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Manual de Instalação de Vsat e Comunicações

O documento é um manual teórico sobre comunicação via satélite, focando na instalação e manutenção de VSAT. Ele aborda princípios fundamentais, tipos de órbitas, interferências de rádio e componentes da comunicação satelital. O objetivo é capacitar os leitores com conhecimentos técnicos essenciais para operar sistemas de comunicação via satélite.

Enviado por

leonelkevin020
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Manual de Instalação de Vsat e Comunicações

O documento é um manual teórico sobre comunicação via satélite, focando na instalação e manutenção de VSAT. Ele aborda princípios fundamentais, tipos de órbitas, interferências de rádio e componentes da comunicação satelital. O objetivo é capacitar os leitores com conhecimentos técnicos essenciais para operar sistemas de comunicação via satélite.

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REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES , TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO


E COMUNICAÇÃO SOCIAL
GABINETE DE GESTÃO DO PROGRAMA ESPACIAL NACIONAL

Comunicação via Satélite


Manual Teórico do
Curso Técnico de Instalação e manutenção de Vsat
Julho 2022
Por: MSc. Diazola Lunda

1
Tópicos

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DAS COMUNICAÇÕES VIA SATÉLITE


2. TOPOLOGIAS DE REDE VSAT
3. TIPOS DE ACESSO E BANDAS DE FREQUÊNCIAS

2
Instalação e manutenção de Vsat Ministério das Telecomunicações,
Tecnologias de Informação e
Comunicação Social

Princípios fundamentais das comunicações via


satélite

3
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

[Link]ções orbitais e interferências rádio


[Link] de antenas e medidas de desempenho
[Link] de RF

4
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

COMMUNICAÇÕES VIA SATELITE, ou apenas COMSAT:

São definidas como processo de comunicação com recurso a


satélites artificiais usando ondas de rádio à frequência
designada por micro-ondas.

A maior parte das comunicações satélite usam órbitas


geoestacionárias ou quase estacionárias apesar de haver
outras comunicações que utilizem baixas órbitas.

Trata-se no fundo de tecnologia complementar à dos cabos,


genericamente falando, cabos de fibra óptica, tecnologia
mais implementada. O conceito foi proposto pelo Arthur C.
Clarke baseado em trabalhos de Herman Potočnik's de
1929.

Os satélites orbitando no Cinturão Clarke estão separados


apenas de 2 graus um do outro, tornando-o um ajuste muito
adequado quando se trata de órbitas de satélite.

…/…
5
Princípios fundamentais das comunicações via satélite
Órbita Terrestre

Órbita é o movimento que um corpo celeste realiza ao


redor de outro corpo celeste pela influência de sua
gravidade. Logo, a órbita terrestre é o movimento que os
satélites, sejam eles naturais – como a lua, ou artificiais,
realizam em volta do Planeta Terra.

Existem diferentes tipos de órbitas terrestres. Cada uma


delas é utilizada por diferentes propósitos dependendo da
distância que se encontram da superfície, da área coberta
e do tempo necessário para completar a trajectória orbital
(Período de revolução).

6
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Classificação de órbitas de satélite

Planos orbitais
Altitude orbital
Tipos de órbitas ➢ Órbita equatorial
acima do equador da
Terra. Inclinação de 0º. ➢GEO: Órbita Terrestre
Órbita Circular: Geossíncrona.
➢ A órbita polar tem
➢Circular em torno do inclinação de 90º do ➢MEO: Órbita Terrestre
equador da Terra. equador da Terra e o Média.
Órbita Elíptica: satélite passa sobre os ➢LEO: Órbita Terrestre
dois pólos. Baixa.
➢Elíptico com focos no
centro da Terra ➢ A órbita inclinada é ➢HEO: Órbita altamente
inclinada acima do
elíptica.
equador da Terra

7
Princípios fundamentais das comunicações via satélite
Órbita Terrestre
Os satélites podem ser classificados de acordo com o tipo
de órbita. Desta forma, podemos ter:
LEO (Low Earth Orbit): Órbita baixa, geralmente localizados
a uma distância da Terra entre 160 e 2000 km,

MEO (Medium Earth Orbit): Órbita intermediária, com uma


distância da superfície terrestre entre 10.000 e 24.000km,

HEO (Highly Eliptical Orbit): Órbita muito elíptica, com um


perigeu próximo da Terra à 1000 Km e um apogeu bem
distante dela à 39000 Km,

GEO (synchronous Earth Orbit): Órbita cujo período é igual


ao período de rotação da Terra, e que estão sempre
localizados na mesma posição na superfície terrestre em uma
distância de 35786 Km.
8
Princípios fundamentais das comunicações via satélite
Órbita Terrestre: Segmento Espacial : Localizações orbitais de satélite
Órbitas de satélite LEO, MEO e GEO

9
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Órbita Terrestre: As correias de radiação Van Allen

Os cinturões de radiação de Van Allen são duas regiões em forma de toro de íons energéticos,
prótons e elétrons presos no campo magnético da Terra, que podem danificar os circuitos
eletrônicos a bordo de um satélite.
O cinturão de radiação Allen foi descoberto por James Van Allen em 1958
10
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Órbita Terrestre: Satélite de Comunicação Comercial


em torno da órbita Terrestre Geossíncrona

11
Princípios fundamentais das comunicações via satélite
Órbita Terrestre

12
Princípios fundamentais das comunicações via satélite
Órbita Terrestre
Orbitas Satélite Altitude (Km) Período de revolução Aplicação
GEO Intelsat 35.786 23h56m4S É usado por satélites que precisam
Eutelsat 35.786 ficar constantemente acima de um
Thuraya 35.786 determinado lugar na Terra, como
satélites de telecomunicações
MEO GPS 20.200
Cerca de 6 horas • Para navegação
Glonass 19.132 • Para os satélites de
comunicações que cobrem o
Galileo 23.222 Pólo Norte e Sul

