Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos
Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos
Diretoria Geral
Diretoria de Ensino
Diretoria Adjunta da Educação Superior
Coordenação do Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos
Salvador
2023
1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA
BAHIA - IFBA
PRÓ-REITORIA DE ENSINO - PROEN
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
Reitora
Luzia Matos Mota
Pró-Reitor de Ensino
Jancarlos Menezes Lapa
Coordenadora do Curso
Paula Mara Messias Costa
3
HISTÓRICO DE VERSÕES DO PROJETO
4
LISTA DE TABELAS
LISTA DE QUADROS
LISTA DE FIGURAS
LISTA DE GRÁFICOS
Sumário
5
1. INTRODUÇÃO 8
1.1 Contextualização político-institucional 9
1.2 Contextualização Educacional 13
3. CONCEPÇÃO DO CURSO 28
3.1 OBJETIVOS DO CURSO 28
3.1.1 – GERAL 28
3.1.2- ESPECÍFICOS 28
3.2. PERFIL DO EGRESSO 29
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 32
4.5.1 ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO (ACEX) 44
4.5.2 ACEX no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos 45
4.5.3 DA SUBMISSÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO 47
4.5.4 DA AVALIAÇÃO DAS ACEXS 48
4.7.1 Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-
Brasileira, Africana e Indígena 52
4.7.2 Educação Ambiental 53
4.7.3 Educação em Direitos Humanos 56
4.7.4 Libras 59
5. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 60
5.1 INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE 63
5.2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO
PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM (TICs) 65
6. ACESSIBILIDADE 68
7. SERVIÇO DE APOIO AO DISCENTE E À PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 72
8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 77
8.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 77
8.2 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 78
8.3 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS 80
9. GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO 81
9.1 COLEGIADO 81
9.2 COORDENAÇÃO 83
9.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE 84
9.4 CORPO DOCENTE 86
9.5 EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA (GRA, DIRETORIAS, SECRETARIAS E
TÉCNICOS) 87
10. INFRAESTRUTURA 88
10.1 INSTALAÇÕES (BÁSICAS E ESPECÍFICAS) 88
10.2 BIBLIOTECA 89
11. CERTIFICAÇÃO 90
6
REFERÊNCIAS 91
ANEXO I 99
APÊNDICES 100
APÊNDICE A - REGIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO 101
APÊNDICE A.1 – ESTRUTURA PARA DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS
DE CONCLUSÃO DE CURSO OU MONOGRAFIA, DE NATUREZA
BIBLIOGRÁFICA, EMPÍRICA OU TEÓRICA EMPÍRICA 111
APÊNDICE A.2 – ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS AO PROJETO DE PESQUISA
112
APÊNDICE A.3- TERMO DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DE TCC 113
APÊNDICE A.4 – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TCC OU MONOGRAFIA 114
APÊNDICE A.5 – FORMULÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE DISPONIBILIDADE EM
BIBLIOTECA DIGITAL 115
APÊNDICE A.6 – FORMULÁRIO DE COMPOSIÇÃO DE BANCA 116
APÊNDICE A.7 - TERMO DE AUTORIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO 117
APÊNDICE A.8 - TERMO DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO TCC 118
APÊNDICE A.11 – EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E
OPTATIVAS 126
APÊNDICE A.10 – MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM EVENTOS 106
Erro: Origem da referência não encontrada
7
1. INTRODUÇÃO
1 A referida Resolução define o prazo de dezembro de 2022 para implantação das suas
diretrizes.
8
Campus de Salvador, apresentam o novo projeto pedagógico do Curso de
Tecnologia em Gestão de Eventos.
9
VI - ministrar em nível de educação superior:
a) cursos superiores de tecnologia visando à formação de
profissionais para os diferentes setores da economia;
b) cursos de licenciatura, bem como programas especiais de
formação pedagógica, com vistas na formação de professores
para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e
matemática, e para a educação profissional;
c) cursos de bacharelado e engenharia, visando à formação
de profissionais para os diferentes setores da economia e
áreas do conhecimento. [Grifos nossos]
b) Visão:
Transformar o IFBA numa Instituição de ampla referência e de
qualidade de ensino no País, estimulando o desenvolvimento do
sujeito crítico, ampliando o número de vagas e cursos, modernizando
as estruturas físicas e administrativas, bem como ampliando a sua
2 Atualmente, o IFBA é constituído por 22 (vinte e dois) campi (Salvador, Barreiras, Brumado,
Camaçari, Eunápolis, Euclides da Cunha, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê , Jacobina, Jequié,
Juazeiro, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus,
Seabra, Simões Filho, Ubaitaba, Valença e Vitória da Conquista); 01 (um) Núcleo Avançado
(Salinas da Margarida); 02 (dois) campi em fase de implantação, localizados em Jaguaquara e
Campo Formoso; 05 (cinco) Centros de Referência, também em construção, localizados nas
cidades de Itatim, Casa Nova, São Desidério, Camacã e Monte Santo; e 01 (um) Polo de
Inovação localizado no Parque Tecnológico da Bahia, Avenida Paralela, Salvador. (IFBA,
2022).
10
atuação na pesquisa, extensão, pós-graduação e inovação
tecnológica.
11
mediação de saberes e construção de alternativas para combater
desigualdades socioeconômicas, políticas e culturais em sua região e no
País.
Mais especificamente, o ensino superior no IFBA, o que compreende o
nosso Curso de Administração, deve “buscar uma formação que unifique
ciência, tecnologia e trabalho”, em termos da articulação entre saberes e
conhecimentos teóricos e práticos da área profissional e os “fundamentos da
formação humana integral”. Diante disso:
[...] as diretrizes curriculares para esse nível de ensino, e as diretrizes
específicas para cada curso e modalidade devem ensejar a
excelência no ensino superior sem, com isso, deixar de oferecer uma
formação que ultrapasse os limites das aplicações técnicas e que
insira a Instituição no processo de produção científica e tecnológica,
mediante tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável
de uma nação verdadeiramente cidadã. (IFBA, 2013, p.50)
12
apresenta uma população ocupada de 28,7%, posição 581ª no âmbito nacional
e quarta na Bahia (IBGE, 2019)
Em relação ao PIB, a Bahia não difere da realidade nacional, em termos
do elevado nível de concentração e desigualdade regional. No ano de 2019, a
Região Metropolitana de Salvador (RMS), principal região econômica no
estado, apresentou participação de 41,87% do PIB baiano (SEI, 2022), em
virtude de abranger dois dos principais municípios em termos do PIB da região
Nordeste e da Bahia, quais sejam: Salvador e Camaçari. Salvador, sede do
governo do estado, ocupa a primeira posição no PIB entre os municípios
nordestinos, e apresenta participação no PIB estadual de 21,8% e de 51,9% da
RMS, com destaque para o setor de serviços, primazia estadual, nas áreas de
comércio e administração pública, serviços industriais de utilidade pública, e na
indústria de construção civil e de alimentos. Já Camaçari, um dos dez maiores
PIB do Nordeste, acima das capitais João Pessoa, Teresina e Aracaju, e
segundo maior PIB estadual com 8,95%, é o principal município baiano na
indústria em geral, em virtude do Polo Petroquímico de Camaçari, tendo como
destaque a indústria de transformação com o segmento químico (SEI, 2022).
14
Tabela 1: Número de instituições de educação superior e número de matrículas em
cursos de graduação, por organização acadêmica – Brasil – 2020
15
número de matrículas na educação superior (graduação e sequencial), teve
uma variação positiva de 0,9% de matrículas.
Destaca-se ainda que no país para cada aluno matriculado na rede
pública há, em média, 2,1 alunos matriculados na rede privada em 2020. A
razão pode ser observada a partir do Gráfico 1, a seguir, com destaque para os
estados de São Paulo, Amazonas, Roraima, Bahia, Distrito Federal, Santa
Catarina e Rio de Janeiro, cujo número de matrículas na rede privada é maior
do que a média nacional.
17
estavam nas instituições públicas e 68,31% nas instituições privadas (INEP,
2017b).
18
elas, as atividades de ensino e aprendizagem remotos, a partir do
desenvolvimento de aulas que utilizassem meios e Tecnologias de Informação
e Comunicação (TIC).
2. JUSTIFICATIVA
21
O Brasil dentro dessa ótica desponta para a atividade econômica do
turismo em razão das suas características de diversidade sócio cultural e
ambiental. (MTUR, 2015).
A área de Turismo, Hospitalidade e Lazer tem a grande tarefa de
divulgar as riquezas culturais e naturais do nosso planeta, assim como tem a
missão de zelar pela sua guarda e valorização, que é de responsabilidade
daqueles que trabalham nesse setor.
Do mesmo modo, integrando a área de Turismo, Hospitalidade e Lazer,
o segmento de eventos movimenta empresas e cidades, gerando demanda de
serviços variados e especializados. Esse setor tem se mostrado uma área de
atuação promissora no Brasil.
O turismo de negócios e eventos é uma das maiores revelações da
indústria nacional de viagens na última década. O aumento do fluxo
de empresários e trabalhadores tem gerado renda aos destinos,
especialmente nos períodos de baixa temporada. O segmento
representa 13% do Produto Interno Bruto (PIB), tem 60 mil empresas
e 2 milhões de microempresários. (CNC, 2022).
23
[...]entende-se que projetos turísticos que considerem
prioritariamente as características locais, como o contexto
econômico-sócio-cultural, a capacidade de carga e o sonho
coletivo da população local podem contribuir positivamente
para o desenvolvimento local e podem minimizar os possíveis
impactos negativos da atividade turística. [...] São os sujeitos
locais, viventes de determinado lugar, os únicos capazes de
constatar se o turismo trouxe ou não melhora para sua
qualidade de vida e bem-estar social. (SCOTOLO; PANOSSO
NETTO, 2015. P. 57)
24
Quadro 1. Infraestrutura disponível por equipamentos para eventos em Salvador - Bahia
25
O cenário dos equipamentos turísticos se configura como uma
oportunidade para a expansão e captação de eventos no estado da Bahia, e
vem ao encontro de prognósticos positivos para o ano de 2022, com a
estimativa até dezembro de sediar mais de 30 congressos, seminários e
encontros, com um público estimado de 100.000 participantes, ocasionando
uma movimentação econômica na cidade de R$1bilhão.
No entanto, apesar da existência de espaços para a realização de
eventos de diversas tipologias, observa-se uma carência de profissionais
qualificados e/ou atualizados para atuarem de forma que os fundamentos
teóricos e práticos possam resultar em um serviço de qualidade.
É nesta vertente que se insere o papel do IFBA - Campus de Salvador,
especificamente, visando atender à demanda de formação de profissionais na
área de Eventos como fator decisivo para colaborar na qualificação dos
serviços turísticos na cidade de Salvador. Sendo sua contribuição à valorização
da cultura local por meio de conteúdos que discutem, enfatizem e dialoguem
com habilidades e conhecimentos oriundos das comunidades nas quais estão
inseridos.
A concepção de educação que ancora as práticas pedagógicas do IFBA,
em todos os níveis de ensino, tem sua base na pedagogia histórico-crítica,
conforme apresentadas no PPI (2013). De acordo com esse instrumento
Institucional:
A educação profissional de nível superior, no Projeto Pedagógico
Institucional do IFBA, nas modalidades Bacharelado, Tecnologia e
Licenciatura, deve buscar uma formação que unifique ciência,
tecnologia e trabalho, bem como atividades intelectuais e
instrumentais, isto é, a articulação entre os conhecimentos teóricos e
práticos da formação profissional com os fundamentos da formação
humana integral. (IFBA-PPI, 2013, p. 33)
27
3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1.1 – GERAL
3.1.2- ESPECÍFICOS
28
3.2. PERFIL DO EGRESSO
30
3.3. REQUISITOS DE ACESSO
31
As aulas são ministradas predominantemente de segunda-feira a sexta-
feira no período noturno das 18:40h às 22h, com possibilidade de oferta de
disciplinas às 17h, e aos sábados no turno matutino.
32
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
33
criativa diante dos desafios vivenciados na produção científica e tecnológica desse
campo teórico e prático do saber.
Sendo assim, considera-se a aprendizagem como uma (re)construção do
conhecimento pelo discente, em que o desenvolvimento de suas competências e
habilidades será possibilitado através da articulação entre ensino, pesquisa e
extensão, elementos estes indispensáveis à sua formação profissional.
O tratamento pedagógico dos conteúdos será baseado na adoção de práticas
condizentes com as peculiaridades de cada disciplina, ressaltando-se, os seguintes
postulados:
(i) a participação ativa dos sujeitos no processo de formação técnico-
acadêmica;
(ii) o estímulo à leitura como instrumento de ampliação e atualização de
conhecimentos de área;
(iii) a realização de atividades científicas a partir da produção de textos,
vivências e experimentos tecnológicos, participação em eventos científicos,
projetos de pesquisas e de extensão, além de outras metodologias capazes
de promover novas indagações científicas que favoreçam a apropriação do
conhecimento;
(iv) a integração do conhecimento a partir de atividades interdisciplinares nos
semestres letivos.
Disciplinas Obrigatórias;
Disciplinas Optativas e
Atividades Curriculares de Extensão (ACEX).
34
As disciplinas obrigatórias contemplam os campos de formação básica, de
formação profissional e são consideradas essenciais e indispensáveis para a
formação do discente.
A matriz compreende 30 disciplinas, dispostas em 6 semestres, perfazendo 122
créditos, com uma carga horária total de 1.930h. O Estágio Supervisionado que pela
sua importância na relação teoria e prática apresenta 160h. O Trabalho de conclusão
de Curso é oportunizado de forma diversificada podendo ser prático ou teórico, tendo
carga horária de 60h.
A matriz contempla as Atividades Curriculares Extencionistas (ACEX), de
caráter obrigatório, em três momentos distintos da formação com carga horária total
de 210h.
A seguir, apresenta-se a Matriz Curricular, conforme Tabela 2.
Primeiro Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisit semana Teórica Prátic Extensã Total
o l a o
Segundo Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total
35
Corporativos
Terceiro Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd C.H C.H C.H. C.H
requisito semana . Teórica Prátic Extensã Total
l a o
Quarto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total
36
da Pesquisa
Relações EVE125 - Obrigatória 4 4 60 - - 60
Públicas
Quinto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total
Sexto Semestre
Disciplinas Código Pré- Categoria H./aula Créd. C.H C.H C.H. C.H
requisito semanal Teórica Prática Extensão Total
37
total
Optativa I - - Optativa 4 4 60 - - 60
Optativa II - - Optativa 4 4 60 - - 60
40
curricular obrigatório, com carga horária de 160 horas, que deve ser cursado por
estudantes que integralizaram um mínimo de 70% da carga horária total do curso.
Para cumprir o Estágio Curricular Supervisionado, o acadêmico deverá estar
regularmente matriculado no Curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do IFBA e
na disciplina Estágio Supervisionado. É vedada para efeito de estágio curricular
supervisionado atividades que não desenvolvam as competências pertinentes ao
tecnólogo em Gestão de Eventos.
O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser realizado em organizações
públicas e/ou privadas, após a celebração e assinatura do Termo de Compromisso de
Estágio firmado entre o IFBA e a organização concedente, de acordo com as
definições contidas no Regimento Interno do Estágio Curricular Supervisionado do
Curso de Tecnologia em Eventos.
A celebração de convênios e as estratégias para gestão da integração entre
ensino e mundo do trabalho no âmbito do curso, são realizadas pela Diretoria de
Extensão e de Relações Empresariais e Comunitárias, do Campus Salvador,
considerando as competências previstas no perfil do egresso.
O Professor Orientador enquanto responsável pelo acompanhamento do Estágio
curricular, tendo como mecanismos de planejamento, acompanhamento e avaliação
do estágio os seguintes itens:
(i) Plano de Estágio (conforme modelo vigente) aprovado pelo Professor
Orientador;
(ii) Reuniões do aluno com o Professor-Orientador;
(iii) Visitas ao local onde se desenvolve o estágio, por parte do Professor
Orientador, sempre que necessário;
(iv) Relatório de Estágio, com cópia da Ficha de Avaliação do aluno na Empresa,
que deve ser apresentado ao Professor Orientador ao final do Estágio.
Assim, as atividades de Estágio Curricular Supervisionado deverão ser
cumpridas de acordo com os critérios e atividades aqui apresentadas e em
observância ao Regulamento de Extensão do Campus Salvador (IFBA, 2016a),
Cartilha de Estágio do IFBA, Campus Salvador, emitida pela Diretoria de Extensão do
Campus e as Normas Acadêmicas do Ensino Superior vigentes na instituição.
Ressalta-se ainda, que as atividades de extensão (excluindo-se as ACEX) e de
iniciação científica na educação superior, na área de eventos, desenvolvidas pelo
41
estudante durante o Curso, bem como, as atividades que incluam planejamento e
operacionalização de eventos, em diversas tipologias e cargas horárias, poderão ser
aproveitadas e contabilizadas às cargas horárias efetivadas, que juntas computem a
carga horária mínima de 160 horas, para equiparação do cumprimento do Estágio
Supervisionado, mediante apreciação prévia do Orientador(a) de Estágio e do
Colegiado do Curso.
44
Logo, não há ação de extensão sem participação discente e sem
troca de saberes com outros setores da sociedade. Dessa forma, as atividades
extensionistas possibilitam a aproximação dos(as) estudantes com problemas
reais da sociedade, os preparando para a prática profissional.
Portanto, por compreender a importância da extensão na formação
integral do(a) estudante, o curso de Tecnologia em Gestão de Eventos do
Instituto Federal da Bahia - Campus Salvador atualizou o seu Projeto
Pedagógico de Curso (PPC) para incluir 210 horas de atividades extensionistas
na matriz curricular o que equivale a 10,88% da carga horária total do curso,
atendendo o requisito mínimo de 10% da RESOLUÇÃO Nº 7 MEC/CNE/CES,
DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018.
45
desenvolvidos de forma articulada.
47
Na ACEX I será proporcionado ao estudante identificar intervenções e
soluções inovadoras a partir das demandas da comunidade externa, por meio
de olhares interdisciplinares, atendendo as premissas orientadoras do IFBA no
que tange a interlocução com a comunidade externa, oferecendo assim, o
desenvolvimento de produtos ou serviços.
Na ACEX II será oportunizado ao estudante realizar um diagnóstico na
comunidade externa a ser escolhida por eles, buscando identificar temas
emergentes para concepção de eventos alinhados à temática, considerando a
própria comunidade externa enquanto público-alvo.
Na ACEX III o estudante terá a oportunidade de fomentar a economia
criativa por meio de intervenções/ações/eventos culturais, alinhados ao
perfil/interesse da comunidade externa escolhida por eles.
As ACEXs foram pensadas com uma estrutura de funcionamento
individual, cada uma terá o seu próprio projeto e será executado no período
dentro do semestre que a mesma for ofertada. No entanto, a ACEX I é pré-
requisito da ACEX II e a ACEX II é pré-requisito da ACEX III respectivamente.
Todas as ACEXs do curso são eminentemente práticas e sua carga horária
está em consonância com suas especificidades.
48
Não serão aprovados projetos das disciplinas ACEXs que utilizem parte
da sua carga horária para atividades de ensino.
49
II - O(A) estudante apresente documentação que comprove carga horária
compatível com a disciplina que pretende solicitar aproveitamento;
1º SEMESTRE
CURRÍCULO ANTERIOR CURRÍCULO NOVO OBSERVAÇÕES
Turismo, Hospitalidade e _ Disciplina excluída da matriz nova e
Entretenimento – EVE 101 conteúdos inseridos na disciplina EVE103.
Captação de Eventos e Recursos – Captação de Eventos e Sem alteração
EVE102 Recursos – EVE102
Planejamento e organização de Planejamento e organização Sem alteração
Eventos – EVE 103 de Eventos – EVE 103
Elaboração de Projetos – EVE 104 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE124.
