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Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos

O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA, implantado em 2014 e reformulado em 2022, visa desenvolver competências teóricas e práticas para a gestão de eventos. O curso oferece 40 vagas anuais, com um regime acadêmico semestral e uma carga horária total de 1930 horas. A nova matriz curricular inclui atividades de extensão, alinhando-se às diretrizes do MEC para a educação superior.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos

O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA, implantado em 2014 e reformulado em 2022, visa desenvolver competências teóricas e práticas para a gestão de eventos. O curso oferece 40 vagas anuais, com um regime acadêmico semestral e uma carga horária total de 1930 horas. A nova matriz curricular inclui atividades de extensão, alinhando-se às diretrizes do MEC para a educação superior.
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Campus de Salvador

Diretoria Geral
Diretoria de Ensino
Diretoria Adjunta da Educação Superior
Coordenação do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos

Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão


de Eventos

Salvador
2023

1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA
BAHIA - IFBA
PRÓ-REITORIA DE ENSINO - PROEN
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Reitora
Luzia Matos Mota

Pró-Reitor de Ensino
Jancarlos Menezes Lapa

Diretor Geral do Campus


Ives Lima de Jesus

Diretora de Ensino do Campus


Ricardo Bahia Rios

Diretoria Adjunta da Educação Superior


Eduardo Souza Seixas

Coordenadora do Curso
Paula Mara Messias Costa

Núcleo Docente Estruturante


Adriana Melo Santos
Chelly Costa Souza dos Reis
Glauria Janaina dos Santos
Marcos Fernando Costa de Carvalho
Paula Mara Messias Costa
DADOS DO CURSO
HABILITAÇÃO Tecnólogo em Gestão de Eventos
ENDEREÇO Rua Emídio dos Santos, s/n – Barbalho, Salvador –
Bahia. CEP: 40.301-015.
DESCRIÇÃO DO CURSO O Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos tem
como objetivo desenvolver nos estudantes
conhecimentos teóricos e práticos sobre a área de
eventos, podendo atuar como gestor e/ou consultor,
com conhecimentos do mercado e suas tendências
para planejar e organizar qualquer modalidade da
referida área, em entidades como hotéis, clubes,
centros culturais, ONGs, escolas, secretarias de
governo e museus, dentre outras.
DATA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO 2014
REGIME ACADÊMICO Periodização semestral.
Cada período tem duração de 100 (cem) dias
letivos.
NÚMERO DE VAGAS 40 vagas anuais.
TURNO DE FUNCIONAMENTO Predominantemente Noturno
NÚMERO DE TURMAS 1 turma anual de 40 alunos
REGIME DE MATRÍCULA Semestral
DIMENSÃO DAS TURMAS Atividades Teóricas: 40 alunos
Atividades Práticas: 40 alunos
REGIME DO CURSO Sistema de créditos
TEMPO MÍNIMO PARA 06 semestres.
INTEGRALIZAÇÃO
TEMPO MÁXIMO PARA 12 semestres
INTEGRALIZAÇÃO
TOTAL DE CRÉDITOS 122
CARGA HORÁRIA
Carga Horária Obrigatória: 1320
Créditos: 92

Carga Horária Optativa: 120


Créditos: 8

Carga Horária de Extensão: 210


Créditos: 14

Carga Horária de Estágio: 160


Créditos: 4

Carga Horária Total: 1930 horas

FORMAS DE INGRESSO SISU - Resolução nº 31, de 09 de junho de 2016;


Segundo as Normas Acadêmicas do Ensino
Superior (NAES):
 Transferência Interna e Externa;
 Portador de Diploma;
 Categoria de aluno especial;
 Categoria de aluno ouvinte;
 Convênio, intercâmbio ou acordo cultural.

3
HISTÓRICO DE VERSÕES DO PROJETO

Versão Data Justificativa Aprovação (Colegiado, Direção


Geral e Consepe/Consup)
Versão 1 2014 Implantação do Curso Resolução Nº 21 de 03 de
setembro de 2012 do Conselho
Superior do IFBA.

Versão 2 2016 Alterações no Projeto Pedagógico do Curso de Resolução Nº 47 de 06 de


Tecnologia em Eventos (Matriz Curricular e outubro de 2016 do Conselho
Resoluções Institucionais) Superior do IFBA.

Versão 3 2023 Curricularização da Extensão, conforme A ser submetido no ano de 2023


Resolução 07 de dezembro de 2018 do MEC e
Resolução nº 24 de outubro de 2021 do IFBA.
Alteração do turno de funcionamento do Curso.
Atualização da Matriz Curricular.

4
LISTA DE TABELAS

Tabela 1: Número de instituições de educação superior e número de matrículas em


cursos de graduação, por organização acadêmica – Brasil - 2020 16
Tabela 2: Matriz Curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos 34
Tabela 3: Disciplinas Optativas 39
Tabela 4: Regime de trabalho professores do Curso de Tecnologia em Gestão de
Eventos 86
Tabela 5: Titulação dos professores do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos 86

LISTA DE QUADROS

Quadro 1: Infraestrutura disponivel por equipamentos para eventos em Salvador-Ba 25


Quadro 2: Equivalência entre disciplinas 49
Quadro 3: Dispositivos normativos observados na construção do PPC 53
Quadro 4: Dispositivos normativos observados na construção do PPC 84
Quadro 5: Marcos Legais nacionais considerados no PPC sobre acessibilidade e
educação inclusiva 68
Quadro 6: Relação de professores que ministram aula no curso de Administração e
respectivas disciplinas 87
Quadro 7: Infraestrutura Tecnológica do Campus 88

LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Interrelação entre os pilares de uma atividade extensionista 44


Figura 2: Fluxograma das ACEXs do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos 47

LISTA DE GRÁFICOS

Número de matrículas em cursos de graduação por modalidade de ensino

Sumário
5
1. INTRODUÇÃO 8
1.1 Contextualização político-institucional 9
1.2 Contextualização Educacional 13
3. CONCEPÇÃO DO CURSO 28
3.1 OBJETIVOS DO CURSO 28
3.1.1 – GERAL 28
3.1.2- ESPECÍFICOS 28
3.2. PERFIL DO EGRESSO 29
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 32
4.5.1 ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO (ACEX) 44
4.5.2 ACEX no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos 45
4.5.3 DA SUBMISSÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO 47
4.5.4 DA AVALIAÇÃO DAS ACEXS 48
4.7.1 Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-
Brasileira, Africana e Indígena 52
4.7.2 Educação Ambiental 53
4.7.3 Educação em Direitos Humanos 56
4.7.4 Libras 59
5. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 60
5.1 INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE 63
5.2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO
PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM (TICs) 65
6. ACESSIBILIDADE 68
7. SERVIÇO DE APOIO AO DISCENTE E À PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 72
8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 77
8.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 77
8.2 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 78
8.3 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS 80
9. GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO 81
9.1 COLEGIADO 81
9.2 COORDENAÇÃO 83
9.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE 84
9.4 CORPO DOCENTE 86
9.5 EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA (GRA, DIRETORIAS, SECRETARIAS E
TÉCNICOS) 87
10. INFRAESTRUTURA 88
10.1 INSTALAÇÕES (BÁSICAS E ESPECÍFICAS) 88
10.2 BIBLIOTECA 89
11. CERTIFICAÇÃO 90

6
REFERÊNCIAS 91
ANEXO I 99
APÊNDICES 100
APÊNDICE A - REGIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO 101
APÊNDICE A.1 – ESTRUTURA PARA DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS
DE CONCLUSÃO DE CURSO OU MONOGRAFIA, DE NATUREZA
BIBLIOGRÁFICA, EMPÍRICA OU TEÓRICA EMPÍRICA 111
APÊNDICE A.2 – ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS AO PROJETO DE PESQUISA
112
APÊNDICE A.3- TERMO DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DE TCC 113
APÊNDICE A.4 – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TCC OU MONOGRAFIA 114
APÊNDICE A.5 – FORMULÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE DISPONIBILIDADE EM
BIBLIOTECA DIGITAL 115
APÊNDICE A.6 – FORMULÁRIO DE COMPOSIÇÃO DE BANCA 116
APÊNDICE A.7 - TERMO DE AUTORIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO 117
APÊNDICE A.8 - TERMO DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO TCC 118
APÊNDICE A.11 – EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E
OPTATIVAS 126
APÊNDICE A.10 – MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM EVENTOS 106
Erro: Origem da referência não encontrada

7
1. INTRODUÇÃO

O Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos, modalidade presencial,


do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA -
Campus Salvador), teve início em 2014, então denominado de Curso superior
de Tecnologia em Eventos. No ano de 2016, o Curso passou por uma
reformulação para maior atendimento das demandas e flexibilização curricular.
E no ano de 2022, com as mudanças ocorridas no Catálogo Nacional dos
Cursos de Tecnologia (CNCT) passa a ser denominado Curso de Tecnologia
em Gestão de Eventos, a partir da reformulação de seu Projeto Pedagógico de
Curso (PPC).
A nova proposta de reestruturação da matriz curricular visa manter a
flexibilidade curricular, adequando a estrutura do curso e seus conteúdos
oferecidos às atuais demandas globais, nacionais e regionais. Ampliou-se a
possibilidade de componentes curriculares optativos, foi suprimido conteúdos
superpostos em disciplinas e oferta novos componentes curriculares. E criadas
as Atividades Curriculares Extensionistas em decorrência da curricularização
da extensão na legislação vigente.
A Resolução nº 07 do MEC, de 18 de dezembro de 2018, estabelece as
Diretrizes para Extensão na Educação Superior Brasileira. Em seu Art. 4º
especifica que “as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10%
(dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de
graduação, as quais deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos 1.” Mais
especificamente, a Resolução nº 24 do CONSEPE, de 15 de Outubro de 2021,
aprova a Regulamentação que normatiza a Curricularização da Extensão nos
cursos de graduação no âmbito do IFBA. No Art. 4º, parágrafo único, assegura
a manutenção da carga horária total já prevista na matriz curricular, não sendo
permitida a sua incorporação como carga horária adicional.
Nesse sentido, ao considerar os aspectos acima referenciados, o
Colegiado e o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Gestão em Eventos
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA),

1 A referida Resolução define o prazo de dezembro de 2022 para implantação das suas
diretrizes.
8
Campus de Salvador, apresentam o novo projeto pedagógico do Curso de
Tecnologia em Gestão de Eventos.

1.1 Contextualização político-institucional


O IFBA e os demais Institutos Federais foram criados com a publicação
da Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que instituiu a Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica (BRASIL, 2008).
Conforme o Art. 6º da Lei nº 11.892/2008, as finalidades e características
dos Institutos Federais são:

I - ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus


níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas
na atuação profissional nos diversos setores da economia, com
ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e
nacional;
II - desenvolver a educação profissional e tecnológica como
processo educativo e investigativo de geração e adaptação de
soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e
peculiaridades regionais;
III - promover a integração e a verticalização da educação básica à
educação profissional e educação superior, otimizando a
infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de
gestão;
IV - orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e
fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais
locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades
de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de
atuação do Instituto Federal;
V - constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de
ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular,
estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à
investigação empírica;
VI - qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do
ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo
capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das
redes públicas de ensino;
VII - desenvolver programas de extensão e de divulgação
científica e tecnológica;
VIII - realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção
cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o
desenvolvimento científico e tecnológico;
IX - promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de
tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do
meio ambiente. [ Grifos nossos]

No que se refere ao ensino superior, de acordo com o Art. 7º da referida


Lei, “observadas as finalidades e características definidas no Art. 6 o, são
objetivos dos Institutos Federais”:

9
VI - ministrar em nível de educação superior:
a) cursos superiores de tecnologia visando à formação de
profissionais para os diferentes setores da economia;
b) cursos de licenciatura, bem como programas especiais de
formação pedagógica, com vistas na formação de professores
para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e
matemática, e para a educação profissional;
c) cursos de bacharelado e engenharia, visando à formação
de profissionais para os diferentes setores da economia e
áreas do conhecimento. [Grifos nossos]

No sentido de atendimento das finalidades, dos princípios, das diretrizes


e dos objetivos destacados acima, foi aprovado o Projeto Pedagógico
Institucional do IFBA (PPI) em que são evidenciados o perfil institucional e as
diretrizes e concepções político-pedagógicas (IFBA, 2013).
O IFBA, com natureza jurídica de autarquia, é uma Instituição que atua
também na certificação de competências profissionais, com autonomia,
delimitada apenas por sua área de atuação territorial, para criação e extinção
de cursos, para registro de diploma dos cursos oferecidos, através de
autorização do seu Conselho Superior (CONSUP) e do seu Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). A Instituição atua na educação
superior, básica e profissional, de forma pluricurricular e multicampi no estado
da Bahia com seus 22 (vinte e dois) campi e 1 Polo de Inovação 2.
Conforme o atual PDI (2020-2024), a missão e a visão político-
institucionais do IFBA são (IFBA, 2019; p. 83):
a) Missão:
Promover a formação do cidadão histórico-crítico, oferecendo ensino,
pesquisa e extensão com qualidade socialmente referenciada,
objetivando o desenvolvimento sustentável do país.

b) Visão:
Transformar o IFBA numa Instituição de ampla referência e de
qualidade de ensino no País, estimulando o desenvolvimento do
sujeito crítico, ampliando o número de vagas e cursos, modernizando
as estruturas físicas e administrativas, bem como ampliando a sua

2 Atualmente, o IFBA é constituído por 22 (vinte e dois) campi (Salvador, Barreiras, Brumado,
Camaçari, Eunápolis, Euclides da Cunha, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê , Jacobina, Jequié,
Juazeiro, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus,
Seabra, Simões Filho, Ubaitaba, Valença e Vitória da Conquista); 01 (um) Núcleo Avançado
(Salinas da Margarida); 02 (dois) campi em fase de implantação, localizados em Jaguaquara e
Campo Formoso; 05 (cinco) Centros de Referência, também em construção, localizados nas
cidades de Itatim, Casa Nova, São Desidério, Camacã e Monte Santo; e 01 (um) Polo de
Inovação localizado no Parque Tecnológico da Bahia, Avenida Paralela, Salvador. (IFBA,
2022).

10
atuação na pesquisa, extensão, pós-graduação e inovação
tecnológica.

Coerente com seu perfil institucional, o PPI considera a necessidade de


“pensar e organizar as bases conceituais que fundamentam o trabalho
pedagógico da Instituição, fornecendo os princípios dos planos de curso,
ementas, planos de ensino, matrizes curriculares dos cursos, além de outros
aspectos da dinâmica educacional” (IFBA, 2013; p.19). Para tanto, o PPI foi
pautado na legislação educacional vigente no País, com destaque para a Lei
nº. 9394/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
De acordo com o PPI do IFBA (2013, p.46):
O ensino no IFBA deve ter por princípio a formação do sujeito
histórico-crítico e a vinculação com a ciência e tecnologia
destinada à construção da cidadania e da democracia, mediante o
enfrentamento a todas as formas de discriminação e
preconceito, a defesa do meio ambiente e da vida e a criação e
produção solidárias em uma perspectiva emancipadora. Deve
buscar ainda a articulação com a pesquisa e a extensão, de forma
integrada entre os diversos níveis e modalidades de ensino e áreas
do conhecimento, promovendo oportunidades para uma educação
continuada, da educação básica à pós-graduação.[ Grifos nossos]

Nesta concepção, os currículos dos cursos no IFBA devem observar a


continuidade do ensino e a “indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão” para prover conhecimentos técnicos pautados na ética e na
responsabilidade, no respeito mútuo, na solidariedade e no espírito coletivo
com vistas “a construir uma sociedade mais justa” (IFBA, 2013, p. 48,49).
Os conteúdos disciplinares precisam apresentar uma articulação
curricular que estimule a intermediação entre conhecimentos assimilados e
novos, e uma visão e postura crítica ao mesmo tempo construtiva de saberes.
Para tanto, a multidisciplinaridade, a interdisciplinaridade e/ou
transdisciplinaridade precisam ser devidamente consideradas nos currículos.
Além disso, os currículos dos cursos na Instituição precisam ter compromisso
e coerência com as realidades locais em que os campi atuam, com o objetivo
de atender carências existentes e combater as desigualdades para o
desenvolvimento socioeconômico, ambiental e tecnológico regional (IFBA,
2019).
Em outras palavras, uma concepção pedagógica de currículo norteada
pela aproximação dos alunos com as práticas profissionais e a realidade,

11
mediação de saberes e construção de alternativas para combater
desigualdades socioeconômicas, políticas e culturais em sua região e no
País.
Mais especificamente, o ensino superior no IFBA, o que compreende o
nosso Curso de Administração, deve “buscar uma formação que unifique
ciência, tecnologia e trabalho”, em termos da articulação entre saberes e
conhecimentos teóricos e práticos da área profissional e os “fundamentos da
formação humana integral”. Diante disso:
[...] as diretrizes curriculares para esse nível de ensino, e as diretrizes
específicas para cada curso e modalidade devem ensejar a
excelência no ensino superior sem, com isso, deixar de oferecer uma
formação que ultrapasse os limites das aplicações técnicas e que
insira a Instituição no processo de produção científica e tecnológica,
mediante tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável
de uma nação verdadeiramente cidadã. (IFBA, 2013, p.50)

Importa ressaltar que dentre os campi do IFBA, o Campus Salvador é o


mais antigo e apresenta maior quantidade de discentes e docentes, ofertando
cursos técnicos, nas modalidades de ensino médio integrado e subsequente, e
ensino superior e pós-graduação. São oferecidos atualmente no Campus
Salvador os seguintes cursos superiores: Administração; Licenciaturas em
Física, em Matemática e em Geografia; Tecnólogos em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, Gestão em Eventos e em Radiologia;
Engenharias Industrial Elétrica, Industrial Mecânica e Química; além das
Licenciaturas de Física e de Matemática na modalidade EAD em parceria com
a Universidade Aberta do Brasil (UAB).
A oferta dos doze (12) Cursos Superiores do IFBA Campus Salvador
apresenta justificativa frente ao contexto de importância socioeconômica,
político-institucional e regional do município de Salvador, onde está situada a
Reitoria do IFBA, e de sua Região Metropolitana.
Salvador é a terceira capital do Brasil em termos populacionais
(2.900.319 - população estimada); porém, ocupa apenas a posição de número
1918 de produto interno bruto (PIB) per capita entre os municípios brasileiros,
R$ 22.213,43, em 2019. Essa situação deriva de que o salário médio dos
trabalhadores formais em Salvador é de 3,4 salários mínimos, que, comparada
à realidade brasileira fica na 59ª posição e na Bahia na 4ª posição. Salvador

12
apresenta uma população ocupada de 28,7%, posição 581ª no âmbito nacional
e quarta na Bahia (IBGE, 2019)
Em relação ao PIB, a Bahia não difere da realidade nacional, em termos
do elevado nível de concentração e desigualdade regional. No ano de 2019, a
Região Metropolitana de Salvador (RMS), principal região econômica no
estado, apresentou participação de 41,87% do PIB baiano (SEI, 2022), em
virtude de abranger dois dos principais municípios em termos do PIB da região
Nordeste e da Bahia, quais sejam: Salvador e Camaçari. Salvador, sede do
governo do estado, ocupa a primeira posição no PIB entre os municípios
nordestinos, e apresenta participação no PIB estadual de 21,8% e de 51,9% da
RMS, com destaque para o setor de serviços, primazia estadual, nas áreas de
comércio e administração pública, serviços industriais de utilidade pública, e na
indústria de construção civil e de alimentos. Já Camaçari, um dos dez maiores
PIB do Nordeste, acima das capitais João Pessoa, Teresina e Aracaju, e
segundo maior PIB estadual com 8,95%, é o principal município baiano na
indústria em geral, em virtude do Polo Petroquímico de Camaçari, tendo como
destaque a indústria de transformação com o segmento químico (SEI, 2022).

1.2 Contextualização Educacional


A Educação Superior no Brasil, nos últimos 40 anos, vem em um
processo contínuo de crescimento e expansão, tanto no número de Instituições
de Ensino Superior (IES) quanto na expansão dos Cursos e no aumento do
número de matrículas em todo país. Entre o período de 2006 a 2013 o país
apresentou um crescimento econômico o que impulsionou um aumento
exponencial no crescimento e na oferta de vagas no Ensino Superior. Embora
entre os períodos de 2014 e 2017 esse crescimento econômico tenha
desacelerado, observa-se um aumento, mesmo que seja tímido, na oferta de
cursos, do número de instituições (públicas e privadas) e no número de
matriculados (INEP, 2013, 2017a).
Com base nos dados do IBGE (2022), o período posterior, referente aos
anos de 2018 e 2019, a economia nacional manteve índices positivos de
crescimento, contudo, em ritmo desacelerado, atingindo 1,8% e 1,4%
respectivamente. No ano de 2020, devido à situação mundial de pandemia
provocada pela COVID19, que afetou significativamente a vida cotidiana dos
13
indivíduos, a capacidade de consumo das famílias, o fluxo e funcionamento dos
serviços e a produção industrial, o PIB do Brasil sofreu queda de 4,1%. Em
2021, embora tenha sido registrado um crescimento de 4,6%, a economia
ainda encontra-se em recuperação porque este número reflete uma
comparação com o ano anterior.
Mesmo diante deste cenário econômico, o volume de ingressos de
estudantes em 2020 teve um aumento significativo. Atribui-se esta elevação à
prática do ensino na modalidade à distância, modelo amplamente praticado na
pandemia. Conforme o Censo da Educação Superior (2020), identificou-se
queda de ingressos na modalidade presencial, mesmo assim, registra-se um
aumento geral, situação que foi ocasionada exclusivamente pelos ingressos na
modalidade à distância. Entre 2019 e 2020, identificou-se uma variação positiva
de 26,2% na modalidade à distância, enquanto nos cursos presenciais ocorreu
um decréscimo de 13,9%.
De acordo com os dados do Censo da Educação Superior, realizado
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
(INEP) de 2020, o número de IES no período somavam 2.457. Desse total,
2.153 eram IES privadas e apenas 304 eram IES públicas (INEP, 2020).
No que se refere à organização acadêmica, do total de 2.457, as
universidades totalizavam 203 (8,3%), 112 públicas e 91 privadas; os centros
universitários 322 (13,1%), 12 públicos e 310 privados; as faculdades 1.892
(81,4%), 140 públicas e 1.752 privadas; e os Institutos Federais (IFs) e
Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) (Grifo nosso)
totalizavam 1,7%, (40 IES).
No conjunto das IES, 2.153 (87,6%) eram IES privadas enquanto apenas
12,4% eram públicas. Ademais, no que se referem às IES públicas, do total de
304 dentre as 2.457 IES, 42,4% são estaduais, 38,8% são federais e 18,8%
são municipais, sendo que dentre as instituições federais 55,2% são
universidades e 33,9% são IFs e Cefets (INEP, 2022).
Segundo o INEP (2022), o número de matrículas em curso de
graduação, por organização acadêmica em 2020, estava distribuído da
seguinte forma, conforme Tabela 1.

14
Tabela 1: Número de instituições de educação superior e número de matrículas em
cursos de graduação, por organização acadêmica – Brasil – 2020

Fonte: INEP (2022)

A partir da tabela 1 acima, observa-se que os IFs e Cefets, que em 2020


possuíam 40 IES, concentram apenas 2,5% do número de matrículas em
cursos superiores. No entanto, cabe relativizar, que os IFs possuem uma rede
vasta em que oferecem também cursos de ensino médio profissionalizante e
subsequente, dentre outros, e, assim, com número de matrículas total muito
superior aos números apresentados na tabela.
Segundo o INEP (2022), no período de 2020 as 2.457 IES ofertaram
4.1953 mil cursos de graduação no país, sendo que dentre esses cursos
ofertados, o grau predominante era o de bacharelado (59,8%) cuja participação
em número de matrículas na educação superior foi de 55,1%. Vale destacar
que, em 2020, o grau tecnológico apresentou o maior crescimento de
ingressantes, 19,4%. Considerando o período de 2010 a 2020, apresentou uma
variação positiva de crescimento, em termos percentuais, de 156,7%.
Em 2020, segundo o INEP (2022), no que se refere à matrícula na
graduação, do total de 8,68 milhões de matrículas, 77,5% estavam
concentradas nas IES privadas, enquanto as IES públicas participavam com
22,5%. Quando comparado com o ano de 2019, as IES públicas diminuíram a
sua participação nas matrículas em 6,0% enquanto as IES privadas tiveram um
aumento de 3,1%. Entre 2010 e 2020, a matrícula na educação superior
aumentou 35,5%. Na comparação entre 2019 e 2020, identificou-se que o

15
número de matrículas na educação superior (graduação e sequencial), teve
uma variação positiva de 0,9% de matrículas.
Destaca-se ainda que no país para cada aluno matriculado na rede
pública há, em média, 2,1 alunos matriculados na rede privada em 2020. A
razão pode ser observada a partir do Gráfico 1, a seguir, com destaque para os
estados de São Paulo, Amazonas, Roraima, Bahia, Distrito Federal, Santa
Catarina e Rio de Janeiro, cujo número de matrículas na rede privada é maior
do que a média nacional.

Gráfico 1: Razão da matrícula por rede (privada/pública) nos cursos de graduação


presencial, por Unidade da Federação – Brasil – 2020

Fonte: INEP (2022)

Mais especificamente, no que se refere ao número de matrículas de


graduação presencial, por categoria administrativa (público e privada) por
região geográfica e unidade da federação, três Unidades da Federação
(Paraíba, Rio Grande do Norte e Roraima) das Regiões Nordeste e Norte, têm
o número de matrículas na rede pública praticamente igual à rede privada.
Tocantins tem a relação de uma para uma. São Paulo, Amazonas e Rondônia
têm uma proporção de alunos em cursos de graduação presencial na rede
privada igual ou maior que 3. Bahia, Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de
Janeiro também possuem essa relação maior que a média brasileira. Espírito
Santo tem a mesma relação da média brasileira. Assim, nota-se que se torna
imprescindível o aumento do número de matrículas na rede pública, em
especial no contexto educacional do estado da Bahia.
No que se refere ao número de matrículas na rede federal, em cursos de
graduação, por organização acadêmica, 82,2% estão nas universidades e
17,4% nos IFs e Cefets. De tal modo que universidades, IFs e Cefets
representam 99,5% do número de matrículas em cursos de graduação da rede
16
federal. Entre os períodos de 2015 e 2016, na rede pública, as matrículas
cresceram 1,9%, sendo, sobretudo, influenciado pelo crescimento da rede
federal (INEP, 2017a). Já entre os anos 2019 e 2020, as universidades
apresentaram um aumento de 5,0% no número de matrículas, o maior
crescimento percentual entre todas as organizações acadêmicas. Mais da
metade (54,3%) do total de matrículas estão nas universidades (4,7 milhões).
Isso se deve ao crescente aumento no número de matrículas na educação
superior (graduação e sequencial) que em 2020 continuou crescendo atingindo
8,680 milhões (INEP, 2020).
Em relação às vagas e ingressos, de acordo com o INEP (2017), em
2016 foram ofertadas, aproximadamente, 11 milhões de vagas nos cursos de
graduação, das quais 73,8% foram novas vagas e 26,2% vagas
remanescentes. No que se refere à participação da rede pública e privada, do
total das vagas ofertadas (11 milhões, aproximadamente), 93% do total das
vagas foram oriundas da iniciativa privada, enquanto, apenas, 7% correspondia
às vagas ofertadas pela rede pública.
Por outro lado, segundo o INEP (2017a), em 2016, mais de 90% das
novas vagas oferecidas nos cursos de graduação na rede pública federal foram
ocupadas, o que representa a maior taxa de ocupação dentre as diferentes
categorias administrativas (estadual, municipal e privada). Quando analisamos
o período entre 2010 e 2020, constata-se que a rede federal de educação
superior vem aumentando gradativamente a participação no número de
matrículas da rede pública ao longo dos anos (INEP, 2022).
No que se refere ao número de matrículas de graduação presencial, por
categoria administrativa (público e privada) por região geográfica e unidade da
federação, em 2016, do total de 6.554.283 matrículas, a região Sudeste
concentrava 46,09%, enquanto a região Nordeste, que ocupava a segunda
posição, concentrava 22,04%. Na sequência, a região Sul concentrava 15,40%,
Centro-Oeste 9,25% e o Norte 7,22% (INEP, 2017b). Em relação à região
Nordeste (1.444.368 matrículas no período), a Bahia respondia pelo maior
número de matrículas (327.672), correspondendo a 22,69% do total, seguida
pelo Ceará com, aproximadamente, 18% e Pernambuco com,
aproximadamente, 16%. Do total de matrículas no estado da Bahia, 31,69%

17
estavam nas instituições públicas e 68,31% nas instituições privadas (INEP,
2017b).

Quanto à modalidade de ensino, o número de matrículas em cursos de


graduação na modalidade a distância tem crescido a cada ano. Em 2020, esta
modalidade de ensino foi responsável por mais de 3 milhões de matrículas, o
que já representa uma participação de 35,8% do total de matrículas de
graduação. Ao mesmo tempo em que o número de matrículas em cursos de
graduação presencial diminuiu -9,4% entre 2019 e 2020, destaca-se que na
última década, entre 2010 e 2020, as matrículas de cursos de graduação a
distância aumentaram 233,9%, enquanto na modalidade presencial o
crescimento foi de apenas 2,3% nesse mesmo período (INEP, 2022).

Gráfico 2: Número de matrículas em cursos de graduação por modalidade de ensino.

Fonte: INEP, 2022.

O crescente aumento da participação da modalidade a distância


evidencia-se não somente quanto ao número de matrículas, mas também
quanto ao número de concluintes. Em 2020, a modalidade a distância
aumentou 26,7% do número de concluintes em cursos de graduação em
relação a 2019. No mesmo período, o número de concluintes em cursos de
graduação presencial teve queda de 6,0%. (INEP, 2022).

Vale destacar que, em função da crise da COVID-19, de proporção


global, as instituições de ensino se viram obrigadas, a fim de garantirem o
cumprimento de normas sanitárias, a suspender as aulas presenciais no ano
de 2020, com retomada gradual somente a partir de 2021. Organizações do
mundo todo precisaram se adaptar às novas formas digitais de trabalhar, entre

18
elas, as atividades de ensino e aprendizagem remotos, a partir do
desenvolvimento de aulas que utilizassem meios e Tecnologias de Informação
e Comunicação (TIC).

Neste contexto, surge o Ensino Remoto Emergencial, que se caracteriza


por um conceito que engloba o uso de soluções de ensino online e produção
de conteúdos remotos, por meio da adaptação das metodologias e estratégias
da sala de aula presencial, para a realidade não presencial da internet e de
seus recursos síncronos e assíncronos (POSSOLLI, 2021). O ensino remoto
emergencial está atrelado ao contexto pandêmico, que instalou uma crise
sanitária e obrigou a implantação do distanciamento social, e não deve ser
confundido com a modalidade da Educação a Distância (EaD).

Ainda de acordo com Possolli (2021), a concepção de EaD apresenta


uma equipe multiprofissional e também deve contar com a disponibilidade de
recursos tecnológicos, ofertando atividades pedagógicas e conteúdos por meio
de diferentes mídias e plataformas on-line. Lima (2021) acrescenta que a EaD
se define como o planejamento e organização englobando aspectos
administrativo, técnico, logístico e pedagógico da educação configurados para
o ensino-aprendizagem.

Essas experiências apontam que as ferramentas digitais são capazes de


catalisar e potencializar propostas educativas e atuarem na interação entre o
conhecimento e o sujeito desse conhecimento. Criando-se, assim, espaços
colaborativos e agilidade de comunicação inclusiva e globalizada, favorecendo
integração com ambientes virtuais e ferramentas tecnológicas, visando uma
aprendizagem adequada aos propósitos educacionais delineados na estrutura
curricular (CASTILHO, 2015; SCHNEIDER, 2017; DIAS, 2018).

É inegável que essa nova forma de adaptação do uso da tecnologia nas


aulas remotas instaura um novo momento pedagógico. Deste modo, as IES
não podem desconsiderar as formas de ensino remotas com o uso das TIC no
processo de construção do conhecimento. Santos (2020) chama atenção de
que essas modalidades fazem parte de um processo de democratização do
ensino porque facilitam que a educação chegue em lugares que nem sempre
dispõem de unidades físicas de IES. Nota-se que essa responsabilidade com a
democratização tem um peso ainda maior em relação às instituições públicas.
19
Uma outra consideração é que o desenvolvimento remoto de uma série de
atividades, entre elas o ensino, já quebrou paradigmas e está sendo
incorporado culturalmente pela sociedade.

Em paralelo, não se pode desconsiderar que existem locais em que o


acesso à internet não é uma realidade e há falta de recursos financeiros para
se adequar ao novo formato. Visando uma perspectiva justa e igualitária, as
políticas públicas de inclusão digital precisam ser incluídas no rol de iniciativas
já existentes que concedem apoio ao estudante. Valente et al (2020) indicam
que desafios dessa natureza estão sendo resolvidos pelas instituições a partir
do empréstimo de equipamentos e auxílio financeiro para pagamentos de
internet através de bolsas regidas por editais.

Tampouco desconsidera-se que o ambiente escolar, além de propiciar


o aprendizado dos conceitos acadêmicos, proporciona aos jovens o contato
com saberes mais amplos, que também são relevantes, oportunizando
experiências de como interagir e se comportar em sociedade, por exemplo.
Ao mesmo tempo, o Plano Nacional de Educação 2014-2024 trata as
tecnologias como potentes agentes transformadores da educação. Embora
seja necessário reconhecer que avanços e investimentos financeiros ainda são
necessários para garantir a sua estruturação no âmbito educacional.

Pelo exposto, reflexões acerca da prática pedagógica e de mediação na


utilização de TIC, considerando um cenário híbrido, tornam-se pertinentes
neste contexto. Possolli (2021) mostra que o significado de ensino híbrido no
Brasil está atrelado a promulgação da Portaria nº 4.059/2004, e atualizada pela
Portaria nº 1428/2018, que criam respaldo para o uso de recursos on-line e
semipresencial, e abrem para a possibilidade de ampliação da carga horária de
20% de atividades a distância para 40% nos cursos originalmente presenciais.

O ensino híbrido, na compreensão da priorização do uso de


metodologias ativas que contemplem os objetos de aprendizagem digitais, cria
a possibilidade de geração de indicadores positivos na aplicação de estratégias
pedagógicas na implementação desta modalidade híbrida, com destaque para
a metodologia da sala de aula invertida como um indicador em potencial.

O conjunto dos desafios e potencialidades em relação à educação


híbrida, contemplam uma série de metodologias inovadoras, utilizando o
20
ambiente virtual para o apoio dessas novas abordagens. Objetiva-se ritmo e
dinâmica no processo de ensino-aprendizagem, e uma interação mais digital na
construção do conhecimento, com a participação ativa do estudante na
utilização das estratégias integradas em rede. (POSSOLLI, 2021).

Ademais, o preparo dos professores universitários dentro de uma nova


prática pedagógica e de mediação na utilização de TIC em cenário híbrido
torna-se imprescindível, e pressupõe a oferta de cursos e capacitações. Neste
sentido, faz-se necessário o suporte institucional para docentes no processo de
uso das TIC, buscando instaurar uma nova cultura de utilização de recursos e
ferramentas inovadores no processo ensino-aprendizagem.

Importa salientar, conforme destacam Santos e Scheffer (2012), que não


basta o mero uso das tecnologias nas aulas, é necessário também repensar os
modos tradicionais de ensino, trazendo mudanças nas posturas de alunos e
professores. Se por um lado o docente deve buscar métodos de ensino
dinâmicos, criativos, interativos, por outro lado, o discente deve ter uma
postura mais ativa, sendo o protagonista de sua aprendizagem.

O exercício dessas reflexões sobre as diversas possibilidades de


metodologias de ensino e uso das TIC, neste tópico de Contextualização
Educacional, é fundamental para a compressão dos impactos que o período
recente de pandemia provocaram na educação. O conhecimento e
reconhecimento acerca da capacidade de contribuição das tecnologias com a
educação é um passo muito importante no caminho para sua expansão e
consolidação.

2. JUSTIFICATIVA

No mundo inteiro, a atividade turística contabiliza cifras e empregos


consideráveis, corroborando com tal visão, o Conselho Mundial de Viagens e
Turismo (WTTC) pontua que no processo de retomada pós-pandemia COVID-
19, o setor representará 11,3% da economia global, movimentando ao menos
US$ 14,6 trilhões ao longo dos próximos dez anos (2022-2032). (CNC, 2022).

21
O Brasil dentro dessa ótica desponta para a atividade econômica do
turismo em razão das suas características de diversidade sócio cultural e
ambiental. (MTUR, 2015).
A área de Turismo, Hospitalidade e Lazer tem a grande tarefa de
divulgar as riquezas culturais e naturais do nosso planeta, assim como tem a
missão de zelar pela sua guarda e valorização, que é de responsabilidade
daqueles que trabalham nesse setor.
Do mesmo modo, integrando a área de Turismo, Hospitalidade e Lazer,
o segmento de eventos movimenta empresas e cidades, gerando demanda de
serviços variados e especializados. Esse setor tem se mostrado uma área de
atuação promissora no Brasil.
O turismo de negócios e eventos é uma das maiores revelações da
indústria nacional de viagens na última década. O aumento do fluxo
de empresários e trabalhadores tem gerado renda aos destinos,
especialmente nos períodos de baixa temporada. O segmento
representa 13% do Produto Interno Bruto (PIB), tem 60 mil empresas
e 2 milhões de microempresários. (CNC, 2022).

