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Introdução ao Processamento de Sinais

O documento aborda conceitos fundamentais de Processamento Digital de Sinais, incluindo sinais de tempo contínuo, discreto e digital, além de revisar conceitos matemáticos como números complexos, derivadas e integrais. O curso enfatiza o estudo de sinais de tempo discreto, que são obtidos por amostragem de sinais contínuos. Também são discutidos temas como energia, potência, unidades de medida e a série de Fourier.

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Introdução ao Processamento de Sinais

O documento aborda conceitos fundamentais de Processamento Digital de Sinais, incluindo sinais de tempo contínuo, discreto e digital, além de revisar conceitos matemáticos como números complexos, derivadas e integrais. O curso enfatiza o estudo de sinais de tempo discreto, que são obtidos por amostragem de sinais contínuos. Também são discutidos temas como energia, potência, unidades de medida e a série de Fourier.

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Processamento

Digital de Sinais
Módulo I
Marco Antonio Grivet Mattoso Maia
CETUC-PUC/Rio
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 2
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 3
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 4
Sinal de Tempo Contínuo
Do Inglês: Continuous-Time Signals
sinal s(t)

tempo

• Sinal contínuo no domínio do tempo


• Sinal contínuo no domínio da variável
• Também conhecido como sinal analógico
• Caracterizado por uma função contínua no tempo

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 5


Sinal de Tempo Discreto
Do Inglês: Discrete-Time Signals
sinal s(t)
S4 S15
S3 S5 S14
S6 S13
S2 S16
S7
S1 S8 S9 S12
S10

S11 tempo
intervalo de
amostragem
∆t

• Sinal discreto no domínio do tempo


• Sinal contínuo no domínio da variável
• Fora dos instantes de amostragem, o sinal não é definido
• Caracterizado por uma seqüência de números reais
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 6
Sinal Digitais
sinal s(t)
111 S4 S15
110 S3 S5 S14
101 S6 S13
S2 S16
100 S7
S1 S8 S9 S12
011 S10
010
001
S11 tempo
000 intervalo de
amostragem
∆t

• São sinais de tempo-discreto, que sofreram quantização no


domínio da variável
• Caracterizado por uma seqüência de números binários

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 7


O objetivo do curso é estudar sinais de tempo
discreto. Entretanto, como tais sinais em geral são
obtidos por amostragem sobre os os sinais de tempo
contínuo (sinais analógicos), o seu estudo fica
bastante facilitado se inicialmente for feito um estudo
dos sinais analógicos.

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 8


Revisão de Conceitos (1)
 Números Complexos
São números da forma a+j.b onde a e b são números reais e j=√-1

imaginário z = a + j.b
a = r. cos(θ ) b = [Link](θ )
z = r. cos(θ ) + [Link](θ ) = r.[cos(θ ) + [Link](θ )]
z
b   
r e j .θ
θ
r = a2 + b2 θ = tg −1 (b a )
a real
z = a + j.b representãção cartesiana
z = r.e j .θ representação polar

r e θ são respectivamente chamados de módulo e fase (ou argumento) do


número complexo

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 9


Revisão de Conceitos (2)
 Derivada de uma função real de uma variável real

y
f(x)


f (x ) = tg (θ )
f(x0)
∂x x = x0

θ
x0 x

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 10


Revisão de Conceitos (3)
 Integral de uma função real de uma variável real

y
f(x)

∫ f ( x ) .dx = área orientada


b

+ + a

a - b x

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 11


Revisão de Conceitos (4)
 Derivada de uma função complexa de uma variável real

∂ ∂ ∂ ∂
f ( x) =  f R ( x ) + j. f I ( x )  = f R ( x ) + j. f I ( x )
∂x ∂x ∂x ∂x

 Integral de uma função complexa de uma variável real


b b b b

∫ f ( x ) .dx =
a
∫  f ( x ) +
a
R j. f I ( x )  .dx =
∫ f R ( x ) .dx + j.∫ f I ( x ) .dx
a a

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 12


Função Rect Rect(t)

1 se t < 1 / 2
Rect (t ) = 
0 caso contrário t

-1/2 +1/2
Rect(t/T)

1
t 1 se t < T / 2
Rect( ) = 
T 0 caso contrário t

-T/2 +T/2
Rect((t-a)/T)

1
t − a 1 se a - T / 2 < t < a + T / 2
Rect( )=
T 0 caso contrário
t

a-T/2 a+T/2

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 13


Função Tri Tri(t)

1 − t se t < 1
Tri (t ) = 
0 caso contrário t

-1 +1
Tri(t/T)

