PCMAT: Segurança na Obra do Fórum Osasco
PCMAT: Segurança na Obra do Fórum Osasco
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I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 4
II. IDENTIFICAÇÃO DA OBRA 4
1. ABASTECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA, ÁGUA, ESGOTO, LINHA TELEFÔNICA E GÁS
2. ESTÁGIO DA OBRA
III. DEFINIÇÃO E OBJETIVOS 5
PREMISSAS BÁSICAS
IV. ATRIBUIÇÕES 6
ADMINISTRAÇÃO
ENCARREGADOS
EMPREGADOS
CIRCULAÇÃO DE PESSOAS ESTRANHAS À OBRA
V. MEMÓRIAL DESCRITIVO 6
APLICAÇÃO DE SEGURANÇA NO PROCESSO CONSTRUTIVO
INTRODUÇÃO
DE FORMA MACRO, ESTAS FASES DO PROCESSO CONSTRUTIVO.
VI. MAQUINAS E EQUIPAMENTOS NR-12 27
VII. FERRAMENTAS MANUAIS 49
1) PRINCIPAIS CAUSAS DE LESÕES DEVIDAS A FERRAMENTAS MANUAIS
2) RESPONSABILIDADES
3) INTRUÇÕESPARA A UTILIZAÇÃO DE ALGUNS TIPOS DE FERRAMENTAS MANUAIS
VIII. FERRAMENTAS PORTÁTEIS 50
1) PRINCIPAIS CAUSAS DE LESÕES DEVIDAS A FERRAMENTAS PORTÁTEIS
2) MEDIDAS GERAIS PARA FERRAMENTAS
IX. OPERAÇÕES MANUAIS 51
POSIÇÃO ERRADA
CARREGAMENTO NO OMBRO OU NAS COSTAS
DESLOCAMENTO DA CARGA
ROLAGEM
X. MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA TRABALHOS EM ALTURA NR-35 53
CONDIÇÕES NECESSÁRIAS:
CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO DE ANDAIMES
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
ANDAIMES SIMPLESMENTE APOIADOS
CADEIRA SUSPENSA
ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS.
ESCADAS
RAMPAS E PASSARELAS
XI. SHAFT 60
XII. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIO 61
BRIGADA DE INCÊNDIO
INSPEÇÃO DE EXTINTOR
FICHA DE CONTROLE DE EXTINTORES (EXEMPLO)
MAPEAMENTO DOS EXTINTORES (EXEMPLO) ANEXO II
COMO EVITAR INCÊNDIOS
XIII. SINALIZAÇÃO 63
PREMISSAS BÁSICAS
OBJETIVO
CORES
APLICAÇÕES BÁSICAS
NR-26 - SINALIZAÇÃO NA SEGURANÇA
1) TIPOS DE SINALIZAÇÃO
2) QUALIDADE DA SINALIZAÇÃO
3) SISTEMA DE SINALIZAÇÃO – ANÁLISE
I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
RAZÃO SOCIAL:
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CNPJ n° CNAE: Grau de Risco:
RAMO DE ATIVIDADE:
ENDEREÇO: Av
ENDEREÇO: Rua Avenida das Flores,703-Jardim das Flores- Osasco- São Paulo
NUMERO DE FUNCIONÁRIOS: +-
Na fase da elaboração deste PCMAT, a obra encontrava-se na adequação do Canteiro Central das Obras,
com Terraplanagem do Terreno e inicio dos Bate-Estacas para a Fundação das estruturas.
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III. DEFINIÇÃO E OBJETIVOS
O PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho, compõe-se do conjunto de ações
relativas à Segurança do Trabalho e ordenadamente dispostas, visando à prevenção da saúde e da
integridade física de todos os trabalhadores de um canteiro de obras, bem como de terceiros e do meio
ambiente. É um programa de prevenção dos riscos e a informação e treinamento dos operários que
ajudarão a reduzir as chances de acidentes, assim como diminuir as conseqüências quando são
produzidos. Deverá ser colocado em prática e obedecerá rigorosamente as normas de segurança,
principalmente a NR-18, além de promover a integração entre a segurança, o projeto e a execução da
obra.
Informo que após esta publicação, houve alterações pela Portaria n ° 7, de 3 de março de 1997, Portaria
n ° 12, de 6 de maio de 1997 e a mais recente pela Portaria n ° 20 de 17 de abril de 1998.
A proposta deste trabalho visa reconhecer globalmente os RISCOS EXISTENTES nos serviços realizados
no dia da obra, APONTANDO SUAS CAUSAS e as RECOMENDAÇÕES PREVENTIVAS PARA CADA
TIPO DE TRABALHO.
Se qualquer razão for necessário realizar alguma modificação nos trabalhos de execução da obra , com
relação ao que estava estabelecido no principio, terão que ser estudados os aspectos de segurança
tomando as medidas necessárias para que estas mudanças não gerem riscos não previstos.
PREMISSAS BÁSICAS:
Garantir a saúde e integridade física dos trabalhadores;
Evitar ações ou situações perigosas pôr falta de prevenção;
Definir atribuições, responsabilidades e autoridade ao pessoal que administra, desempenha e verifica
atividades que influem na segurança e que intervêm no processo produtivo;
Determinar as medidas de proteção e prevenção;
Definir as medidas de proteção a implementar em função do risco;
Fazer a previsão dos riscos que derivam do processo de execução da obra;
Aplicar técnicas de execução que reduzam ao máximo possível estes riscos.
O PCMAT deve também contemplar as exigências contidas na NR-09 - Programa de Prevenção e Riscos
Ambientais - PPRA, pois para que as ações de melhoria das condições do ambiente de trabalho sejam
implantadas é necessário que se conheça, também, os riscos provocados pôr agentes físicos, químicos,
biológicos, ergonômicos e riscos de acidentes.
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Deve também, estar articulado com o disposto nas demais NR’s, em especial com o Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-07.
IV. ATRIBUIÇÕES
ADMINISTRAÇÃO:
Cabe à administração da obra, completa responsabilidade pela segurança de todos os funcionários,
conseqüentemente a responsabilidade pela execução das ações do PCMAT. Pela NR-01.6.1, tem-se a
responsabilidade solidária entre empresas contratante e contratada, sob qualquer forma de prestação de
serviços: empreiteiras e sub-empreiteiras, temporários, atividades terceirizadas ou autônomos.
ENCARREGADOS:
Cabe aos encarregados promover a cooperação da equipe de trabalho, cumprindo as normas e regras de
segurança do trabalho, estabelecidas no PCMAT, responsabilizando-se pela segurança do local de
trabalho de sua competência.
EMPREGADOS:
Participarão do Programa de segurança, trabalhando de acordo com as normas estabelecidas, acatando
as recomendações da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, oferecendo sugestões sobre
a segurança e principalmente não executando trabalhos que não conheçam.
V. MEMÓRIAL DESCRITIVO
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ESCAVAÇÕES
a) Operação com ferramentas Manuais.
b) Trânsito no canteiro (Interno / Externo) queda
c) Desmoronamento de talude
d) Asfixia
RISCO e) Intoxicação
f) Soterramento
g) Muros e Edificações Vizinhas
h) Umidade
a) Politraumatismos
b) Perda Auditiva
c) Lombalgias
DOENÇAS DO TRABALHO / d) Hérnias de disco
ACIDENTES ( LESÃO ) e) Desmaio
f) Perda de consciência
g) Bronquite
h) Pneumonia
i) Acidente Fatal
a) Máquinas e equipamentos em condições inseguras de utilização
b) Projeção de partículas
c) Ruído excessivo
d) Aberturas no piso sem proteção
e) Levantamento e transporte de materiais pesados
CAUSAS f) Local confinado sem ventilação / ar rarefeito
g) Concentração de gases orgânico
h) Gases orgânicos
i) Umidade / ar viciado
j) Terreno sem estudo detalhado
k) Inclinação de taludes incorretos
l) Tipo de escoramento inadequado
m) Intempéries
n) Infiltrações ou vazamento de gás
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5) Sinalização com informação clara e permanente durante a realização de trabalhos no interior de espaço
confinados.
6) Uso de cordas ou cabos de segurança e armadura para amarração de resgate.
7) O terreno onde será erguida a edificação deve merecer um estudo detalhado, havendo necessidade de
se conhecer previamente sua natureza geológica e resistência. O perfil geológico pode ser conhecido
mediante a abertura de valas ou pôr meio de sondagens. É recomendado tomar informações junto aos
antigos proprietários do terreno em questão e de lotes vizinhos, para se ter conhecimento de serviços
semelhantes, executados no passado, da natureza das diversas camadas do terreno, das profundidades
dos lençóis d’água, existência de rios tomados subterrâneos, bem como a presença de gás natural e
produtos nocivos.
8) O grau de umidade do terreno e o nível d’água é o fator mais importante.
9) Informar-se da existência de galerias, canalizações ou cabos elétricos no terreno.
10) Desligar cabos elétricos subterrâneos, solicitando à Concessionária, caso se encontre alguma
dificuldade para tal operação.
11) Proteger redes de abastecimento, tubulações vias de acesso, vias públicas, etc.
12) Retirar ou escorar árvores, pedras grandes ou qualquer material com risco de cair ou tombar durante a
execução dos serviços.
13) Escorar muros ou prédios vizinhos nas proximidades, que possam ser afetados pelas escavações.
14) Limpar a área onde for executada a escavação.
15) Proteger o público, quando for o caso.
16) Prever rampas e vias de acesso aos caminhões que retiram o material escavado, independente da
circulação obrigatória de trabalhadores.
17) Nas escavações executadas em calçadas ou vias públicas, deve-se manter uma faixa livre para o
trânsito seguro de pedestres e veículos. Quando, porém, o tráfego não puder ser desviado das
proximidades da escavação, é necessário providenciar a redução da velocidade dos veículos.
18) Durante os trabalhos, as áreas de escavação dever estar iluminadas, natural ou artificialmente.
19) Como as escavações para fundações são de caráter temporário, seus taludes são em geral, pouco
inclinados, porém, muitas vezes, para se alcançar camada resistente, temos que realizar escavações,
cujas paredes, para serem mantidas, tem que ser escoradas (pranchões com entroncas). Recomenda-se
para escavações com profundidade superior a 1 m, e devem ser prolongados, no mínimo, 15 cm acima do
nível do terreno, a fim de evitar queda de materiais para interior da escavação. Para se determinar a
inclinação de taludes e o tipo de escoramento, é necessário considerar cargas e sobrecargas ocasionais,
bem como, possíveis vibrações nas proximidades.
20) Recomenda-se o uso da pá até a profundidade de 3 m, sendo a terra transportada em estágios de 1,5
m de altura, utilizando-se plataformas construídas no interior da área em escavação. Para profundidades
maiores que 3 m, aconselha-se o emprego de baldes ou escavação mecânica pôr meio de equipamento de
guindar, munido de caçamba.
21) Para escavações rasas, o escoramento pode ser feito de acordo com o avanço da escavação, através
de pranchas verticais, geralmente providas de encaixes tipo macho e fêmeo, especialmente em areias e
terrenos argilosos muito moles, pôr garantir melhor vedação à passagem de água e partículas finas do
solo.
22) Em escavações com até 1,5 m de profundidade, pode-se dispensar o escoramento, a menos que a
qualidade do solo ou a presença de água o exija.
23) Em se tratando de escavações profundas, indica-se os sistemas de escoramento com pranchas
horizontais, perfis de aço em “l”, para servirem de suporte às pranchas horizontais.
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24) Nos casos em que houver necessidade de alcançar grandes profundidades ou em obras de grande
responsabilidade, é preferível o uso de estacas pranchas, metálicas ou de concreto armado, pôr serem
mais resistentes e impermeáveis.
25) Quando não se tratar de escavações em trincheiras, o escoramento de um talude vertical pode ser
feito com estroncas inclinadas no terreno.
26) Em alguns casos, é necessário escavar a área central e construir parte da fundação, que servirá de
apoio para as escoras inclinadas, quando o volume de terra remanescente for retirado.
27) O bombeamento direto para esgotar água do fundo de um escavação só deve ser usado quando o
carregamento (escoamento) das partículas finas do solo, pela água, não provocar, pôr solapamento
( descalçamento ), o recalque de fundações vizinhas.
28) Um outro inconveniente do bombeamento direto é o da possibilidade de ruptura do fundo da
escavação devida a sub-pressão da água, quando esta for maior que o peso efetivo de solo.
29) Para eliminar os riscos apontados, utiliza-se o sistema de poços filtrantes, que permite realizar o
rebaixamento do lençol freático (d’água) de toda a área necessária às escavações. O processo consiste
em envolver toda a área que se pretende secar, com linha coletora a uma bomba aspirante. Devido ao
grande número de poços filtrantes, consegue-se o rebaixamento do nível d’água de maneira rápida e
uniforme. É necessário, porém investigar a possibilidade de se provocar recalques às construções
vizinhas. Neste, caso, adotar-se outra solução. É necessário equipamento de reserva, para atender
emergência, sendo também importante a fixação, em local visível, o N° do telefone e endereço da empresa
responsável pêlos serviços.
30) O grau de inclinação do talude deve ser estabelecido no local, após o estudo da coesão do terreno. Em
alguns casos, a aplicação de uma camada de argamassa à superfície do talude é uma boa solução contra
desbarrancamento.
31) Os materiais retirados da escavação devem ser depositados a uma distância maior que a metade de
sua profundidade, especialmente quando houver blocos de pedras. Quando se armazenar materiais,
escavados ou não, e operar máquinas ou veículos nas proximidades das escavações, deve-se reforçar o
escoramento e construir paredes de retenção para resistir aos empuxos adicionais.
32) As águas de chuva devem ser desviadas pôr meio de valetas, para se evitar um possível retorno do
material retirado da escavação, provocando desbarrancamentos.
33) Todas as escavações com mais de 1,5 m de profundidade, devem ter escadas ou rampas para permitir
fácil acesso e escape do pessoal em caso de emergência.
34) Na operação de equipamentos mecânicos para execução de escavações, deve-se atender aos
seguintes aspectos:
Serem operados somente pôr pessoas habilitadas;
Os operadores não devem sair da cabine com o equipamento ligado;
Quando a escavadeira não estiver em operação, a caçamba deve ficar em repouso sobre o solo;
Tomar o máximo cuidado para que a caçamba ou lança do equipamento de suporte não se aproxime
de linhas de energia elétrica ou colida com construções vizinhas;
Não manobrar escovadeiras sobre terreno frágil ou suspeito de fragilidade, a menos que se tenha
certeza da impossibilidade de súbito desequilíbrio;
Inspecionar, diariamente, a caçamba e os cabos de aço da escavadeira, antes do inicio dos serviços.
