CHOQUES
O Choque: Uma Ameaça Silenciosa
O choque é uma condição crítica caracterizada pela perfusão inadequada dos tecidos, levando à falta de
oxigenação celular e disfunção orgânica.
O organismo tenta compensar essa situação através de mecanismos como o aumento da frequência
cardíaca e a vasoconstrição, mas, se não tratado, o choque pode evoluir para a obito.
Definição Mecanismos Consequências
Perfusão inadequada dos tecidos. Compensatórios Disfunção orgânica e morte.
Aumento da frequência cardíaca e
vasoconstrição.
[Link]
FISIOPATOLOGIA
Resposta Cardiovascular:
índice de Choque (SI)
F.C
SI =
PAS
É um marcador que ajuda a avaliar o choque hipovolêmico ou a gravidade de
outros tipos de choque, e a auxiliar no tratamento;
Na população normal , o intervalo normal do IC é de 0,5-0,7.
> ou = 0,9 -> Indicativo de risco para transfusão sanguínea.
PERFUSÃO CELULAR E Classificação do choque:
CHOQUE
1. Hipovolêmico;
Determinantes: 2. Distributivo;
3. Cardiogênico
Coração Fluido
Sangue Vasos
Choque Hipovolêmico:
A Perda de Volume
O choque hipovolêmico é causado pela diminuição do volume sanguíneo, seja por
hemorragias, desidratação ou queimaduras.
Um exemplo clássico é o paciente vítima de acidente automobilístico com hemorragia
interna, onde a rápida perda de sangue compromete a perfusão dos órgãos vitais.
Causas
Hemorragias, desidratação, queimaduras
Sinais
Taquicardia, hipotensão, palidez e alteração do nível de consciência
Exemplo
Acidente com hemorragia interna
RESPOSTA HEMODINÂMICA
Sangue
Contém hemácias para transportar oxigênio;
Fatores de combate a infecções;
Plaquetas e fatores de coagulação do sangue;
As proteínas e minerais proporcionam uma alta pressão oncótica
Vol. de líquido dentro do
[Link] = capacidade dos
evita q
vasos para encher o recipiente e ue a ág
ua vaze
pelas p
manter a perfusão aredes
dos va
sos
RESPOSTA HEMODINÂMICA
Corpo humano
60% de água; Água corporal: fluido intracelular e
extracelular; Fluido extracelular- classificado em:
fluido intersticial e intravascular;
Tipos principais de movimento:
1 ) movimento entre o plasma e o fluido intersticial
(capilares);
2) movimento entre compartimentos do f.
intracelular e intersticial (capilares e membranas)
RESPOSTA HEMODINÂMICA
Movimento do fluido
Determinado por:
1) Diferença entre pressão hidrostática dentro do capilar
(fluido empurrado para fora) e fora do capilar (empurra o
fluido para dentro);
2) Diferença na pressão oncótica da concentração de
proteína dentro do capilar (mantém o fluido dentro) e a
pressão oncótica fora do capilar (puxa o fluido para fora)
3) “Vazamento” ou permeabilidade do capilar
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Perda aguda de volume sanguíneo por hemorragia;
Desequilíbrio na relação entre o volume de líquido e
o tamanho do recipiente;
Mecanismos de defesa compensatórios ajudam Tipos:
temporariamente a manter os sinais vitais. Hemorrágico
(interna ou externa)
FC FR Vasoconstrição
Não hemorrágico
Choque Compensado Choque Descompensado
PA
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Sinais e Sintomas clínicos:
Temperatura da pele Fria, úmida, pegajosa
Coloração da pele Pálida, cianose
Pressão Arterial Normal ou diminuída
Nível de Consciência Alterado
Enchimento Capilar > 2 seg
Frequência Cardíaca Aumentada
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Choque Hemorrágico
Choque hipovolêmico resultante de perda
sanguínea;
O ser humano adulto médio de 70 kg tem
aproximadamente 5 litros de volume de sangue
circulante;
A hemorragia é classificada em 4 classes, a
depender da gravidade e quantidade de
hemorragia;
CHOQUE
HIPOVOLÊMICO
Classificação da Hemorragia:
Choque Cardiogênico e Obstrutivo:
Falha na Bomba e Obstrução do Fluxo
O choque cardiogênico ocorre quando o coração falha como bomba, geralmente devido a um infarto agudo do
miocárdio ou arritmias.
Choque obstrutivo é causado pela obstrução do fluxo sanguíneo, como na embolia pulmonar ou no pneumotórax
hipertensivo. Ambos os tipos de choque apresentam sinais como dispneia e, no caso do cardiogênico, edema
pulmonar e dor no peito.