1
 t
t 1 − se t < T
Tri ( ) =  T
T 0 caso contrário t

-T +T
Tri(t/T)

1
 t −a
t − a 1 − se a - T / 2 < t < a + T / 2
Tri ( )= T
T 0 caso contrário
 t

a-T a+T

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 14


Função Sinc
sen(π .x )
Sinc( x ) =
π .x

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 15


Função Degrau

0 se t < 0

u (t ) = 1 / 2 se t = 0
1 se t > 0
 u(t)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 16


Função Sinal
-1 se t < 0

sgn(t ) =0 se t 0
+1 se t > 0

sgn(t)

Note que
1

sgn(t ) + 1
= u (t ) t
2

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 17


Energia
Seja g(t) um sinal arbitrário. Define-se com ENERGIA deste sinal ao valor
da seguinte expressão (quando existir):

+∞
E [g (t )] = ∫ g (t )
2
.dt
−∞

OBSERVAÇÕES

• Se g(t) é um sinal de tensão aplicado a um resistor de 1 ohm, então a


energia dissipada nesse resistor é dada pela expressão acima

• Todo sinal limitado de suporte finito possui energia finita

• No sistema de unidades MKS onde g(t) é medido em Volt (V) e t é


medido em segundo (s), a energia de um sinal é medida em Joule (J)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 18


Potência
Seja g(t) um sinal arbitrário. Define-se com POTÊNCIA deste sinal ao
valor da seguinte expressão (quando existir):
+T / 2
1
P  g ( t )  = lim . ∫ g ( t ) .dt
2

T →∞ T
−T / 2

OBSERVAÇÃO

• Se g(t) é um sinal de tensão aplicado a um resistor de 1 ohm, então


a potência acima definida coincide com a potência dissipada nesse
resistor

• Todo sinal de potência finita certamente é de energia infinita.

• Todo sinal de energia finita certamente é de potência nula.

• No sistema de unidades MKS onde g(t) é medido em Volt (V) e t é


medido em segundo (s), a potência de um sinal é medida em Watt (W)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 19


Unidade
 PdbW = 10.log10(Pwatt)
 Pdbm = 10.log10(Pmiliwatt)
 Logo Pdbm = 30 + PdbW
 Se P1/P2 = α defina β=10.log10(α)
 Se β>0 diz-se que P1 está β dB acima de P2
 Se β<0 diz-se que P1 está -β dB abaixo de P2

P1= 3 W P2= 2 W então P1 está 10log10(3/2)=1.76 dB acima de P2

P1= 3 W P2= 5 W então P1 está 10log10(5/3)=2.22 dB abaixo de P2

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 20


Série de Fourier
Se g(t) é uma função “bem comportada” definida de [a,b]→R onde T0=b-a.
Então é possível mostrar que:

∞
n  ∞  n 
a0 + ∑ an .cos  2.π .t  + ∑ bn .sen  2.π .t  para t ∈ [ a, b ]
g (t ) =
= n 1=  T0  n 1  T0 
onde:
1 b
a0 = .∫ g ( t ) .dt (componente DC)
T0 a
2 b  n 
an =.∫ g ( t ) .cos  2.π .t  .dt n 1, 2,3,.....
T0 a  T0  “harmônico”
de ordem n
2 b  n 
bn =.∫ g ( t ) .sen  2.π .t  .dt n 1, 2,3,.....
T0 a  T0 

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 21


Exemplo
g(t)

T /4
1 0 A
T0 −T∫0 /4
A
=a0 = [Link] Sinc(n / 2)
2

2 0
T /4
  n  sen(n.π / 2)
=t a n = ∫ A.  
T0 −T0 /4  
cos 2.π .t   dt A.
T0   n.π / 2
a=-T0/2 -T0/4 T0/4 b=T0/2
2 0   n 
T /4

T0 −T∫0 /4  
=bn = A.  sen  2.π .t   dt 0
T0  

A A  1  A  3  A  5  A  7 
g (t ) =+ .cos  2.π .t  − .cos  2.π .t  + .cos  2.π .t  − .cos  2.π .t  + ......
2 π  T0  π .3  T0  π .5  T0  π .7  T0 

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 22


Efeito da Truncagem da Soma
(T0=1,A=1)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 23


Visualização 3D

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 24


Primeiro Esquema de Transmissão
(não muito prático mas viável)
 Seleciona-se um segmento do sinal que se
deseja transmitir.

 Calculam-se os N primeiros coeficientes da


série de Fourier deste sinal.

