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Ato 1 de Hamlet: Fantasmas e Vingança

O documento é uma adaptação de 'Hamlet', que narra a história de um príncipe que busca vingar a morte de seu pai, o Rei Hamlet, assassinado por seu tio Cláudio. A trama se desenrola com a aparição do fantasma do rei, revelando o assassinato e instigando Hamlet a agir, enquanto lida com suas emoções e a loucura de Ofélia. A peça explora temas de traição, amor e a luta interna de Hamlet entre a ação e a hesitação.

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Ato 1 de Hamlet: Fantasmas e Vingança

O documento é uma adaptação de 'Hamlet', que narra a história de um príncipe que busca vingar a morte de seu pai, o Rei Hamlet, assassinado por seu tio Cláudio. A trama se desenrola com a aparição do fantasma do rei, revelando o assassinato e instigando Hamlet a agir, enquanto lida com suas emoções e a loucura de Ofélia. A peça explora temas de traição, amor e a luta interna de Hamlet entre a ação e a hesitação.

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Prólogo/cena 1

Narrador: Há muito tempo houve uma guerra entre poderosos Reis, uma guerra que
decidiria o futuro daqueles que estavam ali.

(Cena de luta rolando ao fundo)

Narrador: (...) E quando finalmente um chegou à vitória, (Facada no Rei Hamlet.) o


futuro estava decidido.

ATO 1:

(INVERNO)

(Guarda)Marcelo: Bem-vindo Bernardo!

(Guarda)Bernardo: É Horácio que chega ali?

(Guarda)Marcelo: Uma parte dele (Horácio treme de frio).

(Guarda)Bernardo: Bem-vindo Marcelo e bem-vindo Horácio,

(Guarda)Marcelo: Ocorreu essa noite novamente?

(Guarda)Bernardo: Ainda não vi nada.

(Guarda)Marcelo: Horácio diz que tudo passa de nossa imaginação, então o trouxe para
quando aparecer comprovarmos a verdade.

Horácio: Bem, deixaremos Bernardo contar como foi...

(Guarda) Bernardo: Bom, estávamos eu e Marcelo...

(Fantasma aparece atrás dos 3 homens.)

(Guarda) Marcelo: VEJAM! AQUI ESTÁ ELE!

(Guarda) Bernardo: Veja, Horácio não é parecido com o falecido Rei Hamlet?

(Guarda)Marcelo: Fale com ele para saber o porquê dessa aparição. Vamos.

Horácio: Ó Rei, o que lhe traz aqui.

(O fantasma vai embora.)

Horácio: Calma, não! Não vá!


Gertrudes: Meu filho não fique assim, tudo um dia tem um fim, seja bom ou ruim.

Cláudio: Porque meu sobrinho, meu filho.... As nuvens pesadas lhe acompanham em
sua face.

Hamlet: Não está só na face, mas em mim também.

Cláudio: Hamlet deve saber que teu pai perdeu um pai, assim como o pai de seu pai
perdeu um pai. É algo natural perder os pais. Só lhe peço para que me veja como um
pai.

(Hamlet está com uma expressão tristonha, nega com sua cabeça.)

Cláudio: Venha, minha senhora.

(Gertrudes e Cláudio saem de cena.)

(Horácio entra em cena)

Hamlet: Horácio! Fico feliz em vê-lo, amigo.

Horácio: O seu mero servo também fica, senhor.

Hamlet: Mas a que assuntos o traz de Elsinore?

Horácio: Meu senhor, vim atender aos funerais de seu pai.

Hamlet: Achei que havia vindo pelo casamento de minha mãe.

Horácio: Não meu Rei, mas espero que você venha comigo, o seu pai o quer ver.

Hamlet: Eu sinto meu pai perto.

Horácio: Sério?! Perto onde?

(Horácio procura o fantasma em volta deles.)

Hamlet: Nos meus pensamentos.

Horácio: Meu Rei, vimos há duas noites uma aparição de seu pai em Elsinore, precisa
ver.

Hamlet: Claro, eu iRei.

(Mudança de local, Elsinore.)

Hamlet: Que frio de doer os ossos, Horácio.

