Dosagem de Carbendazim em Culturas
Dosagem de Carbendazim em Culturas
VASTO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob no 21820
COMPOSIÇÃO:
dimethyl 4,4'-(o-phenylene)bis(3-thioallophanate) (TIOFANATO-METILICO)......................... 500 g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes ................................................................................................................ 680 g/L (68,0% m/v)
GRUPO B1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol (precursor de)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Albaugh Agro Brasil Ltda.
Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar – Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/0001-
27 - Fone: (0XX11) 4750-3200 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Tiofanato-metílico Técnico Agristar - Registro MAPA nº 27316
Ningxia Ruitai Technology Co. Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, 755000 - Ningxia - China.
Jiangxi Heyi Chemical Co. Ltd. - Longcheng Town, Pengze County, 332700 Jiujiang, Jiangxi, China.
Tiofanato-metílico Técnico Consagro - Registro MAPA nº 2919 - Anhui Guangxin Agrochemical Co., Ltd., Pengcun
Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R - China.
FORMULADOR / MANIPULADOR:
Albaugh Agro Brasil Ltda. – Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70 -
Cadastro no Estado (INEA/RJ) LO nº IN041296
Anhui Guangxin Agrochemical Co. LTD - Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235,
Anhui – China.
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co., LTD - Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Jiangsu,
China.
Shangyu Nutrichem Co., Ltd - Nº 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Development Area, Zhejiang,
312369 – China.
Nº de lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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VASTO é um fungicida sistêmico, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas em diversas culturas.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
I. Em Pulverização da Parte Aérea:
Doença Dose p.c.*
Volume de Número, Época e Intervalo de
Cultura Nome comum L/100 L
L/ha calda (L/ha) Aplicação
(nome científico) água
200 Realizar até 4 aplicações. Iniciar as
Ramulária (terrestre) aplicações preventivamente, antes do
Algodão ----- 0,6 – 0,8
(Ramularia areola) 30 – 40L fechamento da cultura, repetindo-se a
(aérea) cada 10 a 15 dias.
700 a 1000
Mal-de-Sigatoka (terrestre) Realizar até 3 aplicações, durante o
Banana (Mycosphaerella 0,1 0,4 – 0,6 período chuvoso, com intervalos de 30
musicola) 30 – 40L a 45 dias.
(aérea)
No caso de Verrugose, realizar 2
aplicações: a primeira no estágio de
Verrugose florescimento "palito de fósforo" e a
(Elsinoe australis) segunda com "2/3 das pétalas caídas".
No caso de Mancha-preta, realizar até 4
700 a 1000 aplicações. Iniciar o tratamento a partir
Citros 0,1 -----
(terrestre) de frutos com 1,5 cm de diâmetro, com
Mancha-preta intervalos de 40 dias, sempre
(Phyllosticta citricarpa) intercalando a aplicação com produtos
de outros grupos químicos. Adicionar
sempre à calda de pulverização Óleo
Mineral ou Vegetal a 0,5%.
Oídio Realizar até 3 aplicações, iniciando-se
700 a 1000
(Erysiphe polygoni) 0,1 0,7 nos primeiros sintomas das doenças,
Ervilha (terrestre)
(Erysiphe pisi) com intervalos de 7 a 10 dias.
200 a 300 Realizar até 3 aplicações, a primeira
Antracnose (terrestre) pulverização deverá ser realizada aos
Feijão (Colletotrichum ----- 0,5 – 0,75
30 – 40L 20 dias após a emergência e as demais
lindemuthianum)
(aérea) em pré e pós florada.
Sarna-da-macieira
(Venturia inaequalis)
(Cladosporium
carpophilum)
Podridão-amarga Realizar até 3 aplicações durante a
(Colletotrichum 700 a 1000 safra. Concentrar as aplicações de
Maçã 0,1 -----
gloesporioides) (terrestre) Novembro a Janeiro (período chuvoso),
com intervalos de 10 dias.
Sujeira-da-mosca
(Schizothyrium pomi)
Cancro-europeu
(Neonectria galligena)
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MODO DE APLICAÇÃO:
Primeiramente agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. A seguir, diluir o VASTO diretamente
na quantidade de água previamente estabelecida, de acordo com o modo de aplicação, até obter uma calda
homogênea.
Uso de equipamentos de aplicação via pulverização terrestre: Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos
cônicos, densidade mínima de 50-70 gotas/cm2 com 250 micra.
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No caso da cultura da manga, usar pulverizadores tratorizados dotados de bicos cônicos ou pistola apropriados para
a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento,
de modo a atingir toda a parte aérea da planta proporcionando uma cobertura homogênea da calda.
O volume e calda indicado em intervalo é variável conforme o estádio de desenvolvimento da planta, para a cultura
de citros considerar volume médio de 10 L/planta.
Uso de equipamentos de aplicação via pulverização aérea: (Uso de barra e atomizador rotativo Micronair):
- Utilizar esta modalidade de aplicação nas culturas de: Algodão, Banana, Feijão, Milho, Soja e Trigo.
- Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda
- Altura de vôo com barra: 2-3 m, com Micronair: 3-4 m.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
- Tamanho/densidade de gota: 180-220 micra, com mínimo de 60 gotas/cm2
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°.
- Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão
e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
Condições climáticas:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a
adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 8 Km/h, temperatura e umidade relativa, visando
reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea obedecer à umidade relativa não inferior a 70%.