Língua e Comunicação – LET125 Língua e Comunicação – Sem alteração
LET125
Matemática Financeira – MAT204 Matemática – MAT203 Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina MAT203.
Projeto Integrador I – EVE 106 - Disciplina excluída da matriz nova e
conteúdos inseridos na disciplina EVE130
Língua Estrangeira: Inglês I – Inglês I – LET133 Disciplina excluída da matriz nova e
LET121 substituída pela disciplina LET133, com
aumento de carga horária.
50
2º SEMESTRE
Empreendedorismo – ADM550 - Sem alteração, passou a ser ofertada no 3º
Semestre.
Comunicação Organizacional – ADM - Disciplina excluída da matriz nova e
509 conteúdos inseridos na disciplina EVE125
Eventos Sociais e Corporativos – Eventos Sociais e Sem alteração
EVE107 Corporativos – EVE107
Contabilidade de Custos – ADM505 Gestão Estratégica de Disciplina excluída da matriz nova e
Custos – ADM536 substituída pela ADM536.
Etiqueta, Cerimonial e Protocolo – Etiqueta, Cerimonial e Sem alteração
EVE108 Protocolo – EVE108
Língua Estrangeira: Inglês II – Inglês II – LET134 Disciplina excluída da matriz nova e
LET122 substituída pela disciplina LET134, com
aumento de carga horária.
Administração Mercadológica I – - Disciplina excluída da matriz nova e
ADM515 substituída pela EVE122 (ofertada no 3º
semestre).
Projeto Integrador II – EVE110 - Disciplina excluída da matriz nova por ter
conteúdo sobreposto, conteúdos existentes
na disciplina ADM550.
- Alimentos e Bebidas em Disciplina inserida na matriz nova.
Eventos – EVE123
3º SEMESTRE
Tecnologia e Inovação em Eventos – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE111 conteúdos inseridos na EVE122.
Eventos Técnicos, Científicos e - Sem alteração, passou a ser ofertada no 4º
Promocionais – EVE112 Semestre
Direito e Legislação Social – ADM540 - Disciplina passou a ser optativa.
Gestão da Qualidade – ADM512 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE133, como
optativa.
Língua Estrangeira: Espanhol I – Espanhol I – LET135 Disciplina excluída da matriz nova e
LET123 substituída pela disciplina LET135, com
aumento de carga horária.
Gestão de Pessoas II – ADM514 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina ADM537,
ofertada no 5º semestre.
Projeto Integrador III – EVE113 Inovação em Projetos Disciplina excluída da matriz nova e
Sociais – EVE901 (ACEX I) substituída na parte prática pela ACEX I
(EVE901), e a parte teórica é ofertada em
EVE102 e EVE103. Disciplina EVE901,
inserida na matriz nova, atendendo as
prerrogativas da curricularização da
extensão.
- Ética e Desenvolvimento Disciplina inserida na matriz nova.
Humano – EVE 129
- Gestão de Marketing em Disciplina inserida na matriz nova.
Eventos – EVE122
- Empreendedorismo – Sem alteração, deixou de ser oferecida no
ADM550 2º semestre.
4º SEMESTRE
Eventos Artísticos e Culturais – - Disciplina passou a ser ofertada no 5º
EVE115 semestre com novo código EVE126, por
ter ementa alterada.
Ética, Cidadania e Responsabilidade - Disciplina excluída da matriz nova e
Social – EVE116 substituída pela disciplina EVE129,
ofertada no 3º semestre.
Relações Públicas – ADM552 Relações Públicas – Disciplina sofreu modificação na ementa e
EVE125 conteúdos.
Gestão de Segurança e do Meio - Disciplina sofreu alteração na ementa, nos
Ambiente – ADM581 conteúdos, no nome e mudança de código
(EVE127), passando a ser oferecida no 5º
semestre.
Língua Estrangeira: Espanhol II – Espanhol II – LET136 Disciplina excluída da matriz nova e
LET124 substituída pela disciplina LET136, com
51
aumento de carga horária.
Alimentos e Bebidas – EVE117 - Disciplina excluída da matriz nova e
substituída pela disciplina EVE123,
ofertada no 2º semestre.
Projeto Integrador IV – EVE118 Evento como Ação Social – Disciplina excluída da matriz nova e
EVE 902 (ACEX II) substituída na parte prática pela ACEX II
(EVE902), e a parte teórica é ofertada em
EVE102 e EVE103. Disciplina EVE902,
inserida na matriz nova, atendendo as
prerrogativas da curricularização da
extensão.
- Eventos Técnicos, Disciplina sem alteração e antes ofertada
Científicos e Promocionais – no 3º semestre.
EVE112
- Metodologia da Pesquisa – Disciplina nova em substituição à disciplina
EVE124 EVE104.
5º SEMESTRE
Seminários Avançados em Eventos – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE119 substituída pela disciplina EVE130,
ofertada no 6º semestre.
Estágio Supervisionado – EVE120 - Disciplina sem alterações, passou a ser
ofertada no 6º semestre.
TCC – Trabalho Monográfico – - Disciplina excluída da matriz nova e
EVE121 substituída pela disciplina EVE128,
ofertada no 6º semestre.
Língua Estrangeira: Libras – LET112 Libras I – LET137 Disciplina passou de optativa para
obrigatória e alterada carga horária.
- Eventos Artísticos e Disciplina passou a ser ofertada no 5º
Culturais – EVE126 semestre com novo código EVE126, por
ter ementa alterada, substituindo EVE115.
- Gestão de Segurança e Disciplina sofreu alteração na ementa, nos
Meio Ambiente – EVE127 conteúdos, no nome e mudança de código
(EVE127), substituindo a disciplina
ADM582.
- Gestão de Pessoas I – Disciplina inserida na matriz nova,
ADM537 substituindo a disciplina ADM514.
- Evento como Difusão Disciplina inserida na matriz nova,
Cultural – EVE903 (ACEX atendendo as prerrogativas da
III) curricularização da extensão.
6º SEMESTRE
- Tópicos Avançados em Disciplina inserida na matriz nova,
Eventos – EVE130 substituindo a disciplina EVE119.
- Estágio Supervisionado – Disciplina sem alterações, passou a ser
EVE120 ofertada no 6º semestre.
- Trabalho de Conclusão de Disciplina inserida na matriz nova substituindo
Curso – EVE128 disciplina EVE121, passou a ser ofertada no
6º semestre. Com mudança de ementa,
conteúdo, nome e código.
- Optativa I Disciplina inserida na matriz nova.
- Optativa II Disciplina inserida na matriz nova.
Fonte: elaborado pelos autores (2023).
52
4.7 CULTURA AFRO-BRASILEIRA, EDUCAÇÃO AMBIENTAL, EDUCAÇÃO
EM DIREITOS HUMANOS E DISCIPLINA DE LIBRAS
53
A inserção de temas referentes à cultura e à história africana, articulados
com o percurso formativo do gestor em eventos, constitui-se em eixo
transversal essencial neste projeto, expresso em discussões e trabalhos
realizados em algumas disciplinas, além de atividades de extensão e pesquisa.
Além disso, a Jornada das Relações Étnico-Raciais, evento anual
institucional que conta com a participação de referências intelectuais e sociais
do tema, oferece uma oportunidade para o desenvolvimento de pesquisa e
extensão para o estudante.
Cabe destacar que na construção do presente PPC, foram observados
os dispositivos normativos descritos no Quadro 3, a seguir.
Lei Fonte
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, nos termos
da Lei Nº 9.394/96 (LDB).
Lei Nº 10.639/2003, que inclui no currículo oficial da
Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática da
História e Cultura Afro-Brasileira.
Lei N° 11.645/2008. Altera a Lei Nº 10.639/2003.
Resolução CNE/CP N° 1/2004, que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana.
Parecer CNE/CP Nº 3/2004.
Fonte: Elaborado pelos autores a partir de dados da pesquisa (2022).
O meio ambiente, por muito tempo, ficou de fora das temáticas centrais
tratadas pelos governos em nível global. Com o aumento da produção
industrial, elevação do crescimento populacional e a escassez de recursos,
além do aquecimento global, potencializado com o consumo de combustíveis
fósseis, que há décadas vêm preocupando a sociedade em função das
mudanças climáticas, a temática passou a ser objeto de política pública
internacional, nacional e subnacional em virtude da necessidade de ações,
iniciativas, e estratégias que contribuam para a promoção de um
desenvolvimento sustentável seja na dimensão social, ambiental, econômica,
cultural e geográfica.
54
Como a sociedade atual herdou o acúmulo de prejuízos gerados pelas
sociedades que lhe antecedeu somado aos prejuízos ainda gerados pela
cultura atual, surge para esta geração a tarefa de efetivar mudanças na
condução do desenvolvimento desta sociedade.
55
Sendo assim, como todas as atitudes comportamentais do homem
reúnem um conjunto de significados culturais formados e apreendidos ao longo
de um processo histórico vivido por sua sociedade, torna-se imprescindível que
a educação ambiental seja contínua e transversal, em todos os níveis da
educação formal, tal como propõe o artigo 2 da lei 9.795/99.
56
na educação dos participantes quando da utilização dos espaços. Atendendo
desse modo, a legislação. (BRASIL, 2002)
Lei Fonte
Constituição da República Federativa do
Brasil de 1988
Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999 - Dispõe
sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências.
Decreto nº 4.281 de 25 de julho de 2002 que
regulamentou a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental, e dá outras
providências.
A Resolução nº 2, de 15 de Junho de 2012
que estabeleceu as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental.
Fonte: Elaborado pelos autores (2022).
58
Cabe aos sistemas de ensino, gestores, professores e demais
profissionais da educação, em todos os níveis e modalidades, envidar esforços
para reverter essa situação construída historicamente. Em suma, estas
contradições precisam ser reconhecidas, exigindo o compromisso dos vários
agentes públicos e da sociedade com a realização dos Direitos Humanos.
59
Com base nisto, toda e qualquer ação de Educação em Direitos
Humanos deve contribuir para a construção de valores que visam a práxis
transformadora da sociedade, perpassando os espaços e tempos da educação
superior.
A Educação em Direitos Humanos (EDH) no Curso em Gestão de
Eventos do IFBA deve ser transversalizada, abrangendo o ensino, a pesquisa,
a extensão. De modo a obedecer a base legal para a EDH, no ensino, por
exemplo, seus temas e conteúdos são incluídos no currículo do curso através
da oferta de seminários, da inclusão de conteúdos em disciplinas obrigatórias
Ética e Desenvolvimento Humano, Gestão de Pessoas I, Tópicos Avançados
em Eventos e Trabalho de Conclusão de Curso e no âmbito das optativas são,
Direito e Legislação Social, Estado e Sociedade, Filosofia, Sociologia, Gestão
de Pessoas II.
O Conselho Nacional de Educação, através do seu texto orientador para
a elaboração das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos
(CNE, 2011, p. 24) destaca que nas atividades de extensão, a inclusão dos
Direitos Humanos no Plano Nacional de Extensão Universitária enfatiza o
compromisso das universidades com a promoção e a defesa dos Direitos
Humanos. E ainda salienta:
[...]é oportuno lembrar, a este respeito, a necessidades das
Instituições de Ensino Superior atenderem demandas não só
formativas, mas também de intervenção por meio da aproximação
com os segmentos sociais em situação de exclusão social e violação
de direitos, assim como os movimentos sociais e a gestão pública. Às
IES cabe, portanto, o papel de assessorar governos, organizações
sociais e a sociedade na implementação dos Direitos Humanos como
forma de contribuição para a consolidação da democracia.
60
4.7.4 Libras
5. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
61
[...] na sala de aula se materializa na existência de recursos
necessários à plena participação e aprendizagem de todos os
estudantes. Esses recursos podem ser uma prancha de
comunicação, um mobiliário acessível, o uso do computador em sala
de aula como auxílio à aprendizagem, lupa, entre outros. Outro
recurso importante é a presença do intérprete de Libras na sala de
aula, nesse caso o professor ouvinte poderá ministrar suas aulas em
sua língua de domínio e, ao mesmo tempo, o aluno surdo receberá a
informação também em sua língua própria. A presença do intérprete
contribuirá para superar a barreira linguística e, consequentemente as
dificuldades dos estudantes surdos no processo de aprendizagem
(INEP, 2013. P. 43).
62
será possibilitado por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão,
sendo, estes elementos, indispensáveis à sua formação profissional.
Além disso, busca-se inserir todo e qualquer sujeito no processo de
ensino-aprendizagem, atendendo a premissa definida pela Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. (BRASIL, 2000;
BRASIL(b), 2004; BRASIL, 2005; BRASIL, 2009; BRASIL, 2011; BRASIL, 2012;
BRASIL, 2015).
63
As diferentes estratégias viabilizam o processo de ensino-aprendizagem,
flexibilizando a relação entre as disciplinas oferecidas em cada semestre. Esse
processo favorece a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade.
65
As visitas técnicas são realizadas de forma interdisciplinar. Em cada
semestre os docentes se reúnem e decidem pelos locais e/ou
empreendimentos de interesse para o melhor aproveitamento dos discentes.
Ao longo do curso são realizadas visitas técnicas interdisciplinares nas
disciplinas: Captação de Eventos e Recursos, Planejamento e Organização de
Eventos; Eventos Artísticos e Culturais, Eventos e Corporativos, Etiqueta,
Cerimonial e Protocolo, Alimentos e Bebidas em Eventos, Eventos Técnicos,
Científicos e Promocionais, Espanhol I e II, Inglês I e II e Tópicos Avançados
em Eventos.
Nessa expectativa de integração entre os conteúdos das disciplinas
ministradas tem como proposta reforçar os conteúdos ministrados nas
disciplinas técnicas nos diversos semestres, por meio da realização de
atividades inovadoras e desafiadoras, a fim de demandar dos estudantes a
aplicação dos conhecimentos importantes ao desempenho profissional.
66
Assim, busca-se desenvolver nos alunos a capacidade de correlacionar
os conhecimentos adquiridos no Curso com a sua experiência profissional, de
forma prática e objetiva. Como resultado espera-se desenvolver as seguintes
competências e habilidades:
(i) Sistematização e organização dos conhecimentos;
(ii) Desenvolvimento de capacidade de argumentação;
(iii) Análise e visão crítica;
(iv) Articulação dos conhecimentos e sua aplicação no contexto atual;
(v) Visão sistêmica da organização e da sua relação com o ambiente.
67
informática e uso de programas de processador de texto, planilha de cálculo,
banco de dados, apresentação gráfica; projetos de desenvolvimento científico
e tecnológico em comunicação e informação; utilização de softwares aplicados,
acesso à rede sem fio em qualquer espaço de forma livre no Campus; redes
sociais; videoconferências; o Sistema Unificado de Administração Pública
(SUAP); Moodle; Classroom; Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e Lousa
Digital.
Os procedimentos relacionados às TICs no curso obedecem às
orientações do Capítulo II do Título III da Lei Brasileira de Inclusão nº
13.146/2015, que aborda os processos de inclusão, e acessibilidade digital,
comunicacional e pedagógica. Nesse sentido, discentes com necessidades
específicas podem utilizar equipamentos disponibilizados pela CAPNE, a
exemplo de: Impressora Braile; Impressora em Relevo; Scanner de Voz; Lupas;
Máquina Braile; Linha Braile, Soroban, Lupas Manuais, Teclado com Colméia,
Dicionário em Libras, Plano Inclinado, Mesa para cadeira de rodas, Geoplano,
Dosvox, Virtual Vision, Motrix.
Por fim, considerando ainda a possibilidade de uso das Tecnologias da
Informação e Comunicação (TIC) no ambiente escolar, há que se considerar o
auxílio que pode ser dado aos professores em suas práticas pedagógicas.
Ferramentas já comuns na rotina diária como computadores, internet,
softwares, jogos eletrônicos, celulares exigem que a educação aumente o ritmo
de seu desenvolvimento tecnológico, tornando o ensino mais criativo,
estimulando o interesse pela aprendizagem.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – com base no Art. 81
da Lei no 9.394, de 1996 – estabelece a possibilidade das Instituições de
Ensino Superior (IES) ofertaram, na organização pedagógica e curricular dos
cursos reconhecidos, as disciplinas regulares na modalidade de Educação a
Distância (EAD).
Possibilidade que é regulamentada pela Portaria Ministerial nº 1.134, de
10 de outubro de 2016, (DOU de 11/10/2016, Seção 1, p. 21), através da qual
as disciplinas de Educação a Distância só poderão ser ofertadas, integral ou
parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse 20% (vinte por cento) da
carga horária total dos cursos e das aulas presenciais.
68
6. ACESSIBILIDADE
Tomando como base os marcos legais mais recentes que dizem respeito
à acessibilidade: Lei Brasileira de Inclusão, nº 13.146, de 6 de julho de 2015;
Lei nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012, que trata da Proteção dos Direitos
da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, podemos observar o crescente
movimento de inserção da acessibilidade para a educação inclusiva.
69
Portaria nº 3.284 de 7 Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de
de novembro de 2003 pessoas portadoras de deficiências, para instruir
– Ministério da os processos de autorização e de
Educação reconhecimento de cursos, e de credenciamento
de instituições.
Decreto nº 5.626 de 22 Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de
de dezembro de 2005 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no10.098, de
19 de dezembro de 2000.
Lei nº 11.788 de 25 de Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a [Link]
setembro de 2008 redação do art. 428 da Consolidação das Leis [Link]/ccivil_
do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei 03/_Ato2007-
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei 2010/2008/Lei/L
no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga [Link]#art2
as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 2
8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo
único do art. 82 da Lei n o 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e o art. 6 o da Medida
Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de
2001; e dá outras providências.
Decreto nº 7.611 de 17 Dispõe sobre a educação especial, o [Link]
de novembro de 2011 atendimento educacional especializado e dá [Link]/ccivil_
outras providências. 03/_Ato2011-
2014/2011/Decr
eto/[Link]#
art11
Lei nº 13.146, de 6 de Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com [Link]
julho de 2015. Deficiência (Estatuto da Pessoa com [Link]/ccivil_
Deficiência). 03/_Ato2015-
2018/2015/Lei/L
[Link]
Lei nº 12.764 de 27 de Institui a Política Nacional de Proteção dos [Link]
dezembro de 2012 Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro [Link]/ccivil_
Autista. 03/_ato2011-
2014/2012/lei/l1
[Link]
Resolução nº 30 de 12 Institui a Política de Inclusão da Pessoa com [Link]
de Dezembro de 2017 Deficiência e/ou outras Necessidades [Link]/jacobina/i
Específicas no âmbito do IFBA. nstitucional/docu
mentos/resoluca
o-30-2017-
politica-inclusao-
[Link]
Fonte: Dados da Pesquisa (2022)
70
(i) Resolução nº 30 de 12 de Dezembro de 2017, que institui a
Política de Inclusão da Pessoa com Deficiência e/ou outras
Necessidades Específicas no âmbito do IFBA.
(ii) Resolução nº 09, de 28 de março de 2016, que institui as
Diretrizes para a Acessibilidade Pedagógica dos Estudantes com
Necessidades Específicas no âmbito do IFBA;
(iii) Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que Institui a Lei
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa
com Deficiência);
(iv) Os Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior;
(v) A Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 que trata da
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
3 Com direitos assegurados pela lei 12.764 de 2012 que trata da proteção dos direitos das pessoas com transtorno do
espectro autista.
72
deficiência matriculados traz para a Instituição o desafio da construção da
responsabilidade social na educação superior.