Choque Cardiogênico Choque Obstrutivo
Falha na bomba cardíaca Obstrução do fluxo sanguíneo
Dispneia, edema pulmonar, dor no peito Dispneia súbita, cianose
Choque Distributivo:
A Vasodilatação Perigosa
Caracteriza-se pela vasodilatação e má distribuição do fluxo
sanguíneo.
Ocorre quando o recipiente vascular aumenta sem aumento
proporcional no volume de líquido. Comum em pacientes com
lesão medular após trauma agudo.
1 Séptico
Infecção generalizada, febre, confusão
2 Anafilático
Alergia grave, urticária,
broncoespasmo 3 Neurogênico
Lesão medular, hipotensão.
CHOQUE NEUROGÊNICO
(HIPOTENSÃO NEUROGÊNICA)
Mecanismo:
Resulta da interrupção da via do sistema nervoso
simpático devido à lesão na medula espinhal.
Afeta frequentemente lesões nos níveis cervical ou
torácico superior.
Causa perda do controle simpático sobre os vasos
sanguíneos, resultando em vasodilatação periférica
abaixo do nível da lesão.
CHOQUE NEUROGÊNICO
(HIPOTENSÃO NEUROGÊNICA)
Características Hemodinâmicas:
Vasodilatação Periférica:
Diminuição acentuada na resistência vascular sistêmica.
Paciente não é hipovolêmico;
O volume sanguíneo é insuficiente para preencher o
sistema vascular dilatado.
Pressão Arterial:
Diminuição das pressões sistólica e diastólica.
Pressão de pulso permanece normal ou aumentada.
CHOQUE NEUROGÊNICO
(HIPOTENSÃO NEUROGÊNICA)
Sinais e Sintomas Clínicos
Características da Pele:
Pele quente e seca, especialmente abaixo do nível da
lesão.
Frequência Cardíaca:
Bradicardia é comum devido à atividade parassimpática
sem oposição no coração.
Pulso fraco, mas qualidade do pulso variável.
Estado Mental:
Paciente geralmente alerta, orientado e lúcido quando
em posição supina, na ausência de traumatismo
cranioencefálico (TCE).
CHOQUE NEUROGÊNICO
(HIPOTENSÃO NEUROGÊNICA)
Manejo do Choque Neurogênico
Avaliação de Lesões Associadas:
Lesões concomitantes, como hemorragia significativa, são
comuns. Pacientes com sinais de hipovolemia ou choque
devem ser tratados inicialmente como se houvesse perda de
sangue.
Tratamento da Hipotensão:
Estabilização da pressão arterial com vasopressores é
considerada útil. Vasopressores devem ser administrados após
confirmação da ressuscitação volêmica adequada para tratar
qualquer componente hemorrágico.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
Definição:
Falha na capacidade do coração de
bombear sangue de forma eficaz, levando
à diminuição do débito cardíaco.
Causas:
Divididas em causas intrínsecas (dano
direto ao coração) e extrínsecas
(problemas fora do coração).
CHOQUE CARDIOGÊNICO
Causas Intrínsecas do Choque Cardiogênico
Danos ao Músculo Cardíaco: Lesão que afeta o músculo
cardíaco compromete o débito cardíaco.
Exemplo: Contusão cardíaca em trauma contuso.
Ciclo Recorrente: Diminuição da oxigenação → diminuição da
contratilidade → redução do débito cardíaco → diminuição da
perfusão sistêmica.
Músculo cardíaco danificado não funciona eficientemente.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
Causas Intrínsecas do Choque Cardiogênico
Ruptura Valvular: Trauma no peito ou abdômen
pode danificar as válvulas do coração.
Regurgitação Valvar Aguda: Vazamento
significativo de sangue de volta para a câmara
cardíaca. Manifestação: Insuficiência cardíaca
congestiva, edema pulmonar e
Diagnóstico:
Presença de um novo sopro cardíaco é um sinal importante.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
Causas Extrínsecas do Choque Cardiogênico
Tamponamento Cardíaco:
Acúmulo de líquido no saco pericárdico impede o enchimento completo
do coração durante a diástole.
Mecanismo:
Sangue vazando para o saco pericárdico a partir de um orifício no
músculo cardíaco.
Efeitos no Débito Cardíaco:
Menor volume disponível para cada contração. Enchimento inadequado
diminui a força da contração cardíaca. Sangue expelido através da ferida
ocupa mais espaço no pericárdio, comprometendo ainda mais o débito.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
Pneumotórax Hipertensivo:
Acúmulo de ar sob pressão em um lado da cavidade torácica leva ao
colapso do pulmão.
Problemas Associados:
Redução do volume corrente por respiração. Colapso dos alvéolos
impede a transferência de oxigênio para o sangue. Colapso dos vasos
pulmonares reduz o fluxo sanguíneo. Hipertensão pulmonar aumenta a
demanda de força de contração do coração.
