios
400Vac
Cabo de 10 cm 20 cm 50 cm
comunicação
Profibus
Cabos com e
sem shield:
10 cm 10 cm 50 cm
60Vdc ou 25Vac
e < 400Vac
Cabos com e
sem shield: 20 cm 10 cm 50 cm
> 400Vac
Qualquer cabo
sujeito à
50 cm 50 cm 50 cm
exposição de
raios
Se na distribuição do cabeamento houver uma caixa de junção no final do tronco principal com
vários braços (spurs), o terminador de campo deve ser colocado neste ponto, o que facilitará na
manutenção quando for necessário remover equipamentos.
A falta de um terminador ou sua conexão em ponto incorreto também degrada o sinal, uma vez
que também ficará parte do cabeamento como uma antena. Esta ausência pode aumentar em
mais de 70% o sinal e um terminador a mais pode atenuar o sinal em até 30%. A atenuação e
intermitência podem gerar falhas de comunicação.
Topologias
Em termos de topologia, têm-se as seguintes possibilidades: Estrela (Figura 1.1), Barramento
(Figura 1.2) e Ponto-a-ponto (Figura 1.3). Na prática, normalmente tem-se uma topologia mista.
Vale lembrar que estes exemplos são para uma rede PROFIBUS PA.
Repetidores
Na rede PROFIBUS PA pode-se ter até 4 repetidores. Estes são usados sempre que se precisa
aumentar a quantidade de equipamentos ou reforçar níveis de sinais que foram atenuados com
a distância de cabeamento ou mesmo expandir o cabeamento até 9500m.
Supressor de Transientes
Toda vez que se tiver uma distância efetiva maior que 100m na horizontal ou 10m na vertical
entre dois pontos aterrados, recomenda-se o uso de protetores de transientes, no ponto inicial
e final da distância. Na prática, na horizontal, entre 50 e 100m recomenda-se o seu uso.
É indicado instalar o protetor de transiente imediatamente após ocoupler DP/PA, antes de cada
equipamento e mesmo na caixa de junção. Em áreas classificadas, deve-se usar protetores
certificados. Veja figura 1.4.
Figura 1.4 – Distância Efetiva em uma Distribuição de Cabo
o 25<r<50: ok
o 50<r<100: marginal
o < 250 mVpp – Muito baixo, verificar se tem mais de 02 terminadores ativos,
fonte de alimentação, couplerDP/PA, etc.
Alguns equipamentos têm polaridade, outros não; por isso é muito importante assegurar a
correta ligação no barramento. Todos os equipamentos estão conectados em paralelo.
[Link]
A Tabela 1.1 apresenta detalhes de alguns modelos de couplers. Para mais detalhes e últimas
versões consulte os fabricantes.
Um ponto importante que deve ser levado em conta é que no arquivo GSD do linkIM157 deve
ser acrescido os dados cíclicos de cada equipamento, onde as áreas de início e fim devem ser
demarcadas, como segue:
===============================================
Module = "==SMAR device beginning " 0x01,0xfc
270
EndModule
Module = " ==Analog Input " 0x94
271
EndModule
Module = "==Totalizer " 0x41, 0x84, 0x85
272
EndModule
Module = "==SP " 0xA4
273
EndModule
Module = "==RCAS_OUT, RCAS_IN " 0xB4
274
EndModule
Module = "==READBACK + POS_D,SP----Part1" 0x96
275
EndModule
Module = "==READBACK + POS_D,SP----Part2" 0xA4
276
EndModule
Module = "==CHECKBACK,SP -Part1" 0x92
277
EndModule
Module = "==CHECKBACK,SP -Part2" 0xA4
278
EndModule
Module = "==READBK+POS_D+CHKBK,SP--Part1" 0x99
279
EndModule
Module = "==READBK+POS_D+CHKBK,SP--Part2" 0xA4
280
EndModule
Module = "==RCAS_OUT+CHKBK,RCAS_IN-Part1" 0x97
281
EndModule
Module = "==RCAS_OUT+CHKBK,RCAS_IN-Part2" 0xA4
282
EndModule
Module = "==RB+RC_OUT+POS_D+CB,SP+RC_IN1" 0x9E
283
EndModule
Module = "==RB+RC_OUT+POS_D+CB,SP+RC_IN2" 0xA9
284
EndModule
Module = "== Empty Module " 0x00
285
EndModule
Module = "==SMAR device end " 0x01,0xfd
286
EndModule;
===============================================
1 Controlador DP-V1
1 canal Profibus DP
4 canais Profibus PA
- DF97:
1 Controlador DP-V1
1 canal Profibus DP
2 canais Profibus PA
Já a Figura 1.2 mostra em detalhes o endereçamento estendido quando se utiliza o link DP/PA
na rede PROFIBUS DP e PROFIBUS PA.
