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PGR: Gerenciamento de Riscos na T D de Melo

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA visa melhorar o ambiente de trabalho e a saúde dos colaboradores, cumprindo as normas regulamentadoras. O documento estabelece diretrizes para o gerenciamento de riscos ocupacionais e define responsabilidades para a implementação e monitoramento do programa. A empresa se compromete a reavaliar anualmente o PGR e a adotar medidas de controle necessárias para garantir a segurança no trabalho.

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Iury Marcel
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PGR: Gerenciamento de Riscos na T D de Melo

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA visa melhorar o ambiente de trabalho e a saúde dos colaboradores, cumprindo as normas regulamentadoras. O documento estabelece diretrizes para o gerenciamento de riscos ocupacionais e define responsabilidades para a implementação e monitoramento do programa. A empresa se compromete a reavaliar anualmente o PGR e a adotar medidas de controle necessárias para garantir a segurança no trabalho.

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T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA

PGR
PROGRAMA DE
GERENCIAMENTO DE RISCOS

T D DE MELO OLIVEIRA & CIA


LTDA
2022
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

NR 01

VIGÊNCIA ATÉ: 05.01.2024

T D DE MELO OLIVEIRA & CIA


LTDA
2022
2
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
CNPJ:
Razão Social: T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA 14.133.568/0002-76

Endereço: AV DOS PIONEIROS, 227, CENTRO - CAMACAN- BA Fone: (77) 3423-5150/


(77) 9984-0222
CNAE: 47.84-
Ramo de Atividade: Comércio varejista de gás Grau de Risco: 03
9-00 liqüefeito de petróleo (GLP)

Total de empregados: 06

REGIME DE TRABALHO

O regime de trabalho trata-se da seguinte forma:

Segunda a sexta - 07:00 as 19:00


Sábado - 07:00 as 16:00
Domingo e Feriados - 07:30 as 13:00.

3
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

REVISÃO MOTIVO DA REVISÃO DO PGR DATA

00 EMISSÃO INICIAL 05.01.2022

CONTEÚDO REVISADO

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

1. PARTE I – DISPOSIÇÃO GERAL

1.1 INTRODUÇÃO

O Documento Base do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) se insere no contexto da Política


de Gestão da T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA buscando a melhoria contínua do ambiente de
trabalho e a preservação da saúde dos seus colaboradores e contratados. Está estruturado conforme
disposto na NR-1, Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, com redação atualizada pela Portaria 6.730 de
12 de Março de 2020.

1.2 OBJETIVO

O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR – visa “estabelecer as disposições gerais, o campo


de aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras - NR relativas à segurança
e saúde no trabalho”.
Este Documento Base tem o objetivo estabelecer as “diretrizes para o Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais (GRO) e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho – SST”.

1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES

• Risco Ambiental ou ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à


saúde causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de
trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à saúde.
• Agentes físicos: Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza,
intensidade e exposição, são capazes de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador.
Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes,
radiações não ionizantes.
• Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural,
quer seja produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza,
concentração e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos:
fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido
sulfúrico.

• Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em


função de sua natureza e do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde
do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon
agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis.
• Limite de Tolerância – LT (NR-15 / Brasil): A concentração ou intensidade máxima ou mínima,
relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde
do trabalhador, durante a sua vida laboral.
• Limite de Exposição - Média Ponderada pelo tempo – TLV-TWA1 (Threshold Limit Value /
Time Weighted Average - ACGIH-EUA): A concentração média ponderada pelo tempo para uma
jornada normal de 8h diárias e 40h semanais, para a qual a maioria dos trabalhadores pode estar
repetidamente exposta, dia após dia, sem sofrer efeitos adversos a sua saúde.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

• Limite de Exposição - Curta Duração – TLV-STEL (Threshold Limit Value-Short Term


Exposure ACGIH-EUA): A concentração máxima a que os trabalhadores podem estar expostos
continuamente por um período curto, de até 15 minutos, sem sofrer irritação, lesão tissular crônica
ou irreversível, narcose em grau suficiente para aumentar a predisposição a acidentes, impedir
auto-salvamento ou reduzir significativamente a eficiência no trabalho, desde que não sejam
permitidas mais de 4 exposições diárias, com pelo menos 60 minutos de intervalo entreos
períodos de exposição e também que não seja excedido o TLV-TWA.
• Limite de Exposição - Valor Teto (NR-15/Brasil), TLV-C (Threshold Limit Value – Ceiling -
ACGIH-EUA): Concentração que não deverá ser excedida durante nenhum momento de
exposição na jornada.

• IDLH: Concentração máxima imediatamente perigosa para a vida ou saúde, da qual o


trabalhador poderá escapar, dentro de 30 minutos, sem sintomas graves nem efeitos
irreversíveis para a saúde (NIOSH/OSHA/EUA).
• Mobilidade: Percentual de tempo de permanência nos diversos locais durante a rotina de
trabalho, em relação ao número de horas trabalhada.