Horácio: Ele apareceu ontem nesse mesmo horário.

(O fantasma do Rei Hamlet aparece.)

Horácio: Olhe, meu senhor!


Hamlet: Seja o espírito santo ou divindade, mas, meu senhor, a que devo a honra de
sua aparição aqui meu pai. Não me deixe explodir de dúvida e me conte senhor, o que
queres falar.

(O fantasma sai correndo para longe (porta da sala) e Hamlet vai atrás dele, deixando
Horácio para trás.)

(Horácio sai de cena.)

Fantasma do Rei: Ouve e não temas o que eu lhe diRei.

Hamlet: Fale, pois estou pronto para ouvir.

Fantasma Rei: Eu sou o espírito do seu pai e vim lhe explicar a minha morte em
símbolo de vingança. Para que você possa vingar o assassinato do seu pai.

Hamlet: Assassinato?!

Fantasma do Rei: Sim, o mais horrível é detestável de todos.

Hamlet: Apressa-te, me conte, pois, eu faRei sua vingança.

Fantasma do Rei: Eu estava no jardim adormecido quando seu tio tirou sorrateiramente
um frasco e conseguiu me envenenar pelo ouvido. Foi assim que pela mão de meu
irmão morri da forma mais profunda de pecado. Minha hora de aproxima, adieu,
Hamlet. Lembre-se de mim.

(Fantasma desaparece.)

Hamlet: Como poderia me esquecer de ti?! Sim, enquanto houver memória nessa
conturbada caixa. Agora apagaRei de minhas memórias as belas frases e me
consumiRei em pensamentos sangrentos, ou nada valerá!

(Horácio entra em cena, correndo para Hamlet.)

Horácio: Meu senhor, meu senhor... Como foi?

Hamlet: Maravilhoso

Horácio: Ótimo, me conte tudo.

Hamlet: o fantasma me fez uma proposta e eu a aceitei. Agora você terá que jurar a
mim sua lealdade ou não andaras mais comigo.

Horácio: Está bem, meu senhor, eu juro.

ATO 2:

(Casa de Polônio)

Polônio: E do que se trata minha filha? Como aquele homem pôde lhe deixar tão
perturbada?
Ofélia: Meu pai, à noite, Hamlet entrou em meus aposentos, deprimido e pálido. Fitou
meu rosto como se fosse desenhá-lo. Então em seguida, deu um suspiro e se retirou.

Polônio: Talvez... Louco por seu amor?

Ofélia: Não sei, meu pai, mas estou realmente com medo.

Polônio: Devo falar com o Rei... Isso é de fato a febre do amor. Você disse algo que lhe
reprovasse recentemente?

Ofélia: Não! Fiz como o senhor mandou, ignoRei suas cartas e minha companhia.

Polônio: Devo ir atrás do Rei imediatamente! Lamento ter julgado tão mal.

(Polônio sai andando e Ofélia sai de cena.)

(Rei, Rainha, Rosencrantz e Guildenstern entram em cena.)

Gertrudes: Bem-vindos, Rosencrantz e Guildenstern! Fico tão feliz que estejam aqui.
Hamlet anda tão distante após a morte do Rei. Meus bons cavalheiros, não há mais
ninguém com que ele se afeiçoe mais.

Cláudio: O garoto está completamente alienado, vago... Não imagino ninguém mais
capaz que ambos, que cresceram com ele; busquem saber e nos tragam qualquer
conhecimento do que o aflige. Qualquer descoberta será muito bem remediada.

Rosencrantz: Vossa majestade, estamos às suas ordens.

Guildenstern: Será um prazer servi-los.

(Polônio entra em cena.)

Polônio: Meu Rei! CReio que sei o que tanto causa a loucura do príncipe. Ele está louco,
realmente louco. Louco da maior loucura. Amor. Eu tenho uma filha, e por dever ela
me trouxe os assédios do príncipe. Eu, firmemente a proibi de quaisquer contatos com
ele. Daí surge a tristeza, a fraqueza e a apatia, e, por esse declínio, a loucura.

Cláudio: Isso é deveras maravilhoso, mas como poderíamos provar?