Nos últimos anos o mercado de eventos no Brasil apresentou aumento


de 400% no período compreendido entre 2003 – 2013, no tocante a eventos
internacionais no Brasil. Somado a isso, as promotoras de feiras e
organizadoras de eventos se despontaram entre as empresas que
apresentaram maior crescimento no faturamento no mesmo período: 13,8% e
9,6% de acréscimo nas receitas, respectivamente. (MTUR, 2015).
O cenário promissor é afetado drasticamente com a pandemia do
Coronavírus, e segundo pesquisa realizada pelo Sebrae Nacional, Associação
Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC) e a União Brasileira de
Promotores de Feiras (UBRAFE), desvelou que 98% nas empresas do setor de
eventos foram impactadas diretamente com a Covid-19. Segundo a ABRAPE
(2021) mais de 450 mil postos de trabalhos formais foram perdidos neste
período.
Com a retomada gradual dos eventos, apesar de terem registrado
prejuízos de cerca de R$230 bilhões em 2020 e 2021, a Abrape (2022)
registrou que 56% das empresas já estão atuando normalmente em 2022. E a
expectativa é de que 590 mil eventos sejam realizados até o final de 2022, em
todo país.
22
Com a inserção dos eventos como oportunidade econômica de
desenvolvimento, e a retomada pós-pandemia, é importante que novas práticas
de utilização dos recursos naturais, culturais e socais sejam criadas, com base
em um pensamento e ação pautados nos princípios da sustentabilidade, que
possam garantir não só a viabilidade econômica, como também dos demais
recursos, como os naturais, altamente envolvidos no processo considerando a
produção e destinação de resíduos; utilização de fontes renováveis e uso de
equipamentos que otimizem e promovam a economia de energia em todas as
etapas que compõem um evento, ou seja, planejamento, operacionalização e
pós-evento.
De acordo com Associação Empresarial de Ananindeua/Acia, instituição
dedicada ao estudo e prática da sustentabilidade no meio empresarial, pouco
mais de 1% dos resíduos são corretamente destinados.
Para a Associação Empresarial de Ananindeua/Acia (2015):

Para um evento ser considerado sustentável, ele deve apresentar as


características dos três pilares da sustentabilidade (socialmente
responsável, ambientalmente correto e economicamente viável). “Os
valores passam pela ética, preocupação com a saúde, segurança e
acessibilidade, entre outros. Em um evento sustentável, a
preocupação com a ecoeficiência (7Rs) é fundamental. Percebe-se
que em um evento sustentável o desenvolvimento do projeto requer
uma criatividade muito maior de envolvidos do que nos eventos não
sustentáveis, como, por exemplo, na destinação correta de resíduos,
envolvimento da cultura local (artesanato, institutos ou ONGs) e
sempre mantendo a altíssima qualidade exigida pelo mercado de
eventos corporativos”. (ACIA, 2015)

Considerando ter a sustentabilidade três pilares: ambiental, econômico e


social; pensar o turismo sustentável é ir além dos aspectos ambientais. Desta
forma, a inclusão das comunidades locais na atividade turística é fundamental
para o desenvolvimento de ambos. Sem a participação da comunidade local,
dificilmente pode existir turismo sustentável. (COUTINHO, 2016)
Ressaltando ser o “turismo como um ‘alimento’ impulsionador do
desenvolvimento” (SCOTOLO; PANOSSO NETTO, 2015), é preciso conhecer
os fatores envolvidos na atividade turística do ponto de vista ambiental, social,
histórico e cultural. Para os autores:

23
[...]entende-se que projetos turísticos que considerem
prioritariamente as características locais, como o contexto
econômico-sócio-cultural, a capacidade de carga e o sonho
coletivo da população local podem contribuir positivamente
para o desenvolvimento local e podem minimizar os possíveis
impactos negativos da atividade turística. [...] São os sujeitos
locais, viventes de determinado lugar, os únicos capazes de
constatar se o turismo trouxe ou não melhora para sua
qualidade de vida e bem-estar social. (SCOTOLO; PANOSSO
NETTO, 2015. P. 57)

Essa concepção de atuação sustentável que assegura o crescimento e


manutenção das características sociais, históricas, culturais e ambientais das
localidades deve ser inserida na produção e promoção de todos os eventos
para atuarem com esse viés.
O Brasil por ser um País, em que cada uma das regiões que o
compõem, apresenta uma diversidade de recursos naturais e culturais, com
capacidade para alavancar o desenvolvimento econômico, como é o caso da
região Nordeste.
Nesse contexto, a Bahia apresenta um grande potencial para captação
de eventos de variadas dimensões. Tendo em vista, tanto os recursos naturais,
quanto os culturais que possui, como também os equipamentos turísticos
disponíveis, conforme quadro 1.

24
Quadro 1. Infraestrutura disponível por equipamentos para eventos em Salvador - Bahia

Centro de Arena Itaipava Fiesta HUB Salvador


Equipamento Convenções de Fonte Nova Convention
Salvador
Turístico
Estrutura
Disponível
Área (utilizada) 10.000m² 5.370m² 1.400m² 1.600m²
Salas/
capacidade
máxima 14.000 lugares 7.044 27 salões Espaços
Auditórios/ em eventos e lugares moduláveis moduláveis
capacidade 20.000 em 5.300 5.500 lugares
máxima shows lugares
Camarotes/capaci
dade máxima
Dimensão do Pequenos, Pequenos, Pequenos a Pequenos a
evento médios médios grandes grandes grandes eventos
grandes e e megaeventos eventos
megaeventos
Nº de vagas 1.400 2.000 230 -
Estacionamento
Acessibilidade 12 elevadores, 10 elevadores, 4 4
espaço para espaço para elevadores Elevadores e
cadeirantes e cadeirantes e escada rolante
assentos assentos
especiais e especiais
escadas rolante
Diferencial Área externa Espaço Salas de Abriga coworking
ampla com multifuncional e filmagem e e espaço para
vista para o multicultural, gravação funcionamento
mar capaz de acolher área de de startups
um público 756,00m²
diversificado com destinado a
demandas banquetes
variadas.
Sala VIP Sim Sim Sim Sim
Tipos de Eventos Shows, mostras, Eventos Casamento congressos,
congressos, esportivos, s, convenções,
convenções, desfiles, formaturas, encontros,
encontros, formaturas, eventos seminários,
feiras, feiras, Shows, corporativos simpósios,
seminários, mostras, exposições e
simpósios e congressos, outros.
outros. convenções,
encontros,
seminários,
simpósios,
exposições e
outros.

Fonte: Elaborado pelos autores (2023).

25
O cenário dos equipamentos turísticos se configura como uma
oportunidade para a expansão e captação de eventos no estado da Bahia, e
vem ao encontro de prognósticos positivos para o ano de 2022, com a
estimativa até dezembro de sediar mais de 30 congressos, seminários e
encontros, com um público estimado de 100.000 participantes, ocasionando
uma movimentação econômica na cidade de R$1bilhão.
No entanto, apesar da existência de espaços para a realização de
eventos de diversas tipologias, observa-se uma carência de profissionais
qualificados e/ou atualizados para atuarem de forma que os fundamentos
teóricos e práticos possam resultar em um serviço de qualidade.
É nesta vertente que se insere o papel do IFBA - Campus de Salvador,
especificamente, visando atender à demanda de formação de profissionais na
área de Eventos como fator decisivo para colaborar na qualificação dos
serviços turísticos na cidade de Salvador. Sendo sua contribuição à valorização
da cultura local por meio de conteúdos que discutem, enfatizem e dialoguem
com habilidades e conhecimentos oriundos das comunidades nas quais estão
inseridos.
A concepção de educação que ancora as práticas pedagógicas do IFBA,
em todos os níveis de ensino, tem sua base na pedagogia histórico-crítica,
conforme apresentadas no PPI (2013). De acordo com esse instrumento
Institucional:
A educação profissional de nível superior, no Projeto Pedagógico
Institucional do IFBA, nas modalidades Bacharelado, Tecnologia e
Licenciatura, deve buscar uma formação que unifique ciência,
tecnologia e trabalho, bem como atividades intelectuais e
instrumentais, isto é, a articulação entre os conhecimentos teóricos e
práticos da formação profissional com os fundamentos da formação
humana integral. (IFBA-PPI, 2013, p. 33)

Com o intuito de cumprir com o seu papel social oferecendo à população


um ensino de qualidade, que atenda às demandas sociais existentes, nas mais
diversas modalidades, ancorada no princípio de formação multirreferencial
promovendo a construção da cidadania.

[...] os cursos superiores do IFBA, observando as diretrizes


curriculares para esse nível de ensino, e as diretrizes específicas para
cada curso e modalidade, devem ensejar a excelência no ensino
superior, sem com isso deixar de oferecer uma formação que
ultrapasse os limites das aplicações puramente técnicas, e inserir a
Instituição no processo de produção científica e tecnológica, mediante
26
tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável de uma
nação verdadeiramente cidadã. Portanto, o ensino de graduação do
IFBA está articulado com os demais níveis de ensino da Instituição,
com a pesquisa e com a extensão, e reflete uma política nacional de
educação, ciência e tecnologia que visa à qualidade acadêmica.
Nesse sentido, suas ações devem sempre primar pela garantia de
acesso, permanência e êxito dos sentidos. (IFBA-PPI, 2013, p.36)

Desse modo, o curso superior de Tecnologia em Gestão de Eventos em


consonância com os pressupostos do IFBA, busca ao longo do percurso
formativo dos estudantes estabelecer essa interação durante o
desenvolvimento dos componentes curriculares.
O Curso oferece o desenvolvimento teórico e prático, possibilitando o
egresso atuar como gestor ou consultor, com conhecimentos do mercado e
suas tendências, obtendo visão global e criativa com capacidade na tomada
de decisões.

27
3. CONCEPÇÃO DO CURSO

3.1 OBJETIVOS DO CURSO

3.1.1 – GERAL

Formar Tecnólogos em Gestão de Eventos qualificados para atuarem em


empresas privadas, órgãos públicos e instituições afins, com pleno domínio dos
conhecimentos técnicos necessários à gestão de eventos.

3.1.2- ESPECÍFICOS

● Contribuir para a formação do ser social, crítico e reflexivo frente a


sua área de atuação profissional.
● Qualificar profissionais para o desempenho das atividades de:
planejamento, captação, organização, produção, operacionalização e
avaliação de diversos tipos de eventos, atendendo aos padrões de
qualidade e de responsabilidade exigidos.
● Oferecer uma formação com conhecimento especializado na área de
eventos para atuação em empresas públicas, privadas, instituições
afins ou como empreendedor autônomo, tais como: Clubes e
associações de turismo, esporte, lazer e cultura; Centros culturais;
Centros de convenções; Embaixadas e consulados; Empresas de
hospedagem; Empresas de organização de eventos; Órgãos públicos
de turismo, esporte, lazer e cultura; Parques temáticos, aquáticos e
cruzeiros marítimos; Instituições de Ensino, mediante formação
requerida pela legislação vigente.
● Formar profissionais qualificados para elaborar e aplicar projetos
relacionados à área de eventos, podendo atuar nos diversos
segmentos do mercado, como, Hotelaria, Cultura, Lazer, Esporte e
Filantropia.
● Contribuir para o desenvolvimento da atividade de eventos, por meio
de uma formação prática e reflexiva.

28
3.2. PERFIL DO EGRESSO

O perfil do concluinte do curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do


IFBA está de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de
Tecnologia. Pretende-se formar um profissional responsável para planejar,
organizar e coordenar projetos e a estrutura logística de eventos sociais,
esportivos, culturais, científicos, artísticos, corporativos, gastronômicos e
turísticos, públicos ou privados. Gerir conflitos, relacionamento e comunicação
entre a organização do evento, clientes, patrocinadores e fornecedores.
Analisar e avaliar a relação e os impactos do evento na comunidade receptora
e em todos os stakeholders, com o panorama de sustentabilidade ambiental,
social e econômica (CNCT 2022).

Para atuação como Tecnólogo em Gestão de Eventos, são fundamentais:

• Proficiência e conhecimento estratégico, tático e operacional para gerenciar


as ferramentas de marketing e inovar no desenvolvimento de novos produtos e
serviços de e para eventos.

• Conhecimentos e saberes técnicos, relacionados aos processos de gestão de


projetos, planejamento e coordenação, de diversos tipos e formas de eventos,
tanto do setor público quanto do privado, para a aplicação de princípios e
diretrizes de sustentabilidade e de protocolos de biossegurança na realização
de eventos.

• Capacidade para compreender e aplicar as leis de incentivo cultural e


esportivo e as inovações tecnológicas em prol do desenvolvimento dos
eventos.

O profissional formado pelo curso de Tecnologia em Gestão de Eventos


aprenderá a lidar com as questões específicas da produção das diversas
tipologias de eventos, podendo assim, abrir diversas frentes de trabalho. Além
da prática na organização dos eventos, o aluno do curso será
instrumentalizado com as ferramentas necessárias para o desenvolvimento
29
pleno da profissão agregando assim, valor e competitividade às organizações
que estiverem inseridos. Dessa forma, o egresso do IFBA estará apto a:

● Planejar, coordenar e organizar eventos sociais, esportivos, culturais,


científicos, artísticos, corporativos, gastronômicos e turísticos;
● Elaborar projetos de captação de recursos para os diversos tipos de
eventos, incluindo os editais;
● Prospectar e captar eventos, estabelecendo contatos e negociando com
instituições diversas, de natureza pública ou privada, utilizando as mais
variadas metodologias apropriadas para cada situação;
● Aplicar e gerenciar o cerimonial, protocolo e etiqueta formal;
● Coordenar serviços de entretenimento em eventos;
● Planejar a logística de eventos;
● Elaborar estudos de viabilidade operacional e financeira para eventos;
● Articular a comunicação entre a organização do evento, clientes e
patrocinadores;
● Coordenar estratégias de promoção e vendas de eventos;
● Desenvolver programas, roteiros e atividades de recreação
complementares a eventos;
● Prestar consultoria e assessoria em empresas e instituições diversas
para a realização de eventos;
● Vistoriar, avaliar e emitir parecer técnico em sua área de formação;
● Gerenciar, treinar e desenvolver equipes operacionais de eventos;
● Planejar e compor ambientes para diferentes eventos;
● Conhecer a legislação específica para a organização de eventos;
● Correlacionar os conhecimentos de várias disciplinas ou ciências com o
objetivo de realizar trabalhos em equipe, tendo em vista o caráter
interdisciplinar da Área de Turismo, Hospitalidade e Lazer;
● Desempenhar a função de agente educativo nas questões relativas a
eventos;
● Refletir os aspectos da realidade cotidiana e construir uma visão
ampliada que o auxilie a atuar com autonomia.

30
3.3. REQUISITOS DE ACESSO

Pode ingressar no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA


Campus Salvador o concluinte do ensino médio oficial ou aquele que obtiver
equivalência na forma da legislação educacional vigente. As formas de acesso
para ingresso no Curso estão assim definidas: Sistema de Seleção Unificada –
SISU (Decreto nº 9.034/2017, que altera o Decreto nº 7.824/2012); e na
condição de estudante especial ou ouvinte conforme as Normas Acadêmicas
do Ensino Superior vigentes. O ingresso pode ocorrer, também, por meio de
processo seletivo específico, para preenchimento de vagas residuais, nas
modalidades: Transferência Externa, Transferência Interna e Portador de
Diploma, conforme Edital próprio e Normas Acadêmicas do Ensino Superior
vigentes.
O processo seletivo através do SISU observa a Lei 12.711 de 29 de
agosto de 2012 (Lei de Cotas) e suas alterações e a Portaria MEC 18/2012,
que dispõe sobre ingressos nas Universidades e Institutos Federais. Tendo
também, a Resolução nº 31, de 09 de junho de 2016, que define o
preenchimento de 100% das vagas ofertadas para os cursos da Educação
Superior através do SISU – Sistema de Seleção Unificada.
A responsabilidade da elaboração das regras do processo seletivo para
preenchimento de vagas residuais, através de Edital próprio, é da comissão
designada pela Diretoria Geral.
Será admitida ainda a Transferência Compulsória, ou ex-ofício,
caracterizada pela continuidade dos estudos, a qual é independente de vaga
específica e poderá ser solicitada a qualquer época do ano para os casos
previstos em Lei. São ofertadas através do SISU, anualmente, 40 (quarenta)
vagas no curso no primeiro semestre de cada ano letivo. O número de vagas
indicado acima considera a infraestrutura física e tecnológica no Campus, que
é descrita no capítulo dez deste documento, e a quantidade de docentes que
atuam no Curso.

31
As aulas são ministradas predominantemente de segunda-feira a sexta-
feira no período noturno das 18:40h às 22h, com possibilidade de oferta de
disciplinas às 17h, e aos sábados no turno matutino.

32
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

A atualização da Organização Curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de


Eventos está fundamentada na legislação vigente para o ensino de graduação,
visando o atendimento da Resolução nº 07 do MEC, de 18 de dezembro de 2018, que
estabelece as Diretrizes para Extensão na Educação Superior Brasileira, e especifica
em seu Art. 4º que “as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% (dez
por cento ) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, as
quais deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos.”
Com isso e considerando os objetivos do curso, o perfil, competências e
habilidades, o presente projeto considera a formação de tecnólogos em Gestão de
Eventos que atuem não apenas na condição de gerentes ou funcionários em
entidades públicas e privadas, mas também, que possam ser protagonistas em
empreendimentos individuais, ou organizações sociais ou de base autogestionária. O
Curso deve ainda fomentar o aprendizado no desenvolvimento de tecnologias, de
métodos organizacionais, de pesquisas e práticas de extensão referenciadas na
perspetiva do desenvolvimento local, regional e nacional de forma a universalizar a
qualidade de vida e o bem estar social.
A concepção pedagógica do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do
IFBA, Campus Salvador, fundamenta-se também numa postura dialógica e de
reflexibilidade (PAULA; RODRIGUES, 2006), como forma de conhecimento e como
método de pensar a realidade nas suas relações entre ciência, tecnologia e
sociedade.
Esta concepção está em linha com o PPI/IFBA (2013, p. 36), que destaca:
Para a compreensão acerca da teoria pedagógica que fundamenta as práticas
educativas da instituição, elege-se a Pedagogia Histórico-Crítica, cujo termo
foi cunhado por Saviani para substituir o de concepção dialética, na medida
em que o mesmo causava dificuldades de compreensão em virtude da
confusão que se faz com a relação concepção dialética idealista em que a
“...dialética é concebida como relação intersubjetiva, como dialógica”
(SAVIANI, 2003, p.70)

Assim, as práticas pedagógicas serão desenvolvidas de forma articulada com


os conteúdos da área de Gestão de Eventos. Nesse sentido, o docente organizará,
selecionará e orientará a aprendizagem do discente, incentivando uma atitude crítica e

33
criativa diante dos desafios vivenciados na produção científica e tecnológica desse
campo teórico e prático do saber.
Sendo assim, considera-se a aprendizagem como uma (re)construção do
conhecimento pelo discente, em que o desenvolvimento de suas competências e
habilidades será possibilitado através da articulação entre ensino, pesquisa e
extensão, elementos estes indispensáveis à sua formação profissional.
O tratamento pedagógico dos conteúdos será baseado na adoção de práticas
condizentes com as peculiaridades de cada disciplina, ressaltando-se, os seguintes
postulados:
(i) a participação ativa dos sujeitos no processo de formação técnico-
acadêmica;
(ii) o estímulo à leitura como instrumento de ampliação e atualização de
conhecimentos de área;
(iii) a realização de atividades científicas a partir da produção de textos,
vivências e experimentos tecnológicos, participação em eventos científicos,
projetos de pesquisas e de extensão, além de outras metodologias capazes
de promover novas indagações científicas que favoreçam a apropriação do
conhecimento;
(iv) a integração do conhecimento a partir de atividades interdisciplinares nos
semestres letivos.

Dessa forma, com o objetivo de fazer cumprir os conteúdos em consonância


com o CNCT(2022) e o PPI do IFBA (2013), a carga horária do Curso de 1.930 horas
está distribuída nos conteúdos das disciplinas da seguinte forma:

 Disciplinas Obrigatórias;
 Disciplinas Optativas e
 Atividades Curriculares de Extensão (ACEX).

A estrutura curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA


Campus de Salvador está construída por 23 disciplinas obrigatórias que
correspondem a 92 créditos; 2 disciplinas optativas que correspondem a 8 créditos.

34
As disciplinas obrigatórias contemplam os campos de formação básica, de
formação profissional e são consideradas essenciais e indispensáveis para a
formação do discente.
A matriz compreende 30 disciplinas, dispostas em 6 semestres, perfazendo 122
créditos, com uma carga horária total de 1.930h. O Estágio Supervisionado que pela
sua importância na relação teoria e prática apresenta 160h. O Trabalho de conclusão
de Curso é oportunizado de forma diversificada podendo ser prático ou teórico, tendo
carga horária de 60h.
A matriz contempla as Atividades Curriculares Extencionistas (ACEX), de
caráter obrigatório, em três momentos distintos da formação com carga horária total
de 210h.
A seguir, apresenta-se a Matriz Curricular, conforme Tabela 2.

Tabela 2: Matriz Curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos

Primeiro Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisit semana Teórica Prátic Extensã Total
o l a o

Captação de EVE102 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


Eventos e a
Recursos

Planejament EVE103 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


oe a
Organização
de Eventos

Língua e LET125 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


Comunicaçã a
o

Matemática MAT203 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


a

Inglês I LET133 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


a

TOTAL 20 20 300 - - 300

Segundo Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total

Eventos EVE107 EVE102 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Sociais e EVE103

35
Corporativos

Gestão ADM536 MAT203 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Estratégica
de Custos

Etiqueta, EVE108 - Obrigatória 4 4 60 - - 60


Cerimonial e
Protocolo

Alimentos e EVE123 - Obrigatória 4 4 60 - - 60


Bebidas em
Eventos

Inglês II LET134 LET133 Obrigatória 4 4 60 - - 60

TOTAL 20 20 300 - - 300

Terceiro Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd C.H C.H C.H. C.H
requisito semana . Teórica Prátic Extensã Total
l a o

Empreendedoris ADM55 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


mo 0 a

Ética e EVE129 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


Desenvolviment a
o Humano
Gestão de EVE122 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60
Marketing em a
Eventos

Inovação em EVE901 EVE10 Obrigatóri 4 4 - - 60 -


Projetos Sociais - 2 a
ACEX EVE10
3

Espanhol I LET135 - Obrigatóri 4 4 60 - - 60


a

TOTAL 20 20 240 - 60 240

Quarto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total

Eventos EVE112 EVE102 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Técnicos, EVE103
Científicos e
Promocionais

Metodologia EVE124 LET125 Obrigatória 4 4 60 - - 60

36
da Pesquisa
Relações EVE125 - Obrigatória 4 4 60 - - 60
Públicas

Evento como EVE902 EVE901 Obrigatória 6 6 - - 90 -


Ação Social -
ACEX

Espanhol II LET136 LET135 Obrigatória 4 4 60 - - 60

TOTAL 22 22 240 - 90 240

Quinto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total

Eventos EVE126 EVE102 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Artísticos e EVE103
Culturais

Gestão de EVE127 - Obrigatória 4 4 60 - - 60


Segurança
e Meio
Ambiente
Gestão de ADM537 - Obrigatória 4 4 60 - - 60
Pessoas I

Evento EVE903 EVE902 Obrigatória 4 4 - - 60 -


como
Difusão
Cultural -
ACEX

Libras I LET137 - Obrigatória 4 4 60 - - 60

TOTAL 20 20 240 - 60 240

Sexto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total

Tópicos EVE130 EVE102 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Avançados EVE103
em Eventos EVE107
EVE112
EVE126

Estágio EVE120 70% da Obrigatória 4 4 - - - 160


Supervisiona carga
do horária

37
total

Trabalho de EVE128 EVE124 Obrigatória 4 4 60 - - 60


Conclusão
de Curso

Optativa I - - Optativa 4 4 60 - - 60

Optativa II - - Optativa 4 4 60 - - 60

TOTAL 20 20 240 - - 400

Carga Horária de Créditos Obrigatórios: 1.320


Carga Horária de Créditos Optativos: 120
Carga Horária de Créditos de Extensão: 210
Carga Horária de Créditos de Estágio: 160
Carga Horária Total: 2.930
Número Total de Créditos: 122
4.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Foram consideradas disciplinas obrigatórias àquelas cuja raiz, de forma direta,


atendem às prerrogativas da formação necessária para a área da gestão em Eventos.
Os conteúdos obrigatórios foram concebidos na matriz curricular do Curso,
apresentada acima, de forma interligada, contemplados nas ementas de cada
disciplina de modo a dialogarem, interdisciplinarmente, através das práticas
pedagógicas de ensino de cada docente responsável pelas disciplinas.
Assim, busca-se garantir que as formações propostas dos componentes
curriculares sejam complementares entre si, e que os discentes desenvolvam
competências e habilidades, capacitando-os para integrar os conhecimentos
adquiridos no contexto em que estão inseridos.

4.2 DISCIPLINAS OPTATIVAS

São consideradas disciplinas optativas as que poderão compor de livre


escolha, dentro das opções oferecidas, atender à complementação da formação do
estudante, de acordo com a necessidade do mesmo em aprofundar e aperfeiçoar sua
formação.
Soma-se a flexibilidade das ofertas de disciplinas optativas, objetivando a
formação complementar de conhecimentos discutidos nas disciplinas obrigatórias e a
possibilidade de flexibilização da formação discente através de estudos de caráter
transversal. As optativas são disciplinas do Curso de Gestão de Eventos e demais
38
graduações do IFBA, Campus Salvador que compõem a sua estrutura curricular
apresentada no atual PPC.

A tabela abaixo, apresenta as disciplinas optativas oferecidas pelo Cursos em


Gestão de Eventos.

Tabela 3: Disciplinas Optativas

Disciplina Código Ch total


Gestão Social ADM 571 60
Liderança, Gestão de Equipes e Competências ADM 527 60
Geografia Cultural GEO 145 60
Libras II LET 138 60
História e Cultura Afro-Brasileira HIS 001 60
Educação e Relações Étnicas e Raciais EDU164 60
Educação e Trabalho HUM154 60
Gestão de Pessoas II ADM 514 60
Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística ADM 593 60
Filosofia HUM 100 60
Sociologia HUM 101 60
Estado e Sociedade HUM 151 60
Direito e Legislação Social ADM 540 60
Psicologia Aplicada ao Trabalho HUM 102 60
Autogestão, Associativismo e Cooperativismo ADM 583 60
Gestão Socioambiental e Sustentabilidade ADM 584 60
Ambientação e Decoração em Eventos EVE 131 60
Eventos Esportivos EVE 132 60
Gestão da Qualidade na Área de Turismo EVE 133 60
Gestão e Organização dos Meios de Hospedagem EVE 134 60
Geografia do Turismo GEO 139 60
Oratória EVE 138 60
Patrimônio Histórico e Cultural no Turismo EVE 135 60
Sistemas Hoteleiros EVE 136 60
Aspectos Históricos e Eventos EVE 137 60
Vida e Carreira EVE 139 60
Fonte: Elaborada pelos autores (2022) .

4.3 ESTÁGIO SUPERVISIONADO


39
Com relação a disciplina Estágio Supervisionado, de acordo com o Art. 11 da
Resolução Nº 05/2021, trata-se de componente curricular direcionado à interação com
o mercado de trabalho e para atender aos objetivos contemplados no PPC do Curso.
Considerando a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre a
regulamentação de estágio de estudantes, esta atividade é entendida como:

Art. 1o Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no


ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de
educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação
especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional
da educação de jovens e adultos.

A referida Lei, em seu parágrafo 2 o, explica que “o estágio visa ao aprendizado


de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular,
objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho”.
Portanto, trata-se de atividade complementar importante de formação
profissional, que objetiva a inserção do educando no mundo do trabalho e o
desenvolvimento da capacidade de aplicação prática dos conteúdos estudados.
Para atender a essa exigência legal, o IFBA/Campus de Salvador, por meio da
Resolução nº 009 de 20 de julho de 2016, que estabelece as condições da
organização e do funcionamento da Extensão e das Relações Comunitárias do
IFBA/Campus Salvador (IFBA, 2016a), normatiza a atividade de estágio curricular, na
qual explicita no Art.10º, parágrafo 6º:

por estágio e emprego, entendem-se todas as atividades de prospecção de


oportunidades de estágio/emprego, em consonância com a operacionalização
pedagógica e administrativa dos mesmos. O estágio é atividade educacional
supervisionada regida pela Lei nº. 11.788, de 25 de Setembro de 2008 e sua
operacionalização é administrada pela DIREC, conforme descrito neste
regulamento.

Ademais, conforme o Art. 15º, instituiu-se a coordenação de Estágios e


Egressos, que possui, dentre outras atribuições, apoiar o desenvolvimento de ações
de integração escola-empresa-comunidade para o de estágios e “desenvolver
mecanismos de divulgação aos estudantes das oportunidades de estágio voltadas
para os cursos oferecidos pela instituição” (IFBA,2016).
O Estágio Supervisionado é requisito para integralização curricular e obtenção
do grau de tecnólogo em Gestão de Eventos. Essa atividade é um componente

40
curricular obrigatório, com carga horária de 160 horas, que deve ser cursado por
estudantes que integralizaram um mínimo de 70% da carga horária total do curso.
Para cumprir o Estágio Curricular Supervisionado, o acadêmico deverá estar
regularmente matriculado no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA e
na disciplina Estágio Supervisionado. É vedada para efeito de estágio curricular
supervisionado atividades que não desenvolvam as competências pertinentes ao
tecnólogo em Gestão de Eventos.
O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser realizado em organizações
públicas e/ou privadas, após a celebração e assinatura do Termo de Compromisso de
Estágio firmado entre o IFBA e a organização concedente, de acordo com as
definições contidas no Regimento Interno do Estágio Curricular Supervisionado do
Curso de Tecnologia em Eventos.
A celebração de convênios e as estratégias para gestão da integração entre
ensino e mundo do trabalho no âmbito do curso, são realizadas pela Diretoria de
Extensão e de Relações Empresariais e Comunitárias, do Campus Salvador,
considerando as competências previstas no perfil do egresso.
O Professor Orientador enquanto responsável pelo acompanhamento do Estágio
curricular, tendo como mecanismos de planejamento, acompanhamento e avaliação
do estágio os seguintes itens:
(i) Plano de Estágio (conforme modelo vigente) aprovado pelo Professor
Orientador;
(ii) Reuniões do aluno com o Professor-Orientador;
(iii) Visitas ao local onde se desenvolve o estágio, por parte do Professor
Orientador, sempre que necessário;
(iv) Relatório de Estágio, com cópia da Ficha de Avaliação do aluno na Empresa,
que deve ser apresentado ao Professor Orientador ao final do Estágio.
Assim, as atividades de Estágio Curricular Supervisionado deverão ser
cumpridas de acordo com os critérios e atividades aqui apresentadas e em
observância ao Regulamento de Extensão do Campus Salvador (IFBA, 2016a),
Cartilha de Estágio do IFBA, Campus Salvador, emitida pela Diretoria de Extensão do
Campus e as Normas Acadêmicas do Ensino Superior vigentes na instituição.
Ressalta-se ainda, que as atividades de extensão (excluindo-se as ACEX) e de
iniciação científica na educação superior, na área de eventos, desenvolvidas pelo
41
estudante durante o Curso, bem como, as atividades que incluam planejamento e
operacionalização de eventos, em diversas tipologias e cargas horárias, poderão ser
aproveitadas e contabilizadas às cargas horárias efetivadas, que juntas computem a
carga horária mínima de 160 horas, para equiparação do cumprimento do Estágio
Supervisionado, mediante apreciação prévia do Orientador(a) de Estágio e do
Colegiado do Curso.

4.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Como etapa conclusiva do curso o aluno deverá desenvolver um Trabalho de


Conclusão de Curso – TCC, obedecendo às normas estabelecidas pelo Manual de
TCC (APÊNDICE 01), que define os procedimentos para a sua realização em
concordância com as normas acadêmicas e o código de ética do IFBA.
Para obtenção do diploma de Tecnólogo de Gestão em Eventos, o aluno deverá
igualmente desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso, em um dos seguintes
formatos:

Trabalho de Conclusão de Curso Científico: consiste no modelo tradicional de


pesquisa, podendo culminar em monografia ou artigo científico, podendo ser
bibliográfico e/ou contemplar pesquisa de campo.

Trabalho de Conclusão de Curso Consultoria: consiste na realização de projeto de


consultoria ou relato técnico a partir da execução de Eventos sob a coordenação do
(a) estudante.

Durante o desenvolvimento, o aluno terá a orientação presencial ou/e on line,


com acompanhamento de um Professor/Orientador do corpo docente do curso e/ou,
excepcionalmente, por professores dos campi do IFBA e de outras instituições de
ensino superior, quando isso se fizer necessário pelas especificidades do projeto do
TCC. E é prevista uma carga horária de 60 horas para a execução desta etapa no 6º
semestre.
A construção do TCC deverá ser acompanhada, em todas as etapas, pelo
Professor Orientador, tendo para o planejamento, acompanhamento, controle e
avaliação, inicialmente, os seguintes instrumentos:
42
1) Elaboração de um Projeto/Plano de Trabalho específico, aprovado pelo
Professor Orientador;
2) Reuniões periódicas do aluno com o Professor Orientador;
3) Avaliação e defesa pública do TCC perante uma banca examinadora presencial
ou on line, composta por, no mínimo, 3 (três) docentes, dentre os quais, o
Professor Orientador. E caso necessário, a revisão deverá ser feita
obrigatoriamente para que o estudante obtenha a aprovação.

A sua exigência como requisito de conclusão tem como objetivo, estimular o


espírito investigativo, perfil básico para o Tecnólogo e a continuidade da formação em
outros níveis que, normalmente, também dependem da cultura investigativa.

4.5 ATIVIDADES DE EXTENSÃO

A transformação de Centro Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia


(CEFET-BA) para Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA)
demandou adequações de parâmetros pedagógicos como a indissociabilidade entre o
ensino, pesquisa e extensão, sendo esse um dos princípios descritos no Projeto
Pedagógico Institucional (PPI, 2013). Para Frutuoso (2020), a indissociabilidade pode
promover a interação entre a instituição de ensino e os diversos setores da sociedade
de modo a promover um impacto na formação discente. Moita e Andrade (2009)
abordam no seu trabalho a importância da indissociabilidade entre ensino-pesquisa-
extensão reforçando a importância da extensão até na pós-graduação:

Desconsiderar a extensão – excluindo-a das atividades de ensino e


pesquisa na pós-graduação – é não só promover a dissociação que
fere a indissociabilidade e reproduz um velho modelo acadêmico
como perder um vasto e indispensável terreno de descobertas e
aprendizagens que, acima de tudo, situa as ciências no seu justo
lugar de saberes a serviço do ser humano, histórica e socialmente
compreendido (MOITA E ANDRADE, 2009, p. 273)

A extensão é um processo que retroalimenta o ensino e a pesquisa em


articulação com os saberes e demandas da sociedade (FRUTUOSO, 2020). Em
outras palavras, ao estabelecer uma relação dialógica entre a instituição de ensino e a
43
sociedade, as atividades extensionistas articulam os saberes construídos
cientificamente no espaço acadêmico com os saberes construídos culturalmente pelos
diversos setores da sociedade promovendo uma troca de saberes entre os atores
envolvidos.
Sendo, então, a extensão indissociável do ensino e da pesquisa e, portanto,
importante para formação do(a) estudante, é possível concluir que os(as) estudantes
são um dos pilares da ação de extensão, conforme mostra a Figura 01.

Figura 01 - Interrelação entre os pilares de uma atividade extensionista.

Fonte: Frutuoso (2020)

44
Logo, não há ação de extensão sem participação discente e sem
troca de saberes com outros setores da sociedade. Dessa forma, as atividades
extensionistas possibilitam a aproximação dos(as) estudantes com problemas
reais da sociedade, os preparando para a prática profissional.
Portanto, por compreender a importância da extensão na formação
integral do(a) estudante, o curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do
Instituto Federal da Bahia - Campus Salvador atualizou o seu Projeto
Pedagógico de Curso (PPC) para incluir 210 horas de atividades extensionistas
na matriz curricular o que equivale a 10,88% da carga horária total do curso,
atendendo o requisito mínimo de 10% da RESOLUÇÃO Nº 7 MEC/CNE/CES,
DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018.

4.5.1 ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO (ACEX)

A atualização do presente PPC está em consonância com a


RESOLUÇÃO Nº 7 MEC/CNE/CES, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018, a
RESOLUÇÃO Nº 24 CONSEPE, DE 15 DE OUTUBRO DE 2021 e a Instrução
Normativa Conjunta nº 01/2022-PROEX/PROEN/IFBA, que estabelece as
diretrizes para implementação da curricularização da extensão no âmbito do
IFBA.

A curricularização da extensão consiste na inclusão das Atividades


Curriculares de Extensão nos cursos de graduação, sob a visão de uma
educação transformadora que articula o ensino, a pesquisa e a extensão de
forma indissociável, atuando na comunidade externa ao IFBA, em atendimento
às demandas socioeconômicas e cultural. No âmbito deste PPC, as atividades
extensionistas estão integradas à matriz curricular através de disciplinas
específicas de extensão denominadas Atividades Curriculares de Extensão
(ACEX).

As atividades extensionistas podem se inserir nas seguintes modalidades:

I - Programa: Conjunto de projetos, atividades e ações de extensão, como


cursos promovidos pelo extensionista, eventos e prestação de serviços,

45
desenvolvidos de forma articulada.

II - Projeto: descrição de atividades e ações processuais e contínuas de


natureza educativa, social e cultural, científica ou tecnológica, como cursos,
eventos e prestação de serviços, junto à comunidade.

III - As demais modalidades de extensão (eventos, cursos e oficinas) deverão


ser realizadas de forma vinculada aos Programas ou aos Projetos, no intuito
de garantir o direcionamento estratégico para consolidação das bases
teórico-prática-reflexiva, concebidas pelos colegiados dos cursos.

IV- Programa: Conjunto de projetos, atividades e ações de extensão, como


cursos promovidos pelo extensionista, eventos e prestação de serviços,
desenvolvidos de forma articulada.

V-Projeto: descrição de atividades e ações processuais e contínuas de


natureza educativa, social e cultural, científica ou tecnológica, como cursos,
eventos e prestação de serviços, junto à comunidade.

As demais modalidades de extensão (eventos, cursos e oficinas) deverão


ser realizadas de forma vinculada aos Programas ou aos Projetos, no intuito
de garantir o direcionamento estratégico para consolidação das bases teórico-
prática-reflexiva, concebidas pelos colegiados dos cursos.

4.5.2 ACEX no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos

Com vistas a cumprir os requisitos da curricularização da extensão


regulamentada pela Resolução nº 24 CONSEPE, de 15 de outubro de 2021 e
IN nº 01/2022 PROEX/PROEN/IFBA , no curso de Tecnologia em Gestão de
Eventos do IFBA Campus Salvador:

I - O componente curricular ACEX constará em matriz curricular, com ementa


de caráter genérico e carga horária definidas neste PPC;
46
II- As ACEX serão distribuídas ao longo do curso, em, no mínimo, três
componentes curriculares deste PPC (ACEX I; ACEX II e ACEX III);

III - As ações de extensão deverão cumprir os requisitos constantes para


submissão de propostas existentes no Sistema Unificado de Administração
Pública (SUAP);

IV - As ACEX definidas na Matriz Curricular, corresponderá ao mínimo de


10% da carga horária total do curso;

V - As ACEX ficarão sob a responsabilidade de um/uma docente, que


orientará os(as) discentes, elaborará a prestação de contas e fará o
lançamento de notas e frequência no(s) sistema(s) de acompanhamento
técnico e pedagógico;

VI - Os componentes curriculares ACEX terão as suas atividades detalhadas


no Plano de Ação que deve ser registrado no SUAP.

No curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA Campus


Salvador, as atividades de extensão estão distribuídas em 3 disciplinas
ACEXs obrigatórias.

Figura 2: Fluxograma das ACEXs do Curso de Tecnologia em Gestão de


Eventos

Inovação em Evento como


Evento como
Projetos Difusão
Ação Social
Sociais Cultural
(ACEXII)
(ACEX I) (ACEXIII)
90h 60h
60h
Fonte: Elaborada pelos autores (2022)

47
Na ACEX I será proporcionado ao estudante identificar intervenções e
soluções inovadoras a partir das demandas da comunidade externa, por meio
de olhares interdisciplinares, atendendo as premissas orientadoras do IFBA no
que tange a interlocução com a comunidade externa, oferecendo assim, o
desenvolvimento de produtos ou serviços.
Na ACEX II será oportunizado ao estudante realizar um diagnóstico na
comunidade externa a ser escolhida por eles, buscando identificar temas
emergentes para concepção de eventos alinhados à temática, considerando a
própria comunidade externa enquanto público-alvo.
Na ACEX III o estudante terá a oportunidade de fomentar a economia
criativa por meio de intervenções/ações/eventos culturais, alinhados ao
perfil/interesse da comunidade externa escolhida por eles.
As ACEXs foram pensadas com uma estrutura de funcionamento
individual, cada uma terá o seu próprio projeto e será executado no período
dentro do semestre que a mesma for ofertada. No entanto, a ACEX I é pré-
requisito da ACEX II e a ACEX II é pré-requisito da ACEX III respectivamente.
Todas as ACEXs do curso são eminentemente práticas e sua carga horária
está em consonância com suas especificidades.

