1.
estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as diretrizes da Política
Nacional de Trânsito;
2. cumprir e fazer cumprir a legislação de trânsito e a execução das normas e diretrizes
estabelecidas pelo CONTRAN, no âmbito de suas atribuições;
3. expedir a permissão internacional para conduzir veículo e o certificado de passagem nas
alfândegas mediante delegação aos órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal ou a
entidade habilitada para esse fim pelo poder público federal; (Redação dada pela lei nº
13.258, de 2016)
4. credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos
serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de carga indivisível;
5. implementar as medidas da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de
Trânsito;
6. aplicar a penalidade de suspensão do direito de dirigir, quando prevista de forma específica
para a infração cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao órgão máximo executivo
de trânsito da União. (Incluído pela Lei nº 14.071, de 2020) (Vigência)
7. planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais e
promover o desenvolvimento, temporário ou definitivo, da circulação, da segurança e das
áreas de proteção de ciclistas; (Redação dada pela Lei nº 14.071, de 2020) (Vigência)
8. estabelecer, em conjunto com as Polícias Militares, as diretrizes para o policiamento
ostensivo de trânsito;
9. realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança
pública, com o objetivo de preservar a ordem, incolumidade das pessoas, o patrimônio da
União e o de terceiros;
10. articular-se com os órgãos dos Sistemas Nacionais de Trânsito, de Transporte e de
Segurança Pública, objetivando o combate à violência no trânsito, promovendo,
coordenando e executando o controle de ações para a preservação do ordenamento e da
segurança do trânsito;
11. estabelecer e normatizar os procedimentos para o enquadramento das condutas
expressamente referidas neste Código, para a fiscalização e a aplicação das medidas
administrativas e das penalidades por infrações e para a arrecadação das multas aplicadas e o
repasse dos valores arrecadados; (Redação dada pela Lei nº 14.071, de 2020)
(Vigência)
12. fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou
pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio às ações
específicas de órgão ambiental local, quando solicitado;
13. realizar perícia administrativa nos locais de acidentes de trânsito.
14. proceder à supervisão, à coordenação, à correição dos órgãos delegados, ao controle e à
fiscalização da execução da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de
Trânsito;
15. coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas
atividades;
16. organizar e manter o Registro Nacional de Veículos Automotores – RENAVAM;
17. efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços de atendimento,
socorro e salvamento de vítimas;
18. fiscalizar o cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as penalidades e
arrecadando as multas nele previstas;
19. coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas;
20. aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação,
estacionamento e parada previstas neste Código, notificando os infratores e arrecadando as
multas que aplicar;
21. administrar fundo de âmbito nacional destinado à segurança e à educação de trânsito;
22. assegurar a livre circulação nas rodovias federais, podendo solicitar ao órgão rodoviário a
adoção de medidas emergenciais, e zelar pelo cumprimento das normas legais relativas ao
direito de vizinhança, promovendo a interdição de construções e instalações não autorizadas;
23. promover, em conjunto com os órgãos competentes do Ministério da Educação e do
Desporto, de acordo com as diretrizes do CONTRAN, a elaboração e a implementação de
programas de educação de trânsito nos estabelecimentos de ensino;
24. criar, implantar e manter escolas públicas de trânsito, destinadas à educação de crianças,
adolescentes, jovens e adultos, por meio de aulas teóricas e práticas sobre legislação,
sinalização e comportamento no trânsito.
25. encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários
informações sobre problemas observados nas autuações e apontados em recursos, e que se
repitam sistematicamente.
26. zelar pela uniformidade e cumprimento das normas contidas neste Código e nas resoluções
complementares;
27. solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações
complementares relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da situação
recorrida;
28. fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou
pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio, quando
solicitado, às ações específicas dos órgãos ambientais.
29. vistoriar, inspecionar as condições de segurança veicular, registrar, emplacar e licenciar
veículos, com a expedição dos Certificados de Registro de Veículo e de Licenciamento
Anual, mediante delegação do órgão máximo executivo de trânsito da União; (Redação
dada pela Lei nº 14.071, de 2020) (Vigência)
30. promover e participar de projetos e programas de educação e segurança de trânsito de
acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
31. integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de
arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à
unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e
de prontuários dos condutores de uma para outra unidade da Federação;
32. normatizar os procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos
de condutores, e registro e licenciamento de veículos;
33. organizar a estatística geral de trânsito no território nacional, definindo os dados a serem
fornecidos pelos demais órgãos e promover sua divulgação;
34. coordenar a administração do registro das infrações de trânsito, da pontuação e das
penalidades aplicadas no prontuário do infrator, da arrecadação de multas e do repasse de
que trata o § 1º do art.
