0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações19 páginas

Dinâmica de Grupo e Responsabilidade Coletiva

Seth discute a importância da colaboração e da responsabilidade em um grupo, enfatizando que a ajuda deve ser mútua e não apenas individual. Ele critica a falta de ação e a petulância de alguns membros, que se acham capazes de resolver tudo sozinhos, enquanto a verdadeira cura requer a união e a intenção coletiva. O diálogo revela a frustração de Seth com a ineficácia do grupo em atender a solicitações simples e a necessidade de um compromisso mais sério com o trabalho em equipe.

Enviado por

Alisson Zarathos
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações19 páginas

Dinâmica de Grupo e Responsabilidade Coletiva

Seth discute a importância da colaboração e da responsabilidade em um grupo, enfatizando que a ajuda deve ser mútua e não apenas individual. Ele critica a falta de ação e a petulância de alguns membros, que se acham capazes de resolver tudo sozinhos, enquanto a verdadeira cura requer a união e a intenção coletiva. O diálogo revela a frustração de Seth com a ineficácia do grupo em atender a solicitações simples e a necessidade de um compromisso mais sério com o trabalho em equipe.

Enviado por

Alisson Zarathos
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

26/10/26 Seth

Seth: eu tô querendo (?) (charuto)

R: de vez em quando é bom ...

Seth: e passa paro os viciados também. Pode estar precisando de umas overdose ai. De fumo. Estou falando sério.
Você está vendo alguém brincando? Isso não é rapé, não. Vou colocar uma situação que é a seguinte: vamos
supor que eu sou ... Comandante de um grupo de soldados. Entenderam o que eu falei?

Ali: Sim!

Seth: então tá. Aí eu falo: em cima da colina ali, tem uma pessoa que foi baleada. É preciso que vá lá pega-lo. Eu
não peço, eu falo, vocês têm que ir lá pegar o amigo de vocês, que levou um tiro lá em cima da colina. Eu falei pro
gordinho ir lá? falei? Se... vai lá pegar ele, foi isso que eu falei? eu falei isso? responde porra! eu falei isso?

Ali: não, não falou...

Seth: então me respondam. Eu falei isso? o que que eu falei?

R: você mandou ir lá pegar ele...

Seth: heim? Falei para quem?

R: todo mundo ...

Seth: A tua casa estava pegando fogo? Estava? Teu marido estava internado?

And: Não.

Seth: Não? Por que você saiu daqui? O que que eu falei? Na hora da ajuda venha. Na hora que eu peço... Por quê?
estava pegando fogo a casa?

And: não ...

Seth: e daquele sargento, um filho levou também um tiro em algum lugar?

And: sim...

Seth: ah, ele levou um tiro?

And: Não estou entendendo.

Seth: A tua casa semana passada estava pegando fogo?

And: Não.

Seth: É? Eu não falei para pegar o cara em cima da colina?

And: Sim.

Seth: O que você fez? Vocês resolvem aí que eu vou para casa. Foi isso? Deixa eu ver aqui o meu horário do meu
transporte. Foi assim?

And: Ah sim... foi ...

Seth: É? Não. Tem que ir embora. Vocês resolvem aí. E quem é que pega o outro lado da maca?

And: entendi. Entendi a bronca, entendi ...

Seth: né? Eu chego e falo, olha, isso vai ser feito isso aqui. Eu venho pra ajudar vocês. Eu peço uma porra de uma
coisa. Uma! Eu por acaso falei alguma língua estrangeira?

Ali: Não.
Seth: Aí vem o petulante. O petulante. Deixa comigo que eu resolvo. A gente pode conversar à vontade aí, porque
eu sou foda. Sou foda. Eu dou passe aqui falando até em qualquer coisa. Por que comigo, mano, Por que aqui
comigo funciona de qualquer jeito. Aí tem uns que vazam e tem um petulante. Não é assim? Pode falar aí,
conversa aí, eu sou fodasso... eu tô com minha planta, que isso aqui cura tudo. O que acontece? Eu falo, vai lá a
equipe pegar o cidadão. Aí eu mando o helicóptero lá. Chega lá. Tem um gordinho lá. Com as plantinhas assim. Eu
sou foda. Se eu falo uma coisa, existe outras pessoas que se associam para aquilo. Se um tipo de pedido tão
simples não pode ser cumprido, por que vocês esperam que a gente faça alguma coisa por vocês? Por que?
Bom... respostas:

S: Bom, vou responder por mim...

Seth: Mas é por você mesmo, você vai responder por ele?

S: Não, mas é porque infelizmente a gente (?)

Seth: Então vai direto ao ponto!

S: Eu observei isso tudo, eu cheguei a comentar... mas porque que todo mundo levantou? vamos ajudar, vamos
ficar... aí ele falou que não precisava, que a gente podia ficar à vontade ... em outras palavras foi isso, e eu não
consegui me concentrar pra ajudar... Foi isso que aconteceu, e aí eu fui embora também.

Seth: então você foi vencida pelo argumento dele?

Seth: Eu acho que sim, porque eu fiquei sem entender...

Seth: Você já entrou numa cadeia de passe, todo mundo conversando lá dentro? não, não, não, não, não. Não,
não. Porque o Jogo do Flamengo foi isso aqui, então, como é que está a sua vó lá, já viu isso?

S: Não, mas eu não quis discutir isso. Eu não sabia com quem eu estava falando. Eu falei, então tá, foi isso,
exatamente isso. Eu não quis discutir. Não estou me eximindo não, porque eu fui embora também. Sim. Mas
infelizmente foi. Estou respondendo por mim. É isso que eu fiz.

Seth: Quantas vezes eu pedi alguma coisa pra vocês?

And: Pouquíssimas vezes.

S: Você orienta...

Seth: Pouquíssimas não. Fala uma anterior essa. É. Me diga uma anterior essa. Eu posso sugerir uma coisa, você
para de fumar aí, você quer fumar foda-se. Agora eu falo assim, façam isso hoje. Por quê? Porque vem gente pra
ajudar. Aí chega gente pra ajudar, é aquele papo furado, todo mundo vai embora, o petulante é comigo, isso aqui
é comigo. Porque eu sou foda, não precisa de ninguém não, porque eu sou o dono da energia. Então enquanto o
cara serve de mula, é legal. Mas se o cara precisar de ajuda, foda-se. É assim? É assim que funciona então?

S: Eu acho que não.

Seth: Vamos lá todo mundo pra ver a mula. Né? Aí a mula tá lá, a gente monta na mula. Né? É assim?

S: Eu acho que não e eu comentei sobre isso também. Eu falei com o pessoal eu acho que a gente tá sendo até
egoísta de tanto que a gente conversou, de tanto que eu perguntei, de tanto que eu suguei, e aí caiu minha ficha
e a gente falou, perai, a gente não tá respeitando ele, né? Eu cheguei a comentar isso...

Seth: Aí tu chegou na sua casa, tava pegando fogo lá?

And: Não, mas...

Seth: Mas o que? Era o começo de incêndio?

And: Não!

Seth: Ah, o que que tem?


Seth: Então, como o Alisson estava fazendo ali uma espécie de (?)

Seth: e daí? Ele é o dono dessa porra?

And: Não.

Seth: Alguém intitulou ele o dono dessa porra?

And: Ai, eu ajudei, eu ajudei.

Seth: Alguém intitulou ele o dono disso? A pergunta que eu estou te fazendo é essa. Ele que determina?

And: Não.

Seth: Eu falo assim, o grupo faz isso que salva o cara. Ele faz assim, eu vou sozinha que eu sou foda comigo e
ninguém pode. É? Está certo isso?

And: Enquanto ele estava dando passe...

Seth: Ah, mas você está querendo justificar...

And: Não, eu só estou dizendo o que eu fiz. Eu não estou justificando nada não, está errado mesmo.

Seth: Hum. Tá?

And: Mas enquanto ele estava dando passe, eu também fiquei assim. Aí quando ele estava terminando eu peguei
e fui embora. Foi isso que aconteceu. E assim.... Foi isso, eu só estou contando o que aconteceu.

Seth: E aquela coisa aí que foi pedida? E a solicitação?

And: Eu achei que estava sendo atendida.

Seth: É. Aí a pessoa que não precisava disso, aí agora passa uma semana de inferno com mais um monte de
sintomas aparecendo, e ai? Devia passar pra vocês esses sintomas todos. Porque assim vão tratar ele pra ele não
continuar desenvolvendo coisa. Aproveitar a equipe que tá ali Não, deixa o cara baleado, foda-se, eu vou pra
casa. Foda-se, né? Gordinho resolve. Ele é foda! Ele trouxe até uma plantinha! Enquanto é mula, é bom. Não é?