As cabines dos equipamentos devem ser protegidas com tela, contra ruptura de cabos, queda de
materiais da caçamba, projeção de fragmentos, etc.
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Durante a operação de escavadeira, todo o pessoal deve ser instruído para se manter à distância
segura do equipamento e do raio de ação de sua lança.
35) Em escavações com mais de 6 m de profundidade devem ser construídas escadas provisórias ( dotada
de piso e espelho ).
36) Sempre que houver necessidade de transpor escavações, é necessário construir passagens
resistentes, com largura mínima de 60 cm e guarda-corpo nas laterais.
37) Em serviços de escavações manuais, os trabalhadores devem manter distância suficiente entre si e
nunca derrubar qualquer material cavando pôr baixo.
38) Sempre que houver possibilidade de infiltração ou vazamento de gás no interior da escavação, deve-se
tomar as seguintes providências:
Tentar o tamponamento provisório da tubulação, comunicando a ocorrência à Concessionária.
Ventilar adequadamente o local;
Não usar motores ou usar bicos de solda, a menos que haja controle do ambiente;
Não executar operações de salvamento sem estar preso a uma corda, havendo um companheiro
postado no plano superior da escavação, para fiscalizar e apoiar a operação;
A possibilidade que existe de se perfurar uma tubulação de esgoto ou de água, de grande diâmetro,
como também a presença de lençol d’água subterrâneo, exige medidas preventivas de escoamento
das águas, particularmente com a instalação de uma bomba de sucção.
FUNDAÇÕES
a) Operação com máquinas e equipamentos
b) Trânsito no canteiro ( Interno / Externo) quedas e abalroamento
c) Trabalho físico pesado
d) Desmoronamento de Talude
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RISCO e) Asfixia
f) Explosão
g) Intoxicação
h) Doenças Pulmonares
a) Politraumatismos
b) Perda Auditiva
c) Lombalgias
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES d) Hérnias de disco
( LESÃO ) e) Desmaio
f) Perda de consciência
g) Bronquite
h) Pneumonia
i) Acidente Fatal
j) Desmaio
a) Máquinas e equipamentos em condições inseguras de utilização
b) Projeção de partículas
c) Partes móveis sem proteção
d) Ruído excessivo
e) Operador sem habilitação / qualificação
CAUSAS f) Aberturas no piso sem proteção
g) Sinalização e entrada / saída de máquinas / equipamentos e materiais
para área externa
h) Levantamento e transporte de materiais pesados
i) Local confinado sem ventilação / ar rarefeito
j) Concentração de gases orgânicos
k) Gases orgânicos e produtos químicos
l) Umidade / ar viciado
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10) Manter ao alcance dos trabalhadores ar mandado e/ ou equipamento autônomo para resgate.
11) Deve-se tomar precauções para que a execução de fundações não cause danos às estruturas
vizinhas.
12) Em trabalhos noturnos, deve haver iluminação adequada onde se executam fundações, atendendo-se
sempre a lei do silêncio.
13) Devem ser tomados todos os cuidados necessários para evitar que as fundações afetem propriedades
vizinhas ou serviços de utilidade pública.
14) É importante sinalizar o esgoto provisório da obra para não ser danificado durante a execução de
fundações.
FORMAS
a) Prensagem, perfuração e escoriação das mãos
RISCO b) Queda de pessoas e materiais
c) Projeção de partículas
d) Esforço excessivo / postura
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a) Traumatismos
b) Corte contuso
c) Politraumatismo
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES d) Acidente Fatal
( LESÃO)
e) Ferimento corto - perfurante
f) Lombalgias
g) Hérnias de disco
h) Lesão pôr Esforço Repetitivos
a) Transporte e manuseio de ferragem
b) Pregos com pontas expostas
c) Desatenção
d) Falta de proteção coletivas
CAUSAS e) Desatenção no manuseio de ferragem ou no transporte
f) Ruptura de materiais, durante o travamento de pilar
g) Postura incorreta
h) Transporte com carga individual excessiva
colocar a chave dentro de uma caixa com cadeado, ficando a chave de responsabilidade, do
profissional qualificado.
8) Deve-se manter extintores de incêndio, tipo água, nas proximidades de locais onde são construídas
formas de madeira e tipo C O 2, junto a serra circular.
9) Quando os trabalhadores executarem serviços em locais úmidos, como colocação de formas de
fundações, devem usar botas de borracha.
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10) Todo trabalhador, executando trabalhos de formas ou armações, nas proximidades de beiradas de
lajes, a mais de 2 mts, deve usar cinto de segur. ligado a um cabo de segur. ou a estrutura, quando
possível.
11) A equipe destinada ao transporte de formas deve ser dirigida pôr encarregado qualificado, o qual deve
verificar as condições do percurso, assim como, evitar queda de painéis e condições favoráveis a
desequilíbrios, escorregamentos ou choques com outros materiais.
12) No transporte de formas ou armações pesadas, é necessário destinar quantidade suficiente de
trabalhadores, de modo a evitar sobrecargas individuais, sendo comum a lesão na coluna, quando não
atendido esse aspecto.
13) É proibido depositar materiais de qualquer espécie, mesmo que temporariamente, nas rampas de
acesso à torre de transporte de materiais.
14) Não se deve empilhar painéis, chapas de compensado, Lombalgias, escoras, etc. Próximo de
beiradas de lajes. Toda precaução deve ser tomada para evitar desabamento de pilhas. Nessa situação
convém amarrar chapas e painéis para não serem levados pelo vento.
15) Todo cuidado deve ser tomado para evitar que ferramentas portáteis como martelo, serrote, torquês,
trado, furadeira elétrica, etc. Caiam da laje, atingindo operários em pavimentos inferiores.
Recomenda-se aos carpinteiros, que trabalhem nas imediações das beiradas de lajes, que usem
seus martelos amarrados nos cintos ou no punho.
16) As escadas de mão, portáteis, devem ser feitas de madeira sem nós e usadas com inclinação
adequada ( 1para3), de maneira a não tombarem ou escorregarem. Quando forem apoiadas em pilares ou
vigas da periferia do pavimento, recomenda-se amarrá-las à estrutura para maior segurança.
17) A medida mais eficaz a proteção de periferia durante a colocação de formas, é a instalação de
plataforma de proteção provisória (móvel) na ultima laje. Assim que forem sendo colocadas as formas de
pilares de periferia, uma boa medida é amarrar nelas uma corda horizontal para servir como guarda-corpo.
CONCRETAGEM
a) Ruptura da canalização ou emenda de concretagem
b) Queda de pessoas e materiais
CAUSAS c) Uso do vibrador de concreto
d) Contato com o concreto
a) Politraumatismos
b) Lesão ocular pôr penetração de corpo estranho
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c) Politraumatismos
d) Acidente Fatal
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES e) Vômitos e mal estar geral
( LESÃO ) f) Perda de equilíbrio
g) Distúrbios da visão
h) Perturbação da função respiratória e Cardiovascular
i ) Dermatite de contato
a) Tubulação comprometida / instalação inadequada da canalização /
ruptura das emendas da canalização.
b) Materiais - rompimento da canalização de concretagem / queda de gerica
de concreto ( Quanto de processo simples de concretagem, falta de
proteções nas aberturas de piso e desatenção.
c) Falta de proteção nas extremidades ( periferias ) da área de concretagem,
CAUSAS falta de proteções nas aberturas de piso e desatenção.
d) Vibrador sem aturamento elétrico adequado, e operação ( uso ) incorreto,
inclusive com operador não habilitado
e) Falta de E.P.I. especifico ( Bota de borracha e Luvas de raspas )
8) A alta concretação de poeira de cimento nas proximidades da central de concreto ou da betoneira, exige
de seus operadores, o uso de mascara com filtro para proteção das vias respiratórias .
9) No lançamento de concreto, pôr meio de carrinhos de mão ou gericas, os caminhos provisórias de ida e
volta devem ser distintos, forrados com madeira e ter largura adequada. No caso de utilização de
caçambas para transportar concreto através de torres, deve-se tomar as seguintes providências:
O operador da caçamba, postado em beirada da laje, plataforma ou rampa, deve usar cinto de
segurança fixado, de preferencia, no montante da torre mais próxima de si;
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Verificar, freqüentemente, o funcionamento do dispositivo de desarme da caçamba, a fim de impedir
um descarregamento inesperado.
10) Os sistemas transportadores fixos de concreto fresco ( bomba de concreto ), devem ser dotados de
sinalização que emita sinais visuais ( lâmpada ) e/ou audíveis ( campainha), tanto no início como no
término do transporte, de maneira a evitar lançamentos inesperados.
11) A conexão de dutos devem possuir dispositivos de segurança para impedir a separação das partes,
entanto o sistema estiver sob pressão. Os tubos e conexões devem ser escorados e fixados tanto no
trecho vertical como no horizontal, tendo-se especial atenção nas curvas.
Todas as peças e máquinas de sistemas transportadores fixos, de concreto fresco, devem ser
freqüentemente inspecionado pôr técnicos habilitados, especialmente durante o bombeamento e
mantidas em boas condições de funcionalidade durante o bombeamento.
12) Os trabalhadores que manejam a extremidade do mangote ou duto transportador de concreto sob
pressão , devem estar equipados com protetores faciais, luvas de raspa de couro e roupa completa.
Deve haver duas pessoas, no mínimo , uma de cada lado do mangote. Durante a operação de
lançamento deve existir um cavalete destinado ao apoio do mangote ou tubo transportador de concreto,
para não correr risco de ser atingido pôr um jato inesperado.
13) A lavagem da tubulação deve ficar com água sob pressão é perigosa, devido à projeção de sobras de
concreto para o extintor do tubo, sendo proibido executar esse serviço em beiradas de lajes, com
lançamento de materiais para o exterior da edificação.
14) Quando o local de lançamento de concreto não estiver à vista do operador da grua , bomba de
concreto ou outro equipamento de transporte, deve-se utilizar um sinaleiro; porém, quando isso não dor
possível ou suficiente, será necessário o uso de comunicação pôr rádio intercomunicador.
DESFORMA
a) Projeção de partículas e perfuração de membros
RISCO b) Quedas de pessoas e materiais durante processo
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a) Politraumatismos
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES
( LESÃO ) b) Acidente Fatal
1) Uso obrigatório de cinto de segurança tipo pára-quedista em todo processo de desforma / organização e
limpeza da laje / supervisão dos trabalhadores e treinamento periódico, proteção de escadas, shafts,
poços de elevadores, periferia da laje, etc.
2) Colocação de plataforma de proteção / evacuação e isolamento da área sob os trabalhos / amarração
de madeiras, painéis e periféricos, proteção dos sarilhos e organização do material desformado,
empilhamento seguro com os pregos rebatidos.
3) Na desforma deve-se retirar os pregos imediatamente das madeiras.
ALVENARIA E FECHAMENTOS
a) Queda de pessoas
RISCO b) Queda de materiais
c) Contato manual com cimento e argamassas.
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DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES b) Traumatismo
( LESÃO ) c) Dermatite de contato
EMBOÇO INTERNO
a) Queda de pessoas e material
RISCO b) Contato com argamassa.
a) Acidente Fatal
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES b) Politraumatismos
( LESÃO ) c) Dermatite de contato
a) Trabalhos próximos da periferia de laje e uso do material.
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CAUSAS b) Não uso de E.P.I. específico.
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d) Dermatite de contato
e) Perda Auditiva
f) Dor de Cabeça
g) Irritabilidade
h) Vertigens
i) Cansaço excessivo
j) Insônia
k)Zumbido no Ouvido.
a) Trabalhos em diferença de nível
b) Posicionamento incorreto
CAUSAS c) Desatenção
d) Materiais pontiagudos
e) Fagulhas provenientes de uso de ferramentas
f) Contato com argamassa, selantes químicos, etc.
g) Perturbação devido ao ruído
1) Utilização de banquetas ou patamares apropriados ao serviço a ser executado quando se tiver de atingir
níveis mais altos.
2) Utilização de E.P.I. Especifico como luvas, protetores auriculares, óculos de segurança, etc.
3) Supervisão do serviço a ser executado.
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c) Lesão Permanente nos Pulmões
d) Arritmia Cardíaca
e) Queimaduras
f) Lesão de Estrutura
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES g) Dermatite de contato
( LESÃO ) h) Intoxicação aguda ou crônica
i) Incêndios e Explosões
j) Dor de cabeça
k) Vertigens
l) Vômitos
m) Sonolência
a) Equipamentos deficientes ou montados irregularmente
b) Não utilização de máscara respiratória com filtro
CAUSAS c) Trabalho com extensões em mal estado
d) Não utilização de luvas quando do contato com produtos químicos
13) O local de estocagem do material para os serviços de pintura de uma obra em construção deve ser
amplo, bem ventilado e isolado de qualquer outro material. As medidas de segurança a serem tomadas
são as mesmas determinadas para o depósito de combustíveis e inflamáveis.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
a)Choque elétrico
RISCO b) Incêndios
c)Explosões
a) Parada cardíaca
DOENÇAS DO TRABALHO / ACIDENTES b) Arritmia cardíaca
( LESÃO ) c) Queimaduras
d)Acidente fatal
a) Improvisações
CAUSAS b) Falta de treinamento
c) Falta de conhecimento
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Deve-se procurar desligar todos os circuitos elétricos e caso isto não seja possível, a instalação somente
poderá ser feita após a adoção de medidas de segurança complementares, como a utilização de
ferramentas apropriadas e EPI's.
As instalações elétricas provisórias de um canteiro de obras devem ser constituídas de:
chave geral do tipo blindada de acordo com a aprovação da concessionária local, localizada no
quadro principal de distribuição;
chave individual para cada circuito de derivação;
chaves faca blindada em quadro de tomadas;
chaves magnéticas e disjuntores, para os equipamentos.
