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Gerenciamento de Resíduos em Saúde

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) da Drogaria Mais Vida EIRELI, elaborado pela farmacêutica Marcilene de Araujo Alves Barea, estabelece diretrizes para o manejo seguro de resíduos, visando a proteção da saúde pública e do meio ambiente. O documento detalha as etapas de gerenciamento, incluindo segregação, acondicionamento, transporte e disposição final dos resíduos, conforme as legislações RDC 306/2004 e CONAMA 358/2005. Além disso, enfatiza a importância da capacitação dos funcionários envolvidos no manejo dos resíduos para garantir a segurança e a conformidade com as normas vigentes.
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Gerenciamento de Resíduos em Saúde

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) da Drogaria Mais Vida EIRELI, elaborado pela farmacêutica Marcilene de Araujo Alves Barea, estabelece diretrizes para o manejo seguro de resíduos, visando a proteção da saúde pública e do meio ambiente. O documento detalha as etapas de gerenciamento, incluindo segregação, acondicionamento, transporte e disposição final dos resíduos, conforme as legislações RDC 306/2004 e CONAMA 358/2005. Além disso, enfatiza a importância da capacitação dos funcionários envolvidos no manejo dos resíduos para garantir a segurança e a conformidade com as normas vigentes.
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PGRSS

Plano de Gerenciamento de Resíduos e


Serviços de Saúde.

FARMACÊUTICA RESPONSÁVEL: MARCILENE DE


ARAUJO ALVES BAREA CRF/MT: 5097
INFORMAÇÕES GERAIS

Este Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde é um


documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos,
observando suas características e riscos, no âmbito do estabelecimento, e ainda
contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta,
armazenamento, transporte e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde
pública e ao meio ambiente. Com objetivo de proteger a saúde e o meio ambiente dos
riscos gerados pelo resíduo de serviços de saúde, diminuir a quantidade desses resíduos
gerados visando atender à RDC 306/2004 – Anvisa, melhorar as medidas de segurança e
higiene no trabalho.
A legislação pertinente é a RDC 306/2004 – ANVISA. - Gerenciamento interno
dos RSS, e também a Resolução CONAMA nº. 358/2005. - Gerenciamento externo dos
RSS.
Elaborado por MARCILENE DE ARUJO ALVES BAREA, farmacêutica,
portadora do CRF – MT 5097, responsável técnica pela DROGARIA MAIS VIDA
EIRELI.

Tabaporã -MT, 21 de Abril de 2021

CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

1. IDENTIFICAÇÃO:

Razão Social: DROGARIA MAIS VIDA EIRELI.


Nome Fantasia: Drogaria MAIS VIDA
CNPJ: 33184266/0002-71
Endereço: Rua B/ lote 16/C Quadra 01 S/N, Americana do Norte
Cidade: Tabaporã – MT
Telefone: (66) 992219563
Tipo de Estabelecimento: Drogaria
Horário de funcionamento: 08:00 às 18:00hs
Serviço: Dispensação de medicamentos, aplicação de injetáveis, aferição temperatura
corporal, aferição de pressão arterial, aferição dos níveis de glicemia capilar/ autoteste,
perfuração do lóbulo auricular para colocação de brincos.
Pacientes por mês: Aproximadamente 500 pacientes

2. CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO


Área do terreno:
Quantidade de prédios: um
Área total construída: 55m2

3. CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS


Resíduos sólidos: medicamentos vencidos, lixo, papéis – dispensação
Resíduos perfurocortantes: agulhas e seringas – sala de aplicação

4. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PLANO DE GERENCIAMENTO DE


RESIDUOS
Nome: MARCILENE DE ARAUJO ALVES BAREA
RG: 14293900 SSP/MT
Profissão: Farmacêutica Generalista
Registro no Conselho: 5097

5. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

Constitui-se de um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e


implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o
objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um
encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a
preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
O gerenciamento abrange todas as etapas de planejamento dos recursos físicos,
dos recursos materiais e da capacitação dos recursos humanos envolvidos no manejo
dos resíduos de serviços de saúde (RSS).
ETAPAS