Ali: Não. Comigo não ...

Seth: Contigo também. Porque se tem dois para te ajudar, três é melhor do que um...

Ali: mas eu queria intenção, eu não estava sentindo intenção.

Seth: então que você parasse e falasse: então vamos ter uma intenção.

Ali: porque eu não senti, eu fiquei preocupado de ter em vez de ajudar, destoar ...

Seth: então você que fosse ali, vamos dar a mão nós três aqui que sobramos, porque três consegue levantar, você
consegue levantar quantos quilos?

Ali: ah ... uns 80...

Seth: E vocês três juntos?

Ali: Ah, mais de 100.

Seth: então. Simples.

Ali: Simples, claro.

Seth: se fica dois inúteis do lado falando bobagem e você conversando bobagem, que tipo de cura você pretende
com isso? Ah, mas eu posso curar, mesmo estando conversando, porque aqui importa a minha atenção. É
mesmo?
Ali: Minha vontade.

Seth: É? É assim que funciona?

Ali: Não é estar com a intenção pura no que você quer?

Seth: é, Isso é fundamental.

Ali: então.

Seth: Você está nesse nível já?

Ali: Eu não consigo fazer? Não é possível?

Seth: você está... Não disse que não é possível. Você já está nesse nível? Você entra numa equipe para fazer uma
cirurgia. Vou fazer uma neurocirurgia. Eu posso pegar um instrumento, eu posso dar anestesia. Eu posso até lavar
o pé do cara.

Ali: sim, senhor...

Seth: Você não precisa de mais instrumentador, você não precisa de anestesia, você não precisa de nada. Você
agora é fodaço. Eu já não estou nesse nível não?

Ali: entendo ...

Seth: Se três levantam mais peso e se é pedido para uma equipe resolver, você acha realmente que mais pessoas
unidas não resolvem?

Ali: com certeza.

Seth: Que você é capaz de fazer mais do que todos? Você pensa isso?

Ali: Eu penso que eu tenho mais disposição.

Seth: Disposição... É diferente...

Ali: De capacidade.

Seth: É isso que eu ia falar? você está vendo a minha mente agora?

Ali: Não.

Seth: Disposição é diferente de integração de grupo.

Ali: Perdão.

Seth: que outras pessoas têm a sua disposição. Seria bom. É louvável a sua disposição. Eu não a critico.

Ali: Mas eu fiz burrada do mesmo jeito.

Seth: Eu critico a petulância de supor que só por ter disposição se é capaz de dar conta de tudo. Você entende a
diferença?

Ali: Com certeza.

Seth: Ainda mais, tem uns dois idiotas lá ao lado que fica conversando. E a outra tensa, não, porque tem que ser
assim, tem que ser assado, tem que ser assim. Enquanto ela fala tem que ser assim, tem que ser assado, porque
(?), que tipo de vibração isso promove? Como se fosse alguém a distância morrendo de ódio: vou ajudar esta
pessoa, ajudar esta pessoa! Que tipo de energia que você vê na pessoa? Tem cinco tentando ajudar e uma outra
pessoa morrendo de ódio a distância. Aquilo contamina, aquilo é igual a um veneno que você joga na água. Você
tem que tirar vários dali pra ficar assim, segurando o veneno. A irritação funciona assim. Mesmo que seja uma
irritação por um bom motivo. Eu estou irritado porque o mundo está ruim, porque tem criança passando fome. A
sua irritação matou a fome da criança? mas encheu a sala de irritação. Mesmo a melhor das irritações é danosa,
não é?

(?): É sim.

Seth: Então como é que vai funcionar isso aqui? vai ser nesse nível?

Ali: Não!

And: Não vai precisar mais não, deu pra entender...

Seth: Aí tem o sargento ali... Tchau, tchau. Tchau, tchau... por que? Por que tchau, tchau? Seu filho foi baleado lá?
Tem alguém em casa passando mal? Não, porque já deu o meu horário. Porque deu o seu horário? Você é o
professorzinho aqui? Não é assim? Não, já passou até da hora, vou embora. Tem hora não. Tem hora para ajudar?
Tua mãe três horas da manhã passa mal... não, só ajudo oito da manhã...

Ali: não, não ...

Seth: então que porra de pessoas são vocês? Não é? E de boa intenção, ó, o inferno está cheio assim, ó. Não, tem
que ser assim, tem que ser assado... (?) não promove. O que você não promoveu, não contou. Não foi
acrescentado na sua fichinha. Eu tenho vontade de ser uma grande nadadora. Você nem a piscina nadou. Não
colocou nem o dedinho na água. Né? Foda-se! O que vale isso? Isso não vale nada! Uma boa intenção vale nada!
Talvez menos do que nada! Se os amigos não podem ajudar a mula... Então pra que que vocês estão aqui?

S: foi o que eu propus né, na hora que a gente começou, foi gente que está precisando muito, na minha opinião,
eu acho que está até preocupante já, então eu propus isso, vamos fazer uma corrente antes que comece, até
mesmo para não dispersar né, no final. Vamos começar com isso, porque eu penso que está precisando bastante,
inclusive a Vanessa também, foi a minha proposta, no início Eu vim pensando nisso o tempo todo...

Seth: Pensar vai resolver o que?

S: Só resolveu que eu verbalizei, o que eu estava pensando. Porque eu não entendo que se eu estou aqui eu vou
fazer sozinha. Eu falei isso na hora que eu comecei aqui. Eu falei, eu vou esperar todos sentarem porque eu quero
falar para todos. Porque somos um grupo. Uma coisa é estar aqui por causa de alguma coisa e o grupo está junto,
outra coisa é quando estou na minha casa, eu pego meu celular e falo e falo (?), é outra história. Eu penso assim
então é isso que eu verbalizei. Meu pensamento, acho que ajudou nesse sentido só, eu penso que a gente tem
que ficar unido mesmo, fazer a corrente aqui para ajudar a pessoa ...

Seth: dá um tapa nisso ai. E aí? qual foi sua utilidade?

R: pelo que eu entendi, nenhuma, só tentei enviar energia...

Seth: tentou enviar energia? Naquela dispersão toda, pensando em outras coisas? Pensando no que foi falado?
Não houve assim, agora não importa pensar no que foi falado, agora tem um trabalho a ser feito? Não, ele já está
fazendo, deixa ele fazer, não tem nem que sustentar... Ficar de longe que o cara falou uma coisa ali ... Vocês já
não leram sobre presença tantas vezes? As mesmas lições tem que ser falado o tempo todo. Há quantos anos?
13? Vocês conseguem imaginar como é que isso é frustrante? Você tem que falar a mesma coisa por meses, anos,
décadas? Não é verdade? Quanto tempo você acha que aquele senhor tem de vida? diz pra ela qual foi o maior
sonho que ele falou pra você, olha, meu maior sonho da minha vida a única coisa que eu peço a Deus, eu quero
realizar uma única coisa o que ele falou pra você?

V: ter um livro meu...

Seth: É, ele chegou pra ela e falou isso. Eu não peço nada, eu tenho família, eu tive tudo na vida. A minha maior
satisfação, que vai ser minha alegria maior, nesse final de vida, é ver aquele livro e poder dar pra meus amigos.
Mas você priva isso. Há quantos anos que você está pra fazer isso?

N: tem alguns anos ... agora estou na parte final (?) ...
Seth: então você acelera, porque as coisas estão caminhando para um fim. Talvez a Catarina vá antes. Talvez ela
vá antes. Mas se a Catarina for antes e ele ficar, ele vai também sentir a tristeza de não poder ter mostrado pra
esposa. Esses livros aqui você fez sob ameaça, mesmo que fosse uma ameaça fraudulenta. Ele nunca faria nada
com isso. E qual foi o benefício desses livros aqui? Esses livros estão em vários lugares, atingiram mãos que
mudaram pessoas. E no momento que essas coisas foram realizadas por você, muita gente desse lado daqui e do
lado de lá, vamos colocar assim os dois lados, ficou extremamente grato a você. Então vamos promover o melhor
a ela. Vamos dar a ela muita saúde, vamos dar a ela felicidade matrimonial. Vamos dar pra ela emprego. Vamos
dar para ela o que ela pedir, porque ela realizou coisas que ajudam muitas pessoas. Vamos dar pra ela o céu!

N: (?)

