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Conceitos Fundamentais da Administração

O documento aborda a Teoria Geral da Administração (TGA), destacando conceitos fundamentais como administração, habilidades do administrador e eficiência versus eficácia. Apresenta diversas abordagens teóricas, incluindo a Administração Científica, Teoria Clássica, Relações Humanas, Neoclássica, Estruturalista, Comportamental, Desenvolvimento Organizacional, Teoria de Sistemas e Contingência, cada uma com suas características e enfoques. A TGA enfatiza a importância da adaptação e flexibilidade nas práticas administrativas para lidar com um ambiente em constante mudança.

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Conceitos Fundamentais da Administração

O documento aborda a Teoria Geral da Administração (TGA), destacando conceitos fundamentais como administração, habilidades do administrador e eficiência versus eficácia. Apresenta diversas abordagens teóricas, incluindo a Administração Científica, Teoria Clássica, Relações Humanas, Neoclássica, Estruturalista, Comportamental, Desenvolvimento Organizacional, Teoria de Sistemas e Contingência, cada uma com suas características e enfoques. A TGA enfatiza a importância da adaptação e flexibilidade nas práticas administrativas para lidar com um ambiente em constante mudança.

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ADMINISTRAÇÃO GERAL

CONCEITOS
Com base nos materiais fornecidos, apresento os principais conceitos
abordados na Teoria Geral da Administração (TGA), organizados
pelas diferentes abordagens teóricas.

Conceitos Gerais e Fundamentais

• Administração: É a maneira de governar organizações, não sendo


um fim em si mesma, mas um meio de realizar tarefas da melhor
forma, com menor custo, e com maior eficiência e eficácia.

• Habilidades do Administrador: Para um desempenho


administrativo bem-sucedido, são necessárias três tipos de
habilidades:

◦ Habilidades Técnicas: Capacidade de utilizar métodos, técnicas


e equipamentos necessários para a realização de tarefas.

◦ Habilidades Humanas: Capacidade e discernimento para


trabalhar com pessoas, comunicar, compreender atitudes e
motivações, e aplicar liderança eficaz, facilitando o relacionamento
interpessoal e grupal.

◦ Habilidades Conceituais: Envolvem a visão da organização


como um todo, facilidade em trabalhar com ideias, conceitos, teorias
e abstrações, permitindo planejar o futuro, interpretar a missão e
desenvolver a visão.

• Competências Duráveis do Administrador: Em um mundo em


constante mudança, o administrador precisa desenvolver três
competências duráveis:

◦ Conhecimento: Todo o acervo de informações, conceitos, ideias,


experiências e aprendizagens que o administrador possui sobre sua
especialidade, necessitando de atualização contínua.

◦ Perspectiva: Capacidade de colocar o conhecimento em ação,


transformando a teoria em prática, aplicando-o na análise de
situações e solução de problemas.

◦ Atitude: Comportamento pessoal do administrador frente às


situações, essencial para o sucesso nas atividades.

• Eficiência: Significa "fazer bem e corretamente". Preocupa-se com


os meios e métodos para otimizar a utilização dos recursos
disponíveis.
• Eficácia: Significa "atingir objetivos e resultados". Preocupa-se com
os fins e o alcance dos objetivos visados.

• Organização: Uma entidade social composta por pessoas e


recursos, deliberadamente estruturada e orientada para alcançar um
objetivo comum.

Abordagem Clássica (Administração Científica e Teoria Clássica)

Administração Científica (Taylorismo)

• Organização Racional do Trabalho (ORT): Fundamentada na


análise do trabalho, estudo dos tempos e movimentos, divisão do
trabalho, especialização, desenho de cargos e tarefas, incentivos
salariais, conceito de homo economicus, e padronização.

• Estudo dos Tempos e Movimentos: Busca a melhor maneira de


executar uma tarefa e elevar a eficiência do operário, eliminando
movimentos inúteis e padronizando métodos e tempos.