• Nível de Ação: Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas (monitoramento
periódico, informação aos trabalhadores e controle médico) de forma a minimizar a
probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de
exposição. Para agentes químicos corresponde a metade dos limites de exposição
ocupacional (NR-15, ACGIH, acordos coletivos) e para o ruído a dose de 0,5 (superior a
50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6.
• Grupos Similares de Exposição - GSE: Grupos de trabalhadores que experimentam
exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação de qualquer
membro do grupo seja representativo do grupo como um todo.
• NR-15: Norma Regulamentadora no 15 - Portaria 3214.
• ACGIH: American Conference of Governamental Industrial Hygiene.
• NIOSH: National Institute for Occupational Safety and Health.
• AIHA: American Industrial Hygiene Association.
• ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas.
• OSHA: Occupational Safety and Health Administration.

1.4 RESPONSABILIDADES

A T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA, cumpridora de requisitos legais, vem através de este Documento
Base, implantar o seu PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, conforme preconiza a Lei nº 6514
de 22 de dezembro de 1977 e a Portaria n.º 6730 de 12 de Março de 2020 que traz a redação da Norma
Regulamentadora 01 – NR 01.
A reavaliação deste PGR é de responsabilidade da Empresa, que se compromete dar continuidade ao
programa supracitado, implementando e assegurando o cumprimento das medidas de controle que se
fizerem necessárias, de acordo com o cronograma de ações estabelecido, bem como seu monitoramento
contínuo.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

A T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA promoverá uma análise global deste PGR, anualmente ou
sempre que necessário, mesmo porque a NR-01 não cita a validade deste PGR, para reavaliação de seu
desenvolvimento e a realização dos ajustes, estabelecendo novas metas e prioridades.

Empregador

• Assumir responsabilidade no que se refere às medidas técnicas e operacionais, que devem ser
implantadas para atender as exigências registradas no presente documento (PGR) constantes na NR-
01;
• Esclarecer que os resultados obtidos no presente levantamento e as recomendações citadas neste
documento implicam parecer essencialmente técnicos e científicos das condições de Segurança,
Higiene e Medicina do Trabalho, constatados durante a avaliação de cada cargo/local de trabalho na
ocasião em que exerciam suas atividades laborais.

Vice-Presidência e Diretoria

• Estabelecer, implementar e assegurar recursos para o cumprimento do PGR conforme preconiza a


legislação.

Coordenador Geral do PGR

• Coordenar a implantação e desenvolvimento do PGR;


• Rever informações sobre o controle do programa;
• Delegar responsabilidade e autoridade;
• Elaborar os orçamentos anuais do Programa, alocando recursos financeiros necessários à execução
do Relatório Anual de Atividades.

Supervisores e Líderes

• Supervisionar os trabalhadores para assegurar que os procedimentos corretos de trabalho estão


sendo observados;
• Assegurar que os equipamentos e máquinas estão em perfeito estado de funcionamento;
• Garantir a ordem e limpeza de seu setor/área de trabalho;
• Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle adotados;
• Consultar os trabalhadores sobre questões de segurança e saúde e orientá-los quando necessário;
• Manter a área de Segurança Industrial informada das questões de segurança e saúde do seu
setor/área;
• Colaborar com a CIPA na investigação de acidentes ou doenças e na adoção de medidas
preventivas.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Segurança do Trabalho

• Assessorar a empresa no desenvolvimento e implantação do PGR;


• Realizar anualmente junto com a administração da Empresa e a CIPA com seus membros a
reavaliação do PGR;
• Manter registros de toda documentação relativa ao programa;
• Assegurar que todos os trabalhadores recebam treinamento adequado para as funções que
desempenham ou venham a desempenhar relativos ao escopo do PGR presentes no inventário de
riscos;
• Manter a integridade dos equipamentos de Segurança e Higiene Ocupacional no que se refere à
manutenção, calibração e guarda;
• Prever e manter disponíveis os recursos financeiros para a execução das atividades deste programa,
seja por recursos próprios ou de terceiros;
• Divulgar os dados e resultados relativos ao programa.

Empregados

• Colaborar e participar na implantação do PGR, como agentes de melhoria, com permanente


vigilância as Condições de Segurança e Saúde nos Ambientes de Trabalho;
• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos previstos no PGR;
• Cumprir as Normas de Segurança e Saúde Ocupacional, visando seu bem-estar físico e mental;
• Comunicar o responsável imediato, todas as ocorrências de condições inseguras encontradas, que
possam implicar riscos à saúde;
• Cooperar com a CIPA na prevenção de acidentes;
• Utilizar obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual - EPI, onde sinalizado e quando
julgar necessário;
• Estar ciente sobre a implementação do PGR e os resultados das avaliações;
• Participar do processo de identificação de situações de risco e proposição de medidas de controle
através do diálogo contínuo com seus Líderes, Área de Segurança/Higiene e membros da CIPA;
• Participar da etapa de reconhecimento de riscos quanto a priorização de ações, através do Mapa de
Riscos, elaborado pela CIPA;
• Estar ciente dos riscos relacionados com suas atividades, através das integrações e durante os
treinamentos recebidos, bem como através de orientações de seus Líderes e atualizações periódicas
do PGR.

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

• Acompanhar e avaliar o desempenho deste programa;


• Zelar pelo cumprimento das medidas preventivas e corretivas;
• Manter uma cópia atualizada do Relatório Anual de Atividades no livro Ata;

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

• Estar ciente das informações contidas no PGR para desenvolver o Mapa de Risco da Empresa e
demais atividades prevencionistas que a legislação (NR – 5) determina.

