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Introdução à Semiologia em Enfermagem

O documento aborda a semiologia na enfermagem, enfatizando a importância da anamnese e do exame físico na formulação de diagnósticos. A semiotécnica é apresentada como um conjunto de métodos para examinar pacientes, incluindo normas de respeito e ética no atendimento. Além disso, discute a classificação de sinais e sintomas, diagnósticos e prognósticos, e a importância da comunicação e compreensão no cuidado ao paciente.

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Introdução à Semiologia em Enfermagem

O documento aborda a semiologia na enfermagem, enfatizando a importância da anamnese e do exame físico na formulação de diagnósticos. A semiotécnica é apresentada como um conjunto de métodos para examinar pacientes, incluindo normas de respeito e ética no atendimento. Além disso, discute a classificação de sinais e sintomas, diagnósticos e prognósticos, e a importância da comunicação e compreensão no cuidado ao paciente.

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INTRODUÇÃO A

SEMIOLOGIA

Profª Enfª Espª Fernanda Rodrigues


Fev/2020
Seja bem vindos Enfermagem!
Introdução
A correlação entre as informações obtidas por
anamnese e exame físico meticuloso conduz, à
elaboração de hipóteses diagnósticos, tornando a
prática médica, um exercício mental dos mais
estimulantes.
A semiologia é a parte da medicina que estuda os
métodos de exame clinico, pesquisa os sintomas
e os interpreta, reunindo, dessa forma, os
elementos necessários para construir o
diagnóstico e presumir a evolução da
enfermidade.
Semiologias provem do grego SEMEION:
Sintomas/sinais LOGOS: ciência/estudo.
Conceitos:
Semiologia
Investigação e estudo dos sinais e sintomas
apresentados pelo paciente e que seguem o ponto
de vista da Enfermagem.
Semiotécnica
Estudo e metodização das ações que sucedem
ao exame físico.
Introdução

Subdivisão da Semiologia
Semiotécnica: É a utilização, por
parte dos examinadores, de todos os
recursos disponíveis para examinar o
paciente enfermo desde a simples
observação ate a realização de
exames modernos.
É a arte de examinar o paciente
Para se obter a semiótica de enfermagem,
o paciente é avaliado, baseando-se nos
seguintes itens:

- Anamnese
- Exame físico
- Diagnóstico
- Planejamento
- Implementação
- Avaliação
Semiotécnica

Física Funcional Experimental

Determina as alterações Determina as alterações Renova alterações orgânicas para


anatômicas por meios funcionais por meios se comprovar os diagnósticos
físicos gráficos

Ex: aumento de volume articular Ex: Eletrocardiograma Ex: Prova de Tuberculina


Normas para execução do exame físico

 Solicite a colaboração do paciente


 Iluminação deve estar adequada
 Respeitar a privacidade do paciente
 Explicar sobre os procedimentos realizados
 Realização do exame no sentido céfalo-caudal
 Mãos do examinador aquecidas e unhas curtas
Normas para execução do exame físico

 Paciente deve estar relaxado e confortável


 Em órgãos pares deve-se iniciar o exame pelo não
afetado
 Monitorar expressão facial
 Evitar interrupções
 Evitar comentários e expressões acerca dos
problemas encontrados
IMPORTANTE.......

RESPEITE SEU PACIENTE

acima de tudo e de todos.

Trate seu paciente como você gostaria de

ser tratado. PONHA-SE NO LUGAR DELE.


 Estude e adquira conhecimentos antes de lidar

com pacientes.

 Apresente-se a seu paciente e diga seu nome.

 Pergunte o dele e NÃO ESQUEÇA.


Refira-se e dirija-se a ele, SEMPRE, PELO

NOME e não pelo número de seu leito ou

enfermaria.

ANTES DE EXAMINAR seu paciente

pergunte se ele esta disposto, se tem

alguma dor ou algo que possa prejudicar ou

impedir seu exame.


