DISCIPLINA: PNEUMOLOGI A
PNEUMONIA
ADQUIRIDA NO
HOSPITAL(PAH)
MONITORA: YASMIM LAUREANO
CONCEITO
Pneumonia Adquirida no Pneumonia Associada à
Hospital (PAH) ventilação mecânica (PAVM)
Pneumonia adquirida após 48 horas Pneumonia adquirida após 48 horas de
de internação em paciente NÃO IOT.
INTUBADO (esse intervalo é Principal fator de risco para o
determinado por conta do período desenvolvimento de pneumonia
de incubação) hospitalar é a ventilação mecânica
Não confundir com a PAC, na qual o (risco 20 vezes superior)
tempo é em até 48 horas de Causam maior morbimortalidade
internação
MONITORIA DE PENUMOLOGIA
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TEMPO
Pneumonia Adquirida no Pneumonia Associada à
Hospital (PAH) ventilação mecânica (PAVM)
Precoce – Se adquirida Precoce – Se adquirida até 4
até 4 dias da admissão. dias da VM.
Tardia – Após 4 dias da Tardia – Após 4 dias da VM,
admissão, a partir do 5º a partir do 5º dia.
dia de internação.
CARACTERÍSTICAS Os microrganismo que habitam o ambiente e a resistência
desses patógenos variam de acordo com o hospital.
GERAIS No ambiente hospitalar há um risco maior de desenvolver
germes com potencial resistente.
Agentes etiológicos
Gram negativos (Representam a maioria das PH)
1. Klebsiella pneumoniae
2. Pseudomonas aeruginosa
3. Acinetobacter
Agentes etiológicos
Gram positivas
1. S. Aureus (MSSA ou MRSA)
MONITORIA DE PENUMOLOGIA
Pneumonia Adquirida no Hospital Pneumonia Associada à Pneumonia Relacionada com
–PAH. Ventilação Mecânica –PAVM. Cuidados de Saúde –PACS.
p
Após 48 horas da admissão Indivíduos em uso de Ventilação
Forma especial de PAC.
hospitalar. Mecânica.
Residentes de instituições de longa
Unidade de Internação geral; Há mais de 48 horas.
permanência.
Enfermarias. Maior taxa de Morbidade. Tratados em domicílio.
Apartamentos. Maior taxa de Mortalidade. Receberam antibióticos IV.
Não relacionada com Ventilação Germes com maior potencial de Quimioterapia nos 30 dias que
Mecânica Invasiva. resistência antimicrobiana. precederam a internação.
Pseudomonas
Pode necessitar de UTI. aeruginosa,Acinetobacter sp, e Diálises.
[Link].
Internados em caráter de urgência
por 2 ou mais dias nos últimos 90
dias antes da infecção.
FATORES DE RISCO
DOENÇA DEPRESSÃO PÓS PÓS IDADE SUPERIOR A 70
INTUBAÇÃO OPERATÓRIO DE OPERATÓRIO
PULMONAR DO ANOS.
TRAQUEAL CIRURGIA DE CIRURGIA
CRÔNICA. SENSÓRIO TORÁCIAL ABDOMINAL
ARAICO PHARMACEUTICAL | VACCINES
DIAGNÓSTICO Exame de
Clínico
imagem
Indícios de Infiltrado
infecção (2 ou mais pulmonar novo ou
desses achados) piorando
Febre
Leucopenia ou O exame de
leucocitose imagem se faz
Escarro purulento obrigatoriamente
Piora da oxigenação necessário
PESQUISA DE AGENTE ETIOLÓGICO
p
Na pneumonia hospitalar, é necessário realizar pesquisa
do agente etiológico, não somente para tratar
adequadamente o paciente, mas também para identificar
os microrganismos presentes no meio e seu perfil de
resistência.
A procura pelo agente não deve atrasar o tratamento e
deve ser iniciado tratamento empírico o quanto antes.
O chamado estudo microbiológico de secreções oriundas
da via respiratória pode ser feito por meio:
Exame de escarro
Hemocultura
Exame molecular
TRATAMENTO
No tratamento inicial da PAH deve-se
considerar os seguintes fatores:
Padrão de sensibilidade da microbiota local
Condições subjacentes do paciente (existência ou
não de comorbidades)
Tipo de antimicrobiano usado previamente
A presença de fatores de risco para germes
multiresistentes serve como base decisória para
a elaboração de um esquema de tratamento
adequado.
A estratégia deve ser individualizada para cada
paciente e instituição/unidade de internação e
de acordo com os dados microbiológicos locais.
TRATAMENTO
A terapia empírica para PAH e PAV deve incluir
agentes com atividade contra Staphylococcus
aureus , Pseudomonas aeruginosae e outros
bacilos gram-negativos.
Tratamentos com duração prolongada elevam
desnecessariamente o tempo de exposição aos
antibióticos e contribuem para a seleção de
germes resistentes.
Descalonar sempre que possível após a
obtenção dos resultados das culturas,
possibilitando o uso de fármacos de menor
espectro e até a monoterapia.
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO RISCO PARA
PATÓGENOS RESISTENTES
Alto Risco
Baixo Risco
≥ 5 dias no Hospital.
≤ 5 dias no Hospital Com uso de ATB nos últimos 15 dias.
Sem uso de ATB nos últimos 15 dias Com outros Fatores de Risco
Sem outros fatores de risco. Neurocirurgia
Corticoide, SARA, VM Prolongada.
ESQUEMA TERAPÊUTICO
p
CONSIDERAR PADRÃO LOCAL DE
BAIXO RISCO ALTO RISCO
RESISTÊNCIA
ß lactâmico +inibidor de ß Drogas Anti-Pseudomonasß lactâmico
lactamases não Anti-Pseudomonas. +Inibidor de ß lactamases.
Fluoroquinolonas. Cafalosporina de 4ª Geração.
Cafalosporina de 3ª Geração. Carbapenêmicos.
Anti-Pseudomonas. Quinolonas Ciprofloxacina.
Aminoglicosídeos.
Monobactâmicos.
Drogas Anti-Estafilocócicas.
DISCIPLINA: PNEUMOLOGI A
Obrigada!
MONITORA: YASMIM LAUREANO