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Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho

O Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) foi elaborado para a empresa Gabriel de Abreu Carvalho Brom, que atua na manutenção de espaços externos e serviços de turismo. O documento visa identificar a exposição a agentes nocivos à saúde dos trabalhadores, com foco na concessão de aposentadoria especial, e inclui informações sobre a metodologia utilizada e os resultados da avaliação ambiental. O laudo é um requisito legal para comprovar a exposição a riscos ambientais e deve ser atualizado conforme a legislação vigente.

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Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho

O Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) foi elaborado para a empresa Gabriel de Abreu Carvalho Brom, que atua na manutenção de espaços externos e serviços de turismo. O documento visa identificar a exposição a agentes nocivos à saúde dos trabalhadores, com foco na concessão de aposentadoria especial, e inclui informações sobre a metodologia utilizada e os resultados da avaliação ambiental. O laudo é um requisito legal para comprovar a exposição a riscos ambientais e deve ser atualizado conforme a legislação vigente.

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Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho

INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/PRES Nº 128, DE 28 DE MARÇO DE 2022 - DOU DE 29/03/2022

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


16/06/2025 à 15/06/2026
ÍNDICE
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO 1
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 1
2. APRESENTAÇÃO 2
3. DEFINIÇÕES 4
4. APOSENTADORIA ESPECIAL 5
5. INSTRUMENTOS UTILIZADOS / METODOLOGIA APLICADA 7
5.1. RUÍDO 7
5.2. VIBRAÇÃO EM MÃOS E BRAÇOS - VMB 7
RESULTADO DA AVALIAÇÃO AMBIENTAL 8
1. SETOR: OPERACIONAL 8
1.1. FUNÇÃO: SERVIÇOS GERAIS 8
RESPONSABILIDADE TÉCNICA 11

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


II
LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO

1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: Gabriel de Abreu Carvalho Brom


Endereço: Estrada BR 367, nº 52. Bairro: Pindorama
Cidade: Porto Seguro/BA CEP: 45.810-000
Telefone: (739)9161-9901 Contato: Gabriel de Abreu Carvalho
Brom
CNPJ: 41.275.008/0001-48 Insc. Estadual:
Ramo de Atividade: Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados
anteriormente
CNAE 2.0: 79.90-2
Principais atividades: Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados
anteriormente
Grau de Risco: 1 Nº de Funcionários Ativos: 1
Vigência do contrato: 16/06/2025 à 15/06/2026 Nº de Funcionários Afastados: 0

CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

A empresa atua na manutenção de espaços externos com foco em limpeza de áreas aquáticas,
conservação de jardins, manejo de vegetação de diferentes portes, descarte de resíduos, alimentação de
fauna e preparo de caminhos internos com brita. As atividades envolvem o uso frequente de
ferramentas manuais e motorizadas, além de controle pontual de pragas.

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


Página 1
2. APRESENTAÇÃO

O Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho – LTCAT é um documento estabelecido e


adotado pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS na comprovação da exposição aos agentes
ambientais nocivos à saúde ou à integridade física do trabalhador.

De acordo com o art. 58 da lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispões sobre os planos de
benefícios da Previdência Social, o LTCAT tem como objetivo identificar a exposição aos agentes
físicos, químicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física do
trabalhador, para fins de concessão da aposentadoria especial.

A primeira referência legal a laudo técnico foi na Lei nº 5.431, de 3 de maio de 1968, que acrescentou
o § 5º no então art. 209 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, para fins de caracterização de
insalubridade:

Para fins de instrução de processo judicial, a caracterização e classificação de insalubridade serão


feitas exclusivamente por médico perito, preferencialmente especializado em saúde pública ou higiene
industrial, designado pela autoridade judiciária, observadas as normas fixadas no presente artigo.

A Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, modifica o Capítulo V – Da Segurança e da Medicina do


Trabalho do Título II da CLT, prevendo no seu art. 195 que:

A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do


Ministério do Trabalho, far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro
do Trabalho, registrados no Ministério do Trabalho.