Shield e Aterramento
Proteção de pessoas.
Preferencialmente, o shield deve ser aterrado em dois pontos, no início e final de barramento,
desde que não haja diferença de potencial entre estes pontos, permitindo a existência e
caminhos a corrente de loop. Na prática, quando esta diferença existe, recomenda-se
aterrar shield somente em um ponto, ou seja, na fonte de alimentação ou na barreira de
segurança intrínseca. Deve-se assegurar a continuidade da blindagem do cabo em mais do
que 90% do comprimento total do cabo.
Nunca se deve utilizar o shield como condutor de sinal. É preciso verificar a continuidade
do shield até o último equipamento PA do segmento, analisando a conexão e acabamento, pois
este não deve ser aterrado nas carcaças dos equipamentos.
Em áreas classificadas, se uma equalização de potencial entre a área segura e área perigosa
não for possível, o shielddeve ser conectado diretamente ao terra (Equipotencial Bonding
System) somente no lado da área perigosa. Na área segura, o shield deve ser conectado
através de um acoplamento capacitivo (capacitor preferencialmente cerâmico (dielétrico sólido),
C<= 10nF, tensão de isolação >= 1.5kV).
Figura 1.3 – Combinação Ideal de Shield e Aterramento.
A condição de aterramento múltiplo também é comum, onde se tem uma proteção mais efetiva
às condições de alta freqüência e ruídos eletromagnéticos. Este método é preferencialmente
adotado na Alemanha e em alguns países da Europa. Neste método, o shield é aterrado no
ponto de terra do negativo da fonte ou da barreira de segurança intrínseca do lado seguro e
além disso, no terra das caixas de junções e nas carcaças dos equipamentos, sendo estas
também aterradas pontualmente, no lado não seguro. Uma outra condição seria complementar
a esta, porém os terras seriam aterrados em conjunto em uma linha equipotencial de terra,
unindo o lado não seguro ao lado seguro.
Para mais detalhes, sempre consultar as normas de segurança do local. Recomenda-se utilizar
a IEC60079-14 como referência em aplicações em áreas classificadas.
Sendo que:
Onde:
Além disso, deve-se ter pelo menos 9.0 V na borneira do equipamento PA mais distante
do coupler DP/PA para garantir a energização correta do mesmo:
Onde:
Tensão de saída do coupler DP/PA;
Resistência de Loop (Cabo tipo A, R = 44 Ω/km);
Comprimento total do barramento PA;
Tensão na borneira do equipamento PA mais distante do coupler DP/PA.
Algumas caixas de junções ou protetores de curto para segmento, chamados spur guards são
ativos e podem ser alimentados via barramento PA (H1), sendo assim, deverá entrar no cálculo
da somatória da corrente. Além disso, cada saída destes spur guards possui um limite
permitido de corrente que deve ser respeitado.
O Profibus requer um arquivo conhecido como GSD que descreve o equipamento e tem em
detalhes os dados de entrada e saída, seus formatos (indentifier numbers), taxas de
comunicação suportadas, se possui ou não o comando de mudança de endereço (Address
Change), versão de hardware e firmware, etc. Estas informações são utilizadas pelo mestre
Profibus durante a troca de dados cíclicos. Normalmente existem arquivos bmp associados a
cada equipamento. Os arquivos dos equipamentos SMAR estão disponíveis em:
[Link]
[Link]
Existem três tipos de profiles para equipamentos PROFIBUS PA de acordo com a versão dos
arquivos GSD:
Dependo do sistema PROFIBUS utilizado, este possui um diretório onde os arquivos GSDs
devem ser copiados e um outro específico para cópia dos arquivos bmps. Alguns sistemas,
após a cópia necessitam que se dê um comando descan GSD, para atualizar a ferramenta de
configuração cíclica.
