Introdução ao Processamento de Sinais
Introdução ao Processamento de Sinais
Digital de Sinais
Módulo I
Marco Antonio Grivet Mattoso Maia
CETUC-PUC/Rio
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 2
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 3
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 4
Sinal de Tempo Contínuo
Do Inglês: Continuous-Time Signals
sinal s(t)
tempo
S11 tempo
intervalo de
amostragem
∆t
imaginário z = a + j.b
a = r. cos(θ ) b = [Link](θ )
z = r. cos(θ ) + [Link](θ ) = r.[cos(θ ) + [Link](θ )]
z
b
r e j .θ
θ
r = a2 + b2 θ = tg −1 (b a )
a real
z = a + j.b representãção cartesiana
z = r.e j .θ representação polar
y
f(x)
∂
f (x ) = tg (θ )
f(x0)
∂x x = x0
θ
x0 x
y
f(x)
+ + a
a - b x
∂ ∂ ∂ ∂
f ( x) = f R ( x ) + j. f I ( x ) = f R ( x ) + j. f I ( x )
∂x ∂x ∂x ∂x
∫ f ( x ) .dx =
a
∫ f ( x ) +
a
R j. f I ( x ) .dx =
∫ f R ( x ) .dx + j.∫ f I ( x ) .dx
a a
1 se t < 1 / 2
Rect (t ) =
0 caso contrário t
-1/2 +1/2
Rect(t/T)
1
t 1 se t < T / 2
Rect( ) =
T 0 caso contrário t
-T/2 +T/2
Rect((t-a)/T)
1
t − a 1 se a - T / 2 < t < a + T / 2
Rect( )=
T 0 caso contrário
t
a-T/2 a+T/2
1 − t se t < 1
Tri (t ) =
0 caso contrário t
-1 +1
Tri(t/T)
1
t
t 1 − se t < T
Tri ( ) = T
T 0 caso contrário t
-T +T
Tri(t/T)
1
t −a
t − a 1 − se a - T / 2 < t < a + T / 2
Tri ( )= T
T 0 caso contrário
t
a-T a+T
0 se t < 0
u (t ) = 1 / 2 se t = 0
1 se t > 0
u(t)
Note que
1
sgn(t ) + 1
= u (t ) t
2
+∞
E [g (t )] = ∫ g (t )
2
.dt
−∞
OBSERVAÇÕES
T →∞ T
−T / 2
OBSERVAÇÃO
∞
n ∞ n
a0 + ∑ an .cos 2.π .t + ∑ bn .sen 2.π .t para t ∈ [ a, b ]
g (t ) =
= n 1= T0 n 1 T0
onde:
1 b
a0 = .∫ g ( t ) .dt (componente DC)
T0 a
2 b n
an =.∫ g ( t ) .cos 2.π .t .dt n 1, 2,3,.....
T0 a T0 “harmônico”
de ordem n
2 b n
bn =.∫ g ( t ) .sen 2.π .t .dt n 1, 2,3,.....
T0 a T0
T /4
1 0 A
T0 −T∫0 /4
A
=a0 = [Link] Sinc(n / 2)
2
2 0
T /4
n sen(n.π / 2)
=t a n = ∫ A.
T0 −T0 /4
cos 2.π .t dt A.
T0 n.π / 2
a=-T0/2 -T0/4 T0/4 b=T0/2
2 0 n
T /4
T0 −T∫0 /4
=bn = A. sen 2.π .t dt 0
T0
A A 1 A 3 A 5 A 7
g (t ) =+ .cos 2.π .t − .cos 2.π .t + .cos 2.π .t − .cos 2.π .t + ......
2 π T0 π .3 T0 π .5 T0 π .7 T0
.( e + e ) . ( e j.x − e− j.x )
1 j.x − j.x 1
Sabemos que cos ( x ) = sen ( x ) =
2 2j
Então
+∞ n
j .2.π .t
g (t ) = ∑ c .e
n = −∞
n
T0
b n
1 1 − j .2.π .t
onde cn = . ( an − jbn ) = ∫ g (t ).e T0
.dt
2 T0 a
cn = c− n
= *
cn c ⇒
arg ( cn ) = − arg ( c− n )
−n
comportamento “ímpar”
∫0 = ∫
= = =
To
cn g (t ).e .dt e .dt j .