73
Coordena, acompanha e avalia ações interdisciplinares voltadas à
melhoria das condições (cognitivas, socioeconômicas, psicossociais e
nutricionais) do estudante, a inclusão e a formação plena,
possibilitando sua permanência qualificada e êxito no seu percurso
acadêmico (IFBA, 2013c, p.26)
Compõem a DEPAE:
74
Baseado na Nota Técnica nº 01/2015 da DEPAE/CAPNE, amparada na
legislação e normativas que tratam da inclusão de estudantes com deficiência,
o Conselho Superior do IFBA editou a Resolução nº 39, de 02/09/2015, que
estabelece a flexibilização curricular ao tempo de aprendizagem do estudante
com deficiência.
75
No que concerne ao apoio estudantil, a competência pedagógica
também é percebida através da identificação de demandas que possam
interferir na aprendizagem e assunção dos devidos encaminhamentos aos
órgãos competentes. O apoio pedagógico é de fundamental importância uma
vez que possibilita o bom desenvolvimento do itinerário formativo estudantil e
ajuda a viabilizar o suporte ao docente com vistas às orientações quanto à
elaboração e revisão de projetos de cursos, ementas e práticas de ensino e de
avaliação de aprendizagem.
Ainda no que tange à orientação educacional, compete também aos
profissionais da psicologia empenhar atividades que busquem garantir o bem-
estar biopsicossocial dos estudantes e a preservação da saúde mental, através
de ações de natureza preventiva e interventiva, que respeitem a ética e os
direitos humanos e priorizem a multidisciplinaridade (PPI, 2013, p. 28).
Através do trabalho desenvolvido pela Coordenação de Atenção ao
Estudante (CAE), os discentes do Campus Salvador têm também acesso aos
programas executados a partir das Diretrizes da Política de Assistência e Apoio
ao Educando dos quais se destacam os Programas de Assistência e Apoio ao
Estudante (PAAE) e os Programas Universais.
O PAAE é um programa que:
[...] visa apoiar estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica, no âmbito do qual caberá ao profissional de Serviço
Social desenvolver ações de seleção dos estudantes, podendo inseri-
los, de acordo com sua demanda, em uma das modalidades de
bolsas e auxílios que compõem (IFBA, 2016b, p.2).
76
A concessão dessas bolsas e/ou auxílios se faz mediante processo
seletivo e é determinada de acordo com a demanda e a quantidade de vagas
disponíveis. Já os Programas Universais possibilitam a inserção de estudantes
em projetos que tratem de cada um dos programas propostos nas Diretrizes.
Esses Programas, diferentemente do PAAE, não são restritivos àqueles
estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. São programas
das Diretrizes:
77
(i) acessibilidade plena, a exemplo dos elevadores para cadeirantes;
(ii) acessibilidade atitudinal – ou seja, além das questões de
infraestrutura física e tecnológica, a instituição está preocupada em manter
um ambiente saudável, solidário e respeitoso para seus alunos;
(iii) acessibilidade programática – por meio dos programas, projetos e
políticas institucionais;
(iv) acessibilidade nas comunicações e digital – conta com o apoio de
um setor específico (CAPNE) e da Comunicação Institucional que são
compostos por profissionais qualificados, contribuindo para permanência
do estudante na instituição.
8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
78
Os princípios pedagógicos, filosóficos e legais que orientam a criação e
desenvolvimento dos cursos superiores definidos pelo PPI e PPC do IFBA,
associados à estrutura curricular do Curso de Tecnologia em Gestão de
Eventos, fundamentam seu processo de avaliação da aprendizagem. Nesse
sentido, a avaliação deverá ter como finalidade a orientação do trabalho dos
docentes na formação, permitindo-lhes identificar os níveis e etapas de
aprendizagem alcançadas pelos alunos.
O professor deve ter clareza do que é, para que serve e o que deverá
avaliar, estabelecendo um diálogo contínuo com seus alunos em torno dos
critérios e formas, partilhando responsabilidades nessa complexa construção
do conhecimento e formação deste profissional.
(i) Observação;
79
(v) Atividades investigativas;
80
e docentes, em periodicidade variável, de acordo com a demanda dos cursos.
São realizadas também ações específicas, tendo em vista processos de
avaliação externa, que compreendem a realização de grupos focais, a
preparação e o acompanhamento das visitas, as avaliações internas,
realizadas pela Comissão de Avaliação Interna (CAICS), que realiza os
procedimentos de avaliação in loco antes da visita dos avaliadores do BASIS.
82
Campus Salvador. Toda a estrutura do Campus está sob a gestão da Diretoria
Geral e, como definido no modelo de gestão dos IF's, todos os campi estão
subordinados à Reitoria do IFBA.
● Colegiado de Curso;
9.1 COLEGIADO
83
i. propor diretrizes gerais dos programas das disciplinas dos cursos,
indicando aos Diretoria Adjuntas o enfoque do ensino de cada disciplina
no currículo;
9.2 COORDENAÇÃO
84
no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, por um período de dois anos,
podendo ser prorrogado por até mais dois anos.
86
(ii) colaborar com atualização periódica do projeto pedagógico do curso;
(iii) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no
Colegiado do respectivo Curso, sempre que necessário;
(iv) cooperar na supervisão das formas de avaliação e acompanhamento das
componentes do curso definidas pelo colegiado;
(v) contribuir para análise e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso, das
ementas, dos conteúdos programáticos e dos programas das componentes
curriculares;
(vi) auxiliar o acompanhamento das atividades do corpo docente, inclusive
com avaliação institucional, recomendando ao Colegiado do Curso a
indicação ou substituição de docentes, quando necessário;
(vii) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso em Gestão de Eventos.
87
que são formalmente convidados para debater algum tema de interesse
comum.
20 horas 3 17,65%
Especialista 1 5,88%
Mestre 5 29,42%
Doutor 11 64,70%
Fonte: Elaborado pelos autores.
10. INFRAESTRUTURA
DESCRIÇÃO TOTAL
Pontos de Wi-fi 50
Computadores (distribuídos entre laboratórios, administrativo, etc.) 1050
Link de Internet 10 GB
Impressoras (distribuídos entre laboratórios, administrativo, etc.) 160
Pontos de redes (distribuídos entre laboratórios, administrativo, salas de aula, etc.) 1250
hacks/Switch (controle de rede) 23
Fonte: Elaborado pelos autores (2022)
90
Campus, que, devido à estrutura de ensino verticalizada prevista no PPI,
atendem tanto a cursos da educação profissional de nível técnico, quanto aos
cursos superiores de tecnologia e bacharelados.
10.2 BIBLIOTECA
91
11. CERTIFICAÇÃO
92
REFERÊNCIAS
93
BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da
República. Conselho Nacional de Educação. Texto orientador para a
elaboração das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos.
[Link]
option=com_docman&view=download&alias=8830-texto-subsidios-diretrizes-
edh-pdf&Itemid=30192. Acessado em 10 out 2022.
94
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE); CONSELHO PLENO (CP).
Resolução Nº 1, de 17 de junho de 2004. Disponível em: < >. Acesso em: 13
nov 2022.
95
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA
(IFBA). Resolução nº 30, de 12 de Dezembro de 2017. Disponível em: <>.
Acesso em 07 dez 2022.
96
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP)
(2013) Censo da Educação Superior 2013. Disponível em:<> Acesso em: 10
dez 2022.
Leandro Rafael Soares, Milene Cristine Moreira Farias, Michelle Moreira Farias.
Em Extensão, Uberlândia, v. 9, n. 1, p. 11-18, jan. / jul. 2010.
Ministério da Educação (MEC). Programa TEC NEP. 2017. Disponível em: < >.
Acesso em 10 out 2022.
97
Sinaes. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a
distância: Autorização. 2017. Disponível em: <>. Acesso em: 10 out 2022.
98
ANEXO I
99
APÊNDICES
100
Eventos e suas interfaces com as demais áreas afins, dinamizando as
propostas em abordagens de cunho multidisciplinar e interdisciplinar,
ampliando a construção do conhecimento técnico científico da área. E o
trabalho prático visa oportunizar a autoria do educando na concepção e
execução de um evento.
101
Parágrafo 01: O TCC somente será validado estando o aluno
devidamente e regularmente matriculado na disciplina de “Trabalho de
Conclusão de Curso ”.
102
Deve demonstrar a competência do aluno na construção e
desenvolvimento da pesquisa ou do projeto de consultoria. O TCC
poderá ser entregue e apresentado nos seguintes formatos:
103
Art. 10º - A formatação e estrutura dos formatos de TCC deveram
seguir o padrão e modelo desenvolvido e disponibilizado pelo Docente
Orientador e professor da disciplina de TCC.
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
104
Art. 17º – A Orientação do(a) Professor(a) será realizada pelo Docente
da disciplina de “Trabalho de Conclusão de Curso ”, responsável pela
turma em que o discente se encontra regularmente matriculado.
Art. 19º – Caso houver troca do(a) Orientador(a) esta será acompanhada
pelo professor
COORIENTAÇÃO
Art. 20º - A Coorientação do Discente poderá ser realizada por um
Docente vinculado ao IFBA ou externo, atuante em outra instituição de
ensino.
106
a) Termo de Anuência da Versão Final do Trabalho de Conclusão
de Curso assinado pelo Professor(a) Orientador(a);
b) Termo de Autorização para disponibilização do TCC na
Biblioteca IFBA.
107
V. Encaminhar a ata da banca e demais documentos solicitados à
Coordenação;
VI. O Presidente da Banca deverá entregar aos professores
convidados o Atestado de Participação em Banca Examinadora,
previamente assinado pela Comissão de TCC;
Art. 29º – Cada avaliador terá 10 (dez) minutos para arguir a respeito do
trabalho.
Art. 31º – Ao todo até trinta minutos para sessão fechada da Banca de
Examinadora;
108
As colocações do orientador servirão de base para a avaliação
qualitativa do aluno (aprovação; aprovação com restrições e
reprovação), refletindo em sua avaliação quantitativa (nota atribuída ao
TCC).
Art. 34º –O(a) acadêmico(a) que não se apresentar para a sua defesa
pública sem motivo justificado é automaticamente reprovado(a).
109
Parágrafo único: A apresentação pré-gravada somente poderá ser
realizada com a anuência do Professor(a) Orientador(a), e esta deve
ser encaminhado ao presidente da Banca com limite máximo de 24
horas antes do agendamento da defesa. Mesmo com a apresentação
pré-gravada o acadêmico deverá obrigatoriamente estar disponível para
interagir em tempo real com a Banca de avaliação, via plataforma on-
line previamente definida, para as fases de arguição e comentários
da banca, respostas do orientando aos comentários, sessão fechada de
avaliação da banca de defesa, e leitura da ata de defesa.
110
II. Apresentação Oral: recursos utilizados na apresentação;
coerência e coesão da apresentação, linguagem – clara,
objetiva, correta; postura e didática na apresentação; domínio do
conteúdo, das terminologias; capacidade de resposta à banca
examinadora; utilização do tempo de forma equilibrada;
introdução – tema e problema, objetivos, justificativa; referencial
teórico; metodologia; resultados da pesquisa e considerações
finais.
Art. 38º – A nota será constituída pela média aritmética das notas da
apresentação oral e da parte escrita, atribuídas, separadamente, pelos
membros da banca avaliadora. A nota final será obtida pela média
aritmética atribuída pelos avaliadores.
Art. 40º - Deverá efetuar nova matrícula quando a disciplina TCC for
ofertada o acadêmico(a) que:
111
Parágrafo único: Os(as) acadêmicos(as) que na apresentação do TCC
forem reprovados e se encontram no tempo limite permitido para
conclusão do curso.
112
APÊNDICE A.1 – ESTRUTURA PARA DESENVOLVIMENTO DOS
TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO OU MONOGRAFIA,
DE NATUREZA BIBLIOGRÁFICA, EMPÍRICA OU TEÓRICA
EMPÍRICA
1. Título
2. Resumo e abstract de até 200 palavras
2.1. Palavras-Chave e Key-words
3. Introdução
3.1. Contextualização/ Problematização do tema
3.2. Problema da pesquisa
3.3. Hipótese / Pressuposto (opcional)
3.4. Objetivos
3.5. Justificativa
3.6. Metodologia/ Instrumentos metodológicos (Manter na introdução ou inserir
após a revisão da literatura)
[Link] Teórica/Referencial Teórico/Estado da arte
5. Análise da Pesquisa
6. Considerações finais
Referências
113
APÊNDICE A.2 – ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS AO PROJETO
DE PESQUISA
114
APÊNDICE A.3- TERMO DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DE
TCC
Eu, ______________________________________________________ na
condição de Professor (a) Orientador (a) declaro aceitar o (a) discente
_______________________________________________________________
_______________________,regularmente matriculado (a) no curso
Bacharelado em Administração do Instituto Federal da Bahia (IFBA), para
orientá-lo na elaboração do seu Trabalho de Conclusão de Curso.
Declaro conhecer esse regulamento sobre as Normas para Elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Administração do IFBA.
__________________________ ___________________________
Professor (a) Orientador (a)
115
APÊNDICE A.4 – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TCC OU
MONOGRAFIA
ALUNO:
TÍTULO: BAREMA
116
APÊNDICE A.5 – FORMULÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE
DISPONIBILIDADE EM BIBLIOTECA DIGITAL
1. Em caso de restrição, esta poderá ser mantida por até um ano a partir da
data de defesa. A extensão deste prazo suscita justificativa junto à
coordenação do curso. Todo resumo estará disponível para reprodução,
conforme legislação vigente no IFBA. 2. Texto (PDF); Imagem (JPG ou GIF);
Som (WAV, MPEG, AIFF, SND); Vídeo (MPEG, AVI, QT); Outros (específico da
área).
117
APÊNDICE A.6 – FORMULÁRIO DE COMPOSIÇÃO DE BANCA
Banca Examinadora:
1. Orientador (a):
2.
3.
Justificativa:
118
APÊNDICE A.7 - TERMO DE AUTORIA DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO
Eu, __________________________________________________________,
matrícula no ____________________, aluno(a) devidamente matriculado(a) na
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), declaro
para
os devidos fins, que o trabalho acadêmico
intitulado ________________________________________________________
_______________________________________________________________
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Assinatura
119
APÊNDICE A.8 - TERMO DE ACOMPANHAMENTO E
ORIENTAÇÃO DO TCC
Aluno:
Matrícula:
[Link].:
Celular:
E-mail:
Título do trabalho:
Data Atividade Assinatura do Assinatura do Observação
discente professor
________________________________________
Assinatura do Orientador (a)
120
APÊNDICE B - MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
EM EVENTOS
Salvador
2023
121
I. INTRODUÇÃO
122
II. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
123
III. OBJETIVOS
124
Durante o período do estágio, o docente promove encontros mensais
para acompanhamento individual do estágio.
Após a conclusão do estágio, o discente deverá entregar Relatório de
Estágio protocolado à Coordenação do Curso, para que o mesmo possa ser
avaliado pelo docente responsável pela disciplina.
A integralização dos créditos dependerá do cumprimento de todas as
atividades previstas na disciplina e da obtenção de aproveitamento mínimo,
conforme estabelecido neste manual. Considerando as peculiaridades do Setor
e a possibilidade de múltiplos eventos em curto período, o discente poderá ter
a carga horária, nestes eventos, somadas, para atender a carga horária do
estágio.
As informações para a construção do relatório final podem ser obtidas no
Setor de Estágio da Instituição.
Com relação ao estágio curricular não-obrigatório, o mesmo poderá ser
realizado paralelamente pelo discente durante todo o processo de
integralização das disciplinas dos semestres. Deverá seguir todos os requisitos
legais, como emissão de termo de compromisso de estágio, bem como
acompanhado pelo docente responsável pela disciplina de estágio, porém não
é avaliado como disciplina regular do curso. O documento de estágio é
semestral, podendo ser renovado a cada semestre, desde que o discente
esteja com situação regular no curso.
A cada etapa concluída, o discente deverá entregar um relatório para ser
avaliado e adicionado ao relatório final.
V. AVALIAÇÃO
125
- Relatório final de atividades (conforme modelo) encontrado no link:
- A ficha/parecer de avaliação do estágio enviada pelo supervisor da empresa;
- A avaliação do relatório do estágio, pelo orientador;
O prazo máximo para a entrega do relatório final deverá estar de acordo
com o calendário acadêmico.
O não cumprimento do prazo acima implicará automaticamente na
invalidação da referida finalização do estágio. No caso de discente formando, o
mesmo deverá obter o parecer, no mínimo 15 (quinze) dias úteis antes da data
de conclusão do curso.
O discente deverá atingir, na disciplina de Estágio Supervisionado ao
final do semestre letivo, a frequência igual a 100% da carga horária mínima e
aproveitamento igual ou superior a definida na Norma Acadêmica da
Instituição. O não cumprimento deste requisito acarretará em reprovação do
discente nesta disciplina, não cabendo recurso para o mesmo.
126
VIII. ATRIBUIÇÕES DO DISCENTE/ESTAGIÁRIO
São atribuições do discente/estagiário:
Matricular-se na disciplina de Estágio Supervisionado, obedecendo aos
pré-requisitos determinados pelo curso.
Apresentar-se, regularmente, ao Docente da disciplina para as
entrevistas individuais.
Manter uma postura ético-profissional no desenvolver do estágio,
respeitando horários, assuntos sigilosos da empresa e as normas por
ela estabelecidas, bem como tratar de forma cortês os superiores,
funcionários e clientes da mesma.
Participar de aulas, cursos, seminários ou palestras promovidos pelo
Curso ou empresa que tenham relação com as atividades
desenvolvidas no estágio.
Elaborar o Relatório Final de Estágio de acordo com as normas
metodológicas vigentes e as diretrizes gerais do Estágio
Supervisionado.
Entregar a versão final do Relatório de Estágio no prazo estabelecido,
encadernado, com todas as assinaturas exigidas.
Informar por escrito ao Docente Responsável, qualquer irregularidade
decorrente do não cumprimento das condições estabelecidas neste
manual.
127
Disciplinas Optativas
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE 102 Captação de Eventos e Recursos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Compreender os processos administrativos que norteiam uma captação de eventos e
recursos, distinguindo seus elementos, os limites e/ou interfaces.
- Conhecer os processos básicos da captação de eventos, quanto a sua natureza, propósito,
as fases e seus elementos básicos.
- Conhecer as ferramentas utilizadas na captação de recursos;
- Ampliar a percepção da captação de eventos;
- Desenvolver a competência de captar de recursos para a execução de eventos.
Ementa
Projetos de captação de eventos: parcerias para captação de eventos. Convention&Visitors
Bureau: estratégias de captação de eventos. O papel dos parceiros na captação dos eventos
nacionais e internacionais. Planejamento e estratégia para captação de recursos. O uso do
Marketing para eventos na captação, criação e planejamento de eventos.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos – Como Criar, Estruturar e Captar Recursos. Editora
Thomson.
HOYLE JR., Leonard H. Marketing de eventos: como promover com sucesso eventos,
festivais, convenções e exposições. São Paulo: Atlas, 2003. 222 p
MELO NETO, Francisco Paulo de. Marketing de eventos. [Link]. Rio de Janeiro: Editora
Sprint, 2007. 235 p.
Referências Complementares
BARTHOLO, R.; SANSOLO, D. G.; BURSZTYN, I. (Organizadores). Turismo de Base
Comunitária: diversidade de olhares e experiências brasileiras. Disponível em
[Link]
mo/downloads_regionalizacao/TURISMO_DE_BASE_COMUNITxRIA.pdf
BEZERRA, Beatriz Braga. AGUIAR, Eduardo da Costa (Orientador). Patrocínio de eventos:
ferramenta estratégica de comunicação e vendas. 2011. 32f. Monografia apresentada para
conclusão do curso de Pós-graduação em Gestão da Comunicação Empresarial – Faculdade
Frassinetti do Recife, Recife, 2011. Disponível em
[Link]
BRASIL. Ministério da Cultura. Lei Federal nº 8.313/91. Restabelece princípios da Lei n°
7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá
outras providências. Brasília, 1991.