4.5.3 DA SUBMISSÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

As ACEXs serão cadastradas no módulo de extensão do Sistema


Unificado de Administração Pública (SUAP) seguindo as orientações e
procedimentos definidos pela Diretoria de Extensão e Relações Comunitárias
(DIREC) do IFBA Campus Salvador e podem ter duração semestral ou anual,
a depender do planejamento docente.

I - quanto à sua relação com a comunidade externa, visando identificar a


interação dialógica com os outros setores da sociedade e a interação com
os(as) estudantes e a identificação do impacto na formação discente;

II - quanto à análise da carga horária destinada à execução da disciplina


ACEX, uma vez que, por se tratar de disciplinas integralmente extensionistas,
a sua carga horária será, exclusivamente, para planejamento e
desenvolvimento das atividades do projeto de extensão.

48
Não serão aprovados projetos das disciplinas ACEXs que utilizem parte
da sua carga horária para atividades de ensino.

4.5.4 DA AVALIAÇÃO DAS ACEXS

A avaliação da participação do(a) discente nas ACEX deve priorizar os


aspectos processuais e culminar, na elaboração e operacionalização de
projeto do evento que será executado e/ou em alguns casos ser em
apresentação de relatório, seminário, portfólio ou publicações, em
conformidade com as Normas Acadêmicas do Ensino Superior em vigor.

Nesse sentido, o desenho curricular assegura a acessibilidade, a


flexibilidade, a interdisciplinaridade e a relação teoria e prática.

4.5.5 APROVEITAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

O IFBA Campus Salvador incentiva e promove a participação da


comunidade acadêmica nos diversos editais de extensão, sejam internos do
Campus Salvador e da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) ou de órgãos
externos para fomento das atividades.
É possível o aproveitamento de outras atividades de extensão
vinculadas a editais da PROEX, do Campus de Salvador ou de órgãos
externos, para fins de cômputo de carga-horária das ACEX, levando em
consideração o protagonismo discente e o diálogo com os diversos setores da
sociedade, após apreciadas e aprovadas pelo Colegiado do Curso.

O(A) estudante fará jus ao aproveitamento das disciplinas ACEX, desde


que ele faça a solicitação ao colegiado do curso e:

I - Nos casos de projetos realizados no âmbito do IFBA, a atividade tenha sido


cadastrada como projeto de extensão no SUAP e aprovado pela Diretoria de
Extensão e Relações Comunitárias do Campus Salvador (DIREC) e/ou pela
PROEX;

49
II - O(A) estudante apresente documentação que comprove carga horária
compatível com a disciplina que pretende solicitar aproveitamento;

III - A atividade desenvolvida esteja compatível com a formação do curso


prevista neste PPC e da disciplina que pretende solicitar aproveitamento;

IV - Não haja duplicidade de creditação.

Os projetos e programas de extensão a serem aproveitados como carga


horária para cumprimento das ACEX poderão ser propostos por docentes ou
por servidores(as) técnico administrativos(as), desde que haja um(a) docente
na equipe de execução, e deverão estar adimplentes junto ao IFBA e/ou
agências de fomento.

4.6 EQUIVALÊNCIA ENTRE AS MATRIZES CURRICULARES

Como parte do esforço de atualização do PPC, as disciplinas do Curso


de Gestão em Eventos foram adequadas às novas demandas. Desta forma,
fez-se necessário a eliminação, a revisão de nomenclatura, ementas e de
conteúdos, bem como a inserção de disciplinas optativas e ACEXs. O quadro
abaixo apresenta as adaptações curriculares realizadas por semestre, as quais
servirão para a orientação da migração curricular pelos discentes, caso
necessário.

Quadro 2: Equivalência entre disciplinas

1º SEMESTRE
CURRÍCULO ANTERIOR CURRÍCULO NOVO OBSERVAÇÕES
Turismo, Hospitalidade e _ Disciplina excluída da matriz nova e
Entretenimento – EVE 101 conteúdos inseridos na disciplina EVE103.
Captação de Eventos e Recursos – Captação de Eventos e Sem alteração
EVE102 Recursos – EVE102
Planejamento e organização de Planejamento e organização Sem alteração
Eventos – EVE 103 de Eventos – EVE 103
Elaboração de Projetos – EVE 104 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE124.
Língua e Comunicação – LET125 Língua e Comunicação – Sem alteração
LET125
Matemática Financeira – MAT204 Matemática – MAT203 Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina MAT203.
Projeto Integrador I – EVE 106 - Disciplina excluída da matriz nova e
conteúdos inseridos na disciplina EVE130
Língua Estrangeira: Inglês I – Inglês I – LET133 Disciplina excluída da matriz nova e
LET121 substituída pela disciplina LET133, com
aumento de carga horária.

50
2º SEMESTRE
Empreendedorismo – ADM550 - Sem alteração, passou a ser ofertada no 3º
Semestre.
Comunicação Organizacional – ADM - Disciplina excluída da matriz nova e
509 conteúdos inseridos na disciplina EVE125
Eventos Sociais e Corporativos – Eventos Sociais e Sem alteração
EVE107 Corporativos – EVE107
Contabilidade de Custos – ADM505 Gestão Estratégica de Disciplina excluída da matriz nova e
Custos – ADM536 substituída pela ADM536.
Etiqueta, Cerimonial e Protocolo – Etiqueta, Cerimonial e Sem alteração
EVE108 Protocolo – EVE108
Língua Estrangeira: Inglês II – Inglês II – LET134 Disciplina excluída da matriz nova e
LET122 substituída pela disciplina LET134, com
aumento de carga horária.
Administração Mercadológica I – - Disciplina excluída da matriz nova e
ADM515 substituída pela EVE122 (ofertada no 3º
semestre).
Projeto Integrador II – EVE110 - Disciplina excluída da matriz nova por ter
conteúdo sobreposto, conteúdos existentes
na disciplina ADM550.
- Alimentos e Bebidas em Disciplina inserida na matriz nova.
Eventos – EVE123
3º SEMESTRE
Tecnologia e Inovação em Eventos – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE111 conteúdos inseridos na EVE122.
Eventos Técnicos, Científicos e - Sem alteração, passou a ser ofertada no 4º
Promocionais – EVE112 Semestre
Direito e Legislação Social – ADM540 - Disciplina passou a ser optativa.
Gestão da Qualidade – ADM512 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE133, como
optativa.
Língua Estrangeira: Espanhol I – Espanhol I – LET135 Disciplina excluída da matriz nova e
LET123 substituída pela disciplina LET135, com
aumento de carga horária.
Gestão de Pessoas II – ADM514 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina ADM537,
ofertada no 5º semestre.
Projeto Integrador III – EVE113 Inovação em Projetos Disciplina excluída da matriz nova e
Sociais – EVE901 (ACEX I) substituída na parte prática pela ACEX I
(EVE901), e a parte teórica é ofertada em
EVE102 e EVE103. Disciplina EVE901,
inserida na matriz nova, atendendo as
prerrogativas da curricularização da
extensão.
- Ética e Desenvolvimento Disciplina inserida na matriz nova.
Humano – EVE 129
- Gestão de Marketing em Disciplina inserida na matriz nova.
Eventos – EVE122
- Empreendedorismo – Sem alteração, deixou de ser oferecida no
ADM550 2º semestre.
4º SEMESTRE
Eventos Artísticos e Culturais – - Disciplina passou a ser ofertada no 5º
EVE115 semestre com novo código EVE126, por
ter ementa alterada.
Ética, Cidadania e Responsabilidade - Disciplina excluída da matriz nova e
Social – EVE116 substituída pela disciplina EVE129,
ofertada no 3º semestre.
Relações Públicas – ADM552 Relações Públicas – Disciplina sofreu modificação na ementa e
EVE125 conteúdos.
Gestão de Segurança e do Meio - Disciplina sofreu alteração na ementa, nos
Ambiente – ADM581 conteúdos, no nome e mudança de código
(EVE127), passando a ser oferecida no 5º
semestre.
Língua Estrangeira: Espanhol II – Espanhol II – LET136 Disciplina excluída da matriz nova e
LET124 substituída pela disciplina LET136, com

51
aumento de carga horária.
Alimentos e Bebidas – EVE117 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE123,
ofertada no 2º semestre.
Projeto Integrador IV – EVE118 Evento como Ação Social – Disciplina excluída da matriz nova e
EVE 902 (ACEX II) substituída na parte prática pela ACEX II
(EVE902), e a parte teórica é ofertada em
EVE102 e EVE103. Disciplina EVE902,
inserida na matriz nova, atendendo as
prerrogativas da curricularização da
extensão.
- Eventos Técnicos, Disciplina sem alteração e antes ofertada
Científicos e Promocionais – no 3º semestre.
EVE112
- Metodologia da Pesquisa – Disciplina nova em substituição à disciplina
EVE124 EVE104.
5º SEMESTRE
Seminários Avançados em Eventos – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE119 substituída pela disciplina EVE130,
ofertada no 6º semestre.
Estágio Supervisionado – EVE120 - Disciplina sem alterações, passou a ser
ofertada no 6º semestre.
TCC – Trabalho Monográfico – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE121 substituída pela disciplina EVE128,
ofertada no 6º semestre.
Língua Estrangeira: Libras – LET112 Libras I – LET137 Disciplina passou de optativa para
obrigatória e alterada carga horária.
- Eventos Artísticos e Disciplina passou a ser ofertada no 5º
Culturais – EVE126 semestre com novo código EVE126, por
ter ementa alterada, substituindo EVE115.
- Gestão de Segurança e Disciplina sofreu alteração na ementa, nos
Meio Ambiente – EVE127 conteúdos, no nome e mudança de código
(EVE127), substituindo a disciplina
ADM582.
- Gestão de Pessoas I – Disciplina inserida na matriz nova,
ADM537 substituindo a disciplina ADM514.
- Evento como Difusão Disciplina inserida na matriz nova,
Cultural – EVE903 (ACEX atendendo as prerrogativas da
III) curricularização da extensão.
6º SEMESTRE
- Tópicos Avançados em Disciplina inserida na matriz nova,
Eventos – EVE130 substituindo a disciplina EVE119.
- Estágio Supervisionado – Disciplina sem alterações, passou a ser
EVE120 ofertada no 6º semestre.
- Trabalho de Conclusão de Disciplina inserida na matriz nova substituindo
Curso – EVE128 disciplina EVE121, passou a ser ofertada no
6º semestre. Com mudança de ementa,
conteúdo, nome e código.
- Optativa I Disciplina inserida na matriz nova.
- Optativa II Disciplina inserida na matriz nova.
Fonte: elaborado pelos autores (2023).

52
4.7 CULTURA AFRO-BRASILEIRA, EDUCAÇÃO AMBIENTAL, EDUCAÇÃO
EM DIREITOS HUMANOS E DISCIPLINA DE LIBRAS

4.7.1 Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-


Brasileira, Africana e Indígena

Inserido em seu contexto, na Cidade de Salvador, o Curso de Tecnologia


em Gestão de Eventos do IFBA assume a temática da Educação das Relações
Étnico-Raciais enquanto eixo transversal, como também será abordada nos
conteúdos de disciplinas obrigatórias do curso, conforme destacado na
sequência. Tal preocupação articula-se com o PDI e PPI Institucionais, tendo
em vista a articulação com a realidade social e com o papel da instituição junto
às demandas políticas, econômicas e sociais da região.
Conforme a Resolução CNE/CP N. 1/2004 (CNE; CP, 2004), cabe às
instituições de ensino superior incluir em suas disciplinas e demais atividades a
temática da educação étnica e racial, abordando conteúdos relacionados ao
afrodescendente, à sua história, tradições e cultura. Em conformidade com a
Lei Nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 que institui a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (LDBN), trata-se de criar condições para a
consolidação de valores multiculturais, para a valorização da cultura africana
em sua dimensão constitutiva do país, fortalecendo nossa identidade nacional
e nossa democracia. Trata-se de longo caminho a ser percorrido, tendo em
vista a secular e originária violência que o afrodescendente tem sofrido na
história do país.
O tema das relações étnicas e raciais na educação e no trabalho é
amplo e pode ser abordado por diferentes áreas de conhecimento e teorias. Há
longa tradição nas ciências humanas e sociais junto ao tema, com ricas e
variadas perspectivas, sendo algumas temáticas abordadas em algumas
disciplinas obrigatórias do curso como, Eventos Sociais e Corporativos,
Espanhol I, Alimentos e Bebidas em Eventos, Tópicos Avançados em Eventos
e Trabalho de Conclusão de Curso. E nas optativas, a exemplo de Educação e
Relações Étnicas e Raciais, Sociologia, Filosofia, Psicologia Aplicada ao
Trabalho e Direito e Legislação Social.

53
A inserção de temas referentes à cultura e à história africana, articulados
com o percurso formativo do gestor em eventos, constitui-se em eixo
transversal essencial neste projeto, expresso em discussões e trabalhos
realizados em algumas disciplinas, além de atividades de extensão e pesquisa.
Além disso, a Jornada das Relações Étnico-Raciais, evento anual
institucional que conta com a participação de referências intelectuais e sociais
do tema, oferece uma oportunidade para o desenvolvimento de pesquisa e
extensão para o estudante.
Cabe destacar que na construção do presente PPC, foram observados
os dispositivos normativos descritos no Quadro 3, a seguir.

Quadro 3: Dispositivos normativos observados na construção do PPC

Lei Fonte
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, nos termos
da Lei Nº 9.394/96 (LDB).
Lei Nº 10.639/2003, que inclui no currículo oficial da
Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática da
História e Cultura Afro-Brasileira.
Lei N° 11.645/2008. Altera a Lei Nº 10.639/2003.
Resolução CNE/CP N° 1/2004, que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana.
Parecer CNE/CP Nº 3/2004.
Fonte: Elaborado pelos autores a partir de dados da pesquisa (2022).

4.7.2 Educação Ambiental

O meio ambiente, por muito tempo, ficou de fora das temáticas centrais
tratadas pelos governos em nível global. Com o aumento da produção
industrial, elevação do crescimento populacional e a escassez de recursos,
além do aquecimento global, potencializado com o consumo de combustíveis
fósseis, que há décadas vêm preocupando a sociedade em função das
mudanças climáticas, a temática passou a ser objeto de política pública
internacional, nacional e subnacional em virtude da necessidade de ações,
iniciativas, e estratégias que contribuam para a promoção de um
desenvolvimento sustentável seja na dimensão social, ambiental, econômica,
cultural e geográfica.
54
Como a sociedade atual herdou o acúmulo de prejuízos gerados pelas
sociedades que lhe antecedeu somado aos prejuízos ainda gerados pela
cultura atual, surge para esta geração a tarefa de efetivar mudanças na
condução do desenvolvimento desta sociedade.

Conforme prevê o Art. 225 da Constituição Federal de 1988, “todos têm


direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do
povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à
coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras
gerações”

Nesse sentido, a educação ambiental, juntamente com as ações


governamentais e da iniciativa privada, é de fundamental importância no
processo de construção de ações e iniciativas e na sua implementação, que
contribuam para que as gerações atuais e futuras desfrutem do direito ao meio
ambiente, de melhor qualidade de vida, e menor risco a saúde em função dos
excessivos poluentes que são emitidos para a atmosfera e devido ao grande
volume de resíduos sólidos (BRAGA, 2002) que são gerados ao meio
ambiente, em muito dos casos, sem o tratamento adequado.

Segundo o MEC (2012) no âmbito do Brasil, o termo educação


ambiental “[...] não é empregado para especificar um tipo de educação, mas se
constitui em elemento estruturante que demarca um campo político de valores
e práticas, mobilizando atores sociais comprometidos com a prática político-
pedagógica transformadora e emancipatória capaz de promover a ética e a
cidadania ambiental” (p.1).

A educação ambiental é um componente essencial e permanente da


educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os
níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal
(MMA, 1999).
O Artigo 1º, da lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 (MMA, 1999) define o
conceito de educação ambiental como:
os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem
valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas
para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial
à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

55
Sendo assim, como todas as atitudes comportamentais do homem
reúnem um conjunto de significados culturais formados e apreendidos ao longo
de um processo histórico vivido por sua sociedade, torna-se imprescindível que
a educação ambiental seja contínua e transversal, em todos os níveis da
educação formal, tal como propõe o artigo 2 da lei 9.795/99.

Diante do exposto, preocupado com o profissional que forma e com os


desafios coexistentes desencadeados pelas questões ambientais, sociais e
econômicas, o curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA, Campus
de Salvador, busca atender a Constituição Federal de 1988, em seu Art. 225, a
Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 (MMA, 1999), regulamentada pelo Decreto
nº 4.281 de 25 de julho de 2002 (MMA, 2002) tomando a Educação Ambiental
de modo transversal, contínuo, permanente e interdisciplinar na matriz
curricular do curso.

Com esta percepção, a Educação Ambiental pode ser abordada em


diversos conteúdos ministrados nas disciplinas do curso, seja pensado nos
aspectos históricos do conteúdo, quanto no desenvolvimento deste conteúdo
até as suas aplicações contextuais e tecnológicas ao longo da história,
exaltando seu caráter transversal e possibilitando também a criação de projetos
interdisciplinares.
A estrutura curricular permite aos docentes criarem estratégias para a
realização de atividades de caráter interdisciplinar de modo a promover a
relação entre os conteúdos teóricos da Educação Ambiental e a prática nos
eventos.
Além da abordagem na disciplina Gestão de Segurança e Meio
Ambiente, é realizado um projeto interdisciplinar nas disciplinas Planejamento e
Organização de Eventos e Captação de Recursos e Eventos, onde é elaborado
um projeto técnico, cujo conteúdo proporciona aos estudantes desenvolverem
o entendimento sobre a Sustentabilidade nos vários campos de atuação.

A educação ambiental também é aplicada de forma transversal durante


o planejamento dos eventos, tendo em vista a Sustentabilidade nos próprios
eventos, na utilização de material biodegradável, na coleta seletiva dos
materiais utilizados, na utilização consciente dos recursos naturais, bem como,

56
na educação dos participantes quando da utilização dos espaços. Atendendo
desse modo, a legislação. (BRASIL, 2002)

Este profissional deve constituir-se em agente transformador capaz de


ajustar-se com rapidez aos avanços da ciência e da tecnologia no
estabelecimento de uma nova ordem econômica, social, ambiental, cultural e
geográfica.
Em síntese, dentre os dispositivos legais que norteiam a prática da
educação ambiental na matriz curricular do Curso em tela, estão os descritas
no quadro abaixo.

Quadro 4: Dispositivos normativos observados na construção do PPC

Lei Fonte
Constituição da República Federativa do
Brasil de 1988
Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999 - Dispõe
sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências.
Decreto nº 4.281 de 25 de julho de 2002 que
regulamentou a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental, e dá outras
providências.
A Resolução nº 2, de 15 de Junho de 2012
que estabeleceu as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental.
Fonte: Elaborado pelos autores (2022).

Por fim, a Educação Ambiental surge como uma estratégia, educativa e


social, que tem como expectativa desenvolver culturas conscientes da limitação
do ser humano na sua relação com os recursos naturais, renováveis e não
renováveis, existentes no planeta.

4.7.3 Educação em Direitos Humanos

O Curso De Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA visa considerar


o Parecer CNE/CEB nº 8/2012, de 30 de março de 2012 e a Resolução nº 1, de
30 de maio de 2012, que orientam para obrigatoriedade da inserção dos
conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos na
organização dos currículos de cursos e programas em todos os setores da
educação.
57
De acordo com o Parecer CNE/CEB nº 8/2012, de 30 de março de 2012
o curso deverá tomar a Educação de Direitos Humanos (EDH) de forma:
(i) transversal, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e
tratados interdisciplinarmente; ou,
(ii) como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no
currículo; ou
(iii) de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e
disciplinaridade.
Dentre os vários conceitos para a Educação de Direitos Humanos
(EDH), tomar-se-á neste texto o proposto no artigo 2 da a Resolução nº 1, de
30 de maio de 2012:
A Educação em Direitos Humanos, um dos eixos fundamentais do
direito à educação, refere-se ao uso de concepções e práticas
educativas fundadas nos Direitos Humanos e em seus processos de
promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de
sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas.

Os Direitos Humanos, histórica e socialmente construídos, são frutos da


luta pelo reconhecimento, realização e universalização da dignidade humana.
Também dizem respeito a um processo em constante elaboração, ampliando o
reconhecimento de direitos em face das transformações ocorridas nos
diferentes contextos sociais, históricos e políticos.
Nesse processo, a educação vem sendo entendida como uma das
mediações fundamentais tanto para o acesso ao legado histórico dos Direitos
Humanos quanto para a compreensão de que a cultura dos Direitos Humanos
é um dos alicerces para a mudança social. Assim sendo, a educação é
reconhecida como um dos Direitos Humanos e a Educação em Direitos
Humanos é parte fundamental do conjunto desses direitos, inclusive do próprio
direito à educação.
As profundas contradições que marcam a sociedade brasileira indicam a
existência de graves violações destes direitos em consequência da exclusão
social, econômica, política e cultural que promovem a pobreza, as
desigualdades, as discriminações, os autoritarismos; enfim, as múltiplas formas
de violências contra a pessoa humana. Estas contradições também se fazem
presentes no ambiente educacional (escolas, instituições de educação superior
e outros espaços educativos).

58
Cabe aos sistemas de ensino, gestores, professores e demais
profissionais da educação, em todos os níveis e modalidades, envidar esforços
para reverter essa situação construída historicamente. Em suma, estas
contradições precisam ser reconhecidas, exigindo o compromisso dos vários
agentes públicos e da sociedade com a realização dos Direitos Humanos.

Neste contexto, a Educação em Direitos Humanos emerge como uma


forte necessidade capaz de reposicionar os compromissos nacionais com a
formação de sujeitos sócio-históricos de direitos e de responsabilidades. Ela
poderá influenciar na construção e na consolidação da democracia como um
processo para o fortalecimento de comunidades e grupos tradicionalmente
excluídos dos seus direitos.

Como a Educação em Direitos Humanos requer a construção de


concepções e práticas que compõem os Direitos Humanos e seus processos
de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana, destina-se a
formar crianças, jovens e adultos a participar ativamente da vida democrática e
exercitar seus direitos e responsabilidades na sociedade, também respeitando
e promovendo os direitos das demais pessoas. É uma educação integral que
visa o respeito mútuo, pelo outro e pelas diferentes culturas e tradições
(BRASIL, 2011).

Deste modo o Programa Mundial de Educação em Direitos Humanos


(PMEDH-2, 2010) que trata o da sua implementação na educação superior,
destaca a responsabilidade das IES com a formação de cidadãos éticos
comprometidos com a construção da paz, da defesa dos direitos humanos e
dos valores da democracia, além da responsabilidade de gerar conhecimento
mundial, visando atender os atuais desafios dos direitos humanos, como a
erradicação da pobreza, do preconceito e da discriminação e compreensão
multicultural.
Sendo assim, as responsabilidades das IES com a Educação em
Direitos Humanos, no ensino superior, estão ligadas aos processos de
construção de uma sociedade mais justa, pautada no respeito e promoção dos
Direitos Humanos, aspectos ratificados pelo PNEDH como forma de firmar o
compromisso brasileiro com as orientações internacionais.

59
Com base nisto, toda e qualquer ação de Educação em Direitos
Humanos deve contribuir para a construção de valores que visam a práxis
transformadora da sociedade, perpassando os espaços e tempos da educação
superior.
A Educação em Direitos Humanos (EDH) no Curso em Gestão de
Eventos do IFBA deve ser transversalizada, abrangendo o ensino, a pesquisa,
a extensão. De modo a obedecer a base legal para a EDH, no ensino, por
exemplo, seus temas e conteúdos são incluídos no currículo do curso através
da oferta de seminários, da inclusão de conteúdos em disciplinas obrigatórias
Ética e Desenvolvimento Humano, Gestão de Pessoas I, Tópicos Avançados
em Eventos e Trabalho de Conclusão de Curso e no âmbito das optativas são,
Direito e Legislação Social, Estado e Sociedade, Filosofia, Sociologia, Gestão
de Pessoas II.
O Conselho Nacional de Educação, através do seu texto orientador para
a elaboração das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos
(CNE, 2011, p. 24) destaca que nas atividades de extensão, a inclusão dos
Direitos Humanos no Plano Nacional de Extensão Universitária enfatiza o
compromisso das universidades com a promoção e a defesa dos Direitos
Humanos. E ainda salienta:
[...]é oportuno lembrar, a este respeito, a necessidades das
Instituições de Ensino Superior atenderem demandas não só
formativas, mas também de intervenção por meio da aproximação
com os segmentos sociais em situação de exclusão social e violação
de direitos, assim como os movimentos sociais e a gestão pública. Às
IES cabe, portanto, o papel de assessorar governos, organizações
sociais e a sociedade na implementação dos Direitos Humanos como
forma de contribuição para a consolidação da democracia.

Espera-se que as IES contemplem os Direitos Humanos como seus


princípios orientadores e a Educação em Direitos Humanos como parte do
processo educativo. Sem o respeito aos Direitos Humanos não será possível
consolidar uma democracia substancial, nem garantir uma vida de qualidade
para todos. Será preciso o compromisso com a construção de uma cultura de
direitos, contribuindo para o bem estar de todos e afirmação das suas
condições de sujeitos de direitos.

60
4.7.4 Libras

A inclusão social precisa avançar e uma forma eficaz está em ampliar a


comunicação dos ouvintes para acolher todas as pessoas com deficiência
auditiva. Desse modo, o ensino de libras torna-se um recurso imprescindível no
caminho da inclusão, tendo como premissa o direito de todos à educação que
atenda às suas especificidades.

A disciplina de Libras para o Curso em Gestão de Eventos é ofertada


como obrigatória e optativa, respectivamente Libras I e Libras II,
semestralmente, pelo Departamento de Línguas Estrangeiras, nas modalidades
presencial, atendendo assim a Lei nº 10.436/2002 regulamentada pelo Decreto
nº 5.626/2005.

5. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

O currículo do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos é constituído


por componentes curriculares e atividades dispostas semestralmente, seguindo
uma orientação que oportunize a construção de conhecimento de forma
gradativa e ordenada, a fim de estimular a integralização em tempo adequado
para a formação do discente.

A concepção pedagógica metodológica do curso de Tecnologia em


Gestão de Eventos considera como um de seus princípios que a aprendizagem
é um processo de construção de autonomia do sujeito.

Para isso, fundamenta-se na articulação da teoria com a prática,


garantindo que às questões de acessibilidade pedagógica, atitudinal e
comunicacional sejam atendidas ao longo da formação, como prevê os
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior (INEP, 2013) que
ampliam a acessibilidade para além das questões arquitetônicas e se atem aos
outros âmbitos pedagógicos:

61
[...] na sala de aula se materializa na existência de recursos
necessários à plena participação e aprendizagem de todos os
estudantes. Esses recursos podem ser uma prancha de
comunicação, um mobiliário acessível, o uso do computador em sala
de aula como auxílio à aprendizagem, lupa, entre outros. Outro
recurso importante é a presença do intérprete de Libras na sala de
aula, nesse caso o professor ouvinte poderá ministrar suas aulas em
sua língua de domínio e, ao mesmo tempo, o aluno surdo receberá a
informação também em sua língua própria. A presença do intérprete
contribuirá para superar a barreira linguística e, consequentemente as
dificuldades dos estudantes surdos no processo de aprendizagem
(INEP, 2013. P. 43).

Assim, as premissas de uma educação inclusiva defendidas nesse PPC,


visam à flexibilização no currículo no curso, conforme o FORGRAD (2004):

Na flexibilização dos currículos, evidencia-se a importância de se


buscar e de se construir uma estrutura curricular que permita
incorporar outras formas de aprendizagem e formação presentes na
realidade social. Isso não significa, no entanto, que deva ser
subtraída à instituição formadora sua responsabilidade quanto ao
significado que essas experiências incorporadas devam ter para o
processo formativo (FORGRAD, 2004, p.210).

A ação pedagógica é desenvolvida de modo integrado com a atualização


e aprofundamento dos conteúdos da área de Turismo, Hospitalidade e Lazer
onde se insere o setor de Eventos. Neste sentido, o docente orienta a
aprendizagem do discente, incentivando uma atitude crítica e criativa diante
dos desafios vivenciados na produção científica e tecnológica da área.
De acordo com o PPI-IFBA, ao adotar os princípios epistemológicos e
filosóficos da abordagem Materialista Histórico Dialético é possível assumir
procedimentos de ensino no prosma da Pedagogia Histórico-Crítica, a qual
pressupõe uma análise da realidade socioespacial baseada nos princípios
materiais que a sustentam e que reagem dialeticamente com as condições
construídas historicamente pelo indivíduo. Ainda segundo o PPI-IFBA,
podemos afirmar que:
[...] a Pedagogia Histórico-Crítica busca resgatar a função precípua
da escola, que é dar acesso ao saber sistematizado, ao
conhecimento elaborado, construído historicamente pela humanidade,
organizando-o e fazendo as reflexões e críticas necessárias,
considerando o senso comum como ponto de partida e não de
chegada (PPI-IFBA, p.48).

Nesse olhar, considera-se a aprendizagem como uma (re)construção do


conhecimento pelo discente, onde o desenvolvimento de suas competências

62
será possibilitado por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão,
sendo, estes elementos, indispensáveis à sua formação profissional.
Além disso, busca-se inserir todo e qualquer sujeito no processo de
ensino-aprendizagem, atendendo a premissa definida pela Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. (BRASIL, 2000;
BRASIL(b), 2004; BRASIL, 2005; BRASIL, 2009; BRASIL, 2011; BRASIL, 2012;
BRASIL, 2015).

[...] a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da


escola regular, promovendo o atendimento às necessidades
educacionais especiais de alunos com deficiência, transtornos globais
de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. (MEC/SEESP,
2007, p.9)

As orientações metodológicas intrínsecas ao currículo, no que tange aos


saberes profissionais, compreendem as atividades realizadas em diversos
ambientes de aprendizagem onde os alunos são inseridos nas práticas do
mundo do trabalho por meio de:

● Projetos baseados em problemas;


● Projetos e Visitas técnicas interdisciplinares;
● Pesquisas virtuais em sites especializados na área de Turismo,
Hospitalidade e Lazer;
● Visitas técnicas supervisionadas em diversos equipamentos turísticos
visando à compreensão dos procedimentos pertinentes ao
desenvolvimento das atividades profissionais da área de Eventos;
● Estudo de caso para observação da vivência das rotinas profissionais;
● Participação em projetos de pesquisa na área;
● A realização de atividades práticas e científicas a partir da produção
de textos, aplicação das tecnologias em eventos e nos projetos
integradores;
● Apoio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e as TICS;
● Sala de aula invertida;
● Seminários;
● Discussões em grupo de casos presentes no contexto real;
● Atendimento individual ou coletivo realizado pelo docente aos
discentes.

63
As diferentes estratégias viabilizam o processo de ensino-aprendizagem,
flexibilizando a relação entre as disciplinas oferecidas em cada semestre. Esse
processo favorece a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade.

[...] o processo de flexibilização não pode ser entendido como uma


mera modificação ou acréscimo de atividades complementares na
estrutura curricular [...] Com essa abordagem, a flexibilização
curricular substitui o modelo de grade por uma nova estrutura que
possibilita ao aluno participar do processo de formação profissional;
rompe com o enfoque unicamente disciplinar e sequenciado a partir
de uma hierarquização artificial de conteúdos; cria novos espaços de
aprendizagem; busca a articulação teoria e prática como princípio
integrador (conectar o pensar ao fazer); possibilita ao aluno ampliar
os horizontes do conhecimento e a aquisição de uma visão crítica que
lhe permita extrapolar a aptidão específica de seu campo de atuação
profissional e propicia a diversidade de experiências aos alunos
(CABRAL NETO, 2004, pp. 13 - 14).

Nesse entendimento, busca-se desenvolver os conteúdos propostos nas


disciplinas, favorecendo a autonomia dos discentes na construção do
conhecimento, além de valorizar as diferentes formas de aprendizagens
presentes no perfil de cada aluno. Assim, as metodologias supracitadas
contemplam estratégias que permitem ao discente integrar os conhecimentos e
aplicá-lo em seu cotidiano, além de favorecer o acompanhamento contínuo das
atividades e desempenho do discente pelo docente.
Ademais, destaca-se que tais abordagens soma-se a uma proposta de
currículo flexível que favorece a complementação da formação do discente por
meio de vivências adquiridas através de programas de intercâmbios e
mobilidade acadêmica.

5.1 INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE

A proposta metodológica dos Cursos Tecnológicos do IFBA está


organizada em conformidade com as condições e situações vivenciadas pela
sociedade em seus contextos regionais e culturais, tendo em vista que é
preciso fazer do processo ensino e aprendizagem algo que não se realize
como uma imposição cultural, que coloque os saberes e conhecimentos
adquiridos ao longo da vida, em um nível inferior à cultura técnica e científica.
64
De acordo com esta metodologia, o currículo, como artefato cultural deve
ter uma estrutura dinâmica, para proporcionar uma mobilidade conceitual,
evitando uma definição prévia e padronizada dos conteúdos a serem
trabalhados (Pacheco, 1996). Justifica-se a ênfase conferida à adoção de
estratégias metodológicas que aproximam conhecimentos teóricos e práticos,
contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da percepção crítica e da
capacidade de pensar. Esta escolha se materializa por meio da utilização de
processos metodológicos diferenciados às disciplinas da matriz curricular,
concebidas de modo que atividades teóricas e práticas se complementem, e
pela sua aplicação em um conjunto de atividades de pesquisa e extensão,
presentes ao longo de todo o curso.
O objetivo básico da proposta de interdisciplinaridade é a articulação
entre os saberes formais e os saberes socioculturais dos alunos, o que
favorece maior objetivação dos conteúdos analisados e permite que o
educando não sinta que aprende algo abstrato ou fragmentado. Os
conhecimentos não serão unicamente disciplinares, mas terão sua estrutura
constituída por temas contextuais, multidisciplinares, que permearão a
elaboração de projetos de extensão social e cultural, interrelacionando diversas
experiências teóricas e práticas das áreas envolvidas numa concepção
globalizante do processo de ensino aprendizagem.
No desenvolvimento dos temas das atividades interdisciplinares é
indispensável que se tenha como preocupação um equilíbrio entre vivências,
necessidades educacionais e teorias a serem elaboradas. É fundamental
definir os fins a serem atingidos em cada ação, as questões que devem ser
priorizadas, e, sobretudo, possibilitar aos discentes o estabelecimento das
relações entre os diversos enfoques educacionais. Esse ponto de vista de
interdependência dos conteúdos será um instrumento para a compreensão e
ação sobre a realidade.
Considerando a interdisciplinaridade como uma forma de articulação de
um dado conhecimento convencional tratado em disciplinas diferentes de forma
simultânea e articulado, o curso de Tecnologia em Eventos promove desde o
primeiro semestre essa interação, evidenciando o compromisso em estabelecer
um ensino teórico-prático preconizado em seus objetivos.

65
As visitas técnicas são realizadas de forma interdisciplinar. Em cada
semestre os docentes se reúnem e decidem pelos locais e/ou
empreendimentos de interesse para o melhor aproveitamento dos discentes.
Ao longo do curso são realizadas visitas técnicas interdisciplinares nas
disciplinas: Captação de Eventos e Recursos, Planejamento e Organização de
Eventos; Eventos Artísticos e Culturais, Eventos e Corporativos, Etiqueta,
Cerimonial e Protocolo, Alimentos e Bebidas em Eventos, Eventos Técnicos,
Científicos e Promocionais, Espanhol I e II, Inglês I e II e Tópicos Avançados
em Eventos.
Nessa expectativa de integração entre os conteúdos das disciplinas
ministradas tem como proposta reforçar os conteúdos ministrados nas
disciplinas técnicas nos diversos semestres, por meio da realização de
atividades inovadoras e desafiadoras, a fim de demandar dos estudantes a
aplicação dos conhecimentos importantes ao desempenho profissional.

Segundo Moruzzi e Moruzzi (2010), “pode-se compreender que a


formação universitária deve compor um entendimento multidisciplinar, ou se
transforma a formação universitária em técnica, transforma-se o universal em
uno e o fundamental em instrumental. A transversalidade [...] apresenta-se
como princípio que possibilita resgatar o conhecimento em suas múltiplas
dimensões.”

No curso, a abordagem da transversalidade será desenvolvida por meio


de temas como: Educação Ambiental, Educação em Direitos Humanos,
Sustentabilidade, Acessibilidade, Gênero, Etnia, Condições de Trabalho, Saúde
e Qualidade de Vida; temas esses trabalhados em sala de aula, visitas
técnicas, seminários, eventos e atividades curriculares extensionistas.

As disciplinas que irão desenvolver os temas transversais estão dispostas


em todos os semestres, dentre elas: Captação de Recursos e Eventos,
Planejamento e Organização de Eventos, Eventos Sociais e Corporativos,
Etiqueta, Cerimonial e Protocolo, Eventos Técnicos, Científicos e
Promocionais, Eventos Artísticos e Culturais, Ética e Desenvolvimento
Humano, Gestão de Segurança e Meio Ambiente, Alimentos e Bebidas em
Eventos e Tópicos Avançados em Eventos.

66
Assim, busca-se desenvolver nos alunos a capacidade de correlacionar
os conhecimentos adquiridos no Curso com a sua experiência profissional, de
forma prática e objetiva. Como resultado espera-se desenvolver as seguintes
competências e habilidades:
(i) Sistematização e organização dos conhecimentos;
(ii) Desenvolvimento de capacidade de argumentação;
(iii) Análise e visão crítica;
(iv) Articulação dos conhecimentos e sua aplicação no contexto atual;
(v) Visão sistêmica da organização e da sua relação com o ambiente.

A abordagem interdisciplinar estimula o desenvolvimento do estudante,


buscando desenvolver a capacidade de correlacionar os conhecimentos
adquiridos com a sua prática profissional, bem como utilizá-los para refletir os
problemas reais a partir da realidade do mundo do trabalho.

