PLANO DE CONTINGÊNCIA
Monkeypox em
ILPI
Plano para ILPI - Distribuição Gratuita
Plano de Contingência para Monkeypox em ILPI é uma publicação
digital da Frente Nacional de Fortalecimento à ILPI. Setembro/2022
Desenvolvido por:
Dra. Karla Cristina Giacomin – Coordenadora Nacional da Frente-ILPI
Revisado por:
Dr. Paulo Fortes Villas Boas - Coordenador GT Qualidade do Cuidado da
Frente-ILPI
Ilustração e Diagramação
Profª. Aline Salla Carvalho – Coordenadora Nacional de Comunicação e
Marketing da Frente-ILPI
Site: [Link]
Introdução
Em 23 de julho de 2022, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) declarou a MonkeyPox comoEmergência de Saúde
Pública de Importância Internacional, apontando a
necessidade de ampliação da capacidade para contenção da
sua transmissão nos países.
Em 29 de julho de 2022, o Ministério da Saúde ativou o Centro
de Operações de Emergência em Saúde Pública - COE
Monkeypox, objetivando organizar a atuação do SUS na
resposta à emergência da doença, buscando atuação
coordenada nas três esferas.
Até o presente não observamos nenhuma orientação
direcionada à população idosa institucionalizada. Nesse
sentido, a Frente Nacional de Fortalecimento à ILPI propõe a
aplicação deste Plano de Contingência com orientações
visando oferecer aos profissionais e gestores das ILPI
informações estratégicas de contenção, controle e
orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais
úteis para a gestão da emergência.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Objetivos
Geral:
Oferecer aos profissionais e gestores de ILPI informações
estratégicas de contenção, controle e orientações
assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais úteis para a
gestão de dano no contexto das ILPI.
O plano de contingência inclui informações baseadas nas
evidências disponíveis, buscando a contenção e controle da
doença nas ILPI.
Específicos:
Orientar as ações de vigilância em saúde;
Orientar as ações de prevenção e assistência à saúde;
Orientar as melhores práticas de saúde em caso de suspeita
ou confirmação da Monkeypox na ILPI;
Favorecer estratégias de capacitação.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Por que se preocupar?
Porque já existem casos confirmados da doença no Brasil,
com transmissão comunitária, e ainda não há medidas de
imunização e de tratamento.
Em 27 de agosto de 2022, o Brasil registou 4.472 casos
confirmados de MonkeyPox, sendo: São Paulo (2.788), Rio de
Janeiro (578), Minas Gerais (253), Distrito Federal (168), Goiás
(189), Bahia (44), Ceará (47), Rio Grande do Norte (18), Espírito
Santo (11), Pernambuco (24), Tocantins (2) , Amazonas (19),
Acre (1), Rio Grande do Sul (77), Mato Grosso do Sul (16), Mato
Grosso (20), Santa Catarina (78), Paraná (118), Pará (12),
Tocantins (2), Alagoas (2), Maranhão (2), Paraíba (1), Piauí (3) e
Roraima (1).
São considerados grupos vulneráveis: pessoas
imunossuprimidas, gestantes e crianças. Pessoas idosas
institucionalizadas podem ser imunossuprimidas na
dependência de suas doenças associadas.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Monkeypox - MPX
É uma doença causada pelo Monkeypox vírus e foi descrita
pela 1ª vez em 1958, em macacos. Os macacos podem ter a
doença, mas não são reservatórios do vírus.
O período de incubação cursa de 6 a 16 dias, podendo chegar
a 21 dias. A doença geralmente evolui de forma benigna e os
sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas.
Dia do contato
Definição de caso
Caso suspeito
Indivíduo que apresente início súbito de lesão em mucosas
E/OU erupção cutânea aguda sugestiva de monkeypox, única
ou múltipla, em qualquer parte do corpo (incluindo região
genital/perianal, oral) E/OU proctite - inflamação no ânus ou
no reto (por exemplo, dor anorretal, sangramento), E/OU
edema peniano - inchaço no pênis, podendo estar associada a
outros sinais e sintomas.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Caso provável
Caso suspeito, que apresenta um OU mais dos critérios
abaixo, sem investigação laboratorial de monkeypox ou
investigação inconclusiva e cujo diagnóstico não pode ser
descartado.
