0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações1 página

Livraria Secreta que Abre à Meia-Noite

A história se passa em uma livraria que só abre à meia-noite, onde livros únicos e não publicados aguardam por leitores. Luna, uma jovem que encontra a livraria, descobre um livro que revela momentos perdidos de sua vida e, após ser aconselhada a lembrar quem é, começa a escrever suas próprias histórias. Ela deixa livros na calçada da livraria, esperando que outros os encontrem e se conectem com suas narrativas.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações1 página

Livraria Secreta que Abre à Meia-Noite

A história se passa em uma livraria que só abre à meia-noite, onde livros únicos e não publicados aguardam por leitores. Luna, uma jovem que encontra a livraria, descobre um livro que revela momentos perdidos de sua vida e, após ser aconselhada a lembrar quem é, começa a escrever suas próprias histórias. Ela deixa livros na calçada da livraria, esperando que outros os encontrem e se conectem com suas narrativas.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A Livraria que Só Abre à Meia-Noite

No centro de uma cidade grande, escondida entre prédios antigos e ruas que ninguém mais
percorre, existe uma livraria que só abre à meia-noite. Não tem nome na fachada, nem
luzes acesas. Mas quem a encontra, nunca esquece.

A livraria é pequena, com estantes tortas e livros que não existem em nenhum outro lugar.
São obras escritas por pessoas que nunca publicaram, histórias que foram sonhadas mas
nunca contadas, memórias que ninguém viveu — e ainda assim, parecem familiares.

Certa noite, uma jovem chamada Luna, insone e inquieta, encontrou a porta entreaberta. Lá
dentro, o cheiro de papel antigo e café pairava no ar. Um senhor de cabelos prateados a
recebeu com um sorriso gentil e disse: “Aqui, os livros escolhem os leitores.”

Luna caminhou entre as estantes até que um livro caiu aos seus pés. Era intitulado A Vida
que Você Esqueceu. Ao abrir, encontrou capítulos sobre momentos que ela havia perdido —
conversas que nunca teve, caminhos que não seguiu, amores que não aconteceram. Cada
página parecia escrita por alguém que a conhecia profundamente.

Ela voltou à livraria todas as noites, lendo histórias que a ajudavam a lembrar de si mesma.
Mas um dia, ao chegar, a porta estava trancada. Um bilhete colado dizia: “Quando você
lembrar quem é, não precisará mais voltar.”

Desde então, Luna escreve. Histórias que ninguém viveu, mas que alguém talvez precise
ler. E às vezes, à meia-noite, ela deixa um livro na calçada da livraria invisível — esperando
que outro insone o encontre.

Você também pode gostar