Instrumentos de
Avaliação Diagnóstica
no TEA I
Professora Raquel Argenta
Quais são minhas
expectativas para hoje?
O que espero aprender
Nuvem de Palavras
Edupulses
Como você acha que é
realizada a avaliação
diagnóstica nos casos de
TEA?
Ranking
Edupulses
A complexidade e heterogeneidade dos sintomas do TEA muitas vezes
dificultam o processo diagnóstico.
Avaliação clínica acurada; Cuidadosa observação da
informações dos pais, criança;
cuidadores e educadores Utilização de instrumentos
padronizados.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA,2019
Para a escolha do instrumento utilizado para a
triagem e o diagnóstico de TEA,é necessário que
se conheçam os padrões psicométricos e a
validade de cada instrumento, principalmente o
seu desempenho em populações variadas, as
taxas de sucesso na identificação dos transtornos
e a sustentabilidade da ferramenta ao longo do
tempo.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA,2019
SENSIBILIDADE DO ESPECIFICIDADE DO
INSTRUMENTO: INSTRUMENTO:
é a proporção com o é a proporção de indivíduos
problema que o teste sem o transtorno que tem um
identifica corretamente teste negativo.
Sensibilidade e especificidade definem a capacidade do instrumento para
identificação adequada do problema.
Quanto maior a sensibilidade e especificidade, menor o número de falsos positivos
e negativos e portanto um instrumento com melhor qualidade de identificação.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA,2019
Os sintomas de TEA em qualquer idade,
podem se confundir com outros atrasos do
desenvolvimento, principalmente os atrasos
de linguagem e a deficiência intelectual.
As escalas utilizadas tanto aquelas no
formato de entrevista semiestruturada ou
na observação direta da criança, são
baseadas nos critérios diagnósticos do
DSM-V.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA,2019
ADI-R
ADOS- G
CARS
M-CHAT-R
ATA
ABC/ICA
PROTEA – R
SRS-2
AVALIAÇÃO TEA
INSTRUMENTOS
PADRONIZADOS
Escalas de Rastreio
AVALIAÇÃO CLÍNICA
(Quantitativos) Anamnese com familiares e
avaliação comportamental
(Qualitativa)
M-CHAT-R
SEGMENTO M- CHAT- R/F;
CARS;
ATA
SRS-2 AVALIAÇÃO
COMPORTAMENTAL
Escala de rastreio para autismo;
É composta por 20 itens de resposta “sim” ou não”;
O instrumento é de uso livre, ou seja, pode ser aplicado por
M-CHAT-R
qualquer profissional da saúde;
Tem como objetivo identificar sinais de autismo em crianças
precoces;
©2009 DianaRobins,DeborahFein,&MarianneBarton
Avalia a presença de alterações de interesse da criança no
engajamento social, habilidades de manter contato visual,
imitação, brincadeiras repetitivas e de “faz de conta” e uso do
contato visual e de gestos para direcionar a atenção social do
M-CHAT-R parceiro ou para pedir ajuda.
Faixa etária: 16 a 30 meses.
Para todos os itens, exceto os itens 2,
5, e 12, a resposta "NÃO" indica risco
CORREÇÃO de TEA;
E ANÁLISE
Para os itens 2, 5, e 12, a resposta
"SIM"indica risco de TEA.
BAIXO RISCO: Pontuação total é de 0-2. Se
a criança tiver menos de 24 meses, repetir
o M-CHAT-R aos 24m
RISCO MODERADO: Pontuação total de 3-7.
INTERPRETAÇÃO Entrevista de Seguimento para obter
informação adicional sobre as respostas
de risco.
ALTO RISCO: Pontuação total de 8-20.
Entrevista de Seguimento e encaminhar
para avaliação
Foi desenhado para acompanhar o M- CHAT- R ( mesmas
perguntas);
Está validado para rastrear crianças entre 16 e 30 meses para
SEGMENTO
avaliar o risco (TEA);
M- CHAT- R
Podem ser usados para fins clínicos, de pesquisa e educacionais,
são instrumentos com direitos autorais e uso é limitado pelos
autores e detentores do direito
Mesmo com a Entrevista de Seguimento, um número significativo
de crianças que falham no M-CHAT-R não serão diagnosticadas
SEGMENTO com TEA. No entanto, essas crianças estão em risco para outros
M- CHAT- R distúrbios do desenvolvimento ou atrasos, e por isso, o
acompanhamento é recomendado para qualquer criança cuja
avaliação for positiva;
Se a criança pontuar positivo no M-CHAT-R, escolha os itens da
Entrevista de Seguimento com base nos itens em que a criança falhou
no M-CHAT-R.