◦ Therblig: Movimentos elementares a que todo trabalho manual


pode ser reduzido, como "pegar" ou "posicionar".

• Divisão do Trabalho e Especialização do Operário: Aumento da


produtividade pela restrição de cada operário à execução contínua e
repetitiva de uma única tarefa.

• Desenho de Cargos e Tarefas: Especifica o conteúdo (tarefas),


métodos de execução e relações com outros cargos, visando a
simplificação e rotinização para maximizar a especialização.

• Conceito de Homo Economicus: Premissa de que o ser humano é


motivado exclusivamente por recompensas salariais e materiais.

• Princípio da Exceção: Decisões frequentes devem ser rotinizadas


e delegadas, reservando problemas mais sérios para os superiores.

• Produção em Massa: Sistema suportado por progressão


planejada, trabalho entregue ao trabalhador e operações analisadas
em elementos constituintes, com princípios de intensificação,
economicidade e produtividade.

• Mecanicismo: Visão da organização como uma máquina, um


arranjo rígido e estático de peças, com pouca atenção ao elemento
humano.

• Visão Microscópica do Homem: Foco no empregado


individualmente, ignorando seu aspecto social.

Teoria Clássica (Fayol)


• Funções Básicas da Empresa: Fayol identificou seis funções:
técnicas, comerciais, financeiras, de segurança, contábeis e
administrativas.

• Processo Administrativo: Definido como prever, organizar,


comandar, coordenar e controlar.

• Princípios Gerais da Administração: Proposições universais e


definitivas para orientar o administrador, como divisão do trabalho,
autoridade e responsabilidade, disciplina, unidade de comando,
unidade de direção, remuneração, centralização, hierarquia, ordem,
equidade, estabilidade do pessoal, iniciativa e espírito de equipe.

• Organização Linear: Tipo de organização com estrutura piramidal


e cadeia escalar de comando.

• Organização Linha-Staff: Combina a estrutura linear (autoridade


de comando) com o staff (autoridade de assessoria e consultoria).

• Comissões: Grupos ou comitês que desempenham funções


administrativas, técnicas ou de estudo para tomar decisões ou fazer
recomendações.

Teoria das Relações Humanas

• Homo Social: O homem é um ser social motivado por necessidades


sociais e busca aprovação social.

• Necessidades Humanas Básicas (Maslow): Hierarquia de cinco


níveis de necessidades que motivam o comportamento humano:
fisiológicas, de segurança, sociais (afeto), de estima (autoapreciação,
reconhecimento) e de autorrealização.

• Ciclo Motivacional: Processo contínuo de satisfação de


necessidades, onde uma necessidade não satisfeita gera tensão e
comportamento em busca de satisfação. A frustração pode levar a
desorganização do comportamento, agressividade, reações
emocionais ou alienação.

• Moral: Conceito intangível relacionado com o estado motivacional


da organização, elevado quando as necessidades das pessoas são
satisfeitas.

• Liderança: Constatação da influência da liderança no


comportamento das pessoas, distinguindo-a da autoridade formal.

• Comunicação: Importância da comunicação no relacionamento


entre as pessoas e na explicação das orientações, promovendo a
compreensão e o comprometimento.
• Organização Informal: Conjunto de interações e relações que se
desenvolvem espontaneamente entre as pessoas, concretizando-se
em usos e costumes, tradições, ideais e normas sociais.

• Valência: Qualidade adquirida por objetos, pessoas ou situações


em um campo dinâmico de forças psicológicas, podendo ser positiva
(atração) ou negativa (repulsa).

Teoria Neoclássica

• Ênfase na Prática e Resultados: Foco nos aspectos práticos da


administração e na busca de resultados concretos, com os objetivos
como meios de avaliar o desempenho.

• Reafirmação dos Postulados Clássicos: Resgate dos princípios


da Teoria Clássica, adaptando-os a uma visão mais ampla.