LEO ISS 360 - 400 Dedicado para as pesquisas


Orbcomm 785 1h30m – 2h espaciais. (Laboratório espacial)
GlobalStar 1.414
Iridium 765
HEO Molniya Perigeu: 1.000 12 Horas Telecomunicações nas regiões não
Apogeu: 39.000 cobertas por GEO (Árctico e
Antárctico)

13
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

É interessante notar que a distância entre os satélites


costumava ser de quatro graus, mas isso foi reduzido ao
longo do tempo devido em parte ao número de satélites
que agora ocupam o espaço sobre o equador

O que isso significa para o instalador é muito simples: é


mais importante do que nunca hoje ser preciso ao
apontar a antena de um cliente. Você acha que eles
reduzirão a distância em um grau? Quais você acha que
seriam os problemas resultantes enfrentados? As
órbitas geossíncronas podem ser alcançadas apenas
muito perto do anel a 35.786 km directamente acima do
equador. A Órbita Clarke tem cerca de 265.000 km

Isso equivale a uma velocidade orbital de 3,07 km / s ou


1,91 mi / s ou a período de 1436 minutos que é quase
exactamente um dia sideral ou 23,934461223 horas.
Isso faz sentido, considerando que o satélite deve ser
travado no período de rotação da Terra para ter uma
pegada estacionária no solo.

14
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

15
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Bandas de frequências

16
Bandas de frequências

17
Bandas de frequências

Faixa de frequência da banda C - espectro de radiofrequência (RF)


• Frequência Uplink Típica de 5925 MHz a 6425 MHz
• Faixas de frequência de uplink estendidas - 5850 MHz a 6425 MHz
• Frequência de downlink típica 3700 MHz a 4200 MHz
• Frequência de downlink estendidas 3600 MHz a 4200 MHz

Faixa de frequência da banda Ku - espectro de radiofrequência (RF)


• Frequência Uplink Típica 14000 MHz a 14500 MHz
• Faixas de frequência de uplink estendidas - 13.750 MHz a 14.750 MHz
• Frequência de downlink típica 11.700 MHz a 12.200 MHz
• Faixas de frequência de downlink estendidas - 10950 MHz a 12.750 MHz

Faixa de frequência da banda L


• Frequências intermediárias (IF) usadas para receber e transmitir
• Faixa entre 950 MHz e 2150 MHz (normalmente 950 - 1700 MHz)
18
Princípios fundamentais das comunicações via satélites

Posições orbitais e interferências rádio


Interferência:
Na maioria dos casos, a interferência é
considerada como ruído gaussiano branco
(mesmo comportamento do ruído térmico)

Fonte de interferência:
Existem muitas fontes que geram
interferência no sinal

Ø Satélite Adjacente
Ø Interferência cross-pol
Ø Interferência de Canal Adjacente
(intermodulação )
Ø Interferência terrestre

19
Princípios fundamentais das comunicações via satélites

Interferências rádio: (interferência cross-pol)


Como é que a interferência
cruzada afecta outros
usuários.

Vamos girar o feed para a


esquerda e para a direita, e
observar como a
interferência do cross-pol
fica mais forte e mais fraca

Objectivo do treinamento, é de adquirir habilidades no teste de alinhamento do Feed e de cross-pol

20
Princípios fundamentais das comunicações via satélites

Interferências rádio: (Satélite Adjacente/ASI)

(ASI): Adjacent Satellite Interference

A interferência afecta todos os usuários de satcom


Objectivo: Técnica de apontamento de antena para o equilíbrio de feixe
21
Princípios fundamentais das comunicações via satélites

Interferências rádio: (Intermodulação)

Fonte de interferência: Excesso de intermodulação de potência da portadora


Objectivo: Adquirir habilidade no uso da potencia nas portadoras

22
Princípios fundamentais das comunicações via satélites

Ênfase na prevenção de interferências:


Ø Ponto de equilíbrio do feixe (evitar ASI)
Ø Alinhamento cross-pol
Ø Fixação do conector (evitar a re-radiação)
Exemplo : Ajuste cross-pol com o operador de satélite

23
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite

• Up Link e Down link


• Segmento Espacial
• Estações Terrenas

24
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
Objectivos
• Transportar a informação (acima do ruído, separando sinais
espúrios & sem distorção)
• Obrigações à comunidade (não interferência)
• Economicidade
Desenho
• Distância entre utilizadores (2 x 36000 Km)
• Efeitos meteorológicos (compensar efeitos adversos)
• Disponibilidade do link (Internet, voz, televisão, dados)
• Manter a qualidade do sinal
• Economia de largura de banda

25
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho

link - objectivos 1
Devido à distância envolvida, no sentido ascendente a informação ao
chegar ao "repetidor", deve ser recuperada e regenerada , não obstante
o nível de ruído que a acompanha. O mesmo será feito no sentido
descendente sendo obrigatório o equilíbrio entre o sinal real e sinais
espúrios não devendo haver qualquer distorção.

Para cumprir os objectivos referidos, haverá decisões a tomar a


respeito do débito de transmissão, do tipo de codificação, da potência a
entregar ao repetidor, da largura de banda a utilizar etc ... Como?
Quando referirmos o link budget, responderemos

26
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
link - objectivos 2
Os geradores da informação - as pessoas - vivem em comunidade que os sinais
de satélite cobrem em vastas áreas, por isso e de modo a combinar múltiplos
sinais, devem ser adoptadas restrições técnicas para não haja interferência
em terceiros ou de terceiros, ou de utilizador para utilizador.

Por outro lado podem ser utilizados processos de "transmissão multiplexada",


onde a cada portadora corresponda uma frequência (caso transmissão FDM),
ou corresponda uma janela temporal própria (caso transmissão TDM) ou ainda
onde a cada portadora corresponda um código (caso de transmissão CDM)
Como ?