Olhe seu paciente no olho.

 Leia nas entrelinhas o que seu paciente não

esta lhe dizendo. Observe-o, analise-o,

descubra o que o aflige realmente. Mantenha

sua mente aberta. SINTA SEU PACIENTE.


EXAMINE SEU PACIENTE como

um todo e não somente o local de

sua queixa. Toque no seu

paciente, sinta-o e se deixe

sentir.
 JAMAIS examine simultaneamente um
paciente que esta sendo examinado por
um Enfermeiro ou outro colega seu.
Espere-o terminar e após se apresentar,
solicite permissão ao paciente, explique a
ele o que será realizado e se autorizado,
proceda seu exame.

 Durante o exame físico, observe


continuamente a face de seu
paciente, se notar qualquer sinal de dor,
interrompa imediatamente a manobra
realizada, pois a mesma estará
prejudicada pela dor do paciente. SINTA
SEU PACIENTE.
Utilize termos que seu paciente possa

entender, seja o mais simples possível.

Explique quantas vezes for necessário,

até que você se convença de que ele

entendeu suas orientações e ou explicações.


- Seja sempre seguro. Não tenha medo de

dizer a seu paciente que não sabe algo.

- Diga com segurança que irá pesquisar e

que depois repassará a ele a informação.

- Não esqueça que ele estará aguardando


Logo, REPASSE uma resposta a ele,
mesmo que seja “ainda não encontrei uma
resposta para seu problema, mas
continuo procurando”.

ISTO É SER ÉTICO,


PROFISSIONAL E PRESTAR UMA
ASSISTÊNCIA HUMANIZADA!!!!
O que o paciente espera de mim?

Atenção • Consideração

Conhecimento • Segurança

Compreensão • Informação precisa

Paciência
ANAMNESE: ASPECTOS IMPORTANTES
Conceitos gerais

O sinal não se limita a observação da manifestação


anormal, mas a avaliação e a conclusão que o clinico
retira do (s) sintoma (s) observado (s) e ou por
métodos físicos de exame.

Ex: Quando se palpa uma região com aumento de


volume e se forma uma depressão que se mantém
mesmo após retirada da pressão, é sugestivo de edema
que se chama de sinal de godet ou “cacifo” positivo. O
Sintoma neste caso é o aumento de volume, que, por si
só, não se caracteriza, pois pode ser tanto um abscesso
quanto um hematoma.
1- Sintoma ou sinal

Diversos tipos de classificação são


encontrados na literatura:

Locais
Gerais
Principais
Patognomônicos
1- Sintoma ou sinal

LOCAIS: Quando as manifestações patológicas


aparecem claramente circunscritas e em estreita
relação com o órgão evolvido (claudicação=
artrite séptica interfalângica digital)

GERAIS: manifestações patológicas decorrentes


do comprometimento orgânico como um todo
(endotoxemia), ou envolvimento de um órgão ou
um determinado sistema, levando os prejuízos de
outras funções do organismo (neoplasia mamária
com posterior metástase para pulmões).
1- Sintoma ou sinal

PRINCIPAIS: Fornecem subsídios sobre o


provável sistema orgânico envolvido
(dispnéia nas afecções pulmonares).

PATOGNOMICOS OU ÚNICOS: Só
pertencem ou só representam uma
determinada enfermidade. (ex
Sinal de Koplik: característico do
Sarampo
1- Sintoma ou sinal
QUANTO A EVOLUÇÃO
- Iniciais: São os primeiros sintomas
observados (reação alérgica)

- Tardios: Aparecem na estabilização ou


declínio da enfermidade (aterosclerose)