Alguns itens devem ser respeitados durante a execução de uma instalação provisória:
os condutores devem Ter isolamento adequado, não sendo permitido obstruir a circulação de
materiais e pessoas;
os circuitos elétricos devem ser protegidos contra impactos mecânicos,umidade e agentes
corrosivos;
as chaves blindadas devem ser convenientemente protegidas de intempéries e instaladas em
posição que impeça o fechamento acidental do circuito;
não é permitido o uso de chaves blindadas como dispositivos de partida e parada de máquinas;
é proibida a existência de partes vivas expostas de circuitos e equipamentos elétricos;
as emendas e derivações devem ser executadas de modo que assegurem a
resistência mecânica e contato elétrico adequado;
o isolamento de emendas e derivações deve ter característica equivalente à dos condutores
utilizados;
os fusíveis e chaves blindadas devem ter capacidade compatível com o circuito a proteger, não
sendo permitida sua substituição por dispositivos improvisados ou por outro fusíveis de capacidade
superior, sem a correspondente troca da fiação;
máquinas e equipamentos elétricos móveis só podem ser ligados por intermédio de conjunto plugue
e tomada.
1) O perigo elétrico é invisível, a ameaça não é percebida e os trabalhadores não pensarão na sua
segurança se não entenderem a origem do risco. Um circuito elétrico caracteriza-se por uma diferença
de potencial ou tensão, uma intensidade e pela resistência de seus elementos. A tensão(V) é medida
em volts e , quanto maior a tensão, maior será a quantidade de corrente passando no circuito. A
intensidade (I) é medida em ampères. É a quantidade de eletricidade que passa pelo condutor em 1
segundo. A resistência (R) é medida em ohms. A resistência se opõe a passagem de corrente e, quanto
maior a resistência, menor será a facilidade de passagem da corrente. A resistência é proporcional ao
comprimento do condutor e inversamente proporcional à sua seção. Os diversos corpos são condutores
mais ou menos bons e possuem resistência própria. Todos os perigos da eletricidade estão
relacionados à intensidade da corrente, sua duração e seu trajeto pelo corpo humano.
2) Sempre que possível escolher equipamentos que funcionem em baixa tensão
3) Para aumentar a resistência, deve-se utilizar equipamentos individuais e material isolante para proteger
totalmente o corpo humano .
4)Tem grande influência, na gravidade do choque elétrico, o percurso seguido pela corrente no corpo da
vitima. Existe uma correlação entre o ponto de contato e a percentagem de corrente que circulará pelo
coração
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5) Em ambientes onde possa haver a presença de substâncias inflamáveis ou explosivos, é obrigatória a
execução de instalações elétricas especiais, de forma a evitar o aparecimento de cargas elétricas
indesejáveis, liberando energia no ambiente sujeito ao risco depósito de material combustível e
inflamável )
6) Em construção de grande porte, onde mais de um eletricista estiver fazendo consertos em locais
diferentes, o risco de energizar inadvertidamente os circuitos é muito grande. A eliminação de tal risco,
é conseguida pelo emprego de dispositivos de segurança que impeçam o acionamento da chave
elétrica, antes do termino de todos os serviços. Uma boa solução é o uso de cadeados quando forem os
trabalhadores ou as equipes de trabalho que executem serviços em dada área, cuja segurança dependa
de que a chave não seja acionada, sem que sejam removidos todos os cadeados colocados no
dispositivo de bloqueio. Paralelamente ao uso dos cadeados, devem ser expedidas ordens de serviços,
de forma que o trabalhador obedeça a uma seqüência de procedimentos que impedirá o acionamento
de chaves elétricas, quando os demais trabalhadores ainda estiverem executando serviços na área
programada.
7) A observância de certos cuidados pessoais, ao se trabalhar em eletricidade, deve ser um hábito entre os
eletricistas. Deve-se evitar o uso de objetos de adorno, como pulseiras metálicas , correntinhas,
canetas de corpo metálico, etc. Estes objetos podem cair sobre os circuitos, quando o trabalhador se
debruçar para executar o serviço.
8) Deve-se considerar todo o circuito energizado, a menos que se tenha prova em contrário.
9) Emprego de trabalhadores qualificados e devidamente treinados.
10) Utilização ferramentas adequadas.
11) Boa qualidade de manutenção.
12) Constante supervisão.
13) Métodos de trabalho adaptados às condições.
14) Uso de equipamentos de proteção individual ( botinas e luvas isolantes).
15) Todo trabalhador, para instalar, operar, inspecionar ou reparar instalações elétricas, deve estar apto a
prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente através das técnicas de recuperação
respiratória e de parada cardíaca.
16) A distribuição de energia pêlos diversos pavimentos em construção, de uma obra , é feita através de
prumadas, as quais devem ter sua localização em função dos seguintes itens;
Permitir a instalação de quadros nos pavimentos, junto à prumada;
Permitir uma boa distribuição para todos os comados o pavimento, sem a necessidade de adptações
excessivamente compridas;
Possibilitar a sua recuperação no final da obra;
Não prejudicar a execução dos serviços de revestimento.
17) Como sugestão, apresento os seguintes locais favoráveis à instalação de prumadas:
Caixa de exaustão da ante câmara da escada;
Caixa de exaustão de banheiros e garagens;
Espaços vazios junto ao tubo de queda de lixo;
E Tc.
18) O quadro de distribuição de cada pavimento, ligado diretamente à prumada deve Ter uma chave
blindada (30a 60 A) e tomadas bifásicas e trifásicas, devidamente identificadas, em quantidade
suficiente para atender aos serviços simultâneos do pavimento. Deve ser instalado um quadro móvel,
com tomadas, para ligação dos vibradores, nos serviços de concretagem. O cabo elétrico do vibrador
deve Ter um plug para conexão no quadro de tomadas ou na tomada do cabo de extensão.
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19) Para o dimensionamento dos fios das prumadas, após o levantamento das cargas, deve ser
considerado um fator de demanda em torno de 40%, de acordo com as características da obra,
principalmente a simultaneidade de alguns serviços a serem executados.
20) As ligações, na chave blindada, devem ser feitas pôr trás do quadro , dificultando o acesso de pessoas
além das tomadas, tendo-se o cuidado de manter o equilíbrio das cargas totais da prumada, nas 3
faces. Esta chave blindada, deve ser ligada toda a instalação elétrica do pavimento, inclusive o
sistema de iluminação, abrangendo escadas e circulações.
21) As gambiarras devem ter comprimento compatível com as distâncias ao quadro de distribuição e
possuir plug, na sua extremidade, para ligação nas tomadas.
22) As redes de iluminação dos pavimentos não devem ficar abaixo de 2,10 m . É uma boa solução, deixar
nas lajes , pontas de vergalhão, voltadas para baixo, de maneira a serem dobradas após a desforma,
transformando-se em suportes para fiação. Não se deve amarrar fios diretamente em vergalhões ou
peças metálicas.
23) Em escadas estruturais ou locais perigosos, deve haver iluminação natural ou artificial. Nas escadas, é
aconselhável a colocação de luminárias, para evitar-se a retirada das lâmpadas.
24) Não deve ser permitida a instalação de lâmpadas diretamente nos fios das prumadas.
25) A iluminação da laje em execução torna-se mais eficiente e segura, quando efetuada através de
refletores fixados às torres, gruas, postes ou cavaletes, evitando-se, sempre que possível, o uso de
gambiarras com lâmpadas.
26) Os fios não protegidos pôr eletrodos, não devem atravessar paredes de alvenaria e, sua fixação, não
deve ser feita com arame ou qualquer material capaz de cortar sua capa isolante.
27) Os eletricistas devem usar calçado de sola isolante, alicate isolante, luvas para alta tensão e cinto de
segurança, quando realizarem trabalhos em locais altos.
28) Além dos equipamentos recomendados para eletricista, é conveniente manter-se na obra os seguintes
materiais:
Escada extensível;
Lanterna à pilha;
Tapetes de borracha ou estrado de madeira;
Fita isolaste;
Tomadas de borracha e plug;
Fiação com perna adicional para condutora terra;
VI. MAQUINAS E EQUIPAMENTOS NR-12
CONCEITO: A Serra Circular é uma máquina operatriz na qual a ferramenta gira em alta rotação e a peça
a ser trabalhada é levada, manualmente, de encontro a ela. O corte é executado pressionando-se,
moderadamente, a peça no disco.
APLICAÇÃO
Usada no corte de madeiras na construção civil, bem como na indústria madeireira, no corte de lenha, etc.
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INSTALAÇÃO
Verificar se a tensão elétrica está adequada.
Observar o sentido de rotação do motor.
OPERAÇÃO
Ao iniciar a operação, verifique se a coifa de proteção está alinhada, e se está na altura correta de
trabalho, de acordo com a espessura do material.
Durante a operação, não pressione excessivamente o material sobre a lâmina, para evitar sobrecarga no
motor.
EXIGENCIAS DA NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
Avental de raspa;
Luva de raspa ou vaqueta;
Protetor facial.
BETONEIRAS
APLICAÇÃO
Preparação de concreto, agilizando o processo e aumentando a produtividade.
INSTALAÇÃO
Verificar se o local de instalação do equipamento está devidamente nivelado.
A ligação da betoneira deve ser feita por um eletricista especializado.
Colocar uma chave liga/desliga instalada próximo ao operador.
OPERAÇÃO
Analisar previamente o volume de argamassa a ser produzido, assim poderá utilizar o equipamento com
capacidade real.
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Verificar, com ferramentas adequadas, se todos os parafusos e porcas estão devidamente apertados e
perfeitos.
Verificar se as voltagens ao instalar o equipamento estão corretas.
Colocar a carga no bojo, não excedendo a capacidade do equipamento.
Sempre carregar o bojo (cuba) com a máquina ligada.
Exigências da NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
-Seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho;
-Não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento;
-Possa ser desligado em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
-Não possa ser acionado ou desligado, involuntariamente, pelo operador ou por qualquer outra forma
acidental;
Não acarrete riscos adicionais.
LIXADEIRAS
CONCEITO: A lixadeira é uma máquina operatris utilizada nas operações de desbaste, corte e polimento.
Trabalha com disco de desbaste plano, disco em forma de copo ou com escova de aço.
APLICAÇÃO
Corte, Desbastamento e lixamento de peças em aço.
Todas as pessoas próximas a trabalhos com lixadeira devem usar protetor auricular.
BOMBA DE SUCÇÃO
APLICAÇÃO
Bombeamento de água limpa ou com sólidos em suspensão, podendo funcionar, tanto parcial quanto
totalmente submersas.
INSTALAÇÃO
Verificar se a tensão elétrica está de acordo com o equipamento.
A ligação do cabo elétrico de alimentação com o cabo da bomba deve ser bem isolada com fita isolante de
auto-fusão.
Observar o sentido de rotação ( normalmente sentido horário) para o funcionamento correto da bomba.
OPERAÇÃO
Regular a altura de trabalho da bomba, não deixa-la em contato com o fundo do poço a ser esgotado.
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Não deixar a bomba ligada ao esgotar a água, evitando assim um superaquecimento do equipamento e
uma possível queima do motor.
ESCAVADEIRAS / GUINDASTES
APLICAÇÃO
Equipamentos utilizados na empresa, para escavar e carregar materiais.
CUIDADOS NECESSÁRIOS AO OPERAR ESTE EQUIPAMENTO
01 – Somente pessoa qualificada e autorizada pode operar este equipamento;
02 – Não opere o equipamento sobre efeito de medicamento forte ou bebida alcoólica;
03 – Procedimentos de segurança antes de iniciar suas atividades:
04 – Verificar se o reservatório de água está completo;
05 – Verificar se o nível de óleo está adequado;
06 - Verificar se a força hidráulica está adequada;
07 - Verificar se o alarme sonoro de ré está funcionando;
08 -Verificar se os pneus ou esteiras estão adequados e seu estado geral;
09 - Verificar se não há vazamentos de óleo;
10 - Não sobrecarregar a máquina acima dos limites previstos;
11 - Não transportar pessoas sobre a máquina;
12 - Não trafegar com o corpo, ou partes, fora do equipamento;
13 -Não correr acima dos limites quando em via pública, mantenha a luz de emergência ligada e se
possível use o carro de escolta;
14 - Utilizar protetor auricular, quando nas frentes de serviço;
15 - Cabe ao operador verificar se as pessoas estão fora do raio de operação da máquina;
16 - A cabina deve estar dotada de extintor de incêndio,Verificar se o extintor está carregado;
17 - Verificar se há anormalidades na máquina, e avise o responsável da obra;
18 - Deixar os braços e/ou lanças em posição de descanso, quando não estiver em funcionamento;
19 - Não operar estes equipamentos em condições meteorológicas inadequadas ( raios e trovões).
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20 - Não devem ser realizadas manutenção, com a máquina funcionando;
21 - O condutor não deve abandonar a máquina sem parar o motor.
22 - O pessoal de obra deve-se manter fora do raio de ação da máquina para evitar atropelamentos e
pancadas, durante o movimento desta ou por algum giro imprevisto;
23 - Ao finalizar o trabalho da máquina, ou se por outro motivo qualquer, tenha que estacionar, a caçamba
deve ficar apoiada no solo ou dobrada sobre a máquina; se a parada for prolongada, desconectar a bateria
retirar a chave do contato;
24 - Durante a escavação do terreno, a máquina deve estar apoiada sobre as sapatas hidráulicas;
25 - O operador deve limpar o barro aderido ao calçado, para que os pés não deslizem sobre os pedais;
26 - Os veículos deverão ter alarme sonoro de ré, faróis, e luz de freios
RISCOS MAIS FREQUENTES:
Choques com elementos fixos da obra;
Atropelamentos e acidentes com pessoas em manobras e operações de conservação;
Tombamento por afundamento do terreno;
Tombamento no giro com excesso de carga .
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Capacete;
Protetor auricular;
Calçado de segurança;
Óculos de proteção;
Assento anatômico.
APLICAÇÃO
Ideal para furação, serviços leves de rompimento de concreto e rasgos para tubulação. Pode ser utilizado
com broca ou ponteira.
INSTALAÇÃO
Verifique se a tensão elétrica está adequada antes de ligar o equipamento.
Verifique se a broca está bem encanada e em condições de uso.
OPERAÇÃO
Direcione a máquina no local a ser furado, sem pressionar excessivamente a ferramenta, evitando
sobrecarga do motor. Evite contato da broca com a ferragem.