A CLT antecede a Lei nº 8.213, de 1991, e regulamenta o laudo técnico para fins de caracterização de
atividades e operações insalubres e/ou perigosas, passíveis de concessão dos adicionais previstos nas
Normas Regulamentadoras – NR NR-15 e NR-16, aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 1978, do MTE.

LTCAT, previsto na Lei nº 8.213, de 1991, tem finalidade previdenciária na concessão da


aposentadoria especial. Portanto, não se deve confundir o laudo técnico de insalubridade e/ou
periculosidade com o LTCAT para avaliação de caracterização de condições especiais previstas na
aposentadoria especial.

Os laudos técnicos acima referenciados são documentos elaborados a partir de um conjunto de


procedimentos que tem por objetivo concluir, mediante exame, vistoria, indagação, investigação,
avaliação, se existem condições insalubres e/ou perigosas ou se existe efetiva exposição a agentes
nocivos, de acordo com a legislação pertinente.

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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É importante o caráter técnico pericial comum a esses laudos. Porém, alguns dos conceitos neles
contidos são distintos

O laudo trabalhista versa sobre periculosidade, nas condições previstas na NR-16, e/ou insalubridade
nas condições previstas na NR-15, quando as atividades se desenvolverem acima dos limites de
tolerância para os agentes previstos nos Anexos 1, 2, 3, 5, 8, 11 e 12 da NR15, nas atividades
mencionadas nos Anexos 6, 13 e 14 da NR-15 e comprovadas por meio de laudo de inspeção do local
de trabalho, constantes dos Anexos 7, 9 e 10 da NR-15.

O laudo para fins previdenciários depende de duas definições básicas: a nocividade e a permanência.

A nocividade é relativa aos agentes físicos, químicos, biológicos ou associação de agentes capazes de
causar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador, previstos nos diversos anexos dos decretos
previdenciários. A permanência diz respeito à necessidade, para caracterização de condições especiais,
de que o trabalho exposto aos agentes nocivos ocorra de modo permanente, não ocasional nem
intermitente, indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço.

O LTCAT está previsto na legislação brasileira a partir da MP nº 1.523, de 1996, que se converteu na
Lei nº 9.528, de 1997, que modificou o § 1º do art. 58 da Lei nº 8.213, de 1991, que trata dos Planos
de Benefícios da Previdência Social, acrescentando que:

A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário,
na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, emitido pela empresa ou seu
preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do
trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

O Decreto nº 3.048, de 1999, no seu § 2º do art. 68, originalmente também determinou que:

A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário
denominado perfil profissiográfico previdenciário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do
Seguro Social, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições
ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

Documentos Complementares:

Quando da fiscalização dos Órgãos Governamentais e Sindicatos os documentos complementares


abaixo deverão ser apresentados, uma vez que estes deverão estar arquivados no local em que se
desempenham os trabalhos citados neste presente Laudo Técnico das Condições do Ambiente de
Trabalho – LTCAT.
• Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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• Programa de Gerenciamento Riscos – PGR;
• Avaliações Ambientais com seus respectivos Certificados de Calibração;
• Arquivo dos C.A. (Certificados de Aprovação);
• Arquivo das FISPQ’s (Fichas de Informações de Segurança de Produto Químico).

3. DEFINIÇÕES

Grupo de Exposição Simular – GES: O Grupo de Exposição Similar (GES) é a base para a avaliação
detalhada da exposição do trabalhador. Na sua forma conceitual, um GES é um grupo de trabalhadores
com idênticas probabilidades de exposição a um determinado agente. O grupo é homogêneo no sentido
de que a distribuição de probabilidade de exposição é a mesma para todos os membros do grupo.
Devido à homogeneidade estatística, um pequeno número de amostras selecionadas aleatoriamente
pode ser usado para definir o perfil de exposições dentro do grupo. Portanto, o GES forma a base da
Higiene Ocupacional quantitativa. Os GES são formados durante a etapa de caracterização básica, são
consolidados durante as avaliações e recebem a atenção necessária durante a etapa de controle dos
riscos.

Limite de Tolerância: Entende-se por limite de tolerância a concentração ou intensidade máxima ou


mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde
do trabalhador durante sua vida laboral.