- Residuais: quando se verifica uma


aparente recuperação (dengue)
1- Sintoma ou sinal
QUANTO AO MECANISMO DE PRODUÇÃO.
- Anatômicos: Alteração da forma de um
órgão ou tecido (esplenomegalia,
hepatomegalia).
- Funcionais: Relacionados com a
alteração na função dos órgãos
(claudicação, dispneia...).
- Reflexos: Chamados de sintomas
distante, por serem originados longe da
área em que o principal sintoma aparece
(sudoreses em casos de cólicas, taquipneia
em casos de uremia, icterícia nas
hepatites).
2- Sindrome (do grego syndromos = que correm juntos)

É o conjunto de sintomas clínicos, de


múltiplas causas e que afetam diversos
sistemas: quando adequadamente
reconhecidos e considerados em
conjunto. Ex: síndrome nefroneural.O
reconhecimento de uma síndrome
constitui o diagnóstico sindrômico.
3 – Diagnóstico
(do grego diagnoses = ato de discernir, de conhecer)

Reconhecer uma dada enfermidade


por suas manifestações clínicas,
bem como o de prever a sua
evolução, ou melhor, o seu
prognóstico
3 – Diagnóstico
(do grego diagnoses = ato de discernir, de conhecer)

Vários diagnósticos utilizados atualmente como


laboratorial, sorológico, eletrocardiográfico,
endoscópico e outros, nada mais são que meios
auxiliares de exame clínico.
Em várias ocasiões nem sempre é possível
estabelecer de imediato, o diagnóstico exato da
enfermidade que se manifesta. Nesses casos é
conveniente se fazer o que denominamos de
diagnóstico provável, provisório ou presuntivo.
Com a evolução do caso é necessário
estabelecer o diagnóstico por exclusão, pela
característica do quadro sintomático
apresentado dia-a-dia e pela realização de
exames complementares.
As principais causas de erro no
estabelecimento do diagnóstico:

Anamnese incompleta ou preenchidos


erroneamente;
Exame físico superficial ou feito às
pressas;
Avaliação precipitada ou feita as
pressas;
Conhecimento ou domínio insuficiente
dos métodos dos exames físicos
disponíveis.
Elaboração de hipóteses – parte inicial

Idade, sexo, raça e queixa principal.


Anamnese = história clínica, ou observados
através dos sintomas e/ou outros sinais
(exames físicos).
Assim a evolução procede uma hipótese de
trabalho é natural e necessária, já que propicia
conduta ou direção que se deve ser adotada
durante o exame clínico.

Avaliação das hipóteses obtidas – parte final

Algumas indagações iniciais é direcionadas,


obtidas na fase de elaboração, são rejeitadas e
submetidas por outras mais genéricas.
Diagnóstico é fazer julgamento. Vale a pena
relembrar os princípios:

1) Não seja demasiadamente sagaz.


2) Não tenha pressa.
3) Não tenha predileções.
4) Não diagnostique raridades. Pense nas
hipóteses mais simples.
5) Não tome um rótulo por diagnóstico.
6) Não tenha prevenções.
7) Não seja demasiadamente seguro de si.
8) Não hesita em rever seu diagnóstico de
tempo em tempo, nos casos crônicos.
3 – Diagnóstico
(do grego diagnoses = ato de discernir, de conhecer)

Diagnóstico

Anamnese Exame Físico Complementares

50% 35% 15%


4. Prognóstico
Consiste em se prever a evolução da
doença e suas prováveis conseqüências.
(do grego pro: antes, gnosis: conhecer).
É orientado levando-se em consideração
três aspectos:
1 Perspectiva de salvar a vida.
2 Perspectiva de recuperar a saúde ou de
curar o paciente.
3 Perspectiva de manter a capacidade
funcional do(s) órgão(s) acometido(s).
Doenças

Evoluem Se tornam Evoluem


para crônica s para o
cura óbito

Então, dessa forma teremos:

-Prognóstico favorável: prevê evolução satisfatória.

-Prognóstico desfavorável: prevê o término fatal.

-Prognóstico duvidoso, reservado ou incerto: curso


imprevisível.