A pessoa relata que nos 21 dias anteriores ao início dos sinais
e sintomas, teve:
a) Exposição próxima e prolongada, sem proteção respiratória,
OU contato físico direto, incluindo contato sexual, com parcerias
múltiplas e/ou desconhecidas; E/OU
b) História de contato íntimo, incluindo sexual, com caso provável
ou confirmado de monkeypox; E/OU
c) Contato com materiais contaminados, como roupas de cama e
banho ou utensílios de uso comum, pertencentes a um caso
provável ou confirmado de monkeypox; E/OU
d) Trabalhadores de saúde sem uso adequado de equipamentos
de proteção individual (EPI: óculos de proteção ou protetor facial,
avental, máscara cirúrgica, luvas de procedimentos) com história
de contato com caso provável ou confirmado de monkeypox.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Caso confirmado
Caso suspeito com resultado laboratorial
"Positivo/Detectável" para Monkeypox virus (MPXV) por
diagnóstico molecular (PCR em Tempo Real e/ou
Sequenciamento).
Caso descartado
Caso suspeito com resultado laboratorial "Negativo/Não
Detectável“ para Monkeypox virus (MPXV) por diagnóstico
molecular (PCR em Tempo Real e/ou Sequenciamento).
Fonte: Plano de Contingência Nacional do Ministério da Saúde.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Modo de transmissão
A transmissão entre humanos ocorre principalmente por
meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos
corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente
contaminados, tais como toalhas e roupas de cama.
A transmissão por meio de gotículas requer contato mais
próximo entre o o indivíduo infectado e outras pessoas, o que
torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos
pessoas com maior risco de infecção.
Uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em
que os sintomas começam até a lesão da pele ter cicatrizado
completamente e uma nova camada de pele se forme.
Mulheres grávidas podem transmitir o vírus para o feto
através da placenta.
Manifestações clínicas da
MonkeyPox
A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular, ou
seja, um inchaço que evoui para uma bolha (veja as fotos na
próxima seção), precedido ou não de febre de início súbito e
de inchaço dos gânglios (íngua). Outros sintomas incluem dor
de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e
exaustão.
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Manifestações clínicas da
MonkeyPox
As erupções podem acometer regiões como face, boca,
tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo
as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas
vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com
secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem,
formam uma crosta e evoluem para cura.
A dor nas lesões pode ser bastante intensa e deve ser tratada
adequadamente.
Quando a crosta desaparece e a lesão cicatriza, a pessoa
deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os
sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas. No
entanto, é possível a ocorrência de casos graves e óbitos. A
evolução para a forma grave pode estar relacionada a fatores
como forma de transmissão, suscetibilidade do indivíduo e
quantidade de vírus inoculado no momento da transmissão.
Até 10% das pessoas poderão precisar ser hospitalizadas.
A mortalidade é baixa (0,022%, em todo o mundo).
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Tratamento
Manejo da dor e do prurido (coceira), cuidados de higiene na
área afetada e manutenção do balanço hidroeletrolítico.
A maioria dos casos apresenta sintomas leves e moderados.
Em casos graves, com comprometimento pulmonar, o
oxigênio suplementar pode ser necessário. Nas lesões de pele
infectadas, deve-se considerar antibioticoterapia.
Manifestações incomuns podem incluir lesão ocular, proctite
e uretrite, podendo necessitar de avaliação específica nesses
casos.
Não há tratamento antiviral específico.
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Imunização
Duas vacinas de varíola estão em uso no mundo. Porém,
somente uma vacina (MVA-BN) foi aprovada para aplicação
específica contra a monkeypox.
A vacinação em massa, contra o monkeypox não é
recomendada pela OMS, no entanto, deve-se considerar a
possibilidade da vacinação pós-exposição de pessoas sob
maior risco que tiveram contato próximo a caso suspeito,
idealmente, nos primeiros quatro dias após o contato. Esta
decisão compete ao gestor de saúde local.
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Diagnóstico complementar
Os casos de monkeypox devem ser diferenciados de varicela
zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas
da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou
secundária, cancroide, linfogranuloma venéreo, granuloma
inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer
outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.
Notificação compulsória
A notificação de casos (suspeitos, confirmados e
prováveis) é imediata e deve ser realizada no instrumento
do Redcap de unificação dos dados nacionais.
Acessível no link: [Link]
s=ER7Y39373K
O diagnóstico precoce, o isolamento dos
casos suspeitos e confirmados e o
rastreamento efetivo de contatos, podem
minimizar a disseminação de novos casos,
interrompendo a cadeia de transmissão e
favorecendo o controle efetivo do surto.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Descarte de materiais e
amostras biológicas:
Todos os EPIs e os materiais de coleta não reutilizáveis devem
ser colocados em sacos de risco biológico para manuseio
como resíduos infectantes, conforme normatização (RDC nº
222/2018);
Todos os equipamentos reutilizáveis devem ser limpos e
desinfetados de acordo com os procedimentos operacionais
padrão do serviço;
Todas as superfícies devem ser completamente limpas com
solução clorada a 0,5% ou outro saneante desinfetante de alto
nível regularizado pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária - ANVISA.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
O que fazer com um caso
suspeito na ILPI
Os casos suspeitos, prováveis e confirmados devem ser
isolados.
