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A Rosa e o Corvo: Tragédia Épica Fantástica

A Rosa e o Corvo é uma tragédia épica ambientada em um mundo devastado por guerras e magia corrompida, onde Aelys, uma jovem ferreira, e Corvo, um homem sem memória, buscam o Trono Rubro. Ao longo da jornada, eles enfrentam dilemas morais sobre poder, sacrifício e redenção, culminando em uma escolha que determinará o destino do mundo. Aelys se sacrifica para garantir a paz, enquanto o deus aprisionado permanece adormecido, iniciando um novo ciclo de lendas.
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A Rosa e o Corvo: Tragédia Épica Fantástica

A Rosa e o Corvo é uma tragédia épica ambientada em um mundo devastado por guerras e magia corrompida, onde Aelys, uma jovem ferreira, e Corvo, um homem sem memória, buscam o Trono Rubro. Ao longo da jornada, eles enfrentam dilemas morais sobre poder, sacrifício e redenção, culminando em uma escolha que determinará o destino do mundo. Aelys se sacrifica para garantir a paz, enquanto o deus aprisionado permanece adormecido, iniciando um novo ciclo de lendas.
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A Rosa e o Corvo

Gênero: Alta Fantasia / Medieval Sombria / Tragédia Épica

Estilo: Mistura de “Berserk”, “O Senhor dos Anéis” e “A Canção de Gelo e Fogo”

Tema: Maldade disfarçada de glória, redenção pelo sacrifício, e o preço da magia

I – As Três Guerras de Sangue

Há duzentos anos, os reinos de Khaldris, Vireon e Elondria guerreavam pelo Trono Rubro, um
artefato ancestral forjado do osso de um deus morto. Aquele que se sentasse no trono obteria
domínio sobre a própria realidade — ou assim diziam as profecias.

Três guerras se passaram. Nenhum rei sobreviveu por mais de um ano no trono. O mundo se
quebrou em feudos, e a magia, uma vez grandiosa, agora corrompe mais do que cura.

É neste mundo em ruínas que nasce a lenda da Rosa e do Corvo.

II – A Rosa de Ferro

Aelys, uma jovem ferreira de Elondria, nasceu com uma marca em forma de rosa negra no
ombro. Dizem que a marca aparece apenas nas Filhas da Queda, descendentes diretas de uma
antiga rainha traidora.

Ela sobrevive sozinha numa vila esquecida entre pântanos e cinzas, até que uma tempestade
abre uma cratera onde encontra um artefato enterrado: uma espada que chora sangue ao ser
empunhada.

Com a espada, vem uma visão:

“Se você não marchar, o mundo morre. Se você marchar, você morre. Escolha.”

III – O Corvo sem Nome

No Norte, um homem acorda entre cadáveres de um campo de batalha congelado. Sem


memória. Sem identidade. Apenas um corvo de olhos brancos que o acompanha e o chama de
"Irmão".

Ele descobre que possui habilidades profanas:

• Falar com os mortos.

• Beber memórias de inimigos vencidos.

• Criar armas temporárias feitas de ossos e dor.

Chamado apenas de Corvo, ele ouve sussurros que o guiam até Aelys — mas também o
advertem:

“Se ela sentar no trono, o ciclo recomeça. Mate-a ou torne-se seu carcereiro.”
IV – A Jornada até o Trono Rubro

Aelys e Corvo se encontram durante uma emboscada nas ruínas de Anfalor. São perseguidos
por cavaleiros da ordem dos Escarlates Silenciosos, um culto militar que acredita que o mundo
deve ser apagado para recomeçar limpo.

Ao longo da jornada, eles descobrem:

• Os deuses foram mortos por humanos.

• O Trono Rubro é uma prisão — contém o último deus vivo, faminto por liberdade.

• A marca de Aelys é a chave para abrir o selo.

• Corvo é o antigo carrasco do deus aprisionado, que teve sua memória arrancada como
castigo por hesitar.

V – O Final que Sangra

No fim, diante do trono, Aelys tem três escolhas:

1. Sentar-se no Trono Rubro e libertar o deus aprisionado, restaurando a magia e a


glória... ao custo da humanidade.

2. Destruir o trono, encerrando a magia do mundo para sempre, mesmo que isso custe
sua própria alma.

3. Tornar-se a nova prisão do deus, substituindo o trono e garantindo a paz — ao preço


de nunca mais ser lembrada.

Corvo se oferece para tomar seu lugar. Mas Aelys sorri e diz:

“Eu fui marcada para cair... Mas também para impedir que mais alguém caia.”

Ela se sacrifica.

O mundo sobrevive.
O deus dorme.
E um novo ciclo começa, com lendas sussurradas sobre uma rosa de ferro e o corvo que velou
sua tumba.

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