Noções Básicas de Informática e Office
Noções Básicas de Informática e Office
Auxiliar Administrativo
Informática
Informática
Armazenamento de dados na nuvem............................................................................ 42
Instalação, manutenção e uso de softwares e hardwares............................................. 44
Conceitos de aplicativos Desktop e Web....................................................................... 62
Pesquisa no Windows e na Internet............................................................................... 63
Procedimentos de segurança......................................................................................... 67
Exercícios....................................................................................................................... 71
Gabarito.......................................................................................................................... 78
Um sistema operacional (SO) é um programa (software) que controla milhares de operações, faz a interface
entre o usuário e o computador e executa aplicações.
Basicamente, o sistema operacional é executado quando ligamos o computador. Atualmente, os computado-
res já são vendidos com o SO pré-instalado.
Os computadores destinados aos usuários individuais, chamados de PCs (Personal Computer), vêm com o
sistema operacional projetado para pequenos trabalhos. Um SO é projetado para controlar as operações dos
programas, como navegadores, processadores de texto e programas de e-mail.
Com o desenvolvimento dos processadores, os computadores tornaram-se capazes de executar mais e
mais instruções por segundo. Estes avanços possibilitaram aos sistemas operacionais executar várias tarefas
ao mesmo tempo. Quando um computador necessita permitir usuários simultâneos e trabalhos múltiplos, os
profissionais da tecnologia de informação (TI) procuram utilizar computadores mais rápidos e que tenham sis-
temas operacionais robustos, um pouco diferente daqueles que os usuários comuns usam.
Os Arquivos
O gerenciador do sistema de arquivos é utilizado pelo sistema operacional para organizar e controlar os
arquivos. Um arquivo é uma coleção de dados gravados com um nome lógico chamado “nomedoarquivo” (file-
name). Toda informação que o computador armazena está na forma de arquivos.
Há muitos tipos de arquivos, incluindo arquivos de programas, dados, texto, imagens e assim por diante. A
maneira que um sistema operacional organiza as informações em arquivos é chamada sistema de arquivos.
A maioria dos sistemas operacionais usa um sistema de arquivo hierárquico em que os arquivos são orga-
nizados em diretórios sob a estrutura de uma árvore. O início do sistema de diretório é chamado diretório raiz.
Diretórios1
Um diretório é uma subdivisão lógica de um sistema de arquivos, que permite o agrupamento de arquivos
que se relacionam de alguma forma. Diretórios são frequentemente chamados de pastas em função de uma
analogia presente nos sistemas Windows que mais recentemente foi adotada por diversos outros sistemas.
A divisão proporcionada por um diretório é lógica, no sentido que não existe necessariamente uma divisão
física das informações relativas a um diretório. Alguns sistemas como o Linux, permitem inclusive que um ar-
quivo possa ser identificado por mais de um nome, que podem inclusive ser parte de diretórios diferentes num
mesmo sistema de arquivos.
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Referências a arquivos
Voltando ao problema da identificação de arquivos por parte dos usuários, a organização hierárquica implica
que os arquivos não serão necessariamente identificáveis por seus nomes pura e simplesmente, mas sim por
seus nomes combinados com os nomes dos diretórios que os contém. Um sistema computacional pode ter
vários arquivos chamados notas, cada qual num diretório diferente.
Termos Básicos
Para compreender do que um sistema operacional é capaz, é importante conhecer alguns termos básicos.
Os termos abaixo são usados frequentemente ao comparar ou descrever sistemas operacionais:
Multiusuário: dois ou mais usuários executando programas e compartilhando, ao mesmo tempo, dispositi-
vos, como a impressora.
Multiprocessamento: permite que um computador tenha duas ou mais unidades centrais de processamen-
to (CPU) que compartilhem programas.
Multithreading: capacidade de um programa ser quebrado em pequenas partes podendo ser carregadas
conforme necessidade do sistema operacional. Multithreading permite que os programas individuais sejam
multitarefa.
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Sistemas operacionais estão em constante evolução e hoje não são mais restritos aos computadores. Eles
são usados em PDAs, celulares, laptops etc.
– Diga-me o que você deseja fazer: facilita a localização e a realização das tarefas de forma intuitiva, essa
nova versão possui a caixa Diga-me o que deseja fazer, onde é possível digitar um termo ou palavra correspon-
dente a ferramenta ou configurações que procurar.
– Trabalhando em grupo, em tempo real: permite que vários usuários trabalhem no mesmo documento
de forma simultânea.
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Ao armazenar um documento on-line no OneDrive ou no SharePoint e compartilhá-lo com colegas que
usam o Word 2016 ou Word On-line, vocês podem ver as alterações uns dos outros no documento durante a
edição. Após salvar o documento on-line, clique em Compartilhar para gerar um link ou enviar um convite por
e-mail. Quando seus colegas abrem o documento e concordam em compartilhar automaticamente as altera-
ções, você vê o trabalho em tempo real.
– Pesquisa inteligente: integra o Bing, serviço de buscas da Microsoft, ao Word 2016. Ao clicar com o bo-
tão do mouse sobre qualquer palavra do texto e no menu exibido, clique sobre a função Pesquisa Inteligente,
um painel é exibido ao lado esquerdo da tela do programa e lista todas as entradas na internet relacionadas
com a palavra digitada.
– Equações à tinta: se utilizar um dispositivo com tela sensível ao toque é possível desenhar equações
matemáticas, utilizando o dedo ou uma caneta de toque, e o programa será capaz de reconhecer e incluir a
fórmula ou equação ao documento.
– Histórico de versões melhorado: vá até Arquivo > Histórico para conferir uma lista completa de altera-
ções feitas a um documento e para acessar versões anteriores.
– Compartilhamento mais simples: clique em Compartilhar para compartilhar seu documento com outras
pessoas no SharePoint, no OneDrive ou no OneDrive for Business ou para enviar um PDF ou uma cópia como
um anexo de e-mail diretamente do Word.
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– Formatação de formas mais rápida: quando você insere formas da Galeria de Formas, é possível es-
colher entre uma coleção de preenchimentos predefinidos e cores de tema para aplicar rapidamente o visual
desejado.
– Guia Layout: o nome da Guia Layout da Página na versão 2010/2013 do Microsoft Word mudou para
apenas Layout3.
Interface Gráfica
Navegação gráfica
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Faixas de opções e modo de exibição
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Word_2016_14952206861576.pdf
5 Melo, F. INFORMÁTICA. MS-Word 2016.
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Barra de Ferramentas de Acesso Rápido
Permite adicionar atalhos, de funções comumente utilizadas no trabalho com documentos que podem ser
personalizados de acordo com a necessidade do usuário.
Faixa de Opções
Faixa de Opções é o local onde estão os principais comandos do Word, todas organizadas em grupos e
distribuídas por meio de guias, que permitem fácil localização e acesso. As faixas de Opções são separadas por
nove guias: Arquivos; Página Inicial, Inserir, Design, Layout, Referências, Correspondências, Revisão e Exibir.
– Abrir: opções para abrir documentos já salvos tanto no computador como no sistema de armazenamento
em nuvem da Microsoft, One Drive. Além de exibir um histórico dos últimos arquivos abertos.
– Salvar/Salvar como: a primeira vez que irá salvar o documento as duas opções levam ao mesmo lugar.
Apenas a partir da segunda vez em diante que o Salvar apenas atualiza o documento e o Salvar como exibe
a janela abaixo. Contém os locais onde serão armazenados os arquivos. Opções locais como na nuvem (One-
Drive).
– Imprimir: opções de impressão do documento em edição. Desde a opção da impressora até as páginas
desejadas. O usuário tanto pode imprimir páginas sequenciais como páginas alternadas.
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– Página Inicial: possui ferramentas básicas para formatação de texto, como tamanho e cor da fonte, esti-
los de marcador, alinhamento de texto, entre outras.
Recortar (CTRL + X): recorta um item (pode ser uma letra, palavra, imagem) armazenando-o temporaria-
mente na Área de Transferência para em seguida ser colado no local desejado.
Copiar (CTRL+C): copia o item selecionado (cria uma cópia na Área de Transferência).
Grupo Fonte
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Fonte: permite que selecionar uma fonte, ou seja, um tipo de letra a ser exibido em seu texto. Em cada
texto pode haver mais de um tipo de fontes diferentes.
Tamanho da fonte: é o tamanho da letra do texto. Permite escolher entre diferentes tamanhos de
fonte na lista ou que digite um tamanho manualmente.
Negrito: aplica o formato negrito (escuro) ao texto selecionado. Se o cursor estiver sobre uma palavra,
ela ficará toda em negrito. Se a seleção ou a palavra já estiver em negrito, a formatação será removida.
Itálico: aplica o formato itálico (deitado) ao texto selecionado. Se o cursor estiver sobre uma palavra,
ela ficará toda em itálico. Se a seleção ou palavra já estiver em itálico, a formatação será removida.
Sublinhado: sublinha, ou seja, insere ou remove uma linha embaixo do texto selecionado. Se o cur-
sor não está em uma palavra, o novo texto inserido será sublinhado.
Tachado: risca uma linha, uma palavra ou apenas uma letra no texto selecionado ou, se o cursor
somente estiver sobre uma palavra, esta palavra ficará riscada.
Cor do realce do texto: aplica um destaque colorido sobre a palavra, assim como uma caneta
marca texto.
Grupo Parágrafo
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Alinhar a esquerda: alinha o conteúdo com a margem esquerda.
Sombreamento: aplica uma cor de fundo no parágrafo onde o cursor está posicionado.
Grupo Estilo
Possui vários estilos pré-definidos que permite salvar configurações relativas ao tamanho e cor da fonte,
espaçamento entre linhas do parágrafo.
