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Funções da CVM no Mercado Financeiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1976, que regula e fiscaliza o mercado de capitais no Brasil. Seus principais objetivos são proteger os investidores, assegurar o correto funcionamento do mercado e garantir a transparência das informações sobre valores mobiliários. A CVM atua para garantir um ambiente seguro e transparente para investidores e empresas que buscam financiamento.

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Funções da CVM no Mercado Financeiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1976, que regula e fiscaliza o mercado de capitais no Brasil. Seus principais objetivos são proteger os investidores, assegurar o correto funcionamento do mercado e garantir a transparência das informações sobre valores mobiliários. A CVM atua para garantir um ambiente seguro e transparente para investidores e empresas que buscam financiamento.

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CVM: o que é e quais as suas

principais funções?
Uma das principais preocupações que quem investe ou pensa em
começar a investir no mercado de capitais é com a segurança do seu
patrimônio. Afinal, como saber se uma empresa que vende ações na
Bolsa está sendo transparente em relação ao seu propósito, números
ou governança? Ou se a gestão de um fundo está cumprindo o
regulamento do investimento e defendendo os interesses dos
cotistas?

É justamente para isso que existem os órgãos normativos e


supervisores do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Nesse contexto,
a CVM desempenha os dois papéis. Ou seja, ela determina regras
gerais para o bom funcionamento do mercado de capitais e assegura
que essas normas sejam cumpridas pelos participantes desse
sistema.

Neste guia, você saberá exatamente o que faz a CVM,


entenderá qual a sua importância para o mercado
financeiro e como ela pode ajudar você a proteger os
seus investimentos. Acompanhe a leitura a seguir:

O que é a CVM
A sigla CVM vem de “Comissão de Valores Mobiliários”. Na
prática, ela é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. No
entanto, apesar desse vínculo, ela é uma entidade com personalidade
jurídica e patrimônio próprios, que possui autonomia administrativa.

Em outras palavras, o vínculo da CVM com o governo federal não


significa que ela seja subordinada a ele. Como vimos, ela está sob o
guarda-chuva do Ministério da Fazenda, mas é livre para
desempenhar as suas funções, que são o regramento e a fiscalização
do mercado de capitais.

Quando a CVM foi criada e qual o seu papel


Sediada no Rio de Janeiro, a instituição foi criada
em 1976 por meio da Lei 6.385, de 7 de dezembro
daquele ano. Além de desenvolver e fiscalizar o
mercado de valores mobiliários do Brasil, o seu
objetivo também é defender os interesses do
investidor – em especial, o acionista minoritário –
e garantir um ambiente seguro e transparente, no
qual as empresas possam captar recursos para o
financiamento de suas atividades.

Objetivos da CVM
Assim como toda a entidade vinculada ao
governo, a CVM tem todas as suas atribuições
previstas em lei. Para simplificar o entendimento,
é possível classificar três objetivos distintos, que
são os seguintes:

1 – Proteger o investidor
Como órgão normativo e supervisor do Sistema Financeiro Nacional, a
CVM fiscaliza permanentemente o mercado de capitais. Nesse
sentido, ela está sempre atenta a qualquer irregularidade que os
participantes desse mercado (companhias, gestores de fundos ou
investidores) possam vir a praticar.

Além disso, o órgão exige que empresas e fundos divulguem


relatórios com informações relevantes sobre seus ativos. Tudo isso
para proteger o investidor, assegurando que ele opere em um
ambiente regrado e fiscalizado.

2 – Assegurar o correto funcionamento do


mercado
Ao exercer esse papel normativo e fiscalizador, a CVM visa garantir a
observância do mercado de capitais. Para isso, outra de suas
atribuições é garantir o acesso do público a informações sobre os
valores mobiliários que negocia, bem como sobre os emissores
desses títulos.

Para garantir essa observância, a instituição fiscaliza também esses


emissores, para assegurar que eles atendam às práticas definidas em
lei. Todas essas ações criam condições mais favoráveis para que o
investidor adquira ações, cotas de fundos e outros títulos negociados
nesse mercado.

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