(Hamlet passa lendo.)

Polônio: Tenho certeza de minhas conclusões. Juro, que se não estiver correto sob
minhas suposições, deixo-lhe meu cargo de conselheiro e viro um nobre camponês.
ProvaRei logo! Principe, príncipe Hamlet! (Hamlet e abordado por Polônio enquanto
passa. Rainha e Rei saem da cena.) O que anda lendo, meu senhor?

Hamlet: Palavras... Palavras... Palavras...

Polônio: Tão engenhosas são suas respostas... Senhor, teRei que me retirar de tua
presença.
(Rosencrantz e Guildenstern entram em cena.)

Rosencrantz: Hamlet!

Guildenstern: Excelentíssimo senhor!

Hamlet: Velhos amigos, como têm passado?

Guildenstern: Felizes.

Rosencrantz: Como as criaturas mais comuns da terra!

(Eles riem, Polônio entra.)

Polônio: Senhor, os atores chegaram.

Hamlet: Polônio! Trate-os bem.

Polônio: Sem dúvidas, meu senhor, os acomodaRei muito bem.

(Hamlet segura a gola de Polônio)

Hamlet: PELO AMOR DE DEUS, HOMEM! Trate-os MELHOR! A peça é a coisa com a qual
apanhaRei a consciência do Rei.

ATO 3: Ofélia tem seu coração partido.

(Rei, Rainha, Polônio e Ofélia entram em cena.)

Gertrudes: Bela Ofélia, espero que suas belas feições sejam realmente a causa da
insanidade de Hamlet.

Ofélia: Desejo o mesmo, majestade.

Polônio: Ouço ele! Ofélia, caminhe com este livro. Meu Rei, vamos nos esconder.

(Cláudio e Polônio “entram no armário” (Saem pra fora da sala) Hamlet caminha.)

Hamlet: Oh! Bela Ofélia, que em suas orações meus pecados sejam lembrados. Você é
honesta?

Ofélia: Meu senhor?...

Hamlet: Você é virtuosa?

Ofélia: O que queres dizer com isso, senhor?!

Hamlet: Eu realmente à amei, certa vez. Mas não devia deixar-se acreditar em mim,
pois não a amei.

Ofélia: Então me deixei enganar completamente.


Hamlet: Onde está seu pai?

Ofélia: Em casa, senhor.

Hamlet: Que as portas se fechem atrás dele e ele não banque o tolo em qualquer outro
lugar além de sua própria casa. Adeus, Ninfa!

(Hamlet e Ofélia saem de cena. Cláudio e Polônio entram)

Cláudio: “Amor”?! Isto não é amor. Há algo na alma do príncipe... Ele deverá ser
enviado prontamente para a Inglaterra. Os diferentes mares e campos deverão expelir
essa matéria pesada assentada em seu coração.

Polônio: Isso irá lhe fazer bem, mas, se meu, senhor acha adequado, nesta noite após a
peça, deixemos a rainha falar com ele a sós; deixe-a questioná-lo diretamente sobre o
que o aflige; eu estaRei escondido para ouvir a conversa deles.

Claúdio: Que assim seja.

(Mudança de cena, Horácio e Hamlet entram em cena.)

Hamlet: Aí está Horácio!

Horácio: Às tuas ordens, meu senhor.

Hamlet: Logo a peça irá começar. Eu peço a você que fique de olho em meu tio, eu
mesmo não tiraRei meus olhos dele, depois, compararemos nossas impressões sobre o
que vermos.

(Quebra de tempo, definida como será feita pelos atores. Peça termina. (Ofélia,
Polônio, Cláudio, Gertrudes, Hamlet e Horácio entram em cena.)

Hamlet: Senhora, o que achou da peça?

Gertrudes: Achei que a dama reclama demais.

Cláudio: Como se chama a peça?

Hamlet: “A ratoeira”. Ela mostra um assassinato ocorrido em... Viena. Uma obra
vagabunda, mas e daí? Ao Rei e a nós que somos almas livres, ela não pode atingir.