1.5 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

• Inventário de Riscos do PGR


• Matriz de Riscos do PGR
• Plano de Ação no Gerenciamento de Riscos

1.6 ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO

O presente programa foi elaborado com base na ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO e AVALIAÇÃO


dos RISCOS AMBIENTAIS existentes nas atividades dos empregados da Empresa, levando em
consideração os diversos locais de trabalho. Esses dados foram realizados por profissionais do Serviço
Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT e inseridos no
INVENTÁRIO DE RISCOS deste PGR.

O CONTROLE desses RISCOS AMBIENTAIS foi inserido para GERENCIAMENTO DOS RISCOS
OCUPACIONAIS na PLANILHA DE AÇÃO também conhecida como PLANILHA DE GERENCIAMENTO
DE RISCOS.

Como suporte técnico para o reconhecimento dos riscos foi consideradas as constatações provenientes
do exercício dos trabalhos que estão sendo realizadas nas instalações / áreas / setores da empresa,
informações prestadas pelos profissionais da empresa e representante da Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes – CIPA.

A estratégia tem como finalidade alcançar os seguintes objetivos:

• Reconhecimento dos Riscos Ambientais - referente ao processo de trabalho executado e a condição


de exposição dos funcionários;
• Avaliação quantitativa – Com base na NR-09.4.2, sempre que se constate a possibilidade de o
trabalhador estar submetido à exposição ao agente de risco, cujo limite de tolerância possa estar
superior ao previsto na legislação;
• Interpretação dos resultados - avaliação e julgamento profissional com proposição de medidas de
controle;
• A metodologia aplicada será a da legislação atualizada das Normas Regulamentadoras – NR do
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, Lei 6514 de 22 de dezembro de 1977, onde se encontram
estabelecidos os parâmetros mínimos e diretrizes gerais, as quais foram aplicadas neste PGR.
• Com base na NR-[Link], na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos ou
quando necessário, serão utilizados “Critérios Técnicos“ adotados pela American Conference of

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Governamental Hygienist (ACGIH) tomando como base os limites de tolerância (TLV – TWA, TLV –
STEL e TLV – C) adotados por essa Associação.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

2. PARTE II – ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS


AMBIENTAIS.

2.1 Antecipação

A antecipação visa identificar riscos potenciais. As informações que deverão ser consideradas para a
elaboração ou revisão do PGR são originadas de:

• Projetos de novas instalações: Projeto Conceitual, a Engenharia, com apoio das áreas de Segurança
do Trabalho, deverá avaliar, dentro das estratégias de segurança e de saúde, quais os riscos
ambientais que estão previstos no projeto, prevendo, se possível, medidas de redução e controle já na
fase do projeto, bem como os recursos necessários para monitoramento das exposições. Estes riscos
deverão ser incorporados na revisão do PGR quando da conclusão do projeto.
• Modificações de projetos: A área de Segurança do Trabalho deve avaliar os novos riscos ambientais
se estão previstos, ou se ocorreram a eliminação dos mesmos. Estas alterações deverão ser
incorporadas na revisão do PGR quando da conclusão da modificação.
• Manipulação de novos produtos químicos: Todo produto novo para ser armazenado deverá ter
como base as informações sobre a toxicologia e suas especificações de segurança contidas na FISPQ
do produto. Se após a análise crítica das áreas envolvidas forem favoráveis para a manipulação e
armazenamento do referido produto, deverá ser feita avaliação ambiental.

2.2 Reconhecimento dos Riscos Ambientais

O reconhecimento dos riscos ambientais é realizado através de inspeções / auditorias nas diversas áreas
/ locais da Empresa; ocasião em que são consolidadas as constatações técnicas, levando em
consideração as percepções que os trabalhadores têm do processo produtivo e riscos ambientais;
informações / registros realizados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, bem como
tudo que venha a contribuir como suporte técnico para o enriquecimento do reconhecimento.
O reconhecimento visa o registro / avaliação das possíveis interferências na saúde / integridade física do
trabalhador em razão da relação entre exposição e riscos ambientais oriundos da área / setor como um
todo, somado aos riscos provenientes das atividades realizadas pelo trabalhador no seu posto/local de
trabalho.

2.3 Avaliação dos Riscos Ambientais

A avaliação dos riscos ambientais é realizada após a Antecipação e Reconhecimento do agente, da


fonte geradora, do Grupo Homogêneo ou Similar de Exposição, da função e atividade desses, das
medidas de controle existentes e das medidas de controle propostas. Somente o resultado das avaliações
devem ser inseridos no Inventário de Riscos deste PGR conforme NR-09.4.3.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

A antecipação, o reconhecimento e a avaliação dos Riscos Ambientais estão registrados Inventário de


Riscos presentes nesse PGR.

2.4 Matriz de Risco do PGR

A avaliação da Classificação de Risco é realizada para cada GSE em relação a cada agente de risco E
Atividade no Inventário de Riscos, possibilitando conhecer, em função do risco da exposição qual a
consequência para a saúde. A classificação de Risco é obtida relacionando-se as informações
anteriormente obtidas pela interação da Probabilidade x Severidade do Risco, conforme a Matriz de Risco
apresentada na abaixo:

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

3. PARTE III – AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS

3.1 Objetivos e Critérios

O objetivo das determinações quantitativas é o de dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar


o equacionamento das medidas de controle. Estas avaliações devem ser planejadas conforme
cronograma e critérios estabelecidos do PGR, segundo os critérios:

• Para a determinação das avaliações quantitativas das exposições dos GSE, deverão ser consideradas
as atividades que apresentem Grau de Exposição ao risco Alto e Muito Alto. A não existência destes
graus implica na determinação de graus considerados Moderados, Baixo e Muito Baixo, com o objetivo
de obter dados estatísticos e subsidiar a necessidade de avaliações futuras.
• Serão priorizadas as atividades onde existe contato direto com os agentes mais agressivos, e que
possuem Limite de Exposição Ocupacional para curta duração (STEL), Valor Teto (VT) e dos agentes
que estão presentes em altas concentrações sem que haja controles eficazes de exposição.