Pode ser favorável quanto a vida do paciente e


desfavorável ou duvidoso quanto a validez e a
recuperação do paciente.
5- Tratamento ou resolução
Meio utilizado para combater a doença.

Podemos utilizar meios cirúrgicos, medicamentosos


e dietéticos. As vezes ocorre combinações desses
recursos ou tratamento de forma individual.
-casual: opta-se por um meio que combata a
doença (hipocalcemia = cálcio).
-sintomático: visa combater somente os sintomas
(anorexia: vitaminas) ou abrandar o sofrimento
(analgésicos, antipiréticos).
-patogênico: procura modificar o mecanismo de
desenvolvimento da doença no organismo (tétano
usa-se soro antitetânico antes que as toxinas atinja
os neurônios).
-vital: evitar o aparecimento de complicações
(transfusões em pacientes com anemia grave).
Métodos Gerais de Exploração Clínica
Semiotécnica e a Ciência do diagnóstico

Aporte humano básico necessário:

reconhecimento
raciocínio
visão, audição, tato, olfação
sensatez
organização
paciência
Material básico necessário:
- papel e caneta
- aparelho de ausculta (estetoscópio)
- Aparelho para aferir PA (esfigmomanômetro)
- Termômetro
- oxímetro
- aparelho de iluminação (lanterna)
- luvas de procedimento
- Boa vontade!
- Bom senso!
- Respeito!
Os principais métodos de exploração física são:

Inspeção, palpação, percussão, auscuta e


olfação. A cada uma dessas técnicas pode ser
aperfeiçoado se os três “pés” do exame clínico
forem obtidos. Paciência, perseverança e
prática. Para atingir a competência nesses
procedimentos, o estudante deve “ensinar o
olho a ver, as mãos a sentir, e ouvido a ouvir”.

O objetivo do exame físico é obter informações


válidas sobre a saúde do paciente.
1 - Inspeção

“Comete-se mais erros por não olhar que por não saber”.
Visão - inicia-se antes mesmo do inicio da anamnese.
Alguns conselhos:
O exame deve ser feito em um lugar bem iluminado, de
preferência sob a luz solar. (luz artificial deve ser de cor
branca).
Observe o paciente de preferência em seu lugar de origem.
Faça inicialmente, uma observação a distância.
Anormalidades de postura e comportamento são facilmente
perceptíveis.
Limite-se a descrever o que esta vendo. A inspeção pode
ser:
Panorâmica: é visualizado como um todo.
Localizada: Atentando-se para alterações em uma
determinada região do corpo (glândula mamária, face,
membros).
2- Palpação
“O sentir é indispensável para se
chegar ao saber”.
É a utilização do sentido tátil ou da
força muscular, usando-se as mãos,
as pontas dos dedos, o punho, ou
até instrumentos para melhor
determinar as características de um
sistema orgânico ou da área
explorada.
2- Palpação

A palpação apresenta inúmeras variantes que podem ser


sistematizadas da seguinte forma:

1 Palpação com a mão espalmada.


2 Palpação com a mão espalmada, usando apenas as
polpas digitais e a parte ventral dos dedos.
3 Palpação usando-se o polegar e o indicador (pinça).
4 Palpação com o dorso dos dedos ou das mãos –
temperatura.
5- Dígito-pressão realizada com a polpa polegar ou
indicador – consiste na compressão de uma área
(dor, presença de edema = godet positivo) e avaliar
a circulação cutânea.
2- Palpação
Tipos de Consistência