5.2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO


PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM (TICs)

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) exercem um papel


cada vez mais importante na forma de nos relacionamos, nos comunicarmos,
aprendermos e vivermos.
A utilização de tecnologias nos ambientes de aprendizagem, com
aplicativos informatizados oportuniza momentos diferenciados de apropriação
do conhecimento, transformando o processo de ensino-aprendizagem de modo
mais interativo e abrangente, fator que permite ao professor ser mais efetivo no
projeto pedagógico adotado na Instituição e no Curso em Gestão em Eventos.
Acredita-se que as TICs podem e devem contribuir para o acesso do
discente do curso aos meios de produção, divulgação e reflexão sobre a
produção do conhecimento, cujo impacto só poderá ser efetivo se a qualidade
de ensino e aprendizagem for prioritária.
A aplicação das TICs no Curso em Gestão de Eventos é associada aos
componentes curriculares e pode ser contemplada através de : acesso aos
portais de conteúdo, a exemplo do Portal de Periódicos da CAPES e o Portal
Web of Science; Portal do aluno do IFBA; acesso online ao sistema de
bibliotecas do IFBA; bibliotecas virtuais; acesso dos alunos aos laboratórios de

67
informática e uso de programas de processador de texto, planilha de cálculo,
banco de dados, apresentação gráfica; projetos de desenvolvimento científico
e tecnológico em comunicação e informação; utilização de softwares aplicados,
acesso à rede sem fio em qualquer espaço de forma livre no Campus; redes
sociais; videoconferências; o Sistema Unificado de Administração Pública
(SUAP); Moodle; Classroom; Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e Lousa
Digital.
Os procedimentos relacionados às TICs no curso obedecem às
orientações do Capítulo II do Título III da Lei Brasileira de Inclusão nº
13.146/2015, que aborda os processos de inclusão, e acessibilidade digital,
comunicacional e pedagógica. Nesse sentido, discentes com necessidades
específicas podem utilizar equipamentos disponibilizados pela CAPNE, a
exemplo de: Impressora Braile; Impressora em Relevo; Scanner de Voz; Lupas;
Máquina Braile; Linha Braile, Soroban, Lupas Manuais, Teclado com Colméia,
Dicionário em Libras, Plano Inclinado, Mesa para cadeira de rodas, Geoplano,
Dosvox, Virtual Vision, Motrix.
Por fim, considerando ainda a possibilidade de uso das Tecnologias da
Informação e Comunicação (TIC) no ambiente escolar, há que se considerar o
auxílio que pode ser dado aos professores em suas práticas pedagógicas.
Ferramentas já comuns na rotina diária como computadores, internet,
softwares, jogos eletrônicos, celulares exigem que a educação aumente o ritmo
de seu desenvolvimento tecnológico, tornando o ensino mais criativo,
estimulando o interesse pela aprendizagem.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – com base no Art. 81
da Lei no 9.394, de 1996 – estabelece a possibilidade das Instituições de
Ensino Superior (IES) ofertaram, na organização pedagógica e curricular dos
cursos reconhecidos, as disciplinas regulares na modalidade de Educação a
Distância (EAD).
Possibilidade que é regulamentada pela Portaria Ministerial nº 1.134, de
10 de outubro de 2016, (DOU de 11/10/2016, Seção 1, p. 21), através da qual
as disciplinas de Educação a Distância só poderão ser ofertadas, integral ou
parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse 20% (vinte por cento) da
carga horária total dos cursos e das aulas presenciais.

68
6. ACESSIBILIDADE

A educação inclusiva é um dos grandes desafios enfrentados no âmbito


educacional no país, particularmente pelas Instituições de Ensino superior
(IES) que têm se deparado com a necessidade de adotar estratégias de curto
prazo que contribuam para equacionar os problemas históricos de exclusão,
sobretudo os gerados em face do modelo usual de educação.

Nesse sentido, a discussão, fruto de um processo que vem sendo


construído há décadas, tem ganhado espaço nas pautas de reuniões e ações
governamentais, traduzidas em políticas públicas e ações dos governos
federal, estadual e municipal no território nacional.

Segundo o MEC e SEESP (2007) a busca por uma educação sem


segregação e discriminação é conformada por um conjunto de ações que para
além do pedagógico, envolve iniciativas socioculturais e políticas que integrem
todos os estudantes, promovam a aprendizagem e garantam o direito de todos,
o que implica em “[...] uma mudança estrutural e cultural da escola para que
todos os estudantes tenham as suas especificidades atendidas...” (p. 1).

Tomando como base os marcos legais mais recentes que dizem respeito
à acessibilidade: Lei Brasileira de Inclusão, nº 13.146, de 6 de julho de 2015;
Lei nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012, que trata da Proteção dos Direitos
da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, podemos observar o crescente
movimento de inserção da acessibilidade para a educação inclusiva.

Quadro 5: Marcos Legais nacionais considerados no PPC sobre acessibilidade e


educação inclusiva

Marco Legal Síntese Fonte


Lei nº 9394/96 – LDBN Educação Especial – Capítulo V
- Educação Especial
Decreto 3.298 de 20 Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro
de dezembro de 1999 de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a
que regulamentou a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência,
Lei nº 7.853 de 24 de consolida as normas de proteção, e dá outras
outubro de 1989. providências.
Lei nº 10.436 de 24 de Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
abril de 2002 Libras e dá outras providências.

69
Portaria nº 3.284 de 7 Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de
de novembro de 2003 pessoas portadoras de deficiências, para instruir
– Ministério da os processos de autorização e de
Educação reconhecimento de cursos, e de credenciamento
de instituições.
Decreto nº 5.626 de 22 Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de
de dezembro de 2005 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no10.098, de
19 de dezembro de 2000.
Lei nº 11.788 de 25 de Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a [Link]
setembro de 2008 redação do art. 428 da Consolidação das Leis [Link]/ccivil_
do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei 03/_Ato2007-
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei 2010/2008/Lei/L
no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga [Link]#art2
as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 2
8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo
único do art. 82 da Lei n o 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e o art. 6 o da Medida
Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de
2001; e dá outras providências.
Decreto nº 7.611 de 17 Dispõe sobre a educação especial, o [Link]
de novembro de 2011 atendimento educacional especializado e dá [Link]/ccivil_
outras providências. 03/_Ato2011-
2014/2011/Decr
eto/[Link]#
art11
Lei nº 13.146, de 6 de Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com [Link]
julho de 2015. Deficiência (Estatuto da Pessoa com [Link]/ccivil_
Deficiência). 03/_Ato2015-
2018/2015/Lei/L
[Link]
Lei nº 12.764 de 27 de Institui a Política Nacional de Proteção dos [Link]
dezembro de 2012 Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro [Link]/ccivil_
Autista. 03/_ato2011-
2014/2012/lei/l1
[Link]
Resolução nº 30 de 12 Institui a Política de Inclusão da Pessoa com [Link]
de Dezembro de 2017 Deficiência e/ou outras Necessidades [Link]/jacobina/i
Específicas no âmbito do IFBA. nstitucional/docu
mentos/resoluca
o-30-2017-
politica-inclusao-
[Link]
Fonte: Dados da Pesquisa (2022)

Considerando a missão institucional do IFBA, a necessidade de uma


educação cada vez mais inclusiva, que integre alunos, docentes, técnicos
administrativos, e observada a necessidade de ações que tornem efetiva a
prática da Educação Especial, o Projeto Pedagógico do Curso em Gestão de
Eventos, além de observar os marcos nacionais acima, levou em consideração
os seguintes dispositivos institucionais:

70
(i) Resolução nº 30 de 12 de Dezembro de 2017, que institui a
Política de Inclusão da Pessoa com Deficiência e/ou outras
Necessidades Específicas no âmbito do IFBA.
(ii) Resolução nº 09, de 28 de março de 2016, que institui as
Diretrizes para a Acessibilidade Pedagógica dos Estudantes com
Necessidades Específicas no âmbito do IFBA;
(iii) Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que Institui a Lei
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa
com Deficiência);
(iv) Os Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior;
(v) A Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 que trata da
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

O IFBA, Campus Salvador, através da Coordenação de Atendimento às


Pessoas com Necessidades Específicas (CAPNE), tem se empenhado em
empreender ações de garantia de acessibilidade para pessoas que delas
necessitam, pois a sua criação foi fundamental para o atendimento ao disposto
no parágrafo quinto do Decreto nº 7.611 de 2011 (BRASIL, 2011) que ordena
que:
Os núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação
superior visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de
informação que restringem a participação e o desenvolvimento
acadêmico e social de estudantes com deficiência. (Decreto nº 7.611,
de 17/11/2011).

O trabalho da CAPNE, além de acompanhar os estudantes com


necessidades específicas no seu percurso acadêmico, realiza orientações à
comunidade para adaptações de materiais e intervenções pedagógicas e
formativas em situações específicas. Para facilitar o trânsito de informação e
favorecer o processo de ensino e aprendizagem, a convivência com a
diversidade e o desenvolvimento profissional dos estudantes, essa
Coordenação também disponibiliza recursos pedagógicos, metodológicos e
tecnológicos alternativos aos professores dos estudantes com necessidades
específicas.

A CAPNE informa aos setores competentes os estudantes que possuem


necessidades específicas, o tipo de deficiência e a extensão da necessidade,
além de conduzir as discussões institucionais e atualizações em termos legais.

Em atendimento à Portaria nº 3.284 de 2003 (MEC, 2003), além de


outras legislações que tratam da acessibilidade para pessoas com deficiência,
foram construídas plataformas de elevação que possibilitam acesso a andares
71
superiores dos pavilhões de aula, sinalizações táteis foram instaladas,
elevadores foram sonorizados, banheiros e portas de salas tiverem seus
tamanhos adaptados e rampas e barras com corrimãos também foram
instalados e adaptados para facilitar circulação de pessoas em cadeiras de
rodas, andadores ou muletas e com dificuldade de locomoção. Além disso, no
que diz respeito à acessibilidade de serviços, melhorias são realizadas fazendo
com que o tema da inclusão e da acessibilidade estejam em constante
discussão e suas ações em permanente avaliação.

O Instituto, para promover a garantia de direitos à educação das


pessoas surdas ou com deficiência auditiva, conforme orienta o capítulo VI, do
Art. 23 do Decreto nº 5.626 de 2005 (BRASIL, 2005), dentre outras ações,
realiza orientações aos docentes sobre a estrutura linguística diferenciada e
cultura surda, sobre a importância da utilização de recursos visuais e da
avaliação diferenciada e no turno oposto.

As adaptações e adequações realizadas no atendimento aos estudantes


com deficiência estão consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional
(PPI) do IFBA, estabelecido no ano de 2013, que traz a adequação dos
espaços e tempos escolares às necessidades dos estudantes com deficiência,
com transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação
como uma das Políticas de Ensino.

Os estudantes com deficiência intelectual, seja de origem sindrômica, do


espectro autista3 ou de etiologia desconhecida, encontra na CAPNE apoio na
leitura e transcrição das avaliações, tempo estendido para realização de
avaliações e registro das aulas, avaliação diferenciada e no turno oposto ao de
aulas. No acompanhamento realizado por essa coordenação aos vários tipos
de deficiência, são realizadas parcerias com instituições especializadas, tais
como o Centro de Educação Especial da Bahia (CEEBA).

Desta forma e de maneira gradativa tem-se criado na Instituição ações


de promoção da acessibilidade e da inclusão no seu sentido mais amplo, uma
vez que as melhorias realizadas, o maior envolvimento de docentes e técnicos
administrativos com a questão e o crescente número de estudantes com

3 Com direitos assegurados pela lei 12.764 de 2012 que trata da proteção dos direitos das pessoas com transtorno do
espectro autista.
72
deficiência matriculados traz para a Instituição o desafio da construção da
responsabilidade social na educação superior.

A construção da cultura de inclusão na Instituição a partir da inserção de


pessoas com deficiência tem trazido benefícios para todos os membros da
comunidade acadêmica e civil, uma vez que ações articuladas entre ensino,
pesquisa e extensão também são em favor da resolução de demandas da
sociedade.

7. SERVIÇO DE APOIO AO DISCENTE E À PESSOAS COM


DEFICIÊNCIA

No IFBA existem estudantes com baixa visão, cegueira, deficiência


auditiva, surdos, deficiência intelectual, deficiência física e motora. Além dos
estudantes com deficiência, os estudantes com transtornos de atenção e
aprendizagem, que é uma demanda que impacta diretamente na relação com o
aprendizado, apesar de não caracterizar deficiência também são
acompanhados pela Instituição.
Nesse contexto, o IFBA dispõe de uma política própria de Assistência
Estudantil, conforme Resolução No. 25, de 23 de maio de 2016, denominada
de Diretrizes e Normas da Política de Assistência Estudantil do IFBA. Conforme
Art. 1o., o documento “[...] apresenta as normas, critérios e procedimentos da
Política de Assistência Estudantil do IFBA”. Em seu parágrafo único, a política
define que:
Parágrafo Único: A Política de Assistência Estudantil do IFBA se
constitui num arcabouço de princípios e diretrizes que orientam a
elaboração e implementação de ações que garantam o acesso, a
permanência e a conclusão de curso dos estudantes do IFBA, com
vistas à inclusão social, formação plena, produção de conhecimento,
melhoria do desempenho acadêmico e ao bem estar biopsicossocial.

Ademais, cabe destacar, também, a Resolução n 30, de 12 de dezembro


de 2017 do IFBA que fixou a Política de Inclusão da Pessoa com Defciência
e/ou outras Necessidades Específicas no âmbito da instituição.
Nesse sentido, o Campus Salvador, grande parte dos serviços de apoio
ao discente são geridos pela Diretoria Adjunta e de Atenção ao Estudante
(DEPAE), a qual, segundo o Regimento Interno do Campus Salvador:

73
Coordena, acompanha e avalia ações interdisciplinares voltadas à
melhoria das condições (cognitivas, socioeconômicas, psicossociais e
nutricionais) do estudante, a inclusão e a formação plena,
possibilitando sua permanência qualificada e êxito no seu percurso
acadêmico (IFBA, 2013c, p.26)

A DEPAE, através dos serviços prestados por Coordenações específicas


e por uma equipe multiprofissional (pedagogos, psicólogos, assistentes sociais,
nutricionistas e intérpretes de LIBRAS), atende às mais variadas demandas
dos discentes do Campus e é composta pelos seguintes setores.

Compõem a DEPAE:

(i) Coordenação de Orientação Pedagógica;


(ii) Coordenação de Gestão do Trabalho Pedagógico;
(iii) Coordenação de Atendimento às Pessoas com
Necessidades Específicas (CAPNE);
(iv) Coordenação de Acompanhamento de Alimentação e
Nutrição do Estudante;
(v) Coordenação de Atenção ao Estudante (CAE).

Nas Coordenações de Orientação Pedagógica e Gestão do Trabalho


Pedagógico estão os profissionais da pedagogia e psicologia do Campus
Salvador. Nestas Coordenações são realizadas atividades de avaliação do
processo de ensino-aprendizagem através do contato dos pedagogos com os
discentes e docentes dos cursos. Dessa maneira, são dirimidas questões
relativas à adaptação estudantil, dificuldades de aprendizagem e orientadas a
elaboração e revisão de planos de aula e do PPI, sempre que necessário.

Já a Coordenação de Atendimento às Pessoas com Necessidades


Específicas (CAPNE) conta com uma equipe de tradutores/intérpretes de
Libras para tradução/interpretação das atividades didático-pedagógicas. A
CAPNE conta, para atendimento dos estudantes cegos e com baixa visão, com
transcritores de Braille que fazem a transcrição da tinta para o Braille e relevo
além da digitalização e ampliação na fonte adequada. Além disso, estagiários
de nível superior auxiliam estudantes com deficiência física na transcrição de
avaliações.

74
Baseado na Nota Técnica nº 01/2015 da DEPAE/CAPNE, amparada na
legislação e normativas que tratam da inclusão de estudantes com deficiência,
o Conselho Superior do IFBA editou a Resolução nº 39, de 02/09/2015, que
estabelece a flexibilização curricular ao tempo de aprendizagem do estudante
com deficiência.

Ademais, em relação às outras proposições da Nota Técnica nº 01/2015


foram discutidas em uma comissão intercampi proposta pela Pró-Reitoria de
Ensino, que produziu as Diretrizes para a Acessibilidade Pedagógica dos
Estudantes com Necessidades Específicas, aprovada pela Resolução nº 09, de
28/03/2016, que assegura: a quebra de barreiras que impedem a inclusão
plena em sala de aula; a garantia de adaptações/flexibilizações dos currículos,
projetos e práticas docentes; oferta de educação bilíngue aos estudantes
surdos; o uso e difusão da Libras, assim como o uso de tecnologias assistivas
para outras deficiências; garante a renovação de matrícula aos estudantes com
deficiência reprovados, assim como a temporalidade flexível do semestre/ano
letivo/módulo; a adequação do tempo adicional para realização das avaliações
e também a variação nos instrumentos de avaliação; dentre outras
proposições.

Para além do escopo normativo, a CAPNE dispõe ainda de


equipamentos e materiais de tecnologia assistiva, tais como impressora Braille
e em relevo, lupa eletrônica, scanner com voz, máquina Braille, linha Braille,
lupas manuais, soroban, teclado com colmeia, dicionário em Libras, plano
inclinado, notebook com software leitor de tela, mesa para cadeira de rodas e
geoplano. Além de cadeiras de rodas para uso no campus. Os estudantes são
atendidos pelo Programa de Assistência e Apoio ao Estudante e com indicação
de uso de cadeira de rodas motorizada, são atendidos com essa aquisição,
coordenado pela CAPNE.

O atendimento às questões básicas de saúde aos estudantes do


Campus são garantidas por meio do Serviço Médico e Odontológico (SMO),
que oferece assistências médica, odontológica, psicológica e fisioterapêutica,
além de promover programas educativos de segurança, saúde e higiene.

75
No que concerne ao apoio estudantil, a competência pedagógica
também é percebida através da identificação de demandas que possam
interferir na aprendizagem e assunção dos devidos encaminhamentos aos
órgãos competentes. O apoio pedagógico é de fundamental importância uma
vez que possibilita o bom desenvolvimento do itinerário formativo estudantil e
ajuda a viabilizar o suporte ao docente com vistas às orientações quanto à
elaboração e revisão de projetos de cursos, ementas e práticas de ensino e de
avaliação de aprendizagem.
Ainda no que tange à orientação educacional, compete também aos
profissionais da psicologia empenhar atividades que busquem garantir o bem-
estar biopsicossocial dos estudantes e a preservação da saúde mental, através
de ações de natureza preventiva e interventiva, que respeitem a ética e os
direitos humanos e priorizem a multidisciplinaridade (PPI, 2013, p. 28).
Através do trabalho desenvolvido pela Coordenação de Atenção ao
Estudante (CAE), os discentes do Campus Salvador têm também acesso aos
programas executados a partir das Diretrizes da Política de Assistência e Apoio
ao Educando dos quais se destacam os Programas de Assistência e Apoio ao
Estudante (PAAE) e os Programas Universais.
O PAAE é um programa que:
[...] visa apoiar estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica, no âmbito do qual caberá ao profissional de Serviço
Social desenvolver ações de seleção dos estudantes, podendo inseri-
los, de acordo com sua demanda, em uma das modalidades de
bolsas e auxílios que compõem (IFBA, 2016b, p.2).

Os discentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, através


do PAAE, são beneficiados com concessão de algumas modalidades de bolsas
e/ou auxílios, a saber:

(i) Bolsa de estudo;


(ii) Bolsas Vinculadas ao PINA/Programas Universais;
(iii) Auxílio Transporte;
(iv) Auxílio Moradia;
(v) Auxílio Alimentação;
(vi) Auxílio Cópia e Impressão;
(vii) Auxílio para Aquisições.

76
A concessão dessas bolsas e/ou auxílios se faz mediante processo
seletivo e é determinada de acordo com a demanda e a quantidade de vagas
disponíveis. Já os Programas Universais possibilitam a inserção de estudantes
em projetos que tratem de cada um dos programas propostos nas Diretrizes.
Esses Programas, diferentemente do PAAE, não são restritivos àqueles
estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. São programas
das Diretrizes:

(i) Programa de Educação para a Diversidade;


(ii) Programa de Atenção às Pessoas com Necessidades Específicas;
(iii) Programa de Assistência à Saúde;
(iv) Programa de Acompanhamento Psicológico;
(v) Programa de Acompanhamento Pedagógico;
(vi) Programa de Acompanhamento Social;
(vii) Programa de Incentivo à Educação Física e Lazer;
(viii) Programa de Incentivo à Educação Artística e Cultural;
(ix) Programa de Incentivo à Formação da Cidadania;
(x) Programa de Assistência a Viagens;
(xi) Programa de Monitoria da Educação Superior.

Assim, o Curso em Gestão de Eventos conta também com o apoio de


setores importantes da instituição, tais como as Diretorias Geral, de Ensino e
dos Departamentos de Administração e Departamento Pedagógico e de
Assistência ao Estudante que têm buscado, constantemente, desenvolver e
implementar soluções que vêm contribuindo para o aumento da acessibilidade
no Campus, seja por meio de melhorias infra-estruturais, bem como, ações
pedagógicas tais como apoio através de profissionais aos alunos com
deficiência, contribuindo para o desenvolvimento de competências e
habilidades didático e pedagógica e ampliação de sua autonomia e
independência.

Em observância ao que prevê Lei nº 13.146/2015 (BRASIL, 2016), além


de viabilizar a redução de barreiras pedagógicas e físicas, conforme destacado
anteriormente, o IFBA, Campus Salvador, tem buscado garantir:

77
(i) acessibilidade plena, a exemplo dos elevadores para cadeirantes;
(ii) acessibilidade atitudinal – ou seja, além das questões de
infraestrutura física e tecnológica, a instituição está preocupada em manter
um ambiente saudável, solidário e respeitoso para seus alunos;
(iii) acessibilidade programática – por meio dos programas, projetos e
políticas institucionais;
(iv) acessibilidade nas comunicações e digital – conta com o apoio de
um setor específico (CAPNE) e da Comunicação Institucional que são
compostos por profissionais qualificados, contribuindo para permanência
do estudante na instituição.

Essas ações estão formalmente contempladas no âmbito dos princípios


e na Dimensão político-pedagógica do Projeto Pedagógico Institucional do
IFBA (IFBA, 2013a) e da Política de Gestão e suas diretrizes do Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) (IFBA, 2020).

Cabe destacar ainda que, com o intuito de promover ações para o


acompanhamento dos discentes visando ao seu bem-estar acadêmico,
psicossocial e nutricional em sua permanência no Campus Salvador, o serviço
de apoio ao discente oferece apoio extraclasse (a exemplo das monitorias e
atendimentos com o professor), atividades de nivelamento/recomposição de
conhecimentos anteriores e extracurriculares (participação em agremiações,
centros acadêmicos, dentre outros.

8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

8.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Avaliar consiste em uma das tarefas mais complexas da ação


formadora, uma vez que implica no diagnóstico das causas, bem como nas
correções dos desvios que ocorrem no percurso traçado para o processo de
formação. Visa também aferir os resultados alcançados em relação às
competências, ou seja, em que medida foram desenvolvidas e onde será
necessário retomar ou modificar o curso da formação.

78
Os princípios pedagógicos, filosóficos e legais que orientam a criação e
desenvolvimento dos cursos superiores definidos pelo PPI e PPC do IFBA,
associados à estrutura curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de
Eventos, fundamentam seu processo de avaliação da aprendizagem. Nesse
sentido, a avaliação deverá ter como finalidade a orientação do trabalho dos
docentes na formação, permitindo-lhes identificar os níveis e etapas de
aprendizagem alcançadas pelos alunos.

Em se tratando da verificação dos níveis alcançados pelos alunos


durante o curso, é fundamental que a avaliação esteja focada na capacidade
de apropriar conhecimentos e mobilizar outros em situações simuladas ou reais
da atuação profissional. Com esse fim, ganham importância no processo de
avaliação aspectos da aprendizagem como: conhecimentos, experiências,
atitudes, iniciativas e a capacidade de aplicá-los na resolução de situações-
problema.

O professor deve ter clareza do que é, para que serve e o que deverá
avaliar, estabelecendo um diálogo contínuo com seus alunos em torno dos
critérios e formas, partilhando responsabilidades nessa complexa construção
do conhecimento e formação deste profissional.

A avaliação do aluno ocorrerá em todo o percurso da formação, com


base nas competências adquiridas, de maneira progressiva e processual,
abrangendo os diversos momentos do curso, envolvendo os múltiplos aspectos
da aprendizagem para a verificação de conhecimentos, atitudes e habilidades,
onde serão utilizados instrumentos e procedimentos de avaliação coerentes
com os objetivos do curso, consoante com o planejamento próprio de cada
professor formador.

Respeitados as concepções e princípios deste Projeto, entre as formas


de avaliação admitidas nesta proposta, cita-se:

(i) Observação;

(ii) Avaliação e auto avaliação escrita e/ou oral;

(iii) Trabalhos individuais e coletivos;

(iv) Produção textual de relatórios, estudo de caso e projetos;

79
(v) Atividades investigativas;

(vi) Projetos interdisciplinares;

(vii) Estudos realizados de forma independente pelo aluno;

(viii) Resolução de situações-problema.

Além disso, os métodos de avaliação do processo ensino–aprendizagem


deverão estar sempre de acordo com as Normas Acadêmicas do Ensino
Superior em vigor, incidindo sempre sobre os aspectos de frequência e
aproveitamento, ambos eliminatórios.

8.2 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

O processo de autoavaliação institucional do IFBA é coerente com o


Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, instituído pela
Lei nº 10.861/2004. Sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), instituída
através da Resolução CONSUP, N. 15, de 02 de Agosto de 2017, é um órgão
colegiado formado por membros eleitos de todos os segmentos da comunidade
acadêmica (Discentes – 02, sendo um do ensino superior e um do ensino
integrado; Técnicos administrativos – 02; Docentes – 02; e Sociedade civil –
02), com mandato bienal. Seu objetivo é conduzir os processos de avaliação
internos da instituição, bem como acompanhar os processos de avaliação
externa.

Tendo em vista as dimensões que caracterizam o Instituto, além da CPA,


cuja sede é na Reitoria, existem as CPAs locais em cada campi, formando uma
rede integrada de autoavaliação. Tal articulação supõe reuniões mensais, via
webconferência ou presenciais.

A CPA dispõe de diversificados instrumentos de validação, integrados


em torno das dimensões e eixos estabelecidos pelos instrumentos de
autoavaliação externa, de cursos e institucional. Para avaliação global, são
aplicados instrumentos para a avaliação por parte dos discentes, docentes,
técnicos administrativos, docentes, egressos e comunidade externa, em
periodicidade bienal (Questionários A1, B, C, D1, E). São também aplicados
instrumentos para avaliação de disciplinas (A2, D2), preenchidos por discentes

80
e docentes, em periodicidade variável, de acordo com a demanda dos cursos.
São realizadas também ações específicas, tendo em vista processos de
avaliação externa, que compreendem a realização de grupos focais, a
preparação e o acompanhamento das visitas, as avaliações internas,
realizadas pela Comissão de Avaliação Interna (CAICS), que realiza os
procedimentos de avaliação in loco antes da visita dos avaliadores do BASIS.

Em conformidade com o estabelecido pela Lei nº 10.861, de 14 de abril


de 2004, a CPA e as CPAs locais gozam de autonomia em relação a conselhos
e demais órgãos colegiados existentes na instituição. A CPA do campus
Salvador, de acordo com o que determina o Regimento de seu respectivo
Campus em sua Seção II, Artigo 30, à semelhança da CPA central, é formada
por representantes dos corpos docente, discente, técnico-administrativo e
sociedade civil organizada, indicados pelos respectivos segmentos, com
mandatos de até três anos.
Atualmente, a CPA do Campus Salvador é responsável por gerir e
implementar o processo de autoavaliação, bem como fornecer as informações
necessárias à avaliação externa. Tem como foco especial os cursos de
graduação abertos nos últimos anos pelo Instituto, que atravessam processo
de estruturação e consolidação. Este trabalho é realizado através do acesso,
da análise e produção de documentos, bem como de aplicação de
instrumentos junto a discentes, docentes, corpo técnico e comunidade. Seus
resultados prestam-se ao aprimoramento e aperfeiçoamento dos processos de
ensino e aprendizagem e de gestão concernentes aos cursos oferecidos.

Os relatórios e demais documentos produzidos pela CPA, disponíveis no


site do Instituto, têm produzido subsídios para a intervenção de Gestores, da
Diretoria Geral de Cursos, das coordenações, de técnicos e estudantes. A CPA
tem-se focado também no processo de aperfeiçoamento dos instrumentos e
métodos de avaliação, bem como de divulgação de seus resultados.
Atualmente, o grupo que constitui a CPA tem como principal objetivo consolidar
a cultura de autoavaliação no campus, através da divulgação de seus
trabalhos, de iniciativas de aproximação com diversos setores acadêmicos e
administrativos, e de convite ao envolvimento dos diferentes agentes
institucionais no processo autoavaliativo.
81
Cabe destacar também a ouvidoria e a já mencionada Comissão de
Autoavaliação Interna do Instituto (CAICS), que também compõem o sistema
auto avaliativo no qual o curso se insere. Esta tem como ação realizar, no
âmbito interno, autoavaliações dos cursos do IFBA, em formato correspondente
ao empregado pelo SINAES. Comissões compostas por dois professores
(preferencialmente lotados em campi diferentes do curso avaliado) realizam
visitas autoavaliativas orientadas de acordo com instrumento próprio,
produzindo relatório orientador que subsidia ações de melhoria a serem
implementadas. Tal prática tem sido de fundamental importância para a
melhoria dos cursos de graduação do Instituto.

Por fim, cabe observar que o NDE do Curso em Gestão de Eventos do


IFBA e seu colegiado acompanham os trabalhos e resultados do processo
autoavaliativo conduzido pela CPA e pela CPA local do Campus Salvador,
através de reuniões periódicas e ações específicas, considerando seus
apontamentos para melhorias de Projeto Pedagógico, aspectos didáticos e de
infraestrutura. Tanto o NDE como o Colegiado do Curso realizam também
processo constante e cotidiano de autoavaliação, considerando sua
representação discente e os demais agentes institucionais.

8.3 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE


AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE
DESENVOLVIDAS

É previsto o aproveitamento de estudos, através de disciplinas


previamente cursadas com aprovação na Instituição ou em outra Instituição de
Ensino Superior reconhecida, sempre respeitando as Normas Acadêmicas do
Ensino Superior do IFBA vigentes do Campus Salvador e a legislação em vigor.

9. GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO

A Coordenação do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos está


vinculada institucionalmente à Diretoria Adjunta do Ensino Superior - DAES,
que por sua vez faz parte da Diretoria de Ensino – DE, que congrega tanto os
cursos profissionalizantes quanto os cursos de ensino superior do IFBA

82
Campus Salvador. Toda a estrutura do Campus está sob a gestão da Diretoria
Geral e, como definido no modelo de gestão dos IF's, todos os campi estão
subordinados à Reitoria do IFBA.

Com relação à estrutura de gestão acadêmica do Curso em Gestão de


Eventos, destaque para as três instâncias listadas e detalhadas a seguir:

● Colegiado de Curso;

● Coordenação do Curso em Gestão de Eventos – CEVE;

● Núcleo Docente Estruturante – NDE.

9.1 COLEGIADO

O Colegiado do Curso em Gestão de Eventos, regulamentado e


institucionalizado a partir do Regimento do Campus Salvador, aprovado na
Resolução CONSUP n.84/2013, é composto pelo (a) Coordenador (a) do
Curso, que o(a) preside, por representantes docentes em exercício, que
contemplem as diferentes áreas de conhecimento do Curso, sendo eleitos e/ou
indicados pelos seus pares dos respectivos Departamentos e áreas de
conhecimento, 1 (um) representante da área pedagógica, e representantes
discentes regularmente matriculados no Curso e indicados pelo órgão
representante competente.

As reuniões ordinárias do Colegiado ocorrem mensalmente, e de forma


extraordinária se convocada pelo presidente ou por iniciativa de seus membros.

O Colegiado do Curso em Gestão de Eventos é instituído por meio de


Portaria expedida pelo Diretor do Campus, e suas decisões, deliberações e
encaminhamentos são definidos em reuniões com registros em atas, com
aprovação e assinatura de todos os membros participantes.

As atribuições do Colegiado do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos


são as seguintes, conforme o Regimento do Campus Salvador:

83
i. propor diretrizes gerais dos programas das disciplinas dos cursos,
indicando aos Diretoria Adjuntas o enfoque do ensino de cada disciplina
no currículo;

ii. propor a elaboração do projeto do curso e suas alterações, quando


necessárias;
iii. avaliar o curso, sistematicamente, sugerindo à Coordenação de Curso
os ajustes necessários;
iv. sugerir intercâmbio, substituição ou capacitação de professores, bem
como providências de outra natureza, necessárias à melhoria da
qualidade de ensino;
v. opinar sobre trancamento ou dispensa de matrícula, transferência, bem
como outros processos vinculados à vida estudantil, no âmbito de sua
área de atuação;
vi. emitir pareceres sobre adaptações e equivalências curriculares;
vii. assegurar a interconexão entre teoria e prática de conteúdos e
disciplinas no âmbito de cada Curso;
viii. propor aos Departamentos Acadêmicos alterações no conteúdo
programático das disciplinas, visando a sua atualização e
modernização;
ix. opinar sobre problemas disciplinares e atitudes do corpo docente e
discente vinculados a sua área de atuação; e
x. Eleger o coordenador de curso.

9.2 COORDENAÇÃO

Conforme estabelece o Regimento do Campus Salvador, aprovado na


Resolução CONSUP n.84/2013 em seu art. 42º, o Curso de Tecnologia em
Gestão de Eventos é dirigido por um(a) Coordenador(a) indicado(a) e/ou
eleito(a) dentre os integrantes do Colegiado do Curso, preferencialmente lotado

84
no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, por um período de dois anos,
podendo ser prorrogado por até mais dois anos.

As atribuições do(a) Coordenador são as seguintes:

I. Orientar, coordenar e controlar as atividades do curso no que se


refere à aplicação das metodologias didático-pedagógicas,
adequadas às diversas situações das disciplinas ministradas;
II. Compatibilizar os conteúdos formativos oferecidos pelos diferentes
Departamentos Acadêmicos, quando couber, com vistas à
compreensão da sua totalidade;
III. Assegurar a interdisciplinaridade no conjunto do projeto acadêmico
de cada curso;
IV. Prestar orientação ao estudante sobre sua vida acadêmica e sua
integralização curricular;
V. Realizar adaptação curricular do estudante em consequência de
transferência;
VI. Definir com os Departamentos Acadêmicos, quando couber, o pré e
co-requisito de disciplinas necessários ao desenvolvimento curricular;
VII. Opinar sobre a escolha de equipamentos e materiais relacionados
com o curso;
VIII. Acompanhar o processo de matrícula e fazer cumprir os prazos
previstos em calendário escolar quanto às atividades docentes e
discentes dos cursos;
IX. Solicitar a aquisição e renovação de acervo bibliográfico, inerente
ao curso, da Biblioteca do Campus;
X. Cuidar do desempenho experimental das disciplinas que assim se
caracterizem, observando normas, procedimentos de aquisição, uso
e manutenção de materiais e equipamentos;
XI. Desempenhar outras atividades relacionadas com a sua área de
atuação; e
XII. Realizar outras atividades correlatas e afins.

Para o atendimento de suas atribuições, o Coordenador do Curso deve


ser um (a) docente graduado(a) na área de Turismo, Hospitalidade e Lazer
85
e/ou área correlata, com pós graduação strictu sensu e regime de trabalho de
Dedicação Exclusiva.
O Coordenador de Curso desenvolve suas funções por intermédio do
Colegiado e do NDE do Curso, e , de acordo com o Art. 17, Inciso II do
Regimento do Campus Salvador, tem assento permanente no Colégio
Acadêmico do Campus.

A Coordenação do Curso é formada por todos os docentes diretamente


vinculados ao Curso, e que conta também com uma secretaria administrativa
em tempo integral de apoio ao Coordenador do Curso. A sala da Coordenação
do Curso contempla computador com acesso à internet, telefone, mesa e
cadeiras para atendimento individual ou coletivo aos discentes e docentes,
armários com documentos do Curso. As atividades de gestão da Coordenação
são pautadas a partir de plano de ação documentado e compartilhado que
contemple diagnóstico, objetivos, ações realizadas e indicadores de
desempenho do Curso.

9.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE

O Núcleo Docente Estruturante do Curso em Gestão de Eventos,


regulamentado e institucionalizado pelo Regimento do Campus Salvador e pelo
Regimento do Núcleo Docente Estruturante - NDE Curso de Graduação IFBA,
Resolução CONSUP nº 17/2012, (IFBA, 2012) é órgão consultivo responsável
pela concepção e atualização do Projeto Pedagógico do Curso e tem, por
finalidade, a sua atualização e revitalização. Compreende assim o
acompanhamento, a consolidação e a atualização do PPC, com a realização
de estudos e atualizações periódicas para verificar o impacto do sistema de
avaliação de aprendizagem na formação do estudante, a adequação do perfil
do egresso, considerando as DCNs e as novas demandas do mundo do
trabalho.
O NDE é instituído por meio de Portaria expedida pelo Diretor do
Campus, e suas atribuições, conforme Art. 4º da Resolução CONSUP 17/2012,
são as seguintes:
(i) contribuir com a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

86
(ii) colaborar com atualização periódica do projeto pedagógico do curso;
(iii) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no
Colegiado do respectivo Curso, sempre que necessário;
(iv) cooperar na supervisão das formas de avaliação e acompanhamento das
componentes do curso definidas pelo colegiado;
(v) contribuir para análise e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso, das
ementas, dos conteúdos programáticos e dos programas das componentes
curriculares;
(vi) auxiliar o acompanhamento das atividades do corpo docente, inclusive
com avaliação institucional, recomendando ao Colegiado do Curso a
indicação ou substituição de docentes, quando necessário;
(vii) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso em Gestão de Eventos.

Em relação à sua composição, conforme Resolução No. 1 de 17 de


junho de 2010 da CONAES, o NDE das IES deve ser formado por, no mínimo,
5 docentes do curso com o seguinte perfil: membros que atuam em regime de
tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); e pelo menos
60% de seus membros com titulação stricto sensu. Ademais, o NDE deve
assegurar renovação parcial de seus integrantes com vistas manter a
continuidade de acompanhamento do curso.

Em respeito à Resolução acima do CONAES, a composição do NDE do


Curso em Gestão de Eventos do IFBA compreende o Coordenador do Curso,
que o preside, e representantes docentes, que contemplam as diferentes áreas
de conhecimento, e que desempenhem atividades no Curso. A indicação dos
representantes docentes é feita pelo Colegiado do Curso para um mandato de
2 (dois) anos, com possibilidade de recondução de no máximo 60% dos
docentes que compõem o NDE.

As reuniões do NDE ocorrem regularmente 2 (duas) vezes por semestre


e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente, com decisões
tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes, e
podem contar com a presença de outros docentes e técnicos da Instituição,

87
que são formalmente convidados para debater algum tema de interesse
comum.

9.4 CORPO DOCENTE

O Curso de Administração conta atualmente com 17 professores de


diferentes áreas do conhecimento, sendo 14 em regime de trabalho de
dedicação exclusiva (DE) e 3 professores em regime parcial (20 h), como
apresentado na Tabela abaixo.

Tabela 4: Regime de trabalho professores Curso em Gestão de Eventos

Regime de Trabalho Quantidade Percentual de professores

20 horas 3 17,65%

Dedicação Exclusiva (DE) 14 82,35%


Fonte: Elaborado pelos autores.

No tocante à titulação dos professores, a maior parte, apresenta


titulação de mestres e doutores, conforme destacado na Tabela 5.

Tabela 5: Titulação dos professores Curso de Administração

Titulação Quantidade Percentual de professores

Especialista 1 5,88%

Mestre 5 29,42%

Doutor 11 64,70%
Fonte: Elaborado pelos autores.

O Quadro 6 lista todas as unidades curriculares do Curso e seus


respectivos professores, regime de trabalho e titulação.