 Esses coeficientes são “enviados” ao receptor

 O receptor, de posse destes coeficientes, pode


“sintetizar” o sinal por eles descrito.
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 25
original N=5000 N=1000

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 26


Série de Fourier Complexa

.( e + e ) . ( e j.x − e− j.x )
1 j.x − j.x 1
Sabemos que cos ( x ) = sen ( x ) =
2 2j
Então
+∞ n
j .2.π .t
g (t ) = ∑ c .e
n = −∞
n
T0

b n
1 1 − j .2.π .t
onde cn = . ( an − jbn ) = ∫ g (t ).e T0
.dt
2 T0 a

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 27


Serie de Fourier Complexa
comportamento “par”


 cn = c− n
= *
cn c ⇒
arg ( cn ) = − arg ( c− n )
−n

comportamento “ímpar”

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 28


Espectro Discreto
 Denomina-se de Espectro de Amplitude do sinal g(t) a
função |cn| versus n.f0=n/T0

 Denomina-se de Espectro de Fase do sinal g(t) a


função fase(cn) versus n.f0=n/T0

Estes espectros são uma forma diferente de


caracterizar o mesmo sinal. As representações deste
sinal quando vistas em função do “tempo” ou da
“freqüência”, são respectivamente entendidas como
vistas no “domínio de tempo” ou no “domínio da
freqüência”

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 29


Exemplo
Espectro de Um Pulso Retangular g(t)

a=0 αT0 b=T0


α .T0
n
− j .2.π . .t
T0 n α .T n
− j .2.π .
A 0 − j .2.π .To .t To
1 A e A
( e − j .2.π .α .n − 1)
.t

∫0 = ∫
= = =
To
cn g (t ).e .dt e .dt j .
T0 T0 0 T0 − j.2.π . n 2.π .n
To 0
 
  1 − cos ( 2.π .α .n )  
A A
=  − sen ( 2.π .α .n ) − j. 1 − cos ( 2.π .α .n )  = . 1 − cos ( 2.π .α .n ) .exp  j. tg 
−1
 
2.π .n π. n
  
  sen ( 2.π .α .n )  
   
cn  arg ( cn ) 

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 30


Exemplo
Espectro de Um Pulso Retangular

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 31


Função Impulso

área unitária
pa(t) δ(t)
para qq. valor 1/a
de a 1
a→0

-a/2 +a/2 t t

pulso unitário de largura a impulso unitário

Função generalizada

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 32


Funções Especiais
Impulso Deslocado

δ (t − T0 )
T0
Trem de impulsos

δ T (t )
0

T0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 33


Convolução
z (t ) = x (t ) ∗ y (t ) =
+∞
= ∫ x (τ ) . y ( t − τ )=
−∞
.dτ

+∞
= ∫ y (τ ) .x ( t − τ ) .dτ
−∞
integral de convolução
ou simplesmente
convolução

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 34


Convolução

g (t ) ∗ δ (t − t0 ) = g (t − t0 )
+∞
g (t ) ∗ δ t0 (t ) = ∑ g (t − n.t ) 0
n = −∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 35


Visualização da Convolução
x(t) y(t)

a b
t
* c
d
t

região onde o produto


x(t-τ).y(τ) é não nulo
y(τ)

x(t-τ)

c
τ
-b+t -a+t d

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 36


Visualização da Convolução
região onde o produto
x(t-τ).y(τ) é não nulo
y(τ)

x(t-τ)

c
τ
-b+t -a+t d

−a+t ≥ c
⇒ a+c ≤t ≤b+d
−b +t ≤ d
suporte( x ∗ y ) = (b + d ) − (a + c ) =
= (b − a ) + (d − c ) =
= suporte(x ) + suporte( y )
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 37
Exemplo
x(t) y(t)
B
A

0 a
t
* 0
t<0
a
t

y(t-τ)
X(τ)

a
τ
t-a t 0

x(t)*y(t)=0
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 38
Exemplo
x(t) y(t)
B
A

0 a
t
* 0 a
0<t < a
t

y(t-τ)
X(τ)

a
τ
t-a 0 t

x(t)*y(t)=A.B.t
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 39
Exemplo
x(t) y(t)
B
A