Quando referirmos os tipos de acesso, se verá

27
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho

link - objectivos 3
As comunicações por satélite para concorrer contra as comunicações
terrestres ou submarinas devem ser posicionadas ocasionalmente como
solução alternativa e às vezes como complementar, mas sempre com
custo eficaz ou seja compensador sob o ponto de vista de quem as usará
... Como?

A frequência a utilizar, a técnica de transmissão e modulação a


utilizar, responderão

28
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
link – Desenho 1
Devido à distância dos terminais para satélite

s
0m

120
12
geoestacionários - 36000 km - e considerando a velocidade

ms
da luz 3 x 108 m/s, a transmissão num trajecto em espaço
livre completo terá um atraso global de 240 milissegundos.

A este atraso deve acrescentar-se o do processamento (por


exemplo nos modem, switching etc), o que no total significa
cerca de 400 - 500 ms, ou seja para a voz, eco distinguível,
ou por outras palavras, necessidade de introdução de
equipamentos de cancelamento de eco.

29
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
link – Desenho 2

Os Operadores de satélites impõem que o sinal de entrada do satélite


tenha uma densidade de potência espectral fixa - máxima - para evitar
que os sinais interfiram uns com os outros.

Os utilizadores de satélite têm expectativas diferentes, por exemplo em


Internet esperar pelo download de páginas é comum, mas para voz e TV
não só não faz sentido, como é pernicioso.

30
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
link – Desenho 3
•A chuva é o efeito meteorológico mais adverso em transmissões via satélite.
Mas felizmente as condições meteorológicas adversas, são geralmente localizadas, por
isso, deverá ser considerada potência adicional, para compensar tais adversidades.
• A margem de atenuação por chuva depende da localização da E / T, devendo ser
considerado o modelo de precipitação na região em que se insere.
• O efeito meteorológico do clima afecta os 10 Km iniciais.
• A margem de chuva na banda C é de 2 - 3 dB
• A margem de chuva na banda Ku é de 5 -15 dB
• A margem de chuva na banda Ka é de 20 - 50 dB

31
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
link – Desenho 4

• Disponibilidade do link define-se como a % de


tempo, que um link está operacional, ao longo do
ano, devendo o gestor / cliente, anotar a
correspondente inoperacionalidade, por exemplo:

• 99,999 % = inop. 5 minutos / ano


• 99,99 % = inop. 53 minuto / ano
• 99,9 % = inop. 8,75 horas / ano
• 99,8 % = inop. 17,5 horas / ano

32
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Componentes da Comunicação Satélite


link - objectivos & desenho
• EIRP link – Desenho 4 • Perdas espaço livre
• Vantagem diagrama U / L • Perdas guias onda
• Ganho transponder • Perdas atmosféricas
• Vantagem diagrama D / L • Atenuação da chuva
• Ganho antenna Rx • Erros desapontamento
+ -

• Intermodulação E/T
BER
• Ruido térmico U / L
• Ruido térmico D / L
Qualidade sinal • Intermodulação Xp
• Interferência [Link]

33
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

[Link]ções orbitais e interferências rádio


[Link] de antenas e medidas de desempenho
[Link] de RF

34
Tipo de antenas e medidas de desempenho

O que é uma antena


Uma antena é uma estrutura metálica que captura e / ou transmite ondas
electromagnéticas de rádio.
As antenas vêm em todas as formas e tamanhos, desde pequenas que podem ser
encontradas em seu telhado para assistir TV até as realmente grandes que
capturam sinais de satélites a milhões de quilómetros de distância.
As antenas que as comunicações por satélite usam são em forma de tigela
especial que focaliza os sinais em um único ponto denominado antena parabólica.
O formato de tigela é o que permite que as antenas capturem e transmitam
ondas electromagnéticas.
Essas antenas se movem horizontalmente (medido em azimute ) e verticalmente
(medido em elevação) para capturar e transmitir o sinal.

35
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Parâmetros da Antena
• Gain
• G(dBi) = 20.4 + 20 Log f + 20 Log D + 10 Log h
•f = frequency in GHz,
•D = Diameter in meters,
•h = Antenna Efficiency in Decimal format
• Qual deve ser o ganho de uma antena de banda C de 9,3 m a 6,4 GHz com 62% de
eficiência?
• G = 20.4 + 20 Log 6.4 + 20 Log 9.3 + 10 Log 0.62
• G = 20.4 + 20 (0.806179) + 20 (0.968482) + 10 (-0.2076)
• G = 20.4 + 16.12 + 19.37 + -2.08
• G = 53.81 dBi
36
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Tipos de Antena
• Refletor parabólico foco principal
• Center Feed/Centro de alimentação
• Feed e o suporte pode ser grande
• Alta perda de linha de alimentação
• No Tx e Rx

• Baixo desempenho de G / T

37
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Tipos de Antena
• Refletor parabólico cassegrain
• Normalmente use 5 m ou mais
• Refletor principal parabólico
• Subrefletor hiperbolóide
• Subrefletor e bloqueio de suporte pequeno
• Pequena perda na linha de alimentação
• Bom G / T

• Cassegrain
• O subrefletor é convexo com uma superfície hiperbolóide
• Hiperbolóide? Uma superfície matemática cujas seções
paralelas a um plano de coordenadas formam elipses e
aquelas paralelas aos outros dois planos de coordenadas
formam hipérboles

38
Tipo de antenas e medidas de desempenho

39
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Tipos de Antena
• Parabolic reflector Gregorian
• Normalmente use 5 m ou mais
• Refletor principal parabólico
• Subrefletor de elipse
• Subrefletor e bloqueio de suporte pequeno
• Pequena perda de linha de alimentação
• Bom G / T

• Gregorian
• O subrefletor é côncavo com uma superfície elipsoidal
• Elipsoidal? Uma superfície geométrica ou uma figura
sólida em forma de oval. Qualquer seção através de um
elipsóide é uma elipse ou um círculo