• Delegação de Autoridade e Responsabilidade: Transferência de


tarefas inteiras para indivíduos, com a responsabilidade e autoridade
necessárias para realizá-las.

• Centralização x Descentralização: Discussão sobre o grau de


concentração do poder de decisão na hierarquia. A descentralização
oferece maior autonomia para tomar decisões.

• Departamentalização: Agrupamento de atividades e recursos em


unidades (departamentos ou divisões) com base em critérios como
funções, produtos/serviços, localização geográfica, clientes, fases do
processo ou projetos.

• Administração por Objetivos (APO): Processo em que os


gerentes e subordinados definem conjuntamente objetivos,
responsabilidades e padrões de desempenho.

Teoria Estruturalista

• Sociedade de Organizações: Visão da sociedade como


interligada por diversas organizações.

• Homo Organizationalis: O indivíduo que participa de múltiplas


organizações, com padrões de comportamento diferentes de acordo
com a organização.

• Tipologias das Organizações: Classificações para facilitar a


análise comparativa.

◦ Tipologia de Etzioni: Baseada nos tipos de controle utilizados


para garantir a obediência: coercitivo (baseado em ameaças físicas),
utilitário (baseado em recompensas materiais) e normativo (baseado
em símbolos puros e valores sociais).
• Burocracia (Max Weber): Forma de organização baseada na
racionalidade e legalidade, com características como divisão do
trabalho, hierarquia de autoridade, regras e regulamentos,
impessoalidade, profissionalização e previsibilidade.

◦ Disfunções da Burocracia: Consequências não previstas da


racionalidade burocrática, como internalização das regras, excesso de
formalismo, resistência à mudança, despersonalização, entre outras.

• Conflito: Reconhecido como um fenômeno inerente à vida


organizacional, podendo ter potencialidades positivas.

Teoria Comportamental

• Motivação Humana: Estudo aprofundado do comportamento


individual das pessoas, com foco nas necessidades e no que as
impulsiona.

◦ Teoria dos Dois Fatores (Herzberg): Distingue fatores


higiênicos (insatisfacientes, relacionados ao contexto do cargo, como
salário, condições de trabalho) e fatores motivacionais (satisfacientes,
relacionados ao conteúdo do cargo, como realização,
reconhecimento).

◦ Enriquecimento do Cargo: Aumento da responsabilidade e


desafio para o indivíduo, adicionando tarefas que aumentam a
complexidade do cargo (vertical) ou adicionando tarefas de mesma
complexidade (horizontal).

• Estilos de Administração (McGregor):

◦ Teoria X: Concepção negativa sobre a natureza humana,


presumindo que as pessoas evitam o trabalho, são ambiciosas e
precisam ser controladas e dirigidas.

◦ Teoria Y: Concepção positiva, presumindo que as pessoas


podem gostar de trabalhar, são criativas, buscam responsabilidade e
podem se autodirigir.

• Sistemas de Administração (Likert): Classificação dos estilos de


administração em quatro sistemas: Autoritário Coercitivo (Sistema 1),
Autoritário Benevolente (Sistema 2), Consultivo (Sistema 3) e
Participativo (Sistema 4).

• Organização como Sistema de Decisões: Abordagem que vê a


organização permeada por decisões tomadas por todas as pessoas
em todos os níveis.
◦ Processo Decisório: Sequência de etapas para analisar e
escolher entre alternativas de cursos de ação (percepção do
problema, análise, definição de objetivos, busca de alternativas,
escolha, avaliação, implementação).

◦ Racionalidade Limitada: A pessoa toma decisões com base em


pressuposições, pois não tem capacidade ilimitada de coletar e
analisar todas as informações.

◦ Homo Administrativo: Indivíduo que se comporta buscando


soluções satisfatórias, não necessariamente ótimas, devido à
racionalidade limitada.