0 a
t
* 0 a
t

y(t-τ) 0<t-a < a


X(τ)
a<t < 2a

a
τ
0 t-a t

x(t)*y(t)=A.B.(2.a-t)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 40


Exemplo
x(t) y(t)
B
A

0 a
t
* 0 a
t

y(t-τ) a<t-a 2a<t


X(τ)

a t-a
τ
0 t

x(t)*y(t)=0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 41


Exemplo
x(t) y(t)
B
A

0 a
t
* 0 a
t

0 t<0
 A.B.t 0<t <a
A.B.a

x(t )* y(t ) = 
 A.B.(2a − t ) a < t < 2a
0 2a < t
a
t
0 2a

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 42


Extensão para Funções
Periódicas
Uma função g(t) é dita periódica de período T quando:

g (t + T ) =
g (t ) para qualquer t
Toda a teoria discutida até agora diz respeito a funções definidas na região
[a,b] dos reais. No caso de funções periódicas de período T, se
escolhermos arbitrariamente a e b de modo que b-a=T, a série de Fourier,
que até então valia apenas para t pertencente a [a,b], passa agora a valer
para todos os reais.
mesmos coeficientes

período T período T

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 43


Extensão para Funções
Periódicas
Se g(t) possui período T0

+∞ n
j .2.π .t
g (t ) ∑ c .e
n = −∞
n
T0
para t ∈ (−∞, +∞)
a +T0 n
1 − j .2.π .t
cn = ∫
T0
onde g (t ).e .dt
T0 a

Na equação acima, a é um valor arbitrário

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 44


Pergunta Importante
Vimos que quando g(t) é periódica, é
possível representá-la no “domínio da
freqüência”

E quanto a sinais não periódicos, é


possível produzir para estes sinais uma
representação semelhante?

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 45


Resposta g (t) g(t)
T

t
-T/2 +T/2

t 
gT (t ) = g (t ).Rect  
Defina-se:
T 
É fácil de perceber que:

1) gT ( t ) é uma função de suporte finito

2) g ( t ) = lim gT ( t )
T →∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 46


Transformada de Fourier
 +∞

G ( f ) =ℑ 
 g ( t )  ∫
 = g ( t ) .e − j .2.π . f .t
.dt

g (t ) ↔ G ( f )  −∞
+∞
g t =
 ( ) ℑ−1 G ( f )  = ∫ G ( f ) . e j .2.π . f .t
.df
 −∞

OBSERVAÇÃO:
Uma condição suficiente para a existência da Transformada de Fourier de
g(t) é que esta função seja absolutamente integrável, ou seja :
+∞

∫ g (t ) .dt < ∞
−∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 47


Espectro Contínuo
j .arg G ( f ) 
G ( f ) G ( f )=
= .e   Re G ( f )  + [Link] G ( f ) 
fase
módulo

 Denomina-se de Espectro de Amplitude do sinal g(t) ao módulo


de sua transformada de Fourier versus a freqüência f.

 Denomina-se de Espectro de Fase do sinal g(t) a fase de sua


transformada de Fourier versus a freqüência f.

Unidades para o módulo 20.log10 G ( f ) → decibel (dB)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 48


Analisador de Espectro

E4443A PSA Series Spectrum Analyzer, 3 Hz - 6.7 GHz

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 49


Osciloscópio Multi-Função

• Osciloscópio
• Voltímetro Digital
• Frequencímetro
• Analisador de Espectro
• Analisador de Protocolo
• Gerador de Sinais

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 50


Particularidades
 O módulo da transformada de Fourier de uma função
real é uma função par.

 A fase da transformada de Fourier de uma função real é


uma função ímpar.

 Toda função real par tem como transformada de Fourier


uma função puramente real.

 Toda função real ímpar tem como transformada de


Fourier uma função puramente imaginária.

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 51


Relação de Parseval
Seja x(t) um sinal no domínio do tempo e X(f)
a sua transformada de Fourier. Então:

+∞ +∞
= de x ( t ) ∫=
x(t ) .dt ∫
2 2
Energia X ( f ) .df
−∞ −∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 52


Propriedades da Transformada de
Fourier
1) Linearidade

Se
g1 (t ) ↔ G1 ( f ) e g 2 (t ) ↔ G2 ( f )
Então
a1.g1 (t ) + a2 .g 2 (t ) ↔ a1.G1 ( f ) + a2 .G2 ( f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 53


Propriedades da Transformada de
Fourier
2) Mudança de Escala no Tempo
Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
1  f 
g ( a.t ) ↔ .G  
a a

a < 1 ⇒ dilatação temporal


a > 1 ⇒ compressão temporal

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 54


Propriedades da Transformada de
Fourier
3) Dualidade

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
G (t ) ↔ g ( − f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 55


Propriedades da Transformada de
Fourier
4) Deslocamento no Tempo

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
g ( t − t0 ) ↔ G ( f ) .e − j .2.π . f .t0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 56