BRASIL. Ministério da Cultura. Decreto Nº 5.761, de 27 de abril de 2006. Regulamenta a Lei
no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, estabelece sistemática de execução do Programa
Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC e dá outras providências. Brasília, 2006.
BRASIL. Ministério da Cultura. Instrução Normativa nº 1 de 24 de junho de 2013. Estabelece
procedimentos para apresentação, recebimento, análise, aprovação, execução,
acompanhamento e prestação de contas de propostas culturais, relativos ao mecanismo de
incentivos fiscais do Programa Nacional de Apoio à Cultura – Pronac. . Brasília, 2013.
128
EVE 103 Planejamento e Organização de Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Analisar a importância da organização de eventos como opção viável para
complementaridade de serviços na diversificação do setor turístico, posicionando-os como
opção de atrativos e elementos que favoreçam a quebra da sazonalidade.
- Distinguir as especificidades dos diferentes tipos de eventos e organizá-los de acordo com
sua tipologia.
- Planejar, organizar e coordenar eventos identificando as necessidades de serviços para
realização dos mesmos.
Avaliar e definir as condições necessárias para o planejamento eficiente dos espaços para
eventos de pequeno, médio e grande porte.
- Organizar os recursos físicos, humanos, materiais e financeiros necessários ao processo
de planejamento, organização e controle dos eventos.
- Contatar, negociar, contratar e coordenar os fornecedores e provedores de infra-estrutura e
de meios de apoio.
- Interpretar contratos e orçamentos de fornecedores de serviços.
Ementa
Introdução ao contexto dos Eventos. Análise dos eventos no Brasil e no Mundo. Análise e
tendências de mercado. Aprofundamento dos conceitos básicos de eventos. Descrição das
tipologias e classificações dos eventos. Estudo de teorias e técnicas dos eventos. Logística
no Local do Evento. Abrangência turística. Importância dos eventos para os municípios e
regiões. Estabelecimento das relações de parcerias com entidades públicas, privadas e com
os fornecedores. Entidades do Trade. Código de ética. Perfil profissional em eventos.
Funções do consultor na organização de Eventos.
Referências Básicas
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos: como
organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo:
Atlas, 2008.
LINDBERG, Kreg; HAWKINS, D. E. Ecoturismo: um guia para planejamento e gestão. 4ª ed.
São Paulo: Editora SENAC, 2002.
Referências Complementares
BARBOSA, Fabrício Silva. Planejamento estratégico para eventos: um estudo de caso das
estratégias de marketing utilizadas pela Oktoberfest de Santa Cruz do Sul/RS. CULTUR, ano
07 - nº 01 - Fev/2013. Disponível em [Link]/revistas/culturaeturismo.
BRASIL. Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004 –Regulamenta as Leis 10.048, de
8/11/2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de
19/12/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
NUNES, Talita Martins; PLATT, Allan Augusto. A organização de eventos como estratégia de
marketing para o turismo em Florianópolis. Book of Proceedings – Tourism and Management
Studies International Conference Algarve 2012 vol.1. University of the Algarve, Portugal.
Disponível
em:[Link]
_da_atividade_turstica_em_Santo_Antnio_de_Lisboa_um_comparativo_2002-
2012/links/[Link]#page=195.
SANTOS, Rodrigo Amado dos et ali. A importância da compreensão do conceito de eventos
à execução do planejamento, perante as etapas pré, durante e pós-evento. REVISTA
CIENTÍFICA ELETÔNICA DE TURISMO. Ano VII – Número 12 – Janeiro de 2010. Disponível
em [Link]
[Link].
129
Código Disciplina Pré-requisito
LET 125 Língua e Comunicação -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Intensificar o hábito da leitura crítica e produção escrita;
- Reconhecer modalidades diversas e sua utilização;
- Fornecer elementos à utilização da norma linguística adequada as diversas situações de
comunicação;
- Exercitar técnicas de redação que levem em consideração não só a correção, mas também
deem à produção de textos criativos;
- Discutir questões referentes à linguagem e sua utilização.
Ementa
O papel da língua e da linguagem. Comunicação verbal. Estudo e aplicação de conceitos
lingüísticos elementares. Técnicas de comunicação oral e escrita.
Referências Básicas
MACHADO, Nílson José; CUNHA, Marisa Ortegoza da. Lógica e linguagem cotidiana:
verdade, coerência, comunicação, argumentação. [Link]. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 125
p.
VIGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2008. 194 p
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
científica. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 224 p.
Referências Complementares
GOMES FILHO, José. Linguagem, discurso e exclusão: uma abordagem discursiva da
intolerância linguística em textos escolares. Salvador: Quarteto, 2013. 197 p.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar
gêneros acadêmicos. [Link]. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. 116 p (Leitura e produção
de textos técnicos e acadêmicos, 3).
MARKERT, Werner. Trabalho, comunicação e competência: contribuições para a
construção crítica de um conceito e para a formação do profissional transformativo.
Campinas, SP: Autores Associados, 2004. 173p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 321 p.
VIGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. 2. ed. São Paulo: WMF
Martins Fontes, 2009. 496 p.
130
Código Disciplina Pré-requisito
MAT 203 Matemática -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
Desenvolver e aplicar os conceitos de algumas funções matemáticas e do cálculo diferencial,
mostrando como este ramo do conhecimento permeia a vida moderna nos diversos campos
das atividades humanas, especialmente na área da Administração e Economia, buscando
incentivar o aluno a desenvolver a sua habilidade no uso desta poderosa ferramenta de
análise.
Ementa
Funções elementares com aplicações em Economia e Administração e esboço de seus
gráficos. Limites e continuidade de funções (conceitos básicos). Derivada e aplicações da
Derivada na Economia e Administração.
Referências Básicas
Medeiros, H. Matemática para cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis, 5ª
edição. Editora Atlas, 1999.
Goldstein, L. et al. Matemática aplicada: Economia, Administração e Contabilidade.
Bookman, 2003.
Tan, S. T. Matemática aplicada à Administração e Economia. Editora Thomson/Pioneira,
2001.
Referências Complementares
Morettin, P.; Bussab, W. O.; Hazzan, S. Cálculo – Funções de uma e várias variáveis, 1ª.
edição. Editora Saraiva, 2005.
Guidorizzi, H. L. Matemática para Administração. Editora LTC, 2002.
Anton, H. Cálculo – Um novo horizonte, vol 1, 6ª edição. Editora Bookman, 2002.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 1, 8ª Edição, Editora Atual, 2004.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 2, 9ª Edição, Editora Atual, 2004.
Iezzi, G. et al. Fundamentos de Matemática Elementar - vol 8, 6ª Edição, Editora Atual,
2005.
131
Código Disciplina Pré-requisito
LET 133 INGLÊS I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 1º Semestre
Objetivos
- Dominar as quatro habilidades linguísticas (ouvir, ler, falar e escrever) tendo como base
conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, levando em consideração
as peculiaridades léxicas, semânticas e suas variantes linguísticas.
- Desenvolver habilidade auditiva com reconhecimento de aspectos textuais e linguísticos.
- Praticar a habilidade de leitura e compreensão textual como um instrumento de
comunicação na produção de ideias e busca de solução de problemas.
- Praticar a habilidade de escrita em preenchimento de formulários, em elaborar e responder
pedidos, preencher documentos, enviar e responder e-mails.
- Praticar a habilidade de fala em situações pontuais, relacionadas a área do curso.
- Conhecer a Lei Federal 11.465/2008 que torna obrigatório o ensino de História, Geografia e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas públicas com o objetivo de promover a
valorização da diversidade nas origens do povo brasileiro.
Ementa
Trabalho com as quatro habilidades da língua Estrangeira, a saber: (ouvir, ler, falar e
escrever) com base conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, em
uma perspectiva/abordagem intercultural. Listening (habilidade auditiva, com reconhecimento
de aspectos textuais e linguísticos), Reading (habilidade de leitura e compreensão textual),
Speaking (habilidade de comunicação em situações pontuais) Writing (habilidade em escrita
em preenchimentos de formulários, vouchers, fazer e responder pedidos, enviar e responder
e-mails, documentos). Reconhecimento da importância cultural e sociopolítica da língua
inglesa, nas relações internacionais e na realização de eventos.
Referências Básicas
FREEWAY. São Paulo: Richmond, 2010. 192 p.: v. 1
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 2
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 3
Referências Complementares
CAMPOS, Giovana Teixeira Gramática língua inglesa: teoria e prática / Giovana Teixeira
Campos ; [ilustrações Fabiana Fernandes]. – São Paulo : Rideel, 2006. Disponível em
<[Link] lingua inglesa gramática.
pdf.
GABELETTI, Ana Luíza; SOUZA-NETO, Maurício J. Materiais didáticos [livro eletrônico]: em
línguas com foco na diversidade étnico-racial. Brasília, DF: Vila Brasil, 2020. Disponível em
[Link]
%C3%8DNGUAS_COM_FOCO_NA_DIVERSIDADE_%C3%89TNICO_RACIAL
OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar: para estudantes brasileiros de
inglês. 2. ed. rev. e atual. New York: Oxford University Press, 2013.
VINEY, Peter. Basic Survival: New Edition: International Communication for Professional
People. Macmillan Education, 2004. Disponível em
<[Link]
YATES, Jean. Practice Makes Perfect English Conversation. McGraw-Hill, [Link].
Disponível em [Link]
132
2º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE107 Eventos Sociais e Corporativos EVE102
EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Analisar a importância da organização de eventos como opção viável para
complementaridade de serviços na diversificação do setor turístico, posicionando-os como
opção de atrativos e elementos que favoreçam a quebra da sazonalidade.
- Conhecer as normas e regras que regem, na atualidade, os casamentos, bodas e 15 anos,
dentro de uma abordagem ética e social.
- Conhecer a normatização de cada tipo de evento e as especificidades que devem ser
observadas quando da sua realização.
- Planejar, organizar e coordenar eventos identificando as necessidades de serviços e dos
espaços e locais para a realização de eventos. Contatar, negociar, contratar e coordenar os
fornecedores e provedores de infraestrutura e de meios de apoio. Interpretar contratos e
orçamentos de fornecedores de serviços.
Ementa
Conceituação dos diversos tipos de eventos sociais e corporativos. Importância dos eventos
corporativos para as empresas. Estudo de técnicas e métodos para a organização gerencial
e operacional de eventos sociais e corporativos. Seleção de serviços e materiais e de
recursos humanos. Etiqueta social. Dimensionamento dos eventos. Estabelecimento das
relações de parcerias com entidades públicas, privadas e com os fornecedores.
Referências Básicas
AVENA, Biagio M. Turismo, educação e acolhimento: um novo olhar. São Paulo: Roca,
2006. 319 p.
CANTON, Antônia Marisa. Eventos: ferramenta de sustentação para as organizações do
terceiro setor. São Paulo: Roca, 2002.
FREUND, Francisco Tommy. Festas & recepções: gastronomia, organização e
cerimonial. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2002. 142 p.
Referências Complementares
DUARTE, Sergio Ricardo; SILVA, Francisca Maria da. Eventos Corporativos na Cidade
de Fortaleza. VI Seminário da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em
Turismo 10 e 11 de setembro de 2009 – Universidade Anhembi Morumbi – UAM/ São
Paulo/SP. Disponível em .
NASCIMENTO, Hugo Canavez de Oliveira; LADEIRA, Ana Marta dos Santos. Eventos
corporativos como ação de endomarketing da viação progresso. CES REVISTA, Juiz
de Fora, v. 28, n. 1. p. 72-87, jan./dez. 2014. Disponível em .
OLIVEIRA, Alini Nunes de; CALVENTE, Maria Del Carmen Matilde Huertas As múltiplas
funções das festas no espaço geográfico. Interações (Campo Grande), Jun 2012, vol.13,
no.1, p.81-92. Disponível em
REMOR, Carlos Augusto Monguilhott. Contribuições estratégicas do marketing de
relacionamento para uma empresa de assessoria e cerimonial de eventos sociais.
Revista Borges: Estudos Contemporâneos em Ciências Sociais e Aplicadas - Florianópolis,
V. 5, N.02, Dezembro de 2014. Disponível em .
133
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 536 Gestão Estratégica de Custos MAT203
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 50 10 2º Semestre
Objetivos
Esta disciplina tem como objetivo discutir as questões da mensuração e gestão de custos nas
organizações como ferramenta gerencial no processo da tomada de decisão na produção de bens
e/ou serviços pelas entidades, bem como, na geração e controle de informações que apoiem o
processo de planejamento, acompanhamento, decisão e na geração de vantagem competitiva.
Ementa
Introdução à Gestão de Custos. Gestão e Controle de Custos. Terminologias aplicadas na gestão dos
custos: gastos, investimentos, custos, despesas, perdas e desembolso. Classificação dos custos quanto
à relação com o volume de atividade e em relação ao objeto de custeio. Custos de Produção: Material
Direto (MD), Mão de Obra Direta (MOD), Custos Indiretos de Fabricação (CIFs). Métodos e Sistemas de
Custeio. Análise das relações dos custos, volume, tributos e os lucros. Alavancagem Financeira,
Operacional e Combinada. Ponto de Equilíbrio: Econômico, Financeiro e Contábil. Formação de preços
de vendas.
Referências Básicas
BRUNI, A. L. FAMÁ, R. Gestão de Custos e Formação de Preços: com aplicações na Calculadora HP 12C
e Excel. São Paulo: Atlas. 6ª ed. 2008.
ATKINSON, A.A.; BANKER, R.D.; KAPLAN, R.S.; et. Al. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas. 2ª.
Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas. 2ª ed. São Paulo: Atlas. 2008.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas. 9ª ed. São Paulo: Atlas. 2010
Referências Complementares
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. São Paulo:
Atlas. 3ª ed. 2010.
ARRISON, Ray H., Noreen, Eric. W., Brewer, Peter, C. Contabilidade Gerencial. Rio de Janeiro: LTC. 4ª
ed. 2010.
LEONE, George Sebastião Guerra; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. São
Paulo: GEN/Atlas. 1ª. 2016.
Revista da Associação Brasileira de Custos – ABCustos - [Link]
e=1&s=1&a=1
Revista Contabilidade & Finanças - [Link]/eac/revista/.
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ -
[Link]
Revista de Contabilidade, Gestão e Governança - [Link]
Revista de Contabilidade da UFBA –RC-UFBA -
[Link]
Brazilian Administration Review – BAR - [Link]
revista=2.
Revista Universo Contábil - [Link]
134
Código Disciplina Pré-requisito
EVE108 Etiqueta, Cerimonial e Protocolo -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Evidenciar a importância da etiqueta e as normas de conduta na vida social e profissional
- Instrumentalizar os alunos para o uso correto dos elementos básicos de um cerimonial,
dando ênfase ao uso adequado das normas de protocolo.
- Viabilizar vivências em cerimonial e protocolo através das normas de protocolo,
precedência;
- Desenvolver no corpo discente a condição de discernir as normas de etiqueta social e
identificar as gafes não admitidas no meio social.
- Descrever os procedimentos referentes aos símbolos nacionais, evidenciando à bandeira e o
hino nacional.
Ementa
Normas de cerimonial e protocolo: hino, bandeiras, precedência, pronunciamentos. Roteiros
para condução de cerimônias. Etiqueta social e profissional.
Referências Básicas
BRASIL. Aprova as normas do cerimonial público e a ordem geral de precedência.
Brasília, 1972.
LUKOWER, Ana. Cerimonial e protocolo. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2013. 123 p.
VELOSO, Dirceu. Organização de eventos e solenidades. Goiânia: AB Editora, 2001.
160 p
Referências Complementares
BRASIL. Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. Manual de eventos da Câmara dos
Deputados : um guia para realizadores, gestores de espaços e fornecedores de serviços
[recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013.
Dicas de ETIQUETA CORPORATIVA Justiça Federal de Primeiro Grau em São Paulo
São Paulo, SP - Brasil, 2013. Disponível em
FARO, Mário de Mello. Cerimonial e Protocolo em Eventos: Validade e Implicações.
Turismo em Análise, São Paulo, maio 1997. Disponível em
FELIX, Adélia Caroline; ALVES, Mateus Gomes . Cerimonial e Protocolo:
Desmistificando conceitos. Trabalho apresentado no XIV Congresso Internacional de
Relações Públicas e Comunicação, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, dias 22, 23 e 24
de outubro de 2014. Disponível em
Matarazzo, Claudia Etiqueta sem frescura / Claudia Matarazzo; organização e redação
Edilson Cazeloto. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1995. Disponível em .
135
Código Disciplina Pré-requisito
EVE123 Alimentos e Bebidas em Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Desenvolver competências e habilidades necessárias à execução do planejamento,
operacionalização e avaliação de eventos relacionados a Alimentos e Bebidas.
- Dominar os conhecimentos de segurança alimentar.
- Conhecer a legislação aplicada à segurança alimentar em eventos de massa.
- Conscientizar sobre a importância do conhecimento dos diversos aspectos envolvidos nas
escolhas alimentares.
- Reconhecer a gastronomia típica como patrimônio imaterial de um país.
- Conhecer a estrutura básica de cardápios para diferentes tipos de eventos.
- Conhecer as modalidades e técnicas de serviço à mesa.
- Elaborar e executar projeto de eventos em A&B
Ementa
Introdução aos princípios básicos de alimentação e nutrição. Segurança alimentar e legislação
sobre a prestação de serviços de alimentação em eventos de massa. Conhecimento sobre
gastronomia internacional e brasileira para agregar valor a eventos. Orientação sobre
elaboração de cardápios adequados aos diferentes tipos de eventos. Previsão de quantitativos
de alimentos e bebidas em eventos. Noções básicas dos processos de aquisição, recebimento e
estocagem de gêneros alimentícios. Perfil, requisitos e atribuições dos profissionais da área
de alimentos e bebidas. Aplicação das técnicas de serviços de mesa em eventos.
Referências Básicas
A ARTE DE SERVIR: um guia para conquistar e manter clientes destinado a funcionários,
gerentes e proprietários de restaurante. Instituto de Culinária da América. São Paulo: Roca,
2004.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO. Manual de qualidade, higiene e inocuidade
dos alimentos no setor de turismo: guia de consulta para funcionários, planejadores,
empresários e operadores de turismo. São Paulo: Roca, 2003.
TEICHMANN, I. M. Cardápios: técnicas e criatividade. São Paulo: EDUCS. Edição
Atualizada.
Referências Complementares
ADAMI, Fernanda Scherer, CONDE, Simara Ruffato. Gestão em segurança alimentar e
nutricional. Lajeado: Ed. da Univates, 2015. 96 p. Disponível em
<[Link] Acesso em 07 de janeiro de
2015.
BRASIL. Resolução da Diretoria Colegiada- RDC Nº 43, de 01, de setembro de 2015 –
DOU 168, de 02 de setembro de 2015. Dispõe sobre a prestação de serviços de
alimentação em eventos de massa. Disponível em
<[Link]
+43_2015+Eventos+de+[Link]?MOD=AJPERES>. Acesso em 12 de março de 2016.
CHON, Kye-Sung. Hospitalidade: conceitos e aplicações. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
DAL Bosco, Simone Morelo, CONDE, Simara Ruffato. Nutrição e saúde. Lajeado: Ed.
Univates, 2013. 231 p. Disponível em <>. Acesso em 05 de janeiro de 2016.
FREITAS, Maria do Carmo Soares de Freitas, FONTES, Gardênia Abreu Vieira,
OLIVEIRA, Nilce. - Escritas e narrativas sobre alimentação e cultura / Salvador :
EDUFBA, 2008. Disponível em <[Link] Acesso em 03 de
fevereiro de 2016.
136
Código Disciplina Pré-requisito
LET 134 INGLÊS II LET 133
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 2º Semestre
Objetivos
- Dominar as quatro habilidades linguísticas (ouvir, ler, falar e escrever) tendo como base o conteúdo
autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, levando em consideração as peculiaridades
léxicas, semânticas e suas variantes linguísticas.