Quadro 6: Relação de professores que ministram aula no curso em Gestão de Eventos

Nome Titulação Regime

Adriana Melo Santos Mestrado DE

Alex Batista Lins Doutorado DE

André Luis Rocha de Souza Doutorado DE

Ângela Maria Ferreira Lima Doutorado DE


88
Chelly Costa Souza dos Reis Doutorado DE

Dayana Karla Barbosa da Silva Mestrado DE

Erivaldo de Jesus Marinho Mestrado DE

Glauria Janaina dos Santos Doutorado DE

Josafá da Silva Coelho Doutorado DE

Julia Rodrigues Nobre de Oliveira Neves Doutorado DE

Kátia Elizabeth de Souza Miranda Doutorado 20h

Liz Rodrigues Cerqueira Mestrado DE

Luana das Graças Queiroz de Farias Doutorado 20h

Luis Vaques Gonzalez Doutorado DE

Marcos Fernando Costa de Carvalho Especialização DE

Marcos Gilberto dos Santos Doutorado DE

Paula Mara Messias Costa Mestrado DE


Fonte: Elaborado pelos autores (2023).

9.5 EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA (GRA, DIRETORIAS, SECRETARIAS E


TÉCNICOS)
Além dos docentes, do Coordenador do Curso e do chefe do
Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, o Curso em Gestão de Eventos
conta com setores administrativos e pedagógicos do IFBA que dão suporte às
atividades dos cursos superiores nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e
gestão. Destaque para:

1. Diretoria Geral - DG;


2. Diretoria de Ensino - DE;
3. Diretoria Adjunta do Ensino Superior – DAES;
4. Gerência de Registros Acadêmicos do Ensino Superior - GRA3;
5. Diretoria Adjunta Pedagógica de Apoio ao Estudante - DEPAE;
6. Diretoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação - DPGI;
7. Diretoria de Extensão e Relações Comunitárias - DIREC;
8. Divisão de Comunicação - DICOM;
9. Divisão de Recursos Humanos - DIREH;
10. Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação - DGTI;
11. Setor de Transporte;
89
12. Serviço Médico e Odontológico - SMO;
13. Diretoria de Manutenção e de Engenharia - DEMAG.

10. INFRAESTRUTURA

10.1 INSTALAÇÕES (BÁSICAS E ESPECÍFICAS)

O Campus Salvador do IFBA dispõe de salas de aula, laboratórios


Quadras/Ginásio Poliesportivo, espaços de convivência e auditórios. As salas
de aulas estão localizadas nos diferentes blocos existentes na Instituição, os
quais atendem aos cursos de nível médio integrado, superior e Pós-
Graduação. É apresentado no quadro 7 a infraestrutura tecnológica do Campus
Salvador.

Quadro 7: INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA DO CAMPUS

DESCRIÇÃO TOTAL
Pontos de Wi-fi 50
Computadores (distribuídos entre laboratórios, administrativo, etc.) 1050
Link de Internet 10 GB
Impressoras (distribuídos entre laboratórios, administrativo, etc.) 160
Pontos de redes (distribuídos entre laboratórios, administrativo, salas de aula, etc.) 1250
hacks/Switch (controle de rede) 23
Fonte: Elaborado pelos autores (2022)

Em termos do Curso em Gestão de Eventos, a sua infraestrutura está


principalmente localizada no primeiro andar do Bloco P do Campus Salvador,
conta com climatização e acesso à internet, e compreende: o gabinete de
gestão e de atendimento da Coordenação do Curso; sala de reuniões; sala de
atendimento aos discentes.
A proposta pedagógica do Curso prevê o uso de laboratórios
especializados para assegurar o cumprimento das competências/habilidades
na área. A relação teoria e prática, destacada no Capítulo 5, é uma constante
no Curso e o uso de laboratórios para o desenvolvimento dos projetos e
trabalhos a serem executados nas diversas disciplinas, e também para
pesquisa e extensão, constitui um dos mecanismos apropriados para a sua
efetivação. Nesse sentido, o Curso em Gestão de Eventos tem laboratórios
próprios de Informática, Alimentos e Bebidas e Produtora de Eventos e também
conta com o apoio de infraestrutura laboratorial dos cursos tecnológicos do

90
Campus, que, devido à estrutura de ensino verticalizada prevista no PPI,
atendem tanto a cursos da educação profissional de nível técnico, quanto aos
cursos superiores de tecnologia e bacharelados.

10.2 BIBLIOTECA

A Biblioteca Prof. Raul Varella Seixas, localizada no Pavilhão K do


Campus Salvador, está aberta à comunidade em geral para consultas e permite
o empréstimo de seu acervo aos usuários vinculados à instituição, com
destaque para professores e estudantes. O Acervo da biblioteca pode ser
consultado no sítio.
O Acervo contém atualmente 5501 títulos e 29.689 exemplares em
média. A biblioteca conta também com o acesso a periódicos nacionais e
internacionais pelo portal da CAPES. Além disso, um acervo virtual a partir dos
sistemas Ebrary/ProQuest, Cengage Learning e ABNT Digital, oferece acesso a
uma biblioteca de livros e normas em formato digital que abrange a maioria das
áreas de conhecimento.

91
11. CERTIFICAÇÃO

Será conferido o Diploma de TECNÓLOGO EM GESTÃO DE


EVENTOS, ao discente concluinte que:
1. Cursar com aprovação todas as disciplinas constantes na matriz
curricular, com frequência mínima prevista nas Normas Acadêmicas da
Instituição, cumprindo a carga horária total de 1.930 horas.
2. Concluir o Estágio Curricular Supervisionado, com no mínimo 160
horas, realizado em empresas ou instituições públicas ou privadas e
que apresentem condições de propiciar experiência prática na área de
eventos.
3. Cursar com aprovação a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso.

As diretrizes para a emissão e o registro de diploma do Curso são


estabelecidas a partir da Resolução No. 22 de 04 de setembro de 2012 do
CONSUP- IFBA.

92
REFERÊNCIAS

BRAGA, B. et al. Introdução a Engenharia Ambiental. Prentice Hall. São Paulo,


2002.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. RESOLUÇÃO Nº 7 MEC/CNE/CES,


DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018.

BRASIL; SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (SEF). Parâmetros


curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais, ética. V. 8.
Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. Decreto Nº 4.281 de 25 de julho de


[Link]://[Link]/secad/arquivos/pdf/educacaoambiental/decreto42
[Link]. Acessado em 16 nov 2022.

BRASIL. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe


sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n o 10.098, de 19
de dezembro de 2000. Disponível em: < >. Acesso em: 10 nov 2022.

BRASIL. DECRETO Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre


a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras
providências. Disponível em: <>. Acesso em: 10 nov 2022.

BRASIL. Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Educacional Anísio


Teixeira (INEP). Censo da Educação Superior. Brasília, DF, c2022. Disponível
em: [Link]
indicadores/censo-da-educacao-superior. Acesso em: 11 mai 2022.

BRASIL. , Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e


Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e
dá outras providências. Dispinível em: < >. Acesso em: 16 out 2022.

BRASIL. Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2016: Institui a Lei Brasileira da Pessoa


com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: < >.
Acesso em 10 out 2022.

BRASIL. Lei Nº. 9.795, de 27 de abril de 1999. Disponível em:


<[Link] Acessado em 10 out
2022.

93
BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da
República. Conselho Nacional de Educação. Texto orientador para a
elaboração das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos.
[Link]
option=com_docman&view=download&alias=8830-texto-subsidios-diretrizes-
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República. Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ed. rev.
Brasília: SEDH/PR, 2010.

BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da


República. Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ed. rev.
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CONIF. Conselho Nacional das Instituições Federais de Educação Profissional


e Tecnológica (CONIF). ExtensãoTecnológica - Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica/ Conselho Nacional das
InstituiçõesFederais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
--Cuiabá (MT): CONIF/IFMT, 2013. Disponível
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TECNOLÓGICO (CNPq). Áreas do Conhecimento – Ciências Sociais
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CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE); CÂMARA DE EDUCAÇÃO


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Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração,
bacharelado, e dá outras providências. Disponível em: < >. Acesso em: 13 nov
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CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE); CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR (CES). RESOLUÇÃO Nº 5, DE 14 DE OUTUBRO DE 2021: Institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração,
Disponível em: <>. Acesso em: 09 de agosto de 2022.

94
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Resolução Nº 1, de 17 de junho de 2004. Disponível em: < >. Acesso em: 13
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CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE). Texto orientador para a


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nos cursos de graduação do instituto federal de santa catarina — IFSC.
Dissertação (Mestrado Profissional) Programa de Pós- Graduação em
Educação Profissional e Tecnológica em Rede Nacional (ProfEPT) do Instituto
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Cadastrados. 2018a Disponível em: < >. Acesso em: 17 dez 2022.

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TAFNER, Paulo (Editor). BRASIL – o estado de uma nação. Rio de Janeiro.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). 2006

98
ANEXO I

99
APÊNDICES

APÊNDICE A - REGIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O Parecer CNE/CP nº 29/2002, aprovado em 13 de dezembro de


2002, que trata das Orientações e Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Profissional e de Nível Tecnológico, define que:

Para a concessão do Diploma é opcional a


apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso,
podendo ser desenvolvido sob a forma de Monografia,
Projeto, Análise de Casos, Performance, Produção
Artística, Desenvolvimento de Instrumentos,
Equipamentos, Protótipos, entre outros, de acordo com
a natureza da área profissional e os fins do curso, com
a carga horária utilizada para este fim considerada
como adicional ao mínimo estabelecido. (grifo nosso)

O Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do Instituto


Federal da Bahia estabeleceu em seu Projeto Político Pedagógico a
realização do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, como disciplina
de caráter obrigatório, sendo este requisito parcial para a obtenção do
grau de Tecnólogo em Gestão de Eventos, a ser integralizado no sexto
período (semestre) da matriz curricular, com carga horária total de 60
horas.

O TCC, de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso,


objetiva o desenvolvimento de uma reflexão teórica e/ou prática a partir
de atividades de pesquisa, organizadas de forma adequada às normas
de produção de um trabalho científico ou de execução de um evento
prático realizado sob a coordenação do estudante. O trabalho científico
tem por objetivo propor estudos sobre ações, temáticas, abordagens,
discussões e reflexões que se relacionem diretamente à área de

100
Eventos e suas interfaces com as demais áreas afins, dinamizando as
propostas em abordagens de cunho multidisciplinar e interdisciplinar,
ampliando a construção do conhecimento técnico científico da área. E o
trabalho prático visa oportunizar a autoria do educando na concepção e
execução de um evento.

Neste sentido, considerando a realização do Trabalho de


Conclusão de Curso no currículo Tecnológico, em especial no Curso
Superior de Tecnologia em Gestão de Eventos, contempla a
indissolubilidade entre o ensino, a extensão e a pesquisa a fim de
capacitar e qualificar a formação do futuro Tecnólogo em Eventos em
nível: profissional, qualificado para atuar em toda a cadeia produtiva da
área de Eventos; e, acadêmico, possibilitando o desenvolvimento de
novas pesquisas na área, amadurecimento de propostas teóricas e
práticas, e preparando o acadêmico para a Pós-Graduação Lato ou
Stricto Sensu.

CAPÍTULO I - DA DISCIPLINA TCC

Art. 1º - O TCC apresenta carga horária de 60 horas correspondendo à


disciplina de “Trabalho de Conclusão de Curso”, integrante do rol de
disciplinas da Matriz Curricular, no sexto semestre (período) do Curso
de Tecnologia em Gestão de Eventos - IFBA.

Parágrafo único: A elaboração, apresentação e aprovação do Trabalho


de Conclusão de Curso – TCC seja científico ou consultoria, conforme
prevê o item 4.5 do PPC do Curso, é requisito parcial e obrigatório para
a obtenção do grau de Tecnólogo em Eventos no Curso Superior de
Tecnologia em Gestão de Eventos - IFBA.

Art. 2º - Na disciplina TCC o discente deverá elaborar, executar e


apresentar um estudo ou uma consultoria sob a coordenação do
estudante denominado Trabalho de Conclusão de Curso com auxílio de
um Professor(a) Orientador(a).

101
Parágrafo 01: O TCC somente será validado estando o aluno
devidamente e regularmente matriculado na disciplina de “Trabalho de
Conclusão de Curso ”.

Parágrafo 02: Somente poderá ser cursada a disciplina TCC mediante


o cumprimento dos pré-requisitos estabelecidos na matriz curricular.

Art. 3º - A obtenção do grau de Tecnólogo em Eventos do Curso


Superior em Gestão de Eventos – IFBA somente será conferida após a
integralização e aprovação em todas as disciplinas de caráter
obrigatório; do Estágio Curricular Obrigatório (160 horas); do Trabalho
de Conclusão de Curso (60 horas); totalizando a carga horária final
para a conclusão do Curso de Tecnologia de Gestão em Eventos em
1930 horas.

Capítulo II - DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 6º - O Trabalho de Conclusão de Curso deve apresentar reflexões,


discussões ou resultados teóricos e/ou de consultoria, que integrem os
conhecimentos adquiridos durante a formação acadêmica, utilizando de
rigor científico em sua redação, procedimentos metodológicos e
técnicas de pesquisa variadas para o desenvolvimento da pesquisa,
que evidenciam a relação com o objeto ou problemática central da
pesquisa, devidamente fundamentada teoricamente. No caso do
trabalho de consultoria, deverá ser precedido de projeto técnico e
comercial, ser for das instalações da Instituição e ser planejado e
operacionalizado pelo estudante.

Art. 7º - O Trabalho de Conclusão de Curso deve evidenciar as etapas


de uma pesquisa científica, prezando a linguagem e redação científica,
abordando um tema delimitado que se relacione diretamente à área de
Eventos, associados ou não às suas interfaces com áreas afins, e no
caso de evento prático as etapas de pré, trans e pós evento.

102
Deve demonstrar a competência do aluno na construção e
desenvolvimento da pesquisa ou do projeto de consultoria. O TCC
poderá ser entregue e apresentado nos seguintes formatos:

I. Trabalho Monográfico, artigo científico seguindo as


normas vigentes da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT);
II. Projeto de Conclusão de Curso Consultoria com a realização
de projeto de consultoria ou relato técnico a partir da execução
de Eventos sob a coordenação do estudante, seguindo as
normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) e as aprendidas de planejamento e operacionalização
de eventos, ao longo do curso.

Art. 8º - O trabalho monográfico e o projeto de consultoria devem


apresentar um texto acabado, expressão do desenvolvimento do projeto
executado, tendo seus elementos textuais um mínimo de 40 (quarenta)
laudas digitadas em espaço um e meio, além de anexos e apêndices
que eventualmente sejam incluídos (conta- se da primeira página após
o Sumário, até a última das Referências Bibliográficas).

Art. 9º - O Projeto de Consultoria visa atender às necessidades


mercadológicas, do setor de eventos e área afins através de um
planejamento desenvolvido para um nicho de mercado identificado pelo
discente ou cliente prospectado.

Parágrafo Único: O Projeto de Consultoria corresponde a um conjunto


de atividades práticas de diagnóstico, planejamento, criação,
experimentação, plano de ação, captação, orçamento, organização e
avaliação de diferentes tipos de eventos ou práticas atreladas a área
como instrumento de pesquisa, o qual, na ocasião de sua elaboração,
deverá ser redigido em forma de relatório, incluindo a base teórica e as
definições metodológicas referentes às etapas e aos processos
desempenhados pelo acadêmico no desenvolvimento projeto a ser
executado. Sendo totalmente coordenado pelo estudante.

103
Art. 10º - A formatação e estrutura dos formatos de TCC deveram
seguir o padrão e modelo desenvolvido e disponibilizado pelo Docente
Orientador e professor da disciplina de TCC.

Art. 11º - Em consonância com as Normativas que dispõe sobre os


procedimentos de encaminhamento dos projetos de pesquisa ao
Comitê de Ética, o Trabalho de Conclusão de Curso que compreender
pesquisa envolvendo seres humanos na forma direta, coparticipativa ou
que as informações sobre esses sujeitos sejam identificáveis deve,
obrigatoriamente, ser encaminhado para análise do Comitê de Ética em
Pesquisa (CEP).

Parágrafo Único: O TCC que compreender em sua construção teórico-


metodológica a pesquisa envolvendo seres humanos somente poderá
ser encaminhado a Banca de Avaliação mediante a aprovação do
Comitê de Ética, e a inclusão como anexo no Trabalho de Conclusão de
Curso da respectiva documentação comprobatória dessa aceitação no
Comitê.

Art. 12º - O TCC está composto pelas seguintes etapas:

I. Apresentação de um projeto de TCC


II. Execução do TCC;
III. Redação do TCC apresentado à Banca Examinadora;
IV. Apresentação pública e defesa oral do TCC presencial ou on line;
V. Adequação do TCC a partir das sugestões da Banca Examinadora.

Parágrafo único: As entregas dos itens de cada etapa devem cumprir


os prazos estabelecidos no calendário acadêmico.

PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)

Art. 16º – A Orientação do(a) Professor(a) poderá ser realizada por


docente do curso e/ou por professores dos campi do IFBA e de outras
instituições de ensino superior, quando se fizer necessário pelas
especificidades do projeto do TCC.

104
Art. 17º – A Orientação do(a) Professor(a) será realizada pelo Docente
da disciplina de “Trabalho de Conclusão de Curso ”, responsável pela
turma em que o discente se encontra regularmente matriculado.

Art. 18º – As atribuições do(a) Professor(a) Orientador(a) são:

I. Preencher o termo de aceite do orientando;


II. Disponibilizar horários para a orientação;
III. Fazer cumprir os prazos previstos no calendário de defesa de TCC;
IV. Definir a banca de avaliação em conjunto com o(a) orientando(a);
V. Autorizar o encaminhamento do TCC à banca de avaliação;
VI. Presidir as bancas de avaliação e defesa de seus
respectivos orientandos;
VII. Auxiliar na avaliação do aluno durante o processo de construção
e defesa do TCC;
VIII. Aprovar, ou não, a versão final do TCC, verificando o
cumprimento às observações da Banca Examinadora.

Art. 19º – Caso houver troca do(a) Orientador(a) esta será acompanhada
pelo professor

COORIENTAÇÃO
Art. 20º - A Coorientação do Discente poderá ser realizada por um
Docente vinculado ao IFBA ou externo, atuante em outra instituição de
ensino.

Art. 21º - São atribuições do(a) Coorientador(a):

I. Preencher o termo de aceite do orientando;


II. Disponibilizar horários para a coorientação do acadêmico;
III. Zelar pelos prazos de entrega das etapas de TCC e pelo
calendário de defesa de TCC;
IV. Cumprir o plano de ensino e cronograma estabelecido pelo
Professor(a) Orientador(a) responsável pela disciplina de TCC;
V. Preencher e assinar o termo de frequência de coorientação,
quando houver;
105
VI. Reportar-se ao Professor(a) Orientador(a) responsável pelo
discente diante de qualquer dúvida, conflito ou necessidade.

ACADÊMICOS EM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 23º - O(Cada aluno deverá se matricular na turma de responsabilidade


de seu respectivo(a) Orientador(a);

I. Elaborar e apresentar o projeto de pesquisa;


II. Providenciar a documentação necessária;
III. Comparecer às sessões de orientação agendadas pelo(a)
Orientador(a) e/ou Coorientador(a), que poderão ser
presenciais ou virtuais.
IV. Cumprir os prazos das etapas de TCC;
V. Zelar pela escrita própria e autoral, pois a incidência de
plágio, em qualquer proporção, implicará na reprovação do
discente na disciplina TCC.
VI. Convidar membros para compor a Banca Examinadora;
VII. Entregar no prazo mínimo de 15 dias de antecedência à data
de defesa três exemplares do TCC a serem encaminhados à
banca de avaliação;
VIII. Comparecer em dia, hora e local determinados para
apresentar e defender a versão final do TCC;
IX. Entregar duas cópias impressas e encadernadas e uma
cópia digital do TCC, no prazo estabelecido pela Banca em
Ata de Defesa, não ultrapassando o máximo de vinte e cinco
dias após a data da sessão pública de defesa, após realizar
as alterações sugeridas pela banca de avaliação quando
estas forem apresentadas;
X. Responsabilizar-se por todas as despesas locomoção, papel,
digitação, fotocópia, encadernação e outras decorrentes da
preparação do trabalho;
XI. Entregar até o prazo final estipulado no Calendário de TCC
uma cópia impressa e cópia digital da "versão final do TCC" –
em formato PDF via e-mail.

106
a) Termo de Anuência da Versão Final do Trabalho de Conclusão
de Curso assinado pelo Professor(a) Orientador(a);
b) Termo de Autorização para disponibilização do TCC na
Biblioteca IFBA.

CAPÍTULO IV - DA DEFESA PÚBLICA

Art. 24º – A defesa deve ser pública, nas dependências da Instituição,


quando presencial ou on line com link da sala virtual criada pelo professor
orientador.

Art. 25º – A defesa oral do TCC é obrigatória e deve ser realizada


perante a Banca de Avaliação formada por três professores titulares aos
quais são: Professor(a) Orientador(a) do trabalho e presidente da
Banca de Examinadora; dois professores convidados (sendo pelo
menos um deles atuantes no Curso de Tecnologia em Gestão de
Eventos), a ser definido pelo Professor(a) Orientador(a).

Parágrafo único: A escolha da Banca Examinadora deverá seguir


critérios de afinidade com o tema, domínio do objeto apresentado na
pesquisa, e disponibilidade Docente da IES ou de qualquer outra IES
devidamente reconhecida pelo MEC.

Art. 25º – O(a) Professor(a) Orientador(a) será Presidente da Banca


Examinadora. Cabe a ele(a):

I. Abrir os trabalhos e apresentar os componentes da Banca


Examinadora;
II. Abrir os debates, após a apresentação do trabalho pelo(a)
acadêmico(a);
III. Reunir-se com os membros da Banca Examinadora, logo após
os debates, para proceder à avaliação final;
IV. Comunicar o resultado (Aprovado, Aprovado com restrições,
Reprovado) ao(à) acadêmico(a), registrando em Ata de Defesa
do TCC encerrando os trabalhos;

107
V. Encaminhar a ata da banca e demais documentos solicitados à
Coordenação;
VI. O Presidente da Banca deverá entregar aos professores
convidados o Atestado de Participação em Banca Examinadora,
previamente assinado pela Comissão de TCC;

Art. 27º – Para a apresentação oral o(a) acadêmico(a) poderá utilizar


recursos audiovisuais, sendo de sua total responsabilidade garantir o
seu funcionamento, uma vez que o não funcionamento ou mau
funcionamento não impede a apresentação, sendo de inteira
responsabilidade do aluno o prejuízo no entendimento da
apresentação em virtude da indisponibilidade do recurso elegido.

Art. 28º – O(a) acadêmico(a) terá 15 (quinze) minutos para apresentar


o TCC oralmente.

Art. 29º – Cada avaliador terá 10 (dez) minutos para arguir a respeito do
trabalho.

Art. 30º – O(a) acadêmico(a) terá dez minutos para respostas e


comentário por parte do acadêmico à banca;

Art. 31º – Ao todo até trinta minutos para sessão fechada da Banca de
Examinadora;

Art. 32º – Encerrada a apresentação pública do TCC, a Banca


Examinadora, em sessão fechada, sem a presença do público, reunir-
se-á para deliberar sobre a nota do acadêmico.

Parágrafo único: Durante a sessão fechada se dará a avaliação


qualitativa e quantitativa do Trabalho apresentado pelo discente. O
Docente orientador do trabalho poderá expor de maneira detalhada
como foi o processo de construção do TCC pelo aluno. Na sessão
também os membros convidados poderão trazer demais contribuições
ou esclarecimentos não feitos durante o período reservado para
arguição do aluno.

108
As colocações do orientador servirão de base para a avaliação
qualitativa do aluno (aprovação; aprovação com restrições e
reprovação), refletindo em sua avaliação quantitativa (nota atribuída ao
TCC).

Art. 33º – O(a) Presidente(a) da Banca Examinadora terá até cinco


minutos para a leitura da Ata de Avaliação do TCC.

Art. 34º –O(a) acadêmico(a) que não se apresentar para a sua defesa
pública sem motivo justificado é automaticamente reprovado(a).

Art. 35º - No período de ensino remoto ocasionado por alguma


emergência de saúde pública, a defesa pública do TCC atenderá as
seguintes regulamentações:

I. A defesa do TCC será online e a transmissão ocorrerá em


tempo real por meio de uma plataforma de
videoconferência, previamente definida pelo acadêmico(a)
e Professor(a) Orientador(a).
II. Para a apresentação oral o acadêmico deverá utilizar
recursos audiovisuais, apresentar acesso à internet e
ativar seu login na plataforma de videoconferência, sendo
de sua total responsabilidade garantir o funcionamento
dos seus equipamentos. Deste modo, é responsabilidade
do aluno o prejuízo da não apresentação de defesa do
TCC em virtude da indisponibilidade de realização da
banca.
III. O acadêmico poderá encaminhar a apresentação de seu
trabalho em formato de vídeo pré-gravado, a fim de
garantir a apresentação deste à Banca de Avaliação em
caso de qualquer instabilidade na rede de dados de
internet ou elétrica.

109
Parágrafo único: A apresentação pré-gravada somente poderá ser
realizada com a anuência do Professor(a) Orientador(a), e esta deve
ser encaminhado ao presidente da Banca com limite máximo de 24
horas antes do agendamento da defesa. Mesmo com a apresentação
pré-gravada o acadêmico deverá obrigatoriamente estar disponível para
interagir em tempo real com a Banca de avaliação, via plataforma on-
line previamente definida, para as fases de arguição e comentários
da banca, respostas do orientando aos comentários, sessão fechada de
avaliação da banca de defesa, e leitura da ata de defesa.

CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO DO TCC

Art. 36º – A avaliação do(a) acadêmico(a) da disciplina do Trabalho de


Conclusão de Curso - considera:

I. Avaliação por Banca Examinadora do Trabalho escrito;


II. Avaliação por Banca Examinadora da apresentação oral.

Parágrafo Único: Avaliação do processo de orientação pelo


Professor(a) Orientador(a) ocorrerá em conjunto com o Coorientador(a),
se houver.

Art. 37º - A Avaliação do TCC será realizada no Formulário de


Avaliação dos Membros da Banca Examinadora e deverá observar os
seguintes parâmetros para a atribuição das notas:

I. Parte escrita: apresentação gráfica – formatação ABNT,


estrutura geral do trabalho; introdução; justificativa – relevância
do tema e da pesquisa; objetivos; problema e tema de pesquisa;
metodologia - adequação ao problema e clareza; estrutura –
desenvolvimento do referencial teórico; estrutura – coerência das
partes do trabalho, coesão e apresentação do texto e das ideias,
redação e linguagem; estrutura – procedimentos para coleta,
tratamento e análise dos dados e apresentação dos resultados;
estrutura – conclusão e/ou análise crítica dos resultados obtidos.

110
II. Apresentação Oral: recursos utilizados na apresentação;
coerência e coesão da apresentação, linguagem – clara,
objetiva, correta; postura e didática na apresentação; domínio do
conteúdo, das terminologias; capacidade de resposta à banca
examinadora; utilização do tempo de forma equilibrada;
introdução – tema e problema, objetivos, justificativa; referencial
teórico; metodologia; resultados da pesquisa e considerações
finais.

Art. 38º – A nota será constituída pela média aritmética das notas da
apresentação oral e da parte escrita, atribuídas, separadamente, pelos
membros da banca avaliadora. A nota final será obtida pela média
aritmética atribuída pelos avaliadores.

Parágrafo único: A nota será atribuída pela avaliação da banca


examinadora a partir da apresentação oral e do trabalho escrito e do
Orientador – Presidente da Banca considerando o processo de
orientação, apresentação oral e o trabalho escrito.

Art. 39º - A avaliação da banca é soberana, não comporta recurso, nem


segunda chamada ou outro tipo de verificação.

Parágrafo único: Trabalhos que apresentarem plágio de qualquer tipo


estão AUTOMATICAMENTE ZERADOS, e, neste caso, o aluno será
considerado reprovado, e poderá responder a sanções administrativas
e/ou legais que regem as leis de direitos autorais.

Art. 40º - Deverá efetuar nova matrícula quando a disciplina TCC for
ofertada o acadêmico(a) que:

I. Tiver seu TCC reprovado pela Banca Examinadora;


II. Não entregar a versão final do TCC devidamente
autorizada pelo Professor Orientador;
III. Não cumprir o prazo de entregas estipulado pela Comissão de TCC.

111
Parágrafo único: Os(as) acadêmicos(as) que na apresentação do TCC
forem reprovados e se encontram no tempo limite permitido para
conclusão do curso.

CAPÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 41º - As possibilidades não previstas nesta normativa serão


avaliadas pelo Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
de Eventos.

112
APÊNDICE A.1 – ESTRUTURA PARA DESENVOLVIMENTO DOS
TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO OU MONOGRAFIA,
DE NATUREZA BIBLIOGRÁFICA, EMPÍRICA OU TEÓRICA
EMPÍRICA

1. Título
2. Resumo e abstract de até 200 palavras
2.1. Palavras-Chave e Key-words
3. Introdução
3.1. Contextualização/ Problematização do tema
3.2. Problema da pesquisa
3.3. Hipótese / Pressuposto (opcional)
3.4. Objetivos
3.5. Justificativa
3.6. Metodologia/ Instrumentos metodológicos (Manter na introdução ou inserir
após a revisão da literatura)
[Link] Teórica/Referencial Teórico/Estado da arte
5. Análise da Pesquisa
6. Considerações finais
Referências

113
APÊNDICE A.2 – ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS AO PROJETO
DE PESQUISA

I. Definição do Tema de pesquisa;


II. Área de pesquisa;
III. Definição do Professor(es) Orientador(es);
IV. Título preliminar;
V. Contextualização preliminar da pesquisa;
VI. Problemática da pesquisa
VII. Objetivos: Geral e Específicos;
VIII. Justificativa;
IX. Quadro Teórico;
X. Procedimentos Metodológicos;
XI. Cronograma de Execução.

114
APÊNDICE A.3- TERMO DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DE
TCC

TERMO DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DE TCC

Eu, ______________________________________________________ na
condição de Professor (a) Orientador (a) declaro aceitar o (a) discente
_______________________________________________________________
_______________________,regularmente matriculado (a) no curso
Bacharelado em Administração do Instituto Federal da Bahia (IFBA), para
orientá-lo na elaboração do seu Trabalho de Conclusão de Curso.
Declaro conhecer esse regulamento sobre as Normas para Elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Administração do IFBA.

Salvador, _____ de _______________________ de 20_________.

__________________________ ___________________________
Professor (a) Orientador (a)

115
APÊNDICE A.4 – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TCC OU
MONOGRAFIA
ALUNO:
TÍTULO: BAREMA

ITENS DE AVALIAÇÃO PONTUAÇÃO PONTUAÇÃO


MÁXIMA ATRIBUÍDA
Relevância do tema e delimitação do objeto da pesquisa 1,0
Delimitação adequada do problema e dos objetivos geral e 1,0
específicos
Fundamentação teórica adequada e domínio da bibliografia 1,5
relevante sobre o tema
Pertinência da metodologia utilizada e adequação entre a 1,0
metodologia, a introdução, o desenvolvimento e a conclusão
Procedimentos metodológicos claros e objetivos 1,5
Apresentação formal da monografia e formatação segundo 1,5
as regras vigentes no Manual do Curso
Redação clara e objetiva e uso adequado da gramática 1,5
Apresentação oral 1,0

Parecer: A obtenção de Média _____ recomenda-se a aprovação do TCC.

Salvador, ________________ de 20______.

Assinatura dos Avaliadores:

116
APÊNDICE A.5 – FORMULÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE
DISPONIBILIDADE EM BIBLIOTECA DIGITAL

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e


Tecnológica
Biblioteca Digital de Monografias- Identificação do material bibliográfico
impresso ou eletrônico.

1. Identificação do documento/ Autor (a):


RG: CPF:
Título do Trabalho:
Orientador(a):
Coorientador(a):
Data de defesa:

2. Informações de acesso ao documento:


Este trabalho é confidencial? [ ] Sim [ ] Não
Ocasionará registro de patente? [ ] Sim [ ]
Não Pode ser liberado para acesso público? [ ] Total [ ] Parcial [ ] Não
Em caso de publicação parcial, assinale as permissões:
[ ] Capítulos. Especifique:
[ ] Outras restrições:

Termo de Autorização para Disponibilização na Biblioteca Digital do IFBA


Na qualidade de titular dos direitos de autor(a) da publicação supracitada, de
acordo com a Lei no 9610/98, autorizo o Instituto Federal de Educação,
Ciências e Tecnologias da Bahia- IFBA a disponibilizar gratuitamente, sem
ressarcimento dos direitos autorais, conforme permissões assinadas acima, do
documento, em meio impresso ou eletrônico, na Rede Mundial de
Computadores, no formato especificado 2 , para fins de leitura, impressão e/ou
download pela internet, a título de divulgação da produção científica gerada
pelo IFBA, a partir desta data.

Assinatura do(a) autor(a) Data

1. Em caso de restrição, esta poderá ser mantida por até um ano a partir da
data de defesa. A extensão deste prazo suscita justificativa junto à
coordenação do curso. Todo resumo estará disponível para reprodução,
conforme legislação vigente no IFBA. 2. Texto (PDF); Imagem (JPG ou GIF);
Som (WAV, MPEG, AIFF, SND); Vídeo (MPEG, AVI, QT); Outros (específico da
área).

117
APÊNDICE A.6 – FORMULÁRIO DE COMPOSIÇÃO DE BANCA

Solicitação de Composição da Banca Examinadora do TCC


Título do Trabalho:
Autor (a):

Banca Examinadora:
1. Orientador (a):
2.
3.

Justificativa:

Salvador, _____ de _____________________ de _________.


Orientador (a) Autor (a)
De acordo em: ____/____/_____
Coordenador (a)

118
APÊNDICE A.7 - TERMO DE AUTORIA DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

TERMO DE AUTORIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Eu, __________________________________________________________,
matrícula no ____________________, aluno(a) devidamente matriculado(a) na
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), declaro
para
os devidos fins, que o trabalho acadêmico
intitulado ________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________

é de minha autoria, e que o mesmo respeita rigorosamente a vigente Lei de


Direito Autoral, Lei 9.610/98, além das normas da ABNT referentes a citação.
Declaro, ainda, ter plena consciência das sanções acadêmicas previstas para
os eventuais casos de plágio.

Salvador, ______de ___________de _______

___________________________________________________
Assinatura

119
APÊNDICE A.8 - TERMO DE ACOMPANHAMENTO E
ORIENTAÇÃO DO TCC

TERMO DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO TCC

Aluno:
Matrícula:
[Link].:
Celular:
E-mail:
Título do trabalho:
Data Atividade Assinatura do Assinatura do Observação
discente professor

Data de entrega na Coordenação do Curso: _____/____/_____

________________________________________
Assinatura do Orientador (a)

120
APÊNDICE B - MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
EM EVENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO


SUPERVISIONADO DO
CURSO DE TECNOLOGIA DE GESTÃO EM EVENTOS

Salvador
2023

121
I. INTRODUÇÃO

O Curso Superior de Tecnologia de Gestão em Eventos prevê em sua


matriz curricular atividades práticas de suma importância para que se possa
alcançar a essência na formação do Tecnólogo em Eventos, para que ao final
possa ter pleno domínio no planejamento e organização de variados tipos de
eventos.

Tendo em vista a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos na


formação, o curso institui segundo as bases legais a realização de estágio
supervisionado obrigatório, bem como, possibilita estágio curricular não-
obrigatório no decorrer do curso.

O estágio é uma forma importante de intercâmbio entre a universidade e


a empresa. Ele apresenta-se como uma oportunidade para que o discente
possa aplicar seus conhecimentos acadêmicos, aprimorando-os e qualificando-
se para o exercício profissional. Poderá ser realizado em locais que tenham
condições de proporcionar experiência prática na linha de formação, devendo o
acadêmico para esse fim, ter cursado disciplinas que lhe ofereçam subsídios
teóricos relacionados com a área que deseja estagiar.

Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da


aprendizagem, portanto devem ser planejados, executados, acompanhados e
avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários
escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos
de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e de
relacionamento humano.

Desse modo, o objetivo deste manual é orientar docentes e discentes,


bem como o docente responsável pela disciplina de Estágio, sobre as diretrizes
e normas necessárias para a prática do Estágio Supervisionado.

122
II. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

A disciplina Estágio Supervisionado é obrigatória no Curso Superior de


Tecnologia de Gestão em Eventos e de fundamental importância na formação
do futuro profissional.
Sua normatização está baseada no projeto Político pedagógico do IFBA,
em seu PPI – Projeto Pedagógico Institucional e está amparada pela Lei
Federal nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, e no Decreto nº 87.497, de 18
de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei nº 9394/96.

II.1. TIPOS DE ESTÁGIO

O estágio poderá ser obrigatório (curricular) ou não obrigatório


(extracurricular), conforme determinação das diretrizes curriculares e projeto
pedagógico do curso.

- Estágio Obrigatório: possui carga horária definida e está incluso na Matriz


Curricular. Constitui parte prática da etapa escolar, de caráter técnico, social,
cultural e comportamental, que orienta e permite ao estudante a aplicação dos
conhecimentos teóricos, por meio da vivência em ambientes e processos de
trabalho em situações reais do exercício da futura profissão;

- Estágio Não Obrigatório: de caráter opcional. Constitui oportunidade para


que o futuro profissional adquira novas experiências no mercado de trabalho e
complementação da formação profissional, pode possibilitar o acesso ao
mercado de trabalho sem vínculo empregatício, mas com remuneração.

Observação: As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica


não estão previstas como estágio e somente poderão ser equiparadas ao
estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso.

123
III. OBJETIVOS

Considerando que o processo de aprendizagem é resultante da


construção contínua de conhecimento, o Estágio Supervisionado integra um
contexto de relevante importância na formação do discente. Assim, ele deve
consolidar os objetivos propostos com o Projeto Pedagógico do Curso
Superior em Tecnologia de Eventos do IFBA.

III.1 OBJETIVO GERAL


 Aproximar o discente das situações vividas no ambiente de trabalho,
aplicando os fundamentos teóricos/práticos adquiridos no curso.

III.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS


 Proporcionar ao discente, condições de compreender as
experiências teórico-práticas vivenciadas no estágio, visando a
complementação do seu processo de formação profissional;
 Possibilitar ao discente o desenvolvimento de sua capacidade
científica e criativa na sua área de formação;
 Permitir ao discente um momento de ação/reflexão/ação, da sua
experiência profissional, contribuindo na sua formação como
cidadão, visando a melhoria da qualidade de vida em sociedade.
 Dar cumprimento ao currículo pleno do curso.

IV. SISTEMÁTICA DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO

O discente estará apto a realizar o estágio quando tiver cursado com


aprovação, no mínimo de 70% da carga horária do curso.
O estágio curricular obrigatório possui carga horária de 160 horas e
deverá ser cumprido na empresa ou entidade que possuam atuação em
qualquer área da gestão de eventos, comprovado por documento fornecido
pelo IFBA ou pela empresa concedente, e assinado pelos envolvidos no
processo: escola, empresa e estagiário. Poderão ser realizadas em qualquer
área pertencente ao campo de atuação do Tecnólogo de Gestão em Eventos.