A avaliação deverá considerar as seguintes atividades:

• Definir e planejar a estratégia de quantificação dos riscos, com base nos dados e informações
coletadas anteriormente relativas às atividades e frequências, se existirem.
• A quantificação da concentração ou intensidade deve ser feita com equipamentos e instrumentos
calibrados e compatíveis aos riscos identificados e utilizando técnicas e metodologias validadas e
reconhecidas.

3.1.1 Critérios para amostragem dos Agentes Químicos

Os métodos para coleta de amostras e determinação analítica dos agentes químicos, sempre que
possível, devem ser baseadas nas NHO’s da Fundacentro, NIOSH ou OSHA.
O número de amostragens deve ser representativo e que permita um tratamento estatístico dos valores.

3.2 Critérios para amostragem do Agente Físico (Ruído)

A dose e o nível de pressão sonora deverão ser obtidos através de utilização de dosímetro de ruído e
medidor de pressão sonora, adotando-se:

• Os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE;


• As metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 da FUNDACENTRO.

O colaborador portador do dosímetro de ruído deverá ser conscientizado quanto ao não desvio de sua
rotina de trabalho para que não haja alterações no resultado real da exposição.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Os valores encontrados deverão estar em conformidade com os limites de tolerância estabelecidos e o


tempo de exposição dos trabalhadores.

3.3 Critérios para amostragem do Agente Físico (Vibração)

Deverão ser obtidas informações técnicas e administrativas relacionadas aos veículos, às máquinas e aos
equipamentos, às operações e demais parâmetros (ambientais, de processos de trabalho etc.) envolvidos
nas condições de trabalho avaliadas. Tais informações serão coletadas através de observações de campo,
necessárias para a identificação dos grupos de exposição similar e para a caracterização da exposição
dos trabalhadores com base no critério utilizado.
Os sistemas de medição devem ser compostos basicamente de medidores integradores e de transdutores
(incluindo acelerômetros de assento) do tipo triaxial. Esses transdutores serão posicionados nos pontos
de medição.
Para fins de elaboração do PGR, respeitando-se o contido no item [Link]. da NR-9, uma vez que não há
limites estabelecidos no anexo nº 8 da NR-15, tampouco pela norma ISO 5349, a solução é a utilização
dos limites da ACGIH.

3.4 Interpretação dos Resultados

NOTAS:
• Para qualquer agente de risco, cujo monitoramento seja realizado com mais de 1 amostra, caso os
resultados obtidos apresentem um desvio padrão elevado, recomenda-se nova avaliação quantitativa,
com maior número de amostragens, e realização de tratamento estatístico por meio de “Média
Ponderada”. O resultado do tratamento estatístico será considerado como “representativo” do risco de
exposição para o respectivo GSE.
• Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente confirme o resultado obtido na matriz de
Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válida a priorização definida na Planilhas de
Avaliação Qualitativa do presente documento.
• Caso o resultado da Avaliação Quantitativa mais recente seja diferente do resultado obtido na matriz
de Análise Qualitativa do ano vigente, permanece como válido o resultado obtido nos Monitoramentos
Ambientais realizados (resultado real).
• O resultado das avaliações quantitativas devem ser inseridos no inventário de riscos do PGR

3.5 Medidas de Controle

As Medidas de Controle devem ser adotadas para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos
ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

• Identificação, na fase de antecipação, de um risco potencial à saúde;


• Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;

14
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

• Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os


valores dos limites previstos na norma de referência;
• Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo entre danos observados na
saúde e a situação de trabalho. Neste caso, as medidas de controle devem ser discutidas pelasáreas
de engenharia, segurança e serviço médico e incorporadas ao Plano Anual de Atividades.
Quando os valores de exposição apresentar resultados acima dos Níveis de Ação, as medidas de controle
devem ser sistemáticas de forma a reduzir as exposições.

3.6 Níveis de Ação

• Agentes químicos: metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, NIOSH, OSHA,
ou acordos coletivos).
• Vibração: O nível de ação para a avaliação da exposição ocupacional diária à vibração em mãos e
braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 2,5
m/s². O limite de exposição ocupacional diária à vibração em mãos e braços corresponde a um valor
de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 5 m/s².
• Ruído: a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6.
As medidas de controle devem ser, sempre que possíveis, medidas de engenharia e não depender de
instrução, disciplina ou vontade do colaborador.

3.7 Priorização das Medidas de Controle

Sempre que possível, as medidas de controle de caráter coletivo devem ser priorizadas obedecendo a
seguinte hierarquia:
• Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;
• Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;
• Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.

Seguem exemplos de algumas medidas de controle:


• Substituição do agente agressivo;
• Mudança ou alteração do processo ou operação;
• Enclausuramento da fonte;
• Segregação do processo ou operação;
• Modificação de projetos;
• Limitação do tempo de exposição;
• Utilização de equipamento de proteção individual.