40
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Tipos de Antena
• Parabolic reflector offset feed
• Normalmente 3,7 m ou menos
• Refletor principal parabólico
• Subrefletor de elipse
• Subrefletor e bloqueio de suporte pequeno
• Perda de linha de alimentação pequena
• Bom G / T

41
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Tipos de Antena
• Parabolic offset dual reflector
gregorian
• Offset dual reflector system
• Refletor parabólico principal
• Sub-refletor elíptico
• Deslocamento do sistema refletor
duplo
• Sem feed / Bloqueio de refletor
• Pequenas perdas na linha de
alimentação
• Excelente C / I e pureza cross pol
• Usado em satélites

42
Tipo de antenas e medidas de desempenho

43
Tipo de antenas e medidas de desempenho

• Antenna Feed System


• 1 Port
• Só recebe
• 2 Port
• Pode receber dois sinais ou
• Transmitir numa e receber na outra
• 3 Port
Antena 4 Portas
• Um Transmite e Dois Recebe
• 4 Port
• Dois Transmite e dois recebe
• Ajuste de polarização
• Plano único: transmitir e receber são fixos e ambos giram
• Plano duplo: transmitir e receber girar separadamente
Antena 2 Portas

44
Tipo de antenas e medidas de desempenho

Composição de um feed

OMT
• Feed horn
• OMT
• TRF

TRF

Feed de 2 portas

• A alimentação (Feed) de 4 portas terá um OMT e TRF para cada polaridade

45
Tipo de antenas e medidas de desempenho

Constituição do Sistema de feed


• Orthogonal Mode Transducer (OMT)/ Transdutor de Modo
Ortho
• Mudanças de feed de guia de onda circular para duas guias
de onda rectangulares
• Separa e direcciona sinais de duas polaridades diferentes
• Determina o isolamento para polarização circular
• Permite os sinais de TX / RX de polarização oposta usar o
mesmo conjunto de alimentação de antena em simultâneos

• Transmit Reject Filter (TRF)/Filtro de rejeição de transmissão


• Bloqueia da potência de transmissão de um amplificador de
baixo ruído

Exemplo - Banda-Ku, Cross-Polarization Linear Feed Assembly

46
Tipo de antenas e medidas de desempenho

Polarização
A polarização refere-se à orientação do campo electromagnético como função do
tempo.
• Oferece maior capacidade em largura de banda ao satélite (permite a
reutilização de frequência)
Linear (90º Out of Phase/fora de fase)
• Horizontal (H)
• Vertical (V)
Todos os satélites na Band-Ku, são lineares

Circular (180º Out of Phase)

• Right Hand Circular (RHCP)


• Left Hand Circular (LHCP)

47
Tipo de antenas e medidas de desempenho

Polarização
Linear (90o Out of Phase/fora de fase)
• Horizontal (H)
• Vertical (V)

• Cross-Pol - Cross-Polarization, o que significa que a polarização linear oposta é usada para TX e RX

• Co-Pol - (não mostrado) Polarização Coincidente, usando a mesma polarização linear para TX e RX

48
Tipo de antenas e medidas de desempenho

Polarização
A figura, apresenta a configuração de fábrica para polarização circular mão esquerda
(LHCP).
Nota: A polarização indicada é a
polarização do sistema de antena
na transmissão. A polarização de
recepção é oposta.
Observação: Se desejar a
polarização circular à direita:
Retira as porcas sextavadas e
gire o OMT a 90º. (As marcas de
alinhamento estarão, então,
afastadas 90º). Repor as porcas
Exemplo - Conjunto de alimentação circular de Banda-C
sextavadas e aperte.
49
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

[Link]ções orbitais e interferências rádio


[Link] de antenas e medidas de desempenho
[Link] de RF

50
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

51
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

Equipamentos
IDU

Sistema de LNA (ODU)

52
Componentes de RF
Uplink Block Diagram
UPLINK • Modulator / Modem
1. Modulation • Up-Converter
2. Up-converters • Power Amplifier
3. Transmitters
• Antenna
4. Inter Facilities Link
• Inter Facility Link (IFL)
• Fiber Optics
• Co-axial cableCombiners / Splitters
• Waveguide
Antenna

Modem IFL Up-Converter IFL Transmitter IFL Feed

Simplified Uplink Block Diagram

53
Componentes de RF

• Modulator / Modem
UPLINK
1. Modulation O nome “modem” é uma abreviatura para
2. Up-converters Modulador-Demodulador, o dispositivo que
3. Transmitters realiza processos de modulação e demodulação
4. Inter Facilities Link (que é um processo que reverte o processo de
modulação) dos sinais analógicos para sinais
digitais e vice-versa, com o objetivo de tornar
fácil a transmissão de dados

54
Componentes de RF

• Up-Converter (U/C)
UPLINK
1. Modulation • Um dispositivo que converte um sinal de entrada
2. Up-converters conhecido como frequência intermediária (IF)
3. Transmitters em uma frequência mais alta desejada sem
4. Inter Facilities Link perturbar a inteligência (modulação) do sinal de
entrada

55
Princípios fundamentais das comunicações via satélite

UPLINK
Conversão de frequência
O que faz um conversor ascendente
de 70 MHz ? Em um sistema de uplink
de 70 MHz, o modulador emite um
sinal próximo a 70 MHz.
Normalmente, o modulador tem um
alcance de apenas cerca de +/- 18
MHz.
Portanto, o conversor ascendente
também deve ter um ajuste de
frequência, para que se possa
escolher onde na banda RF desejamos
que o sinal seja colocado.