Cada página da entrevista corresponde a um item do M-CHAT-R;
Siga o formato do organograma, fazendo as perguntas até pontuar
APLICAÇÃO PASSA ou FALHA;
Quando um pai relata um "talvez", pergunte se a maior parte das vezes a
resposta é "Sim" ou "Não" e continue a entrevista de acordo com essa
resposta.
Nas perguntas onde é possível responder "Outros", o entrevistador deve
julgar se é uma resposta de "Passa" ou “Falha”.
Pontue as respostas a cada item da Folha de Pontuação do M-CHAT-
R/F (PASSA ou FALHA);
A entrevista é considerada como pontuando positivo se acriança falhar
quaisquer 2 itens na Entrevista de Seguimento;
CORREÇÃO
E ANÁLISE
Se a criança pontuar positivo no M- CHAT- R/ F, é fortemente
recomendado que seja referenciada para intervenção e avaliação;
Caso o profissional de saúde ou os pais tenham preocupações relativas
a um TEA, a criança deve ser referenciada para avaliação,
independentemente da pontuação no M-CHAT-R ou no M-CHAT-R/F.
SIMULAÇÃO DA
APLICAÇÃO E
HORA DE PRATICAR CORREÇÃO M- CHAT-
R
Entrevista semiestruturada composta por 15 itens com 4 opções de
respostas que representam um continuum (normal, leve, moderado e
grave);
Os escores de cada domínio variam de 01 ( dentro dos limites da
normalidade) e 04 (sintomas autísticos graves).
CARS
Portolese et al ( 2017) apontam que esta é uma escala com
Childhood Autism
Rating Scale dificuldade média, assim exige treinamento para aplicação.
As autoras ainda abordam que a CARS é utilizada internacionalmente
e é considerada padrão-ouro na identificação do TEA.
A sensibilidade é de 80% e a especificidade de 88%.
Faixa etária: acima de 02 anos.
A contagem total do teste será feita no final,
Durante a coleta das informações deve-se ter em mente que o
comportamento da criança deve ser balizado com outra (típica) de
CORREÇÃO mesma idade.
As “notas”variam de 1a 4:
A “nota” 1significa que o comportamento está dentro dos limites da
normalidade para outra criança de mesma idade.
A “nota” 2 é “dada” para quando houver pequena anormalidade,
quando comparada a outra criança de mesma idade.
A 3 indica que a criança examinada apresenta um grau moderado
de comprometimento no assunto pesquisado.
A 4 é para aquela cujo comportamento é severamente anormal
para a idade.
Os meios pontos são para serem usados quando o comportamento
situar-se entre os dois itens.
Resultado final:
Normal: 15 – 29,5,
iNTERPRETAÇÃO Autismo leve/moderado: 30 – 36,5,
Autismo grave: acima 37.
[Link]ções interpessoais: prejuízo nessa área é considerado uma das características primárias
do autismo incluída em todas as descrições do transtorno;
[Link]ção: este item foi incluído em função da relação existente entre dificuldades graves de
linguagem e problemas na imitação motora e verbal;
3. Resposta Emocional: Avalia como a criança compreende as emoções das demais pessoas;
4. Uso do corpo: movimentos corporais e estereotipias;
[Link] de objetos: uso inapropriado de brinquedos ou outros objetos está intrinsicamente
relacionado a relação inadequada com pessoas;
PEREIRA et al, 2007, p.11
[Link] a mudanças: dificuldades em alterar rotinas ou padrões pré-estabelecidos ou
dificuldade para mudar de uma atividade para outra;
7. Resposta visual: padrões incomuns de atenção visual;
[Link] auditiva: inclui a reação da criança a vozes humanas ou outros tipos de sons e qual
o interesse da criança por sons variados;
[Link] do paladar, tato e olfato: reação diante de estímulos sensoriais, recusa e seletividade
alimentar, como as crianças reagem a dor.