Propriedades da Transformada de
Fourier
5) Deslocamento na Freqüência

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
e − j .2.π . f 0 .t
.g ( t ) ↔ G ( f − f 0 )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 57


Propriedades da Transformada de
Fourier
6) Áreas

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
+∞ +∞

∫ g (t ).dt
-∞
G=
(0) ∫ G ( f ).df g (0)
-∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 58


Propriedades da Transformada de
Fourier
7) Diferenciação no Domínio do Tempo

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
d
g ( t ) ↔ j.2.π . f .G ( f )
dt

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 59


Propriedades da Transformada de
Fourier
8) Integração no Domínio do Tempo

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
t
1 G ( 0)
∫-∞ g (τ ) .dτ ↔ j.2.π . f .G ( f ) + 2 .δ ( f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 60


Propriedades da Transformada de
Fourier
9) Funções Conjugadas

Se
g (t ) ↔ G ( f )
Então
g * ( t ) ↔ G* ( − f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 61


Propriedades da Transformada de
Fourier
10) Multiplicação/Convolução no Domínio do Tempo

Se
g1 ( t ) ↔ G1 ( f ) e g 2 ( t ) ↔ G2 ( f )
Então
g1 ( t ) .g 2 ( t ) ↔ G1 ( f ) ∗ G2 ( f )
g1 ( t ) ∗ g 2 ( t ) ↔ G1 ( f ) .G2 ( f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 62


AlgumasTransformadas de Fourier
g (=
t ) Rect(t / T ) ⇔ G ( =
f ) T .Sinc ( f .T )
1
g ( t ) =exp ( −a.t ) .u ( t ) ⇔ G ( f ) =
a + j.2.π . f
2a
g ( t ) = exp(−a. t ) ⇔ G ( f ) = 2
a + ( j.2.π . f )
2

g ( t )= Tri (t / T ) ⇔ G ( f )= T .Sinc 2 ( f .T )
g (t ) =δ (t ) ⇔ G ( f ) =1
1
g (=
t ) cos(2.π . f 0 .t ) ⇔ G ( =
f) .[δ ( f − f 0 ) + δ ( f + f 0 ) ]
2
1
( t ) sen(2.π . f 0 .t ) ⇔ G=
g= (f) .[δ ( f − f 0 ) − δ ( f + f 0 ) ]
2j

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 63


Exemplo (Muito Importante)
Pulso “modulado” por um cosseno

M ( f ) = 0 para f > W
g (t ) = m(t ). cos(2.π . f 0 .t ) onde
 f 0 >> W
propriedade 10

G ( f ) = ℑ[m(t ). cos(2.π . f 0 .t )] = ℑ[m(t )]∗ ℑ[cos(2.π . f 0 .t )] =


δ ( f − f 0 ) + δ ( f + f 0 )
= M ( f )∗   =
 2 
= .[M ( f − f 0 ) + M ( f + f 0 )]
1
2

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Exemplo (Muito Importante)

m(t) g(t)
x

cos(2.π.f0.t)

OSCILADOR

-15 Hz +15 Hz

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Aplicação : Determinação de
Períodos de Repetição

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 66


Aplicação : Determinação de
Períodos de Repetição

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 67


Aplicação : Análise de Voz
“janelas” de tempo
sobre as quais a FFT
é calculada

tempo

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 68


10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 69
Aplicação: Oscilador Controlado a
Tensão (VCO)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 70


Computação Numérica da
Transformada de Fourier
g(t)

|G(f)|

tempo

freq.
F
T
F
f max =
2
Teoria
g (t ) ∗ δT0 (t )
g (t ) = T0 ≥ T
G ( f ) ∗ δ f1 ( f )
G( f ) = f1 ≥ F

g (t ) G( f )

T0 T0 T0 f1 f1 f1

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 72


Teoria
g ( t ) é periódica de período T0

1 +∞
g( t ) = . ∑ G( n. f 0 ).e j .2π .n . f 0 .t
T0 n = −∞

G ( f )é periódica de período f1

1 +∞
G( f ) = . ∑ g ( n.T1 ).e j .2π .n .T1 . f
f 1 n = −∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 73


Transformada Discreta de
Fourier (DFT)
Se fizermos f1.T0 = N (inteiro), tem-se :