Mole – Quando uma determinada estrutura reassume sua forma


normal após cessar a aplicação de pressão à mesma (tecido
adiposo).
Firme – Quando a estrutura oferece resistência à pressão, mas
acaba cedendo e voltando ao normal com o seu fim (fígado,
músculo).
Dura – Quando a estrutura não sede, por mais forte que seja a
pressão (osso, tumores).
Pastosa – Quando uma estrutura cede facilmente a pressão e
permanece a impressão do objeto (Godet Positivo).
Flutuante – É determinada pelo acúmulo de líquidos tais como
sangue, soro, pus ou urina em uma estrutura ou região: resultará
em um movimento ondulante, mediante a pressão alternada. Se
o líquido estiver muito comprimido, as ondulações poderão estar
ausentes.
Crepitante – Observada quando um determinado tecido contém
ar ou gás em seu interior (bolhas de gás).
3- Ausculta
Consiste na avaliação dos ruídos que os diferentes
órgãos produzem espontaneamente. Está é a principal
diferença entre a ausculta e a percussão, já que, na
percussão, os sons são produzidos pelo examinador, a
fim de se obter uma resposta sonora.

Este método de auscultar é usado, principalmente, no


exame dos pulmões, onde é possível evidenciar os
ruídos respiratórios normais e os patológicos; no exame
do coração, para ausculta das bulhas cardíacas normais
e suas alterações e para reconhecer sopros e outros
ruídos; no exame da cavidade abdominal, para detectar
os ruídos característicos inerentes ao sistema digestório
de cada espécie animal.
3- Auscutação
Tipos de ruídos detectados na Ausculta:

Aéreos – Ocorrem pelo movimentação de massas


gasosas (movimentos inspiratórios: passagem de
ar pelas vias aéreas).
Hidroaéreos – Causados pela movimentação de
massas gasosas em um meio líquido (borborinho
intestinal)
Líquidos – Produzidos pala movimentação de
massas liquidas em uma estrutura

Sólidos – Deve-se ao atrito de duas superfícies


sólidas rugosas, como o esfregar de duas folhas
de papel (roce pericárdio nas pericardites).
4- Percussão

É o ato ou efeito de percutir. É um


método físico de exame em que, através
de pequenos golpes ou batidas, aplicadas
a determinada parte do corpo, torna-se
possível informações sobre a condição dos
tecidos adjacentes e particularmente, das
porções mais profundas. O valor do
método consiste na percepção das
vibrações no ponto de impacto,
produzindo sons audíveis, com
intensidade ou tons variáveis quando
refletidos de volta, devido as diferenças
na densidade dos tecidos.
4- Percussão
Existe dois objetivos básicos para a utilização da
percussão.
Fazer observações com relação à delimitação topográfica dos órgãos.

Fazer comparação entre as mais variadas respostas sonoras obtidas.

Percussão direta ou imediata: percute diretamente com os dedos


de uma das mãos a área a ser examinada sendo conhecida como
percussão digital (dedo fletido imitando o martelo).

Percussão indireta ou mediata: Quando se interpõe o dedo de uma


mão (médio) ou algum outro instrumento (plexímetro), entre a área
a ser percutida e o objeto percutor (martelo e/ou dedo). A percussão
é dígito-digital e a martelo-pleximétrica.
4- Percussão

Timpânico – Os órgãos ocos, com grandes


cavidades repletas de ar ou gás e com as paredes
semidistendidas, produzem um som de maior
intensidade e ressonância, que varia segundo a
pressão do ar ou gás contido como se fosse um
tambor. (Abdômen).
Maciço: Regiões compactas, desprovidas de ar,
produz som de pouca ressonância, curta duração
e fraca intensidade, idêntico ao que se obtêm
percutindo-se a musculatura da coxa. (região
hepática e cardíaca).
4- Percussão

Entre o som claro e timpânico tem-se o hipersonoro


e entre o claro e o maciço obtêm-se o submaciço.

Hipersonoro – Áreas repletas de ar ou gás, cujas


paredes estejam distendidas. (Pneumotórax, fase
inicial de timpanismo gasoso).
Submaciço – A onda percutora atinge área com ar
no seu interior, estando sobreposta ou
sobrepondo uma região sólida, compacta. (porção
do fígado, onde o rebordo pulmonar “repousa”).
E aí...
Está pronto para começar?!

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