(Cláudio começa a empurrar todos em sua frente, apressado e assustado. Gertrudes


segue-o)

Cláudio: Abram caminho, eu quero ar.

(Cláudio sai de cena.)

(Todos que não tem falas abaixo conversam num tom inaudível.)

Ofélia: O Rei se retira.


Hamlet: Assustado por fogos de artificio! Ah, Horácio, agora eu acredito na palavra do
fantasma. Você vê?!

Horácio: Claramente, meu senhor!

Hamlet: O medo do Rei sob a peça talvez seja porque na verdade lhe é muito familiar.

Polônio: Meu senhor! A rainha deseja falar-te imediatamente.

Hamlet: Chega a hora assombrada da noite, quando cemitérios bocejam para o


mundo! Eu poderia agora beber sangue quente, e fazer coisas tão abomináveis que o
dia estremeceria ao olhá-las. Mas calma! Agora iremos à minha mãe... Ô, coração, não
perca tua natureza: Deixa-me ser cruel, mas não desnaturado! Que eu cuspa adagas
dela, mas não use nenhuma.

(Troca de cena. Hamlet e Polônio saem de cena. Claúdio, Rosencrantz e Guildenstern


entram em cena.)

Cláudio: Não é seguro deixar toda essa loucura à solta! Eu despachaRei ordens, e ele irá
para a Inglaterra junto a vocês. O príncipe representa uma ameaça para o nosso Reino.
Eu lhes suplico para que essa imediata viagem, pois com ela conteremos esse temor
que agora corre à volta livremente.

Rosencrantz e Guildenstern: Nós nos apressaremos.

(Rosencrantz e Guildenstern saem de cena.)

Cláudio: Ah, meu crime é tão podre que fede até os céus. O assassinato de um irmão....
Ele traz a maldição mais antiga de todas. Eu não consigo rezar! Anjos, me ajudem!

(Mudança de cena. Cláudio sai de cena. Gertrudes e Hamlet entram em cena.)

(Ator(a) de Polônio estará atrás da cortina (porta) aguardando sua aparição.)

Hamlet: Então, minha mãe, qual é o assunto?

Gertrudes: Hamlet, ofendeste demais teu pai.

Hamlet: Mãe, tu é que ofendeste meu pai.

Gertrudes: Vê, vê como respondeste com uma língua ferina!

Hamlet: Olha, olha, tu perguntas cm uma língua maligna!

Gertrudes: Hamlet! Esqueceste de quem sou?!

Hamlet: Não, tu és a rainha, a mulher do meu irmão de teu marido. E - Quem dera não
fosses - tu és minha mãe.

Gertrudes: Se é assim, vou te chamar aqueles que irás ouvir.


(Hamlet segurará o braço de Gertrudes e colocará ela numa cadeira, brutamente.
Polônio estará atrás da cortina (porta entreaberta.)

Hamlet: Vem aqui! Tu vais sentar e não sairás daqui até que eu tenha te mostrado um
espelho no qual possas ver as entranhas de teu ser.

Gertrudes: O que vais fazer?! Tu não me matarias?! Socorro! Socorro!

Polônio: Ei, alguém! Socorro, socorro.

(Hamlet vai até a cortina (porta) e esfaqueia Polônio sem ver sua face.)

Hamlet: Estás morto! Morto!

Gertrudes: O Deus... O que fizeste? Que ato impulsivo e sanguento foi esse!

Hamlet: Um ato quase tão ruim quanto matar um Rei e se casar com o irmão dele!

(Polônio morre.)

Hamlet: Idiota atrapalhado.

Gertrudes: “Quanto matar um Rei”?!... O que eu fiz para chicoteares tua língua em
palavras tão agressivas contra mim?

Hamlet: Sim, senhora, foi isso o que eu disse. Vives no fétido suor de uma cama
imunda, encharcada de corrupção, cortejando, fornicando...

Gertrudes: Não diga mais nada! Tuas palavras me ferem como punhais!

Hamlet: Esse homem é um assassino! Um vilão. Um ladrão de império que não vale a
vigésima parte de um décimo de teu falecido marido.

(Fantasma do Rei Hamlet entra em cena Atrás de Gertrudes, a frente de Hamlet.)

