0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações7 páginas

Pólvora Viral: O Despertar do Apocalipse

Em 2029, no laboratório P4 de Seattle, a cientista Ellie Vilar descobre um vírus perigoso que transforma humanos em monstros chamados 'dementadores'. Após um experimento mal sucedido, o criador do vírus, Ismolken, escapa, levando a semente do vírus com ele. A situação se agrava quando um historiador, Dr. Marcus Leighton, chega ao laboratório e se depara com a fuga do monstro, sinalizando o início de um apocalipse iminente.

Enviado por

hennrycorrea19
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações7 páginas

Pólvora Viral: O Despertar do Apocalipse

Em 2029, no laboratório P4 de Seattle, a cientista Ellie Vilar descobre um vírus perigoso que transforma humanos em monstros chamados 'dementadores'. Após um experimento mal sucedido, o criador do vírus, Ismolken, escapa, levando a semente do vírus com ele. A situação se agrava quando um historiador, Dr. Marcus Leighton, chega ao laboratório e se depara com a fuga do monstro, sinalizando o início de um apocalipse iminente.

Enviado por

hennrycorrea19
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Frasco de uma Pólvora

Capítulo 1 (Seattle, 2029)


Laboratório P4 de Seattle, EUA, em 2029. Tudo silencioso, mas,
quando a cientista Ellie Vilar entra na sala, nervosa e
assustada, quebra o silêncio presente.
Cientista Ellie: Vocês precisam ver isso!
Os dois cientistas presentes naquela sala — o Boston e a
cientista Spadow —, sem pensar duas vezes, concordaram e
começaram a segui-la. Um dos cientistas perguntou:
Spadow: Mas o que está havendo? É muito grave?
Ellie: Sim. Se isto escapar daqui, estaremos prestes ao fim da
humanidade.
Chegaram ao setor de pesquisas e testes e, numa sala, estava
uma pequena semente que, por conta de um erro da equipe de
testes, acabou se misturando com bactérias e vírus.
Ellie começou a explicar o que estava presente diante de seus
olhos.
Ellie: O que vocês estão vendo é uma semente. De grosso
modo, é um vírus que, se entrar em contato com seres vivos —
especificamente um ser humano —, essa pessoa pode se tornar
um verdadeiro monstro.
Boston: Isso está em observação há quanto tempo?
Ellie: Uns dois meses. Mas isso estava em segredo. Só eu e o
Ismolken sabíamos da existência desse vírus.
Spadow: Mas a senhora sabe onde ele está?
Ellie: Bom... eu vou contar, mas precisam jurar pela vida de
vocês que isso não sai daqui.
Ambos concordaram.
Ellie: Ismolken sempre foi um cientista muito sábio. Em tudo
que fazia, ele anotava tudo de suas pesquisas. E Quando
percebeu esse erro, começou a estudar muito sobre essa
possível praga que um dia se manifestaria. E, quando
realmente chegou a uma possível conclusão, ele registrou tudo.
No total, ele ficou mais de nove horas escrevendo.
Chegou a um ponto em que precisava experimentar o que
tanto estudou — e tomou uma decisão: ver o que esse vírus
tinha de tão perigoso. E, quando ele entrou em contato com o
vírus, ele se tornou um monstro que ele mesmo o nomeou de
dementador e não dava nem para reconhecer. Ele escamado,
cheio de buracos em regiões do corpo.
E, antes de perder totalmente a consciência, ele me pediu para
pegar todas as anotações dele e trancá-lo numa sala de
extrema segurança do laboratório.
Boston e Spadow: E onde ele se encontra?
Ellie: Esse é o problema… ele fugiu pelo subsolo. Então, a
partir daqui, não podemos mais caminhar até o próximo setor,
porque, se abrirmos essa porta, vai haver inúmeros
dementadores se procriando por conta das sementes.
A cada quatro meses, uma semente é expelida do corpo de um
deles e, em um período de cinco dias, nasce outro. E, pelo que
presenciei por meio das câmeras que ainda funcionavam,
alguns deles estão evoluindo de estagio e ficando mais fortes.
Spadow: E agora?
Ellie: Precisamos avisar ao mundo sobre o que nos espera!

Capítulo 02 – aparição
Se passaram 2 Semanas e estava numa manhã de inverno nos
EUA ao norte de Seattle e estava caminhando um historiador
Proposta de Estrutura de 100 Capítulos
Ato I – A Origem e o Primeiro Impacto
• Capítulos 1–20

Ato II – Expansão Global e Ruína Social


• Capítulos 21–50

Ato III – Resistência e Mistérios


• Capítulos 51–75

Ato IV – A Guerra Final e o Destino da Humanidade


• Capítulos 76–100
Capítulo 02 – Aparição

Era uma manhã fria de inverno, e o vento cortante que soprava pelas ruas
desertas a norte de Seattle parecia sussurrar advertências. A neve recém-
caída acolhia o mundo num manto silencioso, mas, sob aquela brançura
enganosa, algo se movia com um propósito sombrio.

Dr. Marcus Leighton, um historiador contratado para catalogar arquivos


de guerra biológica, atravessava o pátio do laboratório P4. Ainda não
sabia que aquela visita mudaria sua vida para sempre. Seu respirador
filtrava o ar gélido, deixando um bafo visível no ar. Ele aproximou-se do
portão de aço, onde um guarda de uniforme engomado ajeitava a arma
no coldre.