Caso medidas de controle coletivo não possam ser implementadas de imediato por motivos técnicos ou
financeiros, uma justificativa deve ser registrada no Plano Anual de Atividades e medidas de
contingenciamento devem ser estudadas. Neste caso o uso de Equipamento de Proteção Individual

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

pode ser adotado desde que a seleção do EPI seja tecnicamente adequada ao risco a que o colaborador
está exposta e a atividade exercida.

3.8 Treinamentos sobre as Medidas de Controle

Todos os colaboradores devem receber treinamentos sobre as Medidas de Controle adotadas e ações
preventivas quanto a riscos potenciais que possam ser evidenciados. Os treinamentos devem ser
devidamente registrados.
3.9 Eficácia das Medidas de Controle

Critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das Medidas de Controle devem ser estabelecidos
podendo contemplar:
• Auditorias nos processos;
• Inspeções da CIPA;
• Inspeções SEGURANÇA;
• Vigilância de monitoramento do agente ambiental;
• Avaliação dos resultados dos exames médicos previstos no PCMSO.
• As medidas de controle e seu gerenciamento serão inseridas no Plano de Ação do PGR
representado pela planilha de gerenciamento de ações.

3.10 Registro, Manutenção e Divulgação dos dados do PGR

3.11.1 Revisões do desenvolvimento do PGR

O PGR deve ser alterado / revisado sempre que houver alguma alteração nas instalações da Unidade
ou dentro da periodicidade máxima de 1 (um) ano, cabendo ao setor de Setor de Segurança do Trabalho
realizar inclusões / atualizações, se entender pertinente.

3.11.2 Registro

O histórico das atualizações do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos ou
pelo período estabelecido em normatização específica – NR-[Link].3.1.
O Documento Base deve ser apresentado à CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
durante uma de suas reuniões, devendo sua cópia ser anexada ao livro de atas desta comissão.
O registro de dados deve estar sempre disponível para os trabalhadores interessados ou seus
representantes e para as autoridades competentes.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

3.13 Divulgação

Os dados registrados estarão disponíveis aos empregados e interessados através de disponibilização de


cópia, a qual deve ter uma folha para registro de conhecimento e ser rubricada pelos empregados e
interessados, que tomaram conhecimento.
A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras, entretanto, as mais comuns são:

• Treinamentos específicos;
• Reuniões setoriais;
• Reuniões de CIPA;
• Boletins e jornais internos;
• Programa de integração de novos empregados;
• Palestras avulsas.

NOTA1: Os registros gerados após as divulgações / treinamentos permanecerão disponíveis paraconsulta


nos arquivos de Segurança do Trabalho.
NOTA2: Abaixo temos o Inventário de Riscos e o Plano de Ação do PGR:

4. PARTE IV - INVENTÁRIO DE RISCOS DO PGR


(Antecipação, Reconhecimento e Avaliação dos Riscos)
Item [Link] Inventário de Riscos Ocupacionais