Os blocos de funções de entrada e saída podem ser configurados para trocas de dados
cíclicos, como um link entre dois parâmetros em equipamentos diferentes. A troca de dados
cíclica indica que um parâmetro de entrada de um bloco de função obtém seu valor do
parâmetro de saída específico de outro bloco de função em outro equipamento ciclicamente.
Em geral, um bloco de função do transmissor ou o atuador faz a troca de dados cíclicos com o
equipamento controlador Mestre (por exemplo, o DF73 ou um PLC). Normalmente o
transmissor obtém os dados do sensor e o equipamento controlador recebe estes dados e
realiza um cálculo e envia uma informação ao atuador, que os recebe e faz algumas ações no
processo de acordo com uma estratégia de controle.
Os equipamentos SMAR têm a seguinte definição de módulos e blocos:
Assim, é muito importante saber que sempre que estiver usando só um sensor, sempre haverá
necessidade de configurar dois módulos para a leitura cíclica pelo Mestre DP.
De acordo com a Tabela 1.1 têm-se os blocos de função disponíveis, a ordem em dados
cíclicos, o número de módulos necessários e o endereço defaultpara cada equipamento da
SMAR.
Nesta mesma Tabela é possível observar a definição da ordem do buffer para leitura de dados
cíclicos, onde esta ordem é descrita com mais detalhes.
* Versão de Firmware
Bloco
Ordem na Troca de Dados Números
Funcional
Equipamento Disponível Cíclicos de EndereçoDefault
Módulos
AI AO TOT 1 2 3 4 5 6
LD303 1 - 1 AI TOT - - - - 2 126
TP303 1 - 1 AI TOT - - - - 2 126
TT303 2 - - AI AI - - - - 2 126
IF303 3 - 3 AI AI AI TOT TOT TOT 6 126
FY303 - 1 - AO - - - - - 1 126
FP303 - 1 - AO - - - - - 1 126
FI303 - 3 - AO AO AO - - - 3 126
LD293*
DT303 1 - - AI - - - - - 1 126
<2.00
DT303*
3 AI AI AI 3 126
>=2.00
Identifier
FB Parâmetro Formato Identifier Estendido
Byte
AI OUT 0x94 0x42,0x84,0x08,0x05
AO SP 0xA4 0x82,0x84,0x08,0x05
SP/READBACK/POS_D 0x96,0xA4 0xC6,0x84,0x86,0x08,0x05,0x08,0x05,0x05,5x05
SP/CHECK_BACK 0x92,0xA4 0xC3,0x84,0x82,0x08,0x05,0x0A
SP/READBACK/POS_D/CHECK_BACK 0x99,0xA4 0xC7,0x84,0x89,0x08,0x05,0x08,0x05,0x05,0x05,0x0A
RCAS_IN/RCAS_OUT 0xB4 0xC4x84,0x84,0x08,0x05,0x08,0x05
RCAS_IN/RCAS_OUT/CHECK_BACK 0x97,0xA4 0xC5,0x84,0x87,0x08,0x05,0x08,0x05,0x0A
SP/READBACK/ RCAS_IN/RCAS_OUT/ 0xCB, 0x89, 0x8E, 0x08, 0x05, 0x08, 0x05, 0x08, 0x05, 0x08, 0x05,
0x9E,0xA9
POS_D/CHECK_BACK 0x05, 0x05, 0x0A
TOTAL - 0x41,0x84,0x85
TOT
TOTAL/SETTOT - 0xC1,0x80,0x84,0x85
TOTAL/SETTOT/MODETOT - 0xC1,0x81,0x84,0x84
Tabela 1.2 - Indentifier Numbers de Acordo com os Blocos Funcionais e definidos nos Arquivos Gsds.
onde:
No exemplo:
1*2^7+0*2^6+0*2^5+0*2^4+0*2^3+0*2^2+1*2^1+1*2^0 = 2^7+2^1+2^0
mantissa: segue a mesma regra do exp desde o byte2 até o byte_LSB(byte4), até o fator
exponencial –23:
1*2^(-1)+1*2^(-2)+1*2^(-3)+1*2^(-7)+1*2^(-15)+1*2^(-10)
Status Code
Parametrização do Barramento
Um mestre Profibus DPV1 como, por exemplo, o DF73 da SMAR, suporta taxas de
comunicação até 12 Mbits/s, onde esta taxa deve ser selecionada de acordo com a velocidade
do equipamento mais lento na rede DP.
