Áudio Complementar
Emissões Otoacústicas (EOA) Cóclea: CCE geram as EOA
Avalia apenas a CCE (células ciliadas Preciso de integridade funcional para realizar
externas). as EOA (Se tenho lesão, não tem EOA)
Não é exame de eletrofisiologia, é acústico, As emissões são “ecos” em resposta a
mas entra como exame complementar. movimentações mecânicas geradas nas CCE
Estruturas envolvidas: (ocorre quando as CCE se movimentam para
Estimulação e gravação das EOA - MAE abaixar a membrana tectória)
Estímulo em direção a cóclea - OM São evocadas por estímulo sonoro de média
Cóclea - CCE (se contraem e geram as intensidade e mantém-se estáveis se não
emissões) houver alteração coclear.
* As emissões retornam pela cóclea - voltam É um exame objetivo e não invasivo, rápido e
pela OM - MAE - Sonda (capta a resposta) irá medir a capacidade das CCE
É aplicável em local sem tratamento acústico,
mas preciso de silêncio, pois qualquer ruído
pode atrapalhar.
Contração rápida: Base do mecanismo ativo,
induzida pelo deslocamento dos estereocílios/
origem das EOA
Contração lenta: Controla a tonicidade das CCE
MAE: Canal - sonda é inserida (a inserção e regulariza as propriedades mecânicas da
adequada da sonda é de extrema importância membrana basilar
pois este é um exame muito sensível a ruído - Concentração iônica
seja interno ou externo)
Estímulo sonoro - apresentado
Papel da amplificação coclear
EOA - captadas Tenho a eletromotilidade das CCE e isso ajusta
a sensibilidade não linear.
OM: Qualquer alteração o estímulo não chega
Amplifica os sons suaves
na cóclea.
Protege as CCI de sons intensos (se eu lesionar
Ex: Se tem uma otite, não consigo nem levar o
as CCI, não tenho transdução e
estímulo, quanto captar a resposta.
consequentemente tenho PA)
Estímulo - segue trajetória até a cóclea
Tenho especificidade de frequência (tonotopia
Mecanismo amplificador - importante para
coclear)
EOA
Caminho inverso prejudicado - pois perde Classificação das EOA
energia na volta (Desvantagem nas respostas Podem ser:
da EOA - perda de energia)
OM - impacto duplo nas EOA: Participa Espontâneas: não tem necessidade de um
tanto na ida, quanto na volta estímulo sonoro
Evocadas: É obrigatório ter o estímulo
EOAT: Por estímulo transiente
EOAPD: Dois tons puros simultâneos
SFOAE: Único estímulo tonal
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EOAT Informação sobre registro
Monitora a fisiologia coclear na exposição a
elementos ototóxicos, químicos ou físicos
Possui estabilidade por um longo período (fácil
de conseguir resposta)
Estímulo breve: clique
Presentes em limiares menores a 30dBNA
- Pessoas com PASN maiores que 30, terão
ausência dessas emissões
98 a 100% da população tem EOA
É utilizada na TAN e em diagnóstico Relação sinal/ruído
diferencial de PASN
Se não vedar corretamente, não consigo Relação sinal/ruído mínimo: maior ou igual
captar. Em pacientes agitados ou ruidosos, que 6dB para EOA presentes, e
não conseguimos avaliar. reprodutibilidade de até 70%
A resposta precisa estar acima do ruído na
Indicações clínicas
hora da avaliação.
TAN
Procedimento de diagnóstico audiológico
EOAPD
pediátrico (4° componente do cross-check)
TAE (Triagem auditiva em escolares)
Aplica dois tons puros simultaneamente (F1 e
Monitoramento auditivo (por ruído ou
F2)
ototoxicidade)
A resposta é uma frequência distinta vinda
Crianças em UTI geralmente tomam
desses 2 produtos (distorce as duas
antibióticos (gentamicima + amoxicilina são
frequências para gerar uma frequência nova)
ototóxicos), por causa disso faz o
Ausente apenas em perdas moderadas
monitoramento.
(menor que 40dB) - menos sensível
Equipamento com 2 geradores e 1 receptor
Vantagens: Avalia frequências agudas (8/10
mil Hz) e é usado no monitoramento
auditivo.