T0 T0 0 T0 − j.2.π . n 2.π .n
To 0
1 − cos ( 2.π .α .n )
A A
= − sen ( 2.π .α .n ) − j. 1 − cos ( 2.π .α .n ) = . 1 − cos ( 2.π .α .n ) .exp j. tg
−1
2.π .n π. n
sen ( 2.π .α .n )
cn arg ( cn )
área unitária
pa(t) δ(t)
para qq. valor 1/a
de a 1
a→0
-a/2 +a/2 t t
Função generalizada
δ (t − T0 )
T0
Trem de impulsos
δ T (t )
0
T0
+∞
= ∫ y (τ ) .x ( t − τ ) .dτ
−∞
integral de convolução
ou simplesmente
convolução
g (t ) ∗ δ (t − t0 ) = g (t − t0 )
+∞
g (t ) ∗ δ t0 (t ) = ∑ g (t − n.t ) 0
n = −∞
a b
t
* c
d
t
x(t-τ)
c
τ
-b+t -a+t d
x(t-τ)
c
τ
-b+t -a+t d
−a+t ≥ c
⇒ a+c ≤t ≤b+d
−b +t ≤ d
suporte( x ∗ y ) = (b + d ) − (a + c ) =
= (b − a ) + (d − c ) =
= suporte(x ) + suporte( y )
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 37
Exemplo
x(t) y(t)
B
A
0 a
t
* 0
t<0
a
t
y(t-τ)
X(τ)
a
τ
t-a t 0
x(t)*y(t)=0
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 38
Exemplo
x(t) y(t)
B
A
0 a
t
* 0 a
0<t < a
t
y(t-τ)
X(τ)
a
τ
t-a 0 t
x(t)*y(t)=A.B.t
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 39
Exemplo
x(t) y(t)
B
A
0 a
t
* 0 a
t
a
τ
0 t-a t
x(t)*y(t)=A.B.(2.a-t)
0 a
t
* 0 a
t
a t-a
τ
0 t
x(t)*y(t)=0
0 a
t
* 0 a
t
0 t<0
A.B.t 0<t <a
A.B.a
x(t )* y(t ) =
A.B.(2a − t ) a < t < 2a
0 2a < t
a
t
0 2a
g (t + T ) =
g (t ) para qualquer t
Toda a teoria discutida até agora diz respeito a funções definidas na região
[a,b] dos reais. No caso de funções periódicas de período T, se
escolhermos arbitrariamente a e b de modo que b-a=T, a série de Fourier,
que até então valia apenas para t pertencente a [a,b], passa agora a valer
para todos os reais.
mesmos coeficientes
período T período T
+∞ n
j .2.π .t
g (t ) ∑ c .e
n = −∞
n
T0
para t ∈ (−∞, +∞)
a +T0 n
1 − j .2.π .t
cn = ∫
T0
onde g (t ).e .dt
T0 a
t
-T/2 +T/2
t
gT (t ) = g (t ).Rect
Defina-se:
T
É fácil de perceber que:
2) g ( t ) = lim gT ( t )
T →∞
G ( f ) =ℑ
g ( t ) ∫
= g ( t ) .e − j .2.π . f .t
.dt
g (t ) ↔ G ( f ) −∞
+∞
g t =
( ) ℑ−1 G ( f ) = ∫ G ( f ) . e j .2.π . f .t
.df
−∞
OBSERVAÇÃO:
Uma condição suficiente para a existência da Transformada de Fourier de
g(t) é que esta função seja absolutamente integrável, ou seja :
+∞
∫ g (t ) .dt < ∞
−∞
• Osciloscópio
• Voltímetro Digital
• Frequencímetro
• Analisador de Espectro
• Analisador de Protocolo
• Gerador de Sinais
+∞ +∞
= de x ( t ) ∫=
x(t ) .dt ∫
2 2
Energia X ( f ) .df
−∞ −∞
Se
g1 (t ) ↔ G1 ( f ) e g 2 (t ) ↔ G2 ( f )
Então
a1.g1 (t ) + a2 .g 2 (t ) ↔ a1.G1 ( f ) + a2 .G2 ( f )
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
G (t ) ↔ g ( − f )
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
g ( t − t0 ) ↔ G ( f ) .e − j .2.π . f .t0
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
e − j .2.π . f 0 .t
.g ( t ) ↔ G ( f − f 0 )
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
+∞ +∞
∫ g (t ).dt
-∞
G=
(0) ∫ G ( f ).df g (0)
-∞
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
d
g ( t ) ↔ j.2.π . f .G ( f )
dt
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
t
1 G ( 0)
∫-∞ g (τ ) .dτ ↔ j.2.π . f .G ( f ) + 2 .δ ( f )
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
g * ( t ) ↔ G* ( − f )
Se
g1 ( t ) ↔ G1 ( f ) e g 2 ( t ) ↔ G2 ( f )
Então
g1 ( t ) .g 2 ( t ) ↔ G1 ( f ) ∗ G2 ( f )
g1 ( t ) ∗ g 2 ( t ) ↔ G1 ( f ) .G2 ( f )
g ( t )= Tri (t / T ) ⇔ G ( f )= T .Sinc 2 ( f .T )
g (t ) =δ (t ) ⇔ G ( f ) =1
1
g (=
t ) cos(2.π . f 0 .t ) ⇔ G ( =
f) .[δ ( f − f 0 ) + δ ( f + f 0 ) ]
2
1
( t ) sen(2.π . f 0 .t ) ⇔ G=
g= (f) .[δ ( f − f 0 ) − δ ( f + f 0 ) ]
2j
M ( f ) = 0 para f > W
g (t ) = m(t ). cos(2.π . f 0 .t ) onde
f 0 >> W
propriedade 10
m(t) g(t)
x
cos(2.π.f0.t)
OSCILADOR
-15 Hz +15 Hz
tempo
|G(f)|
tempo
freq.