- Desenvolver habilidade auditiva com reconhecimento de aspectos textuais e linguísticos.
- Praticar a habilidade de leitura e compreensão textual como um instrumento de comunicação na
produção de ideias e busca de solução de problemas.
- Praticar a habilidade de escrita em preenchimento de formulários, em elaborar e responder pedidos,
preencher documentos, enviar e responder e-mails.
- Praticar a habilidade de fala em situações pontuais, relacionadas a área do curso.
- Conhecer a Lei Federal 11.465/2008 que torna obrigatório o ensino de História, Geografia e Cultura
Afro-Brasileira e Indígena nas escolas públicas com o objetivo de promover a valorização da
diversidade nas origens do povo brasileiro.
Ementa
Trabalho com as quatro habilidades da língua Estrangeira, a saber: (ouvir, ler, falar e escrever) com
base conteúdo autêntico e específico da área de Hospitalidade e Lazer, em uma
perspectiva/abordagem intercultural. Listening (habilidade auditiva, com reconhecimento de aspectos
textuais e linguísticos), Reading (habilidade de leitura e compreensão textual), Speaking (habilidade
de comunicação em situações pontuais) Writing (habilidade em escrita em preenchimentos de
formulários, vouchers, fazer e responder pedidos, enviar e responder e-mails, documentos).
Reconhecimento da importância cultural e sociopolítica da língua inglesa, nas relações internacionais
e na realização de eventos. Realização de visitas técnicas e/ou atividades práticas interdisciplinares às
áreas de Eventos, Turismo e Hospitalidade.
Referências Básicas
FREEWAY. São Paulo: Richmond, 2010. 192 p.: v. 1
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 2
RICHMOND EDUCAÇÃO. Freeway. São Paulo: Richmond, 2010, 192 p.: v. 3
Referências Complementares
CAMPOS, Giovana Teixeira Gramática língua inglesa: teoria e prática / Giovana Teixeira Campos ;
[ilustrações Fabiana Fernandes]. – São Paulo : Rideel, 2006. Disponível em
<[Link] lingua inglesa gramática. pdf.
GABELETTI, Ana Luíza; SOUZA-NETO, Maurício J. Materiais didáticos [livro eletrônico]: em línguas com
foco na diversidade étnico-racial. Brasília, DF: Vila Brasil, 2020. Disponível em
JACOB, Miriam. ENGLISH for international tourism - workbook. Londres (Inglaterra): Longman, 2005.
96 p. ISBN 0-582-29851-2.
LIMA, Alhandra; LIMA, Jean. Inglês para hotelaria & turismo. Fortaleza, CE: Premius, 2011. 78 p. ISBN
978-85-7564-567-3.
OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 2. ed.
rev. e atual. New York: Oxford University Press, 2013.
VINEY, Peter. Basic Survival: New Edition: International Communication for Professional People.
Macmillan Education, 2004. Disponível em
<[Link]
YATES, Jean. Practice Makes Perfect English Conversation. McGraw-Hill, [Link]. Disponível em
[Link]
137
3º SEMESTRE
138
Código Disciplina Pré-requisito
EVE129 Ética e Desenvolvimento Humano -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
- Compreender os principais conceitos de Ética, Cidadania e Responsabilidade Social.
- Identificar os elementos teóricos sobre ética, cidadania e Responsabilidade Social no
contexto social, político e organizacional.
- Compreender as questões referentes aos Direitos Humanos.
- Refletir sobre o exercício da profissão em contextos sociais, econômicos e políticos globais.
- Reconhecer a ética como princípio indissociável da vida social e profissional.
Ementa
Conceitos de ética e moral. Dimensão ontológica do Ser. Os Valores. Reflexões acerca da
ética contemporânea. O processo de construção do ethos profissional. Tomada de decisão.
Fundamentos teóricos da ética profissional. Estudo do código de ética profissional do
tecnólogo em Eventos. Abordagem teórica do desenvolvimento humano. Conhecimento.
Teorias do desenvolvimento humano e sua articulação com processos socioculturais. A
conduta Humana. Resiliência. As relações sociais. Os conflitos. O desenvolvimento humano
como processo.
Referências Básicas
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 3. ed. Bauru, SP: EDIPRO, 2009. 319 p. ISBN
9788572836654.
BAUMAN, Zygmunt. Ensaios sobre o conceito de cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. 325
p. ISBN 9788537808009.
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: leitura e exercícios de treinamento em
grupo. [Link]. Rio de Janeiro: LTC, 1985. 217 p. ISBN 852160419X
Referências Complementares
BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro:
Zahar, 2003. ISBN 978-85-7110-699-4.
JACQUES, MGC., et al. org. Relações sociais e ética [online]. Rio de Janeiro: Centro
Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008. 210 p. ISBN: 978-85-99662-89-2. Available from
SciELO Books
SILVEIRA, AF., et al., org. Cidadania e participação social [online]. Rio de Janeiro: Centro
Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008. 230 p. ISBN: 978-85-99662-88-5. Available from
SciELO Books .
139
Código Disciplina Pré-requisito
EVE122 Gestão de Marketing em Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
- Introduzir os principais conceitos de marketing e suas inter-relações com o ambiente de
negócios;
- Compreender os princípios do marketing e seu campo de atuação;
- Reconhecer, analisar e coletar informações sobre o comportamento do consumidor no
segmento de eventos;
- Reconhecer as estratégias de marketing de eventos;
- Reconhecer a importância do marketing para a realização de um evento.
Ementa
Conceito e evolução de Marketing. Segmentação de mercado. Marketing de Eventos.
Estratégias de Marketing de Eventos. Plano de Marketing para Eventos. Eventos e a Mídia.
Tendência em marketing de eventos.
Referências Básicas
BRITO, Janaína.; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. 2. Ed. Sao Paulo: Aleph, 2002.
MELO NETO, Francisco Paulo. Marketing de Eventos. Rio de Janeiro: 4ª edição. Sprint,
2003.
Referências Complementares
CARNEIRO, J.; FONTES, N. Turismo e eventos: instrumento de promoção e estratégias de
marketing. Turismo em Análise. Sao Paulo, ECA-USP, v. 8. N. 1, p. 65-74
KOTLER, Philip. Princípios de marketing . [Link]. São Paulo: Prentice Hall, 2007
140
Código Disciplina Pré-requisito
EVE901 Inovação em Projetos Sociais (ACEX I) EVE102
EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 3º Semestre
Objetivos
Fomentar ideias inovadoras e apresentar os pilares do empreendedorismo social, a partir do
incentivo e capacitação dos estudantes a desenvolverem soluções para problemas
contemporâneos e coletivos da sociedade. Nessa atividade as soluções inovadoras estarão
conectadas com o potencial de impactar positivamente no território ao qual o IFBA está
inserido.
Ementa
Identificação do (s) desafio (s) proposto (s) (problemática); Etapas de um hackathon:
ideação; prototipagem; pitch; Elaboração dos projetos técnico e de captação de recursos do
evento; Planejamento, produção, promoção e organização do evento; execução do evento;
captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de
Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac
Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG
brasileira. Rev. Adm. (São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em
[Link]
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos:
como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São
Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário
contínuo: uma pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set
2012, vol.19, no.62, p.399-416. Disponível em.
141
Código Disciplina Pré-requisito
LET 135 ESPANHOL I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 3º Semestre
Objetivos
• Compreender a unidade e a diversidade da língua espanhola ou castelhana,
respeitando os aspectos sociolinguísticos, tais como: léxicos, fonéticos, semânticos
de cada nação.
• Conhecer os países que falam a língua espanhola ou castelhana no mundo e
a influência dos povos originários em sua conformação.
• Enfatizar a abordagem aos temas transversais (ciências, tecnologias, meio
ambiente, relações étnico raciais e de gênero no mercado de trabalho de Tecnologia
em Eventos), através dos mais variados gêneros discursivos em língua espanhola.
• Utilizar o diálogo em língua espanhola como instrumento de comunicação na
produção coletiva de ideias e na busca de solução de problemas, integrando os
conteúdos gerais de espanhol em nível básico, bem como o vocabulário técnico da
área de Eventos.
• Compreender e produzir criticamente gêneros discursivos orais e escritos.
• Empreender visitas técnicas a espaços nos quais se possam desenvolver as
habilidades interculturais e linguísticas.
• Desenvolver diálogos e situações, a partir do contexto de ambientes de
trabalho, como hotéis, pousadas, eventos das mais variadas temáticas, levando em
consideração o cenário geográfico e cultural que se está inserido, etc.
Ementa
Desenvolver a competência comunicativa em língua espanhola (nível básico I),
através das quatro habilidades (expressão e interação oral e escrita e compreensão
leitora e auditiva), através de uma abordagem intercultural baseada em conteúdos e
materiais autênticos e específicos da área de eventos, hospitalidade e lazer.
Referências Básicas
COIMBRA, Ludmila; CHAVES, Luiza Santana. Cercanía Joven: espanhol, 1º ano. 2.
ed. São Paulo: Edições SM, 2016.
GÁLVEZ, José A. Dicionário Larousse: espanhol/português-português/espanhol
avançado. São Paulo: Larousse do Brasil, 2006.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
Referências Complementares
Diccionario Argentino de Dudas Idiomaticas. Academia Argentina De Letras.
Buenos Aires: Santillana, 2011.
DRAE. Diccionario de la Real Academia Española. Diccionario de la lengua española
–Vigésima segunda edición. Disponível em: > Acesso em: 30 de setembro de 2022.
MARTIN, Ivan. Síntesis: curso de lengua española. 1ª edição, volume 1. São Paulo:
Ática, 2010
MONTES DE OCA SICILIA, María del Pilar. El chingonario: diccionario de uso, reuso
y abuso del Chingar y sus derivados. Ciudad de México: Lectorum, 2010.
Org.: WILDNER, Ana Kaciara; de OLIVEIRA, Leandra Cristina e WARKEN
SOBOTTKA, Mary Anne. Espanhol para o turismo. IFSC: Florianópolis, 2014.
Disponível em: Acesso em: 07 de novembro de 2022.
142
4º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE112 Eventos Técnicos, Científicos e EVE102
Promocionais EVE103
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
- Compreender as etapas do planejamento e execução de Eventos Técnicos, Científicos e
Promocionais, distinguindo seus elementos, limites e/ou interfaces.
- Identificar as características dos eventos técnicos, científicos e promocionais;
- Conhecer as ferramentas básicas de planejamento e organização desses eventos, analisando
em cada um deles, a natureza, o propósito, as fases e seus elementos básicos.
Ementa
Tipologias dos Eventos Técnicos e Científicos. Especificidades de cada evento. Técnicas de
Organização e Planejamento de Eventos Técnicos e Científicos. Eventos Promocionais. Tipos
e Características. Técnicas de Organização e Planejamento de Eventos Promocionais.
Captação de patrocínio, apoio e recursos. Produção de Eventos (pré-evento, trans-evento e
pós-evento). Avaliação de eventos técnicos, científicos e promocionais. Concepção e
planejamentos de eventos exclusivos.
Referências Básicas
HOYLE JUNIOR, Leonard H. Marketing de eventos: como promover com sucesso
eventos, festivais, convenções e exposições. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo:
Manole, 2002.
MARTIN, Vanessa. Manual Prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.
Referências Complementares
DIAS, Juliane; MARTINS, Larissa Mongruel. Turismo de eventos e o potencial dos
eventos técnicos científicos. II Seminário de Cursos de Ciências Sociais Aplicadas da
Fecilcam. Disponível em . Acesso em 26 de novembro de 2022.
OLIVEIRA, Camila. Contratação de trabalho temporário em eventos: vantagens e
desvantagens. Monografia apresentada ao Centro de Excelência em Turismo. Universidade
de Brasília – UnB, como requisito para obtenção do grau de Especialista em Gestão de
Negócios em Turismo, 2007. Disponível em .
PESSOA, Mirella Arruda. Os eventos institucionais como estratégias comunicativas.
Revista de Comunicação e Epistemologia da Universidade Católica de Brasília. Vol. 7, No
2 , 2014. Disponível em .
SANTANA, Alberto Ferreira Queiroz; GUSHIKEN, Yuji. Eventos em Cuiabá: A cidade
como espaço de fluxos de informação. XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação – Caxias do Sul, RS – 2 a 6 de setembro de 2010. Disponível em
.
SILVA, Raquel Ribeiro de Souza. Eventos criativos: Experiências turísticas no município
de Antonina, Paraná, Brasil. Revista de Turismo y Desarrollo local, vol. 7, nº 17,
diciembre/dezembro, 2014. Disponível em .
143
Código Disciplina Pré-requisito
EVE124 Metodologia da Pesquisa LET125
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
- Compreender os principais conceitos sobre ciência e senso comum.
- Reconhecer e diferenciar a estrutura do pensamento científico, como forma lógica e
racional de articulação do pensamento, por meio do desenvolvimento do senso
crítico, criatividade, espírito científico e raciocínio abstrato.
- Compreender a pesquisa como um processo de construção de conhecimento,
apoiado em fundamentações teóricas, metodológicas e técnicas;
- Fornecer instrumentos que capacitem e auxiliem o discente na elaboração de projeto
de pesquisa científica e outros projetos na área de eventos
Ementa
A atividade de pesquisa como processo de construção de conhecimento crítico e sistemático.
A pesquisa e suas especificidades. Estratégias e técnicas mais utilizadas. O projeto de como
instrumento para construção de conhecimento e solução de problemas.
Referências Básicas
LAVILLE; [Link]. A Construção do saber: manual de metodologia da pesquisa
em ciências humanas. Ed. UFMG: Belo Horizonte, 1999.
QUIVY V. CAMPENHOUD. Manual de investigação em ciências sociais. Gradiva.
Lisboa, 1998.
VERGARA, Sylvia. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. Atlas, são
Paulo: 1997.
Referências Complementares
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
GERMANO, MG. Uma nova ciência para um novo senso comum [online]. Campina Grande:
EDUEPB, 2011. 400 p. ISBN 978-85-7879-072-1. Available from SciELO Books
MACEDO, RS., GALEFFI, D., and PIMENTEL A. Um rigor outro sobre a qualidade na
pesquisa qualitativa: educação e ciências humanas [online]. Salvador: EDUFBA, 2009, 174 p.
ISBN 978-85- 232-0636-9. Available from SciELO Books .
144
Código Disciplina Pré-requisito
EVE125 Relações Públicas -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 4º Semestre
Objetivos
Compreender o papel institucional da Comunicação Organizacional e das Relações Públicas
e as funções dos respectivos profissionais nas organizações públicas, privadas e do terceiro
setor. Analisar as mudanças sistêmicas macro e microambientais que afetam a imagem e
identidade das organizações e suas ações de comunicação e mercadológicas, perante seus
diversos públicos de relacionamento. Diferenciar comunicação de massa e comunicação
dirigida. Conhecer as aplicações técnicas da comunicação dirigida no campo das Relações
Públicas. Identificar formas e veículos de comunicação dirigida, conhecendo suas técnicas,
suportes e formatos apropriados para a construção da Comunicação Integrada. Refletir sobre
a prática profissional de Relações Públicas, com intuito de conhecer metodologias no
desenvolvimento do seu caráter mediador das atividades institucionais. Discutir sobre as
fronteiras legais, éticas e práticas da atuação profissional do RP. Compreender as mediações
da Comunicação Institucional Integrada e das tecnologias transmidiáticas. Discutir o
planejamento de eventos como uma atividade de comunicação a partir de uma abordagem
complexa, incorporando as possibilidades digitais na de organização de eventos presenciais
e online.
Ementa
O processo e as técnicas de comunicação. Os meios de comunicação. Atendimento ao
público: elementos básicos e alternativos. Relações Públicas: origem, significado, conceito
natureza, funções. Opinião pública. Tipos de público. Conceito de imagem. Pesquisa em
Relações Públicas. Propaganda e Publicidade em Relações Públicas.
Referências Básicas
BEAL, George M.; BOHLEN, Joe M.; RAUDABAUGH, J. Neil. Liderança e dinâmica de
grupo. [Link]. Rio de Janeiro: Zahar, 1972. 287 p (Ciências da administração).
CANFIELD, Bertrand R. Relações públicas : princípios, casos e problemas. 4. ed. São
Paulo: Pioneira , c1991. 2v. (Biblioteca Pioneira de administração e negócios).
SIMÕES, Roberto Porto. Relações públicas: função política. [Link]. São Paulo, SP
Referências Complementares
BRAGA, DG. Conflitos, eficiência e democracia na gestão pública [online]. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1998. 193 p. ISBN 978-85-85676-53-1. Available from SciELO
Books .
CHAMUSCA, Marcello, CARVALHAL Márcia. Relações Públicas Digitais: O pensamento
nacional sobre o processo de Relações Públicas interfaceado pelas tecnologias
digitais. Salvador, BA: Edições VNI, 2010. Disponível em [Link]
[Link]/biblioteca/e- books/[Link]
KUNSCH, Margarida K. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada.
São Paulo: Summus, 2003.
NASSAR, Paulo. Uma visão crítica e abrangente das Relações Públicas. In: NASSAR,
Paulo. Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da
memória institucional das organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2007.
SILVA, Daniel. Guerra das Correntes: a opinião pública e o futuro da eletricidade. In:
SILVA, Daniel. Relações Públicas, Ciência e Opinião: lógicas de influência na produção de
(in)certezas. Tese (Doutorado em Comunicação Social). Universidade Federal de Minas
Gerais, 2017.
145
Código Disciplina Pré-requisito
EVE 902 Evento como Ação Social (ACEX II) EVE 901
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
90 - 90 4º Semestre
Objetivos
Possibilitar ao aluno a prática de um evento em uma comunidade desde o planejamento até o pós-evento.
Compreender a realização de um evento com tema e local indicados pela organização social, a exemplo de uma
associação de bairro, de produtores, comerciantes etc., com tema escolhido pela própria organização.
Compreender o planejamento, organização, divulgação e realização de um evento com a participação e
envolvimento da comunidade ou organização. Aprender a captar recursos e promover os eventos.
Ementa
Etapas de um evento: pré-evento, trans-evento e pós-evento; Decisão da temática do evento; elaboração dos
projetos técnico e de captação de recursos do evento; Planejamento, Produção, promoção e organização do
evento; execução do evento; captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do
evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de Janeiro: Ed. Senac
Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG brasileira. Rev. Adm.
(São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em .
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um plano
estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário contínuo: uma
pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set 2012, vol.19, no.62, p.399-416.
Disponível em.
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
146
Código Disciplina Pré-requisito
LET 136 ESPANHOL II LET 135
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 4º Semestre
Objetivos
• Transitar entre diversas variantes linguísticas da língua espanhola;
• Posicionar-se criticamente diante do mais variados gêneros discursivos orais
ou escritos;
• Produzir gêneros discursivos orais e escritos;
• Interagir em língua espanhola, através das quatro habilidades, nos mais
variados contextos que abarcam a área de eventos, hospitalidade e lazer;
• Enfatizar a abordagem aos temas transversais (ciências, tecnologias, meio
ambiente, relações étnico raciais e de gênero no mercado de trabalho de Tecnologia
em Eventos), através dos mais variados gêneros discursivos em língua espanhola.
• Utilizar o diálogo em língua espanhola como instrumento de comunicação na
produção coletiva de ideias e na busca de solução de problemas, integrando os
conteúdos gerais de espanhol em nível básico, bem como o vocabulário técnico da
área de Eventos.
• Empreender visitas técnicas a espaços nos quais se possam desenvolver as
habilidades interculturais e linguísticas que contribuam para a formação profissional.
Ementa
Referências Básicas
COUTO, Ana Luiza (ed.). Cercanía Joven: língua estrangeira moderna espanhol. 2.
ed. São Paulo: Edições SM, 2016.