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11 - Não utilize em local úmido ou molhado;
12 - Não de pancadas ou bata no equipamento;
13 - Não force lateralmente para alargar os furos;
14 - Não deixe a broca patinar, faça o furo por partes;
15 - Aperte o mandril em todos os pontos;
16 - Não obstrua a ventilação do equipamento;
17 - Guarde a ferramenta em lugar seguro e seco;
18 - Limpe o equipamento após usá-lo;
19 - Nos marteletes e martelos não ‘martele’ com o equipamento, simplesmente apoie a broca.
APLICAÇÃO
Para transporte vertical e horizontal de peças/caçambas, nos poços.
Exigências da NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
-Seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho;
-Não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento;
-Possa ser desligado em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
-Não possa ser acionado ou desligado, involuntariamente, pelo operador ou por qualquer outra forma
acidental;
-Não acarrete riscos adicionais.
RISCOS MAIS FREQUENTES:
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-Queda da máquina por deficiência de fixação;
-Queda da carga durante operações de subida e descida;
-Descargas elétricas;
-Quedas em altura do operador
-Ruptura do cabo de tração.
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VIBRADOR DE IMERSÃO PARA CONCRETO
APLICAÇÃO
Utilizado para vibrar concreto obtendo um melhor adensamento e uma distribuição homogênea dos
agregados, assegurando um concreto perfeito, e ainda aumentando sua capacidade de carga.
INSTALAÇÃO
Verifique a voltagem do motor, Observar o sentido de rotação do motor (anti-horário), indicado pela seta na
guia de acoplamento. Caso esteja girando no sentido errado, basta inverter a ligação.
OPERAÇÃO
Depois de verificado o sentido da rotação do motor, acople o vibrador e inicie o trabalho. Nem sempre o
vibrador começa a operar assim que ligado, pequenas pancadas com as mãos na ponta do tubo darão
início às vibrações;
Não arraste o motor pelo vibrador;
Não puxe o motor pelo cabo elétrico.
EXIGENCIAS DA NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
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18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
-Seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho;
-Não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento;
-Possa ser desligado em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
-Não possa ser acionado ou desligado, involuntariamente, pelo operador ou por qualquer outra forma
acidental;
-Não acarrete riscos adicionais.
RISCOS MAIS FREQUENTES:
Descargas elétricas;
Quedas em altura;
Respingos de massa nos olhos.
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
1 - Usar protetor auricular, óculos de proteção, botas e luvas de borracha;
2 - Não deixe o motor em poças dágua ou "atolado" no concreto;
3 - A Mangueira não deve trabalhar dobrada ou em curvas muito fechadas;
4 - Limpar o motor e o vibrador após cada jornada de trabalho;
5 - Guardar o vibrador sempre esticado;
6 - Dimensione o vibrador de acordo com o tipo de serviço a ser feito;
7- Observe se todas as ligações estão perfeitas a fim de evitar curtos-circuitos, aquecimento do motor,
possível perda de energia ou queima do equipamento;
8 -Se o mangote não começar a vibrar logo após ser ligado, uma leve pancada com a mão na ponta do
tubo dará a vibração;
9 - Nunca executar a conexão do mangote na flange do motor girando;
10 - Só desligue o motor após a retirada do mangote do concreto;
11 - O fio terra deve estar ligado a um terminal terra que garanta uma resistência máxima de 10 w .
12 - Verificar condições dos cabos de energia, Emendas em cabos elétricos devem ser evitadas mas, se
existentes, deveram ser isoladas e protegidas com fita auto fusão;
13 - O motor não deve ser arrastado pelo mangote do vibrador, nem puxado pelo cabo elétrico;
14 - Antes de acoplar o mangote do vibrador ao motor, deve ser verificado seu sentido de rotação e se os
acoplamentos estão perfeitamente limpos;
15 - Os vibradores não devem ser lubrificados.
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SERRA POLICORTE ELÉTRICA
Conceito: A Policorte é uma máquina operatriz na qual a ferramenta gira em alta rotação e a peça a ser
trabalhada fica fixa. O corte é executado pressionando-se, moderadamente, o disco de corte sobre a peça.
APLICAÇÃO
Para cortes de aços, ferros, perfilados e tubos.
INSTALAÇÃO
Verifique se a tensão está correta antes de ligar o equipamento;
Observar o sentido de rotação do motor ( sentido anti-horário);
Apertar bem o disco de corte.
OPERAÇÃO
Após a fixação do material a ser cortado, ligar o motor e baixar gradualmente o disco até iniciar o corte;
Manter a velocidade de corte constante.
EXIGENCIAS DA NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
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18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
Seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho;
Não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento;
Possa ser desligado em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
Não possa ser acionado ou desligado, involuntariamente, pelo operador ou por qualquer outra forma
acidental;
Não acarrete riscos adicionais.
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
1 - Somente o armador deve operar este equipamento;
2 - Não ligar o equipamento antes de fixar o material a ser cortado;
3 - Não baixar bruscamente o disco de corte, pois poderá quebrá-lo;
4 - Usar óculos de proteção, protetor auricular, máscara e luvas de raspa
5 - Não permitir o transito de pessoas na área onde estiver instalado o equipamento.
6 -Reapertar diariamente os parafusos;
7 - Lubrificar semanalmente a máquina.
8 - Usar o disco apropriado para cada tipo de material a ser cortado.
9 - Verifique se as emendas e os cabos estão em boas condições.
10 - Proteja a instalação utilizando fusíveis e/ou disjuntores.
11 - Não transporte ou puxe o equipamento pelo cabo.
12 - Não dê pancadas ou bata no equipamento.
13 - Mantenha fixa a peça a ser trabalhada.
14 - Para trocar ou colocar os discos utilize ferramentas apropriadas.
15 - Regule o ângulo de corte antes de iniciar o serviço.
16 - Veja se os discos estão em boas condições.
17 - Limpe o equipamento após usá-lo.
18 - Só ligar a policorte com a proteção do disco no lugar;
19 - Usar discos compatíveis com o material a ser cortado;
20 - Não usar disco fora de centro;
21 - Não aproximar a mão do disco quando a policorte estiver em funcionamento;
22 - Antes de iniciar o corte com a policorte faça-a girar até atingir plena velocidade;
23 - Não ajustar a posição de corte com a policorte estando em funcionamento;
24 - Não deixar o motor ligado ao terminar o serviço, nem abandonar a policorte enquanto estiver girando;
25 - Fixar firmemente a peça a ser cortada na bancada da policorte;
Além dos EPI´s básicos, (CAPACETE, PROTETOR AURICULAR, BOTINA DE SEGURANÇA, ÓCULOS
DE SEGURANÇA), são necessários os seguintes EPI´s.
Avental de raspa;
Luva de raspa ou vaqueta;
Protetor facial.
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ROMPEDOR (MARTELO PNEUMÁTICO OU ELÉTRICO)
APLICAÇÃO
Usado na empresa, para serviços de escavação de poços e túneis e eventualmente na quebra de
concreto, modificando-se apenas as ponteiras.
INSTALAÇÃO
Verificar se os engates rápidos estão bem acoplados e amarrados com arames, de modo que não haja
possibilidade de desengate.
OPERAÇÃO
Direcione, a ponteira no local a ser furado, e somente a partir daí acione o sistema de funcionamento.
RISCOS MAIS FREQUENTES.
Projeção de Partículas
Ruido
EXIGENCIAS DA NR-18
18.22.1 – A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou a terceiros a riscos só
pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.
18.22.2 – Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores, transmissões e partes perigosas das
máquinas ao alcance dos trabalhadores.
18.22.3 – As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes móveis, projeção
de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção adequada.
18.22.7 – As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo de acionamento e parada localizado de
modo que:
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Seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho;
Não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento;
Possa ser desligado em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
Não possa ser acionado ou desligado, involuntariamente, pelo operador ou por qualquer outra forma
acidental;
Não acarrete riscos adicionais.
Além dos EPI´s básicos, (CAPACETE, PROTETOR AURICULAR, BOTINA DE SEGURANÇA, ÓCULOS
DE SEGURANÇA), são necessários os seguintes EPI´s
Avental de raspa;
Luva de raspa ou vaqueta;
Protetor facial;
Protetor auricular tipo concha sobre protetor auricular tipo plug;
A botina de segurança deverá ter biqueira de aço.
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MÁQUINA DE SOLDA ELÉTRICA
APLICAÇÃO
Equipamento utilizado eventualmente, por funcionário qualificado e autorizado.
Riscos: Os riscos envolvidos na solda são 5:
Irradiação do Arco: O arco elétrico produz uma emissão intensa de radiação ultravioleta e infravermelha.
Os raios ultravioletas são quimicamente ativos e produzem cegueira momentânea. Os infravermelhos
secam completamente as células líquidas do globo ocular e ocasionam mal permanente. A exposição
frequente aos raios infravermelhos produz na vista uma conjuntivite catarral aguda, sintomas de ardor,
semelhante ao produzido por pequenas partículas de areia nos olhos.
Perigos de Ordem Respiratória: Na fusão do metal ocorre a produção de fumos metálicos, decorrentes da
condensação de vapores na passagem do metal do estado líquido para o estado gasoso. Estes fumos
podem ser de estanho e chumbo (numa relação de 60% de chumbo).
Há riscos de contaminação por chumbo, tanto por inalação, como por ingestão (se as mãos entrarem em
contato com comida, cigarros, etc.). Também ocorre inalação de gases procedentes da fundição do metal
base.
Proteção: Cabines de solda e protetores em couro: luvas, avental, mangote, perneira e calçado de
segurança.
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Perigos de Ordem Elétrica: O perigo de eletrocussão no processo de solda elétrica praticamente não
existirá se a peça a ser soldada estiver ligada ao pólo de retorno e tomar o cuidado de não tocar com as
mãos desprotegidas, ou com luvas molhadas, o porta eletrodo e a parte não isolada ou os cabos
condutores quando mal isolados.
Perigos de Ordem Mecânica: Ao usar eletrodos revestidos, deposita-se sobre o cordão de solda uma
camada de substâncias vitrificadas, conhecidas como escória. Quando, para dar acabamento à soldagem,
o soldador martela a escória, ela se parte, projetando em todas as direções partículas que, se atingirem os
olhos, podem causar lesões graves.
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Perneira de raspa
Avental de raspa
Manga de raspa
Luva de raspa cano longo
Óculos de soldador
Máscara semi-facial – locais com pouca ventilação
APLICAÇÃO
Indicado nas tarefas de alto grau de compactação, a saber: Obras de saneamento, instalações hidráulicas,
elétricas, telefônicas, galerias em geral;
Ideal para lugares confinados, garagens, etc.
INSTALAÇÃO - FUNCIONAMENTO
Antes de funcionar o motor, observar: Se o motor é de 2 ou 4 tempos ( 2 tempos: misturar óleo na
gasolina, 4 tempos: gasolina pura);
Se o nível de óleo do motor está OK;
Se tem gasolina no tanque.
OPERAÇÃO
Após funcionar o motor, acelerá-lo totalmente. Não há necessidade de pressionar a máquina contra o solo,
nem empurrá-la para frente. Estes movimentos ocorrem naturalmente.
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CAMINHÃO BASCULANTE
APLICAÇÃO
Remoção e transporte de entulhos, terra e etc.
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
1 - A caçamba deve ser abaixada imediatamente depois de efetuada a descarga e antes da colocação da
marcha;
2 - Nas entradas ou saídas da obra para a rua, o condutor deve tomar extrema precaução, ser auxilado por
sinais de um operário da obra;
3 - Devem ser respeitadas todas as normas do código de trânsito;
4 - Se por qualquer circunstância tiver que parar na rampa de acesso, o veículo deve ficar freado e
calçado;
5 - Em todo momento devem ser observadas as sinalizações da obra;
6 - As manobras, dentro do canteiro da obra, devem ser feitas de maneira suave e lenta, anunciando com
antecipação as mesmas, auxiliando-se do pessoal de obra e alarme sonoro quando estiver de marcha a ré;
7 - Ninguém deve permanecer nas proximidades do caminhão, no momento em que realizar qualquer tipo
de manobras;
8 - Quando da descarga de material nas proximidades das valas e taludes, deve-se aproximar a uma
distância da borda, maior que a metade da profundidade da vala;
9 - O caminhão basculante só poderá ser operado por motorista habilitado na categoria própria.
Capacete;
Protetor auricular;
Calçado de segurança.
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BOMBA DE CONCRETO PROJETADO
APLICAÇÃO
A bomba de concreto projetado é utilizada para: mistura, restauração, aplicação de chapisco, enchimento,
concretagem, consolidação, projeção de material e em serviços de revestimento. Proporciona excelente
produtividade, acabamento mais uniforme e resistência maior que a obtida através da aplicação manual.
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SISTEMA DE SOLDA OXI-ACETILÊNICO
Sistema utilizado nas frentes de serviço eventualmente e apenas por algumas pessoas qualificadas e
autorizadas, todavia é interessante conhecer os riscos advindos da utilização desse equipamento tão útil,
porém perigoso se não forem tomados os cuidados e as precauções dadas abaixo.
2) RESPONSABILIDADES
Cabe a supervisão instruir aos seus subordinados, quanto ao uso correto das ferramentas manuais,
cabendo-lhe ainda a supervisão quanto à sua conservação.
É de fundamental importância, a participação da área de compras, em cursos sobre ferramentas manuais
para que esta observe que, ao comprar uma ferramenta, não opte apenas pelo preço, mas sim que
observe a interação entre o tripé : Segurança, Qualidade e Custo.
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VIII. FERRAMENTAS PORTÁTEIS
Equipamentos portáteis que podem ser classificados em cinco tipos: manuais, motorizadas (elétricas),
acionadas pôr motor à gasolina, acionadas pôr explosivos (pólvora) e as pneumáticas.
São largamente utilizadas nas empresas tendo também um potencial de rico bastante alto. Cabe salientar
que os fornecedores desse tipo de ferramenta assim como de ferramentas manuais e pneumáticas, na
maioria dos casos ministram cursos de treinamento quanto aos cuidados e conservação das mesmas.
Aqui a supervisão também responsável pela conservação e utilização correta das ferramentas.
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IX. OPERAÇÕES MANUAIS
O Esforço, Levantamento de cargas.
O importante é manter a coluna vertebral em posição reta e, tanto quando possível, vertical.
A pressão exercida é repartida igualmente sobre cada disco.