1 N −1
g ( mT1 ) = .∑ G ( n. f 0 ). ( e )
j .2π / N n .m
↔ para m =0,1,...N − 1
T0 n = 0 w

 g (0.T1 )   w0 w0 ... w0   G ( 0. f 0 ) 
 g (1.T )   0  
 1 = 1  w w1 ... w N −1   G ( 1. f 0 ) 
. .
 .......  T0  ... ... ... ...   ....... 
   0 N 2 −1   
 g (( N − 1 ).
T )
1   w w N −1 ... w  G (( N − 1 ). f 0 )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 74


Transformada Rápida de
Fourier (FFT)
 O cálculo da DFT tem complexidade da
ordem de O(n2)

 A FFT é um algoritmo que efetua os


mesmos cálculos da DFT só que com
complexidade da ordem O([Link](n)), e por
conseqüência é mais “rápida” do que a
DFT.
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 75
Considerações sobre a DFT T F

g(0) G(0)
g(3) G(3)

g(1) G(1)
g(2) G(2)

tempo freqüência
∆t ∆f
g(N-2) G(N-2)
fmax
g(N-1) G(N-1)

T .F = N  ∆f = 1
G ( N − 1) = G * ( 0)
  T 
T = N .∆t  ⇒  G ( N − 1=
− i ) G * ( i ) ⇒ G ( N −= 2 ) G * (1)
  1
F = N .∆f   ∆t = ...................

 F

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Sinais nos Domínio do Tempo e
Freqüência

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 77


Sinais nos Domínio do Tempo e
Freqüência

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 78


Audacity
([Link]

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Dilema da Reação
Navio A

Navio B

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 80


[Link]

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 81


Representação de Sinais e
Sistemas
SISTEMA = qualquer dispositivo que produza um sinal de saída
(possivelmente vetorial) como resposta a um sinal de entrada
(estímulo, também possivelmente vetorial)
u1(t) y1(t)
u(t) y(t)
u2(t) y2(t)
entradas SISTEMA
saídas
L
um(t) yn(t)

y (t ) = L[u (t )]
PERGUNTA : Como descrever o sistema ?
RESPOSTA INGÊNUA : Através de uma tabela de mapas E/S

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 82


Sistemas Lineares

 Um sistema é dito linear quando:


L c1.u1 ( t ) + c2 .u2 ( t ) = c1.L u1 ( t )  + c2 .L u2 ( t ) 

OBSERVAÇÃO
A expressão acima se generaliza para qualquer
quantidade finita de sinais. Entretanto ela não
necessariamente é válida quando envolve uma
coleção infinita de sinais.

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 83


Sistema Linear
L c1.u1 ( t ) + c2 .u2 ( t ) = c1.L u1 ( t )  + c2 .L u2 ( t ) 

c1 c1
x1(t) x1(t)
x L(.) x

x2(t)
c2 Σ L(.) = x2(t)
c2 Σ
x L(.) x

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 84


Exemplo 1
L [=
u (t ) ] K .u ( t − t0 )

L [ c1.u1 (t ) + c2 .u=
2 (t ) ] K .[ c1.u1 (t − t0 ) + c2 .u2 (t =
− t0 ) ]
= c1.[ K .u1 (t − t0 ) ] + c2 .[ K .u2 (t −=
t0 ) ]
= c1.L [u1 (t ) ] + c2 .L [u2 (t ) ]

Sistema é Linear

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 85


Exemplo 2
L [u (t ) ] = K .u 2 ( t )

L [ c1.u1 (t ) + c2 .u2 (t ) ]= K .[ c1.u1 (t ) + c2 .u2 (t ) ] =
2

= c12 .  K .u12 (t )  + c22 .  K .u22 (t )  + 2.K .c1.c2 .u1 ( t ) .u2 ( t ) =


= c12 .L [u1 (t ) ] + c22 .L [u2 (t ) ] + 2.K .c1.c2 .u1 ( t ) .u2 ( t )

Sistema Não é Linear

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 86


Invariância no Tempo

 Um sistema é dito invariante no tempo


quando, para qualquer entrada u(t) cuja
resposta seja y(t), a resposta para u(t-Δ) é
dada por y(t-Δ).

y (t ) = L[u (t )] ⇒ y (t − ∆ ) = L[u (t − ∆ )]

SLIT = Sistema Linear Invariante no Tempo

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 87


Visualização

sistema

Δ Δ

sistema

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 88


Visualização
y1(t)

u1(t)
y2(t)
sistema
u2(t)

t0 t0

u1(t0)≠ u2(t0) y1(t0)= y2(t0)


O sistema é dinâmico

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 89


Relaxamento
 Um sistema é dito relaxado no instante t=t0
quando uma entrada nula a partir deste instante
produzir uma saída igualmente nula a partir
deste mesmo instante, ou seja:

u[ t0 ,∞ ) =
0 ⇒ y[ t0 ,∞ ) =
0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 90


Resposta Impulsional

Considere S como um sistema linear, invariante


no tempo, relaxado em t=-∞ e assuma que ele
seja excitado por uma entrada δ(t).