10. Medo ou nervosismo: classifica o medo incomum e inexplicado e/ou a ausência de medo.
PEREIRA et al, 2007, p.11
11. Comunicação Verbal: Classifica todas as facetas do uso da linguagem. Não avalia apenas a
presença ou ausência da fala, mas também suas peculiaridades, jargões e palavras bizarras.
[Link]ção não verbal: uso da expressão fácil, postura, gestos e movimento corporal,
incluindo sua resposta à comunicação não verbal de outras pessoas;
13. Nível de atividade: refere-se a quanto a criança move-se em situações limitantes ou não;
14. Nível e consistência da resposta intelectual: considera o nível geral de funcionamento
intelectual e sua consistência;
[Link]ões gerais: impressão subjetiva a partir da observação da criança.
PEREIRA et al, 2007, p.11
Escala composta por 23 subescalas, dividias em diferentes itens;
Instrumento de fácil aplicação, acessível a profissionais que têm
acesso direto com a população com autismo;
Não é uma entrevista diagnóstica, mas uma prova que traça o perfil
ATA condutual da criança, baseada nos diferentes aspectos diagnósticos;
Escala de Traços
Autísticos
Pode ser utilizada como guia da evolução do tratamento;
Sensibilidade 0,82 e especificidade 0,75
Faixa etária: acima de 02 anos.
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Cada subescala tem um valor de zero a dois (0 – 2):
Pontua-se zero se não houver a presença de nenhum sintoma;
1se houver apenas um sintoma;
ANÁLISE
2 se houver mais de um sintoma em cada um dos 36 itens.
No final realiza-se uma soma simples dos pontos obtidos.
Ponto de corte: 23
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Dificuldade na interação social: Pode se apresentar de formas leves como, por
exemplo, um certo negativismo e a evitação do contato ocular, até formas mais
graves, como um intenso isolamento.
Manipulação do ambiente: Pode ir desde não responder às solicitações a manter-se
indiferente ao ambiente. O fato mais comum é a manifestação brusca de crises de
birra passageira, risos incontroláveis e sem motivo, tudo isto com o fim de conseguir
ser o centro da atenção.
Utilização das pessoas a seu redor: a relação que mantém com o adulto quase
nunca é interativa, dado que normalmente se utiliza do adulto como o meio para
conseguir o que deseja.
Resistência a mudanças: A resistência a mudanças pode variar da irritabilidade até
franca recusa.
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Busca de uma ordem rígida: Manifesta tendência a ordenar tudo, podendo chegar a
uma conduta de ordem obsessiva, sem a qual não consegue desenvolver nenhuma
atividade.
Falta de contato visual. Olhar indefinido: A falta de contato pode variar desde um
olhar estranho até constante evitação dos estímulos visuais.
Mímica inexpressiva: a inexpressividade mímica revela a carência da comunicação
não verbal. Pode apresentar, desde uma certa expressividade, até uma ausência total
de resposta.
Distúrbios de sono: quando pequeno dorme muitas horas e, quando maior, dorme
poucas horas, se comparado ao padrão esperado para a idade. Esta conduta pode
ser constante, ou não.
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Alteração na alimentação: Pode incluir situações, desde aquela em que a criança
deixa de se alimentar, até aquela em que se opõe ativamente.
Dificuldade no controle dos esfíncteres: o controle dos esfíncteres pode existir, porém
a sua utilização pode ser uma forma de manipular ou chamar a atenção do adulto.
Exploração dos objetos (apalpar, chupar): analisa os objetos sensorialmente,
requisitando mais os outros órgãos dos sentidos em detrimento da visão, porém sem
uma finalidade específica.
Uso inapropriado dos objetos: não utiliza os objetos de modo funcional.
Falta de atenção: Às vezes, fixa a atenção em suas próprias produções sonoras ou
motoras, dando a sensação de que se encontra ausente.
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Ausência de interesse pela aprendizagem: não tem nenhum interesse por aprender,
buscando solução nos demais. Aprender representa um esforço de atenção e de
intercâmbio pessoal, é uma ruptura em sua rotina.
Falta de iniciativa: busca constantemente a comodidade e espera que lhe dêem
tudo pronto. Não realiza nenhuma atividade funcional por iniciativa própria.
Alteração de linguagem e comunicação: é uma característica fundamental do
autismo, que pode variar desde um atraso de linguagem até formas mais graves,
com uso exclusivo de fala particular e estranha.