Deslocamento Mediastinal:
Mediastino desloca-se para o lado oposto da lesão. Compressão do
pulmão oposto e das veias cavas impede o retorno venoso, reduzindo a
pré-carga e levando ao choque.
AVALIAÇÃO INICIAL
Obter uma observação inicial da condição do paciente o mais rápido possível;
Avaliação em etapas, sendo executadas simultaneamente.
Exsanguinação Circulação
(controle da hemorragia) (perfusão e outras hemorragias)
Airway-Manejo das vias Desability-Incapacidade
aéreas
Breathing-Respiração Exposição/Ambiente
(ventilação e oxigenação)
AVALIAÇÃO INICIAL
Hemorragia Exsanguinante
Controlado rapidamente;
O paciente pode estar deitado sobre a principal fonte da hemorragia
ou pode estar escondida pelas roupas;
Examinar rapidamente o paciente em busca de sinais de sagramento
grave de um vaso importante;
Via Aérea
Avaliada rapidamente;
Fornecimento de quantidades adequadas de oxigênio;
Pacientes que necessitam de tratamento imediato:
1. Não respiram
2. Comprometimento óbvio das vias aéreas
3. Ruídos ruidosos de ventilação
[Link] respiratórias acentuadamente anormais
AVALIAÇÃO INICIAL
Respiração
Metabolismo anaeróbico associado à diminuição da oxigenação
celular produz aumento do ácido lático;
Os íons de hidrogênio produzidos pela acidose são convertidos em
água e dióxido de carbono;
Taquipneia - um dos primeiros sinais de metabolismo anaeróbico e
choque;
Estimar as ventilações como lentas, normais, rápidas ou muito
rápidas:
1. Frequência Ventilatória Lenta: choque profundo;
2. Frequência Ventilatória Rápida: compensatório do choque.
AVALIAÇÃO INICIAL
Circulação
Hemorragia e quantidade de perda
Perfusão
Verificar tempo de enchimento capilar;
A perda do pulso radial indica hipovolemia grave;
Se o pulso for palpável, avaliar seu caráter e força;
Pele pálida ou cianótica indica falta de oxigenação adequada;
A temperatura diminui à medida que o corpo desvia o sangue da
pele;
AVALIAÇÃO INICIAL
Incapacidade
Nível de consciência alterado - hipoxemia; A capacidade de
funcionamento do cérebro diminui à medida que a perfusão e a
oxigenação diminuem;
Primeiros sinais: ansiedade e comportamento deligerante.
Exposição/ Ambiente
Expor o corpo do paciente por completo;
Considerar a possibilidade de hipotermia.
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA
Sinais vitais
1. Frequência respiratória de 20 a 30 irpm indica uma
frequência limítrofe anormal e sugere início do choque;
FR > 30 irpm indica estágio tardio do choque;
2. Pulso entre 100 e 120 bpm indica um paciente que
apresenta choque precoce; Pulso acima de 120 bpm é
um sinal definitivo de choque;
3. A pressão arterial não começa a cair até que o
paciente esteja profundamente hipovolêmico,
indicando uma descompensação;
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA
Fatores de Confusão
Fatores que podem confundir a avaliação de vítimas de trauma;
Idade - RN e idosos;
Atletas - uma FC de 100 a 120 bpm ou hipotensão podem ser um
sinal de alerta, indicando hemorragia significativa em um atleta bem
condicionado;
Gravidez - o volume sanguíneo da mulher pode aumentar de 45% a
50%, a FC e o DC também aumentam, ou seja, pode não
demonstrar sinais de choque até que exceda 30% a 45% de perda
saguínea;
Medicamentos - agentes bloqueadores beta-adrenérgicos e os
bloqueadores dos canais de cálcio podem impedir a taquicardia
compensatória para manter a pressão arterial.
O QUE DEVE SER ANALISADO
1 - A causa/fonte do choque;
2 - Quais são os cuidados
definitivos;
3 - Local de referencia para
receber melhor o paciente;
4 - Quais as medidas provisorias.
MANEJO COM O PACIENTE
Quais as primeiras e principais condutas frente a um choque?
Controle de qualquer foco Realizar o manejo das
hemorrágico externo grave vias areas Origem da hemorragia
Fontes externas - controle imediato
Mantendo a perfusao e o
Identificando a fonte ou fornecimento de O2 para as Fontes internas - geralmente nao
a causa do choque; células; podem se tratadas no pré-hospitalar,
Garantindo a oxigenação com mas deve se reconhecer a
máscara de venturi e AMBU. probabilidade das mesmas.
MANEJO COM O PACIENTE
Cada glóbulo vermelho importa!
Transportar o paciente Administrar
hemocomponentes
Levando-o com todo o
suporte necessário para Reposiçao com cristalóides
o atendimento definitivo. e hemoderivados para que
ocorra o processo de
reanimação hipovolêmica.