F
T
F
f max =
2
Teoria
g (t ) ∗ δT0 (t )
g (t ) = T0 ≥ T
G ( f ) ∗ δ f1 ( f )
G( f ) = f1 ≥ F
g (t ) G( f )
T0 T0 T0 f1 f1 f1
1 +∞
g( t ) = . ∑ G( n. f 0 ).e j .2π .n . f 0 .t
T0 n = −∞
G ( f )é periódica de período f1
1 +∞
G( f ) = . ∑ g ( n.T1 ).e j .2π .n .T1 . f
f 1 n = −∞
1 N −1
g ( mT1 ) = .∑ G ( n. f 0 ). ( e )
j .2π / N n .m
↔ para m =0,1,...N − 1
T0 n = 0 w
g (0.T1 ) w0 w0 ... w0 G ( 0. f 0 )
g (1.T ) 0
1 = 1 w w1 ... w N −1 G ( 1. f 0 )
. .
....... T0 ... ... ... ... .......
0 N 2 −1
g (( N − 1 ).
T )
1 w w N −1 ... w G (( N − 1 ). f 0 )
g(0) G(0)
g(3) G(3)
g(1) G(1)
g(2) G(2)
tempo freqüência
∆t ∆f
g(N-2) G(N-2)
fmax
g(N-1) G(N-1)
T .F = N ∆f = 1
G ( N − 1) = G * ( 0)
T
T = N .∆t ⇒ G ( N − 1=
− i ) G * ( i ) ⇒ G ( N −= 2 ) G * (1)
1
F = N .∆f ∆t = ...................
F
Navio B
y (t ) = L[u (t )]
PERGUNTA : Como descrever o sistema ?
RESPOSTA INGÊNUA : Através de uma tabela de mapas E/S
OBSERVAÇÃO
A expressão acima se generaliza para qualquer
quantidade finita de sinais. Entretanto ela não
necessariamente é válida quando envolve uma
coleção infinita de sinais.
c1 c1
x1(t) x1(t)
x L(.) x
x2(t)
c2 Σ L(.) = x2(t)
c2 Σ
x L(.) x
Sistema é Linear
y (t ) = L[u (t )] ⇒ y (t − ∆ ) = L[u (t − ∆ )]
sistema
Δ Δ
sistema
u1(t)
y2(t)
sistema
u2(t)
t0 t0
u[ t0 ,∞ ) =
0 ⇒ y[ t0 ,∞ ) =
0
resposta impulsional
h(t)
δ(t)
sistema
t=0
t=0
Y ( f ) = U ( f ) .H ( f )
função de transferência
h(t)
domínio domínio
do tempo da freqüência
(t ) u (t ) ∗ h (t )
y= u(t),h(t) U(f),H(f)
Y ( f ) = U ( f ) .H ( f )
Y(f)
H(f )=
U(f)
y(t)=u(t)*h(t) Y(f)=U(f).H(f)
x(t ) X(f )
y (t ) Y( f )
+∞
z (t ) ∫ x (τ ) . y ( t − τ ) .dτ
−∞
Z ( f ) = X ( f ).Y ( f )
t t
OBSERVAÇÃO:
Todo sinal com suporte finito no tempo possui
suporte infinito na freqüência.
largura de faixa
f
-f0 +f0
largura de faixa
|H(0)|/√2
B3dB
BNeq
+∞ +∞
1
H ( 0) ∫ H(f) . ∫ H ( f ) .df
2 2 2
[Link] . = .df =
⇒ BNeq
H ( 0)
2
−∞ 0
BNull
Bα
+ Bα +∞
∫ H(f ) (1 − α ) . ∫ H(f )
2 2
.df= .df
− Bα −∞
α = 1% - 5% (típico)
LdB
Bβ
4800 Hz
2400 Hz
1200 Hz
B B
f
+f1 +f2
“FILTRO”
f0 ajustável
W W
y(t)=g2(t)
caso
g1(t)+g2(t)
-f0 +f0 f0= f2
f2-f1> W>B
10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 114
Espectro de Freqüências
[Link]
-f0 f0
f
B B
K
-f0 f0
f
f
-fc-W -fc -fc+W -W +W fc-W fc fc+W
M(f)
0.5.A.M(f+fc) 0.5.A.M(f-fc)
f
-fc-W -fc -fc+W -W +W fc-W
ffcc fc+W
Z(f)
f
-fc-W -fc fc fc+W
R(f)
f
-2fc-2W -2fc-W -W +W 2 fc+W 2 fc+2W
f
-2fc-2W -2fc-W -W +W 2 fc+W 2 fc+2W
Y(f)
f
-W +W
Som “scrambleado”