Seth: Não é necessário ter que ser ameaçada para fazer uma coisa. Faz por amor a um senhor que doou a vida
para tentar abençoar os outros, que reza por você todo dia ele abre o caderninho e reza pela Natalia. Todo dia ele
reza por você. E como ele disse, a única coisa que eu gostaria que Deus me concedesse, é o meu livro para eu
poder dar para os meus amigos e poder ajudar outras pessoas de outras forma, porque ele não quer um
reconhecimento do livro, ele quer que as pessoas leiam aquilo e falem assim nossa, eu também vou ser um
devoto, eu também vou me entregar ao amor de Deus. Ninguém mais vai blefar com você, falar se você não fizer
vai acontecer isso, fazer aquilo. Por que você sabe que é blefe. Porque nós não somos dessa laia. A gente utiliza
uns planos malignos, mas é só fachada.

N: (?) sim eu sei, eu estou causando sofrimento nele... eu tenho essa consciência... (?) Terminamos as questões,
as introduções (?) ...

Seth: você tem que ficar tranquila quanto a uma coisa: nada vai ser tirado de você, mesmo que você não
cumpra... você está entendendo? Ninguém vai atrapalhar a relação, ninguém vai atrapalhar a sua saúde, ninguém
vai atrapalhar nada... você vai continuar sendo protegida. Se você não conseguir realizar, quando você morrer,
você encontra ele em algum lugar e conversa diretamente com ele, ninguém vai interferir nisso.

N: Mas eu vou fazer sim. Acaba que ai eu fico querendo fazer também uma coisa muito perfeita e não sai nada
também. Nesse final eu fiquei meio perdida, mas eu vou finalizar agora. Conforme na semana que vem, vou
acabar de fechar tudo, para ir com ele na gráfica, já olhei a gráfica, ver se a filha dele vai junto também, pra não ir
só, né, pra poder acompanhar... pra gente acabar de fazer...

Seth: então acelera, porque a Catarina está sendo segura por um barbante...

N: ele pediu para incluir mais coisa no livro...

Seth: inclui. Inclui tudo ...

N: tá... Mas isso é pra ontem. O que segura a vida deles é um barbantinho. Barbantinho se rompe fácil. Eles não
são pessoas que mantêm uma saúde muito boa com alimentação. Eles poderiam ser melhor de saúde. Mas come
rapadura. Faz um café com 5 quilos de açúcar. Come um monte de pão. Aí tem aquele tipo de velhice, com todos
os tipos de problema...

N: obrigada...

Seth: e você? Sua s emoções estão boas? Sua mente está boa?

V: está muito melhor...

Seth: muito melhor do que quem?

V: do que eu mesma, antes...

Seth: do que você mesma, antes? E como é que você vai fazer para acabar de melhorar isso?

V: Estou recebendo ajuda das pessoas do grupo e estou buscando mais ajuda também, tomando coisas para
ajudar o meu corpo, a ter a mente mais clara e.... não deixar cair num labirinto mental.
Seth: Então o grupo está te ajudando e você está tomando substâncias para você ficar bem?

V: Está. Sim.

Seth: E a sua parte?

V: Ontem eu fiz uma parte bem grande com....

Seth: De que?

V: Comigo mesmo em casa.

Seth: O que?

V: De purificação da minha mente e da... organizando a casa para me organizar por dentro e o Alisson me ajudou,
foi escrevendo comigo enquanto eu estava fazendo, e eu cheguei a entrar num estado diferente.

Seth: É?

V: deu uma sensação de brevidade da vida e.... de parar de enrolar o que tem que ser feito... em relação a várias
coisas, o que eu tenho até o momento agarrado... ajuda que eu não estou fornecendo como eu poderia fornecer,
nem para mim mesma nem para as outras pessoas...

Seth: eu providenciei uma entidade para poder te ajudar exclusivamente, não foi? O que essa entidade te
ensinou?

V: Resiliência...

Seth: Como está a sua resiliência?

V: depois de... essa semana está melhor, depois de ontem. Estava atormentada sobre o terreiro, se eu tinha que
sair, o que eu ia fazer, dando brecha para coisas extras, espirituais. Depois que entrava, não conseguia
desvencilhar. Agora eu preciso manter a atenção, e buscar o caminho... do budismo, do advaita ... e as pessoas
têm me ajudado muito no grupo, tanto com palavras, com orações. Eu fui na Seicho no ie também... e pedi muita
ajuda lá. Eu até aconselho ela aí também, ter um pedido que é realização, concretização dos objetivos...

Seth: Isso vai demorar muito? Para que a Seicho no ie te ajude?

V: Está acontecendo agora.

Seth: Para que as pessoas te ajudem?

V: Estão me ajudando já. Ela veio aqui para me ajudar hoje. E a sua parte? A sua parte você falou tão pouco. Por
que você não assenta o cu na sua cadeira e medita? Hein?

V: Sim.

Seth: Foi instruído isso em você?

V: Uhum.

Seth: Algum problema? Você está com as pernas quebradas, não consegue?

V: Era mental.

Seth: Era? O que adianta dar um conselho pra você se você não cumpre? Você acha que é o psiquiatra que vai
resolver? o neurologista?

V: Não, eu já cortei o remédio.

Seth: É a coisa mais sábia também, fazer, cortar de uma vez só?

S: Eu achei que foi drástico, mas eu precisava cortar.


Seth: é?

V: Porque ele não ia me levar a lugar nenhum, da forma como eu quero chegar. E eu vi que eu preciso da minha
mente sem ele. Ele me ajuda a viver o cotidiano, mas eu não estou no momento de tomar esse tipo de
substância. Eu preciso da minha mente só minha mesmo. Para eu enxergar e para eu exercer.

Seth: E a sua mente só sua, é uma mente construtiva? Ou é uma mente desequilibrada, desarmônica?

V: Estava sim. e eu estou reconstruindo a minha mente, eu me sinto reconstruindo...

Seth: então vamos ver os próximos capítulos... agora, não empurra pra ninguém a tua parte. Quem é dona do teu
destino é você! O que você acha que esse pessoal quer contigo?

R: Não sei. É a pergunta que eu tenho feito. e nunca responde em terreiro nenhum, quem é, o que quer, por que
quer... ninguém responde...

Seth: Se você vai em vários lugares, cria vários vínculos, faz vários pedidos, o que que acontece?

R: nenhum deles é atendido? dá o famoso cruzamento de energia? não sei.

Seth: Se você faz conta em um monte de quitanda, o que acontece?

R: cria um monte de dívidas...

Seth: e você começa a não poder passar por várias ruas. Você quer ser médium. Solicita isso mentalmente. Você
entra no terreiro pedindo isso. Não é assim?

R: É....

Seth: Aí o que fazem aquelas entidades, ah eu tô afim de fazer qualquer coisa. Tem um ali que tá querendo. Você
vai trazendo agrupamentos às suas costas. Eles ficam lá, ah não, é meu. Vamos disputar isso aqui. Isso é
inteligente? É claro que pra determinadas entidades... fala assim: nossa, quanta gente, você... é.... pessoa? O que
que adianta? Um monte de pé rapado andando atrás de você querendo se manifestar através de você e que é
incapaz de mover uma linha pra poder te ajudar? Porque se move, o outro vai ter que sabotar isso aqui, porque
quem quer ser é ele. Ah, mas eu costumo ter ajuda, eu sinto que alguém tá ajudando. Mas quem tá ajudando,
talvez não sejam esses. Se você quer mediunidade, você tem que se abrir à um guia. E não a qualquer um que
quiser.

R: Onde eu vou encontrar esse guia?

Seth: Mas esse guia, você acha que ele está em algum lugar? Ele é uma árvore?

R: Não. Eu tenho frequentado esses lugares, eu nunca tinha frequentado, não conhecia. Então tenho tentado
buscar instrução, tanto que quando eu converso com as entidades eu evito pedir qualquer coisa mais. Tenho
tentado perguntar, tentado descobrir, conhecer... Mas a informação não é uma... muito pouca.

Seth: Não tem informação nenhuma porque ninguém sabe nada. Você tem as respostas padrão, as respostas
clichê. Respostas clichê. Por quê? Porque o médium tem as respostas clichê. O espírito que tá ali tem as respostas
clichê. Você olha, tem uma coisa ali, ah, então você vai receber alguém. Por quê? Porque tem uma coisa ali. O que
que é? Ah, deve ser uma coisa boa. É? Ou você vê de cima, ou você não opina. Mas as pessoas opinam vendo pelo
horizonte direto. Na planura. Eu não estou dizendo que as pessoas que você conversa são de má índole. São
pessoas da grande maioria bem intencionadas. Só que elas funcionam com dez regrinhas. Entendeu?