• Teoria da Aceitação da Autoridade (Barnard): A autoridade não


reside no comando em si, mas na aceitação da ordem pelos
subordinados.

• Liderança Transformacional e Transacional: Conceitos de


liderança que se preocupam com a capacidade de o líder inspirar,
gerenciar significado e confiança, e gerenciar a si próprio.

Desenvolvimento Organizacional (DO)

• Organização Orgânica vs. Mecanicista: O DO busca transformar


organizações mecanicistas (rígidas, baseadas em regras) em
organizações orgânicas (adaptáveis, flexíveis, descentralizadas).

• Cultura Organizacional: Conjunto de hábitos, crenças, valores,


tradições e interações que determinam o ambiente da organização.

• Mudança Planejada: Processo intencional de alteração de uma


situação organizacional existente, dividido em descongelamento
(desaprender o antigo), mudança (aprender o novo) e
recongelamento (incorporar o novo padrão).

◦ Teoria do Campo de Forças (Lewin): Conceito que analisa as


forças que impulsionam e as que resistem à mudança.

• Empowerment: Fortalecimento das equipes, dotando-as de


liberdade de atuação, participação nas decisões e autonomia.

• Pesquisa-Ação: Utiliza a pesquisa para diagnóstico e ação da


mudança, envolvendo os participantes no processo.

• Orientação Contingencial: O DO é flexível e pragmático,


adaptando ações às necessidades específicas diagnosticadas, sem
seguir um procedimento rígido e imutável.

• Técnicas de DO: Incluem o Laboratório de Sensitividade


(treinamento de relações interpessoais), Análise Transacional
(autodiagnóstico de relações interpessoais), Consultoria de
Procedimentos (foco nos processos internos de equipes) e Retroação
de Dados (informação de retorno para autocrítica).

• Modelos de DO:

◦ Managerial Grid (Blake e Mouton): Avalia a cultura


organizacional e estilos gerenciais com base na preocupação com
pessoas e produção.

◦ Modelo de Lawrence e Lorsch (Diferenciação e


Integração): Diagnostica e age sobre a diferenciação (divisão em
partes especializadas) e integração (coordenação entre partes)
necessárias para a organização lidar com o ambiente.

◦ Modelo 3-D de Eficácia Gerencial (Reddin): Avalia estilos


gerenciais (orientado para tarefa/relações) e sua eficácia situacional.

Teoria de Sistemas (TGS)

• Teoria Geral dos Sistemas (TGS): Abordagem interdisciplinar que


busca princípios e modelos gerais aplicáveis a todas as ciências,
enfatizando que os sistemas não podem ser compreendidos apenas
pela análise de suas partes isoladas.

• Princípios Tradicionais vs. Sistêmicos:

◦ Reducionismo (tradicional) vs. Expansionismo (sistêmico):


Decomposição em partes fundamentais vs. visão do fenômeno como
parte de um todo maior.

◦ Pensamento Analítico (tradicional) vs. Pensamento Sintético


(sistêmico): Decompor o todo em partes para explicar vs. explicar o
fenômeno pelo papel que desempenha no sistema maior.

◦ Mecanicismo (tradicional) vs. Teleologia (sistêmico): Relação


simples de causa-e-efeito vs. explicação do comportamento do
sistema em termos de seu propósito e objetivo.

• Sistema: Conjunto de elementos interdependentes e interagentes


que formam um todo organizado para alcançar um objetivo.

◦ Globalismo ou Totalidade: Uma ação em uma parte do sistema


afeta todas as outras partes.

◦ Emergente Sistêmico: Propriedade ou característica que existe


no sistema como um todo e não em seus elementos isolados.

• Componentes do Sistema:
◦ Entrada (Input): Tudo o que o sistema importa ou recebe do
ambiente (informação, energia, materiais).

◦ Saída (Output): Resultados do processamento das entradas.

◦ Caixa Negra (Black Box): Interior desconhecido de um sistema


onde as perturbações de entrada se articulam com as de saída.