Se houver algum caso suspeito entre moradores da ILPI, isole-
o(a).
Os contatos – pessoas que dividem o quarto com ele(a),
colaboradores que tiveram contato próximo com ele(a), sem
uso de EPI, inclusive profissionais dos serviços gerais, cozinha
e lavanderia -, devem monitorar sua temperatura duas vezes
ao dia.
Não é necessária quarentena.
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Rastreamento de contatos
Identificação imediata de contatos de casos suspeitos de
Monkeypox daqueles expostos e diagnóstico imediato de
potenciais casos secundários para permitir o controle do
surto, incluindo identificar grupos populacionais onde
intervenções sejam necessárias.
Enquanto o diagnóstico está em andamento, o gestor de
saúde local deve considerar o período de 21 dias antes do
início de sintomas do caso suspeito e entrevistar a pessoa
ou a equipe para:
obter os nomes e informações de contatos do número
máximo de pessoas;
identificar os locais visitados.
Se o caso for descartado, o rastreamento de contatos pode
ser suspenso.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
O que fazer com
um caso suspeito
na ILPI
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Durante o período de monitoramento de 21 dias, o contato
deve praticar regularmente a higiene das mãos e etiqueta
respiratória.
Os contatos assintomáticos que monitoram adequadamente
e regularmente seu estado de saúde podem continuar as
atividades diárias de rotina, como ir trabalhar e frequentar a
escola, mas não devem viajar.
Devem tentar evitar o contato físico com crianças, gestantes,
indivíduos imunossuprimidos e animais, incluindo animais de
estimação;
Não devem doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite
materno ou sêmen enquanto estão sob vigilância dos
sintomas.
Um contato que desenvolva sinais ou sintomas iniciais
diferentes de lesão de pele deve ser isolado e observado de
perto quanto a sinais de erupção cutânea pelos próximos
cinco dias.
Se nenhuma erupção se desenvolver, o contato pode retornar
ao monitoramento de temperatura pelo restante dos 21 dias
Caso o contato desenvolva lesões cutâneas, precisa também
ser afastado do trabalho, isolado e avaliado como caso
provável, e uma amostra deve ser coletada para análise
laboratorial para testagem de MPX.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Se houver algum caso suspeito entre colaboradores ou
familiares de moradores ou de colaboradores da ILPI, os
contatos devem monitorar sua temperatura duas vezes ao dia
e seguir as mesmas orientações anteriores.
Qualquer profissional de saúde que tenha cuidado de uma
pessoa com MPX (Monkeypox) provável ou confirmada deve
estar alerta para o desenvolvimento de sinais e/ou sintomas
sugestivos de Monkeypox, especialmente no período de 21
dias após a última data de atendimento.
A OMS recomenda que os profissionais de saúde com
exposição ocupacional ao MPXV (vírus da Monkeypox)
notifiquem o controle de infecção, a saúde ocupacional e as
vigilâncias locais para avaliação e orientações de tratamento.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
Em caso de óbito
Na Declaração de óbito, o médico deve atribuir o código B04
(Varíola dos macacos [Monkeypox]), contido no Capítulo I da
CID-10, na classificação e codificação das causas de morte no
contexto da Monkeypox, no âmbito do SIM, conforme
orientado na Nota Informativa 118/2022/CGIAE/ DAENT/
SVS/MS.
Serviços de Verificação de Óbitos devem adotar medidas de
biossegurança no SVO - NOTA TÉCNICA
GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA nº 03/2022.