R: Mas é o que eu tenho percebido... Tenho a sensação que eu tenho usado o termo que parece raso. Tanto que
(?) um lugar, vai em outro, conversa com um, conversa com o outro, tudo, o argumento é, entra pra casa, entra
pra casa, entra pra casa...

Seth: Por que você está conversando com recrutas. São todos os recrutas que estão ali E as pessoas continuam
recrutas às vezes por 10, 20, 30 anos Eles têm só aquele tipo de resposta porque eles não estão nem interessados
em desenvolver nada além daquilo Porque aquilo ajuda a grande maioria das pessoas que vai ali.
R: Mas isso é só das entidades ou é do médium?

Seth: Dos dois. Eles poderiam desenvolver muito, mas eles são preguiçosos.

R: Eu tenho visto assim, tem pessoas que procuram ajudar, tentam colher, tentam passar informação e às vezes
eu tenho a sensação que não está conseguindo. Não sei se por falta de desenvolvimento...

Seth: Vamos dar um exemplo. Existe um terreiro aqui nesta cidade. Aí foi dado esse livro aqui. Inclusive esse
terreiro, eles têm até uma loja por aí. Então foi dado o livro, o livro rodou, as pessoas olharam. E eu não aguento
ler um livro deste tamanho. Aí chega em um médium. Aí um médium pegou e leu o livro. O que aconteceu com
ele? Ele teve que sair do terreiro. Porque isso mudou a cabeça dele demais e ele não ficou mais adaptado... ah,
mas aqui o senhor Tranca Ruas tá falando que eu não preciso de acender vela, que a gente pode melhorar o
nosso padrão mental ... que isso? aqui não, aqui não é assim não. Esse aqui é um obsessor, esse é maluco! Então
o um tipo de lucidez que isso aqui traz e é um tipo de lucidez pra poucos. E eu tô falando desse (livro Tranca Ruas)
nem desse (livro Apollyon), tô falando ainda desse (livro Tranca Ruas).

R: É o que eu tenho percebido, assim, não tem preocupação nenhuma com a saúde... querem prender as pessoas,
assim. São pessoas de boa índole...

R: Sim, sim.

Seth: Elas não estão ali para tentar prejudicar ninguém. Entende? Ninguém acorda, bota uma roupa branca e vai
lá para ficar à noite, vou fuder a vida dos outros. Não existe isso. Só que eles são o arroz com feijão. Por que isso é
necessário? Porque a grande maioria das pessoas precisa de arroz com feijão. Se você começar a despontar, o
terreiro fala assim: você arruma um outro terreiro ou você atende na sua casa, porque o que você está falando aí,
vai contra os nossos fundamentos, nosso fundamento é esse aqui, você está falando coisa muito extravagante. Aí
eles ou se freiam: Não vou falar mais nada sobre isso, Essas coisas vou guardar pra mim e vou continuar no feijão
com arroz, né, ou começa a atender em casa mesmo. Geralmente quando o médium é bunda e quando a
entidade é bunda, eles podem crescer juntos. Muitas vezes o médium começa a buscar muita coisa e o espírito
que está ali não tem interesse, Começa: ah para com isso, bobagem isso aí. Começa a desestimular o médium na
busca. Pra que? isso aqui é só a gente dar o passo, o que importa é o básico, Isso aí é complicado, pra que essas
coisas complicadas? Então você tem que juntar todas as pessoas que tem interesse em crescer. Não é muito
comum isso. Geralmente, a grande maioria são duas que não estão interessadas. Quando é uma exceção, é uma
que está interessada, mas um bloqueia o outro. Porque se o espírito que estiver ali estiver cheio de sabedoria e o
outro for uma mula ali, mula no sentido agora da mente, não vai adiantar nada. Porque ele nem vai entender o
que está sendo falado. E a grande maioria dos terreiros por aí, eles querem uma... Uma doutrinação. Alguém
muitas vezes pega um nome qualquer, pega lá um Francisco de Assis, aqui vai ser Francisco de Assis, e monta uma
umbanda apostólica romana. Parece umbanda. Mas é igreja. Tá entendendo? Ou você vai para um outro terreno
e tem lá o seu Zé. Aquilo lhe parece umbanda. Mas é uma quimbandinha. Porque os conselhos são assim: é, a
gente fez mal, né? A gente tem que orar pelo outro e tal, mas não custa nada também furar um olhinho dele,
porque ele merece, né? Tá na lei do retorno. E se tá na lei do retorno a gente pode fazer, mas depois a gente ora
também pra pessoa, né? A gente espanca, depois a gente reza. Espanca e depois a gente leva pro hospital. Muito
terreiro assim por aí. Aí quando o terreiro começa a ser assim, se autodenomina outra coisa. Agora nós somos (?)
Por quê? Agora nós somos... né, quimbanda. Ou então o pessoal chuta o balde, nós somos da quimbanda,
mesmo. Cansamos dessa porra. Então a gente faz bem, bem, bem, bem, ah, hoje o dia de destruir. Hoje é gira de
Exu. Gira de Exu, pra quê? Se você coloca assim, hoje é dia de gira de Exu e Pomba Gira, as pessoas vão lá pra
quê?

R: pra pedir...

Seth: pra pedir morte, pra pedir de separação, pra pedir pra destruir...né? No mesmo ambiente? Então buscamos
nossa sala de cirurgia? segunda cirurgia, terça cirurgia, quarta cirurgia, quinta cirurgia, sexta-feira é futebol,
entendeu? você faz um desenho assim, um desenho aqui, todo mundo vai lá, joga a bola lá, sábado cirurgia... mas
vocês infectaram a porra da sala! Essa sala não tem que ser asséptica não? Isso funciona? Não te parece
contraditório, Isso?
R: Totalmente.

Seth: Se um terreiro abre a possibilidade de, determinado dia, poder fazer o que quiser, independente de ética,
os outros dias são contaminados. Por quê? Porque eu não vou ali. E uma pessoa que se preze também não vai.
Por que iria? Quer dizer, como assim? Então, na segunda-feira eu tô dando um bom conselho, tentando ajudar, e
na sexta-feira a mesma pessoa pode vir no mesmo lugar, nessa poltrona aqui, sentar nesse toco, né? Conversar
com a outra entidade, o cara fala uma outra coisa, nesse mesmo lugar, como assim? Isso não faz sentido. Quem
vai ficar ali? Vai ficar um pessoal pé rapado. Eu não desmereço o pé rapado, quando eu falo pé rapado eu não
estou querendo dizer que o cara é um lixo.

R: Não, eu entendi.

Seth: tá entendendo? A grande maioria das pessoas é muito beneficiada com esses pé rapados. Porque eles vão
dar um norte para a vida da pessoa. Mas é um norte básico. Você às vezes não precisa mais do que um básico. Às
vezes você precisa de um simples apoio. Você precisa de uma simples palavra. Você precisa às vezes só que
alguém te ouça. Por que? Porque você não tem dinheiro para ir ao psicólogo, você não tem dinheiro para
conversar, você não tem amigo, você não tem porra nenhuma. Você vai, assenta, e conta seu caso, o cara fala: É
meu filho, você tem que rezar, te dar essa planta aqui. Qual planta? Indiferente, qualquer planta... pega o que
você quiser, mas aí não. É arruda. Arruda é foda. Você vai passar logo arruda? você vai passar logo assim, o
suprassumo das plantas, cara? é assim, vou te vai passar uma arruda. E vai pôr um dinheirinho junto. Nossa,
caralho, eu vou ficar curado até... até a unha vai melhorar, né? O cara lá sai com um placebo, né? E a vida dele
melhora. Ah, então arruda não funciona? Você acha realmente, do fundo do teu coração, que tiver um capeta
grudado nas tuas costas... Se você jogar uma arruda nele, ele vai falar, oh meu Deus, eu vou sair dessa porra?
Você acha isso? Você acha que alguém acha isso? O que a arruda faz? Arruda dá uma energizadinha, dá uma
melhoradazinha. O capeta vai rir da tua cara. Manda mais que eu estou gostando! Vou viciar nisso. Mas se no
momento que você jogar, arruda, você tiver fé o bastante, achar no fundo da tua crença que aquilo vai te limpar,
aí aquilo te limpa.

R: provocar uma mudança mental?