35. executar a fiscalização de trânsito, aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa
e as medidas administrativas cabíveis, com a notificação dos infratores e a arrecadação das
multas aplicadas e dos valores provenientes de estadia e remoção de veículos, objetos e
animais e de escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
36. promover e participar de projetos e programas de educação e segurança, de acordo com as
diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
37. realizar, fiscalizar e controlar o processo de formação, de aperfeiçoamento, de reciclagem e
de suspensão de condutores e expedir e cassar Licença de Aprendizagem, Permissão para
Dirigir e Carteira Nacional de Habilitação, mediante delegação do órgão máximo executivo
de trânsito da União; (Redação dada pela Lei nº 14.071, de 2020) (Vigência)
38. fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou
pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio, quando
solicitado, às ações específicas dos órgãos ambientais locais;
39. implantar as medidas da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito;
40. integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de
arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à
unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e
de prontuários de condutores de uma para outra unidade da Federação;
41. opinar sobre assuntos relacionados ao trânsito interestadual e internacional;
42. estabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e habilitação de condutores de veículos, a
expedição de documentos de condutores, de registro e licenciamento de veículos;
43. acompanhar e coordenar as atividades de administração, educação, engenharia, fiscalização,
policiamento ostensivo de trânsito, formação de condutores, registro e licenciamento de
veículos, articulando os órgãos do Sistema no Estado, reportando-se ao CONTRAN;
44. responder às consultas que lhe forem formuladas, relativas à aplicação da legislação de
trânsito;
45. estimular e orientar a execução de campanhas educativas de trânsito;
46. estabelecer, em conjunto com os órgãos de polícia ostensiva de trânsito, as diretrizes para o
policiamento ostensivo de trânsito;
47. arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de
veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
48. implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de
controle viário;
49. indicar um representante para compor a comissão examinadora de candidatos portadores de
deficiência física à habilitação para conduzir veículos automotores;
50. fornecer aos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito informações sobre registros
de veículos e de condutores, mantendo o fluxo permanente de informações com os demais
órgãos do Sistema;
51. coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas,
adotando ou indicando medidas operacionais preventivas e encaminhando-os ao órgão
rodoviário federal;
52. promover a realização periódica de reuniões regionais e congressos nacionais de trânsito,
bem como propor a representação do Brasil em congressos ou reuniões internacionais;
53. supervisionar a implantação de projetos e programas relacionados com a engenharia,
educação, administração, policiamento e fiscalização do trânsito e outros, visando à
uniformidade de procedimento;
54. aplicar a penalidade de suspensão do direito de dirigir, quando prevista de forma específica
para a infração cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao órgão máximo executivo
de trânsito da União.
55. propor acordos de cooperação com organismos internacionais, com vistas ao
aperfeiçoamento das ações inerentes à segurança e educação de trânsito;
56. vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e estabelecer os
requisitos técnicos a serem observados para a circulação desses veículos.
57. articular-se com os demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob
coordenação do respectivo CETRAN.
58. estabelecer seu regimento interno e as diretrizes para o funcionamento dos CETRAN e
CONTRANDIFE;
59. designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese de reavaliação dos exames, junta
especial de saúde para examinar os candidatos à habilitação para conduzir veículos
automotores.
60. apurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé pública, o
patrimônio, ou a administração pública ou privada, referentes à segurança do trânsito;
61. planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e
promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;
62. elaborar e submeter à aprovação do CONTRAN as normas e requisitos de segurança
veicular para fabricação e montagem de veículos, consoante sua destinação;
63. executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, por escrito,
e ainda as multas e medidas administrativas cabíveis, notificando os infratores e arrecadando
as multas que aplicar;
64. credenciar órgãos ou entidades para a execução de atividades previstas na legislação de
trânsito, na forma estabelecida em norma do CONTRAN;
65. julgar os recursos interpostos contra decisões: das JARI
66. articular-se com os demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob
coordenação do respectivo CETRAN;
67. elaborar projetos e programas de formação, treinamento e especialização do pessoal
encarregado da execução das atividades de engenharia, educação, policiamento ostensivo,
fiscalização, operação e administração de trânsito, propondo medidas que estimulem a
pesquisa científica e o ensino técnico-profissional de interesse do trânsito, e promovendo a
sua realização;
68. criar Câmaras Temáticas;
69. organizar e manter o Registro Nacional de Carteiras de Habilitação – RENACH;
70. promover e participar de projetos e programas de educação e segurança, de acordo com as
diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
71. comunicar ao órgão executivo de trânsito da União a suspensão e a cassação do direito de
dirigir e o recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação;
72. planejar e implantar medidas para redução da circulação de veículos e reorientação do
tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global de poluentes;
73. implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas vias;
74. normatizar o processo de formação do candidato à obtenção da Carteira Nacional de
Habilitação, estabelecendo seu conteúdo didático-pedagógico, carga horária, avaliações,
exames, execução e fiscalização