56
Componentes de RF

UPLINK
Up-Converter (U/C)
• 70 MHz to C-Band • 70 MHz to Ku-Band
• 70 ±18 MHz input • 70 ±18 MHz input
• 5.850 – 6.425 GHz output • 14.00 – 14.50 GHz output
• Non-inverting • Non-inverting
• 36 MHz bandwidth • 36 MHz bandwidth

• 140 MHz to C-Band • 140 MHz to Ku-Band


• 140 ± 36 MHz input • 140 ± 36 MHz input
• 5.850 – 6.425 GHz output • 14.00 – 14.50 GHz output
• Non-inverting • Non-inverting
• 72 MHz bandwidth • 72 MHz bandwidth

57
Componentes de RF

UPLINK
Up-Converter (U/C)
70 / 140 MHz IF to L-Band L-Band to C-Band
70 MHz to L-Band • 950 - 1450 MHz input
• 70 ±18 MHz input • 5.925 – 6.425 GHz output
• Non-inverting (4.900 GHz LO)
• 950 – 1450 MHz output
• Inverting (7.375 GHz LO)
• Non-inverting
• 500 MHz bandwidth
• 36 MHz bandwidth
L-Band to Ku-Band
140 MHz to L-Band
• 950 - 1450 MHz input
• 140 ±72 MHz input
• 14.00 – 14.50 G`Hz output
• 950 – 1450 MHz output • Non-inverting (LO = 13.050 GHz)
• Non-inverting • Inverting (LO = 15.450 GHz)
• 72 MHz bandwidth • 500 MHz bandwidth

58
Componentes de RF

UPLINK
Up-Converter (U/C)

Cálculos de frequência de Transmissão em IF e RF

Somos solicitados a transmitir em 14.215,570 O LO do BUC é 13.050 MHz. Como devemos definir a frequência
de transmissão IF do modem ? (MHz)

A saída do modem IF está definida à 1.237,347 MHz. O LO do BUC LO é 12.800 MHz. Qual é a sua frequência
de transmissão em RF ? (GHz)

Somos solicitados a transmitir em 6.344,153 MHz. O LO do BUC é 4.900 MHz. Como devemos definir a
frequência de transmissão IF do modem ? (GHz)

A saída do modem IF está definida à 1.138,270 MHz. O LO do BUC é 13.050 MHz. Qual é a sua frequência de
transmissão? (MHz)

59
Componentes de RF

UPLINK • Transmitter
1. Modulation
2. Up-converters É um amplificador de potência capaz de
3. Transmitters
amplificar o sinal a um nível suficiente para
4. Inter Facilities Link
superar as perdas no espaço livre.

60
Componentes de RF

UPLINK
Power Amplifiers( amplificadores de potência)

• High Power Amplifiers – HPA


− Solid State Power Amplifiers - SSPA
− Travelling Wave Tube – TWT
− Klystron Power Amplifier KPA
• Including Up-conversion
− Ex. BUC (Block Up-Converter)
− Transceivers

61
Componentes de RF

UPLINK
Power Amplifiers
− Combination Power Supply, Up / down converter, HPA and LNA - PSU
− Mounted on / at the antenna
Transceiver Block Diagram
− 70 or 140 MHz or L-Band input
− RF Output C/Ku/Ka-Band output Power
Supply
− Single or dual synthesized converters
• Uplink SSPA

• Downlink TXIF Up-Converter

RXIF Down-Converter LNA

62
Componentes de RF

UPLINK
Power Amplifiers

Solid State Power Amplifiers (SSPA)


− Typical output power 5 to 200 Watts
− 500 MHz bandwidth

High Power Amplifier/Travelling Wave Tube Amplifier (HPA/TWTA)


− Typical output power 100 – 750 Watts
− 500MHz - 750 MHz bandwidth

Klystron Power Amplifier


− Typical output power 1000 to 3000 Watts
− 40 or 80 MHz bandwidth

63
Componentes de RF

UPLINK • Inter Facilities Link


1. Modulation
• Fiber Optics
2. Up-converters
3. Transmitters
• Co-axial cableCombiners / Splitters
4. Inter Facilities Link • Waveguide

64
Componentes de RF

UPLINK
Factores importantes
Cabeamento coaxial RF

− Frequência mais alta, perdas maiores


− Perdas indirectamente proporcionais ao diâmetro
do cabo
• Skin effect
• To a point/Até certo ponto
− Perdas directamente proporcionais à frequência
− Reflexões - incompatibilidade de impedância
• Cabo danificado
• Água
• Impedância do sistema
• Conector

65
Componentes de RF

UPLINK
Guia de ondas

• Usado na banda C e frequências mais altas


• Perda menor do que o cabo coaxial
• Tipos :
• Rígido
• Flexível, Flexível e Torcível
• Elíptico

66
Componentes de RF

UPLINK
Ligação entre instalações
Combinadores de sinal

• Types
− IF
− L-band
− C-Band/Ku-Band
• Considerations
− Losses
− Impedance matching
− Terminating unused ports

67
Componentes de RF

§ Downlink Block Diagram


DOWNLINK – Antenna
– LNA/LNB
– Down-Converter
1. LNA/LNB
2. Down-converter – Inter Facility Link (IFL)
3. Inter Facilities Link • Fiber Optics
4. Demodulator • Co-axial cable
• Patch Panels
• Combiners / Splitters
• Waveguide
– Demodulator / Modem

Modem IFL Down-Converter IFL LNA Feed

68
Componentes de RF

O Low Noise Amplifier (LNA):


DOWNLINK
Detecta o sinal de baixo nível dentro do ruído
gerado no espaço e amplifica o sinal desejado e o
1. LNA/LNB
2. Down-converter ruído, mas o sinal é amplificado mais do que o ruído,
3. Inter Facilities Link tornando-o mais fácil de detectar.
4. Demodulator É por isso que o LNA é instalado o mais próximo
possível da antena, para eliminar qualquer ruído
térmico adicional proveniente da alimentação

Obs: LNB — Low Noise Block (LNA+Down Converter)