Grupo Edição
CTRL+L: ao clicar nesse ícone é aberta a janela lateral, denominada navegação, onde é pos-
sível localizar um uma palavra ou trecho dentro do texto.
CTRL+U: pesquisa no documento a palavra ou parte do texto que você quer mudar e o subs-
titui por outro de seu desejo.
Inserir: a guia inserir permite a inclusão de elementos ao texto, como: imagens, gráficos, formas, configu-
rações de quebra de página, equações, entre outras.
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Adiciona uma folha inicial em seu documento, parecido como uma capa.
Uma seção divide um documento em partes determinadas pelo usuário para que sejam aplica-
dos diferentes estilos de formatação na mesma ou facilitar a numeração das páginas dentro dela.
Permite inserir uma tabela, uma planilha do Excel, desenhar uma tabela, tabelas rápidas ou converter o texto
em tabela e vice-versa.
Design: esta guia agrupa todos os estilos e formatações disponíveis para aplicar ao layout do documento.
Layout: a guia layout define configurações características ao formato da página, como tamanho, orienta-
ção, recuo, entre outras.
Referências: é utilizada para configurações de itens como sumário, notas de rodapé, legendas entre outros
itens relacionados a identificação de conteúdo.
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Correspondências: possui configuração para edição de cartas, mala direta, envelopes e etiquetas.
Revisão: agrupa ferramentas úteis para realização de revisão de conteúdo do texto, como ortografia e gra-
mática, dicionário de sinônimos, entre outras.
Formatos de arquivos
Veja abaixo alguns formatos de arquivos suportados pelo Word 2016:
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.xml: formato de arquivos para Web.
6 [Link]
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As cinco principais funções do Excel são8:
– Planilhas: Você pode armazenar manipular, calcular e analisar dados tais como números, textos e fórmu-
las. Pode acrescentar gráfico diretamente em sua planilha, elementos gráficos, tais como retângulos, linhas,
caixas de texto e botões. É possível utilizar formatos pré-definidos em tabelas.
– Bancos de dados: você pode classificar pesquisar e administrar facilmente uma grande quantidade de
informações utilizando operações de bancos de dados padronizadas.
– Gráficos: você pode rapidamente apresentar de forma visual seus dados. Além de escolher tipos pré-de-
finidos de gráficos, você pode personalizar qualquer gráfico da maneira desejada.
– Apresentações: Você pode usar estilos de células, ferramentas de desenho, galeria de gráficos e forma-
tos de tabela para criar apresentações de alta qualidade.
– Macros: as tarefas que são frequentemente utilizadas podem ser automatizadas pela criação e armaze-
namento de suas próprias macros.
Planilha Eletrônica
A Planilha Eletrônica é uma folha de cálculo disposta em forma de tabela, na qual poderão ser efetuados
rapidamente vários tipos de cálculos matemáticos, simples ou complexos.
Além disso, a planilha eletrônica permite criar tabelas que calculam automaticamente os totais de valores
numéricos inseridos, imprimir tabelas em layouts organizados e criar gráficos simples.
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Barra de ferramentas de acesso rápido.
• Barra de Fórmulas
Nesta barra é onde inserimos o conteúdo de uma célula podendo conter fórmulas, cálculos ou textos, mais
adiante mostraremos melhor a sua utilidade.
Barra de Fórmulas.
• Guia de Planilhas
Quando abrirmos um arquivo do Excel, na verdade estamos abrindo uma pasta de trabalho onde pode con-
ter planilhas, gráficos, tabelas dinâmicas, então essas abas são identificadoras de cada item contido na pasta
de trabalho, onde consta o nome de cada um.
Nesta versão quando abrimos uma pasta de trabalho, por padrão encontramos apenas uma planilha.
Guia de Planilhas.
– Coluna: é o espaçamento entre dois traços na vertical. As colunas do Excel são representadas em letras
de acordo com a ordem alfabética crescente sendo que a ordem vai de “A” até “XFD”, e tem no total de 16.384
colunas em cada planilha.
– Linha: é o espaçamento entre dois traços na horizontal. As linhas de uma planilha são representadas em
números, formam um total de 1.048.576 linhas e estão localizadas na parte vertical esquerda da planilha.
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Linhas e colunas.
Célula: é o cruzamento de uma linha com uma coluna. Na figura abaixo podemos notar que a célula se-
lecionada possui um endereço que é o resultado do cruzamento da linha 4 e a coluna B, então a célula será
chamada B4, como mostra na caixa de nome logo acima da planilha.
Células.
1. Guias: existem sete guias na parte superior. Cada uma representa tarefas principais executadas no Excel.
2. Grupos: cada guia tem grupos que mostram itens relacionados reunidos.
• Pasta de trabalho
É denominada pasta todo arquivo que for criado no MS Excel. Tudo que for criado será um arquivo com
extensão: xls, xlsx, xlsm, xltx ou xlsb.
Fórmulas
Fórmulas são equações que executam cálculos sobre valores na planilha. Uma fórmula sempre inicia com
um sinal de igual (=).
Uma fórmula também pode conter os seguintes itens: funções, referências, operadores e constantes.
– Referências: uma referência identifica uma célula ou um intervalo de células em uma planilha e informa
ao Microsoft Excel onde procurar os valores ou dados a serem usados em uma fórmula.
– Operadores: um sinal ou símbolo que especifica o tipo de cálculo a ser executado dentro de uma expres-
são. Existem operadores matemáticos, de comparação, lógicos e de referência.
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– Constantes: é um valor que não é calculado, e que, portanto, não é alterado. Por exemplo: =C3+5.
O número 5 é uma constante. Uma expressão ou um valor resultante de uma expressão não é considerado
uma constante.
Funções
Funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argu-
mentos, em uma determinada ordem ou estrutura. As funções podem ser usadas para executar cálculos sim-
ples ou complexos.
Assim como as fórmulas, as funções também possuem uma estrutura (sintaxe), conforme ilustrado abaixo:
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Estrutura da função.
NOME DA FUNÇÃO: todas as funções que o Excel permite usar em suas células tem um nome exclusivo.
Para obter uma lista das funções disponíveis, clique em uma célula e pressione SHIFT+F3.
ARGUMENTOS: os argumentos podem ser números, texto, valores lógicos, como VERDADEIRO ou FALSO,
matrizes, valores de erro como #N/D ou referências de célula. O argumento que você atribuir deve produzir um
valor válido para esse argumento. Os argumentos também podem ser constantes, fórmulas ou outras funções.
• Função SOMA
Esta função soma todos os números que você especifica como argumentos. Cada argumento pode ser um
intervalo, uma referência de célula, uma matriz, uma constante, uma fórmula ou o resultado de outra função.
Por exemplo, SOMA (A1:A5) soma todos os números contidos nas células de A1 a A5. Outro exemplo: SOMA
(A1;A3; A5) soma os números contidos nas células A1, A3 e A5.
• Função MÉDIA
Esta função calcula a média aritmética de uma determinada faixa de células contendo números. Para tal,
efetua o cálculo somando os conteúdos dessas células e dividindo pela quantidade de células que foram so-
madas.
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• Função MÁXIMO e MÍNIMO
Essas funções dado um intervalo de células retorna o maior e menor número respectivamente.
• Função SE
A função SE é uma função do grupo de lógica, onde temos que tomar uma decisão baseada na lógica do
problema. A função SE verifica uma condição que pode ser Verdadeira ou Falsa, diante de um teste lógico.
Sintaxe
SE (teste lógico; valor se verdadeiro; valor se falso)
Exemplo:
Na planilha abaixo, como saber se o número é negativo, temos que verificar se ele é menor que zero.
Na célula A2 digitaremos a seguinte formula:
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• Função SOMASE
A função SOMASE é uma junção de duas funções já estudadas aqui, a função SOMA e SE, onde buscare-
mos somar valores desde que atenda a uma condição especificada:
Sintaxe
SOMASE (intervalo analisado; critério; intervalo a ser somado)
Onde:
Intervalo analisado (obrigatório): intervalo em que a função vai analisar o critério.
Critério (obrigatório): Valor ou Texto a ser procurado no intervalo a ser analisado.
Intervalo a ser somado (opcional): caso o critério seja atendido é efetuado a soma da referida célula analisa-
da. Não pode conter texto neste intervalo.
Exemplo:
Vamos calcular a somas das vendas dos vendedores por Gênero. Observando a planilha acima, na célula
C9 digitaremos a função =SOMASE (B2:B7;”M”; C2:C7) para obter a soma dos vendedores.
• Função [Link]
Esta função conta quantas células se atender ao critério solicitado. Ela pede apenas dois argumentos, o
intervalo a ser analisado e o critério para ser verificado.
Sintaxe
[Link] (intervalo analisado; critério)
Onde:
Intervalo analisado (obrigatório): intervalo em que a função vai analisar o critério.
Critério (obrigatório): Valor ou Texto a ser procurado no intervalo a ser analisado.
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Aproveitando o mesmo exemplo da função anterior, podemos contar a quantidade de homens e mulheres.
Na planilha acima, na célula C9 digitaremos a função =[Link] (B2:B7;”M”) para obter a quantidade de
vendedores.
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– Os seus temas personalizados, estilos e opções de formatação dão ao utilizador uma grande variedade de
combinações de cor, tipos de letra e feitos;
– Permite enfatizar as marcas (bullet points), com imagens, formas e textos com estilos especiais;
– Inclui gráficos e tabelas com estilos semelhantes ao dos restantes programas do Microsoft Office (Word e
Excel), tornando a apresentação de informação numérica apelativa para o público.
– Com a funcionalidade SmartArt é possível criar diagramas sofisticados, ideais para representar projetos,
hierarquias e esquemas personalizados.
– Permite a criação de temas personalizados, ideal para utilizadores ou empresas que pretendam ter o seu
próprio layout.