Riscos Ambientais: Consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos


capazes de causar danos à saúde e à integridade física do trabalhador.

Riscos Físicos: Os riscos físicos são efeitos gerados por máquinas, equipamentos e condições físicas,
características do local de trabalho que podem causar prejuízos à saúde do trabalhador.

Riscos Químicos: Estes riscos são representados pelas substâncias químicas que se encontram nas
formas líquida, sólida e gasosa. Quando absorvidas pelo organismo, podem produzir reações tóxicas e
danos à saúde. Há três vias de penetração no organismo:
• Via respiratória: inalação pelas vias aéreas;
• Via cutânea: absorção pela pele;
• Via digestiva: ingestão.

Riscos Biológicos: Os riscos biológicos são aqueles causados por microrganismos como bactérias,
fungos, vírus, bacilos e outros. São capazes de desencadear doenças devido à contaminação e pela
própria natureza do trabalho. Os agentes biológicos (microrganismos) podem acessar o organismo
pelas vias dérmica e respiratória.

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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4. APOSENTADORIA ESPECIAL

Lei 8.213 24 de julho de 1991

Art.57 - A aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta Lei, ao
segurado que tiver trabalho sujeito a condições especiais que prejudiquem na saúde ou a integridade
física, durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco), anos conforme dispuser a lei. (Redação
dada pela Lei nº 9.032, de 28.04.95).

O benefício previsto será financiado com os recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do artigo 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas serão acrescidas de doze,
nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo segurado a serviço da empresa
permita a concessão de aposentadoria especial após quinze, vinte ou vinte e cinco anos de
contribuição, respectivamente.

O acréscimo de que trata o parágrafo anterior incide exclusivamente sobre a remuneração do segurado
sujeito às condições especiais.

Art.58 - A relação dos agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes
prejudiciais à saúde ou à integridade física considerados para fins de concessão da aposentadoria
especial de que trata o artigo anterior será definida pelo Poder Executivo.

Lei nº 9.528, de 10.12.97

§ 1º - A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante
formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, emitido pela
empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido
por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho nos termos da legislação trabalhista.
(Redação dada pela Lei nº 9.732, de 14.12.98).

§ 2º - Do laudo técnico referido no parágrafo anterior deverão constar informação sobre a existência de
tecnologia de proteção coletiva ou individual que diminua a intensidade do agente agressivo a limites
de tolerância e recomendação sobre a sua adoção pelo estabelecimento respectivo. (Redação dada pela
Lei nº 9.732, de 14.12.98).

§ 3º - A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos
existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de
efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeita à penalidade prevista no art. 133
desta Lei. (Acrescido pela Lei nº 9.528, de 10.12.97).

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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§ 4º - A empresa deverá elaborar e manter atualizado Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP
abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este, quando da rescisão do
contrato de trabalho, cópia autêntica deste documento. (Acrescido pela Lei nº 9.528, de 10.12.97).

O artigo 272, § 11 da Instrução Normativa INSS/PRES nº 45/2010, o PPP deve ser fornecido nas
seguintes situações:

Na rescisão do contrato de trabalho ou na desfiliação da cooperativa, sindicato ou órgão gestor de


mãode-obra;

Sempre que solicitado pelo trabalhador, para fins de reconhecimento pela Previdência Social de
períodos laborados em condições especiais;

Para fins de análise de benefícios por incapacidade, quando solicitado pelo INSS;

Para simples conferência por parte do trabalhador, pelo menos uma vez ao ano;

Quando solicitado pelas autoridades competentes

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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5. INSTRUMENTOS UTILIZADOS / METODOLOGIA APLICADA

5.1. Ruído
Técnica: Qualitativa

5.2. Vibração em Mãos e Braços - VMB


Técnica: Qualitativa

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RESULTADO DA AVALIAÇÃO AMBIENTAL

1. SETOR: OPERACIONAL

1.1. FUNÇÃO: SERVIÇOS GERAIS

Nº de Funcionários Nº de Funcionários Nº de Funcionários Nº de Funcionários Jornada de Código


Ativos (M) Ativos (F) Afastados (M) Afastados (F) Trabalho / Horário GFIP
1 0 0 0 44 horas semanais -

1.1.1. DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

Limpar a piscina utilizando escovão e vassoura.