Gertrudes: Basta, doce Hamlet! Para o que estás a olhar?... O que se passa contigo?!

Hamlet: Não vês nada ali? Olhe para ele!

Gertrudes: Não vejo coisa alguma.

(Fantasma do Rei Hamlet vai sai de cena.)

Hamlet: Mas, olha ali! Meu pai. Lá vai ele, saindo pela porta. Confessa-te para os céus.
Evita o que está por vir.

Gertrudes: Oh, Hamlet Partes meu coração em dois.

Hamlet: Para fazer o bem, devo ser cruel. Quando a este senhor (Polônio), eu
realmente me arrependo; mas os céus o assim quiseram. Boa noite mãe. Vamos,
senhor, vou de dar-te um fim...
ATO 4:

(Cláudio lê uma carta de Hamlet. Laertes está em cena.)

Cláudio: O que significa isso... Eles voltaram da Inglaterra?! Ou tudo não passa de uma
piada...

Laertes: Eu não sei o que pensar, meu senhor, mas deixa-o vir, meu sangue ferve só de
pensar que podeRei olhar nos olhos dele e dizer que a morte de meu pai e a loucura de
minha irmã Ofélia é culpa dele.

Cláudio: A vingança não deve ter amarras. Quando Hamlet cegar, lançaRei uma aposta
entre vocês dois.

Laertes: Hamlet estará desatento. E, para esse fim, aplicaRei em minha espada um
veneno, para que apenas um arranhão da minha espada signifique a morte para ele.

Cláudio: Caso ele escape do seu golpe envenenado, quando no calor do embate,
Hamlet pedir por algo para beber, preparaRei para ele um cálice do qual um simples
gole assegurará o objetivo que buscamos.

(Quebra de tempo, definida como será feita pelos atores. Hamlet, Cláudio, Horácio,
Gertrudes e Laertes entram em cena.)

Cláudio: Se Hamlet se sair melhor que Laertes, realizando o primeiro ou segundo


toque, que a guarda lhe faça uma saudação. E eu faRei um brinde a ele, e na taça
depositaRei a pérola mais valiosa encontrada na coroa dos Reis da Dinamarca. Vamos
começar.

(Batalha de espadas. Hamlet acerta o primeiro toque em Laertes.)

Laertes: Não!

(Batalha de espadas, Hamlet acerta o segundo toque em Laertes.)

Cláudio: Teu filho irá vencer.

Gertrudes: Ele está cansado. Hamlet! Beba um gole do vinho.

Hamlet: Não me atrevo ainda a beber, senhora.

Gertrudes: Então eu bebeRei!

(Gertrudes da um gole na taça.)

Cláudio: Gertrudes, não!

(Batalha de espadas, Laertes ataca Hamlet, fazendo-o perder sua espada. Hamlet
derruba Laertes, pega sua espada e lhe faz um corte. Gertrudes cai no chão. Hamlet
corre até ela.)
Hamlet: Mãe!

Gertrudes: Não... A bebida! A bebida... Amado Hamlet, a bebida... Eu fui envenenada.

Hamlet: Vilania! Traição. Busque-se o responsável.

Laertes: Ele está aqui Hamlet! Hamlet, tu estás morto. O instrumento traiçoeiro em
suas mãos está envenenado..., mas o ato condenável voltou-se contra mim. Tua mãe!
Envenenada... É meu fim... O culpado é o Rei!

Hamlet: A ponta... Também é envenenada. Então veneno... Faça seu trabalho!

(Hamlet esfaqueia Cláudio.)

Hamlet: Maldito dinamarquês, incestuoso e assassino!

(Hamlet fica tonto e cai nos braços de Horácio. Horácio chora.)

Fortimbrás: Ele teria sido um grande Rei se tivesse tido a oportunidade. É com pesar
que aceito meu destino pois tenho alguns diReitos a reclamar neste Reino, o que agora
as circunstancias se tornam oportuno.

Horácio: Mas, quem é ti?

Fortimbrás: Antigo príncipe Fortimbrás, agora, atual Rei da Dinamarca.

FIM.

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