Guarda (com voz cansada):


— Dr. Leighton? O turno de proteção estava para mudar, mas recebi
ordens específicas para liberá-lo somente frente ao diretor.

Marcus assentiu, entregando o crachá. No momento em que o guarda o


reconheceu, sua expressão se contraiu num misto de surpresa e pavor.

Guarda (baixando o tom):


— Eles… eles fizeram mais experimentos à noite. Algo escapou. Não sei
se devia deixá-lo entrar.

O coração de Marcus acelerou. Ele não era biólogo nem químico, mas
compreendia as implicações de um “algo escapado” num P4. Sem hesitar,
apontou para o crachá.

Marcus:
— Estou aqui para estudar documentos históricos. Preciso falar com a Dra.
Ellie Vilar, imediatamente.

O guarda o impediu por um instante, mas um chamado via rádio urgia


pela segurança: “Setor de contenção 3 violado. Repito…”. Em seguida, o
portão se fechou com estrondo atrás de Marcus, isolando-o do mundo
exterior.

Dentro do corredor iluminado por fluorescentes, ele seguiu as placas até o


Escritório da Diretoria. As portas se abriram sem toque, revelando Ellie
Vilar, com o olhar ainda trêmulo do choque que vivera dias antes.

Ellie:
— Dr. Leighton, obrigado por vir. Algo fugiu do confinamento. E não é
“algo” qualquer.
Ela o conduziu por um corredor secundário, onde câmeras registravam
corredores vazios e portas trancadas. Em cada monitor piscavam luzes
vermelhas de alerta. Chegaram a um laboratório improvisado.

Ellie (apontando para um frasco em cima de uma bancada metálica):


— Isto é a semente original. Mas não veio sozinha. Eles se multiplicam
dentro dos hospedeiros humanos.

Marcus aproximou-se cauteloso. O frasco continha um líquido turvo e


espesso, no qual boiavam pequenas partículas esbranquiçadas. As
paredes de vidro estavam manchadas por gotas secas de sangue.

Marcus:
— Vocês isolaram o vírus num hospedeiro?

Ellie (com voz embargada):


— No seu criador original, o Ismolken. Mas ele fugiu… e levou a semente
com ele.

O silêncio que se seguiu foi quebrado por um grunhido distante, um som


gutural que ecoou pelos dutos de ventilação. Ambos se entreolharam,
alarma nos olhos.

Ellie (sussurrando):
— Ele está aqui.

De repente, as luzes falharam. Os alarmes soaram com estridência. As


portas de aço começaram a descer, trancando o laboratório. A
temperatura caiu ainda mais, e o ventilador do teto pareceu girar ao
contrário, como se respirasse.

No breu, algo se arrastou pelo chão liso. Um rastilho de líquido escuro


vazava pelos cantos, pingando em ritmo compassado. Um estalido de
articulações e o chão rangendo sob peso humano… mas distorcido.

Ismolken (voz cavernosa, quase irreconhecível):


— Ellie… por que me trancou?

Sua voz emergiu de sombras que se contorciam. Quando a luz retornou,


viram um vulto escamado, com cortes abertos na pele e olhos que
brilhavam num vermelho ácido. Sua boca torcida esboçou um sorriso de
pura loucura.

Ellie (em pânico):


— Ele… ele fala!

Ismolken, agora “dementador”, avançou num salto surpreendentemente


ágil. Marcus empurrou Ellie para o lado; o monstro cravou as unhas na
bancada, arrancando estilhaços de metal.
Marcus (gritando):
— Ellie, corra!

Ela disparou para o corredor lateral, deixando Marcus diante daquela


aberração. As portas cerraram-se completamente, e seu reflexo no vidro
do laboratório mostrava o terror estampado no rosto.

Enquanto Ellie corria pelos túneis, o som de pancadas e gritos abafados


ecoava atrás dela. Em seu crachá, o visor digital piscava indicando
“Lockdown total em 0:03… 0:02…”.

Do lado de dentro, Marcus revesou entre cristais quebrados, tentando


encontrar uma saída. Sentiu o sabor metálico do medo na garganta
quando passou por uma lente de vigilância destruída, vendo Ismolken em
fúria descontrolada, golpeando tudo ao redor.

No corredor, Ellie alcançou uma sala de comunicações. Digitou


freneticamente no terminal:
Ellie:
— Centro de Comando, aqui é Dra. Vilar. Temos fuga de paciente nível
máximo. Repito: nível máximo!

Sua voz soou distante, quase afogada pelo alarme. Do lado de dentro,
Marcus ouvia o rugido de Ismolken se aproximando. Então, um disparo
ecoou. A porta da sala de comunicações caiu, atingida por uma bala que
ricocheteou nas paredes.

Soldado (entrando em fúria contida):


— Dra. Vilar? Saia agora!

Ellie virou-se, ofegante, e seguiu o soldado para fora. Ambos correram


enquanto atrás deles as portas se fechavam violentamente, isolando o
laboratório infernal.

Ao alcançar o pátio externo, Ellie viu o amanhecer tingido de vermelho —


não pelo sol, mas por luzes de alerta que tateavam o horizonte. Soldados
formavam barreiras, enquanto helicópteros circulavam o prédio.

Ellie (sussurrando para si mesma):


— O apocalipse começou de verdade.

E, naquele instante, Seattle deixou de ser apenas uma cidade à beira-mar.


Tornou-se o epicentro de um pesadelo vivo.

Você também pode gostar