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INVENTARIO DE RISCOS

GHE: Operacional Vendedor


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS: motocicleta, telefone. QUANTIDADE DE TRABALHADOS: 03
ILUMINAÇÃO: Natural, Artificial VENTILAÇÃO: Natural e artificial
TIPO DE CONSTRUÇÃO: NA PISO: NA
PÉ DIREITO: NA
Classificação de Risco Nocivos segundo Tabela 24 (ESocial)
Código: 01.17.001 (Risco Químico): Petróleo, xisto betuminoso, gás natural e seus derivados
RISCO: BIOLÓGICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
Recomendações: Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios de
Situação: Risco Ergonômico alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a
jornada de trabalho.
Recomendações: Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando o limite
Situação: Risco Ergonômico (Esforço Físico) individual de esforço físico; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer a segurança e saúde do
trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos apropriados. Treinamento NR 17
Recomendações: Somente trabalhador devidamente habilitado deverá colocar o veículo em movimento. Realizar
periodicamente curso de reciclagem para motoristas (direção defensiva). Antes de colocar o veículo em movimento,
Situação: Risco de Acidentes (transito)
realizar inspeção externa (pneus, inclusive o esterpe, sinaleiras, setas indicadoras de direção etc), interna (motor,
óleo, água do radiador e reservatórios, líquido de freio). Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades
Recomendações: Evitar / eliminar vazamentos, possíveis fontes de ignição, cuidados com as instalações elétricas,
Situação: Risco de Acidentes (risco de explosão) manter estrutura física provida de equipamentos de prevenção e combate a incêndio, treinamento de brigada, com
anuência do corpo de bombeiro.
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO I DA NR 15)
Operacional Ambinte de Trabalho 74.1 dB(A) (Nível Máximo) 85 dB (A)
NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (NBR 5.413 DA
SETOR SALA /LOCAL
ABNT)
Operacional Ambinte de Trabalho 2.500 (lux) (150 a 300 Lux)
NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO III DA NR
SETOR SALA /LOCAL
15)
Operacional Ambinte de Trabalho 26,4 (ºC) 30,0 (ºC)
RECOMENDAÇÕES DE MELHORIAS AMBIENTAIS
▪Manter o ambiente de trabalho limpo e organizado;
▪ Realizar todas as revisões e substituições de peças danificadas dos veículs.
GHE: Operacional ( Encarregado de Loja)
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS: Telefone. QUANTIDADE DE TRABALHADOS: 1
ILUMINAÇÃO: Natural, Artificial VENTILAÇÃO: Natural, Artificial
TIPO DE CONSTRUÇÃO: Alvenaria PISO: Alvenaria
PÉ DIREITO: > 2,70 m
Classificação de Risco Nocivos segundo Tabela 24 (ESocial)
Código: 01.17.001 (Risco Químico): Petróleo, xisto betuminoso, gás natural e seus derivados
RISCO: FISICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RISCO: BIOLÓGICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
Situação: Risco Ergonômico (Posição predominante Recomendações: Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios de alongamento
sentado). para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de
Situação: Risco Ergonômico (Repetitividade, Ritmo trabalho.
excessivo de trabalho, Monotonia)
OBS: Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar postura correta e o mobiliário deve ser
adequado (mesa para digitar), cadeira com assento e encosto ajustáveis, giratória e com apoio para os braços).
Situação: Risco Ergonômico (Iluminação inadequada) Recomendações: Manter os níveis de iluminação, recomenda-se: Realizar limpezas periódicas para retirar o acúmulo
de pó das lâmpadas; substituir lâmpadas queimadas ou com defeito.
Situação: Risco Ergonômico (Esforço Físico) Recomendações: Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando o limite
individual de esforço físico; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer a segurança e saúde do
trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos apropriados.
Situação: Risco Ergonômico (Posição predominante em Recomendações: Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios de alongamento
pé) para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho
Recomendações: Antes de utilizar escada, verificar suas condições e, o local onde a mesma será apoiada ou fixada. No
transporte manual de materiais pesados, fazer sempre o uso de luvas de proteção . Em atividades de limpeza, mesmo
Situação: Risco de Acidentes que eventual, fazer uso de luvas de proteção e no transporte de produtos químicos, utilizar óculos de segurança e
respirador de segurança (máscara) com filtro do tipo PFF2 ou PFF3. Ter cuidado e atenção na realização de suas
atividades.
Situação: Risco de Acidentes Recomendações: Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO I DA NR 15)
Almoxarifado/ Estoque Almoxarifado/ Estoque 75.4 dB(A) (Nível Máximo) 85 dB (A)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (NBR 5.413 DA ABNT)
Almoxarifado/ Estoque Almoxarifado/ Estoque 2.300 (lux) (150 a 300 Lux)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO III DA NR 15)
Almoxarifado/ Estoque Almoxarifado/ Estoque 25,9 (ºC) 30,0 (ºC)
RECOMENDAÇÕES DE MELHORIAS AMBIENTAIS
▪ Para manter os níveis de iluminação, recomenda-se: Realizar limpezas periódicas para retirar o acúmulo de pó das lâmpadas; substituir lâmpadas queimadas ou com
defeito;
▪ Para manter os níveis de temperatura agradáveis: recomenda-se: Realizar manutenção do sistema de ar-condicionado ou ventilação periodicamente.
▪ Manter o ambiente Limpo, organizado e sinalizado.
▪ Manter escadas sempre provida de corrimão.
▪ Manter sempre as passagens desobstruídas.
GHE: Auxiliar de cargas
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS: Carrinhos manuais QUANTIDADE DE TRABALHADOS: 01
ILUMINAÇÃO: Natural, Artificial VENTILAÇÃO: Natural, Artificial
TIPO DE CONSTRUÇÃO: NA PISO: NA
PÉ DIREITO: NA
Classificação de Risco Nocivos segundo Tabela 24 (ESocial)
Código: 01.17.001 (Risco Químico): Petróleo, xisto betuminoso, gás natural e seus derivados
RISCO: FISICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL: NR-15 - Anexo 07
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RISCO: BIOLÓGICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
Situação: Risco Ergonômico (Esforço Físico) Recomendações: Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando o limite
individual de esforço físico; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer a segurança e saúde do
trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos apropriados.
Situação: Risco Ergonômico (Posição predominante em Recomendações: Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios de alongamento
pé) para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de
trabalho
Situação: Risco de Acidentes Recomendações: Antes de utilizar escada, verificar suas condições e, o local onde a mesma será apoiada ou fixada.
No transporte manual de materiais pesados, fazer sempre o uso de luvas de proteção . Em atividades de limpeza, mesmo
que eventual, fazer uso de luvas de proteção e no transporte de produtos químicos, utilizar óculos de segurança e
respirador de segurança (máscara) com filtro do tipo PFF2 ou PFF3.
Situação: Risco de Acidentes Recomendações: Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO I DA NR 15)
Operacional Linha de produção 80 dB(A) (Nível Máximo) 85 dB (A)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (NBR 5.413 DA ABNT)
Operacional Linha de produção 2.600 (lux) (150 a 300 Lux)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO III DA NR 15)
Operacional Linha de produção 27 (ºC) 30,0 (ºC)
RECOMENDAÇÕES DE MELHORIAS AMBIENTAIS
▪ Para manter os níveis de iluminação, recomenda-se: Realizar limpezas periódicas para retirar o acúmulo de pó das lâmpadas; substituir lâmpadas queimadas ou com
defeito;
▪ Para manter os níveis de temperatura agradáveis: recomenda-se: Realizar manutenção do sistema de ar-condicionado ou ventilação periodicamente.
▪ Manter o ambiente Limpo, organizado e sinalizado.
▪ Manter escadas sempre provida de corrimão.
▪ Manter sempre as passagens desobstruídas.
GHE: Operacional Motorista
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS: Veículo QUANTIDADE DE TRABALHADOS: 1
ILUMINAÇÃO: Natural, Artificial. VENTILAÇÃO: Natural, Artificial.
TIPO DE CONSTRUÇÃO: N/A PISO: N/A
PÉ DIREITO: N/A
Classificação de Risco Nocivos segundo Tabela 24 (ESocial)
Código: 01.17.001 (Risco Químico): Petróleo, xisto betuminoso, gás natural e seus derivados
RISCO : FISICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RISCO: BIOLÓGICO
AGENTE: EMBASAMENTO LEGAL:
FONTE EFEITO EXPOSIÇÃO G RISCO DANOS EPC EPI TEC. UTILIZADA RECOMENDAÇÕES
N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
Situação: Risco Ergonômico (Posição predominante Recomendações: Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios de
sentado). alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a
Situação: Risco Ergonômico (Repetitividade, Ritmo jornada de trabalho.
excessivo de trabalho, Monotonia)
Recomendações: Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando o limite
Situação: Risco Ergonômico (Esforço Físico) individual de esforço físico; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer a segurança e saúde do
trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos apropriados.
Situação: Risco de Acidentes Recomendações: Somente trabalhador, devidamente habilitado deverá colocar o veículo em movimento. Realizar
periodicamente curso de reciclagem para motoristas(direção defensiva) . Antes de colocar o veículo em movimento,
realizar inspeção externa (pneus, inclusive o esterpe, sinaleiras, setas indicadoras de direção etc), interna (motor, óleo,
água do radiador e reservatórios, líquido de freio). Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Situação: Risco de Acidentes Recomendações: Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO I DA NR 15)
Operacional Ambinte de Trabalho 78 (dB A) (Nível Máximo) 85 dB (A)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (NBR 5.413 DA ABNT)
Operacional Ambinte de Trabalho 2400 (lux) (150 a 300 Lux)
SETOR SALA /LOCAL NÍVEL MEDIDO RECOMENDADO (ANEXO III DA NR 15)
Operacional Ambinte de Trabalho 27° 30.0°
RECOMENDAÇÕES DE MELHORIAS AMBIENTAIS
▪ Para manter os níveis de temperatura agradáveis: recomenda-se: Realizar manutenção do sistema de ar-condicionado ou ventilação periodicamente.
5. PARTE V - PLANO DE AÇÃO
(Controle de Riscos Ocupacionais)

CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE METAS DO PGR

1.º Trimestre 2.º Trimestre 3.º Trimestre 4.º Trimestre

ATIVIDADES 2022 2022 2022 2022

Divulgação do PGR entre os


funcionários
Janeiro

Reciclagem Treinamento de
prevenção e combate a
Abril
incêndio

Iniciar Analise Ergonômica e


Treinamento sobre
Ergonomia / Adaptação de
Abril
todos os mobiliários as
características dos
funcionários.

Reciclagem Treinamento
Utilização adequada de
Julho
Equipamento de Proteção
Individual

Relatório global dos


resultados alcançados nesta
Novembro
gestão
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

5. PARTE VI – CONCLUSÃO

CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES

Os propósitos de uma avaliação de exposição a agentes de risco ambientais devem cumprir no mínimo os
seguintes objetivos:
✓ Determinar os agentes de risco potenciais à saúde a que estão sujeitos os empregados, avaliando e
diferenciando entre exposições aceitáveis e inaceitáveis e implementando medidas de controle quando
exposições inaceitáveis são identificadas.
✓ Estabelecer e documentar os níveis de exposição de todos os empregados, ficando assim definido um ponto
de partida que servirá como guia para cada nova avaliação de exposição, permitindo verificar sua tendência ao
longo do tempo. Estes registros são também de vital importância para estudos futuros de epidemiologia.
✓ Assegurar e demonstrar conformidade das exposições com padrões governamentais ou outros mais
restritivos.
No sentido de alcançar estes objetivos, a T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA deve prosseguir com seus
programas de controle das exposições, introduzindo melhorias através das seguintes diretrizes:

Medidas de Controle de Engenharia (Coletivos)


✓ Efetuar estudos de engenharia para tratamento acústico em equipamentos ruidosos das áreas Produtivas e
de Utilidades.
✓ Realizar estudo de engenharia quanto proteção contra quedas nos pontos dos Telhados.

6.1 Procedimentos de Trabalho e Controles Administrativos

Estas recomendações referem-se ao controle de exposição baseado em ações específicas do empregador e


empregado, relativo à execução dos trabalhos, não incluindo o uso de Equipamentos de Proteção Individual
(EPI).

✓ Assegurar e incentivar os funcionários a adotarem as seguintes posturas de trabalho, para reduzir as


exposições:
✓ Observar, informar e corrigir imediatamente vazamentos visíveis de agentes químicos.
✓ Evitar a permanência de recipientes abertos (baldes de drenagem de pontos de amostragem, etc), com
produtos nas áreas industriais.
✓ Quando trabalhando próximo a fontes conhecidas de emissão posicionar-se, sempre que possível, a
montante da fonte, de costas para a origem do vento.
✓ Minimizar o tempo de execução ou permanência junto de atividades com alto potencial de risco de
exposição (agentes químicos e físicos).

