ANEXOS
Anexo 1 Classificação Industrial por Risco de Contaminação
A IAGM (Instância Ambiental do Governo Municipal) categorizará as indústrias sobre
a base do Anexo 1, da seguinte maneira:
As indústrias em projeto ou operação: Categorias 1 e 2, categoria 3 e categoria 4
Anexo 2 Formulário de Registro Ambiental Industrial (RAI)
(Registro).-Toda unidade industrial em projeto ou em operação deverá ser registrada na
IAGM (Instância Ambiental do Governo Municipal) onde se projete localizar ou
localize sua atividade produtiva, por meio do formulário de Registro Ambiental Industrial
(RAI) descrito no Anexo 2.
Instruções para o preenchimento do RAI
O formulário RAI deve ser preenchido para cada unidade industrial em uma localização
específica. A informação fornecida pelo Representante Legal constitui uma
Declaração Jurada.
Código de registro. É o código específico para cada registro, atribuído pela IAGM.
Data de registro. É a data em que o registro é concluído e é concedido o
categorização
Novo. Corresponde a um registro realizado pela primeira vez.
Modificação / renovação. Corresponde aos casos de modificação por
diversificação ou ampliação e no caso de renovação ao final do prazo estabelecido.
1. Dados gerais
1.1 NOME DA UNIDADE INDUSTRIAL.
1.1.1 PROJETO.
1.1.2 OPERAÇÃO. Refere-se à unidade industrial em operação.
1.1.3 AMPLIAÇÃO. Refere-se ao aumento da capacidade produtiva da unidade
industrial no mesmo setor.
1.1.4 DIVERSIFICAÇÃO.
1.2 RAZÃO SOCIAL. É o nome da empresa, pessoa natural ou jurídica.
1.3 DIREÇÃO. É o domicílio legal completo da empresa, pessoa física ou jurídica.
(localidade, distrito, avenida, rua e número)
1.4 REPRESENTANTE LEGAL.
1.5 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS.
1.6 DIREÇÃO DA UNIDADE INDUSTRIAL. É o endereço específico onde se localiza ou se
projetar a unidade industrial (localidade, distrito, avenida, rua e número)
MUNICÍPIO.
2. Informação técnica da unidade industrial
2.1 MATÉRIAS PRIMAS E MATERIAIS.
2.2 CONSUMO DE ÁGUA, ENERGIA ELÉTRICA E COMBUSTÍVEIS.
2.3 outra energia poderá ser colocada: energia eólica, solar, etc. Onde se especifica outro
combustível se poderá colocar: óleos, madeira, pneus, serragem, papel, etc.
2.4 POTÊNCIA INSTALADA. É a soma das potências de todos os equipamentos e máquinas.
da instalação industrial, considerando do ponto de vista da demanda bruta.
2.5 PRODUTOS OBTIDOS.
2.6 INFRAESTRUTURA DE SERVIÇOS.
2.7 DADOS DO PESSOAL EMPREGADO.
2.8 DADOS DE SUPERFÍCIE.
Anexo 3 Conteúdo do Estudo de Avaliação de Impacto Ambiental (EEIA)
1.1 Dados gerais do projeto
a) Identificação do proponente;
b) Razão Social;
c) Código de RAI.
1.2 Resumo
O resumo do EEIA terá como objetivo informar à cidadania os aspectos mais
importantes do estudo realizado:
a) Descrição e justificação para a implementação da indústria no projeto;
b) Síntese da Linha Base Ambiental e Identificação e Avaliação de Impactos;
1.3 Descrição do projeto
Neste ponto, serão incluídos os aspectos gerais relacionados à indústria em
projeto
a) Objetivos e justificação do projeto;
b) Localização e tamanho;
c) Descrição e cronogramas das atividades nas diferentes etapas do projeto:
Etapa de Implementação
Etapa de Operação
• Outros aspectos que sejam considerados relevantes.
1.4 Linha de base
Deve-se realizar a análise detalhada do estado inicial em que se encontram os fatores
ambientais que correspondam ao entorno do projeto antes de sua instalação.