◦ Retroação (Feedback): Informação de retorno sobre o


desempenho do sistema, que realimenta o sistema para correção.

◦ Homeostasia: Tendência dos sistemas em manter o equilíbrio ou


estado de constância através de suas interações internas.

◦ Informação: Conhecimento disponível para uso imediato que


reduz a incerteza e orienta a ação.

• Entropia e Negentropia: Entropia é a tendência de perda de


energia e desvanecimento do sistema. Negentropia (ou entropia
negativa) é o processo de obtenção de reservas de energia e
informação para manter a estrutura do sistema.

• Sinergia: Ocorre quando duas ou mais causas produzem um efeito


maior do que a soma de seus efeitos isolados ("o todo é maior do que
a soma das partes").

• Sistema Aberto vs. Sistema Fechado:

◦ Sistema Fechado: Não interage com o ambiente, não recebe ou


influencia o exterior.

◦ Sistema Aberto: Interage dinamicamente com o ambiente,


trocando energia e informação.

• Homo Funcional: O homem é um ser que desempenha papéis


dentro da organização, interagindo de forma interdependente com o
sistema.

• Cibernética: Ciência dos sistemas de controle e comunicação em


organismos vivos e máquinas, que contribuiu com o conceito de
sistema e retroação para a Administração.

• Tecnologia da Informação (TI): Combinação de computador,


televisão e telecomunicações que invade as organizações, permitindo
compressão do espaço (escritório virtual), virtualização,
molecularização, imediatismo e integração do negócio.

Teoria da Contingência

• Contingência: Idade de que não há nada de absoluto em


administração, e tudo depende das circunstâncias.
• Sistemas Mecânicos e Orgânicos: Organizações mecânicas são
rígidas e adequadas a ambientes estáveis; organizações orgânicas
são flexíveis e adaptáveis a ambientes instáveis.

• Diferenciação e Integração (Lawrence e Lorsch): Empresas


precisam diferenciar seus departamentos para lidar com diferentes
ambientes e, ao mesmo tempo, integrar esses departamentos para
coordenar esforços.

• Tecnologia: Variável independente que influencia o desenho


organizacional. Classificações como a de Woodward (produção
unitária, mecanizada, automatizada) e Thompson (tecnologia
mediadora, de elos longos, intensiva) mostram essa influência.

• Níveis da Organização:

◦ Nível Institucional (Estratégico): Lida com o ambiente


externo e define objetivos de longo prazo.

◦ Nível Intermediário (Gerencial): Faz a mediação entre o nível


institucional e operacional.

◦ Nível Operacional (Técnico): Executa as tarefas e operações.

• Homem Complexo: Conceito de que o homem é um sistema


complexo de valores, percepções, características pessoais e
necessidades, sendo capaz de aprender e atuar proativamente no
ambiente.

• Modelo Contingencial de Motivação (Vroom): O nível de


produtividade individual depende de expectativas (objetivos
pessoais), instrumentalidade (desempenho leva a resultados
intermediários) e valência (valor atribuído aos resultados).

• Clima Organizacional: Ambiente psicológico e motivacional da


organização, influenciado pela liderança, comunicação, estrutura, e
recompensas.

• Estratégia Organizacional: Não é um processo rígido, mas uma


maneira de lidar com o ambiente dinâmico.

◦ Análise SWOT: Ferramenta para identificar Forças, Fraquezas


(internas), Oportunidades e Ameaças (externas).

◦ Matriz BCG: Classifica produtos ou unidades de negócio em


Vacas Leiteiras, Vira-latas, Estrelas e Abacaxis com base em
participação de mercado e crescimento.

◦ Modelo de Porter (5 Forças Competitivas): Analisa a


concorrência no setor através de novos entrantes, substitutos, poder
de barganha de compradores e fornecedores, e rivalidade entre
concorrentes.