 MANEJO: O manejo dos RSS define-se como a ação de gerenciar os resíduos em


seus aspectos dentro e fora do estabelecimento, desde a geração até a disposição
final, incluindo as seguintes etapas:
 SEGREGAÇÃO - Consiste na separação dos resíduos no momento e local de
sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu
estado físico e os riscos envolvidos.
 ACONDICIONAMENTO - Consiste no ato de embalar os resíduos segregados,
em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e
ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível
com a geração diária de cada tipo de resíduo. Sendo assim, os resíduos sólidos
devem ser acondicionados em saco constituído de material resistente a ruptura e
vazamento, impermeável, baseado na NBR 9191/2000 da ABNT, respeitados os
limites de peso de cada saco, sendo proibido o seu esvaziamento ou
reaproveitamento. Já os sacos devem estar contidos em recipientes de material
lavável, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de
sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados e ser
resistente ao tombamento. Em contrapartida, os resíduos líquidos, a título de
curiosidade, pois o estabelecimento não produz, devem ser acondicionados em
recipientes constituídos de material compatível com o líquido armazenado,
resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante.
 IDENTIFICAÇÃO - Consiste no conjunto de medidas que permite o
reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo
informações ao correto manejo dos RSS.
O Grupo A é identificado pelo símbolo de substância infectante constante na
NBR-7500 da ABNT, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.
O Grupo B é identificado através do símbolo de risco associado, de acordo
com a NBR 7500 da ABNT e com discriminação de substância química e frases de
risco.
 As substâncias pertencentes a esse grupo são: produtos hormonais e
produtos antimicrobianos; citostáticos; antineoplásicos; munossupressores;
digitálicos; imunomoduladores; anti-retrovirais, quando descartados por
serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos
ou apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos
controlados pela portaria MS 344/98 e suas atualizações: resíduos de
saneantes, desinfetantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes para
laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes.
O Grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação
ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos,
acrescido da expressão REJEITO RADIOATIVO.
Enquadram-se neste grupo os rejeitos radioativos ou contaminados com
radionuclídeos, provenientes de laboratórios de análises clinicas, serviços de medicina
nuclear e radioterapia, segundo a resolução CNEN-6.05.
O Grupo D é constituído de resíduos que não apresentem risco biológico,
químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos
resíduos domiciliares, tais como, papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos,
peças descartáveis de vestuário, resto alimentar do paciente, material utilizado em anti-
sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados
como A1; sobras de alimentos e do preparo de alimentos; resíduos provenientes das
áreas administrativas; resíduos de varrição, flores, podas e jardins; resíduos de gesso
provenientes de assistência à saúde.
O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante constante na
NBR-7500 da ABNT, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos,
acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que
apresenta o resíduo.
Enquadram-se neste grupo os materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais
como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas
endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares;
micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados
no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares.
 TRANSPORTE INTERNO - Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de
geração até local destinado ao armazenamento temporário para a coleta. O
transporte interno de resíduos é realizado no período da manhã no momento da
limpeza da sala de injetável. A auxiliar de limpeza recolhe os sacos contendo os
resíduos e em seguida, conduz para o depósito colocando no local reservado para
esse fim.
 ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO - Consiste na guarda temporária dos
recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos
de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o
deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação para
coleta externa. Não poderá ser feito armazenamento temporário com disposição
direta dos sacos sobre o piso, sendo obrigatória à conservação dos sacos em
recipientes de acondicionamento.
 TRATAMENTO - Consiste na aplicação de método, técnica ou processo que
modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou
eliminando o risco de contaminação, de acidentes ocupacionais ou de dano ao
meio ambiente. O tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento
gerador ou em outro estabelecimento, observadas nestes casos, as condições de
segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do
tratamento. Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de saúde devem
ser objetos de licenciamento ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA
nº. 237/1997 e são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de
vigilância sanitária e de meio ambiente.
 ARMAZENAMENTO EXTERNO - Consiste na guarda dos recipientes de
resíduos até a realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com
acesso facilitado para os veículos coletores.
 COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS - Consistem na remoção dos RSS
do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou
disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das condições
de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio
ambiente, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos de limpeza
urbana. A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços de saúde devem
ser realizados de acordo com as normas NBR 12.810 e NBR 14652 da ABNT.
 DISPOSIÇÃO FINAL - Consiste na disposição de resíduos no solo,
previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de
construção e operação, e com licenciamento ambiental de acordo com a
Resolução CONAMA nº.237/97.

6. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE


Grupo A (Infectantes)
 Seringas
 Agulhas
Grupo B (Químicos)
 Medicamentos vencido
Grupo C (Radioativos)
Grupo D (Comuns)
 Papel de uso sanitário;
 Peças descartáveis de vestuário, luvas, máscaras;
 Resto alimentar de funcionários;
 Material utilizado em anti-sepsia;
 Materiais para curativos;
 Sobras de alimentos e do preparo de alimentos;
 Resíduos provenientes das áreas administrativas;
 Resíduos de varrição.
Grupo E (Perfurocortantes)
 Agulhas;
 Escalpes;
 Ampolas de vidro;
 Seringas.

7. ACONDICIONAMENTO DOS RESÍDUOS

Grupo B
Os resíduos químicos que apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente,
quando não forem submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem,
devem ser acondicionados em duplo saco plástico de cor branca leitosa, com
identificação do resíduo e dos riscos; ou acondicionados em recipiente rígido e
estanque, compatível com as características físico-químicas do resíduo ou produto a ser
descartado, identificando de forma visível com o nome do conteúdo e suas principais
características.

Grupo D
Os resíduos são acondicionados em sacos pretos resistentes de modo a evitar
derramamento durante o manuseio.
GRUPO E
Os materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente, no local de
sua geração, imediatamente após o uso em Caixa Descartex, rígidos, resistente à
punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, atendendo aos
parâmetros referenciados na norma NBR 13853/97 da ABNT.
Assim é expressamente proibido o esvaziamento desse recipiente para o seu
reaproveitamento. As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as
seringas descartáveis sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua retirada
manualmente.
Os recipientes devem ser descartados quando o preenchimento atingir 2/3 de sua
capacidade ou o nível de preenchimento ficar a cinco cm de distância da boca do
recipiente. Além disso, devem estar devidamente identificado com símbolo
internacional de risco biológico, acrescido da inscrição de “PERFUROCORTANTE” e
os riscos adicionais, químico.

8. COLETA INTERNA DOS RESÍDUOS

Os resíduos deverão seguir os seguintes procedimentos ao serem transportados


dentro do estabelecimento, de acordo com as Resoluções RDC – ANVISA nº.
306/2004, CONAMA nº. 358/2005 e normas pertinentes da ABNT e do município sede
do estabelecimento.
O transporte dos recipientes deve se realizado sem esforço excessivo ou risco de
acidente para o funcionário. Os procedimentos devem ser realizados de forma a não
permitir o rompimento dos recipientes. No caso de acidente ou derramamento, deve-se
imediatamente realizar a limpeza e desinfecção simultânea do local, e notificar o
responsável técnico pelo programa.