GÁLVEZ, José A. Dicionário Larousse: espanhol/português-português/espanhol
avançado. São Paulo: Larousse do Brasil, 2006.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
Referências Complementares
Diccionario Argentino de Dudas Idiomaticas. Academia Argentina De Letras.
Buenos Aires: Santillana, 2011.
DRAE: Diccionario de la Real Academia Española. Diccionario de la lengua
española –Vigésima segunda edición. Disponível em: > Acesso em: 30 de setembro
de 2022.
MARTIN, Ivan. Síntesis: curso de lengua española. 1ª edição, volume 2. São Paulo:
Ática, 2010
MONTES DE OCA SICILIA, María del Pilar. El chingonario: diccionario de uso,
reuso y abuso del Chingar y sus derivados. Ciudad de México: Lectorum, 2010.
WILDNER, Ana Kaciara e de OLIVEIRA, Leandra Cristina. Espanhol para o
turismo. Volume 2 IFSC: Florianópolis, 2017. Disponível em: Acesso em: 07 de
novembro de 2022.
147
5º SEMESTRE
148
Código Disciplina Pré-requisito
EVE127 Gestão de Segurança e Meio Ambiente -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 5º Semestre
Objetivos
- Transmitir conceitos básicos de gestão integrada de segurança, meio ambiente e saúde no
trabalho, para que os futuros profissionais desenvolvam pensamentos e atitudes proativas em
conformidade com a legislação em vigor.
- Evidenciar as técnicas de prevenção e controle de riscos nos ambientes laborais e de
eventos.
- Conhecer as normas e legislação de segurança do trabalho e dos sistemas de gestão para
sustentabilidade em eventos.
- Conhecer normas e regulamentações emitidas pela ABNT, Anvisa e Leis Municipais acerca
de assistência médica, prevenção de pânico e gestão da segurança para multidões em
eventos.
Discutir situações reais no ambiente de trabalho, gerando oportunidades de identificação de
problemas e criação de soluções, aplicando os princípios da segurança e meio ambiente em
eventos.
Ementa
A Crise Ambiental (Limites Planetários). Desenvolvimento Sustentável. Indicador
Ambiental e de Sustentabilidade - Pegada Ecológica. Legislação Ambiental (Lei de Crimes
Ambientais). Aspectos e Impactos Ambientais (Água; Resíduos Sólidos; Energia e Emissões
Atmosféricas); Sistema de Gestão Ambiental de Eventos. Histórico da Segurança e Saúde
do Trabalho. Legislação trabalhista e previdenciária. Acidentes e doenças do trabalho.
Atividades e operações insalubres (Agentes Físicos, Químicos e Biológicos) e perigosas.
Prevenção e combate a incêndios. Regulamentação do uso de espaços para eventos.
Ergonomia. Noções de Primeiros Socorros.
Referências Básicas
149
Código Disciplina Pré-requisito
ADM537 Gestão de Pessoas I -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 5º Semestre
Objetivos
Proporcionar ao/à estudante o entendimento das relações de trabalho nas organizações, bem
como se tornar agente de decisão de políticas de gestão de pessoas levando em conta
critérios econômicos e humanos tanto no âmbito operacional quanto estratégico.
Ementa
Processos e políticas de Gestão de Pessoas; Competência e Gestão por competência;
Avaliação de desempenho; Gestão de equipes e Liderança; Diversidade nas organizações;
Sindicatos e Relações de trabalho.
Referências Básicas
1. CHANLAT, J.-F. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas,
2007.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
3. DUTRA, Joel Souza. Competências: Conceitos e instrumentos para Gestão de
Pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
1. KUABARA, Paula Suemi Souza. Estruturas e processos de Recursos Humanos.
Curitiba: Intersaberes, 2014.
2. ASSIS, Marcelino Tadeu. Indicadores de gestão de RH. Rio de Janeiro: Qualimark,
2005.
3. ROBBINS, Stephen P.; JUDJE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. Comportamento
Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro.
150
Código Disciplina Pré-requisito
EVE903 Evento como Difusão Cultural (ACEX III) EVE902
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 - 60 5º Semestre
Objetivos
Oportunizar aos estudantes a prática de um evento voltado a difusão cultural
(democratização do acesso aos bens culturais, formação de público e oferta de subsídios de
estímulo ao conhecimento, reconhecimento e valorização dos bens artísticos e culturais).
Ementa
Mecanismos de difusão cultural; Elaboração dos projetos técnico e de captação de recursos
do evento; Planejamento, produção, promoção e organização do evento; execução do
evento; captação de recursos para operacionalização do evento; prestação de contas do
evento.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de
Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2000.
ZITTA, Carmem. Organização de Eventos: Da Ideia à Realidade. Rio de Janeiro: Senac
Nacional, 2007
Referências Complementares
CAVALCANTE, Carlos Eduardo et al. Motivação para entrada de voluntários em ONG
brasileira. Rev. Adm. (São Paulo), Dez 2015, vol.50, no.4, p.523-540. Disponível em
[Link]
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer projetos. Campus, 2008.
PAIVA, Helio Afonso Braga de.; NEVES, M. F. Planejamento estratégico de eventos:
como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São
Paulo: Atlas, 2008.
PICCOLI, Pedro; GODOI, Christiane Kleinübing. Motivação para o trabalho voluntário
contínuo: uma pesquisa etnográfica em uma organização espírita. Organ. Soc., Set
2012, vol.19, no.62, p.399-416. Disponível em.
ROGERS, Tony; MARTIN, V. Eventos: planejamento, organização e mercados. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
151
Código Disciplina Pré-requisito
LET137 LIBRAS I - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 30 30 5º Semestre
Objetivos
Desmistificar ideias indevidamente associadas às línguas de sinais e às pessoas Surdas. Conhecer e
refletir, sob a ótica sócioantropológica, sobre o conceito de surdez, de identidade(s) e de cultura(s)
Surda. Compreender as barreiras e suas implicações nos aspectos sociopolíticos, socioculturais e
linguísticos enfrentadas por Surdos/as. Conhecer os aspectos linguísticos da língua de sinais.
Desenvolver competência comunicativa em Libras em contextos básicos e cotidianos de comunicação
(nível I) para os diversos aspectos, espaços e contextos sociais, com ênfase na área de formação
profissional do discente.
Ementa
Perspectiva sócioantropológica sobre a surdez, pessoa Surda e língua de sinais. Estudos sobre os
aspectos socioculturais e linguísticos das comunidades surdas. A importância da língua de sinais para
o desenvolvimento social e discursivo das pessoas Surdas. Introdução aos aspectos linguísticos da
língua de sinais. Desenvolvimento da competência comunicativa em Libras, em contextos básicos e
cotidianos de comunicação (nível I), com ênfase na área de formação profissional do discente.
Referências Básicas
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. Disponível em Acesso em: 18 nov. 2022.
QUADROS, R. M. de (org.). Gramática da Libras. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2021. (V-book).
Tradução Sônia Marta de Oliveira e Tom Mim Alves. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2022.
SILVA, F. I. da. et al. Aprendendo Língua Brasileira de Sinais como Segunda Língua: nível básico.
Palhoça: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos - Nepes. IFSC Câmpus Palhoça
Bilíngue, 200-?. 69 p. Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
Referências Complementares
COMSURDO. Políticas públicas para surdos: O que se tem dito? YouTube, 8 de mai. de 2020.
Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
LIRA, G. A.; SOUZA, T. A. F. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais. Rio de Janeiro: Acessibilidade
Brasil, 2011. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
RODRIGUES, C. S.; VALENTE, F. Aspectos linguísticos da Libras. Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2011.
Disponível em: [Link]
id=be3KcQeQoRwC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PA5#v=onepage&q&f=false Acesso em: 18 nov. 2022.
UFV - UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Dicionário Online Libras-Português. Viçosa: CAPES, 2017.
Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
USP - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. e-Disciplinas da USP. Glossário Libras. São Paulo: USP, 2018.
Disciplina FLL1024 - Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
152
6º SEMESTRE
Código Disciplina Pré-requisito
EVE130 EVE102
EVE103
Tópicos Avançados em Eventos EVE107
EVE112
EVE126
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 6º Semestre
Objetivos
- Promover discussão sobre temas atuais da área de eventos.
- Desenvolver formação com uma visão técnica, crítica e analítica com uma consciência
profissional capaz de contribuir para a sustentabilidade da atividade.
- Possibilitar a participação de profissionais da área para debaterem temas atuais e avançados
na área de eventos.
Ementa
Desenvolvimento de temas atuais e avançados no campo de ação de eventos.
Referências Básicas
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
MENESCAL, Luiz Cláudio e outros. Eventos: oportunidades de novos negócios. Rio de Janeiro:
Ed. Senac Nacional, 2000.
Referências Complementares
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo:
Manole, 2002.
MARTIN, Vanessa. Manual Prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.
153
Código Disciplina Pré-requisito
EVE120 Estágio Supervisionado Integralização de 70% da carga horária
total
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
160 - 160 6º Semestre
Objetivos
Aplicar os conhecimentos adquiridos na atividade de rotina de um evento, agindo
como agente transformador de uma realidade, através de seus conhecimentos técnicos
obtidos durante o curso.
Ementa
O estágio supervisionado deverá ser realizado em instituições públicas e privadas, empresas
de eventos que possuam na sua estrutura administrativa e física o serviço de eventos. O
Aluno, supervisionado pelo supervisor de estágio da instituição de ensino, juntamente com o
profissional atuante na área de eventos, deverá executar as etapas de elaboração e
operacionalização de diversos tipos de eventos.
Referências Básicas
BISSOLI, Maria Angela Marques Ambrizi. Estágio em Turismo e Hotelaria. São Paulo:
Aleph, 2002.
BRASIL. LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT,
aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o
art. 6 o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
Brasília, 2008.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 10. ed. Campinas : Autores Associados, 2010.
85 p. (Coleção polêmicas do nosso tempo ; 25). ISBN 9788585701024.
Referências Complementares
BASTOS, Lília da Rocha; PAIXÃO, Lyra. Manual para elaboração de projetos e
relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. [Link]. Rio de Janeiro:
LTC, 1995. 96 p ISBN 8521610815
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 224
p. ISBN 9788573074260.
154
Código Disciplina Pré-requisito
EVE128 Trabalho de Conclusão de Curso EVE124
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - 6º Semestre
Objetivos
- Desenvolver, sob orientação do professor, os elementos teórico-metodológicos com vistas à
elaboração de TCC;
- Conhecer os procedimentos exigidos pelo Comitê de Ética na Pesquisa.
- Compreender os procedimentos de coleta, análise e interpretação de dados amostrais, em pesquisa
de campo ou pesquisa bibliográfica.
- Assimilar os critérios normativos na elaboração de um trabalho monográfico;
- Apresentar um trabalho monográfico ou artigo científico como requisito parcial para a obtenção do
título ou;
- Apresentar relato técnico a partir da execução de evento sob a coordenação do estudante ou;
- Projeto de consultoria dentro das normas estabelecidas.
Ementa
Natureza do trabalho monográfico, artigo científico e relato técnico: características e requisitos
essenciais. A ética na pesquisa.
Implementação da pesquisa: desenvolvimento do tema, revisão de literatura, instrumentos de coleta
de dados, trabalho de campo, pesquisa bibliográfica, análise dos resultados Normas da ABNT para
elaboração de trabalho monográfico. Planejamento e execução de Eventos. Consultoria de Projetos.
Referências Básicas
BASTOS, [Link] R. [Link]. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas,teses, disserta-
ções e monografias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2004.
GODOY, Arilda S. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. São Paulo: Revista de Administração de
Empresas/EAESP/FGV.
LUBISCO, Nídia M. L. e VIERA, Sônia Chagas. Manual de Estilo Acadêmico - Monografias, Dissertações
e Teses. Salvador: UFBA. 2003.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vo -
zes. 1997.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins. 2004.
SEVERINO, A.J. Metodologia Científica – a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A Ed.
2004
Referências Complementares
Editorial Revista Educação & Sociedade. Revisão ética na pesquisa em ciências humanas e sociais.
Campinas. 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 510, de 7 de abril de 2016.
Normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais que envolvam a utilização de dados di-
retamente obtidos com os participantes ou que acarretem riscos. 2016.
155
DISCIPLINAS OPTATIVAS
156
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 527 Liderança, Gestão de Equipes e Competências -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Perceber a importância do trabalho em equipe para o desenvolvimento das pessoas e das
organizações no contexto atual das organizações a partir dos conceitos e fundamentos
básicos e dos novos enfoques gerenciais.
- Identificar a importância do indivíduo nas equipes de trabalho
- Desenvolver habilidades básicas de gestão, construindo as competências técnicas
fundamentais à formação.
- Capacidade de inovar e articular-se (saber ser e saber fazer) diante dos movimentos e
evoluções socioculturais, tecnológicos, científicos, econômicos e mercadológicos, agindo
sempre com sensibilidade às questões sociais, éticas e morais.
Ementa
Liderança. Escolas e tipologias. Equipe: Desenvolvimento de equipe. Estágios de
desempenho de grupo. Objetivos. Tipos. Papéis fundamentais. Planejamento de
desenvolvimento de equipe: fases do desenvolvimento. Funções. Avaliação de resultados
em desenvolvimento de equipe. Conceito de aprendizagem organizacional.
Desenvolvimento e implementação de um plano de gestão de Clima Organizacional, a partir
de uma pesquisa de Clima quantitativa ou qualitativa.
Referências Básicas
BERGAMINI, C. O líder eficaz. São Paulo: Atlas, 2008.
COHEN, Allen R.; FINK, Stephen L. Comportamento organizacional: conceitos e estudos de
casos. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SCHEIN, E. Cultura organizacional e liderança. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
ANTONELLO, Claudia Simone; GODOY, Arilda Schmidt; Aprendizagem Organizacional no
Brasil. Porto Alegre: Ed Bookman, 2011.
BALCÃO, Y. F., CORDEIRO, L.L. O comportamento humano na empresa: uma antologia.São
Paulo: Getúlio Vargas, 2010.
DAVIS, Keith; NEWSNAL, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem
organizacional. São Paulo: Pioneira, 1996.
DRUCKER, Peter F. Gestão. Rio de Janeiro: AGIR, 2011.
KANAANE, Roberto. Comportamento Humano nas Organizações: o homem rumo ao século
XXI. [Link]. São Paulo: Atlas, 2011.
157
Código Disciplina Pré-requisito
GEO136 Geografia Cultural -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
Ementa
Análise das bases teórico-filosóficas das abordagens culturais em Geografia. Estudo
das dinâmicas sócioespaciais de manifestações culturais materiais e imateriais no
espaço urbano e rural. Identificação e análise dos principais temas da Geografia
Cultural contemporânea
Referências Básicas
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente de
intervenção social. São Paulo: Cortez. 2003.
BEHRING, Elaine. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez. 1998.
GOHN, M. A. Movimentos sociais no inicio do século XXI. Petrópolis: Vozes. 2003.
Cavalcanti, Marly. Gestão Social, Estratégias e Parcerias. São Paulo: Saraiva. 2006.
HELENA, Eloisa. Terceiro setor gestão e controle social. São Paulo: Saraiva. 2007.
Referências Complementares
FERNANDES, R.C. Privado porém público: o terceiro setor na América Latina. Rio de
Janeiro: Relume/Dumará.1994.
GOHN, M. A. O novo associativismo e o terceiro setor. São Paulo: Cortez. 1998.
158
Código Disciplina Pré-requisito
LET138 LIBRAS II - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS LET137
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 15 45 -
Objetivos
Aprofundar os conhecimentos linguísticos apreendidos na disciplina de LET137. Conhecer os aspectos
sintáticos e morfológicos na produção de textos em Libras. Desenvolver competência comunicativa e
tradutória em/para Libras em contextos básicos e cotidianos de comunicação (nível II) para os
diversos aspectos, espaços e contextos sociais, com ênfase na área de formação profissional do
discente.
Ementa
Aprofundamento do conhecimento apreendido em LET137. Aspectos socioculturais e a diversidade
linguística das comunidades surdas. Introdução aos aspectos sintáticos e morfológicos da Libras.
Desenvolvimento da competência comunicativa em Libras, em contextos básicos e cotidianos de
comunicação (nível II), com ênfase na área de formação profissional do discente.
Referências Básicas
QUADROS, R. M. de (org.). Gramática da Libras. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2021. (V-book).
Tradução de Sônia Marta de Oliveira e Tom Mim Alves. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2022.
SILVA, F. I. da. et al. Aprendendo Língua Brasileira de Sinais como Segunda Língua: nível
intermediário. Palhoça: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos - Nepes. IFSC Câmpus
Palhoça Bilíngue, 200-?. 69 p. Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: Curso Básico: Livro do Estudante. 8ª. Edição - Rio de Janeiro:
WalPrint Gráfica e Editora, 2007. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
Referências Complementares
LIRA, G. A.; SOUZA, T. A. F. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais. Rio de Janeiro: Acessibilidade
Brasil, 2011. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
RODRIGUES, C. S.; VALENTE, F. Aspectos linguísticos da Libras. Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2011.
Disponível em: [Link]
id=be3KcQeQoRwC&lpg=PP1&hl=ptBR&pg=PA5#v=onepage&q&f=false Acesso em: 18 nov. 2022.
UFV - UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Dicionário Online Libras-Português. Viçosa: CAPES, 2017.
Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2022.
USP - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. e-Disciplinas da USP. Glossário Libras. São Paulo: USP, 2018.
Disciplina FLL1024 - Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: Acesso em: 18 nov. 2022.
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Dicionário Colaborativo de Libras. Disponível
em: Acesso em: 18 nov. 22
159
Código Disciplina Pré-requisito
HIS 001 História e Cultura Afro-Brasileira -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Estuda a História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra
brasileira e o negro na formação da sociedade nacional e local, resgatando a contribuição do
povo negro nas áreas social, econômica e política à História do Brasil, enfatizando a
identidade regional.
Referências Básicas
- LOVEJOY, Paul E. A escravidão na África. Uma História e suas transformações. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
PARÉS, Luís Nicolau. A formação do Candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia.
Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006.
REIS, João José e SILVA Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil
escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
Referências Complementares
GILROY, Paul. O Atlântico Negro: modernidade e dupla consciência. São Paulo: Ed 34; Rio
de Janeiro: Universidade Candido Mendes, 2001.
HALL, Stuart. “Pensando a Diáspora”. Da Diáspora. Identidades e Mediações Culturais. Belo
Horizonte: UFMJ, 2003.
MUNANGA, Kabengele. Negritude afro-brasileira: perspectiva e dificuldades.- In: Revista de
Antropologia nº 33 - p.109-118 - FFLCH / USP, 1990.
RODRIGUES, Nina. Os africanos no Brasil. R. Janeiro: Cia Editora Nacional, 1935.
UNESCO. História Geral da África, I:Metodologia e pré-história da África. 2 ed. revisada.
Editado por Joseph Ki-Zerbo. Brasília: UNESCO, 2010.
160
Código Disciplina Pré-requisito
EDU 164 Educação e Relações Étnicas e Raciais -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Estudar as bases legais nacionais e internacionais que tratam da promoção e igualdade
étnica e racial, e sua efetividade no Brasil e no mundo, atentando tanto para como os
conceitos de raça e etnia têm-se constituído, social e culturalmente, no Brasil, desde a
colonização até a contemporaneidade, quanto para apropriação desses conteúdos por parte
dos currículos escolares. Discutir de forma crítica e multidisciplinar as teorias e as práticas
pedagógicas para uma educação das relações étnicas e raciais.
Referências Básicas
ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
QUEIROZ, Delcele. Da invisibilidade ao centro do debate: o negro na universidade no século
XXI. In. AMORIM, Antônio; LIMA JR, Arnaud S. de; MENEZES, Jaci Ma. F. de (Orgs).
Educação e Contemporaneidade: processos e metamorfoses. Rio de Janeiro: Quartet, 2009.