A resposta h(t) deste sistema a esse sinal é


denominada de resposta impulsional do
sistema

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 91


Visualização

resposta impulsional
h(t)

δ(t)

sistema

t=0
t=0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 92


Resposta Genérica no Domínio do
Tempo
Considere S como um sistema linear, invariante
no tempo, relaxado em t=-∞ e assuma que ele
seja excitado por uma entrada u(t).

Pode-se mostrar que a resposta y(t) deste


sistema a esse sinal u(t) é dada por:
+∞
y (t ) = u (t ) ∗ h (t ) = ∫ x (τ ) .h ( t − τ ) .dτ
−∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 93


Resposta Genérica no Domínio da
Frequência
Como conseqüência do exposto em
transparência anteriores, tem-se que:
+∞ +∞
y (t ) = u (t ) ∗ h(t ) = ∫ u (τ ).h(t − τ ).dτ = ∫ h(τ ).u (t − τ ).dτ
−∞ −∞

Y ( f ) = U ( f ) .H ( f )
função de transferência

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 94


Função de Transferência
u(t) SISTEMA y(t)

h(t)

domínio domínio
do tempo da freqüência
(t ) u (t ) ∗ h (t )
y= u(t),h(t) U(f),H(f)
Y ( f ) = U ( f ) .H ( f )
Y(f)
H(f )=
U(f)
y(t)=u(t)*h(t) Y(f)=U(f).H(f)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 95


Relação entre os Domínios do
Tempo e Freqüência
DOMÍNIO DO TEMPO DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA

x(t ) X(f )
y (t ) Y( f )
+∞
z (t ) ∫ x (τ ) . y ( t − τ ) .dτ
−∞
Z ( f ) = X ( f ).Y ( f )

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 96


Causabilidade

 Um sistema linear invariante no tempo é dito


causal quando ele se encontra relaxado antes
da aplicação da entrada.
sistema causal ⇔ h(t ) = 0 para t < 0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 97


Estabilidade
 Um sistema é dito BIBO-estável (BIBO=Bounded
Input Bounded Output) quando a saída é limitada
toda vez que a entrada for também limitada.

 Uma condição necessária e suficiente para que um


sistema invariante no tempo seja BIBO-estável é:
+∞

∫ h(t ) .dt < ∞


−∞

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 98


Exemplo
 O Integrador não é um sistema bibo-estável
t
y (t ) = ∫ u (τ ).dτ
u(t) −∞ y(t)

t t

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 99


Exemplo : Filtro Exponencial (1)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 100


Exemplo : Filtro Exponencial (2)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 101


Teorema

 Todo sinal limitado no domínio do tempo,


é ilimitado no domínio da freqüência.

 Todo sinal limitado no domínio da


freqüência, é ilimitado no domínio do
tempo.

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 102


Largura de Faixa
 Denomina-se de largura de faixa ou banda de
um sinal g(t) à faixa de freqüências positivas
onde seu espectro de amplitude é
“significativamente” não nulo.

OBSERVAÇÃO:
Todo sinal com suporte finito no tempo possui
suporte infinito na freqüência.

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 103


Classificação do Sinais Quanto a
Sua Localização na Freqüência
Sinal Passa-Baixa
ou |H(f)|
Sinal em Banda Básica

largura de faixa

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 104


Classificação do Sinais Quanto a
Sua Localização na Freqüência
Sinal Passa-Faixa
|H(f)|

f
-f0 +f0
largura de faixa

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 105


Largura de Faixa de Meia
Potência pontos de
meia
potência |H(f)|
|H(0)|

|H(0)|/√2

B3dB

20. log10 ( 2 ) = 3.01 dB


10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 106
Largura de Faixa de Ruído
Equivalente
|H(f)|
|H(0)|

BNeq
+∞ +∞
1
H ( 0) ∫ H(f) . ∫ H ( f ) .df
2 2 2
[Link] . = .df =
⇒ BNeq
H ( 0)
2
−∞ 0