Utilizo como prevenção: em trabalhadores
expostos a ruídos consigo detectar alterações
nas frequências agudas, que são as primeiras
a serem afetadas, com isso, consigo detectar
uma perda com as EOAPD, antes de ser
detectado na audiometria.
EOA provavelmente ausentes: Nesse
limiar, pode estar presente na EOAPD,
mas na EOAT estará ausente
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Padrões de normalidade
Interferências
Triagem Auditiva Neonatal
Análise das respostas A TAN deve ser simples, rápida, não invasiva e e
As EOA para diagnóstico fornece muitas aplica a um grande número.
informações além das obtidas na TAN. O Triagem: Separação, seleção de um grupo ou
objetivo do diagnóstico é obter o máximo de escolha
informações junto com outros testes, para Triagem neonatal: Traça a metodologia de um
classificar a perda. estudo sobre um grupo de indivíduos que
*Nessas EOA eu busco saber a especificidade podem apresentar alguns fatores como
de frequência no funcionamento das CCE. patologias.
Especificamente de 0 a 30 dias de vida (até 29
Análise - EOAT
dias é considerado recém nascido)
Todas as bandas de frequência (0 a 5000 hz) Para que serve?
Reprodutibilidade = 90% Temos o teste do pezinho: identifica
Relação sinal/ruído: analisa por banda de hipotireoidismo congênito, anemia falciforme,
frequência fibrose cística (deve ser feito na primeira
Condições de coleta adequadas semana de vida)
Nível de estímulo próximo ao desejado Teste da orelhinha: Identifica problemas
Nível de ruído não pode ultrapassar o superior auditivos a partir de 24h de vida
permitido (cada protocolo vai ter o seu limite)
Nível das emissões: em cada frequência tem q Critérios e princípios da TAN
ser maior/igual a 6dB Para ser válido precisa ter: Sensibilidade -
Análise - EOAPD Identificar a perda auditiva e Especificidade -
Identifica o normal, como normal.
5 a 8 bandas de frequências
Faixa de frequência mais utilizada: 500 a Resultado indesejável: Falso positivo (falha -
8000Hz mas tem audição normal); Falso negativo
Relação sinal/ruído: Maior/igual a 6dB por (passou - mas tem deficiência auditiva)
frequência
DP - gram: gráfico das EOAPD Resultado desejável: Positivo verdadeiro
Nível das EOA: maior/igual 6dB por frequência (RN surdo - falhou); Negativo verdadeiro
Amplitude (+/- 2dB em pelo menos duas (RN com audição normal - passou)
coletas)
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Programa precoce
Fatores de risco para PA
Visa a alteração auditiva e o início do
Do nascimento até os 28 dias de vida tratamento antes do 6 meses de vida, mas não
Permanência em UTI neonatal maior/igual a é a realidade
48h
Sinais sindrômicos Quem deve ser triado?
História familiar de deficiência auditiva Todas as crianças de baixo e alto risco (crianças
Anomalias craniofaciais (Incluindo as anomalias que tiveram em sua história pregressa e clínica
de pavilhão auricular e MAE) algum fator de risco alguma deficiência descrita
Infecções congênitas: pelo JCIH)
TORCHS:Toxoplamose, Rubéola,
Citomegalovírus, Herpes e Sífilis Quais os métodos da triagem?
HPV, ZIKA vírus Objetivos: PEATE E EOA
Subjetivos: Audiometria comportamental
Idade:
De 29 dias a 2 anos EOA
Suspeita dos familiares em relação ao atraso Registros de energia sonora produzidos pela
no desenvolvimento da linguagem, orelha interna em resposta a sons emitidos no
fala e audição MAE.
• História familiar de surdez na infância Não invasivo, rápido, não necessita de sedação
• Sinais de síndromes e síndromes associadas à
perda auditiva Presença: Indica função das CCE da cóclea
• Infecções pós-natais incluindo a meningite normal
• Indicadores neonatais específicos como a Ausência: Indica anormalidade funcional da
hiperbilirrubinemia, hipertensão orelha (devo esperar resposta reduzidas em
pulmonar persistente associada à ventilação baixo peso ou em prematuros)
mecânica e necessidade de Alta sensibilidade e especificidade
oxigênio extracorpórea
• Traumatismo craniano Ponto negativo: Não identifica as alterações
• Otite média persistente ou recorrente retrococleares comuns em neonatos de UTI
• Doenças degenerativas (em prematuros a amplitude é menor)
Sofre mais alterações de OE e OM.