Seth: Sim. Se você jogar aquilo com toda a fé, sentir, parar... Aí se alguém falar amanhã com você, assim, olha aí,
sem querer eu invés de dar a arruda pra você, eu te dei um capim. Mas funcionou também, pô esse capim é foda,
então me dá mais do capim. As plantas têm poder? Têm. Mas não superestime. Porque se essa planta tivesse
tanto poder assim, ela era usada em toda a história da humanidade desde o princípio dos tempos.

R: só andar com ela amarrada do cu.

Seth: É, tá tudo resolvido. É igual amarrar, também, o pessoal, amarra aqueles negócios assim contra Egun. Eu
fico imaginando o Egun. O Egun: vou pegar aquele filho da puta ali... Aí chega ih rapaz... o cara ali tá com corpo
fechado, a cordinha. Cara com a cordinha, cara. Tem uma conchinha... conchinha eu não aguento! conchinha não
aguento! Cara, conchinha é demais. Não, tem duas conchinhas! nossa cara, fudeu. Duas conchinhas eu consigo
chegar nem a 10 metros. Porque tem duas conchinhas. Conchinha é demais pra mim. aí o Egun, vou embora. e é
assim que funciona, você sabe, né?

R: Eu achava que eu mantinha o pessoal ligado, né? Não... mantém uma vigilância mental.

Seth: Se aquilo ali funcionar pra você, igual você fazer um X na mão, e toda hora que você olhar, você fala assim,
estou presente, estou com Deus, estou protegido, né? Aí funciona. Então, tudo é mente. Porque se você amarrar
aquilo ali e falar, estou protegido por isso aqui e estou aqui, vou a qualquer lugar, vou lá na esbórnia, vou na
loucura, vou na zona, ele está com aquilo amarrado ali... os Egun chamam: aqui, vem ver esse otário aqui, que
que ele tem aqui do lado? vamos montar nele, né? na verdade isso vira um chama Egun, né? porque que vira um
chama Egun? ah lá o cara, lá o cara, né assim? é o cara lá com aquela cordinha... Que otário... Só por causa da
cordinha vão foder com ele? Muitas vezes o teu contra Egun chama Egun. Todas essas coisas que são
subterfúgios. Ou você entende isso uma vez, ou você não vai entender isso nunca. Você acha que é o charuto deu
uma energia boa nele? Isso é um lixo, tudo de ruim está ali. Pra que que usa isso? Porque entrou
tradicionalmente, os índios ali fumavam, chegaram os negros e começaram a fumar também. Vou dar uma
baforada disso aqui em você, vem da ideia do cachimbo lá dos índios. É um sopro onde vem alguma substância,
geralmente alguma substância que muda a consciência. Isso aí muda a consciência de ninguém. Aí o homem
branco começa a ver lá uma fumaça na cara dele, essa fumaça melhora. Vou dar uma incensada nele. Mas no
princípio era assim. Não, no princípio não era assim. No princípio eram rapés mágicos. Uma baforada na tua cara,
você fica sentado no chão lá vendo Jesus três dias.

R: A própria utilização de outras plantas, outras ervas junto com o tabaco pouco é usado hoje em dia. É. Poderia
ter alguma outra propriedade.

Seth: Mas isso entra no imaginário popular e dentro do imaginário popular isso começa a tomar um poder. Mas é
um poder que não é intrínseco à coisa. É um poder do imaginário. Você não vê diferença? Tem muito terreiro que
o cara se de um cigarro e baforava a tua cara. Cigarro comum, comprado ali. Se baforada de cigarro curasse,
muita gente estava curada.

R: Era causando boa saúde, não câncer.

Seth: É. Só uma coisa tem que ser entendida, tudo é mente. Tudo é mente. Estava vendo uma pesquisa feita
sobre uma determinada medicação. Um grupo de pessoas recebeu medicação em uma. Um outro grupo de
pessoas recebeu um placebo. E um terceiro grupo recebeu uma medicação que estavam testando. A doença era
pericardite. Uma inflamação em volta do coração. A pessoa que não tomou nada teve 0 melhora. A pessoa do
placebo teve 55% de melhora. A pessoa do remédio teve 58%. Aí eles falaram, viu? Nosso remédio é mais eficaz.
Viu? Um remédio que vamos colocar no mercado e vender por uns mil. Porque isso aí cura muita gente.

R: Se vender (?) de farinha por três...

Seth: É.... Isso significa que os 55 é sua mente curando. E com isso conta todo o terreiro de umbanda, todo centro
espírita, toda igreja e todo lugar. E a bênção esteja com você. Fui abençoado, estou salvo. Todo mundo conta com
isso, porque sabe que a mente é que movimenta o mundo. Com certeza, entre aquelas pessoas que tomaram o
placebo, tem gente que teve a melhora de 100% no placebo. Mas essas coisas é o ponto de corte. Você fala
assim, não, esse aqui não pode, esse aqui corta esses daqui.

R: Tem alguma coisa errada...

Seth: É, esse aqui corta esse aqui. Porque se não, a nossa pesquisa que a gente gastou muito no nosso
laboratório, a gente vai acabar tendo que vender a farinha em vez de vender o remédio. Então, como você corta
os que tiver o grande êxito, você mantém o nível médio. Mas você não corta aqueles que tomaram a medicação e
tiveram grande êxito. Não, esse aqui você não corta. O ponto de corte só é feito no placebo. Aí ele fala, isso é
ciência. Isso é ciência? Isso não é ciência, isso é mera enganação. Se fosse realmente ciência neutra, todos os
dados tinham que entrar, eles iam começar a comprovar que o placebo começa a curar mais do que a medicação,
aí o que iria ser, o que ia ser feito de toda a indústria farmacêutica, de todo o movimento, de tudo? eles iam
acabar comprovando que a mente está funcionando e cura mais do que qualquer medicação. Não tem cara de (?)
alguma coisa assim?

V: aceita uma carninha?

Seth: não. Eu já comi isso misturado com cachorro quente.

Ali: Eu lembro.

Seth: Na minha época não era assim. Não. Não era cozido com sal. Então eu vou embora e vocês resolvam a vida
de vocês.

V: Já vai?

Seth: Por que, você está com saudade? Faz a tua parte, viu? E esse grupo por acaso não vai chegar mais ninguém
não?

V: pensei nisso agora...


Seth: Por isso que eu estou perguntando. Tem ninguém no mundo mais que presta pra cá?

V: tem uma moça que eu convidei, ela... Ela me perguntava se poderia participar. Ela era do meu terreno, passou
por outro. Vai lá pedir autorização pro papai. E teve um que falou comigo 2f que eu estou levando, que eu estou
cruzando energia. Sendo que eu já falei que a Mãe de Santo sabe que eu participo. Que ela apoiou.

Seth: Você está cruzando as energias, vai acabar nascendo um monte de energiazinha desse cruzamento. É uma
energia pegando a outra ali na esquina.

V: que eu estava passando mal é por isso... Eu estou aqui e estou lá. Não é que eu queira que você escolha não,
mas... Se você está lá então... Converse lá para o.... Quando acabar lá, o que tiver da reunião de lá, fica lá. Como
se não fosse...

Seth: Deixa eu te fazer uma pergunta. As pessoas desse terreiro aí, elas podem ir no candomblé?

V: né?

Seth: Que hipocrisia, não é? Quando a pessoa fala assim com você, o que você tem que falar? O que o senhor
falou mesmo? Eu tô trazendo... Trazendo o teu cu, filho da puta! Se você não tem nenhum conselho bom pra me
dar, enfia essa porra no teu cu, cara! Você acha que eu estou tua escrava? Quando eu entrei pra essa porra aqui,
eu tenho que ficar algemada ali? Então se eu for pra igreja... São Sebastião, eu não posso ir na Catedral não? O
padre vai falar, o que você foi fazer na Catedral? São Sebastião não gostou não. É isso que ensina lá. É esse tipo de
coisa que você tem que ser. Eu digo pra vocês, Rodem! Vão pra todo lado. Faça tudo que vocês quiserem.

V: Eu faço isso mesmo.

Seth: Então faz. Vocês podem ir em centro, terreiro, vocês podem ir na quimbanda. Vai na quimbanda, vai onde
vocês quiserem. Eu quero assistir uma missa negra, eu gosto de luz. Vai gostar de luz, vocês podem, à vontade,
façam tudo que vocês quiserem. Aquilo é uma empresa? Você pode estar levando para casa segredos
empresariais para outra? Você trabalha na... Dá o nome desses negócios, dessas empresas que você s têm...

Ali: Amazon...