– Pode ser utilizado como ferramenta colaborativa, onde os vários intervenientes (editores da apresentação)
podem trocar informações entre si através do documento, através de comentários.
• Gravação de Tela: novo recurso do MS PowerPoint, encontrado na guia Inserir. A Gravação de Tela grava
um vídeo com áudio das ações do usuário no computador, podendo acessar todas as janelas do micro e regis-
trando os movimentos do mouse.
• Compartilhar: permite compartilhar as apresentações com outros usuários on-line para edição simultânea
por meio do OneDrive.
• Anotações à Tinta: o usuário pode fazer traços de caneta à mão livre e marca-texto no documento. Esse
recurso é acessado por meio da guia Revisão.
• Ideias de Design: essa nova funcionalidade da guia Design abre um painel lateral que oferece sugestões
de remodelagem do slide atual instantaneamente.
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Guia Arquivo
Ao clicar na guia Arquivo, serão exibidos comandos básicos: Novo, Abrir, Salvar, Salvar Como, Imprimir,
Preparar, Enviar, Publicar e Fechar10.
10 [Link]/eb/info/power_point.pdf
11 [Link]
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Barra de Título
Exibe o nome do programa (Microsoft PowerPoint) e, também exibe o nome do documento ativo.
Acionando esses botões, é possível minimizar, maximizar e restaurar a janela do programa PowerPoint.
Faixa de Opções
A Faixa de Opções é usada para localizar rapidamente os comandos necessários para executar uma tarefa.
Os comandos são organizados em grupos lógicos, reunidos em guias. Cada guia está relacionada a um tipo
de atividade como gravação ou disposição de uma página. Para diminuir a desorganização, algumas guias são
exibidas somente quando necessário. Por exemplo, a guia Ferramentas de Imagem somente é exibida quando
uma imagem for selecionada.
Grande novidade do Office 2007/2010, a faixa de opções elimina grande parte da navegação por menus e
busca aumentar a produtividade por meio do agrupamento de comandos em uma faixa localizada abaixo da
barra de títulos12.
Painel de Anotações
Nele é possível digitar as anotações que se deseja incluir em um slide.
Barra de Status
Exibe várias informações úteis na confecção dos slides, entre elas: o número de slides; tema e idioma.
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Nível de Zoom
Clicar para ajustar o nível de zoom.
O modo de exibição Normal é o principal modo de edição, onde você escreve e projeta a sua apresentação.
Criar apresentações
Criar uma apresentação no Microsoft PowerPoint 2013 engloba: iniciar com um design básico; adicionar no-
vos slides e conteúdo; escolher layouts; modificar o design do slide, se desejar, alterando o esquema de cores
ou aplicando diferentes modelos de estrutura e criar efeitos, como transições de slides animados.
Ao iniciarmos o aplicativo Power Point 2016, automaticamente é exibida uma apresentação em branco,
na qual você pode começar a montar a apresentação. Repare que essa apresentação é montada sem slides
adicionais ou formatações, contendo apenas uma caixa de texto com título e subtítulo, sem plano de fundo ou
efeito de preenchimento. Para dar continuidade ao seu trabalho e criar uma outra apresentação em outro slide,
basta clicar em Página Inicial e em seguida Novo Slide.
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• Layout
O layout é o formato que o slide terá na apresentação como títulos, imagens, tabelas, entre outros. Nesse
caso, você pode escolher entre os vários tipos de layout.
Para escolher qual layout você prefere, faça o seguinte procedimento:
1. Clique em Página Inicial;
2. Após clique em Layout;
3. Em seguida, escolha a opção.
Formatar texto
Para alterar um texto, é necessário primeiro selecioná-lo. Para selecionar um texto ou palavra, basta clicar
com o botão esquerdo sobre o ponto em que se deseja iniciar a seleção e manter o botão pressionado, arrastar
o mouse até o ponto desejado e soltar o botão esquerdo.
Para formatar nossa caixa de texto temos os grupos da guia Página Inicial. O primeiro grupo é a Fonte, po-
demos através deste grupo aplicar um tipo de letra, um tamanho, efeitos, cor, etc.
Negrito: aplica negrito ao texto selecionado. Também pode ser acionado através do comando Ctrl+N.
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Itálico: aplica Itálico ao texto selecionado. Também pode ser acionado através do comando Ctrl+I.
Sublinhado: sublinha o texto selecionado. Também pode ser acionado através do comando Ctrl+S.
Sombra de Texto: adiciona uma sombra atrás do texto selecionado para destacá-lo no slide.
Maiúsculas e Minúsculas: altera todo o texto selecionado para MAIÚSCULAS, minúsculas, ou outros usos
comuns de maiúsculas/minúsculas.
Alinhar Texto à Esquerda: alinha o texto à esquerda. Também pode ser acionado através do comando
Ctrl+Q.
Centralizar: centraliza o texto. Também pode ser acionado através do comando Ctrl+E.
Alinhar Texto à Direita: alinha o texto à direita. Também pode ser acionado através do comando Ctrl+G.
Justificar: alinha o texto às margens esquerda e direita, adicionando espaço extra entre as palavras confor-
me o necessário, promovendo uma aparência organizada nas laterais esquerda e direita da página.
Excluir slide
Selecione o slide com um clique e tecle Delete no teclado.
Salvar Arquivo
Para salvar o arquivo, acionar a guia Arquivo e sem sequência, salvar como ou pela tecla de atalho Ctrl + B.
Inserir Figuras
Para inserir uma figura no slide clicar na guia Inserir, e clicar em um desses botões:
– Clip-Art: é possível escolher entre várias figuras que acompanham o Microsoft Office.
– Formas: insere formas prontas, como retângulos e círculos, setas, linhas, símbolos de fluxograma e textos
explicativos.
– SmartArt: insere um elemento gráfico SmartArt para comunicar informações visualmente. Esses elemen-
tos gráficos variam desde listas gráficas e diagramas de processos até gráficos mais complexos, como diagra-
mas de Venn e organogramas.
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– WordArt: insere um texto com efeitos especiais.
Transição de Slides
A Microsoft Office PowerPoint 2016 inclui vários tipos diferentes de transições de slides. Basta clicar no guia
transição e escolher a transição de slide desejada.
Exibir apresentação
Para exibir uma apresentação de slides no Power Point.
1. Clique na guia Apresentação de Slides, grupo Iniciar Apresentação de Slides.
2. Clique na opção Do começo ou pressione a tecla F5, para iniciar a apresentação a partir do primeiro slide.
3. Clique na opção Do Slide Atual, ou pressione simultaneamente as teclas SHIFT e F5, para iniciar a apre-
sentação a partir do slide atual.
Slide mestre
O slide mestre é um slide padrão que replica todas as suas características para toda a apresentação. Ele
armazena informações como plano de fundo, tipos de fonte usadas, cores, efeitos (de transição e animação),
bem como o posicionamento desses itens. Por exemplo, na imagem abaixo da nossa apresentação multiuso
Power View, temos apenas um item padronizado em todos os slides que é a numeração da página no topo
direito superior.
Ao modificar um ou mais dos layouts abaixo de um slide mestre, você modifica essencialmente esse slide
mestre. Embora cada layout de slide seja configurado de maneira diferente, todos os layouts que estão asso-
ciados a um determinado slide mestre contêm o mesmo tema (esquema de cor, fontes e efeitos).
Para criar um slide mestre clique na Guia Exibição e em seguida em Slide Mestre.
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Organização e manipulação de arquivos e pastas
Pasta
São estruturas que dividem o disco em várias partes de tamanhos variados as quais podem pode armazenar
arquivos e outras pastas (subpastas)13.
Arquivo
É a representação de dados/informações no computador os quais ficam dentro das pastas e possuem uma
extensão que identifica o tipo de dado que ele representa.
Extensões de arquivos
EXTENSÃO TIPO
.jpg, .jpeg, .png, .bpm, .gif, ... Imagem
.xls, .xlsx, .xlsm, ... Planilha
.doc, .docx, .docm, ... Texto formatado
.txt Texto sem formatação
.mp3, .wma, .aac, .wav, ... Áudio
.mp4, .avi, rmvb, .mov, ... Vídeo
.zip, .rar, .7z, ... Compactadores
.ppt, .pptx, .pptm, ... Apresentação
.exe Executável
.msl, ... Instalador
Existem vários tipos de arquivos como arquivos de textos, arquivos de som, imagem, planilhas, etc. Alguns
arquivos são universais podendo ser aberto em qualquer sistema. Mas temos outros que dependem de um pro-
grama específico como os arquivos do Corel Draw que necessita o programa para visualizar. Nós identificamos
um arquivo através de sua extensão. A extensão são aquelas letras que ficam no final do nome do arquivo.
13 [Link]
tas
29
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Exemplos:
Bibliotecas
Criadas para facilitar o gerenciamento de arquivos e pastas, são um local virtual que agregam conteúdo de
múltiplos locais em um só.
Estão divididas inicialmente em 4 categorias:
– Documentos;
– Imagens;
– Músicas;
– Vídeos.
Windows Explorer
O Windows Explorer é um gerenciador de informações, arquivos, pastas e programas do sistema operacio-
nal Windows da Microsoft14.
Todo e qualquer arquivo que esteja gravado no seu computador e toda pasta que exista nele pode ser vista
pelo Windows Explorer.
Possui uma interface fácil e intuitiva.
Na versão em português ele é chamado de Gerenciador de arquivo ou Explorador de arquivos.
O seu arquivo é chamado de [Link]
14 [Link]
coes-arquivos-pastas-e-programas/
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Normalmente você o encontra na barra de tarefas ou no botão Iniciar > Programas > Acessórios.