Como funciona o teste
EOAT
Tem resposta global da cóclea por conta do
estímulo sonoro que é o clique. Mais utilizado
para triagem. Permite a estimulação da cóclea
como um todo (freq. de 800 a 4000hz).
Indivíduos com perdas auditivas leves (maior
que 30dB não passa). A resposta dos
equipamentos de triagem é baseada em
algoritmo estatístico, a partir da média
ponderada das respostas obtidas pelo
equipamento de forma automática. De triagem
há apenas: passa ou falha
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Deve-se verificar as condições do exame, SUPRESSÃO DAS EMISSÕES
como: Artefato menor que 20% e a Sistema eferente olivo coclear (SEOC)
estabilidade maior que 30%. Nesse caso, deve- EOA: São sons que tem origem na cóclea e que
se: Melhorar o posicionamento da sonda e as podem ser registrados por meio de um
condições de ruído do ambiente e do bebê e microfone inserido no MAE.
repetir o exame São originadas pelo movimento mecânico das
CCE, controlado pelo SEOC.
EOAPD
Respostas de frequências específicas, estímulo Esse sistema tem 2 feixes
sonoro de tom puro. Utilizado para diagnóstico Feixe lateral: composto por não mielinizadas
e acompanhamento. Ex: Ototoxicidade e ipsilaterais que se projetam na região lateral do
expressão a ruído complexo olivar superior até as CCI
Dois tons puros: F1 e F2 Feixe medial: composto por fibras mielinizadas
Apresentados de forma simultânea com que se projetam ipsi e contralateralmente da
frequências sonoras muito próximas (relação região medial do complexo olivar superior até
F2/F1 de 1,22) as CCE.
Intermodulação que resulta em produtos de
distorção Esse efeito pode ser ativados por estímulos
Maior especificidade: Avalia a função coclear elétricos, químicos ou ruído.
desde a espira basal até a apical. Inibe as contrações das CCE, diminuindo a
Tonotopia existente na cóclea amplitude da EOA.
A partir disso protege a cóclea de ser
PEATE Automático lesionada e modula a percepção do som ao
Quando a criança tem fator de risco para perda ruído.
auditiva ou criança que é da UTI neonatal SUPRESSÃO DAS EOA
(probabilidade de ter alteração retrococlear)
Passa: Se as respostas do teste do lactente se Pode ser eliciada usando um ruído, de forma:
enquadrarem dentro dos valores normais Ipsilateral, contralateral ou bilateral
Falha: Se as respostas estiverem fora do
padrão aceitável, sugerindo a necessidade de Vou evocar as respostas das EOA sem e com
outros testes ruído e vou comparar. Se tiver diminuição das
Não tem análise de ondas EOA, tenho a presença de efeito de supressão
Apenas analisa a onda 5, se está aprovada ou das EOA.
não
Análise do efeito de supressão:
Procedimentos da triagem: crianças que Avalia superficialmente a integridade do TE
tem fator de risco, devem ser Avalia as propriedades micromecânicas
acompanhadas até os 3 anos de idade. ativas e não lineares das CCE
É objetiva e não invasiva
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ELETROCOLEOGRAFIA (ECOG)
Registra os potenciais elétricos da cóclea e da
porção distal do nervo coclear, em resposta a
um estímulo acústico.
Capta os potenciais de polarização e
despolarização das células ciliadas e
potenciais elétricos iniciais do nervo, ocorre
entre 1 e 3ms.
Compreende 3 fenômenos:
Microfonismo coclear (MC) - cóclea
Potencial de Somação (PS ou SP) - cóclea
Potencial de Ação (PA ou AP) - nervo
Parâmetros:
Últimos estudos revelaram que o clique linear
de fraca intensidade propicia melhores
respostas na análise de supressão.