Posição Correta, Levantar a carga como o faria um atleta:
dorso plano, coluna vertebral reta.
Busto erguido.
De cócoras.
Apanhar a carga o mais perto possível do corpo, com pés debaixo do objeto.
A pressão é repartida por desigual, os discos podem sofrer aperto e deslocamento (hérnia discal).
Posição Errada
A coluna vertebral encurvada (“dorso arredondado”) impõe esforços suplementares durante o
erguimento do corpo. Os acidentes lombais ou vertebrais são devidos essencialmente à
inobservância das regras aqui indicadas.
Carregamento no Ombro ou nas Costas
Aproveitar a velocidade ascensional pelo esforço de levantamento para colocar-se rapidamente
debaixo da carga. (1-2-3)
A elasticidade de uma carga (barra metálica, viga de madeira) pode ser aproveitada para acelerar e
minimizar o esforço.
Em regime de trabalho contínuo, o carregamento de fardos (sacos, por exemplo), tornar-se-á mais
fácil, se for efetuado a partir de uma plataforma instalada à altura conveniente (A).
Para cargas colocadas no chão, recomenda-se o auxílio de um ajudante para evitar fadiga excessiva.
Levantar na frente à extremidade de uma carga comprida (viga, escada, cano) carregada por um só
trabalhador, para garantir uma altura livre da capacidade de um homem. (B). Cuidado nas esquinas e
cruzamentos.
Deslocamento da Carga
51
Aproveitar tanto quanto possível todas as forças que agem sobre uma carga pesada (desequilíbrio,
balanço).
Aproveitar o impulso do corpo e sua ação como contrapeso da massa, para deslocá-la por manobras
sucessivas. (C).
Para manobrar uma peça por tombamento, tombá-la, empurrando na parte superior do lado oposto à
direção do tombamento. Não coloque os dedos na face que ficará encostada no chão, empurre com
as palmas das mãos.
Para deslocar uma peça comprida e pesada por meio de alavancas, coloque corretamente as
mesmas (D).
Rolagem
Quando rolar e dirigir barris, manilhas, etc. tomar cuidado para não prensar as mãos contra paredes,
postes, passagens estreitas e obstáculos diversos. Para evitar este acidente, rolar o cilindro,
colocando as palmas das mãos sobre o mesmo. Se for preciso apanhá-lo depois pelos lados, use
luvas grossas e muito cuidadas (E).
Os mesmos cuidados convêm para cargas colocadas em roletes, para evitar choques e pancadas.
Escolher os equipamentos leves de transporte os mais próprios para a operação a ser executada, e
não sobrecarregá-los.
Em certos casos convém utilizar equipamentos apropriados, por exemplo: carrinho para transporte
de um equipamento de solda oxi-acetilênico.
Um carrinho de mão carregado sempre deve ser empurrado. A carga normal admitida é de 60 Kg.
Em caso algum deve ultrapassar 100 [Link] protetores de mão nos cabos de carrinhos manuais
e similares,como proteção contra golpes.
No deslocamento de tonéis ou equipamentos com carga pesada, recomenda-se a assistência de um
ajudante munido de um calço com cabo, para bloquear, em caso de necessidade, o objeto que pode
tomar velocidade excessiva nas descidas.
52
Plataformas necessárias à execução de trabalhos em lugares elevados, onde não possam ser
executados em condições de segurança a partir do piso. São utilizados em serviços de construção,
reforma, demolição, pintura, limpeza e manutenção.
Figura 01
Carga de trabalho - Entende-se como carga de trabalho o somatório das cargas de materiais,
ferramentas e pessoas sobre o andaime.
Guarda corpo - travessa rígida metálica colocada a uma altura de 1,20m do piso de trabalho, onde
haja risco de quedas de pessoas, abrangendo todo comprimento do andaime, inclusive nas suas
cabeceiras.
Travessão intermediário - travessa rígida metálica colocada a uma altura de 0,70 m do piso de
trabalho, em locais onde haja risco de queda de pessoas, abrangendo todo o comprimento do
andaime, inclusive nas suas cabeceiras.
Rodapé - travessa rígida metálica colocada junto ao piso de trabalho, com altura não inferior a 0,20
m, em locais onde haja risco de queda de materiais, ferramentas ou pequenos equipamentos e/ou
componentes, abrangendo todo o comprimento do andaime, inclusive nas suas cabeceiras.
Cabos de ancoragem - São os cabos de aço destinados a fixação do andaime, torres e outros, à
estrutura do prédio.
Estaiamento (amarração) - Utilização de tirantes, sob determinado ângulo, para fixação dos
montantes da torre dos andaimes apoiados, com vistas a evitar o tombamento da torre em qualquer
sentido.
É uma amarração da torre à estrutura da edificação, de forma a mantê-la rígida e fixa durante a
realização dos serviços.
Estrado - Estrutura plana em geral de madeira com uma espessura mínima de 0,025 m colocada
sobre
a estrutura do andaime, cobrindo toda superfície onde se realizam os trabalhos (Figura 02).
Figura 02
Talabarte - É uma cinta ou corda flexível presa ao anel “D” do cinto de segurança, que é empregada
para ser fixada em uma estrutura.
53
Cinto de Segurança - é um equipamento de segurança essencial em qualquer trabalho em andaimes.
É obrigatório o uso do cinto do tipo pára-quedista, que oferece melhor proteção (figura 03).
CONDIÇÕES NECESSÁRIAS:
Estas instruções se aplicam aos andaimes que servem para auxiliar o desenvolvimento vertical das
construções, bem como aqueles que operam em construções já elevadas para efeito de reparos,
reformas, acabamentos, pinturas, torres de acesso e outros.
Este padrão abrange os andaimes conforme a seguinte classificação:
a) Andaimes simplesmente apoiados
- Fixos
- Móveis
b) Andaimes em balanço
c) Andaimes suspensos mecânicos
- Leves
- Pesados
Os andaimes deverão ser montados por pessoal devidamente treinado para tal.
Cabe ao Encarregado responsável pelo serviço, e no caso de serviço de terceiros também ao
Supervisor da contratada, garantir o cumprimento deste padrão, bem como fiscalizar a realização dos
trabalhos.
54
Os andaimes devem dispor de sistema guarda corpo e rodapé, em todo o perímetro. Quando a face
de trabalho for a faixa da do prédio dispensa-se o guarda corpo nesta face, desde que a distância
entre o andaime e faixa da não ultrapasse 0,25 m, mantendo o rodapé.
É proibida sua ação.
E proibido sobre o piso de trabalho de andaimes, a utilização de escadas e outros meios para se
atingir lugares mais altos.
O acesso ao andaime deve ser feito através de escadas à sua própria estrutura, utilizando sistema
de trava-quedas fixado em ponto independente da estrutura. Durante a montagem e desmontagem
do andaime, quando não for possível o uso do trava-quedas, deverão ser utilizados dois talabartes
do cinto de segurança de modo alternado.
Os montantes dos andaimes devem ser apoiados em sapatas que deverão ter dimensão mínima de
0,20 x 0,20 m e espessura de 6 mm. Em caso do uso de rodízios, estes não poderão ter diâmetro
menor que 130 mm e deverão ser providos de travas.
A movimentação vertical de componentes e acessórios para montagem e desmontagem de
andaimes deve ser feita por meio de cordas ou por sistema próprio de içamento.
Os andaimes móveis somente poderão ser utilizados para trabalho em superfícies planas, e quando
devidamente travados.
Todo trabalho em andaime deverá ser isolado de forma a garantir que:
todo pessoal envolvido com a atividade esteja protegido contra choques por equipamentos móveis e
outras interferências;
Eventuais quedas de objetos ocorram dentro da área isolada.
Guarda Corpo
Diagonal Interna
55
Figura 05 MONTAGEM
Figura 06 MONTAGEM (amarração )
4 metros
Figura 07 PRANCHÃO
56
Figura 08 ANDAIME SIMPLESMENTE APOIADOS
Cadeira Suspensa
57
Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização
de cadeira suspensa ( balancim individual ).
A sustentação de cadeira deve ser feita por meio de cabo de aço.
A cadeira suspensa deve dispor de:
a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança
b) requisitos mínimos de conforto previstos na NR-17 - Ergonomia
c) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto.
O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-
guia independente.
A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis, a
razão social do fabricante, e o número do registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa
Jurídica - CNPJ e o Certificado de Aprovação do MTE.
É proibida a improvisação de cadeira suspensa.
O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do trava-quedas.
ESCADAS
As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de
trabalhadores, respeitando-se a largura mínima de 0,80 m ( oitenta centímetros ), devendo ter pelo
menos a cada 2,90 ( dois metros e noventa centímetros ) de altura um patamar intermediário. Os
patamares intermediários devem ter largura e comprimento, no mínimo, iguais à largura de escada.
A escada de mão deve ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de pequeno porte.
Poderão ter até 7,00 m ( sete metros ) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser
uniforme, variando entre 0,25 m ( vinte e cinco centímetros ) a 0,30 m (trinta centímetros). É proibido
o uso de escada de mão com montante único. É proibido colocar de escada de mão:
RAMPAS E PASSARELAS
As rampas e passarelas provisórias devem ser construídas e mantidas em perfeitas condições de
uso e segurança;
As rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior, não ultrapassando 30° ( trinta
graus ) de inclinação em relação ao piso;
Ara rampas provisórias, com inclinação superior a 18° ( dezoito graus ), devem ser fixadas peças
transversais, espaçadas em 0,40 m ( quarenta centímetros ), no máximo, para apoio dos pés;
Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno;
Os apoios das extremidades das passarelas devem ser dimensionados em função do comprimento
total das mesmas e das cargas a que estarão submetidas.
59
extintores à serem utilizados no canteiro de obras. Há de se ressaltar que conforme o andamento de
referida obra deverão ser revisto tais dimensionamentos em virtude do surgimento de novos riscos
de instalações de novas máquinas.
BRIGADA DE INCÊNDIO
Na obra deverá estar previsto pessoal treinado para o combate à incêndios. Esses funcionários
devem possuir treinamento de reconhecimento dos riscos de incêndio na obra e um treinamento
prático de combate a incêndio que devem ser efetuado em um campo especializado para esta
finalidade. Este treinamento deve-se ser efetuado anualmente pôr todos os membros da brigada.
INSPEÇÃO DE EXTINTOR
Todo extintor deverá ter ficha de controle de inspeção arquivada no almoxarifado da obra ou no
Departamento de Segurança ou na ausência destes, na administração da obra.
Segue ANEXO V - “FICHA DE INSPEÇÃO E FICHA DE MAPEAMENTO DE EXTINTOR”.
Cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto
externo, os lacres, os manômetros quando o extintor for do tipo pressurizado, verificando se o bico e
as válvulas de alívio não estão entupidos.
Cada extintor deve ter uma etiqueta de identificação presa no seu bojo, com data em que foi
carregado, data para recarga e número de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida
convenientemente afim de evitar que esses dados sejam danificados.
Os cilindros de extintores de pressão deverão ser pesados semestralmente. Se a perda do peso for
além de 10% do peso original, deverá ser providenciada a sua recarga.
No canteiro de obras deve ter um mapeamento de extintores de incêndio na obra para fácil
localização em caso de emergência.
60
Refeitório
Acesso aos Vestiários e Sanitários
Serra Circular
Acesso à Administração
XIII. SINALIZAÇÃO
PREMISSAS BÁSICAS
61
O uso de sinalização e da cor nas técnicas prevencionistas, constitui-se num recurso de alta validade,
tanto na proteção dos locais de trabalho, como de pessoal que nele trabalha, ou que adentra, pela primeira
vez àquele recinto, identificando-lhes os riscos e as práticas seguras a serem adotadas.
OBJETIVO
CORES
A codificação de cores adotadas inicialmente pela ABNT nas normas NB/54 e NB/76, foi incorporada à
legislação brasileira sobre Segurança e Medicina do Trabalho, mediante a Portaria do Ministério do
Trabalho No. 3214/78, em sua Norma Regulamentadora Nº. 26 “Cor e Sinalização”.
Assim, associada ao sistema de sinalização preventiva, as cores passaram a ser utilizadas como auxiliar
inegável na disciplina de segurança na empresa.
As cores exercem um fator psicológico bastante forte sobre os indivíduos, provocando excitações ou
pressões, conforme se enquadrem no espectro frio ou quente da tabulação de cores, consoante se tenha:
a) CORES FRIAS: Verde, azul e violeta.
São cores que exercem ação: Introspectiva, refrescante, tranqüilizantes ou repousante.
b)- CORES QUENTES: Amarelo, vermelho, laranja.
São cores que exercem ação: Extropectiva, dinâmica, agressiva ou excitante.
Para efeito de estudo e combinações ideais, as cores costumam ser classificadas em:
a) PRIMÁRIAS:
Verde, Azul e Amarelo
b) SECUNDÁRIAS:
Alaranjado: Vermelho + Amarelo
Verde: Amarelo + Azul
Púrpura: Azul + Vermelho
c)- TERCIÁRIAS:
APLICAÇÕES BÁSICAS
62
NR-26 - Sinalização na Segurança:
Tem pôr objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes,
identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações
empregadas nas indústrias para condução de líquidos e gases, e advertindo contra riscos.
Deverão ser adotadas cores para segurança em obras, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos
existentes. A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes. O
uso de cores deverá ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao
trabalhador.
A identificação em cor, sempre que necessária, especialmente quando em área de trânsito para pessoas
estranhas ao trabalho, será acompanhada dos sinais convencionais ou a identificação pôr palavras.
Gases não Prevenção contra riscos Obstrução ( colunas e vigias ), parte inferior de escadas,
liqüefeitos e práticas inseguras. bordas de plataformas de descarga, placas de
“Cuidado!!!” advertência, corrimãos, parapeitos, bordas
desguarnecidas de abertura ( poço, shaft’s, ventilações),
Amarelo espelhos de degraus de escadas, cavaletes, porteiras e
lanças de cancelas.
63
Vapor Informativos, placas Demarcação de corredores, limites de escada, zonas de
direcional de saída segurança, localização de bebedouros, recipiente de
lixo, direção e circulação, pôr meio de sinais, áreas em
Branco torno dos equipamentos de socorro de urgência, de
combate a incêndio ou outros equipamentos de
emergência, áreas destinadas à armazenagem, zonas de
segurança.