24
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

✓ Maximizar a distância, quando estiver observando atividades com alto potencial de risco de exposição
(agentes químicos e físicos).
✓ Movimentar-se por ruas ou passagens onde as exposições a agentes químicos ou físicos sejam de menor
concentração ou intensidade.
✓ Reavaliar anualmente o PGR, conforme exigência legal prevista na NR-1.5, para avaliação do seu
desenvolvimento, ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
✓ Solicitar dos fornecedores as Fichas de Informação de Segurança das Matérias Primas e outros produtos
manipulados dentro das instalações, contendo a composição, propriedades físico-químicas, efeitos à saúde,
limites de tolerância, primeiros socorros, etc. e divulgar estas informações aos empregados.

6.2 Treinamentos
✓ Prover treinamento sobre os seguintes aspectos:
✓ Saúde/Higiene Ocupacional: PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos; Resultados das Avaliações
Quantitativas de Exposição aos Agentes de Risco, aspectos toxicológicos dos agentes, efeitos à saúde, primeiros
socorros;
✓ Segurança Industrial: utilização de EPIs, Ficha de Segurança dos Produtos, melhores práticas de trabalho.

6.3 Monitoramento
Para uma efetiva demonstração e confirmação quanto aos Graus de Risco de Exposição dos GSEs aos agentes
de risco, a T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA deverá continuar com sua estratégia de avaliação quantitativa
paraos agentes de risco priorizados, conforme Programa de Monitoramento e Controle Ambiental de Agentes
Químicos e Ruído.

6.4 Equipamentos de Proteção Individual


Onde os Procedimentos de Trabalho não forem suficientes para reduzir completamente a exposição a níveis
aceitáveis, a T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA deve adotar como último recurso a utilização de
Equipamentos de Proteção Individual.
✓ Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição aos agentes químicos reavaliar o
Programa de Proteção Respiratória.
✓ Diante dos novos resultados das avaliações quantitativas de exposição ao ruído reavaliar Programa de
Conservação Auditiva.
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

25

[Link] VII – RESPONSABILIDADES

7.1 Responsáveis pela elaboração/revisão do PGR:

NOME:

Diego Correia Moreira – Eng.º de Segurança do Trabalho – CREA-BA 81.284


ASSINATURA: DATA:

05/01/2022
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

26
Página 1/1

Anotação de Responsabilidade Técnica - ART


Lei n° 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-BA ART OBRA / SERVIÇO
Nº BA20220000583
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia
INICIAL

1. Responsável Técnico
DIEGO CORREIA MOREIRA
Título profissional: ENGENHEIRO AMBIENTAL, ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO, RNP: 0511433077
ENGENHEIRO CIVIL Registro: 0511433077BA

2. Dados do Contrato
Contratante: T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA - ME CPF/CNPJ: 14.133.568/0002-76
AVENIDA DOS PINHEIROS Nº: 227
Complemento: QUADRA 04 CONJ PARQUE A ELIAS RIBEIRO Bairro: CENTRO
Cidade: CAMACAN UF: BA CEP: 45880970

Contrato: Não especificado Celebrado em:


Valor: R$ 1.000,00 Tipo de contratante: Pessoa Juridica de Direito Privado
Ação Institucional: NENHUMA - NAO OPTANTE

3. Dados da Obra/Serviço
AVENIDA DOS PINHEIROS Nº: 227
Complemento: QUADRA 04 CONJ PARQUE A ELIAS RIBEIRO Bairro: CENTRO
Cidade: CAMACAN UF: BA CEP: 45880970
Data de Início: 03/01/2022 Previsão de término: 31/01/2022 Coordenadas Geográficas: 0, 0
Finalidade: Código: Não Especificado
Proprietário: T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA - ME CPF/CNPJ: 14.133.568/0002-76

4. Atividade Técnica
12 - Execução Quantidade Unidade
24 - Projeto > SEGURANÇA - ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS > 2,00 a
ATIVIDADES PROFISSIONAIS > #643 - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO - PGR

Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deve proceder a baixa desta ART

5. Observações
PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

6. Declarações
- Declaro que estou cumprindo as regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica e no decreto n.
5296/2004.

7. Entidade de Classe
NENHUMA DAS ENTIDADES

8. Assinaturas
Declaro serem verdadeiras as informações acima DIEGO CORREIA MOREIRA - CPF: 033.357.675-60

________________, ________ de ___________________ de ________


Local data T D DE MELO OLIVEIRA & CIA LTDA - ME - CNPJ: 14.133.568/0002-76

9. Informações
* A ART é válida somente quando quitada, mediante apresentação do comprovante do pagamento ou conferência no site do Crea.

10. Valor
Valor da ART: R$ 88,78 Registrada em: 06/01/2022 Valor pago: R$ 88,78 Nosso Número: 53749272

A autenticidade desta ART pode ser verificada em: [Link] com a chave: z1Z2W
Impresso em: 12/01/2022 às 09:02:16 por: , ip: [Link]

[Link] creaba@[Link]
CREA-BA
Conselho Regional de Engenharia
Tel: (71) 3453-8990 Fax: (71) 3453-8989 e Agronomia da Bahia

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