Mesmo podendo o clique ou tone burst, o
ruído de banda larga tem sido mais efetivo.
Análise das supressões:
Pego as EOA com ruído e subtraio das sem
ruído. Valor negativo = presença da supressão
Valor positivo = não tem supressão
A pesquisa das supressões pode analisar o
SEOC, mas ainda não é amplamente
utilizada na prática clínica.
É o único método disponível para análise do
funcionamento do SEOC medial.
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-Eletrodos posicionados no MAE: é o que
tem menos contato
Tipe trode - coberto com ouro: precisa
usar gel condutor para realizar o exame
Posicionamento dos eletrodos:
Eletrodo de referência: A1 e A2 (lóbulo) ou
M1 e M2 (mastóide)
Terra: Fpz
Tipos de eletrodos: Eletrodo ativo: Extratimpânico ou
transtimpânico
Transtimpânico: Perfura a MT e encosta na
janela redonda (invasivo).
Colocado junto com o fone de inserção
Como está próximo a fonte, tem a melhor
resposta, mas é invasivo.
Extratimpânico: 2 tipos
- Eletrodos em contato com a MT: Melhor
versão depois do transtimpânico.
TM electrode ou níquel
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Principal indicação: Padrão de normalidade (para cada tipo de
Doença de Meniere/ Hidropsia endolinfática eletrodo, tenho um padrão de normalidade)
Eletrodo transtimpânico: até 30%
A ECOG tem mais aplicação clínica na (Razão da amplitude entre PS/PA precisa estar
identificação e monitoramento da Doença de até 30%, se for maior, exame alterado)
Meniere, por analisar potenciais cocleares.
Extratimp. em contato com a MT: até 35%
Parâmetros de avaliação para captação da
ECOG Extratimp. posicionado no MAE: até 50%
Relação das áreas PS/PA: padrão de
normalidade do manual de eletrofisiologia =
até 1,5 com desvio padrão de +/- 0,2
Há controvérsias de estudos sobre esses
valores.
Variação nas respostas:
Idade: Maturação do sistema auditivo.
Amplitude maior em crianças mais novas
Grau de Perda auditiva: Interfere na latência e
amplitude
Período que foi realizado: Baixa sensibilidade
do teste no período intercrise de meniere
Formas de análise:
3 medidas
Razão da amplitude do PS e PA
R = X/Y x 100
PS = X
PA = Y
Razão das áreas do PS e PA
Área de PS/ Área de PA
Diferença da latência do PA nas polaridades
rarefeita e condensada
Diferença maior que 0,38ms indica hidropsia
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PEATE - CLIQUE
Representa uma série de potenciais
neuroelétricos através de eletrodos quando
o estímulo sonoro é apresentado.
Ele é composto por 7 ondas que são captadas
nos primeiros 10ms, por isso é considerado
um exame de curta latência.
- Quase nunca é possível visualizar as 7 ondas
As principais ondas são as: I, III e V Onda I: próximo a 1ms
Onda III: próximo a 3ms
Onda V: Próximo a 5ms
Complexo 4 e 5: quando essas duas ondas
estão muito próximas e não da para medir,
mede a 5 na descida
Normalmente a onda V tem maior
amplitude e ela é utilizada para fazer
pesquisa de limiar. O PEATE para fazer o
teste da orelhinha é a partir da onda V.
Ela precisa ser maior que a onda I
O PEATE clique compreende frequências de
(geralmente o dobro do tamanho), se for o
2000 a 4000hz, e por esse motivo não é o mais
contrário, indica alteração retrococlear.
indicado para a pesquisa de limiar. Para
pesquisa de limiar utiliza o de frequência
Outro parâmetro avaliado é: Diferença
específica.
interaural
Vantagem: O PEATE como um todo é um
Compara a OD com a OE. Avalia interpico I -
exame objetivo (como todo potencial
V, se não houver a onda I, avalia a amplitude
eletrofisiológico) e muito utilizado no
da onda V de cada orelha. As respostas
público infantil (pois é difícil de fazer a
precisam ser simétricas.
avaliação subjetiva).
- O valor de normalidade é >/- 0,3ms, se
ultrapassar, indica alteração retrococlear.