Radiações Radiações, áreas de Recipiente para guardar materiais radioativos
eletromagnéticas manuseio e de
Púrpura penetrantes de armazenagem de
partículas materiais
nucleares
Gases liqüefeitos e Avisos (Óleo diesel, gasolina, querosene, óleo lubrificante,
Alumínio combustíveis de etc...).
baixa viscosidade
Inflamáveis e Poderá ser substituído Avisos (Óleo lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão,
combustíveis de alta pelo branco, ou piche, etc...).
Preto viscosidade combinado a este quando
condições especiais o
exigirem
Inflamáveis e Refinarias de petróleo poderão utilizar para a identificação de
Lilás combustíveis de alta lubrificantes.
viscosidade
Cinza Vácuo
Claro
Cinza Eletrodutos
Escuro
Qualquer fluido não
Marrom identificável pelas
demais cores.
A uniformidade dos sinais e avisos é muito importante, não só para que os operários de visão normal
possam se familiarizar com as mensagens que são transmitidas, como também para aqueles daltônicos,
ou que não sabem ler.
1) TIPOS DE SINALIZAÇÃO
Assim, os sinais de prevenção de acidentes devem ser uniformes, e adaptados ao seguinte sistema:
SINALIZAÇÃO DE PERIGO: para sinalizar perigos específicos ;
SINALIZAÇÃO DE PRECAUÇÃO : para identificar práticas inseguras;
SINALIZAÇÃO DE INSTRUÇÃO : informação sobre práticas seguras;
SINALIZAÇÃO DIRECIONAL : indicação de escadas, saídas e outras situações ;
SINALIZAÇÃO INFORMATIVA: para mensagens de natureza geral.
2) QUALIDADE DA SINALIZAÇÃO:
Sinalização de Perigo:
64
Terá um fundo branco, sobre o qual aparecerá um oval de cor vermelha, dentro de um retângulo
preto. o ovalvermelho apresenta um contorno em cor branca, e terá no seu interior a palavra PERIGO,
grafada em branco;
Sinalização de Precaução:
Compõe-se de um fundo amarelo, sobre o qual aparecerá um retângulo em preto e dentro do qual se
insere a palavra ATENÇÃO, grafada em amarelo;
Sinalização de Instrução:
Constitui-se de um fundo brando, sobre o qual aparecerá um retângulo em verde, dentro do qual se
insere a palavra PENSE, SEGURANÇA ou outra, grafada em branco;
Sinalização Direcional:
Terá um fundo branco, com cera branca sobre um retângulo preto. A mensagem será grafada com
letras pretas, em fundo branco;
Sinalização Informativa:
Compõe-se de um retângulo azul, sobre fundo branco, dentro do qual é grafada a palavra AVISO em
cor branca.
NOTA: Em todos os casos, a mensagem será grafada em cor preta.
MODELOS
Etiquetas de Advertência:
São adesivos ou cartões, afixado sem equipamentos, cilindros, tambores, veículos, etc., com mensagem
desejada.
Pictogramas;
São adesivos contendo símbolos de equipamentos específicos, colados em cartelas ou nas próprias
instalações que as queira identificar os riscos ou medidas de segurança.
Placas:
São chapas de material resistente a deformações, como alumínio, PVC, polietireno, acrílico, etc.,
impressas de uma ou ambas as faces, com símbolos ou sinais ou logotipos ou mensagens convenientes.
Cavaletes:
São estruturas de madeira, com acabamento e pintura em cores amarelo e preta, alem de faixas refletivas,
pois a via de regra são usadas para sinalização de trânsito, neles pode-se afixar uma placa com a
mensagem de advertência desejada.
Biombos / Correntes:
Idealizados outros sistemas para o balizamento de locais d trabalho, permanentes ou temporários.
Outros:
Existem outros sistemas de sinalização, tais como cones, “pilotos” ou postes, baldes iluminados e demais,
concebidos, conforme a imaginação e/ou criatividade do profissional.
FAIXAS:
A fim de demarcar áreas de armazenamento, corredores, passagens d veículos, área sob equipamentos
de combate a incêndio, equipamentos de primeiros socorros, utiliza-se sinalização horizontal, pôr meio de
faixas pintadas no piso, ou fitas adesivas de vinil reforçado, de alta resistência ao atrito e abrasão, ou
ainda “tachas” refletivas ( olho de gato ).
As faixas podem ter 5 ou10 cm de largura, nas cores branco ou amarelo, conforme o que se pretenda
sinalizar.
BRANCO: Demarcação de corredores, limites de escadas, zonas de segurança e locais de
armazenamento ( tipo “AVISO”).
AMARELO: De marcação d riscos após ou além daquele limite ( tipo “ATENÇÃO”).
65
Toda a área interna da obra deverá ser sinalizada com avisos e cartazes, informando sobre RISCOS,
ATENÇÃO E AVISOS. Ficará a cargo do Departamento de Segurança que irá orientar tecnicamente qual o
local e a melhor forma de sinalização, observando também o mapa de risco da obra.
A administração da obra deverá providenciar as placas e cartazes educativos para cada local, como por
exemplo:
66
Evite que bolsos de calças fiquem abertos ou expostos. Use calças sem bainha e, em caso de
existência da mesma, dobre-a para dentro;
Nunca use fósforos nos bolsos quando estiver soldando. Para acender o maçarico, use isqueiros
especiais, com cabo bem longo;
Mantenha materiais inflamáveis fora da seção de soldas;
Evite a chama de direção dos cilindros, geradores ou mangueiras;
Mantenha o local de trabalho bem ventilada. O gás acetileno é tóxico.
EMPREGO
OS EPI’s são empregados, rotineira ou excepcionalmente, em quatro principais circunstâncias, a saber:
1 - Quando o trabalhador se expõe diretamente a riscos não controláveis pôr outros meios
técnicos de segurança. Exemplos: uso de óculos protetores, máscaras e outros EPI’s, em operações
com aparelhos de solda; uso dos devidos EPI’s para manipulações de produtos químicos, etc.;
2 - Quando o trabalhador se expõe a riscos apenas parcialmente controlados por outros recursos
técnicos. Exemplo: uso de óculos adequados em operações de esmerilhamento, mesmo que a máquina
disponha dos demais meios convencionais de segurança; uso de máscara respiratória apropriada em
cabina de pintura, mesmo provida de ventilação;
3 Em casos de emergência; ou seja, quando a rotina do trabalho é quebrada pôr qualquer
anormalidade, exigindo o uso de proteção complementar e temporária pêlos trabalhadores
envolvidos. Exemplos: uso de máscaras respiratórias apropriadas para entrada em compartimentos com
dispersão de contaminantes no ar , ou para reparos de vazamentos de contaminantes; uso de luvas
adequadas para manuseio de peças agressivas durante a interrupção do transporte mecânico; etc....
4 - A título precário, em período de instalação, reparos ou substituição dos meios que impedem o
contato do trabalhador com o produto ou fator de risco. Exemplos: uso de protetor facial e outros EPI’s
adequados, enquanto não se isola uma determinada fonte de calor radiante ; uso de luvas de amianto para
manipulação de peças quentes enquanto não se dispõem de equipamento para esse manuseio; etc.
Em suma, são empregados, na maioria dos casos, quando recursos de ordem geral não são aplicáveis ou
não se encontram disponíveis para a neutralização de riscos que comprometam a segurança e a saúde do
trabalhador.
CIRCUNSTÂNCIAS
Os EPI’s devem ser aplicados como último recurso de proteção do funcionário. A Norma Regulamentadora
NR-06 prevê que as empresas são obrigadas a fornecer gratuitamente os equipamentos de proteção
individual adequados aos riscos e em perfeito estado de conservação e funcionamento, quando ocorrem
as seguintes circunstâncias:
67
I. Quando medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa
proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou doenças profissionais e do trabalho ( pôr exemplo,
o manuseio de produtos químicos ).
II. Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas ( pôr exemplo, a utilização de
máscaras contra poeira enquanto um sistema de exaustão está sendo construído).
III. Para atender a situações de emergências ( pôr exemplo, o uso de máscaras respiratórias durante o
conserto de um vazamento de contaminantes )
A NR-06 prevê ainda que todo equipamento de proteção individual deve possuir o Certificado de
Aprovação ( CA ), expedido pelo Ministério do Trabalho e da Administração, cujo número deve ir gravado
no equipamento.
2) Avaliação do risco constatado: determinar a intensidade e/ou extensão do risco, quanto às possíveis
conseqüências para o trabalhador, e com que freqüência ele se expões ao risco e quantos estão sujeitos
aos mesmos perigos. (Avaliação da exposição). Dessa forma, a avaliação do risco se compõe: avaliação
do fator de risco (condição ambiental ou operacional) e avaliação da exposição ( forma e freqüência do
contato entre o fator e o receptor, isto é, o trabalhador);
3) Indicação do EPI apropriado: indicar o EPI com base nos resultados previamente obtidos. Ou baseado
nos mesmos resultados, efetuar testes e escolher, entre vários EPI’s, o mais aconselhável para a solução
do problema que se tem pela frente. Nem sempre porém, o profissional terá condições de, sozinho, chegar
ao melhor resultado. Nem é necessário que a identificação do perigo seja sempre feita pôr ele. O
supervisor da área, o membro da CIPA, uma lesão sofrida pelo trabalhador, etc., podem identificar um
perigo.
Cabe ao profissional especializado, no entanto, avaliar o risco, ou procurar meios de avaliá-lo, recorrendo
à experiência de outros profissionais ou serviços especializados dos quais possa dispor.
Quem especifica um EPI responde civil e criminalmente pôr seu desempenho, pôr isso esta tarefa
deve ser confiada a um profissional especializado.
Para indicar o EPI adequado, o profissional deve contar com seus conhecimentos e recursos próprios, com
a assistência dos fabricantes e com literatura especializada.
68
Como todos os manuais, este quadro a seguir é um guia prático, para consultas rápidas, que muito poderá
beneficiar os profissionais na seleção do EPI correto para solução dos problemas de proteção individual
no trabalho.
XV. EPI’S
DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICA UTILIZAÇÃO CONSERVAÇÃO
- Proteção aos pés e pernas. - Usados durante os trabalhos - Evitar cortes e perfurações,
botas - Para atividades em locais em locais úmidos / verificando sempre o desgaste do solado
impermeáveis de pvc úmidos ou em contato inundados. Ex.: trabalhos em anti-derrapante.
( cano médio sem seqüente com concreto lama, concretagem.
palmilha de aço )
botas - Proteção aos pés pernas - Usadas para atividades em - Evitar cortes e perfurações verificando
impermeáveis de pvc ( até a virilha), locais onde o nível de água sempre o desgaste do solado anti-
sem palmilha de aço, - Atividades em locais for até a altura dos joelhos. derrapante.
canos alto onde o nível de água for
até a altura do joelho.
São confeccionadas sem
PVC injetado, com
solado anti-derrapante.
As botas são forradas
internamente com malha
de náilon, sendo
disponíveis nos tamanhos
38 à 44.
calçado de egurança - Prot. dos pés e - Usados pôr todos - O calçdo deve estar sempre limpo e
com biqueira e com principalmente dos funcionários no canteiro de engraxado para manter o couro macio,
palmilha de aço artelhos, contra queda de obras. principalmente quando submetido à
material/ objetos pesados. umidade constante
- São confeccionados
com solado anti-
derrapante, de borracha
ou PVC.
- A biqueira é confec. em
aço carbono 1045,
estampado a frio e
temperado, com
espessura de 1,5 mm.
- Couro é em vaqueta
lisa, curtido ao cromo
com espessura de 1,7
mm.
69
Capa impermeável de - Proteção dos - Para serviços que - Guardar em armário quando estiver
funcionários contra a necessitem ser feito sob a seca.
chuva. chuva. - Conservar sempre limpa e isenta de
-É confeccionada em graxa, óleo e evitar o contato com
material cortante ou pontiagudo.
laminado de PVC de 0,15
mm, soldado
eletronicamente ou
chuva costurado, possuindo
botões de pressão ou
botões convencionais e
capuz.
Colete refletivo - Proteção nos trabalhos - Utilizado quando em - Conservar sempre limpo para permitir
em leito carroçáveis e trabalhos em vias pública. boa visualização do usuário,
vias, contra riscos de principalmente à noite.
atropelamento e acidentes
com veículos.
- É confeccionado em
tecido plastificado na cor
laranja, onde são
aplicadas listras brancas
refletidas utilizado pôr
trabalhadores que
auxiliam manobras de
veículos para acesso dos
mesmos aos canteiros.
Cinturão de gurança - Poteção do funcionário - Trabalhos desenvolvidos em - Guardar adequadamente, evitar dobras
Tipo Pára-quedista contra queda, quando altura, onde existirem riscos e contatos com produtos químicos
desenvolve trabalhos em de queda de funcionário. (ácidos)
altura. cortantes ou abrasivos
- É fabricado em cadarço
de náilon com 50 mm. de
largura, fivela de pressão
sem pino, com ponteira
de aço, suspensório com
uma argola de aço forjado
no dorso, com corda de
mosquetão em aço
forjado em cada
extremidade.
Luvas de PVC com - Proteção dos - Utilizado quando da - Quando manipular ácidos
forro e punho 35 cm funcionários contra manipulação de produtos desengraxantes, enxaguá-las
produtos químicos químicos tais como: ácidos, convenientemente. Após utilizá-las em
agressivos, tais como: desengraxantes, óleos, graxas, óleos, devem ser lavadas com
graxas, rejuntamentos, etc. água morna de detergente.
ácidos, solventes, etc.
- É confeccionada em
PVC, com forro interno
de malha fina , e palma
áspera p. aderência.
70
Luva de PVC com forro - Proteção dos contra - Utilizada quando da - Após a manipulação ácidos,
e punho 60 cm produtos químicos manipulação de produtos desengraxantes, enxaguá-las com água
agressivos, tais como: químicos, tais como: corrente e se utilizá-las em óleos ou
ácidos, desengraxantes, desengraxantes, ácidos, graxas, lavar com água morna que
graxas, óleos, na lavagem de contenha detergente.
etc.
peças e envernizamento a
- É confeccionada em quente
PVC, com forro interno
de malha fina para dar
maior resistência
mecânica, e palma áspera
para maior aderência.
