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Romance e Conflitos em Apartamento Compartilhado

O documento narra a relação entre Roberto e Petra, que se tornam companheiros após ela se mudar para seu apartamento. Enquanto Petra cuida de Roberto e de sua rotina, a situação se complica com a chegada da ex-mulher de Roberto, Rosane, que traz à tona ciúmes e responsabilidades familiares. A história explora temas de amor, atração e a dinâmica de um relacionamento não convencional.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Romance e Conflitos em Apartamento Compartilhado

O documento narra a relação entre Roberto e Petra, que se tornam companheiros após ela se mudar para seu apartamento. Enquanto Petra cuida de Roberto e de sua rotina, a situação se complica com a chegada da ex-mulher de Roberto, Rosane, que traz à tona ciúmes e responsabilidades familiares. A história explora temas de amor, atração e a dinâmica de um relacionamento não convencional.
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𝐌𝐈𝐒𝐒𝐀̃ 𝐎 𝐃𝐄 𝐀 …

de mesmoking  

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de mesmoking

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!Tutorial de como fazer a escritora feliz

⌯ Mete o dedo na estrelinha;


⌯ Comente bastante;
⌯ Siga o xuxuzinho aqui;
⌯ Me diga caso algo esteja errado;

Leiam os avisos finais!

( )

A verdade é que Roberto não queria que Petra, de forma


alguma, saísse de seu apartamento, não queria se quer que
ela ficasse no apartamento da frente. Ele nunca admitiria
mas as coisas ficaram mais coloridas com ela na casa sem
graça, os cachos voado e roupas floridas iluminavam
colocal, o melhor e o mais perigoso de tudo era o quanto
ele se sentia completo ao saber que alguem doce lhe
esperava, alguém o aguardava com uma receita nova a
cada dia. A comida era o de menos, o importante era o que
aquele simples ato representava: cuidado. Ela estava
cuidando dele, ela estava sendo a metade que lhe faltava e
ele não queria perde-la, foi isso que fez durante três meses,
a fez ficar em sua casa com a desculpa de que estaria
sozinha demais e que enquanto Rosa não saísse do
hospital, não tinha necessidade dela estar na própria casa. a
8

Sem muita opinião própria e alegre com a ideia de não


passar o tempo naquele apartamento gelado e vazio, a
garota se animou ao imaginar tomar banho naquele
chuveiro de rico, deitar naquela cama super macia, ter
direito a toalhas fofas e diversos ingredientes para as
refeições e com isso, ela não contestou o policial e apenas
ficou junto dele, agora eram: Petra, Roberto, Olavo e Bebel
naquele lugar. a
9

A partir do acontecimento no bar, Petra nunca mais havia


ido naquele lugar, graças a Roberto que a garantiu que não
precisava trabalhar até ir morar sozinha, ele a convenceu
de que, se ela mantesse a casa organizada, já era o
suficiente para ele arcar com os outros custos, claro que ela
não iria se acomodar naquela situação, estava sempre a
procura de um novo emprego que tivesse as horas mais
flexíveis. A faculdade ela continuara a frequentar sem falta,
eram penas seis meses até sua formatura.

Nos dias, eles já tinham criado uma pequena rotina; Petra


acordava cedo e fazia café, sempre inventava algo para
comer como cookies, bolos e até pães, se alimentavam e
logo saiam, Roberto para o trabalho e Petra para o hospital
e em seguida a faculdade, no horário de almoço
Nascimento costumava comer a marmita que fazia junto da
janta, Petra voltava para casa e almoçava, a tarde, a garota
tomava café com o que tivesse sobrado pela manhã,
igualmente o homem, e a noite Roberto chegava cansado,
suado e faminto, nesse momento a cacheada sempre o
surpreendia com uma refeição que lhe fazia sentir prazer
de viver.

A HISTÓRIA CONTINUA ABAIXO

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Assim eles foram se encaixando, mesmo que não


conversassem tanto e muito menos se tocassem durante os
dias, encontraram conforto naquela rotina chata e agora
Nascimento tinha um motivo plausível para voltar para
casa, tinha o porque não tomar um tiro e ir direto pro IML,
uma mulher lhe esperava para jantar com as panelas
cheias, uma mulher agradável e refletia a luz no meio dos
seus piores dias. a
8

Depois de muito tempo, Petra pela primeira vez não se


sentia desconfortável perto de um homem mais velho,
Roberto tinha o dobro da sua idade, já foi casado e
recentemente ela havia descoberto que o homen tinha um
filho bem pequeno e ela se sentia culpada por se sentir tão
atraída por um cara que já tinha uma família montada. a
11

Atração. Petra percebeu o quão lindo aquele homem era


enquanto ele jantava de bermuda preta e a tão comum
regata branca, o calor naquele dia estava assando todos e
ela só sabia agradecer ao aquecimento global por ter a
proporcionado aquela visão, os bíceps fortes eram maior
que sua cabeça, as cochas e bunda enormes naquela roupa
mas o que havia chamado a atenção dela era o peitoral
largo e avantajado, por um segundo pensou em deitar a
cabeça ali e descansar por horas. Alí seu rosto queimou de
vergonha com os pensamentos invasivos e se encolhia
sempre que seu olhar cruzava com o do homem. a
5

É natural do ser humano a atração mas Petra nunca se


acostumaria com aquilo. Para evitar deixar suas vontades
óbvias, ela escolheu manter uma distância segura entre
eles, mas era quase impossível quando ele parecia querer
sempre estar por perto, era difícil quendo eles moravam
juntos, comiam na mesma cozinha, usavam o mesmo
banheiro e comiam da mesma comida.