REANIMAÇÃO
PRÉ- HOSPITALAR
cristalóides e
Melhorar a oxigenação com bolsa oxigenação
hemoderivados
máscara com alta concentraçao de
O2 maior que 0,85;
reposição de
AMBU líquídos
Administraçao de cristaloides e
hemoderivados.
CONTROLE DA HEMORRAGIA
EXSANGUINANTE
1. Pressão direta portátil:
A pressão manual direta ou curativo compressvo é
essencial para controlar a hemorragia.
Pressão transmural e a pressão extramural.
Nunca remover objetos.
Um curativo compressivoa e Torniquetes inda
faz-se necessário mesmo após controlar o
sangramento.
elevação da
HEMORRAGIA INTERNA cabeceira a
30⁰
Reanimação hipotensiva - PAS entre 80 e 90
mmHg, significando a não ocorrência da infusão
excessiva de fluidas IV;
Manter a temperatura corporal;
Transporte do pct - Nao deve:
Posiçao Supina, Trendelemburg e a de choque:
cabeça e tronco em decúbito dorsal com pernas
elevadas.
Correta - Eleva-se a cabeça do pct sem
flexionar a cintura - Trendelemburg reversa. Não deve flexionar
a cintura do pct!
HEMORRAGIA INTERNA
Via Intravenosa - Um ou dois cateteres de
grande calibre 18 ou maiores e curtos de 25 mm;
Reanimação volêmica : Sangue e hemoderivados
e soluçoes intravenosas;
Exemplo: Cristalóides Isotônicas - Soluçoes salinas
balanceadas compostas de eletrólitos que
preenchem o espaço vascular de perda sanguínea.
HEMORRAGIA NÃO CONTROLADA
Tem-se associado a
Pct com suspeitas de hipotensão ao aumento da
hemorragias internas mortalidade no TCE e,
torácicas, abdômen ou pelve - portanto, deve ser mantida
Solução com cristaloides IV. uma PAM elevada para
diminuição de lesões
neurológicas secundarias.
HEMORRAGIA CONTROLADA
Em adultos é realizado um bolus inicial de 250 ml de
cristalóides repetindo até um total de 1L
Resposta rápida Resposta transitória Resposta mínima
Inicialmente os SSVV estabilizam-se,
SSVV normalizam-se, ou seja, o Hemorragia contínua, ou seja, não
mas com a reavaliação apresenta
pct teve uma perda de 20% do apresenta alterações nos sinais
sinais de choque, ou seja, ocorreu a
volume sanguíneo e a hemorrágia profundos mesmo após um bolus
perda de 20 a 40% de volume
parou. de 1L.
sanguíneo e a hemorragia continua.
Atendimento Pré-Hospitalar:
A Corrida Contra o Tempo
No Atendimento Pré-Hospitalar (APH), a avaliação inicial do paciente seguindo o
ABCDE é fundamental. O suporte básico de vida (SBV), incluindo RCP e
desobstrução de vias aéreas, pode ser decisivo. O controle de hemorragias com
compressão direta ou torniquete, quando indicado, e a imobilização de fraturas e
lesões na coluna vertebral são cruciais para evitar o agravamento do quadro.
Avaliação ABCDE Suporte Básico de Vida
Priorizar vias aéreas, respiração e RCP e desobstrução de vias aéreas.
circulação.
Controle de Hemorragias
Compressão direta e torniquete.
Atendimento Hospitalar:
Diagnóstico Preciso e
Estabilização Rápida
No ambiente hospitalar, a monitorização contínua dos sinais vitais,
oximetria e ECG é essencial. Exames complementares como hemograma,
eletrólitos, gasometria arterial, raio-X e tomografia auxiliam na
identificação da causa do choque. A expansão volêmica com fluidos
intravenosos é uma medida inicial importante para estabilizar o paciente.
Monitorização Exames Expansão
Volêmica
Assistência de Enfermagem: O Cuidado Integral
A assistência de enfermagem desempenha um papel fundamental no tratamento do choque. A
administração correta de medicamentos, a monitorização dos sinais vitais e da resposta ao tratamento, os
cuidados com dispositivos invasivos e a prevenção de complicações são essenciais. Além disso, o suporte
emocional ao paciente e à família é parte integrante do cuidado.
Prevenção
Monitorização
Medicação
Dispositivos
Evolução de enfermagem
A União Faz a Força
O sucesso no tratamento do choque depende da identificação
precoce, da ação rápida e da coordenação entre as equipes de APH
e hospitalar. A educação continuada dos profissionais de saúde é
essencial para garantir um atendimento de qualidade.
Agradecemos a atenção e esperamos que esta apresentação tenha
sido útil para aprimorar seus conhecimentos e habilidades no
atendimento de urgência e emergência.
REFERÊNCIAS
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos
de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2a edição, 2016.