69
Componentes de RF
• É um dispositivo que converte um sinal de entrada de
DOWNLINK RF em uma frequência inferior desejada, conhecida
como frequência intermediária (IF), sem perturbar a
modulação do sinal de entrada
1. LNA/LNB
2. Down-converter • O método usado para atingir a conversão é a
3. Inter Facilities Link heterodinâmica. É a mistura de duas frequências
4. Demodulator diferentes em um dispositivo não linear (misturador)
para produzir duas outras frequências iguais à soma
ou diferença das duas primeiras, mantendo suas
características

70
Componentes de RF

Down-Converter (D/C)
DOWNLINK C-Band to L-Band (LNB)
– 3.70 to 4.2 GHz input
– 950 - 1450 MHz output
1. LNA/LNB
2. Down-converter – L.O (5150 MHz)
3. Inter Facilities Link – 500 MHz bandwidth
4. Demodulator Ku-Band to L-Band (LNB)
– 11.70 – 12.20 GHz input
– 950 - 1450 MHz output
– L.O (10.75 GHz)
– 500 MHz bandwidth

71
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations

§ C-Band to L-Band
1. LNA/LNB
2. Down-converter – C-Band (LNB)
3. Inter Facilities Link
– LO frequency of the LNB (5150 MHz)
4. Demodulator
– Carrier Downlink Frequency 3879.5 MHz
– Modem IF Frequency = 1270.5 MHz (5150 – 3879.5)
– LNB LO freq (-) Downlink freq

Modem 1270.5 MHz LNB 3879.5 MHz

LO = 5150 MHz

72
Componentes de RF

DOWNLINK Down-Converter (D/C)

1. LNA/LNB
§ L-Band to 70 / 140 MHz IF
2. Down-converter
3. Inter Facilities Link
4. Demodulator
– L-Band to 70 MHz – L-Band to 140 MHz
• 950 – 1450 MHz input • 950 – 1450 MHz input
• 70 ±18 MHz output • 140 ± 36 MHz output
• 36 MHz bandwidth • 72 MHz bandwidth

73
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ Ku-Band to L-Band
1. LNA/LNB – Ku-Band (LNB)
2. Down-converter – LO frequency of the LNB (10750 MHz)
3. Inter Facilities Link
– Carrier Downlink Frequency 11907.5 MHz
4. Demodulator
– Modem IF Frequency = 1157.5 MHz (11907.5 – 10750)
– Downlink freq (-) LNB LO freq

Modem 1157.5 MHz LNB 11907.5 MHz

LO = 10750 MHz

74
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ C-Band (LNB)
– Center Frequency of transponder (3875 MHz)
1. LNA/LNB
– LO frequency of the LNB (5150 MHz)
2. Down-converter
3. Inter Facilities Link – Center frequency of Down-Converter = 1275 MHz (5150 – 3875)
– LNB LO freq (-) Bandwidth center freq
4. Demodulator
– Carrier Downlink Frequency 3879.5 MHz
– Modem IF Frequency = 65.5 MHz (5150 – 3879.5 -1275 +70)
– LNB LO freq (-) Downlink freq (-) D/C center freq (+) 70 MHz

Modem 65.5 MHz Down-Converter 1270.5 MHz LNB 3879.5 MHz

Center Frequency LO = 5150 MHz


1275 MHz

75
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ Ku-Band (LNB)
– Center Frequency of transponder (11900 MHz)
1. LNA/LNB – LO frequency of the LNB (10750 MHz)
2. Down-converter
– Center frequency of Down-Converter = 1150 MHz (11900 – 10750)
3. Inter Facilities Link
– Bandwidth center freq (-) LNB LO freq
4. Demodulator
– Carrier Downlink Frequency 11907.5 MHz
– Modem IF Frequency = 65.5 MHz (11907.5 – 10750 - 1150 +70)
– Downlink freq (-) LNB LO freq (-) D/C center freq (+) 70 MHz

Modem 77.5 MHz Down-Converter 1157.5 MHz LNB 11907.5 MHz

Center Frequency LO = 10750 MHz


1150 MHz

76
Componentes de RF

DOWNLINK Down-Converter (D/C)

1. LNA/LNB
2. Down-converter § C-Band to 70 MHz
3. Inter Facilities Link – 3.700 – 4.200 GHz input
4. Demodulator – 70 ±18 MHz output
– Non-inverting
– 36 MHz bandwidth

§ C-Band to 140 MHz


– 3.700 – 4.200 GHz input
– 140 ± 36 MHz output
– Non-inverting
– 72 MHz bandwidth

77
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ C-Band (70 MHz) LNA
– Center Frequency of transponder (3875 MHz)
1. LNA/LNB
– Center frequency of Down-Converter = 3875 MHz
2. Down-converter
3. Inter Facilities Link – Carrier Downlink Frequency 3879.5 MHz
4. Demodulator
– Modem IF Frequency = 74.5 MHz (3879.5 – 3875 + 70)
– Downlink freq (-) U/C center freq (+) 70 MHz

Modem 74.5 MHz Down-Converter 3879.5 MHz LNA 3879.5 MHz

Center Frequency
3875 MHz

78
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ C-Band (140 MHz) LNA
– Center Frequency of transponder (3875 MHz)
1. LNA/LNB
– Center frequency of Down-Converter = 3875 MHz
2. Down-converter
3. Inter Facilities Link – Carrier Downlink Frequency 3879.5 MHz
4. Demodulator
– Modem IF Frequency = 144.5 MHz (3879.5 – 3875 + 140)
– Downlink freq (-) U/C center freq (+) 140 MHz

Modem 144.5 MHz Down-Converter 3879.5 MHz LNA 3879.5 MHz

Center Frequency
3875 MHz

79
Componentes de RF

DOWNLINK Down-Converter (D/C)