124
Durante o período do estágio, o docente promove encontros mensais
para acompanhamento individual do estágio.
Após a conclusão do estágio, o discente deverá entregar Relatório de
Estágio protocolado à Coordenação do Curso, para que o mesmo possa ser
avaliado pelo docente responsável pela disciplina.
A integralização dos créditos dependerá do cumprimento de todas as
atividades previstas na disciplina e da obtenção de aproveitamento mínimo,
conforme estabelecido neste manual. Considerando as peculiaridades do Setor
e a possibilidade de múltiplos eventos em curto período, o discente poderá ter
a carga horária, nestes eventos, somadas, para atender a carga horária do
estágio.
As informações para a construção do relatório final podem ser obtidas no
Setor de Estágio da Instituição.
Com relação ao estágio curricular não-obrigatório, o mesmo poderá ser
realizado paralelamente pelo discente durante todo o processo de
integralização das disciplinas dos semestres. Deverá seguir todos os requisitos
legais, como emissão de termo de compromisso de estágio, bem como
acompanhado pelo docente responsável pela disciplina de estágio, porém não
é avaliado como disciplina regular do curso. O documento de estágio é
semestral, podendo ser renovado a cada semestre, desde que o discente
esteja com situação regular no curso.
A cada etapa concluída, o discente deverá entregar um relatório para ser
avaliado e adicionado ao relatório final.

V. AVALIAÇÃO

Segundo a Lei N. 11.788, de 25 de Setembro de 2008 tanto para o


estágio obrigatório quanto para o não obrigatório, deverá ser entregue um
relatório ao final do estágio. O modelo de relatório é disponibilizado pelo
Docente da disciplina.
Para a aprovação final, no estágio obrigatório o discente deverá ter
cumprido as exigências mínimas do estágio e entregar protocolado:

125
- Relatório final de atividades (conforme modelo) encontrado no link:
- A ficha/parecer de avaliação do estágio enviada pelo supervisor da empresa;
- A avaliação do relatório do estágio, pelo orientador;
O prazo máximo para a entrega do relatório final deverá estar de acordo
com o calendário acadêmico.
O não cumprimento do prazo acima implicará automaticamente na
invalidação da referida finalização do estágio. No caso de discente formando, o
mesmo deverá obter o parecer, no mínimo 15 (quinze) dias úteis antes da data
de conclusão do curso.
O discente deverá atingir, na disciplina de Estágio Supervisionado ao
final do semestre letivo, a frequência igual a 100% da carga horária mínima e
aproveitamento igual ou superior a definida na Norma Acadêmica da
Instituição. O não cumprimento deste requisito acarretará em reprovação do
discente nesta disciplina, não cabendo recurso para o mesmo.

VII. ATRIBUIÇÕES DO DOCENTE ORIENTADOR DE ESTÁGIO


O docente da disciplina de Estágio Supervisionado (EVE 120) é
responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades de estágio.
Dentre suas atribuições estão:
 Orientar o aluno para o início do Estágio, fazendo conhecer suas
normas, documentação e prazos;
 Elaborar e analisar o programa de estágio e acompanhar o seu
desenvolvimento;
 Realizar atividades de estudo e pesquisa, supervisionando cada aluno.
Além de acompanhar o desenvolvimento do estágio, em termos de
coerência lógica, fundamentação teórica, aplicação prática e sua
contribuição para o aprendizado do estudante;
 Fornecer orientações necessárias ao desenvolvimento das atividades
previstas no plano de estágio, inclusive quanto aos aspectos éticos;
 Comunicar aos discentes quando da ocorrência de palestras,
seminários, congressos, cursos, bolsas de estudo e últimas publicações
na área de atuação;
 Fazer o acompanhamento contínuo e sistemático do estagiário;
 Avaliar os Relatórios do estudante, e emitir seu parecer.

126
VIII. ATRIBUIÇÕES DO DISCENTE/ESTAGIÁRIO
São atribuições do discente/estagiário:
 Matricular-se na disciplina de Estágio Supervisionado, obedecendo aos
pré-requisitos determinados pelo curso.
 Apresentar-se, regularmente, ao Docente da disciplina para as
entrevistas individuais.
 Manter uma postura ético-profissional no desenvolver do estágio,
respeitando horários, assuntos sigilosos da empresa e as normas por
ela estabelecidas, bem como tratar de forma cortês os superiores,
funcionários e clientes da mesma.
 Participar de aulas, cursos, seminários ou palestras promovidos pelo
Curso ou empresa que tenham relação com as atividades
desenvolvidas no estágio.
 Elaborar o Relatório Final de Estágio de acordo com as normas
metodológicas vigentes e as diretrizes gerais do Estágio
Supervisionado.
 Entregar a versão final do Relatório de Estágio no prazo estabelecido,
encadernado, com todas as assinaturas exigidas.
 Informar por escrito ao Docente Responsável, qualquer irregularidade
decorrente do não cumprimento das condições estabelecidas neste
manual.

VIII. DISPOSIÇÕES GERAIS


O presente documento entra em vigor na presente data, deve ser
seguido pelo discente a partir da matrícula na disciplina de Estágio
Supervisionado.

Os casos omissos neste Manual serão resolvidos pelo Colegiado do


Curso.

127
Disciplinas Optativas

Disciplina Código Ch total


Gestão Social ADM 571 60
Liderança, Gestão de Equipes e Competências ADM 527 60
Geografia Cultural GEO 145 60
Libras II LET 138 60
História e Cultura Afro-Brasileira HIS 001 60
Educação e Relações Étnicas e Raciais EDU164 60
Educação e Trabalho HUM154 60
Gestão de Pessoas II ADM 514 60
Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística ADM 593 60
Filosofia HUM 100 60
Sociologia HUM 101 60
Estado e Sociedade HUM 151 60
Direito e Legislação Social ADM 540 60
Psicologia Aplicada ao Trabalho HUM 102 60
Autogestão, Associativismo e Cooperativismo ADM 583 60
Gestão Socioambiental e Sustentabilidade ADM 584 60
Ambientação e Decoração em Eventos EVE 131 60
Eventos Esportivos EVE 132 60
Gestão da Qualidade na Área de Turismo EVE 133 60
Gestão e Organização dos Meios de Hospedagem EVE 134 60
Geografia do Turismo GEO 139 60
Oratória EVE 138 60
Patrimônio Histórico e Cultural no Turismo EVE 135 60
Sistemas Hoteleiros EVE 136 60
Aspectos Históricos e Eventos EVE 137 60
Vida e Carreira EVE 139 60
APÊNDICE A.11 – EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
OBRIGATÓRIAS E OPTATIVAS

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE 102 Captação de Eventos e Recursos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Compreender os processos administrativos que norteiam uma captação de eventos e
recursos, distinguindo seus elementos, os limites e/ou interfaces.
- Conhecer os processos básicos da captação de eventos, quanto a sua natureza, propósito,
as fases e seus elementos básicos.
- Conhecer as ferramentas utilizadas na captação de recursos;
- Ampliar a percepção da captação de eventos;
- Desenvolver a competência de captar de recursos para a execução de eventos.
Ementa
Projetos de captação de eventos: parcerias para captação de eventos. Convention&Visitors
Bureau: estratégias de captação de eventos. O papel dos parceiros na captação dos eventos
nacionais e internacionais. Planejamento e estratégia para captação de recursos. O uso do
Marketing para eventos na captação, criação e planejamento de eventos.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos – Como Criar, Estruturar e Captar Recursos. Editora
Thomson.
HOYLE JR., Leonard H. Marketing de eventos: como promover com sucesso eventos,
festivais, convenções e exposições. São Paulo: Atlas, 2003. 222 p
MELO NETO, Francisco Paulo de. Marketing de eventos. [Link]. Rio de Janeiro: Editora
Sprint, 2007. 235 p.
Referências Complementares
BARTHOLO, R.; SANSOLO, D. G.; BURSZTYN, I. (Organizadores). Turismo de Base
Comunitária: diversidade de olhares e experiências brasileiras. Disponível em
[Link]
mo/downloads_regionalizacao/TURISMO_DE_BASE_COMUNITxRIA.pdf
BEZERRA, Beatriz Braga. AGUIAR, Eduardo da Costa (Orientador). Patrocínio de eventos:
ferramenta estratégica de comunicação e vendas. 2011. 32f. Monografia apresentada para
conclusão do curso de Pós-graduação em Gestão da Comunicação Empresarial – Faculdade
Frassinetti do Recife, Recife, 2011. Disponível em
[Link]
BRASIL. Ministério da Cultura. Lei Federal nº 8.313/91. Restabelece princípios da Lei n°
7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá
outras providências. Brasília, 1991.
BRASIL. Ministério da Cultura. Decreto Nº 5.761, de 27 de abril de 2006. Regulamenta a Lei
no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, estabelece sistemática de execução do Programa
Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC e dá outras providências. Brasília, 2006.
BRASIL. Ministério da Cultura. Instrução Normativa nº 1 de 24 de junho de 2013. Estabelece
procedimentos para apresentação, recebimento, análise, aprovação, execução,
acompanhamento e prestação de contas de propostas culturais, relativos ao mecanismo de
incentivos fiscais do Programa Nacional de Apoio à Cultura – Pronac. . Brasília, 2013.

Código Disciplina Pré-requisito

128
EVE 103 Planejamento e Organização de Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Analisar a importância da organização de eventos como opção viável para
complementaridade de serviços na diversificação do setor turístico, posicionando-os como
opção de atrativos e elementos que favoreçam a quebra da sazonalidade.
- Distinguir as especificidades dos diferentes tipos de eventos e organizá-los de acordo com
sua tipologia.
- Planejar, organizar e coordenar eventos identificando as necessidades de serviços para
realização dos mesmos.
Avaliar e definir as condições necessárias para o planejamento eficiente dos espaços para
eventos de pequeno, médio e grande porte.
- Organizar os recursos físicos, humanos, materiais e financeiros necessários ao processo
de planejamento, organização e controle dos eventos.
- Contatar, negociar, contratar e coordenar os fornecedores e provedores de infra-estrutura e
de meios de apoio.
- Interpretar contratos e orçamentos de fornecedores de serviços.
Ementa
Introdução ao contexto dos Eventos. Análise dos eventos no Brasil e no Mundo. Análise e
tendências de mercado. Aprofundamento dos conceitos básicos de eventos. Descrição das
tipologias e classificações dos eventos. Estudo de teorias e técnicas dos eventos. Logística
no Local do Evento. Abrangência turística. Importância dos eventos para os municípios e
regiões. Estabelecimento das relações de parcerias com entidades públicas, privadas e com
os fornecedores. Entidades do Trade. Código de ética. Perfil profissional em eventos.
Funções do consultor na organização de Eventos.
Referências Básicas
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos: como
organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo:
Atlas, 2008.
LINDBERG, Kreg; HAWKINS, D. E. Ecoturismo: um guia para planejamento e gestão. 4ª ed.
São Paulo: Editora SENAC, 2002.
Referências Complementares
BARBOSA, Fabrício Silva. Planejamento estratégico para eventos: um estudo de caso das
estratégias de marketing utilizadas pela Oktoberfest de Santa Cruz do Sul/RS. CULTUR, ano
07 - nº 01 - Fev/2013. Disponível em [Link]/revistas/culturaeturismo.
BRASIL. Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004 –Regulamenta as Leis 10.048, de
8/11/2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de
19/12/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
NUNES, Talita Martins; PLATT, Allan Augusto. A organização de eventos como estratégia de
marketing para o turismo em Florianópolis. Book of Proceedings – Tourism and Management
Studies International Conference Algarve 2012 vol.1. University of the Algarve, Portugal.
Disponível
em:[Link]
_da_atividade_turstica_em_Santo_Antnio_de_Lisboa_um_comparativo_2002-
2012/links/[Link]#page=195.
SANTOS, Rodrigo Amado dos et ali. A importância da compreensão do conceito de eventos
à execução do planejamento, perante as etapas pré, durante e pós-evento. REVISTA
CIENTÍFICA ELETÔNICA DE TURISMO. Ano VII – Número 12 – Janeiro de 2010. Disponível
em [Link]
[Link].

129
Código Disciplina Pré-requisito
LET 125 Língua e Comunicação -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Intensificar o hábito da leitura crítica e produção escrita;
- Reconhecer modalidades diversas e sua utilização;
- Fornecer elementos à utilização da norma linguística adequada as diversas situações de
comunicação;
- Exercitar técnicas de redação que levem em consideração não só a correção, mas também
deem à produção de textos criativos;
- Discutir questões referentes à linguagem e sua utilização.
Ementa
O papel da língua e da linguagem. Comunicação verbal. Estudo e aplicação de conceitos
lingüísticos elementares. Técnicas de comunicação oral e escrita.
Referências Básicas
MACHADO, Nílson José; CUNHA, Marisa Ortegoza da. Lógica e linguagem cotidiana:
verdade, coerência, comunicação, argumentação. [Link]. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 125
p.
VIGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2008. 194 p
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
científica. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 224 p.
Referências Complementares
GOMES FILHO, José. Linguagem, discurso e exclusão: uma abordagem discursiva da
intolerância linguística em textos escolares. Salvador: Quarteto, 2013. 197 p.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar
gêneros acadêmicos. [Link]. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. 116 p (Leitura e produção
de textos técnicos e acadêmicos, 3).
MARKERT, Werner. Trabalho, comunicação e competência: contribuições para a
construção crítica de um conceito e para a formação do profissional transformativo.
Campinas, SP: Autores Associados, 2004. 173p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 321 p.
VIGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. 2. ed. São Paulo: WMF
Martins Fontes, 2009. 496 p.

130
Código Disciplina Pré-requisito
MAT 203 Matemática -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
Desenvolver e aplicar os conceitos de algumas funções matemáticas e do cálculo diferencial,
mostrando como este ramo do conhecimento permeia a vida moderna nos diversos campos
das atividades humanas, especialmente na área da Administração e Economia, buscando
incentivar o aluno a desenvolver a sua habilidade no uso desta poderosa ferramenta de
análise.
Ementa
Funções elementares com aplicações em Economia e Administração e esboço de seus
gráficos. Limites e continuidade de funções (conceitos básicos). Derivada e aplicações da
Derivada na Economia e Administração.
Referências Básicas
Medeiros, H. Matemática para cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis, 5ª
edição. Editora Atlas, 1999.
Goldstein, L. et al. Matemática aplicada: Economia, Administração e Contabilidade.
Bookman, 2003.
Tan, S. T. Matemática aplicada à Administração e Economia. Editora Thomson/Pioneira,
2001.
Referências Complementares
Morettin, P.; Bussab, W. O.; Hazzan, S. Cálculo – Funções de uma e várias variáveis, 1ª.
edição. Editora Saraiva, 2005.
Guidorizzi, H. L. Matemática para Administração. Editora LTC, 2002.
Anton, H. Cálculo – Um novo horizonte, vol 1, 6ª edição. Editora Bookman, 2002.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 1, 8ª Edição, Editora Atual, 2004.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 2, 9ª Edição, Editora Atual, 2004.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 8, 6ª Edição, Editora Atual,
2005.

131
Código Disciplina Pré-requisito
LET 133 INGLÊS I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Dominar as quatro habilidades linguísticas (ouvir, ler, falar e escrever) tendo como base
conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, levando em consideração
as peculiaridades léxicas, semânticas e suas variantes linguísticas.
- Desenvolver habilidade auditiva com reconhecimento de aspectos textuais e linguísticos.
- Praticar a habilidade de leitura e compreensão textual como um instrumento de
comunicação na produção de ideias e busca de solução de problemas.
- Praticar a habilidade de escrita em preenchimento de formulários, em elaborar e responder
pedidos, preencher documentos, enviar e responder e-mails.
- Praticar a habilidade de fala em situações pontuais, relacionadas a área do curso.
- Conhecer a Lei Federal 11.465/2008 que torna obrigatório o ensino de História, Geografia e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas públicas com o objetivo de promover a
valorização da diversidade nas origens do povo brasileiro.
Ementa
Trabalho com as quatro habilidades da língua Estrangeira, a saber: (ouvir, ler, falar e
escrever) com base conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, em
uma perspectiva/abordagem intercultural. Listening (habilidade auditiva, com reconhecimento
de aspectos textuais e linguísticos), Reading (habilidade de leitura e compreensão textual),
Speaking (habilidade de comunicação em situações pontuais) Writing (habilidade em escrita
em preenchimentos de formulários, vouchers, fazer e responder pedidos, enviar e responder
e-mails, documentos). Reconhecimento da importância cultural e sociopolítica da língua
inglesa, nas relações internacionais e na realização de eventos.
Referências Básicas
FREEWAY. São Paulo: Richmond, 2010. 192 p.: v. 1
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 2
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 3
Referências Complementares
CAMPOS, Giovana Teixeira Gramática língua inglesa: teoria e prática / Giovana Teixeira
Campos ; [ilustrações Fabiana Fernandes]. – São Paulo : Rideel, 2006. Disponível em
<[Link] lingua inglesa gramática.
pdf.
GABELETTI, Ana Luíza; SOUZA-NETO, Maurício J. Materiais didáticos [livro eletrônico]: em
línguas com foco na diversidade étnico-racial. Brasília, DF: Vila Brasil, 2020. Disponível em
[Link]
%C3%8DNGUAS_COM_FOCO_NA_DIVERSIDADE_%C3%89TNICO_RACIAL
OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar: para estudantes brasileiros de
inglês. 2. ed. rev. e atual. New York: Oxford University Press, 2013.
VINEY, Peter. Basic Survival: New Edition: International Communication for Professional
People. Macmillan Education, 2004. Disponível em
<[Link]
YATES, Jean. Practice Makes Perfect English Conversation. McGraw-Hill, [Link].
Disponível em [Link]

132
2º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE107 Eventos Sociais e Corporativos EVE102
EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Analisar a importância da organização de eventos como opção viável para
complementaridade de serviços na diversificação do setor turístico, posicionando-os como
opção de atrativos e elementos que favoreçam a quebra da sazonalidade.
- Conhecer as normas e regras que regem, na atualidade, os casamentos, bodas e 15 anos,
dentro de uma abordagem ética e social.
- Conhecer a normatização de cada tipo de evento e as especificidades que devem ser
observadas quando da sua realização.
- Planejar, organizar e coordenar eventos identificando as necessidades de serviços e dos
espaços e locais para a realização de eventos. Contatar, negociar, contratar e coordenar os
fornecedores e provedores de infraestrutura e de meios de apoio. Interpretar contratos e
orçamentos de fornecedores de serviços.
Ementa
Conceituação dos diversos tipos de eventos sociais e corporativos. Importância dos eventos
corporativos para as empresas. Estudo de técnicas e métodos para a organização gerencial
e operacional de eventos sociais e corporativos. Seleção de serviços e materiais e de
recursos humanos. Etiqueta social. Dimensionamento dos eventos. Estabelecimento das
relações de parcerias com entidades públicas, privadas e com os fornecedores.
Referências Básicas
AVENA, Biagio M. Turismo, educação e acolhimento: um novo olhar. São Paulo: Roca,
2006. 319 p.
CANTON, Antônia Marisa. Eventos: ferramenta de sustentação para as organizações do
terceiro setor. São Paulo: Roca, 2002.
FREUND, Francisco Tommy. Festas & recepções: gastronomia, organização e
cerimonial. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2002. 142 p.
Referências Complementares
DUARTE, Sergio Ricardo; SILVA, Francisca Maria da. Eventos Corporativos na Cidade
de Fortaleza. VI Seminário da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em
Turismo 10 e 11 de setembro de 2009 – Universidade Anhembi Morumbi – UAM/ São
Paulo/SP. Disponível em .
NASCIMENTO, Hugo Canavez de Oliveira; LADEIRA, Ana Marta dos Santos. Eventos
corporativos como ação de endomarketing da viação progresso. CES REVISTA, Juiz
de Fora, v. 28, n. 1. p. 72-87, jan./dez. 2014. Disponível em .
OLIVEIRA, Alini Nunes de; CALVENTE, Maria Del Carmen Matilde Huertas As múltiplas
funções das festas no espaço geográfico. Interações (Campo Grande), Jun 2012, vol.13,
no.1, p.81-92. Disponível em
REMOR, Carlos Augusto Monguilhott. Contribuições estratégicas do marketing de
relacionamento para uma empresa de assessoria e cerimonial de eventos sociais.
Revista Borges: Estudos Contemporâneos em Ciências Sociais e Aplicadas - Florianópolis,
V. 5, N.02, Dezembro de 2014. Disponível em .

133
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 536 Gestão Estratégica de Custos MAT203
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 50 10 2º Semestre
Objetivos
Esta disciplina tem como objetivo discutir as questões da mensuração e gestão de custos nas
organizações como ferramenta gerencial no processo da tomada de decisão na produção de bens
e/ou serviços pelas entidades, bem como, na geração e controle de informações que apoiem o
processo de planejamento, acompanhamento, decisão e na geração de vantagem competitiva.
Ementa
Introdução à Gestão de Custos. Gestão e Controle de Custos. Terminologias aplicadas na gestão dos
custos: gastos, investimentos, custos, despesas, perdas e desembolso. Classificação dos custos quanto
à relação com o volume de atividade e em relação ao objeto de custeio. Custos de Produção: Material
Direto (MD), Mão de Obra Direta (MOD), Custos Indiretos de Fabricação (CIFs). Métodos e Sistemas de
Custeio. Análise das relações dos custos, volume, tributos e os lucros. Alavancagem Financeira,
Operacional e Combinada. Ponto de Equilíbrio: Econômico, Financeiro e Contábil. Formação de preços
de vendas.
Referências Básicas
BRUNI, A. L. FAMÁ, R. Gestão de Custos e Formação de Preços: com aplicações na Calculadora HP 12C
e Excel. São Paulo: Atlas. 6ª ed. 2008.
ATKINSON, A.A.; BANKER, R.D.; KAPLAN, R.S.; et. Al. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas. 2ª.
Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas. 2ª ed. São Paulo: Atlas. 2008.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas. 9ª ed. São Paulo: Atlas. 2010
Referências Complementares
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. São Paulo:
Atlas. 3ª ed. 2010.
ARRISON, Ray H., Noreen, Eric. W., Brewer, Peter, C. Contabilidade Gerencial. Rio de Janeiro: LTC. 4ª
ed. 2010.
LEONE, George Sebastião Guerra; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. São
Paulo: GEN/Atlas. 1ª. 2016.
Revista da Associação Brasileira de Custos – ABCustos - [Link]
e=1&s=1&a=1
Revista Contabilidade & Finanças - [Link]/eac/revista/.
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ -
[Link]
Revista de Contabilidade, Gestão e Governança - [Link]
Revista de Contabilidade da UFBA –RC-UFBA -
[Link]
Brazilian Administration Review – BAR - [Link]
revista=2.
Revista Universo Contábil - [Link]

134
Código Disciplina Pré-requisito
EVE108 Etiqueta, Cerimonial e Protocolo -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Evidenciar a importância da etiqueta e as normas de conduta na vida social e profissional
- Instrumentalizar os alunos para o uso correto dos elementos básicos de um cerimonial,
dando ênfase ao uso adequado das normas de protocolo.
- Viabilizar vivências em cerimonial e protocolo através das normas de protocolo,
precedência;
- Desenvolver no corpo discente a condição de discernir as normas de etiqueta social e
identificar as gafes não admitidas no meio social.
- Descrever os procedimentos referentes aos símbolos nacionais, evidenciando à bandeira e o
hino nacional.
Ementa
Normas de cerimonial e protocolo: hino, bandeiras, precedência, pronunciamentos. Roteiros
para condução de cerimônias. Etiqueta social e profissional.
Referências Básicas
BRASIL. Aprova as normas do cerimonial público e a ordem geral de precedência.
Brasília, 1972.
LUKOWER, Ana. Cerimonial e protocolo. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2013. 123 p.
VELOSO, Dirceu. Organização de eventos e solenidades. Goiânia: AB Editora, 2001.
160 p
Referências Complementares
BRASIL. Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. Manual de eventos da Câmara dos
Deputados : um guia para realizadores, gestores de espaços e fornecedores de serviços
[recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013.
Dicas de ETIQUETA CORPORATIVA Justiça Federal de Primeiro Grau em São Paulo
São Paulo, SP - Brasil, 2013. Disponível em
FARO, Mário de Mello. Cerimonial e Protocolo em Eventos: Validade e Implicações.
Turismo em Análise, São Paulo, maio 1997. Disponível em
FELIX, Adélia Caroline; ALVES, Mateus Gomes . Cerimonial e Protocolo:
Desmistificando conceitos. Trabalho apresentado no XIV Congresso Internacional de
Relações Públicas e Comunicação, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, dias 22, 23 e 24
de outubro de 2014. Disponível em
Matarazzo, Claudia Etiqueta sem frescura / Claudia Matarazzo; organização e redação
Edilson Cazeloto. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1995. Disponível em .

135
Código Disciplina Pré-requisito
EVE123 Alimentos e Bebidas em Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Desenvolver competências e habilidades necessárias à execução do planejamento,
operacionalização e avaliação de eventos relacionados a Alimentos e Bebidas.
- Dominar os conhecimentos de segurança alimentar.
- Conhecer a legislação aplicada à segurança alimentar em eventos de massa.
- Conscientizar sobre a importância do conhecimento dos diversos aspectos envolvidos nas
escolhas alimentares.
- Reconhecer a gastronomia típica como patrimônio imaterial de um país.
- Conhecer a estrutura básica de cardápios para diferentes tipos de eventos.
- Conhecer as modalidades e técnicas de serviço à mesa.
- Elaborar e executar projeto de eventos em A&B
Ementa
Introdução aos princípios básicos de alimentação e nutrição. Segurança alimentar e legislação
sobre a prestação de serviços de alimentação em eventos de massa. Conhecimento sobre
gastronomia internacional e brasileira para agregar valor a eventos. Orientação sobre
elaboração de cardápios adequados aos diferentes tipos de eventos. Previsão de quantitativos
de alimentos e bebidas em eventos. Noções básicas dos processos de aquisição, recebimento e
estocagem de gêneros alimentícios. Perfil, requisitos e atribuições dos profissionais da área
de alimentos e bebidas. Aplicação das técnicas de serviços de mesa em eventos.
Referências Básicas
A ARTE DE SERVIR: um guia para conquistar e manter clientes destinado a funcionários,
gerentes e proprietários de restaurante. Instituto de Culinária da América. São Paulo: Roca,
2004.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO. Manual de qualidade, higiene e inocuidade
dos alimentos no setor de turismo: guia de consulta para funcionários, planejadores,
empresários e operadores de turismo. São Paulo: Roca, 2003.
TEICHMANN, I. M. Cardápios: técnicas e criatividade. São Paulo: EDUCS. Edição
Atualizada.
Referências Complementares
ADAMI, Fernanda Scherer, CONDE, Simara Ruffato. Gestão em segurança alimentar e
nutricional. Lajeado: Ed. da Univates, 2015. 96 p. Disponível em
<[Link] Acesso em 07 de janeiro de
2015.
BRASIL. Resolução da Diretoria Colegiada- RDC Nº 43, de 01, de setembro de 2015 –
DOU 168, de 02 de setembro de 2015. Dispõe sobre a prestação de serviços de
alimentação em eventos de massa. Disponível em
<[Link]
+43_2015+Eventos+de+[Link]?MOD=AJPERES>. Acesso em 12 de março de 2016.
CHON, Kye-Sung. Hospitalidade: conceitos e aplicações. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
DAL Bosco, Simone Morelo, CONDE, Simara Ruffato. Nutrição e saúde. Lajeado: Ed.
Univates, 2013. 231 p. Disponível em <>. Acesso em 05 de janeiro de 2016.
FREITAS, Maria do Carmo Soares de Freitas, FONTES, Gardênia Abreu Vieira,
OLIVEIRA, Nilce. - Escritas e narrativas sobre alimentação e cultura / Salvador :
EDUFBA, 2008. Disponível em <[Link] Acesso em 03 de
fevereiro de 2016.

136
Código Disciplina Pré-requisito
LET 134 INGLÊS II LET 133
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Dominar as quatro habilidades linguísticas (ouvir, ler, falar e escrever) tendo como base o conteúdo
autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, levando em consideração as peculiaridades
léxicas, semânticas e suas variantes linguísticas.
- Desenvolver habilidade auditiva com reconhecimento de aspectos textuais e linguísticos.
- Praticar a habilidade de leitura e compreensão textual como um instrumento de comunicação na
produção de ideias e busca de solução de problemas.
- Praticar a habilidade de escrita em preenchimento de formulários, em elaborar e responder pedidos,
preencher documentos, enviar e responder e-mails.
- Praticar a habilidade de fala em situações pontuais, relacionadas a área do curso.
- Conhecer a Lei Federal 11.465/2008 que torna obrigatório o ensino de História, Geografia e Cultura
Afro-Brasileira e Indígena nas escolas públicas com o objetivo de promover a valorização da
diversidade nas origens do povo brasileiro.
Ementa
Trabalho com as quatro habilidades da língua Estrangeira, a saber: (ouvir, ler, falar e escrever) com
base conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, em uma
perspectiva/abordagem intercultural. Listening (habilidade auditiva, com reconhecimento de aspectos
textuais e linguísticos), Reading (habilidade de leitura e compreensão textual), Speaking (habilidade
de comunicação em situações pontuais) Writing (habilidade em escrita em preenchimentos de
formulários, vouchers, fazer e responder pedidos, enviar e responder e-mails, documentos).
Reconhecimento da importância cultural e sociopolítica da língua inglesa, nas relações internacionais
e na realização de eventos. Realização de visitas técnicas e/ou atividades práticas interdisciplinares às
áreas de Eventos, Turismo e Hospitalidade.
Referências Básicas
FREEWAY. São Paulo: Richmond, 2010. 192 p.: v. 1
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 2
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 3
Referências Complementares
CAMPOS, Giovana Teixeira Gramática língua inglesa: teoria e prática / Giovana Teixeira Campos ;
[ilustrações Fabiana Fernandes]. – São Paulo : Rideel, 2006. Disponível em
<[Link] lingua inglesa gramática. pdf.
GABELETTI, Ana Luíza; SOUZA-NETO, Maurício J. Materiais didáticos [livro eletrônico]: em línguas com
foco na diversidade étnico-racial. Brasília, DF: Vila Brasil, 2020. Disponível em
JACOB, Miriam. ENGLISH for international tourism - workbook. Londres (Inglaterra): Longman, 2005.
96 p. ISBN 0-582-29851-2.
LIMA, Alhandra; LIMA, Jean. Inglês para hotelaria & turismo. Fortaleza, CE: Premius, 2011. 78 p. ISBN
978-85-7564-567-3.
OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 2. ed.
rev. e atual. New York: Oxford University Press, 2013.
VINEY, Peter. Basic Survival: New Edition: International Communication for Professional People.
Macmillan Education, 2004. Disponível em
<[Link]
YATES, Jean. Practice Makes Perfect English Conversation. McGraw-Hill, [Link]. Disponível em
[Link]

137
3º SEMESTRE

Código Disciplina Pré-requisito


ADM 550 Empreendedorismo Administração
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
Desenvolver a capacidade empreendedora, estimulando e dando ferramentas aqueles cuja
vocação e/ou vontade profissional estiverem direcionadas à criação de uma empresa ou
gerar o auto-emprego.
Ementa
Desenvolvimento da capacidade empreendedora, com ênfase no estudo do perfil do
empreendedor, nas técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, na
aquisição e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, fazendo uso de
metodologias que priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem pró-ativa
Referências Básicas
- DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. São Paulo: Cultura, 1999. DEGEN, Ronald. O
Empreendedor. São Paulo: Pearson (Makron), 2003.
- DRUKER, P. F., Inovação e Espírito Empreendedor, Editora Pioneira, 2a. Edição, São
Paulo, 1987. GERBER, M. E., O Mito do Empreendedor, Editora Saraiva, 3a. Edição, São
Paulo, 1992.
- OECH, R., Um "Toc" na Cuca, Livraria Cultura Editora, Rio de Janeiro, 1988 OSBORN, A.
F., O Poder Criador da Mente, I Brasa, São Paulo, 1988.
- PINCHOT, G., Intrapreneuring, Editora Harba, São Paulo, 1989.
- PORTER, M. E., Vantagem Competitiva, Editora Campus, Rio de Janeiro, 1989. SENGE, P.
M., A Quinta Disciplina, Editora Best Seller, São Paulo, 1990.
- SCHUMACHER, E. F., O Negócio é ser Pequeno, Zahar Editora, 4a. Edição, Rio de
Janeiro, 1983.
- WOMACK, J.P., JONES, D.T., ROOS, D., A Máquina que Mudou o Mundo, Rio de Janeiro,
Campus,1992.
Referências Complementares
- VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de Projetos. São Paulo: Prentice Hall. 2005.
CHÉR, Rogério. A Gerência das Pequenas e Médias Empresas. Ed. Maltese, 1990.
- RESNIK, Paul. A Bíblia da Pequena Empresa. Makron Books Editora, São Paulo, 1988.
REVISTA Pequenas Empresas Grandes Negócios.
- REVISTA "ESTUDOS" - SEBRAE, 1994.

138
Código Disciplina Pré-requisito
EVE129 Ética e Desenvolvimento Humano -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
- Compreender os principais conceitos de Ética, Cidadania e Responsabilidade Social.
- Identificar os elementos teóricos sobre ética, cidadania e Responsabilidade Social no
contexto social, político e organizacional.
- Compreender as questões referentes aos Direitos Humanos.
- Refletir sobre o exercício da profissão em contextos sociais, econômicos e políticos globais.
- Reconhecer a ética como princípio indissociável da vida social e profissional.
Ementa
Conceitos de ética e moral. Dimensão ontológica do Ser. Os Valores. Reflexões acerca da
ética contemporânea. O processo de construção do ethos profissional. Tomada de decisão.
Fundamentos teóricos da ética profissional. Estudo do código de ética profissional do
tecnólogo em Eventos. Abordagem teórica do desenvolvimento humano. Conhecimento.
Teorias do desenvolvimento humano e sua articulação com processos socioculturais. A
conduta Humana. Resiliência. As relações sociais. Os conflitos. O desenvolvimento humano
como processo.
Referências Básicas
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 3. ed. Bauru, SP: EDIPRO, 2009. 319 p. ISBN
9788572836654.
BAUMAN, Zygmunt. Ensaios sobre o conceito de cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. 325
p. ISBN 9788537808009.
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: leitura e exercícios de treinamento em
grupo. [Link]. Rio de Janeiro: LTC, 1985. 217 p. ISBN 852160419X
Referências Complementares

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE EVENTOS, ABEOC BRASIL. Código


de Ética para organização de eventos: manuais de gestão. Florianópolis-SC: ABEOC Brasil,
2014. 24 p.

BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro:
Zahar, 2003. ISBN 978-85-7110-699-4.

JACQUES, MGC., et al. org. Relações sociais e ética [online]. Rio de Janeiro: Centro
Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008. 210 p. ISBN: 978-85-99662-89-2. Available from
SciELO Books

ROCHA,NíveaMariaFraga(Org);BARRETO,MaribelOliveira (Org). Educação,


desenvolvimento humano e responsabilidade social: fazendo recortes na
multidisciplinaridade. Salvador: Fast Design, 2010. 158 p. ISBN 9788588863293 (broch.).

SILVEIRA, AF., et al., org. Cidadania e participação social [online]. Rio de Janeiro: Centro
Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008. 230 p. ISBN: 978-85-99662-88-5. Available from
SciELO Books .

139
Código Disciplina Pré-requisito
EVE122 Gestão de Marketing em Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
- Introduzir os principais conceitos de marketing e suas inter-relações com o ambiente de
negócios;
- Compreender os princípios do marketing e seu campo de atuação;
- Reconhecer, analisar e coletar informações sobre o comportamento do consumidor no
segmento de eventos;
- Reconhecer as estratégias de marketing de eventos;
- Reconhecer a importância do marketing para a realização de um evento.
Ementa
Conceito e evolução de Marketing. Segmentação de mercado. Marketing de Eventos.
Estratégias de Marketing de Eventos. Plano de Marketing para Eventos. Eventos e a Mídia.
Tendência em marketing de eventos.
Referências Básicas
BRITO, Janaína.; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. 2. Ed. Sao Paulo: Aleph, 2002.

HOYLE, Leonard H. Marketing de Eventos. Como promover com sucesso Eventos,


Festivais, Convenções e Exposições. São Paulo: Atlas, 2003.

MELO NETO, Francisco Paulo. Marketing de Eventos. Rio de Janeiro: 4ª edição. Sprint,
2003.

Referências Complementares
CARNEIRO, J.; FONTES, N. Turismo e eventos: instrumento de promoção e estratégias de
marketing. Turismo em Análise. Sao Paulo, ECA-USP, v. 8. N. 1, p. 65-74

CONTURSI, Ernani Bevilaqua. Patrocínio - Col. Marketing de Sucesso. Editora Sprint.

KOTLER, Philip. Princípios de marketing . [Link]. São Paulo: Prentice Hall, 2007

KOTLER, Philip – Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e


controle. São Paulo: Atlas, 1998.

ZAN, Maria Rosana. Patrocínio a Eventos: A Sinergia da Comunicação Integrada de


Marketing -. Difusão Editora, 2011.

140
Código Disciplina Pré-requisito
EVE901 Inovação em Projetos Sociais (ACEX I) EVE102
EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
Fomentar ideias inovadoras e apresentar os pilares do empreendedorismo social, a partir do
incentivo e capacitação dos estudantes a desenvolverem soluções para problemas
contemporâneos e coletivos da sociedade. Nessa atividade as soluções inovadoras estarão
conectadas com o potencial de impactar positivamente no território ao qual o IFBA está
inserido.

Ementa
Identificação do (s) desafio (s) proposto (s) (problemática); Etapas de um hackathon:
ideação; prototipagem; pitch; Elaboração dos projetos técnico e de captação de recursos do
evento; Planejamento, produção, promoção e organização do evento; execução do evento;
captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de
Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac
Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG
brasileira. Rev. Adm. (São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em
[Link]
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos:
como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São
Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário
contínuo: uma pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set
2012, vol.19, no.62, p.399-416. Disponível em.

141
Código Disciplina Pré-requisito
LET 135 ESPANHOL I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 3º Semestre
Objetivos
• Compreender a unidade e a diversidade da língua espanhola ou castelhana,
respeitando os aspectos sociolinguísticos, tais como: léxicos, fonéticos, semânticos
de cada nação.
• Conhecer os países que falam a língua espanhola ou castelhana no mundo e
a influência dos povos originários em sua conformação.
• Enfatizar a abordagem aos temas transversais (ciências, tecnologias, meio
ambiente, relações étnico raciais e de gênero no mercado de trabalho de Tecnologia
em Eventos), através dos mais variados gêneros discursivos em língua espanhola.
• Utilizar o diálogo em língua espanhola como instrumento de comunicação na
produção coletiva de ideias e na busca de solução de problemas, integrando os
conteúdos gerais de espanhol em nível básico, bem como o vocabulário técnico da
área de Eventos.
• Compreender e produzir criticamente gêneros discursivos orais e escritos.
• Empreender visitas técnicas a espaços nos quais se possam desenvolver as
habilidades interculturais e linguísticas.
• Desenvolver diálogos e situações, a partir do contexto de ambientes de
trabalho, como hotéis, pousadas, eventos das mais variadas temáticas, levando em
consideração o cenário geográfico e cultural que se está inserido, etc.