De pouco em pouco eles acostumaram com a presença de


alguém a mais, ele até mesmo aprendeu a não odiar
gatinhos. Em poucas semanas todo o apartamento estava
cheio de arranhadores pelos cantos e caixas de areia. De
uma forma engraçada, Olavo parecia gostar do homem
quando andava atrás dele por toda a casa e o mesmo só
aceitou que agora tinha uma companheiro em cada passo. a
1

── Sabia que Olavo e você são iguaizinhos ? ── Ela


comentou enquanto bebia café numa caneca, ao observar
Nascimento sentado em frente e tv enquanto comia o bolo
de cenoura que ela havia feito, e com o gato ao lado, que
parecia assistir junto dele. a
8

── Hum? Não, nada haver! ── Respondeu com um


sorrisinho irônico, olhou o gato e logo em seguida fitou a
garota.

Aquela era uma sexta feira de feriado, o que indicava que


ficariam em casa o dia todo, eles passariam 24 horas
juntos, aquilo os assustavam, não tinha como fingir que
não existiam, então Petra resolveu tentar uma conversa
para começar o longo dia.

── Tudo haver, se você fosse um gato, seria exatamente


como o Olavo. ── o homem riu e ela se juntou a ele no
sofá também rindo. ── Vocês são super ariscos e
perigosos. ── ela cruzou as pernas fazendo "perninha de
índio" em cima do sofá.

── Ei, eu não sou arisco, nem perigoso. ── fingiu


indignação olhando pra ela. a
2

── É sim, você anda armado por aí, você dorme com a


arma do seu lado.── provava seu ponto enquanto
tomava seu café preto. a
6

Sem argumentos ele apenas aceitou aquilo enquanto sem


saber o porquê, continuava com um sorriso bobo nos
lábios, ele nem se quer prestava mais atenção naquilo que
passava na televisão, a tela virou um borrão e apenas o
áudio ele ouvia, a vista embaçou e ele só pensava nas
coisas bobas da vida enquanto respirava disfarçadamente
aquele cheiro gostoso que exalava dela, se pegou
pensando se o aroma vinha dos cachos, dos braços, das
roupas ou do pescoço da mesma, sem perceber seu corpo
se inclinava em direção dela procurando mais daquele
cheiro gostoso. a
1

Ansiosa e curiosa ela apenas ficou parada enquanto seu


sorriso se tornava sério, o coração palpitava e sentia suas
mãos trêmulas, derrepende ele a olhou no olhos ela não
evitou inclinar seu corpo também, seu olhar caiu sobre os
lábios finos do outro, suas íris pareciam não escolher entre
observar aqueles lindos olhos fundos com olheiras ou a
boca levemente ressecada. Nessa indecisão, pela
proximidade, suas pálpebras caíram e sentiam as
respirações nos lábios, Petra podia jurar que chegou a
sentir suas bocas tocaram mas tudo foi interrompido
quando na porta surgiram batidas fortes e eles se
afastaram assustados, de repente uma mulher soou do
outro lado. a
5

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── Eu sei que você tá aí Roberto, abre essa porta. ──


Ela insistia em tentar girar a maçaneta e esmurrar a porta
de madeira. ── Você não atende o telefone, seu filho
também precisa de você, seu moleque. Você acha que eu
não sei que você não me atende porque tá com a merda de
uma garota do Santa Marta? As notícias correm, e você sabe
o quanto Mathias prefere a mim. a
9

Petra ficou perdida em meio a situação, a pessoa do outro


lado da porta claramente falava sobre ela, aquele tom de
desdenho a fez encolher totalmente e com o barulho os
gatos que estavam por alí correram até o quarto de
hospedes ── que ela dormia ──. Só conseguia olhar a
expressão brava e cansada que Nascimento carregava, ele
bufou sem mais nem menos foi até a porta abri-la. Uma
mulher morena entrou acompanhada de um pequeno
garoto que mal conseguia acompanhar os passos da mãe,
nas mãos ela carregava duas malas, com o que parecia ser
roupas infantis.

── Eu não sei como você consegue...── Ela se


engasgou ao seus olhos pararem na garota cacheada. ──
Quem é ela, Roberto? ── Apontou para Petra enquanto ia
em direção da mesmo, deixando o garotinho perdido pelo
apartamento. a
2

── Você não tem que saber merda nenhuma da minha


vida Rosane, que merda você quer comigo? ── Ele se
impôs ao se colocar na frente de Petra para protege-la das
intenções da ex mulher, Petra estava perdida na situação
toda, não sabia o que dizer ou fazer.