• Adhocracia: Estrutura organizacional flexível e adaptável, baseada


em equipes temporárias, adequada para ambientes mutáveis.

• Estrutura Matricial: Combina departamentalização funcional e por


produto/projeto, criando dupla subordinação para lidar com
complexidade e mudança.

• Organização em Redes: Estrutura flexível baseada em parcerias e


conexões externas, onde diferentes entidades colaboram para um fim
comum.

• Sistema Celular: Agrupamento de pessoas e máquinas em células


autônomas e autossuficientes para produzir um produto específico.

Novas Abordagens da Administração (Era da Informação)

• Era da Informação: Período atual caracterizado por mudanças


rápidas, incerteza, globalização, e a invasão da Tecnologia da
Informação.

◦ Infoestrutura: Substituição da estrutura tradicional pela


capacidade de trabalhar com um volume incrível de informações
transmitidas rapidamente.

◦ Virtualização: Transformação de aspectos físicos em virtuais


(ex: empresa virtual, escritório virtual).

◦ Molecularização: Desagregação de grandes corporações em


unidades menores e dinâmicas.

◦ Imediatismo: Elemento propulsor da atividade econômica, onde


tudo acontece rapidamente.

• Melhoria Contínua (Kaizen): Filosofia de aprimoramento contínuo


e gradual, implementada pelo envolvimento ativo de todos na
organização.

◦ Círculos de Qualidade (CCQ): Grupos de empregados


voluntários que se reúnem para resolver problemas comuns de
trabalho.

• Qualidade Total (TQM): Extensão do conceito de qualidade a toda


a organização, desde o nível operacional ao institucional, envolvendo
funcionários, fornecedores e clientes, buscando a conformidade com
as exigências do cliente.
◦ 6-Sigma: Metodologia que busca reduzir a zero defeitos,
registrando apenas 3,4 defeitos por milhão de produtos/operações.

◦ Balanced Scorecard (BSC): Ferramenta de gestão estratégica


que quantifica objetivos financeiros, clientes, processos internos e
aprendizado/crescimento.

• Reengenharia: Redesenho radical dos processos de negócio para


obter melhorias drásticas em custo, qualidade, serviço e rapidez.

• Benchmarking: Processo de identificar, conhecer, copiar e superar


padrões de excelência de outras organizações para melhorar o
próprio desempenho.

• Trabalho em Equipes: Tendência forte para a organização do


trabalho, buscando participação, clareza de propósito, interação,
flexibilidade, foco, criatividade e velocidade.

• Economia do Conhecimento: O conhecimento se torna o recurso


mais importante, superando o capital financeiro, e reside na cabeça
das pessoas.

• Gestão do Conhecimento e Capital Intelectual: Processo de


adquirir, organizar, disseminar e aplicar o conhecimento para criar
valor.

◦ Ativos Intangíveis: Valor da organização não mensurável pelos


métodos contábeis tradicionais, incluindo pessoas, clientes e
organização.

• Organização de Aprendizagem: Organização que continuamente


expande sua capacidade de criar seu futuro, com base em cinco
disciplinas: domínio pessoal, modelos mentais, visão compartilhada,
aprendizagem em equipe e pensamento sistêmico.

• Ética e Responsabilidade Social: Conjunto de valores e


princípios morais que guiam o comportamento organizacional, com
diferentes graus de envolvimento (obrigação social, responsabilidade
social, sensibilidade social).

• Empregabilidade ou Ocupabilidade: Substituição do conceito de


emprego para a vida toda pela capacidade de manter um portfólio
diversificado de qualificações profissionais, tornando as pessoas
fornecedoras de conhecimento.

• Auto-organização: Forma espontânea de organização que permite


à empresa lidar com a incerteza e redefinir sua estrutura interna.
• Teoria do Caos: Salienta que a natureza muda e evolui
continuamente; a desordem e a incerteza são a norma, e pequenas
perturbações podem ter grandes efeitos.

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