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 107


Largura de Faixa de Nulo a
Nulo
|H(f)|

BNull

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 108


Largura de Faixa de Potência
Fracionária
|H(f)|

+ Bα +∞

∫ H(f ) (1 − α ) . ∫ H(f )
2 2
.df= .df
− Bα −∞

α = 1% - 5% (típico)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 109


Largura de Faixa De Densidade
Espectral de Potência Limitada
|H(f)|

LdB

H ( f ) ≤ L.H ( 0 ) para f > Bβ


 H ( 0) 
= =
LdB 20.log10 L 20.log10 =  35 dB - 50 dB (típico)
 H ( Bβ ) 
 
10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 110
Exemplos de Largura de Faixa
(em unidades de 1/T)
Critério Rect(t/T) Tri(2.t/T)

Meia Potência 0.443 0.637


g(t)
De Ruído Equivalente 0.500 0.667
De Nulo a Nulo 1.000 2.000
De Potência Fracionária (95%) 0.926 0.849
-T/2 T/2 t
De Potência Fracionária (96%) 1.408 0.900
De Potência Fracionária (97%) 1.649 0.963
De Potência Fracionária (98%) 2.613 1.045
De Potência Fracionária (99%) 5.665 1.174
De Potência Limitada (-35 dB) 17.571 3.480
De Potência Limitada (-40 dB) 31.572 5.362

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 111


Espectro típico de Um Sinal de
Voz

4800 Hz

2400 Hz

1200 Hz

largura de faixa 600 Hz


para fins de telefonia

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 112


Espectro dos Sinais de TV
Analógica Comercial

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 113


Separação de Sinais no Domínio da
Freqüência
DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA
DOMÍNIO DOTEMPO |G2(f)|
|G1(f)|
g1(t)
g2(t)

B B
f
+f1 +f2
“FILTRO”
f0 ajustável
W W
y(t)=g2(t)
caso
g1(t)+g2(t)
-f0 +f0 f0= f2
f2-f1> W>B
10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 114
Espectro de Freqüências

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 115


Nomenclatura para as Faixas de
Freqüências

[Link]

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 116


Bandas de Freqüências

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 117


Faixas de Rádio e TV

Rádio AM - 535 kHz a 1.7 MHz


Rádio Ondas Curtas - 5.9 MHz a 26.1 MHz
Rádio Faixa do Cidadão - 26.96 MHz a 27.41 MHz
Estações de Televisão - 54 a 88 MHz para os canais de 2 a 6
174 a 220 MHz para os canais de 7 a 13
Rádio FM - 88 MHz a 108 MHz

10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 118


10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 119
10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 120
10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 121
Filtros
 Filtro Ideal Passa-Baixas
H(f)

-f0 f0
f

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 122


10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 123
Filtros
 Filtro Ideal Passa-Faixa
H(f)

B B
K

-f0 f0
f

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 124


10/04/2025 CETUC-PUC/Rio-Marco Grivet 125
Projeto de Filtros (1)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 126


Projeto de Filtros (2)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 127


Projeto de Filtros (3)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 128


Projeto de Filtros (4)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 129


Projeto de Filtros (5)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 130


Projeto de Filtros (6)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 131


Problema (30 min)

w(t) z(t) r(t)

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 132


Solução
w ( t ) = m ( t ) .  [Link] ( 2.π . f c .t ) 
A 
W ( f ) M ( f ) *  . δ ( f − f c ) + δ ( f + f c )  
=
2 
A
W= ( f ) .  M ( f − f c ) + M ( f + f c ) 
2
M(f)
0.5.A.M(f+fc) 0.5.A.M(f-fc)

f
-fc-W -fc -fc+W -W +W fc-W fc fc+W

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 133


Solução filtro passa alta de freqüência fc

M(f)
0.5.A.M(f+fc) 0.5.A.M(f-fc)

f
-fc-W -fc -fc+W -W +W fc-W
ffcc fc+W

Z(f)

f
-fc-W -fc fc fc+W

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 134


Solução
=r ( t ) z ( t ) .  [Link] ( 2.π . ( f c + W ) .t ) 
A 
=R ( f ) Z ( f ) *  . δ ( f − f c − W ) + δ ( f + f c + W )  
2 
A
R=( f ) .  Z ( f − f c − W ) + M ( f + f c + W ) 
2

R(f)

f
-2fc-2W -2fc-W -W +W 2 fc+W 2 fc+2W

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 135


Solução
R(f)

f
-2fc-2W -2fc-W -W +W 2 fc+W 2 fc+2W

Y(f)

f
-W +W

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 136


Teste
 Som original

 Som “scrambleado”

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 137


Cor

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 138


Cor

10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 139


10/04/2025 Curso CIAW-PUC/Rio 140

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