Não manifesta habilidades e conhecimentos: nunca manifesta tudo aquilo que é
capaz de fazer ou agir, no que diz respeito a seus conhecimentos e habilidades,
dificultando a avaliação dos profissionais
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
Reações inapropriadas ante a frustração: manifesta desde o aborrecimento à
reação de cólera, ante a frustração.
Não assume responsabilidades: por princípio, é incapaz de fazer-se responsável,
necessitando de ordens sucessivas para realizar algo.
Hiperatividade/ hipoatividade: a criança pode apresentar desde agitação, excitação
desordenada e incontrolada, até grande passividade, com ausência total de resposta.
Estes comportamentos não tem nenhuma finalidade.
Movimentos estereotipados e repetitivos: ocorrem em situações de repouso ou
atividade, com início repentinos.
Ignora o perigo: expõe-se a riscos sem ter consciência do perigo.
Aparecimento antes dos 36 meses.
ASSUMPÇÃO JR. et al,2008
A SRS=2 é uma escala que tem como objetivo mensurar sintomas
associados ao TEA, bem como classificá-los em leves moderados
ou severos*.
Pode ser utilizada para iniciar processos diagnósticos e para o
SRS-2 planejamento de intervenções clinicas e ocupacionais.
Escala de
Responsividade
É um instrumento objetivo composto por 65 itens da escala Likert
Social
que mensura sintomas de autismo em crianças, adolescentes e
adultos, a partir dos 2 anos e meio de idade.
É um instrumento que necessita da compra do material de uso
(formulários de aplicação e manual).
É de fácil aplicação e pode ser utilizada por psicólogos e outros
profissionais da área da saúde e da educação que tenham
conhecimento e habilidade com avaliações clinicas.
Sua avaliação é feita a partir de informações coletadas com o
APLICAÇÃO respondente sobre o comportamento da pessoa avaliada.
Pode ser administrada em lápis e papel com formulários impressos;
informatizada com a presença do examinador (local) e informatizada
remotamente. Os modos informatizados são realizados por meio da
plataforma HogrefeTestsystem (HTS).
O uso da SRS-2 em ambientes clínicos e de pesquisa devem estar
em conformidade com as diretrizes profissionais e éticas do
Conselho Federal de Psicologia (CFP) e por não se tratar de um
APLICAÇÃO
instrumento de uso exclusivo do psicólogo também está sujeito a
preceitos éticos de outras classes profissionais.
O instrumento contém quatro formulários que avaliam o comportamento de
crianças, adolescentes e adultos, a partir dos 2 anos e meio de idade.
As avaliações de cada formulário devem ser preenchidas por adultos, sendo na
forma de Autorrelato ou Heterorrelato.
Autorrelato Heterorrelato
Respondido pela própria pessoa Respondido por terceiros sobre os
avaliada. comportamentos da pessoa avaliada
(Formulários Pré-escolar, Escolar e
(Formulário Adulto Autorrelato)
Adulto heterorrelato
Formulário Formulário
Pré- Escolar: Idade Escolar:
De 2 anos e meio a 04
De 04 a 18 anos;
anos e meio;
Podem ser preenchidos por pais/tutores e
professores
Formulário Adulto:
A partir dos 18 anos
Heterorrelato: Autorrelato:
Pode ser respondido por pais,
Os adultos podem se
cônjuge, outros
autoavaliar.
parentes ou amigos próximos
Toda correção e pontuação é feita de modo informatizado com a
plataforma HTS.
Após a aplicação informatizada ou da inserção das respostas em
folha, a plataforma corrige as pontuações automaticamente e
COREÇÃO E possibilita o examinador a baixar o relatório com os resultados de
ANÁLISE acordo com as normas.
Em sua aplicação Primária o SRS-2 gera uma pontuação total para
todas as 65 questões, que serve como um índice de severidade de
prejuízos sociais no espectro do Autismo. Essa pontuação é expressa
de duas maneiras:
Pontuação Bruta Total: reflete a soma simples das respostas dos itens;
Escore-T total: baseia-se nas classificações coletadas na amostra
representativa em nível nacional e comunica com maior clareza como uma
determinada pontuação indica a extensão do prejuízo de comunicação social
na pessoa observada. Tem uma média de 50 e um desvio padrão de 10 e é
geralmente a forma mais usada em avaliações individuais em contextos
escolares e clínicos.