1. LNA/LNB
2. Down-converter § Ku-Band to 70 MHz
3. Inter Facilities Link – 11.70 to 12.20 GHz input
4. Demodulator – 70 ±18 MHz output
– 36 MHz bandwidth

§ Ku-Band to 140 MHz


– 11.70 – 12.20 GHz input
– 140 ± 36 MHz output
– 72 MHz bandwidth

80
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ Ku-Band (70 MHz)
– Center Frequency of transponder (11900 MHz)
1. LNA/LNB
2. Down-converter – Center frequency of Down-Converter 11900 MHz
3. Inter Facilities Link – Carrier Downlink Frequency 11907.5 MHz
4. Demodulator – Modem IF Frequency = 77.5 MHz (11907.5 – 11900 + 70)
– Downlink freq (-) U/C center freq (+) 70 MHz

Modem 77.5 MHz Down-Converter 11907.5 MHz LNA 11907.5 MHz

Center Frequency
11900 MHz

81
Componentes de RF

DOWNLINK D/C Frequency Calculations


§ Ku-Band (140 MHz)
– Center Frequency of transponder (11900 MHz)
1. LNA/LNB
2. Down-converter – Center frequency of Down-Converter 11900 MHz
3. Inter Facilities Link – Carrier Downlink Frequency 11907.5 MHz
4. Demodulator – Modem IF Frequency = 147.5 MHz (11907.5 – 11900 + 140)
– Downlink freq (-) U/C center freq (+) 140 MHz

Modem 147.5 MHz Down-Converter 11907.5 MHz LNA 11907.5 MHz

Center Frequency
11900 MHz

82
Componentes de RF

– Inter Facility Link (IFL)


DOWNLINK • Fiber Optics
• Co-axial cable
• Patch Panels
1. LNA/LNB
• Combiners / Splitters
2. Down-converter
3. Inter Facilities Link • Waveguide
4. Demodulator

83
Componentes de RF

Demodulator / Modem
DOWNLINK
• O nome “modem” é uma abreviatura para
Modulador-Demodulador, o dispositivo que
1. LNA/LNB realiza processos de modulação e
2. Down-converter demodulação (que é um processo que
3. Inter Facilities Link
reverte o processo de modulação) dos
4. Demodulator
sinais analógicos para sinais digitais e vice-
versa, com o objetivo de tornar fácil a
transmissão de dados

84
Instalação e manutenção de Vsat

Topologias de rede Vsat

85
Topologias de rede Vsat

Topologias Comuns

As redes de satélites
têm várias topologias.
Podemos enumerar o
seguinte:

• Topologia estrelas
• Topologia Multi-estrelas
• Topologia malha

86
Topologias de rede Vsat

[Link] estrelas
[Link] Multi-estrelas
[Link] malha

87
Topologias de rede Vsat

Topologia estrelas
A topologia estrela de VSAT, funciona usando uma
estação hub, geralmente de seis metros ou mais de
tamanho e pequenas antenas VSAT (entre 75
centímetros e 2,4 metros) remotas.
Parece complicado, mas não é. O hub transmite um
canal dividido em intervalo de tempo (TDM) que é
recebido por todos os VSATs, mas pode ser
endereçado a um grupo. Cada VSAT disputa slots
de tempo em um canal de entrada compartilhado
(TDMA), se eles colidirem em um intervalo, eles
retransmitirão após um atraso de tempo aleatório.

Assim, existem dois canais principais no Satélite,


um TDM de saída do hub para os VSATs e um
TDMA de entrada de VSATs para o Hub
88
Topologias de rede Vsat

[Link] estrelas
[Link] Multi-estrelas
[Link] malha

89
Topologias de rede Vsat

Topologia malha
Um sistema de malha funciona de maneira bem
diferente. Aqui, uma VSAT usa um canal TDMA CSC
(Comando, sinalização e controle) para solicitar que a
Hub (estação principal) estabeleça um link entre a
VSAT solicitante e uma outra.

O Hub então informa a VSAT chamada da solicitação


e aloca dois canais para servir como um link
bidireccional entre os dois sites. Após o término da
chamada, os canais são devolvidos a Hub para serem
alocados na próxima solicitação.

90
Instalação e manutenção de Vsat

Tipos de acesso de rede Vsat

91
Tipos de acesso de rede Vsat

Os métodos pelos quais as redes VSAT


optimizam o uso da capacidade do
satélite e a utilização do espectro de
forma flexível e económica, são
chamados de esquemas de acesso por
satélite. Cada topologia está associada
a um esquema de acesso de satélite
apropriado.

Uma boa eficiência de rede depende


muito dos esquemas de acesso múltiplo.
Exemplos de esquemas de acesso
abordados neste módulo são : SCPC,
TDMA, FDMA, DAMA, CDMA

92
Tipos de acesso de rede Vsat

[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]

93
SCPC

SCPC (Single Channel Per Carrier)


Ligação Ponto a Ponto Dedicada

Os links SCPC (Uma só canal por


portadora) ou ponto a ponto, são o
equivalente por satélite de uma conexão
de linha alugada terrestre. No entanto,
eles oferecem suporte a links dedicados
de alta largura de banda sem nenhum
compartilhamento ou contenção.

94
TDMA
TDMA (Time Division Multiple Access)
Com as redes TDMA, vários sites remotos se comunicam com um hub central - um
design semelhante às redes comutadas por pacotes.
Os sites remotos em uma rede TDMA competem entre si pelo acesso ao hub central,
restringindo a largura de banda máxima disponível.

Em uma rede TDMA, todas as VSATs compartilham recursos de satélite por intervalo
de tempo. VSATs remotos usam canais TDMA ou inroutes para se comunicar com o
hub. Pode haver vários inroutes associados a um outroute. Vários VSATs compartilham
um inroute, portanto, compartilhando a largura de banda. As rotas de entrada típicas
operam a 64 ou 128 Kbit / s. Geralmente, os sistemas com topologia em estrela usam
uma técnica de transmissão TDMA

95
FDMA

FDMA (Frequency Division Multiple Access )

Neste esquema, a largura de banda do canal de satélite disponível é dividida em


diferentes bandas de frequência para diferentes estações terrenas. Isso significa
que bandas de guarda são necessárias para fornecer separação entre as bandas.