Na parte de cima do Windows Explorer você terá acesso a muitas funções de gerenciamento como criar
pastas, excluir, renomear, excluir históricos, ter acesso ao prompt de comando entre outras funcionalidades que
aparecem sempre que você selecionar algum arquivo.
A coluna do lado esquerdo te dá acesso direto para tudo que você quer encontrar no computador. As pastas
mais utilizadas são as de Download, documentos e imagens.
• Criar pasta: clicar no local que quer criar a pasta e clicar com o botão direito do mouse e ir em novo > criar
pasta e nomear ela. Você pode criar uma pasta dentro de outra pasta para organizar melhor seus arquivos.
Caso você queira salvar dentro de uma mesma pasta um arquivo com o mesmo nome, só será possível se tiver
extensão diferente. Ex.: [Link] e [Link]
Independente de uma pasta estar vazia ou não, ela permanecerá no sistema mesmo que o computador seja
reiniciado
• Copiar: selecione o arquivo com o mouse e clique Ctrl + C e vá para a pasta que quer colar a cópia e clique
Ctrl +V. Pode também clicar com o botão direito do mouse selecionar copiar e ir para o local que quer copiar e
clicar novamente como o botão direito do mouse e selecionar colar.
• Excluir: pode selecionar o arquivo e apertar a tecla delete ou clicar no botão direito do mouse e selecionar
excluir
• Organizar: você pode organizar do jeito que quiser como, por exemplo, ícones grandes, ícones pequenos,
listas, conteúdos, lista com detalhes. Estas funções estão na barra de cima em exibir ou na mesma barra do
lado direito.
• Movimentar: você pode movimentar arquivos e pastas clicando Ctrl + X no arquivo ou pasta e ir para onde
você quer colar o arquivo e Clicar Ctrl + V ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar recortar e ir para
o local de destino e clicar novamente no botão direito do mouse e selecionar colar.
31
1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Arquivos ocultos
São arquivos que normalmente são relacionados ao sistema. Eles ficam ocultos (invisíveis) por que se o
usuário fizer alguma alteração, poderá danificar o Sistema Operacional.
Apesar de estarem ocultos e não serem exibido pelo Windows Explorer na sua configuração padrão, eles
ocupam espaço no disco.
- Escolha dos Dados: as cópias de dados devem conter apenas arquivos pessoais e confiáveis do usuário
(fotos, vídeos, músicas, documentos), arquivos do sistema operacional e de instalação de programas não de-
vem fazer parte do backup, pois, podem conter vírus, arquivos corrompidos e outros problemas, lembrando que
esses arquivos de são restaurados após a instalação do sistema operacional.
- Mídias Utilizadas: a escolha das mídias para realização do backup depende da relevância e tempo que os
arquivos devem ser mantidos.
15 [Link]
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
de segurança em diversos discos, caso uma única unidade não seja suficiente. Para que seus backups durem
mais e não sejam acidentalmente sobrescritos por outros conteúdos, prefira os discos graváveis aos regravá-
veis.
6. E o Smartphone e o Tablet?
Os dispositivos móveis guardam uma série de dados e, por isso, também merecem atenção. Nesse caso, a
solução é diferente para cada plataforma. O iOS, por exemplo, usa o serviço iCloud, que oferece gratuitamente
5 GB. Outra opção é fazer backup pelo iTunes, guardando a cópia dos dados em um arquivo no computador.
O Android faz backup de dados de alguns aplicativos e senhas. Além disso, como o Android sincroniza dados
com o Google, fica fácil recuperar contatos, e-mails e agenda. Fora isso, há apps que se encarregam do backup
no sistema do Google.
33
1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
- Mantenha seus backups em locais seguros, bem condicionados (longe de poeira, muito calor ou umidade)
e com acesso restrito (apenas de pessoas autorizadas);
- Configure para que seus backups sejam realizados automaticamente e certifique-se de que eles estejam
realmente sendo feitos (backups manuais estão mais propensos a erros e esquecimento);
- Além dos backups periódicos, sempre faça backups antes de efetuar grandes alterações no sistema (adi-
ção de hardware, atualização do sistema operacional, etc.) e de enviar o computador para manutenção;
- Armazene dados sensíveis em formato criptografado (mais detalhes no Capítulo Criptografia);
- Mantenha backups redundantes, ou seja, várias cópias, para evitar perder seus dados em um incêndio,
inundação, furto ou pelo uso de mídias defeituosas (você pode escolher pelo menos duas das seguintes possi-
bilidades: sua casa, seu escritório e um repositório remoto);
- Cuidado com mídias obsoletas (disquetes já foram muito usados para backups, porém, atualmente, aces-
sá-los têm-se se tornado cada vez mais complicado pela dificuldade em encontrar computadores com leitores
deste tipo de mídia e pela degradação natural do material);
- Assegure-se de conseguir recuperar seus backups (a realização de testes periódicos pode evitar a péssima
surpresa de descobrir que os dados estão corrompidos, em formato obsoleto ou que você não possui mais o
programa de recuperação);
- Mantenha seus backups organizados e identificados (você pode etiquetá-los ou nomeá-los com informa-
ções que facilitem a localização, como tipo do dado armazenado e data de gravação);
- Copie dados que você considere importantes e evite aqueles que podem ser obtidos de fontes externas
confiáveis, como os referentes ao sistema operacional ou aos programas instalados;
- Nunca recupere um backup se desconfiar que ele contém dados não confiáveis.
Ao utilizar serviços de backup online há alguns cuidados adicionais que você deve tomar, como:
- Observe a disponibilidade do serviço e procure escolher um com poucas interrupções (alta disponibilidade);
- Observe o tempo estimado de transmissão de dados (tanto para realização do backup quanto para recupe-
ração dos dados). Dependendo da banda disponível e da quantidade de dados a ser copiada (ou recuperada),
o backup online pode se tornar impraticável;
- Seja seletivo ao escolher o serviço. Observe critérios como suporte, tempo no mercado (há quanto tempo
o serviço é oferecido), a opinião dos demais usuários e outras referências que você possa ter;
- Leve em consideração o tempo que seus arquivos são mantidos, o espaço de armazenagem e a política
de privacidade e de segurança;
- Procure aqueles nos quais seus dados trafeguem pela rede de forma criptografada (caso não haja esta
possibilidade, procure você mesmo criptografar os dados antes de enviá-los).
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Política de Backup17
No caso de sistemas de informação de uma instituição, é fundamental a definição de uma Política de Backup
a qual visa garantir de forma íntegra e confiável a restauração de qualquer tipo de dados registrado no sistema
de informação. Alguns passos devem ser seguidos para a definição da Política de Backup, são eles:
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Conscientização do Uso das Políticas de Backup
A conscientização do uso das políticas de backup é fundamental para a eficiência do sistema de backup,
pois se os usuários dos sistemas informatizados não os utilizarem de forma correta, corre-se o risco de termos
informações armazenadas em lugar indevido, ou seja, corremos o risco da não realização do backup destas
informações.
O objetivo desta conscientização é orientar os usuários a utilizarem os sistemas informatizados de forma
correta, garantido assim, máxima eficiência na recuperação dos dados armazenados em backups.
Implantação
A implantação consiste na aplicação formal das regras descritas na política de backup da instituição. A
implantação deve ser realizada de forma gradativa e após o programa de divulgação e conscientização dos
funcionários.
Tipos de Backup18
Em organizações de todo o porte, o backup dos dados é de extrema importância uma vez que a perda de
alguma informação pode comprometer a continuidade do negócio.
O termo backup tornou-se sinônimo de proteção de dados ao longo das últimas décadas e pode ser realiza-
do através de vários métodos. Utilizar um tipo de backup inadequado pode resultar em grandes janelas de ba-
ckup, gasto excessivo com o trabalho operacional e alto risco da perda dos dados. Um tipo de backup adequa-
do é aquele que pode garantir ao máximo a segurança dos dados e adequar-se aos objetivos da organização.
Isso implica dizer que não há uma regra fixa de qual tipo de backup é melhor, pois depende da complexidade e
necessidades de cada ambiente.
Vamos explicar sobre o backup full ou completo, diferencial, incremental e incremental para sempre ou
contínuo. Conceitualmente, pode parecer simples, mas implementar uma efetiva política de backup pode ser
bastante difícil. Por isso é importante reconhecer os principais tipos de backup existentes e algumas de suas
características.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
A principal vantagem de realizar um backup completo durante cada operação é que uma cópia completa de
todos os dados está disponível em um único conjunto de mídia. Isso resulta em uma possibilidade maior recu-
perar os dados íntegros, menor complexidade da operação de recuperação e o menor tempo para recuperar os
dados, métrica conhecida como Recovery Time Objective (RTO).
No entanto, as principais desvantagens são que leva mais tempo para executar um backup completo do que
outros tipos (por vezes, por um fator de 10 ou mais), e requer mais espaço de armazenamento, já que todos os
dados são armazenados a cada backup realizado.
Assim, por limitações técnicas, os backups completos são normalmente executados periodicamente. A maio-
ria das políticas de backup empregam um backup completo em combinação com incrementais e/ou backups
diferenciais.
Backup Incremental
O backup incremental é a cópia de todos os dados que foram modificados desde o último backup de qual-
quer tipo. O último backup pode ser um backup full, diferencial ou incremental. Um backup full é realizado
inicialmente e nos backups subsequentes são copiados apenas os dados alterados ou criados desde o último
backup.
O benefício de um backup incremental é que será copiada uma menor quantidade de dados do que um com-
pleto. Assim, esse backup será realizado mais rápido e necessitará menos espaço de armazenamento.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Por outro lado, a recuperação dos dados envolve um procedimento mais complexo e potencialmente mais
lento, já que o último backup “full” deve ser recuperado e, em seguida, os dados incrementais de cada dia até
o momento da falha. Isso significa, por exemplo, que, se tiver um backup “full” e três backups incrementais do
mesmo arquivo, este será recuperado quatro vezes, gerando problemas para o administrador de backup ou o
usuário lidar com essa multiplicação de arquivos desnecessários.