Escore-T 59 e Escore-T Escore-T Escore-T 76 e
abaixo entre 60 e 65 entre 66 e 75 acima
INTERPRETAÇÃO
Dentro dos
Nível
limites da Nível Leve Nível Severo
moderado
normalidade
É importante (e necessário) fazer a interpretação por faixa
INTERPRETAÇÃO etária, pois a pontuação é a mesma, mas a interpretação
difere conforme a idade da criança.
VAMOS TESTAR
NOSSOS EDUPULSES
QUIZ
CONHECIMENTOS
AVALIAÇÃO
COMPORTAMENTAL
Não há um marcador biológico no TEA, assim o
diagnóstico é clínico e deve ter como base as
classificações internacionais que ajudam a
padronizar as definições, a saber CID-10 e DSM-V
( PAULA et al, 2017) .
Segundo o DSM-V (APA, 2014) os primeiros sinais do
TEA devem aparecer antes dos 36 meses de idade e
se caracterizam, em linhas gerais por prejuízos na
comunicação e interação social e padrões repetitivos
e estereotipados.
Para realizar uma boa avaliação comportamental é
fundamental conhecer a fundo os critérios
diagnósticos do TEA e como eles se expressam em
comportamentos, bem como conhecer os marcos do
desenvolvimento indantil.
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
Nuvem de Palavras
Edupulses
A1: Déficit na reciprocidade socioemocional, compartilhamento reduzido de
interesses, emoções ou afeto, a dificuldade para iniciar ou responder
A interações sociais.
Prejuízos na
comunicação
e interação A2: Déficits nos comportamentos comunicativos não verbais usados para
social interação social ou déficts na compreensão e uso de gestos.
3 sintomas
A3: Déficits para desenvolver, manter e compreender relacionamentos,
CHEECKLIST
OBSERVAÇÃO
dificuldade de ajustar o comportamento para se adaptar a contextos sociais
diversos,
B1: Movimentos motores,uso de objetos ou
fala estereotipada ou repetitivos.
DE
B
Padrões
restritos e B2: Insistência nas mesmas coisas, adesão inflexível a rotinas ou padrões
repetitivos ritualizados de comportamento verbal ou não verbal.
2 sintomas B3: Interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade
ou foco
B4: Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum
por aspectos sensoriais do ambiente.
A. Prejuízos persistentes na comunicação social e na
interação social em múltiplos contextos, que devem ser
caracterizados em todas as seguintes esferas,
atualmente ou por história prévia:
A1. Déficit na reciprocidade socioemocional, variando, por exemplo, de abordagem social
anormal e dificuldade em estabelecer um a conversa normal a compartilhamento
reduzido de interesses, emoções ou afeto, a dificuldade para iniciar ou responder
interações sociais
A2 Déficits nos comportamentos comunicativos não verbais usados para interação
social, variando, por exemplo de comunicação verbal e não verbal pouco integrada a
anormalidade no contato visual e linguagem corporal e ou déficts na compreensão e
uso de gestos, a ausência total de expressões faciais e comunicação não verbal
A3 Déficits para desenvolver, manter e compreender relacionamentos, variando, por
exemplo, de dificuldade de ajustar o comportamento para se adaptar a contextos
sociais diversos a uma dificuldade em compartilhar brincadeiras imaginativas ou em
fazer amigos, a ausência de interesse por pares.
[Link]ões restritos e repetitivos de comportamento,
interesse ou atividades, que devem se caracterizar em
pelo menos duas das quatro esferas, atualmente ou por
história prévia.
B1. Movimentos motores, uso de objetos ou fala estereotipada ou repetitivos
(estereotipias motoras, alinhar objetos, girar objetos, ecolalia).
B2. Insistência nas mesmas coisas, adesão inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de
comportamento verbal ou não verbal (sofrimento extremo em relação a pequenas
mudanças, dificuldades com transições, padrões rígidos de pensamento, rituais de
saudação, necessidade de fazer o mesmo caminho ou ingerir os mesmos alimentos
diariamente).
3. Interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade ou foco (p.
ex., forte apego a ou preocupação com objetos incomuns, interesses excessivamente
circunscritos ou perseverativos).