75. organizar, elaborar, complementar e alterar os manuais e normas de projetos de
implementação da sinalização, dos dispositivos e equipamentos de trânsito aprovados pelo
CONTRAN;
76. integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de
arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à
unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e
de prontuários de condutores de uma para outra unidade da Federação;
77. avocar, para análise e soluções, processos sobre conflitos de competência ou circunscrição,
ou, quando necessário, unificar as decisões administrativas; e
78. estabelecer modelo padrão de coleta de informações sobre as ocorrências de acidentes de
trânsito e as estatísticas do trânsito;
79. estabelecer procedimentos para a concessão do código marca-modelo dos veículos para
efeito de registro, emplacamento e licenciamento;
80. arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos;
81. aplicar a penalidade de suspensão do direito de dirigir, quando prevista de forma específica
para a infração cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao órgão máximo executivo
de trânsito da Uniã
82. fornecer, aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários municipais,
os dados cadastrais dos veículos registrados e dos condutores habilitados, para fins de
imposição e notificação de penalidades e de arrecadação de multas nas áreas de suas
competências;
83. arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de
veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
84. estudar os casos omissos na legislação de trânsito e submetê-los, com proposta de solução,
ao Ministério ou órgão coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito;
85. expedir a Permissão para Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação, os Certificados de
Registro e o de Licenciamento Anual mediante delegação aos órgãos executivos dos Estados
e do Distrito Federal;
86. responder a consultas relativas à aplicação da legislação e dos procedimentos normativos de
trânsito;
87. promover a divulgação de trabalhos técnicos sobre o trânsito;
88. coletar dados e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas;
89. credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos
serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de carga indivisível;
90. criar, implantar e manter escolas públicas de trânsito, destinadas à educação de crianças,
adolescentes, jovens e adultos, por meio de aulas teóricas e práticas sobre legislação,
sinalização e comportamento no trânsito.
91. registrar e licenciar, na forma da legislação, veículos de tração e propulsão humana e de
tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalidades e arrecadando multas
decorrentes de infrações; (Redação dada pela Lei nº 13.154, de 2015)
92. estabelecer, em conjunto com os órgãos de policiamento ostensivo de trânsito, as respectivas
diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
93. instruir os recursos interpostos das decisões do CONTRAN, ao ministro ou dirigente
coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito;
94. dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos Municípios; e
95. dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito da União, dos
Estados e do Distrito Federal.
96. julgar os recursos interpostos pelos infratores;
97. elaborar e distribuir conteúdos programáticos para a educação de trânsito;
98. organizar, manter e atualizar o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC).
99. prestar suporte técnico, jurídico, administrativo e financeiro ao CONTRAN.
100. fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos
automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio
às ações específicas dos órgãos ambientais locais, quando solicitado;
101. coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas
causas;
102. elaborar normas no âmbito das respectivas competências;
103. elaborar, juntamente com os demais órgãos e entidades do Sistema Nacional de
Trânsito, e submeter à aprovação do CONTRAN, a complementação ou alteração da
sinalização e dos dispositivos e equipamentos de trânsito;
104. organizar e manter o Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf).
105. fiscalizar, autuar, aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis, relativas
a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e
arrecadar as multas que aplicar;
106. conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração
animal;
107. executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas
cabíveis pelas infrações previstas neste Código, excetuadas aquelas relacionadas nos incisos
VI e VIII do art. 24, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito;
108. executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e
edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e
as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação,
estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de polícia de
trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais
atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso
de vagas reservadas em estacionamentos;
109. implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os
equipamentos de controle viário;
110. aprovar, complementar ou alterar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e
equipamentos de trânsito;
111. julgar os recursos interpostos contra decisões: dos órgãos e entidades executivos
estaduais, nos casos de inaptidão permanente constatados nos exames de aptidão física,
mental ou psicológica;
112. integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de
arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à
unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e
de prontuários de condutores de uma para outra unidade da Federação;
113. fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas
a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e
arrecadar as multas que aplicar;
114. promover e participar de projetos e programas de educação e segurança de trânsito de
acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
115. implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de Trânsito;
1 21 41 61 81 101
2 22 42 62 82 102
3 23 43 63 83 103
4 24 44 64 84 104
5 25 45 65 85 105
6 26 46 66 86 106
7 27 47 67 87 107
8 28 48 68 88 108
9 29 49 69 89 109
10 30 50 70 90 110
11 31 51 71 91 111
12 32 52 72 92 112
13 33 53 73 93 113
14 34 54 74 94 114
15 35 55 75 95 115
16 36 56 76 96 116
17 37 57 77 97 117
18 38 58 78 98 118
19 39 59 79 99 119
20 40 60 80 100 120