Realizar a limpeza do lago quatro vezes ao ano, esgotando a água e removendo resíduos.
Executar roçada e corte de grama duas vezes por mês, com duração de três horas por vez utilizando
roçadeira.
Preparar estrada com aplicação de brita utilizando carrinho de mão.
Diluir o formicida e aplicar utilizando bomba costal 2 vezes ao ano por 15 minutos.
Rastear a área em torno da piscina e restaurante diariamente.
Recolher o lixo e realizar o descarte diário.
Capinar os canteiros duas vezes por mês utilizando enxada.
Podar arbustos e frutíferas de porte baixo utilizando tesourão.
Realizar poda em árvores mais altas utilizando podão uma vez por mês, com duração de quatro horas.
Alimentar os peixes diariamente.

1.1.2. CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO

Estrutura: Ambiente externo


Cobertura: Área Aberta
Ventilação: Natural e artificial
Iluminação: Natural

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1.1.3. IDENTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO

Ruído
• Dose: Avaliação quantitativa será realizada conforme plano de ação do PGR
• NEN: Avaliação quantitativa será realizada conforme plano de ação do PGR
• Tipo de Exposição: 2 vezes por mês por 3 horas - eventual
• Fonte Geradora: Uso da roçadeira
• Via de acesso: Sistema auditivo
• Metodologia e procedimentos de avaliação: Qualitativa
• Medida de controle existente:
- Nenhum

Vibração em Mãos e Braços - VMB


• Valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren): Avaliação quantitativa será
realizada conforme plano de ação do PGR
• Tipo de Exposição: 2 vezes por mês por 3 horas - eventual
• Fonte Geradora: Uso da roçadeira
• Via de acesso: Sistema osteomuscular
• Metodologia e procedimentos de avaliação: Qualitativa
• Medida de controle existente:
- Nenhum

1.1.4. Produtos Químicos Utilizados

Nome Comercial: MIREX-S2


Fabricante: ATTA-KILL IND. E COM. DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Composição Química: Sulfluramida 4151-50-2 2g/kg V – Categoria 5

1.1.5. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL UTILIZADOS

Nenhum

1.1.6. REGULARIDADE DE TROCA DO EPI – VIDA ÚTIL CONFORME FABRICANTE

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Página 9
CARÊNCIA CARÊNCIA
EPI MÍNIMA MÁXIMA
BOTINA - TIPO B 06 Meses 12 Meses
LUVA PARA PROTEÇÃO CONTRA AGENTES MECÂNICOS E QUÍMICOS
A vida útil é determinada pelas inspeções de rotina que devem ser realizadas por uma 01 Dias 15 Dias
pessoa treinada antes de cada solicitação de troca.
ÓCULOS DE SEGURANÇA 01 Meses 12 Meses
PERNEIRA 02 Meses 06 Meses
Perneira de segurança confeccionada em raspa.
PROTETOR AUDITIVO
Protetor auricular tipo concha: O Kit higiene (espuma e almofada) deverá ser 06 Meses 12 Meses
substituído no máximo a cada 6 meses.
RESPIRADOR PURIFICADOR DE AR TIPO PEÇA SEMIFACIAL FILTRANTE
PARA PARTÍCULAS PFF1 01 Dias 01 Dias
O equipamento deve ser descartado no final de turno

1.1.7. CONCLUSÃO

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Este programa foi elaborado pela equipe técnica da GV CLINICAS PORTO SEGURO LTDA, sob a
responsabilidade do engenheiro(a) de segurança do trabalho abaixo assinado.

As informações sobre a empresa foram prestadas por:


Nome: Gabriel de Abreu Carvalho Brom Cargo: Proprietario

Porto Seguro, 16 de junho de 2025.

_________________________________________________________
Engº Amarildo Paixão Pereira
Engenheiro(a) de Segurança do Trabalho
CREA: 253262D
Telefone: (33) 3271-1898

Gabriel de Abreu Carvalho Brom


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