Referências Complementares
BOBBIO, Noberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
GILROY, Paul. O Atlântico negro. São Paulo: Editora 34, Rio de Janeiro: Universidade
Cândido Mendes, Centro de Estudos Afro-Asiáticos, 2001.
GOMES, Joaquim B. Barbosa. Ações afirmativas: aspectos jurídicos in Racismo no Brasil:
Peirópolis; ABONG, 2002.
POUTIGNAT, Philippe e STREIFF-FENART Jocelyne. Teorias da Etnicidade. Seguido de
Grupos Étnicos e suas Fronteiras de Fredrik Barth. São Paulo: Fundação da Editora UNESP,
2008.
SOUZA, Boaventura; MENESES, Maria P. (Orgs.) Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez,
2010.
161
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 154 Educação e Trabalho -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Advento da organização formal do processo de trabalho, manufatura, taylorismo, fordismo.
Sociedade contemporânea e a formação do trabalhador polivalente. A noção de competência
como ordenadora das relações de trabalho e da educação: suas implicações nos currículos
da educação básica e profissional
Referências Básicas
FERRETI, C.J., SILVA JUNIOR, J.R., SALES, M.R. (orgs.).Trabalho, formação e currículo:
para onde vai a escola? São Paulo: Xamã.
FRIGOTTO, G. CIAVATTA, M. (orgs.). A experiência do trabalho e a Educação Básica. Rio de
Janeiro: DP&A.
KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da Fábrica. As relações de produção e a educação do
trabalhador. 6ª edição. São Paulo: Cortez.
Referências Complementares
BARACHO, M. da G.; MOURA, D.; PEREIRA, U.; SILVA, A. Algumas reflexões e proposições
acerca do ensino médio integrado à educação profissional técnica de nível médio. Natal:
CEFET/RN. MACHADO, L.R.S.,
NEVES, M. de A., FRIGOTTO, G. e outros. Trabalho e Educação. 2ª edição. Campinas:
Papirus.
NEVES, Lúcia Maria W. Brasil 2000. Nova divisão de trabalho na Educação. 2ª edição. São
Paulo: Xamã.
OLIVEIRA, Carlos R. de. História do Trabalho. São Paulo: Editora Ática. TANGUY, L.
Saberes e competências. Campinas: Papirus.
162
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 514 Gestão de Pessoas II ADM537
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Capacitar o aluno para conhecer as abordagens contemporâneas acerca da Gestão de
Pessoas.
- Refletir sobre aspectos contemporâneos da gestão de pessoas e das organizações.
Avaliar as diferentes abordagens teóricas e conceituais adotadas sobre competência em
gestão de pessoas;
Conhecer e aplicar conceitos centrais dos campos de gestão de pessoas, no que tange as
dimensões da organização, dos grupos e dos indivíduos.
Ementa
Gestão por Competências. Tipologias de Competência. Gestão Estratégica de Pessoas :
propósito, engajamento e comprometimento Gestão de Desempenho. Diversidade e
Responsabilidade Social Organizacional. Qualidade de Vida no Trabalho. Gestão do
Conhecimento e Comunidades de Práticas.
Referências Básicas
BRANDÃO, J.P. Gestão estratégica de recursos humanos. Rio de Janeiro: FGV, 2013
CHANLAT, J-F. O individuo na organização: dimensões esquecidas. V. I. São Paulo: Atlas,
2007.
LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Práticas de Recursos Humanos: Conceitos, Ferramentas e
Procedimentos. São Paulo : Atlas, 2007.
Referências Complementares
BALCÃO, Y. F., CORDEIRO, L.L. O comportamento humano na empresa: uma antologia.São
Paulo: Getúlio Vargas, 2010.
BRANDÃO, Hugo Pena. Mapeamento de competências: métodos, técnicas e aplicações em
gestão de pessoas. São Paulo : Atlas, 2012
CROCHÍK, J. L. (org.) Preconceito, indivíduo e cultura. O conceito de preconceito. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
COHEN, Allen R.; FINK, Stephen L. Comportamento organizacional: conceitos e estudos de
casos. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
KANAANE, Roberto. Comportamento Humano nas Organizações: o homem rumo ao século
XXI. [Link]. São Paulo: Atlas.
163
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 593 Gestão da Cadeia de Suprimento e -
Logística
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Estudar a Logística na perspectiva da Gestão de Cadeias de Suprimento (Supply Chain
Management), no sentido de fornecer aos alunos uma ferramenta de aplicação prática da
logística estratégica no mercado e que propicie a criação de valor para todos os integrantes
da cadeia: eficiência e eficácia. Capacitar o aluno para a gestão sustentável do fluxo direto e
reverso de mercadorias e informações nos mercados interno e externo ao longo da cadeia
de suprimentos
Ementa
Gestão da Cadeia de Suprimento (Supply Chain Mangement) e fundamentos da Logística.
Visão estratégica e planejamento da Cadeia de Suprimento no âmbito nacional e
internacional. Estratégias logísticas e de canais de distribuição. Gestão colaborativa na SCM.
Avaliação de desempenho. Custos na logística. Modais e estratégias de transporte.
Operadores logísticos. A Tecnologia da Informação aplicada à Logística. Estratégica de
Localização de Centros de Distribuição (CD). Gestão de estoque, movimentação e
armazenagem de produtos acabados. Embalagem. Logística reversa. Logística sustentável.
Referências Básicas
BALLOU, R.H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e
logística empresarial. 4 ed.5ed. São Paulo: Bookman, 2006.
BALLOU, R.H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais e Distribuição
Física; São Paulo: Atlas, 2014
BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; COOPER, M. B. Gestão da Cadeia de Suprimentos e
Logística. 4ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
Referências Complementares
DIAS, Marco Aurélio. Logística, Transporte e Infraestrutura: armazenagem, operador
logístico, gestão via TI, multimodal. São Paulo: ATLAS, 2012.
FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. (Orgs). Logística e gerenciamento da cadeia
de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e processos. São Paulo: Atlas, 2003.
LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade: a cadeia de suprimentos
como caminho para a lucratividade. 2ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos.
2ed. São Paulo: Atlas, 2009.
XAVIER, Lúcia Helena; CORRÊA, Henrique Luiz. Sistemas de logística reversa: Criando
Cadeias de Suprimento Sustentáveis. São Paulo: ATLAS, 2013.
164
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 100 Filosofia -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Perceber como a Filosofia pode contribuir para a fundamentação epistemológica de
projetos profissionais de diferentes áreas do conhecimento e a conseqüente contribuição das
mesmas, para o desenvolvimento e o sucesso pessoal e profissional do cidadão e das
organizações;
- Perceber que a filosofia surge para ajudar o ser humano a aprender sobre ele mesmo
(autoconhecimento). E para ajudá-lo a conhecer, a compreender e a se relacionar com seus
semelhantes e com a vida;
- Verificar como as reflexões e os ensinamentos filosóficos podem contribuir para uma
melhor compreensão da vida cotidiana (pessoal e profissional) do ser humano;
- Desenvolver a capacidade de analise, reflexão e crítica a partir de estudos dialógicos dos
fundamentos da filosofia;
Ementa
Abordagens reflexivas sobre o valor da filosofia para a vida humana: contribuição para a
formação do sujeito/cidadão (pensar de forma reflexiva crítica) e para a compreensão do
mundo; Diálogos reflexivos sobre algumas questões fundamentais do ser humano (liberdade,
felicidade, responsabilidade, ideologia, linguagem, poder e politica, entre outros); introdução
ao pensamento filosófico: ética, estética, política e epistemologia; análise de alguns dos
fundamentos do pensamento filosófico dos períodos: cosmológico, clássico, medieval,
moderno e contemporâneo; compreensão da moral e sua inter-relação com as normas e a
responsabilidade individual e coletiva.
Referências Básicas
CARO, Tito Lucrécio; CÍCERO, Marco Túlio; SÊNECA, Lúcio Aneu; AURÉLIO, Marco.
Antologia de textos / Epicuro ; Da natureza / Tito Lucrecio Caro ; Da republica / Marco Tulio
Cicero ; Consolacao a minha mae Helvia ; Da tranquilidade da alma ; Medéia ;
Apocoloquintose do divino Claudio / Lucio Aneu Seneca ; Meditações / Marco Aurélio :
traduções de Agostinho da Silva [[Link].]. São Paulo: Abril Cultural.2ª ed. 1980
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à
Filosofia. São Paulo: Moderna. 5ª ed. 2013.
CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática. 13ª ed. 2006.
Referências Complementares
JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar. 4ª ed. 2006.
LOCKE, John. Carta acerca da tolerância; Segundo tratado sobre o governo; Ensaio acerca
do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultura. 2ª ed. 1978.
MARCONDES, Danilo. Café Philo. Jorge Zahar.
PLATÃO; XENOFONTE; ARISTÓFANES; Defesa de Socrates / Platão. Ditos e feitos
memoraveis de Socrates; Apologia de Socrates / Xenofonte. As nuvens / Aristofanes. São
Paulo: Nova Cultural. 4ª ed. 1987.
SARTRE,Jean- Paul;GUEDES,Rita Correia (Tradutora). São Paulo: Nova Cultural. 3ª ed.
1987.
165
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 101 Sociologia -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Compreende a especificidade das Ciências Sociais, da sua metodologia e do seu objeto. O
seu surgimento;
- Perceber os principais conteúdos das diferentes escolas sociológicas
(marxismo/funcionalismo/sociologia compreensiva);
- compreender a abrangência e complexidade da divisão do trabalho e suas formas de
gerência.
Ementa
Contexto histórico de formação da Sociologia. Cultura e Natureza. Eurocentrismo e
relativismo cultural. Concepções clássicas e seus desdobramentos contemporâneos (Emile
Durkheim, Max Weber e Karl Marx). Construção Social da Identidade. Elementos de
sociologia do trabalho. Sociologia da dominação. Relações étnico-raciais na formação da
sociedade brasileira.
Referências Básicas
DURKHEIM, E. Da Divisão do Trabalho Social. SP: Abril Cultural. 1973.
MARX, Karl & ENGELS, F. O Manifesto Comunista. SP: Boitempo. 1998.
MARX, Karl. O Capital. SP: Abril. 1992.
WEBER, M. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. SP: Pioneira.1997.
WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vols. 01 e 02. SP: UnB. 2004.
Referências Complementares
ANTUNES, Ricardo. “Século XXI: nova era da precarização estrutural do trabalho?” in:
Infoproletários – Degradação Real do Trabalho Virtual. SP, Boitempo, 2009 (pp. 231-238).
CASTEL, R. As Metamorfoses da Questão Social. RJ, Vozes, 2003.
FREUND, Julien. Sociologia de Marx Weber. SP, Forense-Universitária.
HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. José Olympio Editora, RJ, 1978.
IANNI, Octávio. “A Sociologia e o Mundo Moderno” in: Tempo Social. Revista de Sociologia
da USP. S. Paulo, VOLUME 1, 1989, p. 7-27.
LENIN, V. I. O Estado e a Revolução. SP, Ed. Hucitec, 1986. (Caps. 1 e 5).
LINHART, Daniele “Modernização e precarização da vida no trabalho”. (mimeo)
MUNANGA, Kabengele. “Uma Abordagem Conceitual das Noções de Raça, Racismo,
Identidade e Etnia”, 2003 (mimeo).
NOGUEIRA, Oracy. "Preconceito racial de marca e preconceito racial de origem" in: Tempo
Social. V. 19, n. 1, 2006, pp. 287-308.
PIERUCCI, Antonio. “Religião como solvente – uma aula”. In: Novos Estudos CEBRAP, no.
75, 2006, pp. 111-127.
SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado e Violência. Ed. Perseu Abramo, SP, 2004
(Introdução e Conceito de Gênero, pp. 09-10 e 44-47).
WEBER, M. “Ciência como Vocação” in: Ciência e Política: duas vocações. SP, Cultix, 1993.
WEBER, Max. Conceitos Básicos de Sociologia. Centauro, 2008, (pp. 37-52).
166
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 151 Estado e Sociedade -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Contribuir para a compreensão dos alunos sobre as teorias do Estado. Abordar as relações
entre poder, liberdade e igualdade.
Discutir as relações entre as classes sociais em face da democracia e da opressão e
exploração econômico-social.
Refletir sobre o Estado do ponto de vista da evolução do capitalismo, inclusive considerando
as transformações históricas das empresas. Examinar a questão do Estado no debate sobre
liberalismo, regulação, intervencionismo, desenvolvimentismo, inclusive no contexto do
Brasil.
Ementa
Teorias sobre a natureza do Estado. A questão nacional. Capitalismo e classes sociais.
Mercado e propriedade. Poder, liberdade e igualdade. Coerção e hegemonia.
Legitimidade e governabilidade. Estado de Bem Estar Social. Cidadania e políticas públicas.
Intervencionismo. Estado desenvolvimentista. Estado neoliberal. A questão do Estado no
Brasil.
Referências Básicas
BOBBIO, Norberto. Liberalismo e Democracia. SP: Brasiliense. 2000.
LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, Enxada e Voto. SP: Companhia das Letras. 2012.
WEFFORT, Francisco. O Populismo na Política Brasileira. RJ: Paz e Terra. 1989.
IANNI, O. O colapso do populismo no Brasil. RJ: Civilização Brasileira. 1987.
SINGER, Andre. Os Sentidos do Lulismo. SP: Companhia das Letras. 2012.
Referências Complementares
MANDEL, Ernest. Teoria Marxista do Estado. Lisboa: Antídoto. 1977.
BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O Governo João Goulart. SP: Ed. Revan/Unb. 2001.
TOLEDO, Caio. 1964: O golpe contra as reformas e a democracia. SP: Revista Brasileira de
História. 24, nº 47, p.13-28 - 2004.
COUTINHO, Carlos Nelson. A Época Neoliberal: Revolução Passiva ou Contrarreforma? SP:
Novos Rumos. V. 49, N. 01, pp. 117-126. 2012.
SINGER, André & LOUREIRO, Isabel (orgs.). As contradições do Lulismo. SP, Ed. Boitempo,
pp. 55-92. 2016.
CAMPOS, Pedro. Estranhas Catedrais: As empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar.
RJ: Eduff. 2014.
167
Código Disciplina Pré-requisito
ADM 540 Direito e Legislação Social -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Proporcionar uma visão clara e concisa da ciência jurídica aos estudantes de Administração,
apresentando o Direito como unidade sistêmica, destinada a regular as relações sociais.
Conscientizá-los dos direitos e deveres inerentes à pessoa humana, ao cidadão, ao estado e aos
grupos que compõem a sociedade.
Contribuir para o ordenamento e proteção da atividade humana, em especial da atividade laboral,
individual e coletivamente, destacando-se o respeito à dignidade do homem e às suas liberdades
fundamentais, garantidas pela Constituição Federal do Brasil.
Estimular a reflexão sobre os problemas e dilemas relacionados ao Direito.
Ementa
A Sociedade, o Direito e a Ordem Jurídica. Pessoa Natural e Pessoa Jurídica. Noções Básicas de
Direito Constitucional, Direito Civil, Direito do Trabalho, Direito Administrativo. Direito Penal.
Direito do Consumidor. Direito Ambiental. Direitos Humanos. Direito Constitucional: Elementos
constitutivos do Estado; Constituição, conceito, história, considerações gerais; Poder Constituinte;
Regime Político-Jurídico; Formas de Estado; Formas de Governo; Divisão do Funcional do Poder;
Direito Civil: das pessoas naturais; da personalidade e da capacidade civil; das pessoas jurídicas;
disposições gerais; Direito do Trabalho: Princípios; Empregado e Empregador. Contrato de
Trabalho, elementos e características; Infortunística. Terceirização. Cooperativas. Princípios da
Administração Pública; Classificação da Administração Pública; Serviços Públicos; Autarquias;
Sociedade de Economia Mista; aspectos históricos; considerações gerais; responsabilidade civil;
Código de Defesa do Consumidor: aspectos históricos; considerações gerais; responsabilidade
civil; código de Defesa do Consumidor; Tutela do Consumidor; Órgãos de Defesa do Consumidor.
Direito Ambiental: aspectos históricos, considerações gerais; Legislação ambiental. Direitos
Humanos: aspectos históricos, considerações gerais; Legislação; Tratados e Convenções
Internacionais de direitos Humanos.
Referências Básicas
LIMA, Hermes. Introdução à Ciência do Direito. Editora Freitas Bastos, 9a Edição, 1958.
PAUPÉRIO, Artur Machado. Introdução ao Estudo do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1981.
GUSMÃO, Paulo Dourado de. Introdução ao Estudo do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 11a
Edição, 1986.
DINIZ, Maria Helena. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. Editora Saraiva. S. Paulo.
10a Edição, 1998.
JACQUES, Paulino. Curso de Introdução à Ciência do Direito. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1971.
COTRIM, Gilberto Viana. Direito de Legislação (Introdução ao Direito). Editora Saraiva. 18a
Edição, 1995.
HERKENHOFF, João Baptista. Instituições de Direito Público e Privado. Editora Acadêmica. S.
Paulo, 1992.
Referências Complementares
GOMES, Orlando e Gottschalk, Elson. Curso de Direito do Trabalho. Editora Forense. Rio de
Janeiro.
MORAES FILHO, Evaristo de. Curso de Direito do Trabalho. Ed. Forense. Rio de Janeiro, 1960.
FIUZA, César. Direito Civil/Curso Completo. Revisado, Atualizado e ampliado. Belo Horizonte.
Editora Dek Ret. 2004.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. Editora Atlas. São Paulo 23ª Edição. 2008.
NOHARA, Irene Patrícia. Direito Administrativo. Editora Atlas. São Paulo 7ª Edição 2017.
GRECO, Rogério, Curso de Direito Penal. Editora Impetus, Rio de Janeiro. 12ª Edição 2010.
BENJAMIN, Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva. São Paulo.
16ª Edição; 2015.
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva. São
Paulo. 16ª Edição. 2015.
GUERRA, Sidney. Direito Humanos. Editora Saraiva. São Paulo. 5ª Edição. 2017.
168
Código Disciplina Pré-requisito
HUM 102 Psicologia Aplicada ao Trabalho -
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
- Apresentar e discutir, de maneira introdutória, elementos gerais da psicologia e da
psicologia do trabalho e das organizações.
- Apresentar elementos introdutórios do saber e das práticas psicológicas.
- Discutir as principais contribuições das teorias psicológicas para a compreensão do homem
no trabalho e nas organizações.
- Apresentar o contexto histórico, social e epistemológico no qual surgiu a psicologia
organizacional e do trabalho.
- Discutir questões referentes à importância do trabalho para a identidade do indivíduo.
- Discutir questões referentes à saúde e ao sofrimento psicológico no trabalho.
- Refletir sobre o assédio moral, o preconceito e a humilhação em ambientes de trabalho.
- Refletir sobre relações de gênero, étnicas e raciais em contextos de trabalho.
- Apresentar e discutir os processos grupais, o poder e a participação nos contextos de
trabalho.
- Refletir sobre cidadania, direitos humanos e relações de trabalho.
- Refletir sobre aspectos contemporâneos da psicologia do trabalho e das organizações.
Ementa
A psicologia enquanto ciência e profissão. A psicologia, suas contribuições e aplicações no
trabalho e nas organizações. História da psicologia do trabalho e das organizações. Saúde
mental e sofrimento psicológico no trabalho. Preconceito, humilhação social e assédio moral
nos locais de trabalho. Trabalho, relações étnicas e raciais e relações de gênero. Grupos,
poder e participação nas organizações. Trabalho, cidadania e direitos humanos. Trabalho e
identidade: temas contemporâneos.
