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Formação de Acordes e Tríades Musicais

O documento aborda a formação de acordes na harmonia convencional, explicando como os acordes são constituídos por notas superpostas em terças. Ele detalha a formação de acordes maiores e menores, destacando a importância dos intervalos e a disposição das notas. Além disso, menciona as tríades e suas variações, como maior, menor, diminuta e aumentada.

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Formação de Acordes e Tríades Musicais

O documento aborda a formação de acordes na harmonia convencional, explicando como os acordes são constituídos por notas superpostas em terças. Ele detalha a formação de acordes maiores e menores, destacando a importância dos intervalos e a disposição das notas. Além disso, menciona as tríades e suas variações, como maior, menor, diminuta e aumentada.

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FORMAÇÃO DE ACORDES

 INTERVALO BASE
 INTERVALO ÍMPAR
 FORMAÇÃO MAIOR
 FORMAÇÃO MENOR
 TRÍADES

Na harmonia convencional, o acorde é constituído por notas superpostas em terças


(maiores ou menores).

Intervalo base
Gerando um intervalo de base, as notas, quando dispostas dessa maneira são na
verdade a escala natural (maior ou menor) alternada em “nota-sim nota-não”. O
exemplo abaixo da escala maior de Dó mostra este fato de maneira mais clara:
Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
Intervalo ímpar
A partir deste quadro, podemos observar que o acorde é formado pelas notas
ímpares da escala natural. Não importa se essas notas venham sofrer alterações
posteriores. Serão sempre as mesmas notas ímpares, só que modificadas. Ao se
deparar com um acorde com Segunda, Quarta ou Sexta, lembre-se que essas notas
são equivalentes à nona, décima primeira e décima terceira (reveja a escala

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cromática em graus, no capítulo anterior). A conclusão principal retirada desta
observação do quadro acima é que o acorde é formado pelas seguintes notas:

Dó Mi Sol Si Ré Fá Lá
1 3 5 7 9 11 13
(2) (4) (6)

Como podemos reparar, o acorde é formado pelas sete notas da escala, porém
alternadas em terças. É extremamente importante que este conceito fique guardado.
No entanto, há uma distinção entre a formação do acorde maior para a do acorde
menor. Observe a comparação abaixo:

Formação maior
No acorde maior a primeira 3ª deve ser maior, o que gera uma simetria na
disposição das notas de terça maior – terça menor.

T (3M) 3 (3m) 5 (3M) 7 (3m) 9 (3M) 11 (3m) 13

Formação menor
No acorde menor a 3ª devem ser menores, o que gera uma simetria na disposição
das notas de “Terça menor – Terça maior”.

T (3m) b3 (3M) 5 (3m) b7 (3M) 9 (3m) 11 (3M) 13

Tríades
Os acordes e arpejos são formados rigorosamente pelas mesmas notas. O que vem
diferenciá-los é o fato de que o acorde tem suas notas tocadas simultaneamente e a
ordem na disposição das notas não tem muita importância. Já nos arpejos, as notas
são tocadas uma por vez e a ordem da disposição das notas é respeitada, mesmo que
o arpejo não tenha sido começado pela sua tônica.

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Vamos agora ver os estilos de tríades mais utilizados:
Maior: T + 3 + 5
Menor: T + b3 + 5
Diminuta: T + b3 + b5
Aumentada: T + 3 + 5#
Alterada: T + 3 + 5b

Veja alguns exemplos de tríades; compare-os com a tabela acima:


C=C+E+G
Cm = C + Eb + G
Cdim = C + Eb + Gb
C5# = C + E + G#
Calt = C + E + Gb

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