Curso Técnico em Automação Industrial
Disciplina: Programação aplicada a Microcontroladores
Professor: Marcelo Cendron
Exercícios - Simulador
Atividades 1:
Crie o circuito abaixo no Tinkercad:
E o código fonte base:
int led = 13;
void setup() {
pinMode(led, OUTPUT);
}
void loop() {
digitalWrite(led, HIGH);
delay(1000);
digitalWrite(led, LOW);
delay(1000);
}
Tarefa
1. Altere o programa base para que o Led ligue durante 2 segundos e fique 0,5 segundos
desligado
2. Acrescente um led (Led 2) e um resistor a porta 12 do circuito.
a. Faça que o Led 2 pisque junto com o Led 1
b. Alterne o acendimento dos Led 1 e 2 (enquanto o 1 estiver acesso o 2 deve ficar
apagado)
Atividades 2 - Semáforo:
Altere o circuito conforme abaixo:
Tarefas
1. Programe o Arduino para que os LED’s funcionem como um semáforo. Sendo que
deve inicialmente acender o LED verde, aguardar 3 segundos, após apagar o
Verde imediatamente acender o LED Amarelo por 1 segundo e após isso acender
o LED Vermelho por 3 segundo, após o tempo, o processo deve ser reiniciado.
2. Acrescente mais um semáforo ao seu sistema, de forma que sejam gerenciados
duas vias.
3. Agora faça uma adição de mais um semáforo para 3 vias.
Para pensar!
Como poderia ser simplificado o projeto do semáforo de forma a reduzir
componentes?
Curiosidades sobre o semáforo:1
Sinal vermelho para parar, amarelo para ter precaução e verde para ir. É muito
difícil para alguém hoje olhar para um semáforo e não saber o que as cores representam,
mas quem pensou em organizá-las dessa forma e quem estabeleceu o significado delas?
1Retirado de: [Link]
[Link]
O vermelho é usado como um sinal de perigo há muito tempo, com registros do
uso da cor por legiões romanas há mais de 2 mil anos. Porém, o seu uso como sinal
luminoso começou em meados de 1830 no sistema ferroviário inglês, mas de um jeito
um pouco diferente: enquanto o vermelho já servia para indicar que os maquinistas
deveriam parar, o verde era utilizado para sinalizar precaução e uma lâmpada branca é
que sinalizava que o trem estava liberado para seguir.
Esse sistema só tinha um problema, reforçado por volta de 1914: a lente vermelha
de um dos sinais caiu, deixando exposta somente a lâmpada. Sem saber do que se tratava
e interpretando que branco significava "liberado", um maquinista causou um trágico
acidente ao colidir com outro trem. As ferrovias aboliram o branco de uma vez por todas,
e foi aí que a configuração que conhecemos hoje passou a ser utilizada, com o verde
indicando a liberação, e o amarelo – por ser bem diferente das outras duas cores – sendo
utilizado para sinalizar precaução.
Ainda no século 19, o trânsito de cavalos e carruagens nas ruas de Londres
começava a representar um perigo para os pedestres, e foi aí que um engenheiro
ferroviário chamado John Peake Knight resolveu dar a ideia de adaptar o sistema das
ferrovias para as ruas: enquanto de dia os semáforos – manuseados por um policial –
mostravam placas para orientar o tráfego, durante a noite elas emitiam os sinais
luminosos.
O único problema desse sistema é que as lâmpadas eram alimentadas por gás, e
um dia uma delas acabou explodindo e machucando o policial que a operava. Na falta de
uma alternativa mais segura, o governo londrino resolveu suspender os semáforos até
que a versão alimentada por eletricidade se tornasse disponível.
Nos idos de 1910, já nos Estados Unidos, o tráfego era controlado por policiais
que ficavam no centro dos cruzamentos mais movimentados, em cima de plataformas
que permitiam que pudessem ter uma melhor visibilidade. Os oficiais faziam
movimentos com os braços para orientar o trânsito – alguns até utilizavam luzes verdes
e vermelhas –, enquanto apitavam para indicar a mudança de sinal.
O auxílio humano para orientação só foi deixado de lado no início da década de
20, quando os primeiros semáforos sequenciais de três cores foram implantados em
Detroit, nos Estados Unidos.
Mas e os daltônicos? As cores não foram pensadas para eles também? Bom, a
maioria das pessoas que sofre com a deficiência que prejudica a percepção das cores na
verdade consegue distinguir a verde-clara da vermelha-clara. Para aqueles que não
conseguem, o padrão adotado pela maioria dos países permite que essas pessoas
identifiquem os sinais pelas suas posições: vermelho no topo e verde embaixo.