PREPARO DA CALDA:
VASTO deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua capacidade com água limpa. Ao
adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação, e após adicionar o produto,
completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação. O sistema de agitação
do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de
aplicação ou consultar um Engenheiro Agrônomo.
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mofo branco. O maior período sem plantas hospedeiras, proporcionado pela integração lavoura-pecuária, pode
reduzir significativamente a fonte de inóculo.
Escolha de cultivares: Principalmente para as áreas infestadas, o agricultor ou técnico deve optar por cultivares de
ciclo determinado, com período de floração concentrado e por cultivares que apresentam arquitetura de folhas
eretas e porte baixo.
- Porte e arquitetura de folhas - plantas de porte baixo com folhas menores e eretas são menos favoráveis à
ocorrência da doença, ou seja, não proporcionam um microclima favorável à infecção e ao desenvolvimento do
patógeno.
- Período de floração concentrada - como os esporos do fungo Sclerotinia sclerotiorum, ao germinarem, encontram
dificuldades em penetrar diretamente nos tecidos das hastes dos hospedeiros, o mesmo necessita da flor em
senescência para melhor infectar as plantas. Assim sendo, quanto menor o período de floração, menor a
probabilidade de infecção. Cultivares de ciclo indeterminado, as quais apresentam flores por maior período de
tempo estão mais sujeitas à infecção.
Formação ampla de palha: A palha oriunda do plantio direto, diferentemente do que havia se pensado em um
passado recente, tem contribuído sobremaneira no controle da doença. Além de aumentar a matéria orgânica do
solo, permitindo a proliferação e manutenção de microrganismos antagonistas, a palha funciona como uma barreira
física impedindo a liberação de ascósporos (esporos) pelos apotécios. Quanto mais densa e uniforme for a palha
sobre o solo, maior o impedimento físico imposto à disseminação do patógeno, e, consequentemente, melhor
controle da doença.
Manejo do solo: Entende-se por manejo do solo, a conservação química, física e biológica do mesmo. No caso do
mofo branco, quanto maior a porcentagem de matéria orgânica, maior será a quantidade e a diversidade de
microrganismos antagonistas, como o Trichoderma spp. Em relação à qualidade química, podemos inferir que solos
bem adubados, conforme necessidade da cultura, maior será a capacidade da planta em resistir à infecção e/ou
colonização pelo patógeno, ou seja, plantas bem nutridas são naturalmente mais resistentes. O potássio, por
exemplo, está envolvido na maior lignificação do tecido vegetal e, consequentemente, menor possibilidade de
acamamento. Plantas acamadas significam maior pressão de doença, principalmente pelo microclima formado. Em
relação à física, recomenda-se não revolver o solo. Quando se revolve o solo pela primeira vez, os escleródios
produzidos pelo fungo são enterrados na camada abaixo de 20 cm. Entretanto, quando essa prática é repetida, tais
escleródios são novamente trazidos à superfície ficando o solo infestado nos perfis de 0-20 cm, formando um banco
de escleródios.
Controle biológico: Para o controle biológico utiliza-se um organismo vivo no controle de outro organismo vivo, que
pode ocorrer a partir de diferentes processos (antibiose, competição, parasitismo, etc.). No caso específico do mofo
branco, o controle biológico mais conhecido é através do uso de fungos do gênero Trichoderma. Trata-se de um
microrganismo vivo, é necessário que o mesmo se estabeleça e encontre condições para sobreviver e controlar o
agente patogênico.
Controle químico com VASTO:
Dose de uso: 1,0 L/ha com volume de calda de 200L/ha quando tratorizado ou 30-40 L/ha em aplicações aéreas.
Recomenda-se sempre utilizar a tecnologia mais adequada para que se atinja o alvo. Aplicar o produto de forma
preventiva no início da floração (R1). Se for necessário reaplicar o produto, a aplicação deverá ser com intervalo de
10 dias em relação a primeira, no estágio fenológico de floração plena (R2) e deverá ser de caráter preventivo. É
recomendado que o produto seja usado no manejo em rotação com fungicidas de outros grupos químicos.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda
aplicação.
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INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Intervalo (dias)
Algodão, banana, citros, ervilha, feijão, manga, melão, tomate e trigo ........... 14
Algodão e soja (tratamento de sementes) ...................................................... (1)
Maçã .............................................................................................................. 07
Milho e morango ........................................................................................... 03
Pinhão-manso e rosa ...................................................................................... U.N.A.
Soja ................................................................................................................. 21
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso Não Alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não é fitotóxico para as culturas recomendadas, dentro das dosagens e usos recomendados na bula e
rótulo, tendo uso limitado a tais recomendações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
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- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de Ação
à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: [Link]).
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI’s) danificados, úmidos vencidos ou com vida útil fora da especificação.
Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação
de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
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Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado ( filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela unidade de
tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.
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- Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1h).
Dose: suspensão (240 mL de água/30g de carvão). Dose: 25 a 100g em adultos, 25 a 50g
em crianças de (1-12) anos e 1 g/kg em < 1 ano;
- Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
- Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. Manter internação por no mínimo
24horas após o desaparecimento dos sintomas.
A indução do vômito e contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
Contraindicações
química.
Efeitos Sinérgicos Não relatados em humanos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação
e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
ATENÇÃO
(Notivisa)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
Disque-Intoxicação (24h): 0800-014-1149 – TOXICLIN
Telefone da empresa: (0XX11) 4750-3200 (horário comercial).
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Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
A) No caso de APLICAÇÃO FOLIAR
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.
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