Backup Diferencial
A operação de backup diferencial é semelhante a um incremental na primeira vez em que é realizada, na
medida em que irá copiar todos os dados alterados desde o backup anterior. No entanto, cada vez que é exe-
cutado após o primeiro backup, serão copiados todos os dados alterados desde o backup completo anterior e
não com relação ao último backup.
O backup diferencial armazena os dados alterados desde o último backup full. Assim, ele irá armazenar mais
dados do que o incremental, embora normalmente menos do que o backup completo. Isso exigirá mais espaço
e tempo de backup que os backups incrementais. Por outro lado, a recuperação dos dados tende a ser mais
rápida do que o backup incremental já que só é necessário o último backup diferencial e o último backup full,
enquanto o incremental necessita de todos os incrementais e o último backup full.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
A inteligência do software torna a recuperação dos dados mais rápida e inteligente que o incremental. Além
disso, pelo fato de, em teoria, esse tipo de backup só necessitar de um backup full, ao longo do tempo, a quan-
tidade de dados armazenados será menor que os demais tipos (full, incremental e diferencial). Por outro lado,
o tempo de recuperação tende a ser maior quando comparado ao backup diferencial e ao backup full, já que é
necessário analisar diferentes conjuntos de backups para o processo de recuperação.
Analisando Cenários
Como mostrado acima, realizar um backup completo diariamente requer a maior quantidade de espaço e
também levará a maior quantidade de tempo. No entanto, mais cópias totais dos dados estão disponíveis e
menos conjuntos de mídia são necessários para executar uma operação de recuperação. Como resultado, a
execução desta política de backup tem maior tolerância a falhas e fornece o mínimo de tempo para recuperar,
uma vez que qualquer parte dos dados será localizada em um único conjunto de backup.
Como alternativa, a política de backup incremental proporciona o menor tempo de backup durante a semana
e ocupa a menor quantidade de espaço de armazenamento. No entanto, o tempo de restauração tende a ser
mais longo, uma vez que pode ser necessário utilizar até seis conjuntos de mídia para recuperar a informação
necessária. Se os dados a serem recuperados forem do backup do sábado, serão necessários os conjuntos
de mídia do backup completo de domingo, mais os incrementais da segunda a sábado. Isso pode aumentar
drasticamente o tempo de recuperação e exige que cada mídia funcione perfeitamente. Uma falha em um dos
conjuntos de backup pode afetar toda a recuperação.
A política do full + incremental para sempre funcionará da mesma forma que a política full + incremental. A
diferença entre essas duas políticas está na inteligência do software, que torna a recuperação dos dados mais
rápida e inteligente que o incremental. Como a recuperação do backup incremental necessita de intervenção
humana, tende a ter um tempo maior de recuperação maior. Se os dados a serem recuperados forem do ba-
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
ckup da quarta-feira, o software irá apontar os conjuntos de mídia de backup necessários para executar essa
tarefa, entre domingo e quarta, e reduzirá a possibilidade de arquivos modificados e excluídos serem recupera-
dos. De qualquer forma, uma falha em um conjunto de backup também pode afetar toda a recuperação.
A execução de um backup completo com diferencial proporciona resultados intermediários entre o full e o
incremental. Ou seja, mais conjuntos de mídia de backup são necessários para recuperar do que com uma
política de full, embora menos do que com uma política de incremental. Além disso, o tempo de recuperação é
inferior com relação ao incremental, porém superior ao full. A fim de recuperar os dados de um determinado dia,
são necessários, no máximo, dois conjuntos de mídia.
Agora considerando uma política de backup full + incremental + diferencial, a grande vantagem está em seu
tempo de recuperação quando comparado à política full + incremental ou full + incremental para sempre. Caso
aconteça alguma falha no sábado, será necessário recuperar os dois últimos incrementais, o diferencial e o
full. Com a política full + incremental, seria necessário restaurar todos incrementais e o full, o que levaria a um
aumento do tempo e do risco de recuperação.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manuten-
ção e em Backup e Restauração.
2. Siga um destes procedimentos:
- Para restaurar os arquivos, clique em Restaurar meus arquivos.
- Para restaurar os arquivos de todos os usuários, clique em Restaurar todos os arquivos de usuário. Se
você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a
confirmação.
3. Siga um destes procedimentos:
- Para navegar pelo conteúdo do backup, clique em Procurar arquivos ou Procurar pastas.
- Quando você estiver procurando por pastas, não conseguirá ver os arquivos individuais de uma
pasta. Para visualizar arquivos individuais, use a opção Procurar arquivos.
- Para pesquisar o conteúdo do backup, clique em Pesquisar, digite o nome de um arquivo inteiro ou parte
dele e depois clique em Pesquisar.
Para Localizar Arquivos que Foram Restaurados de um Backup Feito em Outro Computador
Se você estiver restaurando arquivos a partir de um backup feito em outro computador, os arquivos serão
restaurados em uma pasta sob o nome de usuário que foi usado para criar o backup. Se os nomes de usuário
forem diferentes, será preciso navegar até a pasta em que os arquivos se encontram restaurados. Por exem-
plo, se o seu nome de usuário era Molly no computador em que o backup foi feito, mas o seu nome de usuário
é MollyC no computador em que o backup está sendo restaurado, os arquivos restaurados serão salvos em
uma pasta rotulada Molly. Você pode localizar os arquivos restaurados seguindo estas etapas:
1. Para abrir Computador, clique no botão Iniciar e em Computador.
2. Clique duas vezes no ícone da unidade em que os arquivos foram salvos, por exemplo, C:\.
3. Clique duas vezes na pasta Usuários.
4. Você verá uma pasta para cada conta de usuário.
5. Clique duas vezes na pasta para o nome de usuário que foi usado para criar o backup.
Os arquivos restaurados estarão em várias pastas com base no local onde se encontravam originalmente.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manuten-
ção e em Backup e Restauração.
2. Clique em Selecionar outro backup do qual restaurar arquivos. Se você for solicitado a informar uma se-
nha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação.
3. Em Período de Backup, selecione o intervalo de dias do backup que contém os arquivos que você deseja
restaurar e siga as etapas do assistente.
Restore
O restore é o ato de se fazer uso dos dados armazenados recuperando-os (na maioria dos casos no próprio
dispositivo original), ou seja, ação de recuperar dados de um backup previamente armazenado. O restore de
arquivos é realizado em cima do ambiente de produção das plataformas ativas.
Restauração do Sistema
A Restauração do Sistema o ajuda a restaurar arquivos do sistema do computador para um ponto anterior no
tempo. É uma forma de desfazer alterações do sistema no computador sem afetar os arquivos pessoais, como
e-mail, documentos ou fotos.
Às vezes, a instalação de um programa ou driver pode causar uma alteração inesperada no computador ou
fazer com que o Windows se comporte de modo imprevisível. Geralmente, a desinstalação do programa ou
driver corrige o problema. Se a desinstalação não corrigir o problema, você pode tentar restaurar o sistema do
computador para uma data anterior, quando tudo funcionava corretamente.
A Restauração do Sistema usa um recurso chamado proteção do sistema para criar e salvar regularmente
pontos de restauração no computador. Esses pontos de restauração contêm informações sobre as configu-
rações do Registro e outras informações do sistema que o Windows usa. Também é possível criar pontos de
restauração manualmente. Para obter informações sobre como criar pontos de restauração, consulte Criar um
ponto de restauração.
Os backups de imagem do sistema armazenados em discos rígidos também podem ser usados para Res-
tauração do Sistema, assim como os pontos de restauração criados pela proteção do sistema. Mesmo que os
backups de imagem do sistema tenham seus arquivos de sistema e dados pessoais, os seus arquivos de dados
não serão afetados pela Restauração do Sistema. Para obter mais informações sobre imagens do sistema,
consulte O que é uma imagem do sistema?
A Restauração do Sistema não é destinada a fazer backup de arquivos pessoais, portanto, ela não pode aju-
dá-lo a recuperar um arquivo pessoal que foi excluído ou danificado. Você deve fazer backup regularmente dos
seus arquivos pessoais e dos dados importantes com um programa de backup. Para mais informações sobre o
backup de arquivos pessoais, consulte Fazer backup dos seus arquivos.
Para abrir Restauração do Sistema, clique no botão Iniciar. Na caixa de pesquisa, digite Restauração do Sis-
tema e, na lista de resultados, clique em Restauração do Sistema. É necessário ter permissão do administrador.
Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a
confirmação.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Você pode acessar seus dados na nuvem através de protocolos como o SOAP (Simple Object Access Pro-
tocol), protocolo destinado à circulação de informações estruturadas entre plataformas distribuídas e descen-
tralizadas ou usando uma API (Application Programming Interface, traduzindo, Interface de Programação de
Aplicações) que integra os sistemas que tem linguagens diferentes de maneira rápida e segura.
Desvantagens
- O acesso depende exclusivamente da internet, portanto, a conexão deve ser de qualidade;
- Companhias de grande porte precisam ter políticas de segurança para preservar a integridade dos arqui-
vos;
- Geralmente, os servidores estão no exterior, o que sujeita seus dados à legislação local.
• Nuvem pública: pertence a um provedor de serviços cloud terceirizado pelo qual é administrada. Esse
provedor fornece recursos de computação em nuvem, como servidores e armazenamento via web, ou seja,
todo o hardware, software e infraestruturas de suporte utilizados são de propriedade e gerenciamento do pro-
vedor de nuvem contratado pela organização.