1.5 Identificação e avaliação de impactos
a) Determinação das metodologias de identificação, previsão e avaliação de
impactos;
b) Identificação e Predição de Impactos, nas etapas de Implementação e
Operação;
c) Avaliação de Impactos sobre os fatores ambientais (água, ar, ruído, solos,
flora, fauna, paisagem, sociocultural e econômico) que correspondam ao projeto
1.6 Consulta pública
Anexo 4 Conteúdo do Comunicado para Consulta Pública
(Consulta Pública).- O Representante Legal da indústria em projeto colocará em consulta
pública nas oficinas da IAGM o rascunho do seu EEIA e PMA, notificando através de
cartas notariadas às OTB´s da área de influência direta onde se projeta localizar a
indústria e ao Comitê de Vigilância do município. O Representante Legal publicará um
comunicado em dois meios de imprensa escrita, de acordo com o formato do Anexo 4, podendo
além de usar outros meios de comunicação que considere adequados.
Anexo 5 Conteúdo da Descrição do Projeto
Conteúdo da descrição do projeto:
1.1 dados gerais do projeto
a) Identificação do proponente
b) Razão Social;
c) Código de RAI.
1.2 Descrição do ambiente
Realizar uma descrição física natural da área circundante onde se projeta localizar a
Unidade Industrial, pelo menos nos seguintes aspectos:
A. Aspectos Abióticos:
B. Aspectos Bióticos
C. Aspectos Socioeconômicos e culturais
1.3. Descrição da indústria em projeto
Neste ponto, serão incluídos os aspectos gerais relacionados com a indústria em
projeto
a) Objetivos e justificativa do projeto (localização e tamanho);
b) Descrição e cronogramas das atividades nas diferentes etapas do projeto
Anexo 6 Conteúdo do Manifesto Ambiental Industrial (MAI)
1.1 DADOS GERAIS DA INDÚSTRIA
1.2. ANTECEDENTES DA ATIVIDADE
1.3 DESCRIÇÃO DO AMBIENTE
a) Aspectos Abióticos:
b) Aspectos Bióticos:
c) Aspectos Socioeconômicos e culturais
1.4 DESCRIÇÃO DA INDÚSTRIA EM OPERAÇÃO
Neste ponto, serão incluídos os aspectos gerais relacionados à indústria em
operação, considerando pelo menos o seguinte:
•Descrição técnica dos produtos, embalagens e embalagens,
•Descrição das operações do processo (Diagrama de fluxo dos processos
produtivos),
Anexo 7 Conteúdo do Plano de Manejo Ambiental (PMA)
Conteúdo do Plano de Manejo Ambiental
Dados gerais da indústria
a. Identificação do Representante Legal;
b. Razão Social;
c. Código de RAI;
1.2 IDENTIFICAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS (IIA)
a) Diagnóstico Ambiental (solo para indústrias em operação)
•Identificação de fontes e pontos de emissões atmosféricas, ruído e vibrações,
•Identificação de fontes e pontos de descarregamento de líquidos,
•Caracterização dos produtos, embalagens e embalagens, de acordo com seus efeitos
ambientais.
b) Predição Ambiental (somente para indústrias em projeto)
Devem ser identificados, previstos e avaliados todos os impactos (negativos ou positivos,
diretos ou indiretos, cumulativos, sinérgicos, a longo, médio ou curto prazo,
permanentes ou temporários, localizados ou extendidos, reversíveis ou irreversíveis,
recuperáveis ou irrecuperáveis
c) Análise comparativa
Desenvolver a análise comparativa considerando os aspectos levantados nos incisos a)
o b) com o que está estabelecido no presente Regulamento, principalmente no que se refere a
substituição, redução e manejo de substâncias perigosas, os esforços para a
prevenção e controle da poluição sobre os corpos d'água, a atmosfera e os
solos, limites permissíveis de descargas e emissões e gestão de resíduos sólidos
industriais.