Seth: É isso? Você trabalha num lugar desse aí que não pode levar informações ocultas para outro lugar?

V: (?)

And: (?) o pastor (?) eles falam tanto uma da outra mas é a mesma coisa...

Seth: pastor o que ele quer é que você fique ali no dízimo... se você começar em outra ele começa a dividir o
dízimo, ele não quer isso.

V: posso fazer uma pergunta antes do senhor ir embora? Pessoal?

Seth: faz.

V: sobre o terreiro, diante da confusão lá... Eu tô em dúvida se eu continuo lá ou não... Ontem eu cheguei a
pensar se eu poderia continuar... Pra de certa forma eu ter um desenvolvimento mediúnico lá dentro, continuar
nessa parte... Mas muitas coisas têm acontecido, que tem até... De certa forma, acho que me podavam lá dentro.
Em termos mediúnicos. Então... questão moral que eu não sei se eu fico lá ou não. E eu ainda não... Não tive uma
resposta. Ainda tem algum exercício, alguma coisa que eu possa fazer, para achar essa resposta? já tem umas três
semanas, mais ou menos.

Seth: Eu vou te dar dois motivos para você continuar. O primeiro motivo é que você precisa ocupar sua mente.
Senão você vai ficar dias na sua casa lá, pensando merda e criando destruição no mundo. Segundo motivo, é....
tomara que você seja lá bastante enganada, diminuída, colocada de lado, pra você ver se cresce. Tomara que
você seja excluída das coisas, tomara que as pessoas riem de você na sua frente. Pra ver se você aprende a lidar
com a sua imaturidade.

V: para lidar com o com o ser humano...


Seth: Lidar com você mesma. E foda-se essa coisa de mediunidade. Foda-se. Agora você vai lá pra você virar
gente. Não é pra ser médium, não. Tá bom assim?

V: Entendi mais ou menos...

Seth: Nada, depois eles te explicam. Provavelmente todo mundo entendeu, menos você. Porque mais explícito
que isso, só escarrada no olho.

V: Mas isso acontece lá.

Seth: escarrada no olho? Tem muita lá?

V: Zombaria de muita coisa.

Seth: Então, tomara que você seja vítima de zombaria para (?). E se ficar puta, você vai dizer, por que, que eu tô
puta, se eu sei que é assim que é aqui?

V: Mas não é só lá.

Seth: Mas é lá que você está.

V: Todo lugar, se eu mudar de lugar vai...

Seth: O lugar é que você está aí, não importa os outros lugares, as outras pessoas, os outros mundos, os universos
múltiplos e as outras dimensões. Elas não estão agora sendo faladas. A gente está falando sobre um lugar
específico. Nesse lugar específico você pode ter um ganho pessoal, emocional. Ah, mas aquele me desgasta, mas
aquele me desorienta, mas aquele me desequilibra. Tomara que tenha bastante desequilíbrio lá para ver se você
se equilibra no meio do caos. Porque aquilo ali é o caos.

V: já tô tendo, já...

Seth: Então, aprende a se equilibrar no meio do caos. Eu estou falando pra você, vai no meio desse show aí, de
monte de gente junta gritando, senta lá no meio e faz uma meditação zen. Tá entendendo? E ilumina lá no meio
de todo mundo gritando e te pisoteando. Na hora que entrar um artista desse que vocês gostam e todo mundo
começa a gritar, com a música bem alta, movendo, assim, de tão alto que sai daquelas caixas. Você senta, é aqui.
E não lá na floresta onde é facilzinho, com uma aguinha pingando, o passarinho, a borboleta, o cheirinho de flor.
Não. Tem que ser no calo. Não gostou da resposta. Mas eu não sei.

V: Eu não sei. Eu até gostei.

Seth: há há há Tá bom. Alguma questão mais?

N: eu que tenho. O que a gente pode fazer hoje para que seja mais eficaz para ajudar ele?

Seth: vocês não sabem?

And: acho que emissão, a gente coloca ele aqui e todo mundo fica assim, fazendo emissão, entendeu? a cadeira
aqui, que ele gosta dessa cadeira por causa da coluna dele, aí a gente fica sentada aqui e faz a emissão.

Seth: Seria importante que alguém coordenasse para não ficar um fazendo emissão numa frequência, outro
fazendo em outra frequência, outro em outra frequência. Vocês já não aprenderam isso? Vai ter que ajudar ela
também, são dois.

And: É, são dois. A gente faz nele porque não foi feito o que era para ser feito. A gente faz nele e depois a gente
faz nela.

Seth: alguma coisa?

S: É a de sempre, mas ela já fez uma pergunta sobre como melhorar ...

R: Como é que eu faço pra encontrar um lugar que eu possa desenvolver, que eu possa encontrar alguém que
possa me ajudar a desenvolver a mediunidade? a trabalhar essa parte?
Seth: tentativa e erro. Como é que faz para você comprar um carro que você mais gosta? você vai experimentar,
faz.... test drive então você faz esse negócio aí até que você ache um carro que você gosta, mas depois de um
tempo você vai desgostar dele, porque é assim mesmo que acontece, e o terreiro perfeito só existe no mundo da
imaginação. Todo terreiro é feito de um monte de gente e a grande maioria das pessoas ali são loucas. Elas são
loucas. Eu entro no terreiro dela muito eventualmente, geralmente eu mando algum súdito, você ai ó, vai lá. Eu
sou desse, você entendeu? É assim que eu trato as pessoas, você ai, uma filha da puta, vai lá. Eu sou assim, não é?
Não é assim que eu sou? Você ... vai lá, ver aquela porra lá. Não é? Aquilo lá é uma zona. Então tá certo, então tá
funcionando.

R: mas eu não vou arrumar confusão indo em um monte de lugar igual... Vai em um, vai noutro...

Seth: arrumar confusão, que tipo de confusão?

R: Não sei, o pessoal... Não gostar... Eu costumo pedir, mas parece que mentalmente eu peço, então...

Seth: Claro que você pede. Então qual é a sua intenção ao entrar ali? Tem um cara que vende cocaína lá em cima
do morro. Aí você vai, sobe o morro, chega lá, conversa com todo mundo, os cara tudo armado, ai você entra lá...
e desce? Você acha que o cara vai pensar o que? Esse filho da puta que vem fazer o que nessa porra? Ou vem
comprar ou é da polícia? Qual que é a tua, porra? Entrar em algum lugar já é um pedido. E quando você pede,
você é atendido. Aí os que estão ali sem ter mula... ó a mula tá ali. E aí uns tenta forçar ali, uns tenta forçar, fica
de noite lá, vamos ver se liga, deixa eu ver se liga isso aqui. Liga rapaz, liga! não tá ligando não. Aí pode ficar
meses, anos, até ligar. Aí quando ligar, quem conseguir ligar, quem conseguir ter a frequência mais perto,
assume. Opa, é meu agora, agora vaza todo mundo, aqui que isso aqui agora é meu, minha propriedade.

Ali: Minha cadelinha?

Seth: Não, porque não houve pacto. Entendi. Se você fizer um pacto rapidinho aí, em questão de semanas você
começa a ouvir, sentir tudo.

S: Alguma sugestão para melhorar a pessoa? Porque vai perguntar, né?

Seth: A sugestão eu falei.

S: Além dessa, alguma sugestão material?

Seth: Sugestão material ele que vai lá nos médicos dele, já não foi? Então, ele que resolva isso com os médicos
dele. Não vou ficar dando pitaco no pessoal de branco, não. O pitaco que eu poderia dar, eu já dei uma
informação aí, foi lá no terreiro dela que está com você. O homem de branco, você tem que tomar cuidado com
ele, que ele não diz sentido. O homem de branco, ele tem licença pra matar. Ele é igual ao 007, você está
entendendo? O homem de branco tem licença pra matar. Ele olha, fala assim, olha, esse cara, ele é diabético. Vou
pedir um exame pra ele de lactose. Aí toma aqui, 400ml de lactose. Aí o cara quase morre. Porque lactose, o que
que vira? Não é? Vira glicose e galactose, não é isso? ai o cara passa mal o dia inteiro, vomita até não aguentar
mais, caga na calça andando pela rua. Oh, ele tem alergia a lactose. O que que importa essa porra dessa alergia
lactose? ele já sabe disso. É só uma curiosidade que ele tinha. Enfia essa curiosidade no seu cu, cara. Não é não?