Quando se tem o PROFIBUS PA, deve-se atentar aos tipos de couplers, pois alguns possuem
taxas de velocidade menores:
P+ F (versões P+ F (versões
Coupler Siemens antes de posteriores a
2/12/98) 2/12/98)
Slot Time 640 10000 4095
Max. Station
400 1000 1000
Delay Time
Min. Station
11 255 22
Delay Time
Setup time 95 255 150
Gap
Actualization 1 1 1
factor
Max. Retry Limit 3 3 3
Target Rotation
Time (TTR, it
TTR calculado pelo mestre + 20000 bit times
should be set in
all masters)
O Target Token Rotation Time (TTR) é dado em bit times e normalmente é calculado pelas
ferramentas de configuração. É o tempo para se passar otoken por toda a rede e retorna ao
seu mestre inicial. Quando se tem múltiplos mestres, isto inclui o tempo total para cada mestre
completar seu ciclo de I/O, passar o token ao próximo mestre e este retornar ao mestre inicial.
Alguns fatores influenciam diretamente o TTR: o baud rate, o número de escravos com troca de
dados cíclicos, o número total de I/Os durante a troca de dados e o número de mestres.
9.6kbits/s a 1.5Mbits/s à 1;
3.0 Mbits/s à 2;
6.0 Mbits/s à 3;
12.0 Mbits/s à 4.
Após esgotar todos os retries, o mestre marca o escravo, indicando um problema e realiza
o logout. Nos ciclos subseqüentes, se o mestre consegue sucesso, ele realiza a seqüência
do startup novamente (4 ciclos para trocar dados novamente).
É comum, por exemplo, em redes onde não se tem uma comunicação íntegra devido ao nível
de ruído ou devido a uma má condição de shield e de aterramento aumentar o número
de retries, até que se corrija o problema. Outra situação em que se procura aumentar este
número é quando há mais de 9 repetidores. A utilização de repetidores provoca
congestionamento de tráfego (atrasos crescentes nas filas) e com o objetivo de resolver esse
problema, é proposto um mecanismo inovador de inserção de tempos mortos (idle time) entre
transações, recorrendo para o efeito à utilização dos dois temporizadores Idle Time do
Profibus.
Existem situações quando se tem múltiplos mestres de um mesmo fabricante e ainda utilizando
ferramentas deste mesmo fabricante. Neste caso, na maioria das vezes o tempo de rotação
do token (TTR) é otimizado pela própria ferramenta, de tal forma a garantir o perfeito
funcionamento da rede. Existe outra situação onde os mestres são de diferentes fabricantes e a
ferramenta não calcula automaticamente o TTR e, neste caso, o que se deve fazer é levantar
para cada mestre o perfeito TTR isoladamente e depois somar os tempos determinados para
ter o TTR de ambos os mestres ao mesmo tempo.
Tid1: Quanto tempo (µs) que o mestre espera se receber uma resposta ou um
reconhecimento;
Tid2: Quanto tempo (µs) que o mestre espera após enviar uma mensagem e antes de
enviar a próxima mensagem;
Quiet time: é o número de bit time que o mestre espera em cada transmissão, antes de
começar a enviar dados;
O não deve ser maior do que o maior tempo de atraso que ocorrerá:
Onde
=
Para mais detalhes consulte o manual do SK2.
=
Quando se tem mais de um segmento, deve-se considerar a soma de todos os tempos de
ciclos por segmento.
Tempo de Ciclo
O tempo de reposta em um sistema PROFIBUS DP é essencialmente dependente dos
seguintes fatores:
Min_Slave_Intervall: Tempo entre dois ciclos de polling no qual um escravo pode trocar
dados com um escravo. Depende do ASIC utilizado, porém no mercado encontramos
tempos de 100µs.
Onde
=
Onde
Procedimento de Recebimento
Ao receber o equipamento, desempacote-o e conecte-o a fonte de alimentação e verifique se a
configuração do seu endereço está de acordo com a aplicação usando o procedimento de
ajuste local ou durante a inicialização quando é mostrado o seu endereço num tempo curto.