• Nuvem privada: se refere aos recursos de computação em nuvem usados exclusivamente por uma única
empresa, podendo estar localizada fisicamente no datacenter local da empresa, ou seja, uma nuvem privada é
aquela em que os serviços e a infraestrutura de computação em nuvem utilizados pela empresa são mantidos
em uma rede privada.
• Nuvem híbrida: trata-se da combinação entre a nuvem pública e a privada, que estão ligadas por uma
tecnologia que permite o compartilhamento de dados e aplicativos entre elas. O uso de nuvens híbridas na
computação em nuvem ajuda também a otimizar a infraestrutura, segurança e conformidade existentes dentro
da empresa.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Instalação, manutenção e uso de softwares e hardwares
Instalação de programas
A maneira como você adiciona um programa depende de onde estão localizados os arquivos de instalação
do programa. Normalmente, os programas são instalados de um CD ou DVD, da Internet ou de uma rede.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Exemplo de arquivo de instalação baixado da internet.
Veja na opção que o tipo de arquivo é (.exe). Pois ele é executável e permite a instalação do programa.
Observação: ao baixar e instalar programas da Internet, assegure-se de que confia no fornecedor do pro-
grama e no site que o está oferecendo.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
No menu à esquerda a opção de instalação de um programa de rede.
Clique em um programa na lista e clique em Instalar.
Siga as instruções na tela. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação,
digite a senha ou forneça a confirmação.
Desinstalando um programa.
Observações: se o programa que você deseja desinstalar não estiver listado, talvez não tenha sido escrito
para esta versão do Windows. Para desinstalar o programa, consulte as informações que o acompanham.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Instalação de periféricos
O que é um driver?
Um driver é um software que permite que o computador se comunique com o hardware ou com os dispositi-
vos. Sem drivers, o hardware conectado ao computador, por exemplo, uma placa de vídeo ou uma impressora,
não funcionará corretamente.
Na maioria das vezes, os drivers são fornecidos com o Windows, mas você também pode encontrá-los
usando o Windows Update, no Painel de Controle, para verificar atualizações. Se o Windows não tiver o driver
de que você precisa, acesse o Centro de Compatibilidade do Windows 7, que lista milhares de dispositivos e
tem links diretos para downloads de drivers. Além disso, você poderá encontrar drivers no disco que veio com o
hardware ou dispositivo que você deseja usar ou no site do fabricante desse hardware ou dispositivo.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Para abrir o Windows Update, clique no botão Iniciar. Na caixa de pesquisa, digite Update e, na lista de re-
sultados, clique em Windows Update.
No painel esquerdo, clique em Alterar configurações.
Sob Atualizações importantes, clique em um item da lista.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Símbolo da conexão USB
Muitos dispositivos precisam ter um cabo USB conectado a eles antes de que possam ser conectados a uma
porta USB no computador. Outros dispositivos USB, como teclados e mouses mais antigos, têm um cabo USB
conectado permanentemente a eles. E alguns dispositivos USB, como pen drives USB, têm um conector USB
integrado que permite que eles sejam conectados diretamente a uma porta USB no seu computador, sem um
cabo.
Os dispositivos USB estão dentre os dispositivos mais fáceis de se conectar a um computador. Na primeira
vez que você conectar um dispositivo a uma porta USB, o Windows automaticamente identifica o dispositivo e
instala um driver para o dispositivo. Os driver permitem que o computador se comunique com os dispositivos de
hardware. Sem um driver, um dispositivo USB que você conecte ao computador - por exemplo, um mouse ou
uma webcam - não funcionarão corretamente.
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Cabo e porta USB típicos
Conecte o dispositivo à porta USB. Se o Windows puder encontrar e instalar o driver de dispositivo automa-
ticamente, você será notificado de que o dispositivo está pronto para uso. Caso contrário, você será solicitado
a inserir um disco que contenha o driver.
Desconectando um dispositivo
A maioria dos dispositivos USB pode ser removida e desconectada. Ao desconectar dispositivos de armaze-
namento, como unidades flash USB, verifique se o computador terminou de salvar as informações no disposi-
tivo antes de removê-lo. Se o dispositivo tiver uma luz de atividade, aguarde alguns segundos após a luz parar
de piscar antes de desconectá-lo.
Se você vir o ícone Remover Hardware com Segurança na área de notificação no lado direito da barra de
tarefas, use isso como uma indicação de que os dispositivos terminaram todas as operações em andamento e
estão prontos para serem removidos. Clique no ícone e verá uma lista de dispositivos. Clique no dispositivo que
deseja remover. O Windows exibirá uma notificação informando que é seguro remover o dispositivo.
WINDOWS VISTA
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Se houver atualizações disponíveis, clique no driver que você deseja instalar e clique em Instalar. Se for
solicitada uma senha de administrador ou uma confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação.
Algumas atualizações exigem que o computador seja reiniciado.
WINDOWS XP
Após encontrar o fabricante, acesse seu site, localize e baixe o driver mais recente para o dispositivo. Sem-
pre há atualizações de drivers disponíveis nas seções de suporte desses sites. Caso encontre um driver atuali-
zado, siga as instruções de instalação descritas no site. A maioria dos drivers são instalados automaticamente;
após baixá-los, geralmente basta clicar duas vezes no arquivo para iniciar a instalação e o driver é instalado
automaticamente no computador.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Manutenção de hardware
A) Processador
O item A mostra o local onde o processador deve ser conectado. Também conhecido como socket, esse
encaixe não serve para qualquer processador, mas sim para um modelo (ou para modelos) específico. Cada
tipo de processador tem características que o diferenciam de outros modelos. Essas diferenças consistem
na capacidade de processamento, na quantidade de memória cache, na tecnologia de fabricação usada, no
consumo de energia, na quantidade de terminais (as “perninhas”) que o processador tem, entre outros. Assim
sendo, a placa mãe deve ser desenvolvida para aceitar determinados processadores. A motherboard vista aci-
ma, por exemplo, é compatível com os processadores Duron, Athlon XP e Sempron (todos da fabricante AMD)
que utilizam a forma de conexão conhecida por “Socket A”. Assim sendo, processadores que utilizam outros
sockets, como o Intel Pentium 4 ou o AMD Athlon 64 não se conectam a esta placa. Por isso, na aquisição de
um computador, deve-se escolher primeiro o processador e, em seguida, verificar quais as placas mãe que são
compatíveis. À medida que novos processadores vão sendo lançados, novos sockets vão surgindo. É importan-
te frisar que, mesmo quando um processador utiliza um determinado socket, ele pode não ser compatível com
a placa-mãe relacionada. Isso porque o chip pode ter uma capacidade de processamento acima da suportada
pela motherboard. Por isso, essa questão também deve ser verificada no momento da montagem de um com-
putador.
B) Memória RAM
O item B mostra os encaixes existentes para a memória RAM. Esse conector varia conforme o tipo. As
placas-mãe mais antigas usavam o tipo de memória popularmente conhecido como SDRAM. A placa mãe da
imagem acima possui duas conexões (ou slots) para encaixe de memórias DDR.
C) Slots de expansão
Para que seja possível conectar placas que adicionam funções ao computador, é necessário fazer uso de
slots de expansão. Esses conectores permitem a conexão de vários tipos de dispositivos. Placas de vídeo, pla-
cas de som, placas de redes, modems etc, são conectados nesses encaixes. Os tipos de slots mais conhecidos
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
atualmente são o PCI (Peripheral Component Interconnect) - item C1 -, o AGP (Accelerated Graphics Port) -
item C2 -, o CNR (Communications Network Riser) - item C3 - e o PCI Express (PCI-E). As placas-mãe mais
antigas apresentavam ainda o slot ISA (Industry Standard Architecture).
D) Plug de Alimentação
O item D mostra o local onde deve-se encaixar o cabo da fonte que leva energia elétrica à placa mãe. Para
isso, tanto a placa-mãe como a fonte de alimentação devem ser do mesmo tipo. Existem, atualmente, dois
padrões para isso: o ATX e o AT (este último saiu de linha, mas ainda é utilizado). A placa mãe da foto usa o
padrão ATX. É importante frisar que a placa mãe sozinha consegue alimentar o processador, as memórias e
a grande maioria dos dispositivos encaixados nos slots. No entanto, HDs, unidades de CD e DVD, drive de
disquete e cooler (um tipo de ventilador acoplado ao processador que serve para manter sua temperatura em
limites aceitáveis de uso) devem receber conectores individuais de energia.
F) BIOS e Bateria
O item F2 aponta para o chip Flash-ROM e o F1, para a bateria que o alimenta. Esse chip contém um peque-
no software chamado BIOS (Basic Input Output System), que é responsável por controlar o uso do hardware do
computador e manter as informações relativas à hora e data. Cabe ao BIOS, por exemplo, emitir uma mensa-
gem de erro quando o teclado não está conectado. Na verdade, quando isso ocorre, o BIOS está trabalhando
em conjunto com o Post, um software que testa os componentes de hardware após o computador ser ligado.
Através de uma interface denominada Setup, também presente na Flash-ROM, é possível alterar configurações
de hardware, como velocidade do processador, detecção de discos rígidos, desativação de portas USB, etc.
Como mostra a figura, placas mãe antigas usavam um chip maior para o BIOS.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
G) Periféricos Externos
O item G aponta para a parte onde ficam localizadas as entradas para a conexão do mouse (tanto serial,
quanto PS/2), teclado, portas USB, porta paralela (usada principalmente por impressoras), além de outros que
são disponibilizados conforme o modelo da placa mãe. Esses itens ficam posicionados de forma que, quando
a placa mãe for instalada em um gabinete, tais entradas fiquem imediatamente acessíveis pela parte traseira
deste.
A disposição de entradas vista acima é semelhante em toda placa mãe que segue o padrão ATX. No antigo
padrão AT, esse posicionamento é de outra forma e alguns conectores são diferentes.