S: é sim,

Seth: é assim que fazem, né? Aí vamos fazer um exame aqui, vamos pôr um contraste em você. O que pode
acontecer? Pode ter falência múltipla dos rins. Pode ser que você tenha morte súbita, mas é importante fazer.
Uai, mas... quantas pessoas por dia que passam mal? Ah, em torno de 3, 4, tem que levar para o CTI. Mas como
assim? Então não vou querer essa porra. Não, mas é importante o que a gente diz. Então, como é que faz? Então,
um homem de branco é aquele cara que pode te salvar ou aquele cara que pode te matar. O homem de branco é
aquele cara que vê... olha... Né? Tá o teu pai ali... Olha... Tem um negócio ali bem na vesícula. Vamos cortar aqui...
aí corta no meio, o negócio pra fazer biópsia. Aí o que acontece quando corta no meio?

S: Espalha.

Seth: Aquilo espalha no corpo todo e mata ele. Nossa, não era que era um câncer?
S: Sabia que era, né?

Seth: É, era. Por que que não tira aquela porra inteira? Não, nós temos antes que fazer biópsia. Que lógica que
tem essa? Isso tem alguma lógica dentro dessa ciência de vocês? Isso tem alguma lógica? É isso? Tem lógica?

S: Tem não. Não tem.

Seth: Ah, nós vamos fazer um tratamento aqui de imunoterapia. Qual é o total de eficácia disso aí? Ah, 70%. E de
ficar cego? Ah, é 30%. Aí, tacaram na outra lá, imunoterapia, não melhorou o câncer dela, mas ela ficou cega.
Agora ela tem câncer e é cega. Ah, mas você assinou o termo de compromisso. Você estava ciente. Mas vocês
falaram que era a única forma de poder me melhorar. E não melhorou. Vamos mover um processo. Vamos mover
um processo porquê? você assinou. Estava ciente.

S: É por isso que eu estou muito preocupada.

Seth: Então, você sabe que para lidar com o médico, vocês tem que ter muita sabedoria.

S: Entendi. Eu confio que a pessoa estuda muito e tal. Mas não é....

Seth: Estuda, estuda, estuda... Uma coisa que não faz sentido. Então... Mas... quem sou eu para modificar. Eu
quero ajudar de alguma forma. E eu tô fazendo uma pergunta que vai ser feita. Por isso que eu... A resposta é....
Você... Não só... A pessoa. Todos vocês. Pega, vai no médico, se precisar, se não precisar você vai ali direto e faz
teu exame por conta própria, entendeu? se você ver assim, olha, meu açúcar está alto e eu estou com diabetes, o
que é que o médico vai passar? sempre a mesma medicação, entendeu? vocês podem ser médicos de si mesmos
sim. Ah, mas eu não tenho competência. Então vai no médico. Mas ele sabe muito mais do que eu. Sabe? Mas o
corpo é teu. Você não vai cuidar do teu corpo melhor. Ou pior. Do que o melhor. Você vai cuidar do teu corpo
melhor do que ele.

S: Do jeito que tem que ser. Da intuição, né?

Seth: É. É sim. Agora existe as pessoas que na hora que vão no médico, tomam bastante glifage, pra ver se engana
o médico. Né? Tem nessas pessoas que fazem isso? Aí eu não sei pra que que vai. Pra que que vai? Amanhã eu
tenho que fazer exame de sangue. Vou tomar esses remédios todos que enganam o exame. Aí vai assim, ih, não
deu nada. Você gastou dinheiro a [Link] Deixa eu ver, deixa eu ver quem quiser ver. Olha, seu ácido úrico está
altíssimo. Não, não, eu tomei (?) ontem. Então vai ficar baixo. Então não tem ácido úrico, tá vendo? Que
vantagem, pra que fez o exame?

S: pra se enganar, eu acho, né?

V: Sobre o.... questão da pessoa, o exame, né? O exame tá pronto e tal... Deve se voltar nesse médico?

Seth: Por que não? Não foi ele que pediu?

V: Ele pediu um exame e ele fez outro. É lógico, o exame não fazia sentido.

V: Sim, lógico.

Seth: Por que o médico faz pedir um exame estúpido daquele?

V: Ele está com receio de ver. O que que aconselha pra ele?

Seth: Não, não vou aconselhar nada. Ele que segue a vida como ele quiser. Se ele quiser ver no dia de ir no
médico, ele vê no dia que ele for no médico. Se a pessoa quiser viver o final de semana dela tranquila, ali,
podendo ver filme, por que não vai? Agora, há sintomas que assustam. Como evacuar meses sangue. Urinar
meses sangue. Ter dor para todo lado. A pessoa fica assim, pô, um mês de vida. Então tem sintomas que
assustam.

V: tem que cuidar do emocional pra não... né?

Seth: Mas emocional sempre faz parte.


V: Então. Até a labirintite, talvez tenha relação.

Seth: a labirintite... Eu não posso falar.

V: Tá.

Seth: Uma coisa eu posso falar, quem até serve pra todo mundo. Eu já falei, mas eu vou repetir. Porque vocês não
estavam aqui. Primeira coisa. Comprem sempre medicações, suplementos, com laudo. Com segurança do que
está ali. Porque a pessoa já foi enganada múltiplas vezes. Assim como a mãe dela. Que poderia estar aí até mais
tempo. Ou poderia, talvez, quem sabe, ter sido curada. Como vou saber? Não é? Mas aí chega o aveloz que não é
um aveloz. É um aveloz misturado com outra coisa. Aí chega a janaúba que não é tão janaúba assim. Por quê?
Porque ela oxidou. Ela já foi janaúba um dia. Mas agora ela não é mais. Porque para liofilizar aquilo, precisa de um
determinado processo, e não é por calor. mas quem fez isso não sabe? talvez saiba, talvez não saiba, eu não sei
não estou na cabeça, não vou lá ver se ele sabia ou não. Você chega na farmácia e compra um remédio genérico.
O que que tem no remédio genérico? Às vezes 30% da substância que deveria ter. Por que? Porque é o governo
está fazendo. Eles não verificam ele mesmo. O governo verifica o outro, mas ele não se auto verifica. Ele deixa
passar. Faz vista grossa. A qualidade da matéria é pior. Tá entendendo? Por isso que muito médico fala assim:
compra de marca, não compra genérico não. Por quê? Porque ele na experiência dele, ele já viu que quando ele
dá o genérico, a porra da pessoa não melhora. Se ele dá o de marca a pessoa melhora. Então, essa é a primeira
coisa a lidar, a quantidade de enganadores que vocês tem que lidar no mundo. Então você quer comprar, compra
daquilo que você tem certeza. Quer comprar um Ômega 3? Então você pede lá da puta que pariu da Holanda, da
Noruega, da Suíça, onde você tem certeza absoluta. Entendeu? Que passa por vários mecanismos de verificação
que é genuíno. E vê se não vem falsificado, porque também o brasileiro pega, põe um rótulo, faz igualzinho e
vende. Você conhece o tal de PB-8?

S: conheço.

Seth: Já viu algum verdadeiro daqui?

S: Não sei. Só uma vez que eu comprei.

Seth: Era curioso porque aquele PB8... Agora eu estou querendo roubar memórias. Aquele PB8 vinha dos Estados
Unidos. Estava lá. Vinha tudo lacrado. Aí quando eu olhava embaixo do frasco de plástico, estava escrito assim,
indústria brasileira. Mas como que pode ser indústria brasileira uma coisa que veio... Então quer dizer que o Brasil
exporta o frascozinho pro Estados Unidos colocar isso e vende pra cá? Isso faz algum sentido isso? É
simplesmente muita gente farsante, falsificadora. As pessoas querem nem saber não. Se o PB8 custa 200 reais e
eu tô gastando aqui 2, 3 reais, eu vou ganhar uma fortuna? Foda-se se as pessoas que estão morrendo. Então isso
é um grande problema que vocês têm que lidar. Um outro grande problema, você muda uma dieta, você tem, o
seu corpo está acostumado a uma coisa. Como é que você faz para ceto acostumar o seu corpo? Para você ser
ceto adaptado? O seu fígado vai ficar feliz, né? O seu intestino vai ficar mais ou menos triste. Porque as bactérias
ali era para um tipo de função, agora mudou a função, a sua vesícula vai enlouquecer, porque ela agia assim ó por
dia. Agora chega aquele monte de carne, a vesícula fica louca, que porra é essa mano? eu tenho que quebrar o
dia inteiro gordura, cara. O que aconteceu ali? eu não tenho mais paz. Pra que que serve a vesícula?

S: Para trabalhar junto com a digestão, né?