O usuário pode mudar o endereço físico de um equipamento fieldbus em uma rede operacional
sem desconectá-lo.
Equipamentos da Rede
O endereço 126 é o endereço default (padrão) para todos os equipamentos.
Usando ferramentas de configuração, como o ProfibusView da SMAR, o usuário pode mudar o
endereço do equipamento e configurá-lo para umdefault genérico igual 126.
Verificação Mínima Antes de Estabelecer a Comunicação na Rede Profibus
Configuração da rede;
Verifique se todos os arquivos GSDs estão de acordo com os modelos dos
equipamentos instalados e se as versões são compatíveis com os mesmos. No caso
da rede possuir o link IM157, verifique se todos os seus escravos PA estão incluídos
em seu arquivo GSD. No caso do High Speed Coupler (SK2 e SK3) da P+F, existe
uma adequação dos arquivos GSDs que deve ser feita.
A P+F disponibiliza em seu site um aplicativo que faz a adequação (mais detalhes,
consulte o site):
[Link]
Verifique a condição de swap de bytes, pois em alguns sistemas ela é necessária. Veja
a Tabela 1.1 a seguir:
Software de Software de
Sistema Master Configuração Programação swap
Profibus do Sistema
SMAR –
NetConf,
SYSTEM302- DF73 Syscon Não
ProfibusView
7
COM
Step 5
S5...séries PROFIBUS
Siemens Step 7 Não
S7...séries HW Config
PCS 7
HW Config
TSX Sycon
Schneider PL7 Pro Sim
Premium Hilscher
Schneider e Modicon
Sycon Concept Sim
Quantum Quantum
Klockner-
PS 416 CFG-DP S 40 Sim
Moller
A Tabela abaixo mostra alguns sintomas, causas prováveis e recomendações que podem ser
úteis durante a fase de comissionamento/startup e manutenção:
Certifique-se dos
comprimentos de
cabeamento, verifique
que a tensão de
alimentação dos
equipamentos estejam
de 9 a 32 Vdc,
certifique-se que não
haja fontes de ruídos
perto do barramento
Comprimento de cabeamento Profibus e ainda, em
ou spurinadequado; tensão de algumas situações
alimentação na borneira do equipamentos
Excesso de
equipamento inadequado; danificados podem
retransmissões
equipamento com mau gerar ruídos ou
ou
funcionamento; terminação condições de
comunicação
indevida,shield ou intermitência,
intermitente
aterramento inadequados, a desconecte um de
quantidade de equipamentos cada vez e monitore o
na rede e por spur, etc. status da
comunicaçã[Link]
a excursão de sinal
AC da comunicação
(750mV a 1000mV) .
Verifique a distribuição
do shield e
[Link]
a quantidade de
equipamentos na rede
e por spur.
Equipamento
Profibus-PA
Quando se tem o link, os
não comunica Mude o endereço do
endereços de 3 a 5 não são
com o link equipamento PA
utilizados, são reservados
DP/PA
Siemens
Verifique se é
necessário o swap de
O valor de
bytes ou se no sistema
medição não
Profibus utilizado
está correto, Erro de conversão
existe alguma função
não é o mesmo para float IEEE 754 ou erro de
para esta conversão
que o indicado escala
automática.
no LCD do
Verifique a escala no
equipamento
equipamento e/ou no
mestre DP
O valor medido
Utilize a função de
no sistema Erro de conversão envolvendo
leitura com
Siemens S7 é consistência de dados
consistência, SF14.
sempre zero
Ao usar o sistema
Siemens certifique-se
O valor
de usar a função de
enviado pelo
escrita com
PLC no Erro de conversão envolvendo
consistência, SF15.
sistema consistência de dados ou o
Verifique as escalas
Siemens S7 é status não está sendo enviado
do equipamento e do
sempre zero adequadamente ou ainda uso
PLC e ainda certifique-
ou não está inadequado do arquivo GSD
se que o status é um
correto ao se onde não se finalizou os
valor adequado ao
escrever módulos com Empty_Module
equipamento.
nodevice de
Verifique se a
saída
configuração cíclica
está adequada.
Tabela 1.5 – Sintomas, causas prováveis e recomendações que podem ser úteis durante a fase de
comissionamento/startup e manutenção