Referências Básicas
BOCK, A. B.; FURTADO, O. e TEXEIRA, M. Psicologias: uma introdução ao estudo de
psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
CHANLAT, J-F. O individuo na organização: dimensões esquecidas. V. I. São Paulo: Atlas,
2007.
ZANELLI, J. C., BORGES-ANDRADE, J. E. e BASTOS, A. V. B. (org.). Psicologia,
organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Referências Complementares
BLEGER, J. Temas e psicologia: entrevista e grupos. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
CROCHÍK, J. L. (org.) Preconceito, indivíduo e cultura. O conceito de preconceito. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1997.
GONÇALVES FILHO, J. M. Humilhação social: humilhação política. In: SOUZA, B. P. (org.)
Orientação à queixa escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. p. 187-221.
HELOANI, R. Assédio moral – um ensaio sobre a expropriação da dignidade no trabalho.
RAE-eletrônica, v. 3, n. 1, Art. 10, jan./jun. 2004.
SENNETT, R. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo
capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2011.
169
Código Disciplina Pré-requisito
ADM Autogestão, Associativismo, -
583 Cooperativismo
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
Conhecer o referencial básico sobre autogestão, cooperativismo, associativismo. Estudar
experiências cooperativistas no Brasil e no mundo. Proporcionar o debate sobre os
movimentos do socialismo autogestionário, do cooperativismo popular e da Economia
Solidária.
Ementa
História da autogestão e do cooperativismo. Mudanças no mundo do trabalho e os desafios da
Economia Solidária. Formas de produção não-capitalista - limites e possibilidades.
Referências Básicas
SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo.
CATTANI, A.D.; LAVILLE, J.L.; GAIGER, I.; HESPANHA, P. Cooperativismo: uma revolução
pacífica em ação (Economia Solidária). Rio de Janeiro: DP&A.
Holyoake, G.J. Os 28 Tecelões de Rochdale. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Domínio
público. 1933.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Produzir para Viver: os caminhos da produção não
capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2002.
Referências Complementares
KRAYCHETE, Gabriel. Economia dos Setores Populares: Entre a Realidade e a Utopia.
Petrópolis: Vozes.
NUNES, Débora. Pedagogia da Participação: Trabalhando com Comunidades. Salvador:
Unesco/Quarteto.
GAIGER, Luiz Inácio. Sentidos e Expressões: Da Economia Solidária No Brasil. Porto Alegre:
UFRGS.
MANCE, Euclides André. Redes de Colaboração Solidária: Aspectos Econômico-Filosóficos.
Petrópolis. Vozes.
170
Código Disciplina Pré-requisito
Gestão Socioambiental e -
ADM 584
Sustentabilidade
Carga Horária
Total Teórica Prática Período Letivo
60 60 - -
Objetivos
A disciplina tem por objetivo introduzir aos discentes conceitos, aspectos, práticas de gestão,
e desafios relacionados com a gestão socioambiental e sustentabilidade no contexto das
organizações, com ênfase em organizações brasileiras. Discutir o contexto da economia de
baixo carbono e os desafios para as instituições públicas e privadas. Discutir as Políticas
Públicas brasileiras de gestão ambiental e mudanças climáticas na perspectiva da agenda
mundial para esse fim. Identificar as iniciativas públicas e privadas para o desenvolvimento
sustentável no contexto nacional e internacional. Identificar as oportunidades de inovação no
contexto do desenvolvimento sustentável e sua contribuição para a sustentabilidade nas
organizações e a consequente redução dos impactos ambientais e sociais.
Ementa
Os conceitos de gestão ambiental, social e de sustentabilidade. Gestão socioambiental:
teoria econômica sobre a ótica social e ambiental. Desenvolvimento Sustentável e
Sustentabilidade corporativa. Controladoria Ambiental. Gestão ambiental estratégica. Gestão
de custos ambientais. Desempenho Corporativo Ambiental. Gestão de Impactos e Riscos
Ambientais. Fundamentos de Sustentabilidade. Triple Bottom Line. A questão ecológica nos
modelos de negócios. Sistema de Gestão Ambiental e a série ISO 14000. Impacto social e
ambiental das organizações. Políticas Ambientais. Noções sobre riscos ambientais e seus
impactos econômicos e sociais. Disclosure Ambiental e Relatório de Sustentabilidade.
Conceitos ligados à responsabilidade social. A função social das empresas, compromisso
social e gestão empresarial e as dimensões da responsabilidade social. Modelos de
indicadores e avaliação. Instrumentos de responsabilidade social. Instrumentos Financeiros
para transição para uma economia de baixo carbono. Iniciativas Empresariais em Clima.
Relato de sustentabilidade. Relato Integrado e o International Integrated Reporting Council
(IIRC). Índices de Sustentabilidade. Responsabilidade Social Corporativa. Diretrizes da
Global Reporting Initiative (GRI) Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e Índice de
Carbono Eficiente (ICO2) da BM&FBovespa; Carbon Disclosure Project. Classificação
hierárquica de riscos ambientais das empresas com base em análises de ciclo de vida
(ACV), análises energéticas (memória energética) e com base na Política Nacional do Meio
Ambiente (Lei 10165/2000).
Referências Básicas
BARBIERI, J. C. Gestão Ambiental Empresarial. Conceitos, Modelos e Instrumentos. 4ª. Rio
de Janeiro: Saraiva. 2016.
DIAS, R. Gestão Ambiental. Responsabilidade Social e Sustentabilidade. 3ª Ed. São Paulo:
Gen/Atlas. 2017.
DONAIRE, Denis . Gestão Ambiental na Empresa. 3ª Ed. São Paulo: Gen/Atlas. 2018.
Referências Complementares
BARBIERI, José Carlos; SIMANTOB, Moysés Alberto (org.). Organizações inovadoras
sustentáveis: uma reflexão sobre o futuro das organizações..São Paulo: Atlas. 2007.
GOMES, S. M. S.; GARCIA, C. O. (org.). 1ª Ed. Controladoria Ambiental: Gestão Social,
Análise Controle. São Paulo: Atlas. 2013.
ALMEIDA, F. Experiências Empresariais em Sustentabilidade: Avanços, Dificuldades e
Motivações de Gestores e Empresas. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2009.
ALMEIDA, F. (Org.) Desenvolvimento Sustentável 2012-2050. 1ª Ed. São Paulo Philips:
Holclim: Braskem. 2012.
ELKINGTON, J. Sustentabilidade, Canibais com Garfo e Faca. 1ª Ed. São Paulo: [Link].
2012.
171
Código Disciplina Pré-requisito
EVE132 Eventos Esportivos -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Planejar, organizar, executar e avaliar eventos esportivos.
- Compreender o esporte como fenômeno social, econômica, humana e educacional
- Identificar os principais conceitos da organização de eventos esportivos.
- Reconhecer e executar as principais etapas do planejamento, organização, realização e
avaliação de eventos esportivos.
Ementa
A disciplina versará sobre conhecimentos sobre eventos esportivos, nas suas diversas
dimensões, formatações e interesses, com enfoque no planejamento, organização,
execução e avaliação dos mesmos.
Referências Básicas
MATIAS, Marlene. Organização de Eventos: Procedimentos e Técnicas. 6ª edição. São
Paulo: Barueri Manole, 2013.
POIT, Davi Rodrigues. Organização de Eventos Esportivos. 4ª edição. São Paulo: Phort
Editora, 2006.
TUBINO, Manoel. O que é esporte. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Editora
Brasiliense, 1993.
Referências Complementares
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São
Paulo: Cengage Learning, 2011.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2006.
MELO, Victor Andrade de. Esporte e lazer: conceitos: uma introdução histórica. Rio de
Janeiro: Apicuri, 2010.
172
Código Disciplina Pré-requisito
EVE133 Gestão da Qualidade na Área de -
Turismo
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Conhecer os principais elementos da gestão da qualidade visando a sobrevivência e
produtividade da indústria do turismo
- Compreender a evolução da gestão de qualidade e os principais fatores envolvidos.
- Avaliar a importância da COT (Controle de Qualidade Total) em geral e de suas implicações
estratégicas no ambiente de negócios
- Conhecer as principais metas e técnicas de gestão de qualidade.
Ementa
Conceito de Qualidade e Gestão da Qualidade. Enfoques da Gestão da qualidade. Sistemas de
gestão de qualidade. Histórico da Qualidade. A Gestão as Organizações, modelos de gestão,
Gestão da Qualidade Total (TQM - Total Quality Management) como um instrumento de
gestão eficaz para melhorar a sua qualidade de serviço. Elementos da gestão da qualidade.
Prêmios de qualidade pelo mundo. A integração dos sistemas da qualidade, ambiente e
segurança e saúde em turismo.
Referências Básicas
MELLO, Carlos Henrique Pereira; SILVA, Carlos Eduardo Sanches da; TURRIONI, João
Batista; SOUZA, Luiz Gonzaga Mariano de. ISO 9001:2008: sistema de gestão da qualidade
para operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. 239 p.
OSADA, Takashi. Housekeeping 5S's: seiri, seiton, seiso, selketsu, shitsuke: cinco pontos-
chaves para o ambiente da qualidade totoal. [Link]. São Paulo: Instituto IMAM, 1992. 212 p.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação
objetiva e econômica. [Link]. São Paulo: Atlas, 2011. 239 p.
Referências Complementares
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. [Link]. Nova
Lima, MG: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. 266 p.
RICL, Ana. Gráfico de pareto: introdução básica de gráficos de controle. [s. l.]: [s. n.], 17 p.
TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Turismo e qualidade: tendências contemporâneas. 6. ed. rev.
atual. Campinas : Papirus, 2000. 120 p. (Turismo).
VALLE, CYRO EYER DO. Como se preparar para as normas ISO 14.000: qualidade
ambiental : o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente . 2. ed. São Paulo :
Pioneira, 1995. 177 p
173
Código Disciplina Pré-requisito
EVE134 Gestão e Organização dos Meios de -
Hospedagem
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Compreender a evolução histórica da hotelaria no decorrer dos tempos;
- Identificar os diversos tipos e finalidades dos meios de hospedagem;
- Compreender a operação da Administração dos Meios de Hospedagem;
- Identificar as funções administrativas da hotelaria;
- Compreender as peculiaridades dos Meios de Hospedagem;
- Refletir sobre a gestão, estrutura física e funcional dos meios de hospedagem.
Ementa
A empresa hoteleira. Tipologia dos Meios de Hospedagem. Classificação dos meios de
Hospedagem nacional. Organização, estrutura física e funcional dos Meios de
Hospedagem. Rotinas e procedimentos do departamento de Hospedagem. A evolução dos
meios de hospedagem no mundo, no Brasil e na Bahia.
Referências Básicas
BENI, Mário Carlos. Análise Estrutural do Turismo. 7ª. ed. Editora SENAC, 2002.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
LA TORRE, Francisco de. Administração hoteleira: departamentos. São Paulo: Roca,
2001. 2 v.
Referências Complementares
COIMBRA, Ricardo. Assassinatos na hotelaria: ou como perder seu hóspede em 8
capítulos. 6. ed. Salvador: Casa da Qualidade, 1998.
CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002.
DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. 3. ed. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2001. 325
p.
DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. São
Paulo: Ed. SENAC, 1996.
GODOI, Adalto Felix de. Hotelaria hospitalar e humanização no atendimento em
hospitais 2. ed. São Paulo : Ícone, 2008
174
Código Disciplina Pré-requisito
GEO139 Geografia do Turismo -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Ementa
Análise da relação entre as atividades turísticas e a produção do espaço. Paisagens,
valores culturais e meio ambiente como recursos turísticos. Impactos socioespaciais das
atividades turísticas. Turismo e ordenamento territorial. Os principais fluxos e
centralidades turísticas no Brasil e no mundo.
Referências Básicas
CRUZ, R. C. A. Introdução a Geografia do Turismo. São Paulo: Ed. Roca LTDA, 2003.
Referências Complementares
175
Código Disciplina Pré-requisito
EVE138 Oratória -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 - -
Objetivos
- Utilizar os princípios da Oratória como um meio de expressão, informação e comunicação no
exercício da cidadania e nas relações interpessoais (sala de aula e ambiente de trabalho);
- Compreender e aplicar os recursos da Oratória como estratégia para melhoria da expressão e
comunicação nos diversos espaços e situações comunicativas.
- Reconhecer a função pedagógica dos princípios da Oratória aplicados ao desenvolvimento
interpessoal do aluno frente aos desafios operacionais da comunicação.
- Conhecer as origens, o desenvolvimento e as controvérsias que se espraiam no estudo e nos
pressupostos retóricos, partindo da Retórica Aristotélica à Nova Retórica de Perelman e
Olbrechts-Tyteca.
- Promover o estudo dos princípios e funções da Argumentação e da Retórica do ponto de vista do
discurso, refletindo sobre a importância do domínio de recursos linguísticos na defesa e
(des)construção de pontos de vista.
- Analisar textos de diversos gêneros e tipos, a partir dos princípios retóricos e argumentativos.
- Perceber no emprego da linguagem verbal, notadamente dos aspectos gramaticais e de
vocabulário, e da linguagem não verbal (gestos, figuras, desenhos etc), intenções delineadas pelas
balizas retóricas e argumentativas.
- Analisar, interpretar, e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos,
mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as
condições de produção e recepção;
- Compreender os conceitos de texto e discurso no tocante à Retórica e à Teoria da Argumentação.
- Ler, interpretar, analisar e produzir textos seguindo os princípios retóricos e argumentativos.
Ementa
Processos de Comunicação e Oratória. Técnicas de Oratória e dicção. Função pedagógica da
Oratória. Marketing Comunicacional. Retórica: historicidade e controvérsias. Da Retórica
Grega à Nova Retórica no século XX. Dialética versus Retórica. Premissas e conclusões.
Silogismos e Falácias. Teoria da Argumentação. Gêneros do discurso. Pressupostos
argumentativos e retóricos. Leitura, compreensão, análise e produção de textos retóricos e
argumentativos com ênfase nos aspectos sintáticos, semânticos e discursivos.
Referências Básicas
ARISTÓTELES. Retórica das paixões. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação: a nova
retórica. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal.
Petrópolis:Vozes, 2009.
Referências Complementares
LEMGRUBER, Márcio; OLIVEIRA, Renato José de. Teoria da argumentação e educação.
Juiz de Fora: [Link], 2011.
176
Código Disciplina Pré-requisito
EVE135 Patrimônio Histórico e Cultural no -
Turismo
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Conceituar: História, Memória e Identidade.
- Discutir Patrimônio como construção histórica.
- Discutir Patrimônio Cultural como expressão política da memória.
- Definir as diversas categorias de bem cultural e a importância da preservação.
- Discutir a legislação patrimonial em torno da preservação de bens culturais e históricos.
- Analisar os monumentos históricos e bens culturais do estado da Bahia e seu sentido para
construção identitária dos baianos.
- Analisar o consumo do patrimônio pelo turismo.
Ementa
Através do estudo do patrimônio nas perspectivas histórica e cultural, a disciplina em tela
visa desenvolver entre os estudantes a ideia de que o patrimônio é uma ferramenta para
se entender a memória social e a identidade de um povo, assim como despertar a
conscientização da importância de se preservar os bens culturais, materiais e imateriais.
Pretende-se, ainda, suscitar reflexões acerca de estratégias da utilização do patrimônio
como vetor de desenvolvimento regional por meio do turismo.
Referências Básicas
CAMARGO, Haroldo L. Patrimônio Histórico e Cultural. São Paulo: Aleph, 2002.
COSTA, Everaldo B.; BRUSADIN, eandro B; PIRES, Maria do Carmo (orgs.) Valor
Patrimonial e Turismo: limiar entre história, território e poder. SP: Outras Expressões, 2012.
Referências Complementares
BANDUCCI JR., Álvaro e BARRETTO, Margarita (orgs.) Turismo e Identidade Local: uma
visão antropológica. SP: Papirus, 2001
CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. Trad. Klauss Brandini Gerhardt. 5º ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2006.
FUNARI, Pedro Paulo e PINSKY, Jaime (orgs). Turismo e Patrimônio Cultural. SP:
Contexto, 2007.
MARTINS, Clerton. Patrimônio cultural: da memória ao sentido do lugar. São Paulo: Roca,
2006.
177
Código Disciplina Pré-requisito
EVE136 Sistemas Hoteleiros -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
Atualizar a prática dos Sistemas Hoteleiros.
Desenvolver competências que permitam melhor entendimento dos processos hoteleiros.
Identificar e controlar a manutenção dos empreendimentos hoteleiros.
Ementa
Gerenciamento dos processos hoteleiros e suas inter-relações. O Trade Turístico e a
Empresa Hoteleira. A logística hoteleira. Gestão da Qualidade na Hotelaria. Manutenção
Hoteleira.
Referências Básicas
DUARTE, Vladir Vieira. Administração de Sistemas Hoteleiros: conceitos básicos
São Paulo, SENAC.1996
LINZMAYER, [Link] Básico para a Administração da Manutenção Hoteleira.São
Paulo,SENAC.1994
VELOSO, José Ruy (org.). Estudo de Viabilidade para Projeto Hoteleiro. Campinas, SP
Papirus. 2003
Referências Complementares
KARASSAWA, Neuton S. A Qualidade da Logística no Turismo: um estudo
introdutório.São [Link]. 2003
178
Código Disciplina Pré-requisito
EVE137 Aspectos Históricos e Eventos -
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
- Conhecer os aspectos históricos
- Conhecer a história dos eventos
- Compreender a evolução dos eventos no decorrer da história da humanidade.
- Avaliar a importância dos diversos eventos como acontecimentos no decorrer da história
- Conhecer os principais eventos históricos e seus impactos sociais.
Ementa
Aspectos Históricos. Histórico dos Eventos. A trajetória dos Eventos na Antiguidade.
Eventos na Idade Média. Eventos na Modernidade. A Contemporaneidade e os Eventos.
A importância dos eventos no decorrer da história para humanidade. O impacto de
eventos nos processos históricos na sociedade.
Referências Básicas
JOANNÈS, F. A Função do banquete nas primeiras civilizações. In: História da Alimentação.
FLANDRIN, Jean Louis (org.) e MONTANARI, Massimo. (org.); tradução de Luciano Vieira
Machado, Guilherme J.F. Teixeira - São Paulo: Estação Liberdade, 1998. Cap. 2, p.54-67.
Referências Complementares
FERNANDES, T. A. Ritualização da Comensalidade. Porto: Universidade do Porto.
Faculdade de Letras, 1995. Separata da Revista da Faculdade de Letras. Sociologia, Porto, I
Série, vol. 7, 1997
FONTOURA, D. L. DO CONSUMO DE LUXO À DEMOSNTRAÇÃO DO LAÇO
AFETIVO: A Nova Face Do Casamento. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação
em Comunicação Social) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.
179
Código Disciplina Pré-requisito
EVE139 Vida e Carreira -
ou
Carga Horária
Total Teórica Prática
60 60 -
Objetivos
Oportunizar aos estudantes a conexão do seu projeto de vida com o mundo do trabalho, a partir de uma
metodologia de autogestão da sua carreira durante toda a vida.
Ementa
Competências socioemocionais; Atividades de autoconhecimento; Perspectiva de vida e de profissão; Processos
de trabalho em grupo; Possibilidades de crescimento pessoal e profissional; Gestão de carreira.
Referências Básicas
3. Horney, K. Neurose e desenvolvimento humano: a luta pela autorrealização. Rio de Janeiro : Civilização
Brasileira, 1974.
4. Lima, M.L.M. Ser aprendiz de si mesmo : o autoconhecimento para o desenvolvimento humano nas
organizações. Salvador : Quarteto, 2007.
Referências Complementares
1. Paschoal, J.W.A. A arte de gerir pessoas em ambientes criativos: e outros ensaios sobre mudanças
organizacionais e planejamento de carreira. Rio de Janeiro : Record, 2004.
2. Degen, R.J. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2009.
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