- Pode ser utilizada em
imersão em líquidos
quentes até 90° C, desde
que o banho seja em
período curto
Luvas de PVC sem - Proteção das mãos e - Utilizado manusearem - Após utilizar ácidos, enxaguá-las em
forro e punho de 45 cm. antebraço dos produtos químicos, ácidos, água corrente e se usar em graxas, óleos,
funcionários, contra graxa, óleos, na lavagem de enxaguá-las em água morna contendo
produtos químicos peças e manutenção de detergente.
bombas de esgoto. - Evitar peças com bordas cortantes e
agressivo, tais como:
abrasivas
ácidos, solventes, etc.
-É confeccionada em
PVC liso, sem forro para
permitir maior
maleabilidade e tato.
- Possui virola nos
punhos para impedir que
o produto manipulado
escorra diretamente pelo
braço.
Filtro para proteção - Proteção das vias - Utilizado em ambiente - Deve ser mantido acoplado ao
respiratória contra respiratórias dos usuários, com presença de poeiras, respirador, que pôr sua vez deve ser
poeiras inerentes contra poeiras inertes. cuja concentração seja guardado longe de umidade.
- É um filtro de encaixe prejudicial à saúde ou que
71
utilizado nos respiradores seja esconfortável para o
semi-faciais ( tipo trabalho.
Combitox) e faciais ( tipo - Possui setas indicativas,
panorâmico) filtro, devendo as mesmas
estarem voltadas para o
usuário.
Proteção Facial - Proteção conjunta da - Utilizado em serviços com - Manter e evitar danificação no visor
cabeça e dos olhos dos riscos de projeções de acrílico e na carneira.
funcionários. quaisquer tipos de partículas
- Possui um visor sobre o rosto do funcionário
panorâmico em acrílico,
basculante, fixado à
carneira reguláveis, para
facilitar a fixação na
cabeça.
Protetor facial acoplado - Proteção conjunta da - Utilizado em trabalhos que - Evitar danos no casco e carneira do
ao capacete cabeça e dos olhos do ofereçam riscos de projeção capacete e principalmente no visor
usuário. de partículas na face e acrílico.
- Possui um visor cabeça.
panorâmico em acrílico,
basculante, fixado à parte
traseira do capacete.
Protetor auricular tipo - Proteção para ambientes - Usado em trabalhos ou - Manter sempre limpo para boa higiene
concha (abafador de onde os níveis de ruído ambientes onde o nível do e conforto.
ruído) são prejudiciais a saúde, ruído esteja acima dos limites - Solicitar à Área de Segurança a
ou seja, acima dos limites de tolerância fixados pela substituição para higienização mensal
Norma Regulamentadora n° ou de acordo com a periodicidade da
de tolerância.
15 da Port. 3214/78 do utilização.
[Link] Trabalho.
Capacete de segurança - É um dispositivo rígido, - Utilizado nas atividades - Manter limpo e evitar danos, tanto no
½ aba fixado à parte superior da onde houver risco de queda casco como na carneira.
cabeça, através de uma de materiais sobre a cabeça.
suspensão ajustável.
72
- O casco é
confeccionado em
material plástico rígido,
de alta resistência à
penetração e impacto.
- Possui suspensão, que é
a armação interna
constituída de carneira e
coroa, que servem para o
ajudante, a acomodação
circular à cabeça e o
amortecimento de
impactos,
respectivamente
SUSPENSÃO PARA - É a armação interna do - É parte integrante e - Deverá permanecer fixado ao
CAPACETE capacete, que o mantém essencial do capacete de capacete, isento de umidade, poeira,
(carneira) na devida posição sobre a segurança para proteção da graxas e solventes.
cabeça, sendo constituído cabeça, fazendo o
amortecimento do impacto.
pôr carneira e coroa.
- Possui também tira
absorvente de suor e tira
de nuca ligada à carneira.
ÓCULOS DE É utilizado para a - Utilizado nos trabalhos em - Deverá ser guardado em seu estojo,
SEGURANÇA proteção do globo ocular que houver riscos de para evitar que as lentes sejam riscadas
CONTRA IMPACTO contra a projeção de projeções de partículas ou danificadas.
material sólidos e volantes sólidas. - Caso as lentes fiquem sujas com
Ex.: Operação das máquinas graxas ou óleos, deverão ser lavadas
perfurantes.
operatrizes, trabalhos de com detergente ou sabão neutro.
- Possui protetores apicoamento de concreto, etc.
laterais em tela de aço
inoxidável, para maior
segurança ao usuário.
- As lentes são de vidro
ótico endurecido contra
altos impactos e armação
dos óculos é
confeccionada de acetato
de celulose ou náilon,
com reforço interno de
metal não ferrosos ( ex.
cobre)
CONTROLE
Alem da fiscalização e do treinamento dos funcionários, o fornecimento de equipamentos de proteção
individual deve necessariamente ser acompanhado de efetivo controle.
73
Para documentação da Administração da obra, é necessário que tenha-se preenchido o Temo de
Compromisso de Recebimento de EPI com devida assinatura, sempre que um novo funcionário for
integrado, tendo recebido treinamento admissional e ciente das Regras Básicas de Segurança da
empresa. Toda vez que o funcionário receba um novo equipamento, o Termo deverá ser atualizado.
Este termo, deve estar guardado no prontuário do funcionário e deverá ser arquivado durante 20 anos.
ANEXO III
OBRA :
74
TERMO DE RESPONSÁBILIDADE E ENTREGA DOS
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (E.P.I.)
NOME:
CARGO: Nº DE R.G.
DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO
Declaro para todos os fins de direito que recebi gratuitamente, após Base Legal:
orientação de uso e aplicação os Equipamentos de Proteção Individual NR 1 (aprovada pela portaria MTb 3214, de 08/06/78):
– EPIs abaixo descritos, os quais me comprometo a utilizar durante a Item 1.8 - Cabe ao empregado:
realização de minhas atividades. a) Cumprir disposições legais e regulamentares sobre segurança e
Declaro, ainda, ter ciência de que: medicina do trabalho inclusive de ordens de Serviço expedidas pelo
a) Os EPIs deverão ser utilizados, unicamente para a finalidade a empregador;
qual se destinam; b) Usar EPI fornecido pelo empregador;
b) Qualquer alteração que os tornem parcial ou totalmente c) Submeter-se aos exames médicos previstos nas NR; e
inadequados para uso deverá ser por mim comunicado. d) Colaborar com a empresa na aplicação das NR.
c) A Falta do uso, por mim, dos EPIs fornecidos pela Provence NR 6 (aprovada pela portaria MTb nº 3214, de 08/06/78):
Construtora Ltda,constitui ato faltoso sujeito às sanções Item 6.7.1 – Cabe ao empregado quanto ao EPI:
disciplinares previstas na legislação e no Regulamento Interno, a) Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
aplicáveis ao assunto, inclusive à demissão por justa causa.
d) Responsabilizar-me-ei, integralmente, pela guarda e conservação b) Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
dos EPIs que me forem entregues. Em caso de perda ou extravio c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio
ou inutilização proposital comprometo-me a ressarcir a empresa para uso; e
conforme previsto no parágrafo 1º do artigo 462 da CLT, d) Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
inclusive no que couber a título de indenização por rescisão de Finalmente, declaro que estou de acordo com todos os termos
contrato de trabalho, a importância correspondente ao valor do presentes, razão pela qual assino, nesta data, por livre e espontânea
material. vontade.
Data____/_____/_____
_____________________________
Assinatura do funcionário
FRENTE
Continuação F. 02 – Ficha de E.P.I – Colaborador:
FOLHA. 02 VERSO
Verso
ANEXO IV
75
TABELA DE EPI
EPI
BOTINA DE SEGURANÇA
PROTETOR AURICULAR
MASCARA DE SOLDA
CREME PROTETIVO
PROTETOR FACIAL
MANGA DE COURO
SAPATO FECHADO
PERNEIRA COURO
MASCARA FILTRO
LUVA DE RASPA
OCULOS SEG.
Luva de Latex
BOTINA PVC
capacete
FUNÇÃO
ARQUITETO x x x x
ENGENHEIRO CIVIL x x x x
ENGENHIRO DE SEGURANÇA x x x x
TÉ[Link] EDIFICAÇÕES x x x x x
TÉ[Link] SEG. DO TRABALHO x x x x x
MESTRE DE OBRAS x x x x
ALMOXARIFE x x x x
APONTADOR x x x x
ELETRICISTA x x x x x x
CARPINTEIRO x x x x x x x x
ARMADOR x x x x x x x
PEDREIRO x x x x x x x x x x
ENCANADOR x x x x x x x x
SERRALHEIRO x x x x x x x x x x x x x
SOLDADOR x x x x x x x x x x x x x
PINTOR x x x x x x x x
AJUDANTE GERAL x x x x x x x
AJUDANTE DE ELETRICISTA x x x x x
VISITANTES X X X X
76
ALMOXARIFADO
Sua localização deverá privilegiar uma fácil distribuição dos materiais bem como possibilitar um fácil
acesso do material que chega na obra. Para tanto, e também considerando as questões de
segurança , o Engenheiro da obra deverá projetar o almoxarifado próximo às áreas dos escritórios da
administração da obra ( quando possível );
Suas dimensões deverão ser suficientes para garantir a guarda de no mínimo todas as ferramentas,
equipamentos de pequeno porte e pequenos materiais; durante todo período de execução da obra
deverão ser previstas, junto ao almoxarifado, áreas para o armazenamento dos materiais de maior
porte, que deverão atender as necessidades técnicas para estocagem de cada material e também
permitir o controle e técnicas para estocagem de cada material e também permitir o controle e
acompanhamento pôr parte do almoxarife. Tais áreas deverão ser fechadas, restringindo-se o
acesso de pessoas não autorizadas;
Para sua melhor organização interna, todo almoxarifado deverá ser provido de prateleiras com
indicação frontal dos respectivos materiais;
Poderá ter uma porta de acesso, do tipo balcão, com altura de 1,20 m, podendo ainda possuir
ventilação suficiente ( pelo menos 30 cm da parte superior de uma das laterais, fechada com tela);
Deverá ser previsto uma boa iluminação interna.
O mobiliário deverá ser composto de: uma mesa, duas cadeiras, um arquivo para pastas suspensas,
placa padrão de controle de ferramentas e equipamentos e quando das chaves dos ambientes e
salas sob supervisão do almoxarifado;
O almoxarifado deverá ter lixeiras plásticas ou de madeira, colocadas em local visível e sinalizado,
com tampa e capacidade para armazenar sacos plásticos de 100 litros;
O depósito de cimento, cal e argamassas deverá ser construído o mais próximo possível do local de
utilização principal ou do elevador de cargas, devendo ser protegido contra intempéries, possuir um
estrado construído com tábuas e ter um único acesso através de uma porta fechada com cadeado,
sob supervisão do almoxarife;
Estocagem de Materiais
Dica : Depois de escolher cuidadosamente o local de estocagem:
Preparar uma base em nível, em solo resistente.
Construir um piso arejado, para isolar do solo os materiais sensíveis à umidade.
Tábuas e Caibros
78
VESTIÁRIOS
O canteiro de obra deverá possuir um vestiário para a troca de roupas dos operários que não estão
alojados;
Deverá ser construído em alvenaria ou em chapa de compensado resinado de 6 mm, com piso em
concreto ou cimentado com acabamento alisado e lavável, mas não escorregadio, devendo se
dimensionado considerando-se uma área mínima de circulação de 1,00 m² por operário incluindo
armário e área de circulação;
Deverão possuir iluminação natural ( quando possível ) e/ou artificial com lâmpadas fluorescentes,
além de uma área de ventilação de 1/10 da área total do piso;
Deverá também possuir um armário de aço individual para cada operário com dimensões mínimas de
0,50 m x 0,40 m x 0,80 m, com porta cadeados para fechamento. O cadeado deverá ser fornecido
pelo próprio funcionário;
Deverá ser provido de uma lixeira plástica ou de madeira, com tampa e capacidade para armazenar
sacos plásticos de 100 litros.
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
Entende-se como instalações sanitárias o local destinado ao asseio corporal e/ou ao atendimento
das necessidades fisiológicas de excreção. É proibida a utilização das instalações sanitárias para
outros fins.
O canteiro de Obras deverá possuir instalações sanitárias dimensionadas para todos os operários,
alojados ou não, inclusive os de prestações de serviços e sub-empreiteiros;
Deverão ser construídos de forma a ter suas paredes revestidas de material impermeável ou azulejos
derrapante, devendo ser dimensionado considerando-se um conjunto de lavatórios, vaso sanitário
e mictório para cada vinte operários ou fração no pico máximo da obra, além de um chuveiro
elétrico para cada dez operários ou fração;
As instalações deverão ser providas de iluminação natural ou artificial com lâmpadas fluorescentes e
ventilação com área mínima de 1/10 da área do piso;
Poderão ser utilizados “containers sanitários, desde que atendam as proporções exigidas por norma,
conforme indicado acima;
Caso não se utilize “containers sanitários”, as instalações deverão ser executadas da seguinte forma.
1 - VASO SANITÁRIO
As bacias devem ser sifonadas ou do tipo bacia turca, dotadas de caixas plásticas externas de descarga,
ou válvula automática;
Deverão ser instaladas em compartimentos individuais com área mínima de 1,00 m², divisórias com altura
mínima de 1,80 m, dotada de porta com trinco pelo lado interno e com cestos plásticos de lixo com tampa
e sendo obrigatório o fornecimento de papel higiênico.
CHUVEIROS:
Piso dos locais onde foram instalados os chuveiros deverá ser anti-derrapante ou provido de
estrados de madeira/plástico;
Deverá ser prevista a locação em cada chuveiro de uma saboneteira além de cabides que sirvam a
todos os chuveiros;
79
A distância entre dois chuveiros deverá ser de no mínimo 0,80 m e deverão possuir registros
individuais para seu funcionamento;
Os chuveiros deverão ser elétricos, tipo ducha e aterrados;
O uso dos chuveiros poderá ser utilizada por turnos.
MICTÓRIOS:
Os mictórios deverão ser do tipo individuais de louça ou do tipo calha ( coletivo);
Deverão ter, quando forem coletivos, revestimento interno impermeável e lavável, ficar a uma altura
máxima de 0,50 m do piso e ser provido de descarga automática;
Deverá ser ligado diretamente à rede de esgoto ou a fossa séptica, com interposição de sifões
hidráulicos.