1.3 PLANO DE PREVENÇÃO E MITIGAÇÃO (PPM)
a) Objetivos, metas e ações
Devem ser apresentados os objetivos e resultados destinados a prevenir (priorizando os
práticas de Produção Mais Limpa), mitigar ou controlar a poluição, assim como as
ações e medidas necessárias para alcançar tais resultados.
b) Organização e cronogramas para executar as ações planejadas Descrever a
organização e os recursos humanos responsáveis, assim como o cronograma para
executar as ações planejadas.
c) Orçamento de execução das ações planejadas
Elaborar o orçamento diferenciado, no qual serão incluídos os custos de investimento,
operação e manutenção das ações e medidas de prevenção, mitigação e
controle planejado.
d) Tabela-Resumo do Plano de Prevenção e Mitigação
1.4 PLANO DE APLICAÇÃO E ACOMPANHAMENTO AMBIENTAL (PASA)
1.5 ANÁLISE DOS RISCOS INDUSTRIAIS E PLANO DE CONTINGÊNCIAS
Realizar a análise e avaliação das circunstâncias, eventualidades ou contingências que
o desenvolvimento das ações de uma indústria em projeto ou em operação pode gerar
danos à saúde da população ou ao meio ambiente e aos recursos naturais.
O Plano de Contingência deve incluir as medidas de prevenção e mitigação de riscos,
os procedimentos para as emergências e a remediação dos danos, contendo
como mínimo
Anexo 9 Conteúdo do Relatório Ambiental Anual (IAA)
DADOS GERAIS DA INDÚSTRIA
Nome da Unidade Industrial
Código de RAI
• Período do Relatório
INDICADORES DE RENDIMENTO A indústria reportará os indicadores de desempenho
de:
a. matérias-primas;
b. insumos;
c. energia;
d. água;
e. outros considerados no Plano de Manejo Ambiental.
ACÇÕES EXECUTADAS
ACÇÕES POR EXECUTAR
Anexo 10-A Substâncias proibidas e extremamente perigosas
(Manejo).-Para o manejo das substâncias que apresentam alguma das características
descritas no Artigo 60, a indústria deverá:
a) Substituir as substâncias listadas no Anexo 10-A, assinaladas como
proibidas;
b) Realizar esforços para substituir ou minimizar o uso das substâncias
listadas no Anexo 10-A assinaladas como extremamente perigosas;
c) Manusear substâncias perigosas de acordo com as recomendações contidas em
as Fichas de Segurança.
Anexo 10-B Critérios para requerer uma análise de risco industrial e plano de
contingências
(Âmbito de Aplicação).- As indústrias em projeto ou em operação deverão elaborar o
Análise de Risco Industrial e Plano de Contingências que fazem parte integral de seu
PMA, nos seguintes casos:
a) Todas as indústrias das categorias 1 e 2;
b) As indústrias de categoria 3, quando utilizam substâncias perigosas nas
condições descritas no Anexo 10–B e/ou tenham uma concentração de mais de
100 pessoas dentro da unidade industrial.
Anexo 12-A Limites permissíveis para emissões atmosféricas
(Limites permissíveis).-A indústria deve cumprir com os limites permissíveis de emissão
de contaminantes estabelecidos no Anexo 12-A, o que não implica que deverá
automonitorar todos os parâmetros contemplados neste Anexo.
Disposição Transitoria Terceira
A indústria tomará como referência os limites permissíveis de emissão atmosférica
estabelecidos no Anexo 12-A e 12-C, enquanto se estabelecem as normas técnicas de
emissões.
A indústria tomará como referência os limites permissíveis de descargas líquidas do
Anexo 13-C quando se descarregar em um corpo d'água não classificado e os do Anexo 13-
A quando o corpo de água estiver classificado, enquanto se estabelecem as normas técnicas
de downloads.
Anexo 12-B Substâncias consideradas para automonitoramento
(Automonitoração).-A indústria deve realizar automonitoração de todos os parâmetros
que possam ser gerados por suas atividades como emissões. As indústrias
contempladas no Anexo 12-B, deverão realizar em suas emissões, automonitoramento de
as substâncias especificadas, de acordo com os métodos padrão disponíveis enquanto se
estabeleça a Norma Boliviana, devendo manter um registro de fontes e emissões
para a inspeção das autoridades. A automonitoração deve ser feita pelo menos
uma vez por ano para cada fonte de emissão.