H) Furos de Encaixe
Para evitar danos, a placa mãe deve ser devidamente presa ao gabinete. Isso é feito através de furos (item
H) que permitem o encaixe de espaçadores e parafusos. Para isso, é necessário que a placa mãe seja do
mesmo padrão do gabinete. Se este for AT, a placa mãe deverá também ser AT. Se for ATX (o padrão atual), a
motherboard também deverá ser, do contrário o posicionamento dos locais de encaixe serão diferentes para a
placa mãe e para o gabinete.
I) Chipset
O chipset é um chip responsável pelo controle de uma série de itens da placa mãe, como acesso à memória,
barramentos e outros. Principalmente nas placas mãe atuais, é bastante comum que existam dois chips para
esses controles: Ponte Sul (I1) e Ponte Norte (I2):
Ponte Sul (South Bridge): Este geralmente é responsável pelo controle de dispositivos de entrada e saída,
como as interfaces IDE ou SATA. Placas mãe que possuem som onboard (visto adiante), podem incluir o con-
trole desse dispositivo também na Ponte Sul;
Ponte Norte (North Bridge): Este chip faz um trabalho “mais pesado” e, por isso, geralmente requer um dissi-
pador de calor para não esquentar muito. Repare que na foto da placa mãe em que esse chip é apontado, ele,
na verdade, está debaixo de uma estrutura metálica. Essa peça é o dissipador. Cabe à Ponte Norte as tarefas
de controle do FSB (Front Side Bus - velocidade na qual o processador se comunica com a memória e com
componentes da placa mãe), da frequência de operação da memória, do barramento AGP, etc.
Os chipsets não são desenvolvidos pelas fabricantes das placas mãe e sim por empresas como VIA Techno-
logies, SiS e Intel (esta é uma exceção, já que fabrica motherboards também). Assim sendo, é comum encon-
trar um mesmo chipset em modelos concorrentes de placa mãe.
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presas que fabricam placas mãe. As marcas mais conhecidas são: Asus, Abit, Gigabyte, Soyo, PC Chips, MSI,
Intel e ECS. Apesar da maioria dessas fabricantes disponibilizarem bons produtos, é recomendável pesquisar
sobre um modelo de seu interesse para conhecer suas vantagens e desvantagens.
- Alimentação Externa
Caso o computador não esteja dando sinal de que esteja ligado, através de barulhos ou luzes, o problema
pode ser a falta de alimentação externa.
Verifique se o computador está corretamente ligado à rede elétrica e certifique-se que o cabo esteja firme-
mente preso. Caso esteja ligado a um estabilizador ou no-break, verifique se este está ligado.
Verifique também se a fonte do computador possui um botão traseiro de liga e desliga. Caso possua, o botão
deve estar na posição “I”, que indica ligado. A posição “O” indica desligado.
Outra verificação a fazer é a seleção de voltagem. Por exemplo, caso a tensão da sua cidade seja 110V,
mova a chave de seleção para a posição que faça com que apareça a numeração 110.
Caso o computador ainda não ligue e nem o filtro de linha / no-break, tente ligar um outro aparelho na tomada
para ter certeza de que a tomada esteja funcionando.
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O Computador Liga e Ouço Barulhos, mas não Aparece Nada na Tela
Se isso acontecer pode ser por dois motivos principais: problema na parte de vídeo ou na memória do com-
putador.
- Verificando o Vídeo
Caso o led do monitor esteja apagado, certifique-se que o monitor esteja conectado a uma fonte com energia
que esteja funcionando.
Pode ser também que o cabo de dados entre o monitor e o computador não esteja firmemente conectado. Se
isso acontecer, irá aparecer uma mensagem na tela do monitor dizendo que não há cabo conectado, ou então
o led que indica que o monitor está ligado ficará piscando.
Caso a placa de vídeo seja off board, verifique se a mesma está firmemente conectada à placa mãe.
Você pode tentar também ligar o computador usando um outro monitor.
Dica: na maioria dos computadores, se estiver tudo OK com os componentes principais de dentro do gabi-
nete, um único bip será emitido ao ligar. Nesse caso, exclua a possibilidade de falha de componentes internos
importantes e veja se o monitor está funcionando.
- Verificando a Memória
A memória com certeza é o hardware que mais falha em um computador doméstico. Quando isso ocorre, o
computador liga mas não inicia. Muitas vezes o computador começa a emitir bips.
Felizmente, pode ser apenas a sujeira ou oxidação que esteja atrapalhando a comunicação da placa mãe
com a memória do computador. Para verificar essa situação, siga os passos:
Desligue o computador e não se esqueça de retirar o cabo de força da tomada. Espere alguns segundos.
Abra o gabinete e retire os módulos de memória dos slots.
Com a ajuda de um pincel macio, limpo e seco, limpe os slots de memória, retirando toda a sujeira existente.
Algumas pessoas simplesmente assopram nesses slot, mas isso não é recomendável, uma vez que a saliva
pode criar um curto que pode queimar a placa mãe. Caso haja oxidação, talvez seja necessário o uso de produ-
tos próprios para isso. Esses produtos vêm em sprays e devem sem passados com cuidado. Espere o produto
secar para recolocar os módulos.
Nos módulos de memória, use uma borracha branca e que não solte muitos fiapos para limpar a área de
contato metálico. Cuidado com o manuseio dos módulos.
Recoloque os módulos de memória no lugar e ligue o computador.
Se esse procedimento não resolveu o problema, tente ligar o computador com apenas um módulo de memó-
ria de cada vez. Se o computador ligar é porque o outro módulo memória está com problemas e possivelmente
terá que ser feita a troca dele.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
recentes no site [Link]. Ele deve ser gravado em um CD virgem. Agora, reinicie o computador e
dê boot pelo CD. Espere o programa terminar a checagem da memória. Caso dê algum erro, será necessária
a troca da memória. Pegue emprestada a memória de um outro computador para ter certeza de que este é o
problema.
Outra causa é o superaquecimento do processador. Para que ele não queime, a placa mãe desliga o com-
putador quando detecta que a temperatura do processador está muito alta. Aguarde uns minutos e ligue o
computador com o gabinete aberto. Se você notar que o cooler não está girando muito rápido, tente lubrificá-lo
como descrito mais adiante. Você pode verificar a temperatura do processador usando o software HWinfo32
para sistemas de 32-bits e HWinfo64 para sistemas de 64- bits.
Outra forma de prevenir o superaquecimento é a escolha correta do gabinete. É recomendável ter um gabi-
nete de no mínimo 4 baias. Baia é o espaço reservado para se colocar uma unidade de CD / DVD.
Alguns gabinetes com 3 baias podem dificultar a refrigeração do processador.
O Computador Travou
Primeiro, temos que ter certeza que o computador travou. Aperte a tecla “Num Lock”. Se a sua tecla tiver um
led verde, ele deve acender e apagar quando você aperta seguidamente. Se luz acende e apaga, seu compu-
tador apenas “parou para pensar”, dê um tempo e espere ele voltar. Se isso não acontecer ou se o led do “Num
Lock” não acender e apagar, é porque seu computador realmente travou.
Agora, o jeito é reiniciar o computador pressionando o botão reset no gabinete. Faça isso como última op-
ção, após ter esperado um tempo para que o computador volte a funcionar. O reinício do computador por esse
método acarreta perda de dados não salvos e talvez algumas inconsistências no disco.
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Código do Bip - Causas Possíveis
1 Bip curto - Sistema normal, sem erros
1 Bip longo - Falha no Refresh. Falha na placa mãe ou na memória(mais provável)
2 Bips curtos - Falha geral. O BIOS não foi capaz de identificar o problema. Pode ser memória
2 Bips longos - Erro de paridade na memória. Memória com Problema
3 Bips longos - Falha nos primeiros 64 KB da memória RAM. Memória com Problema
4 Bips longos - Placa-Mãe com Problema (mais provável) ou memória (menos provável)
5 Bips - Processador com problema
6 Bips - CPU ou Placa-Mãe com problema
7 Bips - Processador com problema
8 Bips - Placa de vídeo ou memória com problema
9 Bips - BIOS com problema
10 Bips - Placa mãe com problema
11 Bips - CPU ou Placa mãe com problema
Award
A BIOS Award usa bips de durações variáveis. Um bip longo vai tipicamente durar 2 segundos, enquanto um
bip curto dura 1 segundo. Também usa diferentes frequências para indicar erros críticos ou graves. Se a BIOS
Award detectar que a CPU está esquentando acima do limite, ele irá bipar repetidamente enquanto o compu-
tador estiver ligado.
1 Bip curto - Sistema normal, sem erros
1 Longo, 2 Curtos - Placa Vídeo com Problema
Bips Repetidos(sem fim) Memória com Problema ou mal contato.
1 Longo, 3 Curtos - Vídeo ou memória de vídeo com Problema Bips de Alta Frequência Falha na ven-
toinha da CPU
Bips repetidos, Altos e Baixos - CPU com Problema
Placa mãe
Algumas placas-mãe vem de fábrica com uma espuma antiestática (normalmente rosa, branca ou preta)
em sua embalagem. Muitos técnicos, ao montar a placa-mãe no gabinete, prendem essa espuma entre a pla-
ca-mãe e o chassi metálico do gabinete, pensando que esse procedimento evita que a placa-mãe encoste no
chassi metálico do gabinete. Acontece que essa espuma retém o calor gerado pela placa-mãe e evita a normal
circulação de ar que há no espaço existente entre a placa mãe e o chassi metálico do gabinete. Com isso, é
muito comum que micros montados usando essa espuma travem e/ou deem erros aleatórios por superaqueci-
mento.