O pequenino assustado com a situação correu até seu pai e


lhe agarrou as pernas enquanto chorava, pedia por colo e
logo ganhou o que queria, o homem, mesmo sem dar
muita atenção ao pequeno, o pegou nos braços e acariciou
sua cabeça depositando um beijo na testa dele.

Rosane sorriu irônico ao ver aquilo, Roberto, seu (ex)


amado havia pulado na frente daquela garota
desconhecida para evitar que ela a questionasse.

── Hum, é por isso mesmo que você não atende essa


merda de celular, tá trepando com a marginal, isso é baixo
até pra você Roberto.── Rosane se exaltava enquanto
balançava os braços em busca de explicação. a
4

Petra não tinha muito o que fazer a não ser tentar sair dali o
mais rápido que pudesse, aquela altura do campeonato as
peças já se juntavam, aquela era Rosane, ex mulher do
polícial e o pequeno menino era o filho daquele casal, e
como a mulher se exaltava, Petra percebia o quão errado
era ela estar ali, o amor exalava daquele ciúme possessivo e
ser mais nova a fazia sentir como intrusa. Sem pensar
muito, se levantou atrás do homem que a tampava a fim de
a proteger, tocou as costas dele e começou:

── Nascimento, acho melhor eu sair e...── Foi


interrompido ao outro passar por cima de sua fala tirar os
olhos da outra.

── Se preocupa não, Petra. Rosane já está de saída. ──


Nervoso ele se preocupava com a forma que a ex mulher
tratava a garota. Rosane já tinhas quarenta anos e ele não
entendia como uma pessoa tão madura estava passando
por aquela infantilidade. Era ciúmes, ele sabia, sempre
soube do amor dela e que, o que os fizeram romper foi ele
mesmo, ele escolheu o trabalho a ela, mas não só isso, no
fundo o policial sabia o quanto seus sentimentos pela
mulher já haviam ido embora a muito tempo atrás, ele foi
irresponsável ao ponto de continuar se relacionado
sexualmente com ela até engravida-la. a
2

Quando a notícia que Rafa existia chegou, Nascimento viu


uma luz no fim do túnel, talvez a gravidez tivesse vindo
como uma forma de reaproximação do casal, talvez aquele
sentimento adormecido acordasse e ele voltasse a ama-la.
No fundo ele tinha medo de não dar certo, o que seria dele
sem o filho e o que seria do filho sem o pai?

Engolindo o orgulho ao perceber que Nascimento estava


disposto a expulsá-la para que a garota continuasse alí,
Rosane jogou as malas ao lado de Petra enquanto a
observava com um olhar mortífero.

── Já que você tem companhia, se vira com teu filho que


eu tô te ligando a horas pra você pegar Rafael. ── dizia
baixo mas agressivo, em tom de ameaça.── Domingo de
noite eu tô de volta, as coisas dele estão nas malas. ──
olhou firme para ele e mirou em Petra.

── Que porra? Trabalho amanhã Rosane, você sabe que


sábado eu tô naquela merda de delegacia. ── começou
discutir andando em direção a mulher, questionando a fala
da ex enquanto seu filho no colo abraçava seu pescoço
resmungando algo como "papai". a
3

── O problema não é meu caralho, teu filho, tua


responsabilidade porra, se tivesse me atendido antes já
tava sabendo a situação. ── apontava na cara dele. ──
Aproveita que tá comendo a favelada, ela deve servir pra
mais alguma coisa, ela cuida da tua responsabilidade. ──
Abriu a porta e em um segundo ela já não estava mais ali. a
28

O único rastro de Rosane era o choro de seu filho enquanto


murmurava "mamãe".

!𝗺𝘂𝘀𝗶𝗰𝗮

a
+

Grão de Areia ── Rubel e Xande De Pilares a


2

ATENÇÃO

Oi, Bigodinhos, como vão?

Primeiramente queria me desculpar com vocês pela minha


falta de responsabilidade com essa história, prometo me
comprometer mais com ela e, consequentemente, com
vocês.

Porque a demora?

Minha vida mudou de cabeça para baixo, eu estou


trabalhando e estudando, quase não tenho tempo
sobrando, mas algo bom veio nessas mudanças, o que mais
de desencorajava a vir escrever era o meu celular todo
quebrado, agora eu comprei um novo e estoua todo vapor
escrevendo para vocês. a
15

Eu amo muito vocês, nunca me imaginei tendo 20k nessa


fanfic que eu comecei do nada, obrigadinha de verdade, eu
sou muito grata a todos, saibam que as mensagens de
vocês são o que mais me motivam a escrever aqui. a
68

Beijinhos, meus bigodinhos. a


2

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publicados.

Última atualização: jul 11

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prettyliies

e ela não volta mais…?


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KethllinBasilio

Volta pfvr
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