0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Origem e História da Maçã

A maçã, pseudofruto da macieira (Malus domestica), é amplamente cultivada e tem origem na Ásia Ocidental, sendo importante na história e mitologia de várias culturas. Seu consumo regular traz benefícios à saúde, como controle do colesterol e propriedades medicinais, além de ser utilizada em diversas formas, incluindo sucos e bebidas alcoólicas. O cultivo e armazenamento de maçãs evoluíram ao longo dos séculos, com inovações que melhoraram a indústria frutal.

Enviado por

purged_395801024_844
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Origem e História da Maçã

A maçã, pseudofruto da macieira (Malus domestica), é amplamente cultivada e tem origem na Ásia Ocidental, sendo importante na história e mitologia de várias culturas. Seu consumo regular traz benefícios à saúde, como controle do colesterol e propriedades medicinais, além de ser utilizada em diversas formas, incluindo sucos e bebidas alcoólicas. O cultivo e armazenamento de maçãs evoluíram ao longo dos séculos, com inovações que melhoraram a indústria frutal.

Enviado por

purged_395801024_844
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A maçã é o pseudofruto pomáceo da macieira (Malus domestica), árvore da família

Rosaceae. É um dos pseudofrutos de árvore mais cultivados, e o mais conhecido dos


muitos membros do género Malus que são usados pelos seres humanos. As maçãs
crescem em pequenas árvores, de folha caducifólia que florescem na Primavera e
produzem fruto no Outono. A árvore é originária da Ásia Ocidental, onde o seu
ancestral selvagem, Malus sieversii, ainda é encontrado atualmente. As maçãs têm sido
cultivadas há milhares de anos na Ásia e Europa, tendo sido introduzidas na América do
Norte pelos colonizadores europeus. As maçãs têm estado presentes na mitologia e
religiões de muitas culturas, incluindo as tradições nórdica, grega e cristã. Em 2010, o
genoma da fruta foi descodificado, levando a uma nova compreensão no controle de
doenças e na reprodução seletiva durante a produção da maçã.

Existem mais de 7 500 plantações conhecidas de maçãs, resultando numa gama de


características desejadas.

Etimologia
"Maçã" originou-se do termo do latim mala matiana, que significa "maçãs de Mácio".[1]

História

Maçã silvestre Malus sieversii no Cazaquistão

O centro de origem do gênero Malus é na Ásia Central. A macieira é talvez a mais


antiga árvore que tenha sido cultivada, [2] e seus frutos foram melhorados ao longo de
milhares de anos. Relata-se que Alexandre, o Grande encontrou maçãs anãs no
Cazaquistão em 328 a.C.;[3] aquelas que ele trouxe de volta para a Macedônia podem ter
sido as geradoras das plantações de maças anãs. As maçãs do inverno, colhidas no final
do outono e armazenadas em temperatura pouco acima do congelamento, foram um
alimento importante na Ásia e na Europa durante milênios. [2]

As maçãs foram introduzidas na América do Norte pelos colonos no século XVII,[3] e o


primeiro pomar de macieira no norte do continente americano foi plantada em Boston
pelo Reverendo William Blaxton em 1625.[4] As únicas maçãs nativas da América do
Norte são as maçãs silvestres, que já foram chamadas de "maçãs comuns". Variedades
de maçãs trazidas da Europa como semente foram espalhadas ao longo das rotas
comerciais dos nativos americanos, bem como foram cultivadas em fazendas coloniais.
Em 1845, um catálogo de viveiro de maçãs nos Estados Unidos vendia 350 das
"melhores" variedades, mostrando a proliferação de novas variedades norte-americanas
no início do século XIX.[5] No século XX, iniciaram os projetos de rega na parte leste
do estado de Washington, permitindo o desenvolvimento de uma indústria de frutas
multibilionária, onde a maçã é o produto líder. [3]

Até o século XX, os agricultores armazenavam maçãs em depósitos total ou


parcialmente subterrâneos durante o inverno para seu próprio uso ou para venda. As
melhorias no transporte de maçãs frescas por trem e estradas dispensou a necessidade de
armazenamento.[6][7] No século XXI, o armazenamento de longo prazo novamente
tornou-se popular, quando instalações com "atmosfera controlada" passaram a ser
usadas para manter maçãs frescas durante todo o ano. Tais instalações usam alta
humidade, baixo teor oxigênio e níveis de dióxido de carbono controlados para manter o
frescor da fruta.[8][9]

Informações nutricionais
O consumo regular de maçã é excelente para manter a taxa de colesterol em níveis
aceitáveis, com a ingestão recomendada de uma unidade por dia. Esse efeito é devido ao
alto teor de pectina, encontrada na casca.[10]

Também auxilia no processo de emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das


gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da
maçã libera o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo. [carece de
fontes]

Também apresenta propriedades medicinais, e produz efeitos benéficos sobre o coração,


tanto pelo elevado teor de potássio, quanto pela presença de pectina, que evita a
deposição de gorduras na parede arterial, prevenindo a arteriosclerose. Por tudo isto,
melhora a circulação sanguínea, reduzindo, deste modo, o trabalho cardíaco e
prolongando a vida útil do coração.

Pode ser usada como uma espécie de laxante, pois auxilia na eliminação das fezes.
Actua da seguinte maneira: durante a digestão, absorve a água, e, durante a eliminação,
liberta esta água que ficou armazenada, não deixando que as fezes sequem e causem
problemas posteriores, como a prisão de ventre. [carece de fontes]

A maçã contém as seguintes vitaminas: B1, B2 e Niacina, além de sais minerais, como
fósforo e ferro.[10]

A maçã é consumida, em sua maioria, na forma de fruta, ou de suco de maçã.


Fermentada, é utilizada na elaboração de bebidas alcoólicas como a sidra asturiana, o
Calvados francês e a sagardua basca. Também há o vinagre de maçã e a geleia de maçã.
É muito utilizada na confecção de tortas.

É rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação de coágulos sanguíneos


capazes de provocar derrames. A maçã é recomendada para pessoas com problemas de
intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema
nervoso. A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como
diurético.

Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi- la ao natural com
casca, pois é junto dela que estão a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.
Na hora de comprar, escolha as de casca de cor acentuada e brilhante, polpa firme,
pesadas, sem partes moles, furos ou rachaduras. Nessas condições ela se conserva até
um mês no frigorífico.

Estima-se que uma típica maçã de 240g contém cerca de 100 milhões de bactérias. A
maioria das bactérias está nas sementes, com a carne representando a maior parte do
restante. Estudos sugerem que o microbioma e os perfis antioxidantes de produtos
frescos podem se tornar informações nutricionais padrão, exibidos ao lado de
macronutrientes, vitaminas e minerais para orientar os

Você também pode gostar