Aqui, todos os VSATs compartilham o recurso de satélite apenas no domínio da


frequência. Normalmente implementado em uma malha ou topologia de salto de
satélite único, o FDMA tem as seguintes variantes:

• PAMA (Pre-Assigned Multiple Access)


• DAMA (Demand Assigned Multiple Access)
• CDMA (Code Division Multiple Access)
96
FDMA/TDMA
FDMA/TDMA

Em rede FDMA, todas as


VSATs compartilham o
recurso de satélite
apenas no domínio da
frequência

Em rede TDMA, todas


as VSATs
compartilham recursos
de satélite por
intervalo de tempo
97
DAMA
DAMA (Demand Assignment Multiple Access)
A rede usa uma quantia de canais de satélite, que estão disponíveis para
uso por qualquer estação dessa rede. Sob demanda, um par de canais
disponíveis é atribuído para que uma chamada possa ser estabelecida.
Assim que a chamada é concluída, os canais são devolvidos ao pool para uma
atribuição a outra chamada. Uma vez que o recurso de satélite é usado
apenas em proporção aos circuitos ativos e seus tempos de espera, isso é
ideal para tráfego de voz e tráfego de dados em lote.
O DAMA oferece requisitos de voz, fax e dados ponto a ponto e oferece
suporte para videoconferência.
Os sistemas DAMA permitem que o número de canais a qualquer momento
seja menor que o número de usuários potenciais. As conexões de satélite
são estabelecidas e descartadas apenas quando o tráfego as exige
98
CDMA

CDMA (Code Division Multiple Access )

Sob esse esquema de acesso, um sistema de monitoramento de rede


central aloca um código exclusivo para cada um das VSATs, permitindo
que várias VSATs transmitam simultaneamente e compartilhem uma
banda de frequência comum. Para permitir que isso seja alcançado sem
interferência indevida entre os usuários, o CDMA emprega tecnologia
de espalhamento espectral.

99
Bandas de frequências

Cálculos de frequência

Aqui, detalhamos ainda as atribuições de frequência de uma portadora, são o


seguinte: Uma Frequência inicial (Fi) e uma Frequência final (Ff)

Portanto, para monitorar uma portadora é necessário usar a frequência media


chamada, Frequência central (Fc) obtido pela soma de (Fi) e (Ff) divido por 2
(Fi + Ff)/2
Ex:
• Fi= 14123,750 MHz
• Ff= 14127,70 MHz

• Fc= 14125,720 MHz

100
Bandas de frequências

Cálculos de frequência

101
Bandas de frequências

Cálculos de frequência

102
Bandas de frequências
Cálculos de frequência
Satélite L.O = 2325
Transceiver /DownCOnverter (L.O= 4025)
Modem = 70 (+/-18) ou 140 (+/-36) MHz Ex: (6330.56)-(2325)-(4025)+70=50.56

Transceiver
Central Uplink Freq Stop Uplink Freq Start Downlink Central Downlink Stop Downlink Freq HUB TX/RX IF- Transceiver
Start Uplink Freq (Mhz) IF
(Mhz) (Mhz) Freq (Mhz) Freq (Mhz) (Mhz) Band Freq (Mhz) DownCOnverter
Frequency

6330,0000 6330,5600 6331,1200 4005,0000 4005,5600 4006,1200 50,5600 4025 50,5600


6331,1200 6331,6800 6332,2400 4006,1200 4006,6800 4007,2400 51,6800 4025 51,6800
6332,2400 6332,8000 6333,3600 4007,2400 4007,8000 4008,3600 52,8000 4025 52,8000
6333,3600 6333,9200 6334,4800 4008,3600 4008,9200 4009,4800 53,9200 4025 53,9200
6334,4800 6335,0400 6335,6000 4009,4800 4010,0400 4010,6000 55,0400 4025 55,0400
6335,6000 6336,1600 6336,7200 4010,6000 4011,1600 4011,7200 56,1600 4025 56,1600
6336,7200 6337,2800 6337,8400 4011,7200 4012,2800 4012,8400 57,2800 4025 57,2800
6337,8400 6338,4000 6338,9600 4012,8400 4013,4000 4013,9600 58,4000 4025 58,4000
6338,9600 6339,5200 6340,0800 4013,9600 4014,5200 4015,0800 59,5200 4025 59,5200
6340,0800 6340,6400 6341,2000 4015,0800 4015,6400 4016,2000 60,6400 4025 60,6400
6341,2000 6341,7600 6342,3200 4016,2000 4016,7600 4017,3200 61,7600 4025 61,7600
6342,3200 6342,8800 6343,4400 4017,3200 4017,8800 4018,4400 62,8800 4025 62,8800
6343,4400 6344,0000 6344,5600 4018,4400 4019,0000 4019,5600 64,0000 4025 64,0000
6344,5600 6345,1200 6345,6800 4019,5600 4020,1200 4020,6800 65,1200 4025 64,0000
6345,6800 6346,2400 6346,8000 4020,6800 4021,2400 4021,8000 66,2400 4025 65,1200
6346,8000 6347,3600 6347,9200 4021,8000 4022,3600 4022,9200 67,3600 4025 67,3600
6347,9200 6350,6550 6353,3900 4022,9200 4025,6550 4028,3900 70,6550 4025 70,6550
6353,3900 6353,9500 6354,5100 4028,3900 4028,9500 4029,5100 73,9500 4025 73,9500

103
CENTRO DE CONTROLO E MISSÃO DE SATÉLITES
Funda, Luanda - Angola

104 OBRIGADO PELA ATENÇÃO

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