Anexo 12-C Limites permissíveis de emissão de ruídos
(Limites de emissão de ruído).-A indústria deve cumprir com os limites permissíveis de
ruídos ambientais estabelecidos no Anexo 12-C.
Anexo 13-A Valores máximos admissíveis de parâmetros em corpos d'água
(Limites permissíveis).- A indústria deve cumprir os limites permissíveis para
descargas em corpos d'água através do parâmetro de mistura estabelecido no Anexo
13-A; o que não implica que deverá automonitorar todos os parâmetros contemplados
neste Anexo.
(Diluição).- É proibida a diluição dos efluentes para alcançar as concentrações de
os limites permissíveis do Anexo 13-A do presente Regulamento.
Anexo 13-B Parâmetros considerados para automonitoração
ARTIGO 75º. (Automonitoramento).-
A indústria deve realizar automonitoramento de todos os parâmetros que possam ser
gerados por suas atividades como downloads, deverão realizar em seus downloads,
automonitoração dos parâmetros especificados, de acordo com métodos padrão
disponíveis enquanto a Norma Boliviana for estabelecida, devendo manter um registro
de fontes e downloads para a inspeção das autoridades. A automonitoração deverá
realizar-se pelo menos uma vez por ano para cada ponto de descarga.
Anexo 14 Condições para armazenamento temporário de resíduos sólidos
(Armazenamento).-A indústria que armazenar temporariamente seus resíduos deverá
fazer isso de acordo com sua perigosidade, conforme estabelecido no Anexo 14 do presente
Regulamento.
RESÍDUOS SÓLIDOS NÃO PERIGOSOS
De acordo com o tipo de resíduo, devem ser estabelecidas as seguintes condições:
a) Áreas acondicionadas para o armazenamento temporário do tipo de resíduo,
protegidas contra intempéries e o acesso de pessoas não autorizadas e
animais.
b) Contêineres que evitem o derramamento do resíduo, apropriados para o manejo em
quantidade e volume de recepção suficientes para garantir o ciclo de
recolha da empresa operadora ou a transferência para reciclagem.
RESÍDUOS SÓLIDOS PERIGOSOS
A) CARACTERIZAÇÃO
• Serão identificadas as características de periculosidade de cada tipo de resíduo de acordo com
CRETIB, as quais estarão especificadas nos contêineres.
B) CONTENEDORES
Os recipientes que contêm resíduos sólidos industriais perigosos devem ter as
seguintes características:
Material sólido, apropriado para garantir resistência e durabilidade de acordo com as
características do resíduo, será estabelecido o tempo limite de durabilidade do
contenedor para as condições de armazenamento e tipo de resíduo.
C) MANEJO
Para o manejo de resíduos sólidos perigosos, deve-se levar em conta os seguintes
aspectos
O manejo dos resíduos perigosos deve ser realizado no contêiner específico.
•O pessoal encarregado do manejo de resíduos sólidos perigosos deve ser
capacitado para tal efeito, de acordo com as diretrizes técnicas de manejo.
D) ARMAZENAMENTO
As áreas de armazenamento devem ter as seguintes características:
•Boa ventilação e proteção contra intempéries ou contar com clima artificial conforme
o tipo de resíduo.
•Suficiente iluminação e instalação elétrica de segurança para realizar uma boa
operação durante o processo de manejo e inspeção dos resíduos.
Anexo 15 Condições para reuso, reciclagem e/ou aproveitamento de resíduos
industriais perigosos
1. O contrato deve conter, no mínimo, as informações descritas a seguir:
a) Descrição do objeto da transferência, especificando reciclagem, reuso e/ou
aproveitamento
b) Descrição, caracterização, quantidade, qualidade e frequência de transferência de
os resíduos;
c) Descrição do transporte, endereço da unidade industrial de destino;
d) Endereço, Nome, Assinaturas, Número de Cédula de Identidade das partes.
2. A indústria que transfere resíduos industriais perigosos para reuso, reciclagem e/ou
aproveitamento levará um livro de registro detalhado de comprovantes da
transferência, assinados por ambas as partes, disponíveis para inspeções da autoridade.
Anexo 16 Siglas e definições