9. COLETA EXTERNA DOS RESIDUOS

Os resíduos armazenados devidamente nos seus respectivos recipientes serão


entregues à empresa certificada para tal finalidade.
10. SEGURANÇA OCUPACIONAL

Os funcionários envolvidos diretamente com os processos de higienização,


coleta, transporte, tratamento, e armazenamento de resíduos, devem ser submetidos à
exames médicos admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função
e demissional, conforme estabelecido no PCMSO da Portaria 3214 do TEM.
Os trabalhadores devem ser imunizados em conformidade com o Programa
Nacional de Imunização-PNI, obedecendo ao calendário previsto neste programa.
A equipe responsável pelo gerenciamento de resíduos deve receber capacitação
na ocasião de sua admissão e manter sob educação continuada para as atividades de
manejo de resíduos, incluindo a sua responsabilidade com higiene pessoal, dos materiais
e dos ambientes. O treinamento ministrado deve abordar a importância da utilização
correta de equipamentos de proteção individual, tais como, uniforme, luvas, avental
impermeável, máscara, botas e óculos de segurança específicos a cada atividade, bem
como a necessidade de mantê-los em perfeita higiene e estado de conservação.
Todos os profissionais que trabalham no serviço, mesmo os que atuam
temporariamente ou não estejam diretamente envolvidos nas atividades de
gerenciamento de resíduos, devem conhecer o sistema adotado para o gerenciamento de
RSS, a prática de segregação de resíduos, reconhecer os símbolos, expressões, padrões
de cores adotados, conhecer a localização dos abrigos de resíduos, entre outros fatores
indispensáveis à completa integração ao PGRSS.
Além disso, os funcionários envolvidos devem ser orientados sobre diversos
assuntos que envolvem a prática de gerenciamento de resíduos, entre eles:
 Noções gerais sobre o ciclo da vida dos materiais;
 Conhecimento da legislação ambiental, de limpeza pública e de vigilância sanitária
relativas aos RSS;
 Definições, tipo e classificação dos resíduos e potencial de risco do resíduo;
 Sistema de gerenciamento adotado internamente no estabelecimento;
 Formas de reduzir a geração de resíduos e reutilização de materiais quando
aplicáveis;
 Conhecimento das responsabilidades e de tarefas;
 Identificação das classes de resíduos;
 Conhecimento sobre a utilização dos veículos de coleta;
 Orientações quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual-EPI e Coletiva-
EPC;
 Orientações sobre biossegurança (biológica, química e radiológica);
 Orientações quanto à higiene pessoal e dos ambientes;
 Orientações especiais e treinamento em proteção radiológica quando houver rejeitos
radioativos;
 Providências a serem tomadas em caso de acidentes e de situações emergenciais;
 Visão básica do gerenciamento dos resíduos sólidos no município;
 Noções básicas de controle de infecção e de contaminação química.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LEI FEDERAL Nº 9605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais.


RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 01/86 – Estabelece definições, responsabilidade, critérios
básicos, e diretrizes da avaliação do impacto ambiental, determina que aterros
sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos são passiveis
de avaliação.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 05/88 – Especifica licenciamento de obras de unidade de
transferências, tratamento e disposição final de resíduos sólidos de origem domésticas,
públicas, industriais e de origem hospitalar.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 05/93 – dispõe sobre destinação dos resíduos sólidos de
serviço de saúde, portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários. Onde define a
responsabilidade do gerador quanto o gerenciamento dos resíduos desde a geração até a
disposição final.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 358/2005 – Dispõe sobre o tratamento a destinação final
dos resíduos dos serviços de saúde.
RESOLUÇÃO ANVISA RDC 306/04 – Dispõe sobre o regulamento técnico para o
gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde.
NBR 10.004/87 – Classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao
meio ambiente e à sua saúde.
NBR 7.500/87 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de
resíduos sólidos.
NBR 12.235/92 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos definidos na NBR
10004 – procedimentos
NBR 12807/93 – Resíduos de serviços de saúde – terminologia.
NBR 12808/93 – Resíduos de serviços de saúde – classificação.
NBR 12809/93 – Manuseio de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.
NBR 12810/93 – Coleta de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.
NBR 12980/93 – Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos
terminologia.
NBR 11.175/90 – Fixa as condições exigíveis de desempenho do equipamento para
incineração de resíduos sólidos perigosos.

NBR 13.853/97 – Coletores para resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes


– requisitos e métodos de ensaio.
CNEN – NE 6.05/98 gerência dos rejeitos radioativos

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