B4. Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum por
aspectos sensoriais do ambiente (p. ex., indiferença aparente a dor/temperatura,
reação contrária a sons ou texturas específicas, cheirar ou tocar objetos de forma
excessiva, fascinação visual por luzes ou movimento).
[Link] sintomas devem estar presentes precocemente no período do
desenvolvimento (mas podem não se tornar plenamente manifestos até que as
demandas sociais excedam as capacidades limitadas ou podem ser
mascarados por estratégias aprendidas mais tarde na vida).
D. Os sintomas causam prejuízo clinicamente significativo no funcionamento
social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo no
presente.
CHEKLIST DE OBSERVAÇÃO
VAMOS COMPARTILHAR
RANKING
Edupulses
PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS POR DOMÍNIO DO
DESENVOLVIMENTO
Interação e comunicação social
Falhas no contato visual e atenção compartilhada;
Baixa frequência de iniciação, engajamento e manutenção do contato visual;
Dificuldade na expressão de afeto e suas regulações;
Busca o isolamento (quando bebê prefere ficar no berço sozinho do que no colo);
Dificuldade em se aninhar no colo no momento da amamentação;
Ausência ou atraso em comportamentos sociais, como por exemplo, resposta ao
sorriso;
PAULA et al,2017
Reduzido interesse social e em jogos de compartilhamento de prazer e interesses
(ex.: não tem prazer na brincadeira de fazer cócegas). OBS: a solicitação de
objetos, como alimento quando se tem fome não é considerado aqui, visto que o
compartilhamento de interesse deve ter sentido social;
Déficits no desenvolvimento da gesticulação, como apontar;
Uso inadequado da linguagem não verbal (utiliza o adulto como ferramenta);
Ausência ou falhas na coordenação entre diferentes modos de comunicação: olhar,
expressão facial, gesticulações e vocalização;
Ausência ou atraso na orientação de chamado ao nome (investigar prejuízo
auditivo).
Brincar:
Reduzidos comportamentos imitativos;
Movimentos repetitivos e estereotipados durante brincadeiras;
Repertório de interesses e atividades restrito;
Exploração não usual dos objetos (cheirar, lamber) ou uso de apenas parte deles
(foco na rodinha do carrinho, na hélice do helicóptero);
Jogos repetitivos com brinquedos e objetos;
Atraso ou desenvolvimento atípico da linguagem e cognição;
PAULA et al, 2017
Déficits na compreensão da linguagem e fala prolixa, prosódia alterada;
Regressão ou perda de habilidades já adquiridas, como a fala;
Déficit na teoria da mente: ca pa cida de de se coloca r no luga r do outro e
inferir o que estão sentindo ou pensando;
Inflexibilida de de pensa mento e na brinca deira , dificulda de na brinca deira
simbólica;
PAULA et al, 2017
Prejuízos sensoriais
Exploração não usual dos objetos, fixação do olhar exagerada;
Reação diminuída ou exacerbada a sons ou outros estímulos sensoriais;
Lentidão nos níveis de atividade e atraso nas funções motoras grossas e finas;
Movimenta ções motora s repetitiva s, ma neirismos motores/ estereotipia s
(balanceio de tronco, flapping, pula no mesmo lugar ou gira em torno de si...)
PAULA et al, 2017
"AUTISMO É PARTE DE MIM,
MAS NÃO ME DEFINE"
Temple Grandin
Raquel Argenta
Psicóloga
CRP 12/16596
@[Link]
HORA DE PRATICAR
QUIZ EDUPULSES
ESTUDO DE CASO
REFERÊNCIAS
Americam Psychiatric Association. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais
(DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2013.
ASSUMPÇÃO JR, F.B; KUCZYNSKI, E.; GABRIEL, M.R.; ROCCA, C.C. Escala De Avaliação De Traços
Autísticos (Ata) Validade E Confiabilidade De Uma Escala Para A Detecção De Condutas
Autísticas. Arquivos Neuropsiquiatria; 57(1); p23-29, 1999.
ASSUMPÇÃO JUNIOR, F. B.; GONÇALVES, J. Di M.; CUCCOLICHIO, S.; et al. Escala de avaliação de
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[Link]
PEREIRA, A.; RIESGO, R.S.; WAGNER, [Link] infantil: tradução e validação da Childhood
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TEIXEIRA, G. Manual do Autismo: guia dos pais para o tratamento completo. 6º ed. Rio de
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