LAVATÓRIOS:
Os lavatórios poderão também ser do tipo calha (coletivo) ou d tipo individual de louça;
Deverão possuir torneiras de metal e ficar a uma altura máxima de 0,90 m do piso.
As instalações sanitárias deverão ser lavadas diariamente com desinfetante.
OBS.: Com opção quando necessário, também poderão ser locados módulos sanitários individuais do tipo
“banheiro químico”.
REFEITÓRIOS:
Independente do número de funcionários e da existência ou não de cozinha, o canteiro de obra, deverá
possuir um refeitório para a utilização dos operários da Provence Cosntrutora Ltda, e de todos os demais
prestadores de serviços ou sub-empreiteiros;
Deverá ser construído em alvenaria ou em chapa de compensado resinado de 6 mm, com piso em
concreto com acabamento alisado e lavável mas não escorregadio, devendo ser dimensionado para
garantir o atendimento de todos os operários no horário de refeições, sendo que este horário poderá
ser divido em turnos;
Deverá ser provido de água potável, filtrada e fresca, para trabalhadores, pôr meio de bebedouro de
jato inclinado ou outro dispositivo equivalente, sendo proibido o uso de copos coletivos;
Não deverá comunicar-se com locais de trabalho, insalubre ou instalações sanitárias;
O refeitório deverá ter ainda:
Ventilação suficiente para arejar todo o ambiente;
Iluminação suficiente e bem distribuída;
Mesas coletivas com tampo em madeira revestidas com plástico tipo individual, podendo ter
acabamento com toalha plástica;
Refeitório deverá ser limpo diariamente e lavado, no mínimo, uma vez por semana;
Aquecedor de marmitas ( quantas forem necessárias para atender a demanda);
Não se deve permitir o preparo, aquecimento ou tomar refeições fora do refeitório.
ESCRITÓRIOS
Projeto de implantação dos escritórios no canteiro de obras deverá considerar a instalação em local
de fácil acesso;
Deverá ser construído em alvenaria ou em chapa de compensado resinado de 6 mm de espessura,
com piso em cimento com acabamento alisado e lavável mas não escorregadio. Deverá ser
dimensionado considerando-se uma área de 4,00 m² pôr pessoa, incluindo mesa de trabalho,
arquivos, área de circulação, etc.;
A estrutura do telhado deverá ser de madeira coberta com telhas onduladas de fibrocimento ( 5 mm);
Sob o telhado de fibrocimento prever um forro de placas compensadas resinadas de 6 mm;
Deverão possuir iluminação com lâmpadas fluorescentes além de uma área de ventilação de 1/10 da
área total do piso;
Deverão prever dependências para os seguintes profissionais de obra, quando forem necessários:
Engenheiro residente;
80
Estagiário;
Encarregado Administrativo;
Mestre de Obras;
Banheiro.
De preferência o escritório deverá ser compartilhado em salas divididas de chapas de compensado
resinado de 6mm, devendo as salas do Engenheiro de obra, do Encarregado Administrativo e do Mestre
de obras devem ter vista para o canteiro de obras;
As salas de escritório deverão ter no mínimo o seguinte mobiliário:
Mesa de trabalho com gavetas;
Arquivo de aço para pastas suspensas;
Prateleiras de aço ou de madeira para arquivo de documentos;
Poderão ser utilizados ( containers para escritório ) quando identificadas dificuldades na
implantação de área para escritório, pôr limitação de espaço físico ou dificuldade pela
necessidade de remanejamentos periódicos;
Cesto plástico/madeira para lixo;
Prateleiras para colocação de caixas-arquivos com plantas da obra ( arquitetura, formas,
hidráulica, elétrica, etc. );
De preferência os escritórios não deverão ficar contíguos às áreas de alojamentos, vestiários, sanitários e
refeitórios.
Optando-se pôr um sistema automatizado, ou seja, vídeo porteiro eletrônico com fechadura elétrica para
eliminação do vigia, manter os capacetes, crachás para visitantes e livro de visitas, na portaria.
COMUNICAÇÃO INTERNA
Podem-se prever instalações de um sistema tipo interfone, interligando os seguintes pontos:
Sala do Engenheiro;
Administração;
Almoxarifado / Apontador;
Este sistema permitirá comunicação tanto interna, como externa;
Deve-se prever equipamento de rádio intercomunicador nos seguintes casos:
Mestre de Obras;
Engenheiro;
Administração; Etc.
AMBULATÓRIO
Obrigatório quando se tratar de frentes de trabalho com 50 ( cinqüenta ) ou mais trabalhadores;
O ambulatório, pode-se compartilhar juntamente com a sala do Técnico de Segurança do Trabalho,
ou em outro local que o Engenheiro da obra indicar mais apropriado onde deverá conter uma caixa
com equipamentos de primeiros socorros ( básico ) e remédios;
XVII. TREINAMENTO
INTRODUÇÃO
NR-18, Item 18.28.1: “Todos os empregados devem receber treinamento admissional e periódico,
visando a garantir a execução de suas atividades com segurança”.
O desenvolvimento sistemático do padrão de atitude, conhecimento, habilidade, conduta requerido para
que um indivíduo desempenhe de forma adequada uma determinada atividade ou serviço. Esta coligado
freqüentemente a uma educação adicional. Por isso torna-se cada vez mais comum o uso da experiência
da aprendizagem para integrar o conceito de treinamento e educação.
ATRIBUIÇÕES DO TREINAMENTO
O treinamento admissional deve ter carga horária mínima de 06 ( seis ) horas, ser ministrado dentro do
horário de trabalho, antes de o trabalhador iniciar suas atividades, constando de:
81
Informações sobre as Condições e Meio Ambiente de Trabalho;
Riscos inerentes a sua função;
Uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI;
Informações sobre os Equipamentos de Proteção coletiva - EPC, existentes nos canteiros de obra.
INTEGRAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS
Sempre que um novo funcionário ou uma nova empreiteira iniciar seus serviços, o Encarregado
Administrativo da Obra deve constatar o Responsável pelo Departamento de Segurança para que seja
feito o treinamento básico com o novo funcionário.
Caso tal procedimento não seja possível o novo funcionário deverá no mínimo assistir a um Filme sobre
Segurança para que se dê seqüência aos demais trabalhos.
ANEXO V
REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA
Não será permitida a permanência de funcionários sem o devido registro em carteira.
A documentação funcional necessária a comprovar o item acima deverá estar acompanhando o operário, ou ser
enviada a obra antecipadamente.
82
Não será permitido o trabalho sem que os funcionários estejam devidamente uniformizados e munidos de crachá.
O uso do capacete de segurança é obrigatório dentro das dependências da obra.
O uso do elevador de carga é terminantemente proibido pôr qualquer funcionário de empreiteira contratado para esta
obra.
Somente será permitido esquentar marmitas e tomar refeições dentro do refeitório.
Em serviços com altura superior a 2,00 metros ou onde existia risco de queda de pessoas, será obrigatório o uso de
cinto de segurança tipo pára-quedista.
O uso da área de lazer será permitido dentro dos horários definidos pela Adm. da obra.
A serra circular é d uso exclusivo de funcionários autorizados pela Administração da obra.
As instalações sanitárias devem ser mantidas limpas.
Máquinas, equipamentos, extensões, iluminações provisórias, etc. somente podem ser ligadas através de plug’s,
devendo também seus cabos elétricos estar em perfeito estado de conservação.
O uso de outros Equipamentos de Proteção Individual que se fizerem necessários de acordo com o trabalho,
realizado serão de uso obrigatório.
Caso existia alguma dúvida no entendimento destas regras, procure o Encarregado Administrativo da Obra.
Funcionários que desenvolvam serviços em andaimes suspensos deverão ter treinamento específico com o
Departamento de Segurança da empresa.
Todos os funcionários em serviço neste canteiro de obras devem manter um comportamento respeitoso para todas as
pessoas que trabalham.
A empresa Provence Construtora Ltda, se reserva o direito de afastar todo e qualquer funcionário que não cumpra as
devidas Regras Básicas de Segurança acima mencionadas.
Não é permitida a saída de qualquer funcionário do canteiro de obras durante o horário de serviço salvo com
autorização expressa do Enc. Adm. da obra, ou se for empreiteira, do titular da mesma.
A direção
NOME:________________________________________EMPRESA:____________________________
Declaro que recebi treinamento e tomei ciência de todas as regras acima descritas e que procurarei segui-las no
desenvolver de minhas atividades dentro deste canteiro de obras.
São Paulo (SP), ___ de _____________ de__________.
___________________________________
Assinatura
TREINAMENTO PERIÓDICO
Sempre que se tornar necessário ou ao início de cada fase da obra, e ou atividades deve ser ministrar o
treinamento periódico. NR-18, Item 18.28.3.
INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA:
NR-18, Item 18.28.4:“Nos treinamentos, os trabalhadores devem receber cópias dos procedimentos
e operações a serem realizados com segurança.”
Sempre que iniciar-se uma nova atividade pôr função ou utilização de um equipamento ou ferramenta
nova, o Engenheiro responsável pela obra, juntamente com o mestre e/ou encarregados, deverão
comunicar tal fato à Administração da obra ou ao Departamento de Segurança da empresa, para que se
dê antes do início da atividade, a Instrução de Segurança adequada.
Alertamos que este cronograma enfoca somente o treinamento periódico e não o admissional.
EMPREITEIROS
Código civil - Art.1.518 - “Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem
ficam sujeitos à reparação do dano causado, e, se tiver mais de um autor a ofensa, todos
responderão solidariamente pela reparação ( além das implicações inerentes aos direitos
trabalhistas).
Em razão do preposto acima, algumas medidas deverão serem implantadas durante a contratação de
empreiteiros ou subcontratados:
84
CA - Certificado de Aprovação dos Equipamentos de Proteção Individual com devido comprovante de
entrega;
Uniformes e crachás para todos os funcionários;
Cumprir a Convenção Coletiva de Trabalho, do ano vigente, em todas as cláusulas.
XX. VISITANTES
Código Civil - Art. 159 - “Aquele que, pôr ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência,
violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”
Toda empresa que facilitar o acesso de pessoas em seus canteiros de obra, sem a exigência de utilização
das medidas de segurança será responsável pôr qualquer acidente que venha a ocorrer no interior do
respectivo canteiro, sendo assim, há necessidade de implantar determinadas normas de segurança:
Todas as visitas na obra, deverão ser identificadas na portaria da obra, onde dispor-se-á de capacete
( na cor específica para visitante ) e crachá ( com a denominação visitante);
Deverão ser encaminhados ou direcionados através de setas indicativas, até a Administração da
obra o quanto ante, para que não perambulem pela obra;
Não poderão estar utilizando calçados impróprios, tais como sandálias e chinelos;
A presença de criança, somente com responsável - no caso de visita de cliente;
No caso de entregas de materiais, deverá cobrar-se os devidos EPI’s dos funcionários, pois os
mesmos adentrarão à obra, ficando da mesma forma, a empresa responsável por qualquer acidente.
___________________________________ ______________________________
Téc. de Segurança do Trabalho Lita Maria Baccini Barbosa Sanzi
Reg. N CREA : 0601453302
Talvez para muitos nós, a palavra prevenção não inspire grandes ideais mais ainda seja ela motivo de
grandes preocupações e transtornos, para não dizer também as palavras mágicas: “Despesas”, “Gastos”.
Quando falamos em prevenção, é preciso que se olhe para frente, para o futuro não muito distante de nós,
futuro este que podemos exercer algum tipo de interferência, com vistas ao controle das variáveis que
podem, um dia, nos atingir de forma desagradável e imperdoável. A prevenção, vista por este ângulo,
85
torna-se uma grande aliada e, também, um investimento necessário para que o empresário possa, d certa
forma, resguardar o seu negócio contra eventuais contratempos dessa espécie.
A prevenção necessita de parceria, de trabalho conjunto entre empregador e empregado, onde ambos
contribuem para que o ambiente de trabalho seja saudável e seguro para todos. Inúmeras pesquisas
apontam para o fato inquestionável de que o ambiente interfere na saúde e na produção do trabalhador.
Um ambiente saudável e seguro aumenta a produtividade do trabalhador e a quantidade do serviço pôr ele
prestado. Ambiente seguro e saudável contribui para empregados mais atentos, tranqüilos e dispostos.
Optar pôr uma política prevencionista dentro da empresa significa arcar com menos gastos com a
recuperação de empregados, bem como com as custas de processos trabalhistas, que podem
acarretar identificações, aposentadorias permanentes e até mesmo processos criminais.
Na verdade, todos perdem quando nos omitimos com relação às medidas de prevenção. O empregado,
pois tem sua saúde lesada de forma muitas vezes crônica, limitando-o para o exercício não apenas do
trabalho, mas também, em muitos casos, das suas atividades cotidianos.
O empresário, pêlos inúmeros gastos que representam essas questões ( gastos com a assistência médica
e a recuperação do seu empregado, custas dos processos e responsabilidade criminal em casos de morte
ou invalidez), e mesmo o país, pois as seqüelas das doenças ocupacionais são tratadas pela saúde
pública, constituindo-se em fonte de gastos para o erário público. Definitivamente, Não há vencedores.
Uma empresa que investe na prevenção de acidentes possui uma imagem positiva tanto para
empregados como para a sociedade. É preciso desde já que todos mudemos nossas concepções com
relação à prevenção. Trabalhadores precisam praticá-la, pois ela é a garantia de sua qualidade de vida. As
empresas precisam concretizá-la e sobretudo fiscalizá-la para que garantam a sua continuidade.
---------------------------------
Provence Construtora Ltda. ------------------------------------------------------------------
Eng.
CREA: :
TERMO DE ENTREGA
Nesta data estou entregando ao Engenheiro Residente Responsável , pela obra FÓRUM DE OSASCO
PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção.
O_engº_________________,terá a responsabilidade de colocar em prática o programa, e solicitar o
parecer do Engenheiro de Segurança responsável pôr este projeto sempre que houver dúvidas ou
necessidades de alterações. Informo que o programa proposto tem em alguns pontos, certo excesso; mas
melhor prevenir do que remediar.
Sempre que necessário deverão ser efetuadas as revisões deste programa, pois devido às características
de obras de construção, ser um processo extremamente dinâmico, onde muitas vezes a empresa, ao
contratar o PCMAT, pode ainda não dispor de todas as definições que interfiram na sua completa
elaboração.
_______________________________
Eng:
86
CREA:
87