Ementa
Desenvolver a competência comunicativa em língua espanhola (nível básico I),
através das quatro habilidades (expressão e interação oral e escrita e compreensão
leitora e auditiva), através de uma abordagem intercultural baseada em conteúdos e
materiais autênticos e específicos da área de eventos, hospitalidade e lazer.

Referências Básicas
COIMBRA, Ludmila; CHAVES, Luiza Santana. Cercanía Joven: espanhol, 1º ano. 2.
ed. São Paulo: Edições SM, 2016.
GÁLVEZ, José A. Dicionário Larousse: espanhol/português-português/espanhol
avançado. São Paulo: Larousse do Brasil, 2006.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.

Referências Complementares
Diccionario Argentino de Dudas Idiomaticas. Academia Argentina De Letras.
Buenos Aires: Santillana, 2011.
DRAE. Diccionario de la Real Academia Española. Diccionario de la lengua española
–Vigésima segunda edición. Disponível em: > Acesso em: 30 de setembro de 2022.
MARTIN, Ivan. Síntesis: curso de lengua española. 1ª edição, volume 1. São Paulo:
Ática, 2010
MONTES DE OCA SICILIA, María del Pilar. El chingonario: diccionario de uso, reuso
y abuso del Chingar y sus derivados. Ciudad de México: Lectorum, 2010.
Org.: WILDNER, Ana Kaciara; de OLIVEIRA, Leandra Cristina e WARKEN
SOBOTTKA, Mary Anne. Espanhol para o turismo. IFSC: Florianópolis, 2014.
Disponível em: Acesso em: 07 de novembro de 2022.

142
4º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE112 Eventos Técnicos, Científicos e EVE102
Promocionais EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
- Compreender as etapas do planejamento e execução de Eventos Técnicos, Científicos e
Promocionais, distinguindo seus elementos, limites e/ou interfaces.
- Identificar as características dos eventos técnicos, científicos e promocionais;
- Conhecer as ferramentas básicas de planejamento e organização desses eventos, analisando
em cada um deles, a natureza, o propósito, as fases e seus elementos básicos.
Ementa
Tipologias dos Eventos Técnicos e Científicos. Especificidades de cada evento. Técnicas de
Organização e Planejamento de Eventos Técnicos e Científicos. Eventos Promocionais. Tipos
e Características. Técnicas de Organização e Planejamento de Eventos Promocionais.
Captação de patrocínio, apoio e recursos. Produção de Eventos (pré-evento, trans-evento e
pós-evento). Avaliação de eventos técnicos, científicos e promocionais. Concepção e
planejamentos de eventos exclusivos.
Referências Básicas
HOYLE JUNIOR, Leonard H. Marketing de eventos: como promover com sucesso
eventos, festivais, convenções e exposições. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo:
Manole, 2002.
MARTIN, Vanessa. Manual Prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.
Referências Complementares
DIAS, Juliane; MARTINS, Larissa Mongruel. Turismo de eventos e o potencial dos
eventos técnicos científicos. II Seminário de Cursos de Ciências Sociais Aplicadas da
Fecilcam. Disponível em . Acesso em 26 de novembro de 2022.
OLIVEIRA, Camila. Contratação de trabalho temporário em eventos: vantagens e
desvantagens. Monografia apresentada ao Centro de Excelência em Turismo. Universidade
de Brasília – UnB, como requisito para obtenção do grau de Especialista em Gestão de
Negócios em Turismo, 2007. Disponível em .
PESSOA, Mirella Arruda. Os eventos institucionais como estratégias comunicativas.
Revista de Comunicação e Epistemologia da Universidade Católica de Brasília. Vol. 7, No
2 , 2014. Disponível em .
SANTANA, Alberto Ferreira Queiroz; GUSHIKEN, Yuji. Eventos em Cuiabá: A cidade
como espaço de fluxos de informação. XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação – Caxias do Sul, RS – 2 a 6 de setembro de 2010. Disponível em
.
SILVA, Raquel Ribeiro de Souza. Eventos criativos: Experiências turísticas no município
de Antonina, Paraná, Brasil. Revista de Turismo y Desarrollo local, vol. 7, nº 17,
diciembre/dezembro, 2014. Disponível em .

143
Código Disciplina Pré-requisito
EVE124 Metodologia da Pesquisa LET125
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
- Compreender os principais conceitos sobre ciência e senso comum.
- Reconhecer e diferenciar a estrutura do pensamento científico, como forma lógica e
racional de articulação do pensamento, por meio do desenvolvimento do senso
crítico, criatividade, espírito científico e raciocínio abstrato.
- Compreender a pesquisa como um processo de construção de conhecimento,
apoiado em fundamentações teóricas, metodológicas e técnicas;
- Fornecer instrumentos que capacitem e auxiliem o discente na elaboração de projeto
de pesquisa científica e outros projetos na área de eventos

Ementa
A atividade de pesquisa como processo de construção de conhecimento crítico e sistemático.
A pesquisa e suas especificidades. Estratégias e técnicas mais utilizadas. O projeto de como
instrumento para construção de conhecimento e solução de problemas.

Referências Básicas
LAVILLE; [Link]. A Construção do saber: manual de metodologia da pesquisa
em ciências humanas. Ed. UFMG: Belo Horizonte, 1999.
QUIVY V. CAMPENHOUD. Manual de investigação em ciências sociais. Gradiva.
Lisboa, 1998.
VERGARA, Sylvia. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. Atlas, são
Paulo: 1997.
Referências Complementares
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.

GERMANO, MG. Uma nova ciência para um novo senso comum [online]. Campina Grande:
EDUEPB, 2011. 400 p. ISBN 978-85-7879-072-1. Available from SciELO Books

MACEDO, RS., GALEFFI, D., and PIMENTEL A. Um rigor outro sobre a qualidade na
pesquisa qualitativa: educação e ciências humanas [online]. Salvador: EDUFBA, 2009, 174 p.
ISBN 978-85- 232-0636-9. Available from SciELO Books .

NASCIMENTO, AD., and HETKOWSKI, TM., orgs. Educação e contemporaneidade:


pesquisas científicas e tecnológicas [online]. Salvador: EDUFBA, 2009, 400 p. ISBN 978-85-
232-0565-2. Available from SciELO Books .

WELLER,Wivian(Org.);PFAFF,Nicolle (Org.). Metodologias da pesquisa qualitativa em


educação: teoria e prática. 3. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2013. 336 p.

144
Código Disciplina Pré-requisito
EVE125 Relações Públicas -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
Compreender o papel institucional da Comunicação Organizacional e das Relações Públicas
e as funções dos respectivos profissionais nas organizações públicas, privadas e do terceiro
setor. Analisar as mudanças sistêmicas macro e microambientais que afetam a imagem e
identidade das organizações e suas ações de comunicação e mercadológicas, perante seus
diversos públicos de relacionamento. Diferenciar comunicação de massa e comunicação
dirigida. Conhecer as aplicações técnicas da comunicação dirigida no campo das Relações
Públicas. Identificar formas e veículos de comunicação dirigida, conhecendo suas técnicas,
suportes e formatos apropriados para a construção da Comunicação Integrada. Refletir sobre
a prática profissional de Relações Públicas, com intuito de conhecer metodologias no
desenvolvimento do seu caráter mediador das atividades institucionais. Discutir sobre as
fronteiras legais, éticas e práticas da atuação profissional do RP. Compreender as mediações
da Comunicação Institucional Integrada e das tecnologias transmidiáticas. Discutir o
planejamento de eventos como uma atividade de comunicação a partir de uma abordagem
complexa, incorporando as possibilidades digitais na de organização de eventos presenciais
e online.
Ementa
O processo e as técnicas de comunicação. Os meios de comunicação. Atendimento ao
público: elementos básicos e alternativos. Relações Públicas: origem, significado, conceito
natureza, funções. Opinião pública. Tipos de público. Conceito de imagem. Pesquisa em
Relações Públicas. Propaganda e Publicidade em Relações Públicas.
Referências Básicas
BEAL, George M.; BOHLEN, Joe M.; RAUDABAUGH, J. Neil. Liderança e dinâmica de
grupo. [Link]. Rio de Janeiro: Zahar, 1972. 287 p (Ciências da administração).
CANFIELD, Bertrand R. Relações públicas : princípios, casos e problemas. 4. ed. São
Paulo: Pioneira , c1991. 2v. (Biblioteca Pioneira de administração e negócios).
SIMÕES, Roberto Porto. Relações públicas: função política. [Link]. São Paulo, SP

Referências Complementares
BRAGA, DG. Conflitos, eficiência e democracia na gestão pública [online]. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1998. 193 p. ISBN 978-85-85676-53-1. Available from SciELO
Books .
CHAMUSCA, Marcello, CARVALHAL Márcia. Relações Públicas Digitais: O pensamento
nacional sobre o processo de Relações Públicas interfaceado pelas tecnologias
digitais. Salvador, BA: Edições VNI, 2010. Disponível em [Link]
[Link]/biblioteca/e- books/[Link]
KUNSCH, Margarida K. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada.
São Paulo: Summus, 2003.
NASSAR, Paulo. Uma visão crítica e abrangente das Relações Públicas. In: NASSAR,
Paulo. Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da
memória institucional das organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2007.
SILVA, Daniel. Guerra das Correntes: a opinião pública e o futuro da eletricidade. In:
SILVA, Daniel. Relações Públicas, Ciência e Opinião: lógicas de influência na produção de
(in)certezas. Tese (Doutorado em Comunicação Social). Universidade Federal de Minas
Gerais, 2017.

145
Código Disciplina Pré-requisito
EVE 902 Evento como Ação Social (ACEX II) EVE 901
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
90 - 90 4º Semestre
Objetivos
Possibilitar ao aluno a prática de um evento em uma comunidade desde o planejamento até o pós-evento.
Compreender a realização de um evento com tema e local indicados pela organização social, a exemplo de uma
associação de bairro, de produtores, comerciantes etc., com tema escolhido pela própria organização.
Compreender o planejamento, organização, divulgação e realização de um evento com a participação e
envolvimento da comunidade ou organização. Aprender a captar recursos e promover os eventos.

Ementa
Etapas de um evento: pré-evento, trans-evento e pós-evento; Decisão da temática do evento; elaboração dos
projetos técnico e de captação de recursos do evento; Planejamento, Produção, promoção e organização do
evento; execução do evento; captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do
evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de Janeiro: Ed. Senac
Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG brasileira. Rev. Adm.
(São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em .
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um plano
estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário contínuo: uma
pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set 2012, vol.19, no.62, p.399-416.
Disponível em.
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

146
Código Disciplina Pré-requisito
LET 136 ESPANHOL II LET 135
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 4º Semestre
Objetivos
• Transitar entre diversas variantes linguísticas da língua espanhola;
• Posicionar-se criticamente diante do mais variados gêneros discursivos orais
ou escritos;
• Produzir gêneros discursivos orais e escritos;
• Interagir em língua espanhola, através das quatro habilidades, nos mais
variados contextos que abarcam a área de eventos, hospitalidade e lazer;
• Enfatizar a abordagem aos temas transversais (ciências, tecnologias, meio
ambiente, relações étnico raciais e de gênero no mercado de trabalho de Tecnologia
em Eventos), através dos mais variados gêneros discursivos em língua espanhola.
• Utilizar o diálogo em língua espanhola como instrumento de comunicação na
produção coletiva de ideias e na busca de solução de problemas, integrando os
conteúdos gerais de espanhol em nível básico, bem como o vocabulário técnico da
área de Eventos.
• Empreender visitas técnicas a espaços nos quais se possam desenvolver as
habilidades interculturais e linguísticas que contribuam para a formação profissional.

Ementa

Desenvolver a competência comunicativa em língua espanhola (nível básico II),


através das quatro habilidades (expressão e interação oral e escrita e compreensão
leitora e auditiva), através de uma abordagem intercultural baseada em conteúdos e
materiais autênticos e específicos da área de eventos, hospitalidade e lazer.

Referências Básicas
COUTO, Ana Luiza (ed.). Cercanía Joven: língua estrangeira moderna espanhol. 2.
ed. São Paulo: Edições SM, 2016.
GÁLVEZ, José A. Dicionário Larousse: espanhol/português-português/espanhol
avançado. São Paulo: Larousse do Brasil, 2006.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.

Referências Complementares
Diccionario Argentino de Dudas Idiomaticas. Academia Argentina De Letras.
Buenos Aires: Santillana, 2011.
DRAE: Diccionario de la Real Academia Española. Diccionario de la lengua
española –Vigésima segunda edición. Disponível em: > Acesso em: 30 de setembro
de 2022.
MARTIN, Ivan. Síntesis: curso de lengua española. 1ª edição, volume 2. São Paulo:
Ática, 2010
MONTES DE OCA SICILIA, María del Pilar. El chingonario: diccionario de uso,
reuso y abuso del Chingar y sus derivados. Ciudad de México: Lectorum, 2010.
WILDNER, Ana Kaciara e de OLIVEIRA, Leandra Cristina. Espanhol para o
turismo. Volume 2 IFSC: Florianópolis, 2017. Disponível em: Acesso em: 07 de
novembro de 2022.

147
5º SEMESTRE

Código Disciplina Pré-requisito


EVE126 Eventos Artísticos e Culturais EVE102
EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 5º Semestre
Objetivos
- Compreender o conceito de cultura e as concepções e manifestações da arte e suas
interfaces.
- Compreender a importância dos eventos artístico-culturais para o desenvolvimento do
setor de eventos.
- Valorizar os aspectos artístico-culturais das comunidades locais.
- Planejar, organizar e coordenar eventos identificando as necessidades de serviços e dos
espaços e locais para a realização de eventos.
- Conhecer as fases de contatar, negociar, contratar e coordenar os fornecedores e
provedores de infraestrutura e de meios de apoio.
- Elaborar projetos culturais.
Ementa
Conceito de Cultura. Concepções e manifestações da Arte. Patrimônio Cultural. Introdução
ao contexto dos Eventos Artísticos e Culturais. Análise da produção artística e cultural no
Brasil.. Importância desses eventos para os municípios e regiões. Projetos culturais. Estudo
de técnicas e métodos na organização gerencial e operacional de eventos artístico-culturais.
Mercado profissional. Organização de eventos artísticos e culturais. Estruturas físicas e
logísticas. Direitos autorais. Relações de parcerias com entidades públicas, privadas e com os
fornecedores. Entidades do Trade.
Referências Básicas
FUNARI, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime. Turismo e Patrimônio Cultural. São Paulo: Contexto, 2004.
MATIAS, Marlene. Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos culturais, sociais e
esportivos. Barueri, SP: Manoele, 2011.
TENORIO, Fernando Guilherme Loyola. Avaliação de Projetos Comunitários. São Paulo: Terceiro
Setor, 1995.
Referências Complementares
CASTRO, JRB. Da casa à praça pública: a espetacularização das festas juninas no espaço urbano
[online]. Salvador: EDUFBA, 2012, 342p. ISBN 978-85-232-1172-1. Available from SciELO Books .
ARAÚJO, Noémi. Turismo e eventos especiais: a Festa da Flor na Ilha da Madeira. Tourism &
Management Studies, 10(2) (2014)
COTTA, AG., and BLANCO, PS., org. Arquivologia e patrimônio musical [online]. Salvador:
EDUFBA, 2006. 92 p. ISBN 85-232-0406-7. Available from SciELO Books
COUTINHO, Hevellyn Pérola Menezes; COUTINHO, Helen Rita Menezes. Turismo De Eventos
Como Alternativa Para O Problema Da Sazonalidade Turística. Revista Eletrônica Aboré - Publicação
da Escola Superior de Artes e Turismo Edição 03/2007.
LEMOS, EMBC., DANTAS, ER., and CHAO, CHN., orgs. De portas abertas para o lazer: a
cultura lúdica nas comunidades de Bairro [online]. Campina Grande: EDUEPB, 2009. 184 p. ISBN
978-85- 7879-026-4. Available from SciELO Books .
OLIVEIRA, Silvana Toledo de; JANUÁRIO, Marcus Vinícius da Costa. Os eventos como
potencializadores do turismo regional: o festival de inverno Bahia. CULTUR – Revista de Cultura e
Turismo CULTUR, ano 01 - v. 01 – n. 01 – out/2007. Edição Especial – Melhores trabalhos do I
CULTUR. Disponível em .

148
Código Disciplina Pré-requisito
EVE127 Gestão de Segurança e Meio Ambiente -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 5º Semestre
Objetivos
- Transmitir conceitos básicos de gestão integrada de segurança, meio ambiente e saúde no
trabalho, para que os futuros profissionais desenvolvam pensamentos e atitudes proativas em
conformidade com a legislação em vigor.
- Evidenciar as técnicas de prevenção e controle de riscos nos ambientes laborais e de
eventos.
- Conhecer as normas e legislação de segurança do trabalho e dos sistemas de gestão para
sustentabilidade em eventos.
- Conhecer normas e regulamentações emitidas pela ABNT, Anvisa e Leis Municipais acerca
de assistência médica, prevenção de pânico e gestão da segurança para multidões em
eventos.
Discutir situações reais no ambiente de trabalho, gerando oportunidades de identificação de
problemas e criação de soluções, aplicando os princípios da segurança e meio ambiente em
eventos.
Ementa
A Crise Ambiental (Limites Planetários). Desenvolvimento Sustentável. Indicador
Ambiental e de Sustentabilidade - Pegada Ecológica. Legislação Ambiental (Lei de Crimes
Ambientais). Aspectos e Impactos Ambientais (Água; Resíduos Sólidos; Energia e Emissões
Atmosféricas); Sistema de Gestão Ambiental de Eventos. Histórico da Segurança e Saúde
do Trabalho. Legislação trabalhista e previdenciária. Acidentes e doenças do trabalho.
Atividades e operações insalubres (Agentes Físicos, Químicos e Biológicos) e perigosas.
Prevenção e combate a incêndios. Regulamentação do uso de espaços para eventos.
Ergonomia. Noções de Primeiros Socorros.
Referências Básicas

ABEOC. Cartilha Evento Seguro: Orientações sobre segurança em eventos. Edição


Santa Catarina. 2013.

CANTON, Antonia Marisa; HAMAN, Roosevelt. Código brasileiro de


autorregulamentação da organização de eventos: conceitos e relações de mercado.
Manuais de gestão. Florianópolis-SC: ABEOC Brasil, 2014. 24 p.

MATIAS,Marlene (Org.). Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos:


culturais, sociais e esportivos. Barueri, SP: Manole, 2011. 244 p. ISBN 9788520431092.
Referências Complementares
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São Paulo:
Atlas, 2010.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
[Link]. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. 494 p.
REIGOTA, Marcos; ALVES, Nilda. Meio ambiente e representação social. [Link]. São
Paulo: Cortez, 2007. 87 p
SOUZA, Luciana Cordeiro de. Águas e sua proteção. Curitiba: Juruá, 2011.
SEGURANÇA e medicina do trabalho. 55. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 785 p.

149
Código Disciplina Pré-requisito
ADM537 Gestão de Pessoas I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 5º Semestre
Objetivos
Proporcionar ao/à estudante o entendimento das relações de trabalho nas organizações, bem
como se tornar agente de decisão de políticas de gestão de pessoas levando em conta
critérios econômicos e humanos tanto no âmbito operacional quanto estratégico.
Ementa
Processos e políticas de Gestão de Pessoas; Competência e Gestão por competência;
Avaliação de desempenho; Gestão de equipes e Liderança; Diversidade nas organizações;
Sindicatos e Relações de trabalho.
Referências Básicas
1. CHANLAT, J.-F. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas,
2007.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
3. DUTRA, Joel Souza. Competências: Conceitos e instrumentos para Gestão de
Pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
1. KUABARA, Paula Suemi Souza. Estruturas e processos de Recursos Humanos.
Curitiba: Intersaberes, 2014.
2. ASSIS, Marcelino Tadeu. Indicadores de gestão de RH. Rio de Janeiro: Qualimark,
2005.
3. ROBBINS, Stephen P.; JUDJE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. Comportamento
Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro.

150
Código Disciplina Pré-requisito
EVE903 Evento como Difusão Cultural (ACEX III) EVE902
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 - 60 5º Semestre
Objetivos
Oportunizar aos estudantes a prática de um evento voltado a difusão cultural
(democratização do acesso aos bens culturais, formação de público e oferta de subsídios de
estímulo ao conhecimento, reconhecimento e valorização dos bens artísticos e culturais).
Ementa
Mecanismos de difusão cultural; Elaboração dos projetos técnico e de captação de recursos
do evento; Planejamento, produção, promoção e organização do evento; execução do
evento; captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do
evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de
Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac
Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG
brasileira. Rev. Adm. (São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em
[Link]
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos:
como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São
Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário
contínuo: uma pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set
2012, vol.19, no.62, p.399-416. Disponível em.
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.

151
Código Disciplina Pré-requisito
LET137 LIBRAS I - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 5º Semestre
Objetivos
Desmistificar ideias indevidamente associadas às línguas de sinais e às pessoas Surdas. Conhecer e
refletir, sob a ótica sócioantropológica, sobre o conceito de surdez, de identidade(s) e de cultura(s)
Surda. Compreender as barreiras e suas implicações nos aspectos sociopolíticos, socioculturais e
linguísticos enfrentadas por Surdos/as. Conhecer os aspectos linguísticos da língua de sinais.
Desenvolver competência comunicativa em Libras em contextos básicos e cotidianos de comunicação
(nível I) para os diversos aspectos, espaços e contextos sociais, com ênfase na área de formação
profissional do discente.
Ementa
Perspectiva sócioantropológica sobre a surdez, pessoa Surda e língua de sinais. Estudos sobre os
aspectos socioculturais e linguísticos das comunidades surdas. A importância da língua de sinais para
o desenvolvimento social e discursivo das pessoas Surdas. Introdução aos aspectos linguísticos da
língua de sinais. Desenvolvimento da competência comunicativa em Libras, em contextos básicos e
cotidianos de comunicação (nível I), com ênfase na área de formação profissional do discente.
Referências Básicas
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. Disponível em Acesso em: 18 nov. 2022.
QUADROS, R. M. de (org.). Gramática da Libras. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2021. (V-book).
Tradução Sônia Marta de Oliveira e Tom Mim Alves. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2022.
SILVA, F. I. da. et al. Aprendendo Língua Brasileira de Sinais como Segunda Língua: nível básico.
Palhoça: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos - Nepes. IFSC Câmpus Palhoça
Bilíngue, 200-?. 69 p. Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
Referências Complementares
COMSURDO. Políticas públicas para surdos: O que se tem dito? YouTube, 8 de mai. de 2020.
Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
LIRA, G. A.; SOUZA, T. A. F. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais. Rio de Janeiro: Acessibilidade
Brasil, 2011. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
RODRIGUES, C. S.; VALENTE, F. Aspectos linguísticos da Libras. Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2011.
Disponível em: [Link]
id=be3KcQeQoRwC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PA5#v=onepage&q&f=false Acesso em: 18 nov. 2022.
UFV - UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Dicionário Online Libras-Português. Viçosa: CAPES, 2017.
Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
USP - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. e-Disciplinas da USP. Glossário Libras. São Paulo: USP, 2018.
Disciplina FLL1024 - Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.

152
6º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE130 EVE102
EVE103
Tópicos Avançados em Eventos EVE107
EVE112
EVE126
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 6º Semestre
Objetivos
- Promover discussão sobre temas atuais da área de eventos.
- Desenvolver formação com uma visão técnica, crítica e analítica com uma consciência
profissional capaz de contribuir para a sustentabilidade da atividade.
- Possibilitar a participação de profissionais da área para debaterem temas atuais e avançados
na área de eventos.
Ementa
Desenvolvimento de temas atuais e avançados no campo de ação de eventos.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.

MATIAS, Marlene. Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos culturais, sociais e


esportivos. Barueri, SP: Manoele, 2011.

MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de Janeiro:
Ed. Senac Nacional, 2000.

Referências Complementares
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo:
Manole, 2002.
MARTIN, Vanessa. Manual Prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.

OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.

153
Código Disciplina Pré-requisito
EVE120 Estágio Supervisionado Integralização de 70% da carga horária
total
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
160 - 160 6º Semestre
Objetivos
Aplicar os conhecimentos adquiridos na atividade de rotina de um evento, agindo
como agente transformador de uma realidade, através de seus conhecimentos técnicos
obtidos durante o curso.
Ementa
O estágio supervisionado deverá ser realizado em instituições públicas e privadas, empresas
de eventos que possuam na sua estrutura administrativa e física o serviço de eventos. O
Aluno, supervisionado pelo supervisor de estágio da instituição de ensino, juntamente com o
profissional atuante na área de eventos, deverá executar as etapas de elaboração e
operacionalização de diversos tipos de eventos.
Referências Básicas
BISSOLI, Maria Angela Marques Ambrizi. Estágio em Turismo e Hotelaria. São Paulo:
Aleph, 2002.
BRASIL. LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT,
aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o
art. 6 o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
Brasília, 2008.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 10. ed. Campinas : Autores Associados, 2010.
85 p. (Coleção polêmicas do nosso tempo ; 25). ISBN 9788585701024.
Referências Complementares
BASTOS, Lília da Rocha; PAIXÃO, Lyra. Manual para elaboração de projetos e
relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. [Link]. Rio de Janeiro:
LTC, 1995. 96 p ISBN 8521610815

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de


pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de
pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. [Link]. São Paulo: Atlas,
2008. 277 p ISBN 9788522451524.

MIRANDA, José Luís Carneiro de; GUSMÃO, Heloisa Rios. Os caminhos do


trabalho científico: orientação para não perder o rumo. Brasília: Briquet de Lemos,
2003. 96 p. ISBN 8585637226 (broch.).

SELLTIZ,Claire;KIDDER,LouiseW. ((Org.)). Métodos de pesquisa nas relações


sociais: volume 3: análise de resultados. 2. ed. São Paulo: EPU, 1987. 67 p: v. 3

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 224
p. ISBN 9788573074260.

154
Código Disciplina Pré-requisito
EVE128 Trabalho de Conclusão de Curso EVE124
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 6º Semestre
Objetivos
- Desenvolver, sob orientação do professor, os elementos teórico-metodológicos com vistas à
elaboração de TCC;
- Conhecer os procedimentos exigidos pelo Comitê de Ética na Pesquisa.
- Compreender os procedimentos de coleta, análise e interpretação de dados amostrais, em pesquisa
de campo ou pesquisa bibliográfica.
- Assimilar os critérios normativos na elaboração de um trabalho monográfico;
- Apresentar um trabalho monográfico ou artigo científico como requisito parcial para a obtenção do
título ou;
- Apresentar relato técnico a partir da execução de evento sob a coordenação do estudante ou;
- Projeto de consultoria dentro das normas estabelecidas.

Ementa
Natureza do trabalho monográfico, artigo científico e relato técnico: características e requisitos
essenciais. A ética na pesquisa.
Implementação da pesquisa: desenvolvimento do tema, revisão de literatura, instrumentos de coleta
de dados, trabalho de campo, pesquisa bibliográfica, análise dos resultados Normas da ABNT para
elaboração de trabalho monográfico. Planejamento e execução de Eventos. Consultoria de Projetos.

Referências Básicas
BASTOS, [Link] R. [Link]. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas,teses, disserta-
ções e monografias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2004.
GODOY, Arilda S. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. São Paulo: Revista de Administração de
Empresas/EAESP/FGV.
LUBISCO, Nídia M. L. e VIERA, Sônia Chagas. Manual de Estilo Acadêmico - Monografias, Dissertações
e Teses. Salvador: UFBA. 2003.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vo -
zes. 1997.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins. 2004.
SEVERINO, A.J. Metodologia Científica – a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A Ed.
2004
Referências Complementares
Editorial Revista Educação & Sociedade. Revisão ética na pesquisa em ciências humanas e sociais.
Campinas. 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 510, de 7 de abril de 2016.
Normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais que envolvam a utilização de dados di-
retamente obtidos com os participantes ou que acarretem riscos. 2016.

155
DISCIPLINAS OPTATIVAS

Código Disciplina Pré-requisito


ADM 571 Gestão Social -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 30 30
Objetivos
Apresentar ao estudante o campo de conhecimento relacionado com a gestão social, sua
inserção na esfera pública, atores e instituições relevantes e modos de ação social.
Ementa
Fundamentos teóricos da gestão social. Gestão social e esfera pública. Estratégias e
instrumentos da gestão social: participação e controle social. Terceiro setor e organizações
não-governamentais. Noções das dimensões sociais, políticas e econômicas relacionadas ao
fenômeno: sociedade civil, democracia, espaço público, autonomia social, desenvolvimento
local sustentável, gestão ambiental, interfaces sociedade civil/Estado/setor privado. Redes
sociais, redestecnológicas e outras formas de cooperação.
Referências Básicas
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente de
intervenção social. São Paulo: Cortez. 2003.
BEHRING, Elaine. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez. 1998.
GOHN, M. A. Movimentos sociais no inicio do século XXI. Petrópolis: Vozes. 2003.
Cavalcanti, Marly. Gestão Social, Estratégias e Parcerias. São Paulo: Saraiva. 2006.
HELENA, Eloisa. Terceiro setor gestão e controle social. São Paulo: Saraiva. 2007.
Referências Complementares
FERNANDES, R.C. Privado porém público: o terceiro setor na América Latina. Rio de
Janeiro: Relume/Dumará.1994.
GOHN, M. A. O novo associativismo e o terceiro setor. São Paulo: Cortez. 1998.

156
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 527 Liderança, Gestão de Equipes e Competências -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Perceber a importância do trabalho em equipe para o desenvolvimento das pessoas e das
organizações no contexto atual das organizações a partir dos conceitos e fundamentos
básicos e dos novos enfoques gerenciais.
- Identificar a importância do indivíduo nas equipes de trabalho
- Desenvolver habilidades básicas de gestão, construindo as competências técnicas
fundamentais à formação.
- Capacidade de inovar e articular-se (saber ser e saber fazer) diante dos movimentos e
evoluções socioculturais, tecnológicos, científicos, econômicos e mercadológicos, agindo
sempre com sensibilidade às questões sociais, éticas e morais.
Ementa
Liderança. Escolas e tipologias. Equipe: Desenvolvimento de equipe. Estágios de
desempenho de grupo. Objetivos. Tipos. Papéis fundamentais. Planejamento de
desenvolvimento de equipe: fases do desenvolvimento. Funções. Avaliação de resultados
em desenvolvimento de equipe. Conceito de aprendizagem organizacional.
Desenvolvimento e implementação de um plano de gestão de Clima Organizacional, a partir
de uma pesquisa de Clima quantitativa ou qualitativa.
Referências Básicas
BERGAMINI, C. O líder eficaz. São Paulo: Atlas, 2008.
COHEN, Allen R.; FINK, Stephen L. Comportamento organizacional: conceitos e estudos de
casos. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SCHEIN, E. Cultura organizacional e liderança. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
ANTONELLO, Claudia Simone; GODOY, Arilda Schmidt; Aprendizagem Organizacional no
Brasil. Porto Alegre: Ed Bookman, 2011.
BALCÃO, Y. F., CORDEIRO, L.L. O comportamento humano na empresa: uma antologia.São
Paulo: Getúlio Vargas, 2010.
DAVIS, Keith; NEWSNAL, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem
organizacional. São Paulo: Pioneira, 1996.
DRUCKER, Peter F. Gestão. Rio de Janeiro: AGIR, 2011.
KANAANE, Roberto. Comportamento Humano nas Organizações: o homem rumo ao século
XXI. [Link]. São Paulo: Atlas, 2011.

157
Código Disciplina Pré-requisito
GEO136 Geografia Cultural -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
Ementa
Análise das bases teórico-filosóficas das abordagens culturais em Geografia. Estudo
das dinâmicas sócioespaciais de manifestações culturais materiais e imateriais no
espaço urbano e rural. Identificação e análise dos principais temas da Geografia
Cultural contemporânea
Referências Básicas
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente de
intervenção social. São Paulo: Cortez. 2003.
BEHRING, Elaine. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez. 1998.
GOHN, M. A. Movimentos sociais no inicio do século XXI. Petrópolis: Vozes. 2003.
Cavalcanti, Marly. Gestão Social, Estratégias e Parcerias. São Paulo: Saraiva. 2006.
HELENA, Eloisa. Terceiro setor gestão e controle social. São Paulo: Saraiva. 2007.
Referências Complementares
FERNANDES, R.C. Privado porém público: o terceiro setor na América Latina. Rio de
Janeiro: Relume/Dumará.1994.
GOHN, M. A. O novo associativismo e o terceiro setor. São Paulo: Cortez. 1998.

158
Código Disciplina Pré-requisito
LET138 LIBRAS II - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS LET137
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 15 45 -
Objetivos
Aprofundar os conhecimentos linguísticos apreendidos na disciplina de LET137. Conhecer os aspectos
sintáticos e morfológicos na produção de textos em Libras. Desenvolver competência comunicativa e
tradutória em/para Libras em contextos básicos e cotidianos de comunicação (nível II) para os
diversos aspectos, espaços e contextos sociais, com ênfase na área de formação profissional do
discente.
Ementa
Aprofundamento do conhecimento apreendido em LET137. Aspectos socioculturais e a diversidade
linguística das comunidades surdas. Introdução aos aspectos sintáticos e morfológicos da Libras.
Desenvolvimento da competência comunicativa em Libras, em contextos básicos e cotidianos de
comunicação (nível II), com ênfase na área de formação profissional do discente.
Referências Básicas
QUADROS, R. M. de (org.). Gramática da Libras. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2021. (V-book).
Tradução de Sônia Marta de Oliveira e Tom Mim Alves. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2022.
SILVA, F. I. da. et al. Aprendendo Língua Brasileira de Sinais como Segunda Língua: nível
intermediário. Palhoça: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos - Nepes. IFSC Câmpus
Palhoça Bilíngue, 200-?. 69 p. Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: Curso Básico: Livro do Estudante. 8ª. Edição - Rio de Janeiro:
WalPrint Gráfica e Editora, 2007. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.

Referências Complementares
LIRA, G. A.; SOUZA, T. A. F. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais. Rio de Janeiro: Acessibilidade
Brasil, 2011. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
RODRIGUES, C. S.; VALENTE, F. Aspectos linguísticos da Libras. Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2011.
Disponível em: [Link]
id=be3KcQeQoRwC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PA5#v=onepage&q&f=false Acesso em: 18 nov. 2022.
UFV - UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Dicionário Online Libras-Português. Viçosa: CAPES, 2017.
Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
USP - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. e-Disciplinas da USP. Glossário Libras. São Paulo: USP, 2018.
Disciplina FLL1024 - Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Dicionário Colaborativo de Libras. Disponível
em: Acesso em: 18 nov. 22

159
Código Disciplina Pré-requisito
HIS 001 História e Cultura Afro-Brasileira -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Estuda a História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra
brasileira e o negro na formação da sociedade nacional e local, resgatando a contribuição do
povo negro nas áreas social, econômica e política à História do Brasil, enfatizando a
identidade regional.
Referências Básicas
- LOVEJOY, Paul E. A escravidão na África. Uma História e suas transformações. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
PARÉS, Luís Nicolau. A formação do Candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia.
Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006.
REIS, João José e SILVA Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil
escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
Referências Complementares
GILROY, Paul. O Atlântico Negro: modernidade e dupla consciência. São Paulo: Ed 34; Rio
de Janeiro: Universidade Candido Mendes, 2001.
HALL, Stuart. “Pensando a Diáspora”. Da Diáspora. Identidades e Mediações Culturais. Belo
Horizonte: UFMJ, 2003.
MUNANGA, Kabengele. Negritude afro-brasileira: perspectiva e dificuldades.- In: Revista de
Antropologia nº 33 - p.109-118 - FFLCH / USP, 1990.
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. R. Janeiro: Cia Editora Nacional, 1935.
UNESCO. História Geral da África, I:Metodologia e pré-história da África. 2 ed. revisada.
Editado por Joseph Ki-Zerbo. Brasília: UNESCO, 2010.

160
Código Disciplina Pré-requisito
EDU 164 Educação e Relações Étnicas e Raciais -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Estudar as bases legais nacionais e internacionais que tratam da promoção e igualdade
étnica e racial, e sua efetividade no Brasil e no mundo, atentando tanto para como os
conceitos de raça e etnia têm-se constituído, social e culturalmente, no Brasil, desde a
colonização até a contemporaneidade, quanto para apropriação desses conteúdos por parte
dos currículos escolares. Discutir de forma crítica e multidisciplinar as teorias e as práticas
pedagógicas para uma educação das relações étnicas e raciais.
Referências Básicas
ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
QUEIROZ, Delcele. Da invisibilidade ao centro do debate: o negro na universidade no século
XXI. In. AMORIM, Antônio; LIMA JR, Arnaud S. de; MENEZES, Jaci Ma. F. de (Orgs).
Educação e Contemporaneidade: processos e metamorfoses. Rio de Janeiro: Quartet, 2009.
Referências Complementares
BOBBIO, Noberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
GILROY, Paul. O Atlântico negro. São Paulo: Editora 34, Rio de Janeiro: Universidade
Cândido Mendes, Centro de Estudos Afro-Asiáticos, 2001.
GOMES, Joaquim B. Barbosa. Ações afirmativas: aspectos jurídicos in Racismo no Brasil:
Peirópolis; ABONG, 2002.
POUTIGNAT, Philippe e STREIFF-FENART Jocelyne. Teorias da Etnicidade. Seguido de
Grupos Étnicos e suas Fronteiras de Fredrik Barth. São Paulo: Fundação da Editora UNESP,
2008.
SOUZA, Boaventura; MENESES, Maria P. (Orgs.) Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez,
2010.

161
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 154 Educação e Trabalho -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Advento da organização formal do processo de trabalho, manufatura, taylorismo, fordismo.
Sociedade contemporânea e a formação do trabalhador polivalente. A noção de competência
como ordenadora das relações de trabalho e da educação: suas implicações nos currículos
da educação básica e profissional
Referências Básicas
FERRETI, C.J., SILVA JUNIOR, J.R., SALES, M.R. (orgs.).Trabalho, formação e currículo:
para onde vai a escola? São Paulo: Xamã.
FRIGOTTO, G. CIAVATTA, M. (orgs.). A experiência do trabalho e a Educação Básica. Rio de
Janeiro: DP&A.
KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da Fábrica. As relações de produção e a educação do
trabalhador. 6ª edição. São Paulo: Cortez.
Referências Complementares
BARACHO, M. da G.; MOURA, D.; PEREIRA, U.; SILVA, A. Algumas reflexões e proposições
acerca do ensino médio integrado à educação profissional técnica de nível médio. Natal:
CEFET/RN. MACHADO, L.R.S.,
NEVES, M. de A., FRIGOTTO, G. e outros. Trabalho e Educação. 2ª edição. Campinas:
Papirus.
NEVES, Lúcia Maria W. Brasil 2000. Nova divisão de trabalho na Educação. 2ª edição. São
Paulo: Xamã.
OLIVEIRA, Carlos R. de. História do Trabalho. São Paulo: Editora Ática. TANGUY, L.
Saberes e competências. Campinas: Papirus.