Seth: Para quê? Para... Quebrar o ácido graxo. Ácido graxo, que é gordura. Né? E principalmente a gordura
saturada que vem da onde? Da carne. Então você come muita carne, a vesícula enlouquece. Ela enlouquece. Ela
vai à hiperfunção. Não é hiperfunção, é a função natural dela, só que você não deu pesinho pra ela malhar, ela
ficou a vida toda lá parada...

S: Eu sugeri retornar aos poucos, sair desse radical e dar um retrocesso um pouco, não sei se poderia fazer isso...

Seth: pode, ué.

S: Até mesmo para que minha vesícula compreenda. Meu fígado compreenda... Eu sugeri.

Seth: Mas o radicalismo foi por conta própria. Eu jamais disse a vocês, sejam carnívoros. Eu nunca disse isso.
S: Foi. Mas a pessoa é radical, né? Exagerado.

Seth: Porque a pessoa quer. Você fala assim, olha, este autor aqui. A pessoa compra toda a literatura do autor e
não dorme mais até ler tudo. Porque a pessoa é assim.

Seth: E eu vou mudar a personalidade da pessoa? Eu não vou mudar nada.

V: Mas a pessoa comentou que ia comer assim, batata doce, um pedacinho...

Seth: Tá comendo, né? E pelo que eu estou vendo aqui, tá comendo uma maçã, come um terço de banana.

V: Falando pra ver se melhorava.

N: uma última pergunta, a gente está querendo comprar um óleo de copaíba que eu até comprei. Que
teoricamente a gente pensa, bom, vem direto de quem produz, de quem retira. Então pode ser, vai vir puro, mas
eu não sei se pode ser contaminado no processo, aí vai que é mais um tiro no pé também, né?

Seth: Bom, pode ser tiro no pé, não quer dizer nada. Quer dizer nada. Você chega no apicultor e compra
diretamente dele o própolis. Só que aquele própolis não passou por verificação. Ele não foi padronizado para uso
humanos, por exemplo. A quantidade dele pode estar 1% e 99% de álcool. Pode estar 99% de própolis e 1% de
álcool. Não foi padronizado. Aí você toma lá uma gota, né? Não funciona nada. Você toma dez gotas, você vai ter
uma diarreia louca, você vai matar toda a sua microbiota com aquele própolis. Por quê? Porque as coisas têm que
ter uma padronização. A farmácia, a bioquímica é importante. Não adianta você pegar direto da fonte uma coisa.
Você vai ali, tem uma mina de ouro ali. Peguei uma pedra de ouro. Não vale nada, vende, vê se você vai vender
isso, vai ser difícil. Agora, se você levar ali alguém que derreta, derreta, transforma numa barrinha, coloca o índice
de pureza, passa ali na caixa, caixa econômica, receba um carimbo, agora aquilo tem valor. Comprar diretamente
da fonte não necessariamente significa que é a melhor coisa, pode até significar que o copaíba está ali, mas ela
está na sua melhor forma? Ela está na melhor forma de ser usada? Eu não sei. Eu estou levantando uma questão.

N: Sim, é o que eu estava... Acho que vou perguntar isso. Porque às vezes a gente tem a ilusão de que pode ser....
não necessariamente.

Seth: Então eu estou dizendo assim, pense em tudo. Vocês entram num lugar e compra assim, né? Este é o
melhor laboratório que vende esse tipo de suplemento. Como é que chama onde vocês compram o negócio aí?

V: Amazon...

Seth: Não.

V: Mercado livre...

Seth: Isso aí. Então vocês entram nesse lugar e compram lá. Olha, vem dos Estados Unidos, maravilhoso. Foi
assim? Maravilhoso! Curiosamente, está com 45 enquanto os outros estão com 200. Mas olha, é a mesma marca.
Aí você vai e compra. Nossa, me dei bem. Me dei bem. Será que você se deu bem? Não sei. Pode ser que sim.
Pode ser que alguém tenha aquilo ali agarrado. Pode ser que esteja chegando perto do fim da validade. Pode ser
que se dê bem. Mas pode ser que não. Porque também tem um outro lado. Tem também o explorador. Então
vocês têm que lidar com tudo isso. Você vai comprar metformina. Você tem que comprar glifage. Ah, mas
metformina custa cinco. Mas a glifage custa oito. Esses seus três reais você vai tomar no cu. Né? Ah, mas é da
farmácia? É da farmácia, mas você tem que saber o seguinte. O revestimento da glifage, ela sustenta realmente
por até 18 horas. E o revestimento da comum, ela sustenta uma hora, duas. Então daqui a pouquinho a sua
glicose vai aumentar, você fala: mas eu tomei a metformina, porque não está funcionando? então a minha
diabetes está muito descompensada. Não está descompensada nada, o seu remédio que você comprou é de
qualidade inferior. Aí eu tenho que ficar lendo, estudando essas merdas pra ficar instruindo aqui, isso também é
insuportável.

V: Mas é melhor do que tá encarnado aqui, né?

Seth: encarnada, isso aqui é um inferno.


Seth: Então, melhor ficar aí mesmo, lendo tudo.

Seth: Vocês acham que o inferno é ruim? O inferno é isso aí. Imagina só ter que escovar dente. Olha que coisa
sem noção.

V: limpar a bunda.

Seth: limpar a bunda? eu já vivi muitas vezes e não limpava a bunda não. Limpar a bunda é coisa nova. a gente
abria a bunda assim e o que cair, caiu... e o que ficou grudado? ficou grudado. Você acha que Jesus não era um
bunda suja?

S: E também não tinha que escovar a dente não, né?

Seth: Escovar dente... a gente passava, dava uma limpezazinha, mas como não tinha açúcar...

And: Não estragava.

Seth: Não estragava a dente.

V: Como eu não estava aqui no outro, o que foi falado do geral, que eu perguntei pra várias pessoas, cada um me
falou um ponto. O que, em questão de foco, de órgão da pessoa, o que que precisa ter mais foco?

Seth: Não tem que ter foco no lugar nenhum.

Seth: (?) estou falando no tratamento. Ah, isso aqui está precisando mais...

Seth: O que está precisando mais?

And: O conjunto, é o conjunto.

Seth: lógico.

Ali: Trata tudo de uma forma homogenia.

Seth: Vocês tem que entender, eu já disse isso, é praticamente impossível falar do médium no médium.

Ali: Sim.

Seth: Às vezes que foram tentado antes... Eu estou falando, eu estou no meio do assunto. Às vezes que foram
tentadas antes... incorporava uma pessoa, e fala assim, não, porque você tem que encontrar o teu pai... não sei o
que, de repente tá o meu pai, aí de repente o pai já não era ele, de repente virou o meu pai, a minha mãe. Vocês
já perceberam isso alguma vez?

V: A gente evita falar.

Seth: Vocês já perceberam acontecer isso alguma vez? Mas eu já, eu estava lá, eu percebi. Porque o pai da pessoa
tem que ser assim....não, porque o meu pai... ai a pessoa começa a ir... está assumindo, a pessoa vai entrando.

V: (?) o que ia falar era pra falar de outra pessoa...

S: A gente já entendeu essa parte...

Seth: É claro que você vai encontrar um monte de médium que falam assim.... Não, você tem que tomar conta do
menino aqui... Que não sei o que... O menino está precisando de receber um dinheiro seu aí... Aí tem muito
desses... É assim.... Chega assim.... Eu acho que o menino precisa de uma namorada tipo você... Você pode vestir
o menino porque ele é uma pessoa muito boa. Ó, assim. A entidade ali se chama “minha mente”. Vê se uma
entidade, um ente, um ente... Ah esse termo entidade é ridículo, mas vocês gostam. Vê se uma entidade vai
ficando arrumando namorada, namorado para médium. Ai você vai no terreiro, tem isso. Não sabiam?

R: eu sabia que isso acontece.

Seth: Então, você tem que jogar umas cartas com um menino aí, com uma moça aqui, porque ela joga muito bem
e ela vai fazer um preço bom pra você. Que eu vou colocar na cabeça e fazer um preço bom pra você. Em vez de
mil, vai ser 900. Ah, é mesmo? Joga bem e eu vou estar do lado ali pra ajudar. Eu vou falar na cabeça dele o que
ele precisa para falar para você. Você já está aí, então me fala de uma vez. Não, mas aí o menino não ganha os
900. É uma filhadaputagem, né? Agora eu posso ir? Vocês têm mais alguma outra?

Ali: Por favor!

(?): Obrigada!

Seth: Agora é a hora do show, né? Agora é hora da impaciência.

FIM.

Você também pode gostar