Casos passíveis de serem recebidos pelos SVOs incluem os
óbitos ocorridos em instituições de longa permanência para
idosos (ILPI);
Fornecer orientações aos familiares/responsáveis sobre
manuseio e limpeza dos pertences dos falecidos, incluindo
aquelas preconizadas para as demais doenças infecciosas
com risco biológico 3, sobretudo utilizando-se solução clorada
[0,5%] ou outro saneante desinfetante que seja regularizado
junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
Envolver o corpo em dois lençóis de tecido e após,
acondicioná-lo em saco plástico para cadáver, impermeável e
biodegradável (equipe de remoção);
Orientar as equipes de atendentes/secretariados do SVO a
adoção do uso de máscara cirúrgica e luvas de procedimento
descartáveis. O uso do álcool a 70 % na mobília e objetos de
trabalho deve ser frequente;
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Em caso de óbito
Recomendar que os serviços de saúde, públicos e privados,
NÃO enviem os casos de óbitos confirmados ou suspeitos de
monkeypox aos SVOs, a fim de minimizar o manuseio dos
corpos com risco de contaminação das equipes;
Diante da necessidade do envio de corpos ao SVO, deve ser
realizada a comunicação prévia ao gestor do serviço para
certificação de capacidade para o recebimento e para
informação de que se trata de caso suspeito de monkeypox,
necessitando, portanto, de equipamentos de biossegurança
adequados por parte da equipe de remoção.
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Confirmação laboratorial
Laboratórios que podem realizar o diagnóstico laboratorial de
MonkeyPox no Brasil
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Contatos dos Laboratórios
Laboratório de Enterovírus da FIOCRUZ-RJ
Endereço: Avenida Brasil, no 4.365, Manguinhos, Rio de
Janeiro/RJ CEP: 21.040-360
Telefone: (21) 2562-1804/1828/1734
E-mail: enterolb@[Link]; edson@[Link];
fburlandy@[Link]
Estados de Cobertura: CE, RN, PB, PE, AL, SE
Laboratório Central de Saúde Pública de Minas
Gerais/Fundação Ezequiel Dias (LACEN/FUNED-MG)
Endereço: Rua Conde Pereira Carneiro, no80, Bairro
Gameleira, Belo Horizonte/MG CEP:30.510-010
Telefone: (31) 3314-4668
E-mail: liomlacen@[Link]
Estados de Cobertura: MG, BA
Laboratório Central de Saúde Pública de São
Paulo/Instituto Adolfo Lutz (LACEN/IAL-SP)
Endereço: Av. Dr. Arnaldo, no355, Bairro Cerqueira Cesar,
Sao Paulo/SP CEP: 01.246-902
Telefone: (11) 3068-3088/3041 Geral: (11) 3068-2802/2801/
2977
E-mail:expedientedg@[Link];
diretoria_geral@[Link]
Estados de Cobertura: SP
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Contatos dos Laboratórios
Laboratório de Biologia Molecular de Vírus do Instituto de
Biofísica Carlos Chagas Filho e Laboratório de Virologia
Molecular do Instituto de Biologia da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (LBMV/IBCCF/UFRJ e
LVM/IB/UFRJ)
Endereço: Av. Carlos Chagas Filho, n.373, CCS, Bloco C,
Sala C1-028, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro (RJ), CEP:
21941-902
Telefones: (21) 3938-6510 / 9.9525-5201
E-mail: damasoc@[Link]
Estados de Cobertura: ES, RJ
Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal
(LACEN/DF)
Endereço: L2 Norte no endereço SGAN Quadra 601 lotes
“O” e “P” – Asa Norte / Brasília-DF – CEP: 70.830-010
Telefone: (61) 3225-5288/3226 – 0794
E-mail: [Link]@[Link]
Estados de Cobertura: DF, GO, MS, MT, RO, TO
Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do
Sul (LACEN/RS)
Endereço: Av. Ipiranga 5.400, Bairro Jardim Botânico CEP:
90610-000, Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3288.4034
E-mail: lacen@[Link]
Estados de Cobertura: RS, SC, PR
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Contatos dos Laboratórios
Laboratório de Referência Regional em
Enteroviroses/Polio-PFA/Seção de Virologia/Instituto
Evandro Chagas/SCTIE/MS-PA
Endereço: Rodovia BR-316 KM-7, s/n, Levilândia,
Ananindeua/PA, CEP: 67.030-000
Telefone: (91) 3214.2018
E-mail: lourdesgarcez@[Link] e
fernandotavares@[Link]
Estados de Cobertura: PA, AP, MA, PI
Instituto Leônidas e Maria Deane/FIOCRUZ-AM
Endereço: Rua Teresina, n.476, Adrianópolis, Manaus/AM.
CEP: 69.057-070
Telefone: (92) 3621-2323
E-mail: [Link]@[Link]
Estados de Cobertura: AC, AM, RR
Bibliografia consultada
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox. Disponível em:
[Link]
emergencias/coes/monkeypox/plano-de-contingencia/plano-de-
contingencia Acessado em 30/08/2022.
Plano de Contingência Nacional para Monkeypox em ILPI
PLANO DE CONTINGÊNCIA
NACIONAL - MONKEYPOX EM ILPI