162
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 514 Gestão de Pessoas II ADM537
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Capacitar o aluno para conhecer as abordagens contemporâneas acerca da Gestão de
Pessoas.
- Refletir sobre aspectos contemporâneos da gestão de pessoas e das organizações.
Avaliar as diferentes abordagens teóricas e conceituais adotadas sobre competência em
gestão de pessoas;
Conhecer e aplicar conceitos centrais dos campos de gestão de pessoas, no que tange as
dimensões da organização, dos grupos e dos indivíduos.
Ementa
Gestão por Competências. Tipologias de Competência. Gestão Estratégica de Pessoas :
propósito, engajamento e comprometimento Gestão de Desempenho. Diversidade e
Responsabilidade Social Organizacional. Qualidade de Vida no Trabalho. Gestão do
Conhecimento e Comunidades de Práticas.
Referências Básicas
BRANDÃO, J.P. Gestão estratégica de recursos humanos. Rio de Janeiro: FGV, 2013
CHANLAT, J-F. O individuo na organização: dimensões esquecidas. V. I. São Paulo: Atlas,
2007.
LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Práticas de Recursos Humanos: Conceitos, Ferramentas e
Procedimentos. São Paulo : Atlas, 2007.
Referências Complementares
BALCÃO, Y. F., CORDEIRO, L.L. O comportamento humano na empresa: uma antologia.São
Paulo: Getúlio Vargas, 2010.
BRANDÃO, Hugo Pena. Mapeamento de competências: métodos, técnicas e aplicações em
gestão de pessoas. São Paulo : Atlas, 2012
CROCHÍK, J. L. (org.) Preconceito, indivíduo e cultura. O conceito de preconceito. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
COHEN, Allen R.; FINK, Stephen L. Comportamento organizacional: conceitos e estudos de
casos. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
KANAANE, Roberto. Comportamento Humano nas Organizações: o homem rumo ao século
XXI. [Link]. São Paulo: Atlas.

163
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 593 Gestão da Cadeia de Suprimento e -
Logística
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Estudar a Logística na perspectiva da Gestão de Cadeias de Suprimento (Supply Chain
Management), no sentido de fornecer aos alunos uma ferramenta de aplicação prática da
logística estratégica no mercado e que propicie a criação de valor para todos os integrantes
da cadeia: eficiência e eficácia. Capacitar o aluno para a gestão sustentável do fluxo direto e
reverso de mercadorias e informações nos mercados interno e externo ao longo da cadeia
de suprimentos
Ementa
Gestão da Cadeia de Suprimento (Supply Chain Mangement) e fundamentos da Logística.
Visão estratégica e planejamento da Cadeia de Suprimento no âmbito nacional e
internacional. Estratégias logísticas e de canais de distribuição. Gestão colaborativa na SCM.
Avaliação de desempenho. Custos na logística. Modais e estratégias de transporte.
Operadores logísticos. A Tecnologia da Informação aplicada à Logística. Estratégica de
Localização de Centros de Distribuição (CD). Gestão de estoque, movimentação e
armazenagem de produtos acabados. Embalagem. Logística reversa. Logística sustentável.
Referências Básicas
BALLOU, R.H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e
logística empresarial. 4 ed.5ed. São Paulo: Bookman, 2006.
BALLOU, R.H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais e Distribuição
Física; São Paulo: Atlas, 2014
BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; COOPER, M. B. Gestão da Cadeia de Suprimentos e
Logística. 4ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
Referências Complementares
DIAS, Marco Aurélio. Logística, Transporte e Infraestrutura: armazenagem, operador
logístico, gestão via TI, multimodal. São Paulo: ATLAS, 2012.
FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. (Orgs). Logística e gerenciamento da cadeia
de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e processos. São Paulo: Atlas, 2003.
LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade: a cadeia de suprimentos
como caminho para a lucratividade. 2ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos.
2ed. São Paulo: Atlas, 2009.
XAVIER, Lúcia Helena; CORRÊA, Henrique Luiz. Sistemas de logística reversa: Criando
Cadeias de Suprimento Sustentáveis. São Paulo: ATLAS, 2013.

164
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 100 Filosofia -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Perceber como a Filosofia pode contribuir para a fundamentação epistemológica de
projetos profissionais de diferentes áreas do conhecimento e a conseqüente contribuição das
mesmas, para o desenvolvimento e o sucesso pessoal e profissional do cidadão e das
organizações;
- Perceber que a filosofia surge para ajudar o ser humano a aprender sobre ele mesmo
(autoconhecimento). E para ajudá-lo a conhecer, a compreender e a se relacionar com seus
semelhantes e com a vida;
- Verificar como as reflexões e os ensinamentos filosóficos podem contribuir para uma
melhor compreensão da vida cotidiana (pessoal e profissional) do ser humano;
- Desenvolver a capacidade de analise, reflexão e crítica a partir de estudos dialógicos dos
fundamentos da filosofia;
Ementa
Abordagens reflexivas sobre o valor da filosofia para a vida humana: contribuição para a
formação do sujeito/cidadão (pensar de forma reflexiva crítica) e para a compreensão do
mundo; Diálogos reflexivos sobre algumas questões fundamentais do ser humano (liberdade,
felicidade, responsabilidade, ideologia, linguagem, poder e politica, entre outros); introdução
ao pensamento filosófico: ética, estética, política e epistemologia; análise de alguns dos
fundamentos do pensamento filosófico dos períodos: cosmológico, clássico, medieval,
moderno e contemporâneo; compreensão da moral e sua inter-relação com as normas e a
responsabilidade individual e coletiva.
Referências Básicas
CARO, Tito Lucrécio; CÍCERO, Marco Túlio; SÊNECA, Lúcio Aneu; AURÉLIO, Marco.
Antologia de textos / Epicuro ; Da natureza / Tito Lucrecio Caro ; Da republica / Marco Tulio
Cicero ; Consolacao a minha mae Helvia ; Da tranquilidade da alma ; Medéia ;
Apocoloquintose do divino Claudio / Lucio Aneu Seneca ; Meditações / Marco Aurélio :
traduções de Agostinho da Silva [[Link].]. São Paulo: Abril Cultural.2ª ed. 1980
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à
Filosofia. São Paulo: Moderna. 5ª ed. 2013.
CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática. 13ª ed. 2006.
Referências Complementares
JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar. 4ª ed. 2006.
LOCKE, John. Carta acerca da tolerância; Segundo tratado sobre o governo; Ensaio acerca
do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultura. 2ª ed. 1978.
MARCONDES, Danilo. Café Philo. Jorge Zahar.
PLATÃO; XENOFONTE; ARISTÓFANES; Defesa de Socrates / Platão. Ditos e feitos
memoraveis de Socrates; Apologia de Socrates / Xenofonte. As nuvens / Aristofanes. São
Paulo: Nova Cultural. 4ª ed. 1987.
SARTRE,Jean- Paul;GUEDES,Rita Correia (Tradutora). São Paulo: Nova Cultural. 3ª ed.
1987.

165
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 101 Sociologia -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Compreende a especificidade das Ciências Sociais, da sua metodologia e do seu objeto. O
seu surgimento;
- Perceber os principais conteúdos das diferentes escolas sociológicas
(marxismo/funcionalismo/sociologia compreensiva);
- compreender a abrangência e complexidade da divisão do trabalho e suas formas de
gerência.
Ementa
Contexto histórico de formação da Sociologia. Cultura e Natureza. Eurocentrismo e
relativismo cultural. Concepções clássicas e seus desdobramentos contemporâneos (Emile
Durkheim, Max Weber e Karl Marx). Construção Social da Identidade. Elementos de
sociologia do trabalho. Sociologia da dominação. Relações étnico-raciais na formação da
sociedade brasileira.
Referências Básicas
DURKHEIM, E. Da Divisão do Trabalho Social. SP: Abril Cultural. 1973.
MARX, Karl & ENGELS, F. O Manifesto Comunista. SP: Boitempo. 1998.
MARX, Karl. O Capital. SP: Abril. 1992.
WEBER, M. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. SP: Pioneira.1997.
WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vols. 01 e 02. SP: UnB. 2004.
Referências Complementares
ANTUNES, Ricardo. “Século XXI: nova era da precarização estrutural do trabalho?” in:
Infoproletários – Degradação Real do Trabalho Virtual. SP, Boitempo, 2009 (pp. 231-238).
CASTEL, R. As Metamorfoses da Questão Social. RJ, Vozes, 2003.
FREUND, Julien. Sociologia de Marx Weber. SP, Forense-Universitária.
HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. José Olympio Editora, RJ, 1978.
IANNI, Octávio. “A Sociologia e o Mundo Moderno” in: Tempo Social. Revista de Sociologia
da USP. S. Paulo, VOLUME 1, 1989, p. 7-27.
LENIN, V. I. O Estado e a Revolução. SP, Ed. Hucitec, 1986. (Caps. 1 e 5).
LINHART, Daniele “Modernização e precarização da vida no trabalho”. (mimeo)
MUNANGA, Kabengele. “Uma Abordagem Conceitual das Noções de Raça, Racismo,
Identidade e Etnia”, 2003 (mimeo).
NOGUEIRA, Oracy. "Preconceito racial de marca e preconceito racial de origem" in: Tempo
Social. V. 19, n. 1, 2006, pp. 287-308.
PIERUCCI, Antonio. “Religião como solvente – uma aula”. In: Novos Estudos CEBRAP, no.
75, 2006, pp. 111-127.
SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado e Violência. Ed. Perseu Abramo, SP, 2004
(Introdução e Conceito de Gênero, pp. 09-10 e 44-47).
WEBER, M. “Ciência como Vocação” in: Ciência e Política: duas vocações. SP, Cultix, 1993.
WEBER, Max. Conceitos Básicos de Sociologia. Centauro, 2008, (pp. 37-52).

166
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 151 Estado e Sociedade -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Contribuir para a compreensão dos alunos sobre as teorias do Estado. Abordar as relações
entre poder, liberdade e igualdade.
Discutir as relações entre as classes sociais em face da democracia e da opressão e
exploração econômico-social.
Refletir sobre o Estado do ponto de vista da evolução do capitalismo, inclusive considerando
as transformações históricas das empresas. Examinar a questão do Estado no debate sobre
liberalismo, regulação, intervencionismo, desenvolvimentismo, inclusive no contexto do
Brasil.
Ementa
Teorias sobre a natureza do Estado. A questão nacional. Capitalismo e classes sociais.
Mercado e propriedade. Poder, liberdade e igualdade. Coerção e hegemonia.
Legitimidade e governabilidade. Estado de Bem Estar Social. Cidadania e políticas públicas.
Intervencionismo. Estado desenvolvimentista. Estado neoliberal. A questão do Estado no
Brasil.
Referências Básicas
BOBBIO, Norberto. Liberalismo e Democracia. SP: Brasiliense. 2000.
LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, Enxada e Voto. SP: Companhia das Letras. 2012.
WEFFORT, Francisco. O Populismo na Política Brasileira. RJ: Paz e Terra. 1989.
IANNI, O. O colapso do populismo no Brasil. RJ: Civilização Brasileira. 1987.
SINGER, Andre. Os Sentidos do Lulismo. SP: Companhia das Letras. 2012.
Referências Complementares
MANDEL, Ernest. Teoria Marxista do Estado. Lisboa: Antídoto. 1977.
BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O Governo João Goulart. SP: Ed. Revan/Unb. 2001.
TOLEDO, Caio. 1964: O golpe contra as reformas e a democracia. SP: Revista Brasileira de
História. 24, nº 47, p.13-28 - 2004.
COUTINHO, Carlos Nelson. A Época Neoliberal: Revolução Passiva ou Contrarreforma? SP:
Novos Rumos. V. 49, N. 01, pp. 117-126. 2012.
SINGER, André & LOUREIRO, Isabel (orgs.). As contradições do Lulismo. SP, Ed. Boitempo,
pp. 55-92. 2016.
CAMPOS, Pedro. Estranhas Catedrais: As empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar.
RJ: Eduff. 2014.

167
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 540 Direito e Legislação Social -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Proporcionar uma visão clara e concisa da ciência jurídica aos estudantes de Administração,
apresentando o Direito como unidade sistêmica, destinada a regular as relações sociais.
Conscientizá-los dos direitos e deveres inerentes à pessoa humana, ao cidadão, ao estado e aos
grupos que compõem a sociedade.
Contribuir para o ordenamento e proteção da atividade humana, em especial da atividade laboral,
individual e coletivamente, destacando-se o respeito à dignidade do homem e às suas liberdades
fundamentais, garantidas pela Constituição Federal do Brasil.
Estimular a reflexão sobre os problemas e dilemas relacionados ao Direito.
Ementa
A Sociedade, o Direito e a Ordem Jurídica. Pessoa Natural e Pessoa Jurídica. Noções Básicas de
Direito Constitucional, Direito Civil, Direito do Trabalho, Direito Administrativo. Direito Penal.
Direito do Consumidor. Direito Ambiental. Direitos Humanos. Direito Constitucional: Elementos
constitutivos do Estado; Constituição, conceito, história, considerações gerais; Poder Constituinte;
Regime Político-Jurídico; Formas de Estado; Formas de Governo; Divisão do Funcional do Poder;
Direito Civil: das pessoas naturais; da personalidade e da capacidade civil; das pessoas jurídicas;
disposições gerais; Direito do Trabalho: Princípios; Empregado e Empregador. Contrato de
Trabalho, elementos e características; Infortunística. Terceirização. Cooperativas. Princípios da
Administração Pública; Classificação da Administração Pública; Serviços Públicos; Autarquias;
Sociedade de Economia Mista; aspectos históricos; considerações gerais; responsabilidade civil;
Código de Defesa do Consumidor: aspectos históricos; considerações gerais; responsabilidade
civil; código de Defesa do Consumidor; Tutela do Consumidor; Órgãos de Defesa do Consumidor.
Direito Ambiental: aspectos históricos, considerações gerais; Legislação ambiental. Direitos
Humanos: aspectos históricos, considerações gerais; Legislação; Tratados e Convenções
Internacionais de direitos Humanos.
Referências Básicas
LIMA, Hermes. Introdução à Ciência do Direito. Editora Freitas Bastos, 9a Edição, 1958.
PAUPÉRIO, Artur Machado. Introdução ao Estudo do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1981.
GUSMÃO, Paulo Dourado de. Introdução ao Estudo do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 11a
Edição, 1986.
DINIZ, Maria Helena. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. Editora Saraiva. S. Paulo.
10a Edição, 1998.
JACQUES, Paulino. Curso de Introdução à Ciência do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1971.
COTRIM, Gilberto Viana. Direito de Legislação (Introdução ao Direito). Editora Saraiva. 18a
Edição, 1995.
HERKENHOFF, João Baptista. Instituições de Direito Público e Privado. Editora Acadêmica. S.
Paulo, 1992.
Referências Complementares
GOMES, Orlando e Gottschalk, Elson. Curso de Direito do Trabalho. Editora Forense. Rio de
Janeiro.
MORAES FILHO, Evaristo de. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1960.
FIUZA, César. Direito Civil/Curso Completo. Revisado, Atualizado e ampliado. Belo Horizonte.
Editora Dek Ret. 2004.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. Editora Atlas. São Paulo 23ª Edição. 2008.
NOHARA, Irene Patrícia. Direito Administrativo. Editora Atlas. São Paulo 7ª Edição 2017.
GRECO, Rogério, Curso de Direito Penal. Editora Impetus, Rio de Janeiro. 12ª Edição 2010.
BENJAMIN, Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva. São Paulo.
16ª Edição; 2015.
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva. São
Paulo. 16ª Edição. 2015.
GUERRA, Sidney. Direito Humanos. Editora Saraiva. São Paulo. 5ª Edição. 2017.

168
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 102 Psicologia Aplicada ao Trabalho -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Apresentar e discutir, de maneira introdutória, elementos gerais da psicologia e da
psicologia do trabalho e das organizações.
- Apresentar elementos introdutórios do saber e das práticas psicológicas.
- Discutir as principais contribuições das teorias psicológicas para a compreensão do homem
no trabalho e nas organizações.
- Apresentar o contexto histórico, social e epistemológico no qual surgiu a psicologia
organizacional e do trabalho.
- Discutir questões referentes à importância do trabalho para a identidade do indivíduo.
- Discutir questões referentes à saúde e ao sofrimento psicológico no trabalho.
- Refletir sobre o assédio moral, o preconceito e a humilhação em ambientes de trabalho.
- Refletir sobre relações de gênero, étnicas e raciais em contextos de trabalho.
- Apresentar e discutir os processos grupais, o poder e a participação nos contextos de
trabalho.
- Refletir sobre cidadania, direitos humanos e relações de trabalho.
- Refletir sobre aspectos contemporâneos da psicologia do trabalho e das organizações.
Ementa
A psicologia enquanto ciência e profissão. A psicologia, suas contribuições e aplicações no
trabalho e nas organizações. História da psicologia do trabalho e das organizações. Saúde
mental e sofrimento psicológico no trabalho. Preconceito, humilhação social e assédio moral
nos locais de trabalho. Trabalho, relações étnicas e raciais e relações de gênero. Grupos,
poder e participação nas organizações. Trabalho, cidadania e direitos humanos. Trabalho e
identidade: temas contemporâneos.
Referências Básicas
BOCK, A. B.; FURTADO, O. e TEXEIRA, M. Psicologias: uma introdução ao estudo de
psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
CHANLAT, J-F. O individuo na organização: dimensões esquecidas. V. I. São Paulo: Atlas,
2007.
ZANELLI, J. C., BORGES-ANDRADE, J. E. e BASTOS, A. V. B. (org.). Psicologia,
organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

Referências Complementares
BLEGER, J. Temas e psicologia: entrevista e grupos. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
CROCHÍK, J. L. (org.) Preconceito, indivíduo e cultura. O conceito de preconceito. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1997.
GONÇALVES FILHO, J. M. Humilhação social: humilhação política. In: SOUZA, B. P. (org.)
Orientação à queixa escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. p. 187-221.
HELOANI, R. Assédio moral – um ensaio sobre a expropriação da dignidade no trabalho.
RAE-eletrônica, v. 3, n. 1, Art. 10, jan./jun. 2004.
SENNETT, R. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo
capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2011.

169
Código Disciplina Pré-requisito
ADM Autogestão, Associativismo, -
583 Cooperativismo
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Conhecer o referencial básico sobre autogestão, cooperativismo, associativismo. Estudar
experiências cooperativistas no Brasil e no mundo. Proporcionar o debate sobre os
movimentos do socialismo autogestionário, do cooperativismo popular e da Economia
Solidária.
Ementa
História da autogestão e do cooperativismo. Mudanças no mundo do trabalho e os desafios da
Economia Solidária. Formas de produção não-capitalista - limites e possibilidades.
Referências Básicas
SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo.
CATTANI, A.D.; LAVILLE, J.L.; GAIGER, I.; HESPANHA, P. Cooperativismo: uma revolução
pacífica em ação (Economia Solidária). Rio de Janeiro: DP&A.
Holyoake, G.J. Os 28 Tecelões de Rochdale. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Domínio
público. 1933.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Produzir para Viver: os caminhos da produção não
capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2002.
Referências Complementares
KRAYCHETE, Gabriel. Economia dos Setores Populares: Entre a Realidade e a Utopia.
Petrópolis: Vozes.
NUNES, Débora. Pedagogia da Participação: Trabalhando com Comunidades. Salvador:
Unesco/Quarteto.
GAIGER, Luiz Inácio. Sentidos e Expressões: Da Economia Solidária No Brasil. Porto Alegre:
UFRGS.
MANCE, Euclides André. Redes de Colaboração Solidária: Aspectos Econômico-Filosóficos.
Petrópolis. Vozes.

170
Código Disciplina Pré-requisito
Gestão Socioambiental e -
ADM 584
Sustentabilidade
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
A disciplina tem por objetivo introduzir aos discentes conceitos, aspectos, práticas de gestão,
e desafios relacionados com a gestão socioambiental e sustentabilidade no contexto das
organizações, com ênfase em organizações brasileiras. Discutir o contexto da economia de
baixo carbono e os desafios para as instituições públicas e privadas. Discutir as Políticas
Públicas brasileiras de gestão ambiental e mudanças climáticas na perspectiva da agenda
mundial para esse fim. Identificar as iniciativas públicas e privadas para o desenvolvimento
sustentável no contexto nacional e internacional. Identificar as oportunidades de inovação no
contexto do desenvolvimento sustentável e sua contribuição para a sustentabilidade nas
organizações e a consequente redução dos impactos ambientais e sociais.
Ementa
Os conceitos de gestão ambiental, social e de sustentabilidade. Gestão socioambiental:
teoria econômica sobre a ótica social e ambiental. Desenvolvimento Sustentável e
Sustentabilidade corporativa. Controladoria Ambiental. Gestão ambiental estratégica. Gestão
de custos ambientais. Desempenho Corporativo Ambiental. Gestão de Impactos e Riscos
Ambientais. Fundamentos de Sustentabilidade. Triple Bottom Line. A questão ecológica nos
modelos de negócios. Sistema de Gestão Ambiental e a série ISO 14000. Impacto social e
ambiental das organizações. Políticas Ambientais. Noções sobre riscos ambientais e seus
impactos econômicos e sociais. Disclosure Ambiental e Relatório de Sustentabilidade.
Conceitos ligados à responsabilidade social. A função social das empresas, compromisso
social e gestão empresarial e as dimensões da responsabilidade social. Modelos de
indicadores e avaliação. Instrumentos de responsabilidade social. Instrumentos Financeiros
para transição para uma economia de baixo carbono. Iniciativas Empresariais em Clima.
Relato de sustentabilidade. Relato Integrado e o International Integrated Reporting Council
(IIRC). Índices de Sustentabilidade. Responsabilidade Social Corporativa. Diretrizes da
Global Reporting Initiative (GRI) Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e Índice de
Carbono Eficiente (ICO2) da BM&FBovespa; Carbon Disclosure Project. Classificação
hierárquica de riscos ambientais das empresas com base em análises de ciclo de vida
(ACV), análises energéticas (memória energética) e com base na Política Nacional do Meio
Ambiente (Lei 10165/2000).
Referências Básicas
BARBIERI, J. C. Gestão Ambiental Empresarial. Conceitos, Modelos e Instrumentos. 4ª. Rio
de Janeiro: Saraiva. 2016.
DIAS, R. Gestão Ambiental. Responsabilidade Social e Sustentabilidade. 3ª Ed. São Paulo:
Gen/Atlas. 2017.
DONAIRE, Denis . Gestão Ambiental na Empresa. 3ª Ed. São Paulo: Gen/Atlas. 2018.
Referências Complementares
BARBIERI, José Carlos; SIMANTOB, Moysés Alberto (org.). Organizações inovadoras
sustentáveis: uma reflexão sobre o futuro das organizações..São Paulo: Atlas. 2007.
GOMES, S. M. S.; GARCIA, C. O. (org.). 1ª Ed. Controladoria Ambiental: Gestão Social,
Análise Controle. São Paulo: Atlas. 2013.
ALMEIDA, F. Experiências Empresariais em Sustentabilidade: Avanços, Dificuldades e
Motivações de Gestores e Empresas. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2009.
ALMEIDA, F. (Org.) Desenvolvimento Sustentável 2012-2050. 1ª Ed. São Paulo Philips:
Holclim: Braskem. 2012.
ELKINGTON, J. Sustentabilidade, Canibais com Garfo e Faca. 1ª Ed. São Paulo: [Link].
2012.

171
Código Disciplina Pré-requisito
EVE132 Eventos Esportivos -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Planejar, organizar, executar e avaliar eventos esportivos.
- Compreender o esporte como fenômeno social, econômica, humana e educacional
- Identificar os principais conceitos da organização de eventos esportivos.
- Reconhecer e executar as principais etapas do planejamento, organização, realização e
avaliação de eventos esportivos.

Ementa
A disciplina versará sobre conhecimentos sobre eventos esportivos, nas suas diversas
dimensões, formatações e interesses, com enfoque no planejamento, organização,
execução e avaliação dos mesmos.

Referências Básicas
MATIAS, Marlene. Organização de Eventos: Procedimentos e Técnicas. 6ª edição. São
Paulo: Barueri Manole, 2013.
POIT, Davi Rodrigues. Organização de Eventos Esportivos. 4ª edição. São Paulo: Phort
Editora, 2006.
TUBINO, Manoel. O que é esporte. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Editora
Brasiliense, 1993.
Referências Complementares
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São
Paulo: Cengage Learning, 2011.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2006.

MALLEN, Cheryl; ADAMS, Lorne J.. Gestão de Eventos Esportivos, Recreativos e


Turísticos: Dimensões Teóricas e Práticas. Barueri/SP: Manole, 2013.

MATIAS, Marlene (org.). Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos


culturais, sociais e esportivos. Baueri, SP: Manole, 2011.

MELO, Victor Andrade de. Esporte e lazer: conceitos: uma introdução histórica. Rio de
Janeiro: Apicuri, 2010.

172
Código Disciplina Pré-requisito
EVE133 Gestão da Qualidade na Área de -
Turismo
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Conhecer os principais elementos da gestão da qualidade visando a sobrevivência e
produtividade da indústria do turismo
- Compreender a evolução da gestão de qualidade e os principais fatores envolvidos.
- Avaliar a importância da COT (Controle de Qualidade Total) em geral e de suas implicações
estratégicas no ambiente de negócios
- Conhecer as principais metas e técnicas de gestão de qualidade.
Ementa
Conceito de Qualidade e Gestão da Qualidade. Enfoques da Gestão da qualidade. Sistemas de
gestão de qualidade. Histórico da Qualidade. A Gestão as Organizações, modelos de gestão,
Gestão da Qualidade Total (TQM - Total Quality Management) como um instrumento de
gestão eficaz para melhorar a sua qualidade de serviço. Elementos da gestão da qualidade.
Prêmios de qualidade pelo mundo. A integração dos sistemas da qualidade, ambiente e
segurança e saúde em turismo.
Referências Básicas
MELLO, Carlos Henrique Pereira; SILVA, Carlos Eduardo Sanches da; TURRIONI, João
Batista; SOUZA, Luiz Gonzaga Mariano de. ISO 9001:2008: sistema de gestão da qualidade
para operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. 239 p.

OSADA, Takashi. Housekeeping 5S's: seiri, seiton, seiso, selketsu, shitsuke: cinco pontos-
chaves para o ambiente da qualidade totoal. [Link]. São Paulo: Instituto IMAM, 1992. 212 p.

SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação
objetiva e econômica. [Link]. São Paulo: Atlas, 2011. 239 p.
Referências Complementares
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. [Link]. Nova
Lima, MG: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. 266 p.

KLINK, Amyr. Gestão de sonhos: riscos e oportunidades. 8. ed. Salvador: Casa da


qualidade, 2000. 192 p

RICL, Ana. Gráfico de pareto: introdução básica de gráficos de controle. [s. l.]: [s. n.], 17 p.

TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Turismo e qualidade: tendências contemporâneas. 6. ed. rev.
atual. Campinas : Papirus, 2000. 120 p. (Turismo).

VALLE, CYRO EYER DO. Como se preparar para as normas ISO 14.000: qualidade
ambiental : o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente . 2. ed. São Paulo :
Pioneira, 1995. 177 p

173
Código Disciplina Pré-requisito
EVE134 Gestão e Organização dos Meios de -
Hospedagem
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Compreender a evolução histórica da hotelaria no decorrer dos tempos;
- Identificar os diversos tipos e finalidades dos meios de hospedagem;
- Compreender a operação da Administração dos Meios de Hospedagem;
- Identificar as funções administrativas da hotelaria;
- Compreender as peculiaridades dos Meios de Hospedagem;
- Refletir sobre a gestão, estrutura física e funcional dos meios de hospedagem.
Ementa
A empresa hoteleira. Tipologia dos Meios de Hospedagem. Classificação dos meios de
Hospedagem nacional. Organização, estrutura física e funcional dos Meios de
Hospedagem. Rotinas e procedimentos do departamento de Hospedagem. A evolução dos
meios de hospedagem no mundo, no Brasil e na Bahia.
Referências Básicas
BENI, Mário Carlos. Análise Estrutural do Turismo. 7ª. ed. Editora SENAC, 2002.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
LA TORRE, Francisco de. Administração hoteleira: departamentos. São Paulo: Roca,
2001. 2 v.
Referências Complementares
COIMBRA, Ricardo. Assassinatos na hotelaria: ou como perder seu hóspede em 8
capítulos. 6. ed. Salvador: Casa da Qualidade, 1998.
CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002.
DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. 3. ed. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2001. 325
p.
DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. São
Paulo: Ed. SENAC, 1996.
GODOI, Adalto Felix de. Hotelaria hospitalar e humanização no atendimento em
hospitais 2. ed. São Paulo : Ícone, 2008

174
Código Disciplina Pré-requisito
GEO139 Geografia do Turismo -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Análise da relação entre as atividades turísticas e a produção do espaço. Paisagens,
valores culturais e meio ambiente como recursos turísticos. Impactos socioespaciais das
atividades turísticas. Turismo e ordenamento territorial. Os principais fluxos e
centralidades turísticas no Brasil e no mundo.
Referências Básicas

CRUZ, R. C. A. Introdução a Geografia do Turismo. São Paulo: Ed. Roca LTDA, 2003.

ROGRIGUES, A. A. B. Turismo e Geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. São


Paulo: Ed. Hucitec, 2002.

YAZIGI, E. Turismo e Paisagem. São Paulo: Ed. Contexto, 2002.

Referências Complementares

CAROSO, Carlos; TAVARES, Fátima; PEREIRA, Cláudio. Baía de Todos os Santos:


aspectos humanos. Salvador: EDUFBA, 2011.

HATJE, Vanessa; ANDRADE, Jailson Bittencourt. Baía de Todos os Santos: aspectos


oceanográficos. Salvador: EDUFBA, 2009.

MORAES, Antonio Carlos Robert. Contribuições à gestão da zona costeira do Brasil.


Elementos para uma Geografia do Litoral Brasileiro. São Paulo: Annablume, 2007.

SANTOS, Miguel Cerqueira. Turismo em Ambiente Costeiro no Brasil e em Portugal.


Salvador: EDUNEB, 2012.

175
Código Disciplina Pré-requisito
EVE138 Oratória -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Utilizar os princípios da Oratória como um meio de expressão, informação e comunicação no
exercício da cidadania e nas relações interpessoais (sala de aula e ambiente de trabalho);
- Compreender e aplicar os recursos da Oratória como estratégia para melhoria da expressão e
comunicação nos diversos espaços e situações comunicativas.
- Reconhecer a função pedagógica dos princípios da Oratória aplicados ao desenvolvimento
interpessoal do aluno frente aos desafios operacionais da comunicação.
- Conhecer as origens, o desenvolvimento e as controvérsias que se espraiam no estudo e nos
pressupostos retóricos, partindo da Retórica Aristotélica à Nova Retórica de Perelman e
Olbrechts-Tyteca.
- Promover o estudo dos princípios e funções da Argumentação e da Retórica do ponto de vista do
discurso, refletindo sobre a importância do domínio de recursos linguísticos na defesa e
(des)construção de pontos de vista.
- Analisar textos de diversos gêneros e tipos, a partir dos princípios retóricos e argumentativos.
- Perceber no emprego da linguagem verbal, notadamente dos aspectos gramaticais e de
vocabulário, e da linguagem não verbal (gestos, figuras, desenhos etc), intenções delineadas pelas
balizas retóricas e argumentativas.
- Analisar, interpretar, e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos,
mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as
condições de produção e recepção;
- Compreender os conceitos de texto e discurso no tocante à Retórica e à Teoria da Argumentação.
- Ler, interpretar, analisar e produzir textos seguindo os princípios retóricos e argumentativos.
Ementa
Processos de Comunicação e Oratória. Técnicas de Oratória e dicção. Função pedagógica da
Oratória. Marketing Comunicacional. Retórica: historicidade e controvérsias. Da Retórica
Grega à Nova Retórica no século XX. Dialética versus Retórica. Premissas e conclusões.
Silogismos e Falácias. Teoria da Argumentação. Gêneros do discurso. Pressupostos
argumentativos e retóricos. Leitura, compreensão, análise e produção de textos retóricos e
argumentativos com ênfase nos aspectos sintáticos, semânticos e discursivos.
Referências Básicas
ARISTÓTELES. Retórica das paixões. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação: a nova
retórica. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal.
Petrópolis:Vozes, 2009.
Referências Complementares
LEMGRUBER, Márcio; OLIVEIRA, Renato José de. Teoria da argumentação e educação.
Juiz de Fora: [Link], 2011.

PERELMAN, Chaïm. Retóricas. São Paulo: Martins Fontes, 2004.


SANTOS, Glauria Janaina dos. Pedagogia das Emoções: uma compreensão da dimensão
emocional na educação de jovens e adultos. Universidade Federal da Bahia - FACED, 2008.
Dissertação de mestrado.

176
Código Disciplina Pré-requisito
EVE135 Patrimônio Histórico e Cultural no -
Turismo
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Conceituar: História, Memória e Identidade.
- Discutir Patrimônio como construção histórica.
- Discutir Patrimônio Cultural como expressão política da memória.
- Definir as diversas categorias de bem cultural e a importância da preservação.
- Discutir a legislação patrimonial em torno da preservação de bens culturais e históricos.
- Analisar os monumentos históricos e bens culturais do estado da Bahia e seu sentido para
construção identitária dos baianos.
- Analisar o consumo do patrimônio pelo turismo.

Ementa
Através do estudo do patrimônio nas perspectivas histórica e cultural, a disciplina em tela
visa desenvolver entre os estudantes a ideia de que o patrimônio é uma ferramenta para
se entender a memória social e a identidade de um povo, assim como despertar a
conscientização da importância de se preservar os bens culturais, materiais e imateriais.
Pretende-se, ainda, suscitar reflexões acerca de estratégias da utilização do patrimônio
como vetor de desenvolvimento regional por meio do turismo.
Referências Básicas
CAMARGO, Haroldo L. Patrimônio Histórico e Cultural. São Paulo: Aleph, 2002.

COSTA, Everaldo B.; BRUSADIN, eandro B; PIRES, Maria do Carmo (orgs.) Valor
Patrimonial e Turismo: limiar entre história, território e poder. SP: Outras Expressões, 2012.

PORTUGUEZ, Anderson Pereira. Turismo, memória e patrimônio cultural. São Paulo


Rocca, 2004.

Referências Complementares
BANDUCCI JR., Álvaro e BARRETTO, Margarita (orgs.) Turismo e Identidade Local: uma
visão antropológica. SP: Papirus, 2001

CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. Trad. Klauss Brandini Gerhardt. 5º ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2006.

FUNARI, Pedro Paulo e PINSKY, Jaime (orgs). Turismo e Patrimônio Cultural. SP:
Contexto, 2007.

MARTINS, Clerton. Patrimônio cultural: da memória ao sentido do lugar. São Paulo: Roca,
2006.

MURTA, Stela Maris, ALBANO, Celina. Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar.


Belo Horizonte: Ed. Da UFMG, 2005.

177
Código Disciplina Pré-requisito
EVE136 Sistemas Hoteleiros -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
Atualizar a prática dos Sistemas Hoteleiros.
Desenvolver competências que permitam melhor entendimento dos processos hoteleiros.
Identificar e controlar a manutenção dos empreendimentos hoteleiros.

Ementa
Gerenciamento dos processos hoteleiros e suas inter-relações. O Trade Turístico e a
Empresa Hoteleira. A logística hoteleira. Gestão da Qualidade na Hotelaria. Manutenção
Hoteleira.
Referências Básicas
DUARTE, Vladir Vieira. Administração de Sistemas Hoteleiros: conceitos básicos
São Paulo, SENAC.1996
LINZMAYER, [Link] Básico para a Administração da Manutenção Hoteleira.São
Paulo,SENAC.1994
VELOSO, José Ruy (org.). Estudo de Viabilidade para Projeto Hoteleiro. Campinas, SP
Papirus. 2003
Referências Complementares
KARASSAWA, Neuton S. A Qualidade da Logística no Turismo: um estudo
introdutório.São [Link]. 2003

178
Código Disciplina Pré-requisito
EVE137 Aspectos Históricos e Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Conhecer os aspectos históricos
- Conhecer a história dos eventos
- Compreender a evolução dos eventos no decorrer da história da humanidade.
- Avaliar a importância dos diversos eventos como acontecimentos no decorrer da história
- Conhecer os principais eventos históricos e seus impactos sociais.

Ementa
Aspectos Históricos. Histórico dos Eventos. A trajetória dos Eventos na Antiguidade.
Eventos na Idade Média. Eventos na Modernidade. A Contemporaneidade e os Eventos.
A importância dos eventos no decorrer da história para humanidade. O impacto de
eventos nos processos históricos na sociedade.
Referências Básicas
JOANNÈS, F. A Função do banquete nas primeiras civilizações. In: História da Alimentação.
FLANDRIN, Jean Louis (org.) e MONTANARI, Massimo. (org.); tradução de Luciano Vieira
Machado, Guilherme J.F. Teixeira - São Paulo: Estação Liberdade, 1998. Cap. 2, p.54-67.

SCHWARCZ, L. M. O Império das Festas e as festas do Império. In: As barbas do Imperador.


2ª ed. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

TINHORÃO, J. R. As Festas no Brasil Colonial. São Paulo: Editora 34, 2000.

Referências Complementares
FERNANDES, T. A. Ritualização da Comensalidade. Porto: Universidade do Porto.
Faculdade de Letras, 1995. Separata da Revista da Faculdade de Letras. Sociologia, Porto, I
Série, vol. 7, 1997
FONTOURA, D. L. DO CONSUMO DE LUXO À DEMOSNTRAÇÃO DO LAÇO
AFETIVO: A Nova Face Do Casamento. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação
em Comunicação Social) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.

GRALHA, C.J. Abordagem Sócio-Cultural da Alimentação no Egito Antigo: quando comer e


beber não é somente comer e beber. In: Práticas Alimentares no Mediterrâneo Antigo. Rio de
Janeiro: NEA/UFRJ. p. 100, 2012.
JANCSÓ, I.; KANTOR, I. Festa: cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo:
Edusp/Hucitec, 2001.
VELLOSO, M. P. Comê, Morá? Descobrimento, comemoração e nacionalidade nas revistas
humorísticas ilustradas. Projeto História, São Paulo, n.20, 2000.

179
Código Disciplina Pré-requisito
EVE139 Vida e Carreira -
ou
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
Oportunizar aos estudantes a conexão do seu projeto de vida com o mundo do trabalho, a partir de uma
metodologia de autogestão da sua carreira durante toda a vida.

Ementa
Competências socioemocionais; Atividades de autoconhecimento; Perspectiva de vida e de profissão; Processos
de trabalho em grupo; Possibilidades de crescimento pessoal e profissional; Gestão de carreira.

Referências Básicas

1. Yeung, R. Coaching people. São Paulo : Market Books, 2001.

2. Moscovici, F. Desenvolvimento interpessoal: leitura e exercícios de treinamento em grupo. Rio de


Janeiro: LTC, 1980.

3. Horney, K. Neurose e desenvolvimento humano: a luta pela autorrealização. Rio de Janeiro : Civilização
Brasileira, 1974.

4. Lima, M.L.M. Ser aprendiz de si mesmo : o autoconhecimento para o desenvolvimento humano nas
organizações. Salvador : Quarteto, 2007.

Referências Complementares

1. Paschoal, J.W.A. A arte de gerir pessoas em ambientes criativos: e outros ensaios sobre mudanças
organizacionais e planejamento de carreira. Rio de Janeiro : Record, 2004.

2. Degen, R.J. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2009.

3. Instituto De Hospitalidade. Demanda por capacitação profissional no setor de turismo na Bahia.


Contexto, 2000.

180

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