O PEATE pode ter vários tipos de estímulos, ex:
Clique, Tone Burst, E-chirp (frequência
específica)
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VO:
Vibrador ósseo: utiliza no PEATE de via óssea
VARIÁVEIS RELACIONADAS A AQUISIÇÃO DA
RESPOSTA:
Análise do tempo:
Preciso escolher a janela adequada para
realização do exame, para isso preciso
conhecer as latências das ondas, para ter
margem. O ajuste deve ser feito entre 10 e
Posicionamento e orientação ao paciente: 15ms
Local precisa ser acústico e aterrado
Posicionamento do paciente de forma que Posição e tipo de eletrodos:
fique acomodado e confortável A montagem dos eletrodos segue o sistema
Orientações que o paciente saiba como agir 10/20.
durante o teste, para ficar relaxado e sem Eletrodos: descartáveis ou disco de ouro.
ansiedade. Quanto menos ansiedade, mais A pele precisa ser limpa com pasta abrasiva
cooperação. antes de colocar os eletrodos, para que tenha
uma boa impedância. A impedância é medida
pelo equipamento e precisa estar dentro dos
valores.
VARIÁVEIS RELACIONADAS AO ESTÍMULO:
Taxa de apresentação
Usa estímulo clique com apresentação de 21,1 Amplificadores: Aumentam o tamanho do
estímulos por segundo (em idosos, aumenta sinal. Os sinais vindos do sistema auditivo são
essa taxa para 27,7 estímulos por segundo), na pequenos e precisam ser amplificados,
polaridade rarefeita e condensada. geralmente cerca de 100.000x
Transdutores Rejeição do artefato: Artefatos são atividades
Transforma o sinal elétrico em som por: elétricas que não fazem parte da resposta.
VA: Eles podem ser eletromagnéticos ou
Fones supra-aurais: baixa impedância e eletrofisiológico. O equipamento rejeita
produzem artefato elétrico qualquer sinal que seja maior que a voltagem
Fones de inserção: Elimina artefato, previne predeterminada - esses artefatos - antes que
colabamento, aumenta a atenuação interaural, as respostas sejam filtradas e promediadas.
atenua ruído, mantém posição e é confortável
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Filtros: Avalio também a diferença interaural,
tendo 0,3ms como parâmetro.
PADRÕES DE NORMALIDADE
Promediação: Depois de amplificadas e
filtradas, as respostas são convertidas para a
APLICAÇÕES CLÍNICAS
forma digital, não contínua
Diagnóstico diferencial entre alterações
VARIÁVEIS NÃO PATOLÓGICAS
cocleares e retrococleares
RELACIONADAS AO INDIVÍDUO
Pesquisa da integridade da via auditiva
Idade: Ao nascer a criança apresenta somente Pesquisa do limiar eletrofisiológico
as onda I, III e V e elas possuem latências mais Mascaramento
prolongadas (valores aproximados aos do Determinar o tipo de perda auditiva :
adulto). Durante os primeiros 18 meses (que
é quando as vias estão sendo maturadas) as
outras ondas surgem (II e IV).
A amplitude da onda I de um RN é quase 2
vezes maior do que em adultos.
Ao envelhecer, ocorre aumento da latência e
diminuição da amplitude
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Pesquisa do microfonismo coclear: É uma
atividade pré sináptica e não se altera com a
mudança da intensidade do estímulo, mas pode
mudar o traçado com a alteração da
polaridade.
Pode ser confundido com artefato e para que
isso não ocorra é importante usar fones de
inserção, inverter as polaridades e fazer
clampagem.
Maturação do sistema auditivo central em
neonatos: Latências prolongadas nas ondas I,
III e V, e onda V tem amplitude reduzida em RN.
As vias auditivas centrais só vão ser
totalmente maturadas por voltas dos 3 anos de
idade, em crianças nascidas a termo. As pré-
termo demoram mais para maturar
Avaliação de pacientes difíceis de serem
testados: O PEATE pode ser utilizado para
pesquisar limiares em pacientes que não
cooperam na audiometria, por limitação
motora, cognitiva ou por tentar simular
resultados, porque é um exame objetivo.
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PEATE - FE
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