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que o conector da ponta fique “sobrando”. Isso não é bom, pois esse pedaço do cabo irá funcionar como uma
antena, captando e injetando ruídos na transmissão de dados, fazendo com que a taxa de transferência do dis-
co rígido seja menor. Além disso, se o seu disco rígido usa um flat cable de 40 vias, recomendamos que você
o substitua por um modelo de 80 vias.
Outro erro é colocar o HD e o CD ROM no mesmo conector IDE. Isso faz com que a taxa de transferência
de dados caia. Se a sua placa mãe possuir 2 entradas IDE, use uma para o HD e a outra para o CD ROM.
Atualmente, os HDs e até mesmo os drives de CD / DVD possuem conexão SATA, assim, esses problemas
logo deixarão de aparecer.
Memórias
Praticamente todos os micros atuais permitem que a memória RAM trabalhe no modo chamado “dois canais”
ou “dual channel”. Neste modo de operação, a taxa de transferência da memória é dobrada (pelo menos teo-
ricamente), já que o processador (no caso dos processadores AMD64) ou a ponte norte ( no caso dos demais
processadores) acessarão à memória a 128 bits por vez, em vez dos tradicionais 64 bits. Atualmente todos os
novos micros trabalham desta forma, exceto aqueles baseados nos processadores AMD soquete 754 (o Sem-
pron, por exemplo).
Por isso você precisa verificar se este modo de operação está ou não habilitado em seu micro de modo a
obter o desempenho máximo possível. Para usar este modo de operação você precisa ter dois ou um número
par de módulos de memória no micro, ou seja, se você tem apenas um módulo de memória o modo de opera-
ção de dois canais não funcionará. Por isso é melhor ter dois módulos de 1 GB em vez de apenas um de 2 GB,
caso você queria ter 2 GB de memória instalada em seu micro, por exemplo.
Existem duas maneiras básicas de verificar se o seu micro está ou não usando o modo de dois canais. A
primeira é verificar o que aparece na tela logo após você ligar o micro. Aparecerá a frase “Single Channel Mode”
ou “Dual Channel”.
A segunda maneira é rodar um programa de identificação de hardware, por exemplo, o HWinfo32. Na aba
“memory” estará escrito: “Memory runs at: (single channel) ou (dual channel)”.
Talvez essa informação esteja disponível em placa mãe -> SMIBIOS DMI-> Memory Device -> Memory Con-
troller. Ele dirá se placa mãe aceita o padrão dual channel (Supported interleaved: 2 ways) ou single channel
(Supported interleaved: 1 ways) e se a memória está rodando em single channel ou dual channel.
- Unidade de CD (DVD-ROM,CD-RW)
Use um CD-ROM com superfície em microfibra que ao tocar a superfície das lentes da Unidade, faz a lim-
peza. Somente deve-se usar uma vez a cada bimestre, pois esse processo é abrasivo. Leia os manuais expli-
cativos.
- Teclado (Keyboard)
Primeiro vire o teclado de cabeça para baixo, fazendo pequenos movimentos para cima e para baixo, visan-
do deslocar os resíduos para fora do teclado.
Após, caso haja alguns resíduos de açúcar ou café, limpe com um cotonete apropriado embebido em álcool
isopropílico . Evite usar aspiradores muito potentes, álcool comum ou água.
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Esses procedimentos são abrasivos, portanto devem ser feitos com moderação.
No caso de monitores de vídeo, lembre-se que mesmo ele sendo desligado, ainda há energia suficiente para
um choque elétrico de potência altíssima, portanto evite líquidos em seu interior.
- Monitor LCD
Em monitores LCD, o cuidado é ainda maior. Use apenas um pano macio e seco para tirar a poeira. O uso
de produtos de limpeza na tela pode danificá-la permanentemente.
- Placa mãe
Usando-se um compressor em baixa potência (apenas um pequeno sopro às vezes resolve) e um pequeno
pincel de cerda, dá-se cabo dessa tarefa em 5 minutos.
Pode-se usar também um pequeno aspirador em conjunto com o pincel.
- Coolers
O cooler é fundamental para a refrigeração do processador. Com o tempo (entre 6 meses e um ano), a lubrifi-
cação fica comprometida, causando a diminuição da rotação e como consequência o aumento da temperatura.
Como paliativo, retire o Cooler, pulverize WD-40 nos rolamentos e deixe-o secar. Talvez seja necessário des-
prender o cooler do dissipador (estrutura de alumínio ou cobre). Talvez haja também uma etiqueta impedindo o
acesso ao rolamento do cooler e você deverá retirá-la com cuidado.
Após lubrificar o cooler, tenha certeza de que tirou o excesso de óleo para que este não caia na placa mãe
ou no processador.
Importantíssimo: Ao colocar o cooler velho ou novo no processador, lembre-se de retirar qualquer etiqueta
de propaganda que esteja na área de contato com o processador. Não confunda essa etiqueta com etiquetas
que substituem o uso de pasta térmica. Se este não for o seu caso, não esqueça de colocar uma fina camada
de pasta térmica na junção entre o cooler e o processador e principalmente fazer o fluxo de ar do cooler ir na
direção do processador ou seja usá-lo como um ventilador e não como um exaustor.
Limpe o dissipador com um pincel macio e limpo.
Essas medidas ajudam até mesmo a melhorar o ruído causado pelo cooler.
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A ventoinha da fonte tem que sempre estar limpa, pois ela é usada como um exaustor do ar quente interno
do gabinete do computador.
A limpeza TEM que ser externa, pois a abertura da fonte tem que ser feita por técnico especializado. Faça a
limpeza com um compressor de ar um pouco mais fraco, o suficiente para retirar a sujeira de dentro dela.
- Gabinete ou Box do PC
A única limpeza a ser realizada aqui é a retirada do pó com um pano limpo e seco. Pode-se usar também,
em sua parte externa, produtos especiais para a limpeza de gabinetes.
Desfragmentação de Disco
Para tentar diminuir a lentidão do computador, recomenda-se primeiramente fazer a desfragmentação do
disco. Como o nome já diz, esse processo tenta acabar com a fragmentação do disco. Mas, o que é isso?
Quando um arquivo é gravado no disco rígido (HD), o sistema operacional pode optar por gravar esse ar-
quivo no primeiro espaço que caiba por inteiro. Caso não consiga achar um espaço contínuo para isso, ou por
outras razões, gravará o arquivo em seções descontínuas, fazendo com que a leitura do mesmo demore mais
que o normal, já que o cabeçote de leitura terá que ser deslocado para outras regiões do HD. A desfragmenta-
ção de disco analisa os aquivos no disco e os move para partes contínuas.
Para fazer isso no Windows, vá em Iniciar -> Todos os Programas-> Acessórios -> Ferramentas do sistema
-> desfragmentador de disco. Escolha a unidade a ser desfragmentada e clique em desfragmentar disco. Será
mostrado o estado do disco antes e após a desfragmentação.
Você também pode fazer isso abrindo o “Meu Computador”, clicando com o botão direito do mouse sobre o
drive a ser desfragmentado e escolhendo a opção “propriedades”. Na aba “ferramentas”, clique em “desfrag-
mentar agora”.
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1809628 E-book gerado especialmente para ANDERSON CARNEIRO DOS SANTOS
Além de um antivírus, recomenda-se a instalação de um anti-spyware. Spyware são softwares espiões, ou
seja, capturam dados de seu computador e envia para o produtor do Spyware. Esses dados podem ser senhas
do e-mail, dados pessoais ou até a senha do banco que você acessa pela internet.
Recomendamos o Avast Antivírus, por ser leve, gratuito, funcional e ter a opção de ser em idioma português
do Brasil. Além disso o próprio Avast inclui detecção de Spyware.
Uma outra dica é a criação de uma conta limitada. Em uma conta limitada, o usuário não tem permissão de
instalar ou desinstalar programas. Assim, se um vírus tentar se instalar no sistema não irá conseguir. O máximo
que poderá fazer é bagunçar a conta do usuário, mas não será necessário a formatação do disco. Mas atenção,
essa medida não protege o usuário contra vírus, apenas não os deixa tomar conta do computador.
Conceito
O desenvolvimento de software começou com aplicações desktop, ou seja, que podiam ser usadas direto
no computador, sem depender de conexão com a Internet22. Com o advento da internet, as aplicações web
ganharam importância.
Exemplos de aplicações desktop são o Word, Excel, Media Player, etc.
Exemplos de aplicações web são os comércios eletrônicos, mídias sociais, etc.
Por definição, uma aplicação desktop é qualquer software que pode ser instalado em um computador e
usado para executar tarefas específicas. Algumas aplicações desktop também podem ser usadas por vários
usuários em um ambiente com rede.
Desenvolvimento de aplicações web, no entanto, logo começou a substituir ou complementar as aplicações
desktop, que eram difíceis de serem vendidas, mantidas, compradas, atualizadas.
Aplicações web usam um navegador web como Mozilla Firefox, Internet Explorer, Google Chrome, dentre
outros, como interface. Essa é uma das razões para que aplicações web sejam tão populares atualmente, afi-
nal todo computador possui navegadores e internet, sendo possível acessar a mesma aplicação de qualquer
sistema operacional (Linux, Windows, Android, MaCOS), o que não ocorre com aplicações Desktop, que nor-
malmente funcionam em apenas um ou outro sistema operacional.
Vantagens Desvantagens
- Os dados são armazenados localmente, portanto o
risco de vazar dados por causa de uma falha do servidor
externo não existe.
- Precisam ser instaladas no computador.
- Não precisa necessariamente de conexão com a in-
ternet e funciona mesmo sem a mesma (claro, há exce- - Ficam restritas ao computador que possui a ins-
Aplicações ções). talação.
Desktop
- Aplicações desktop tendem a ter uma experiência de - Fica restrito ao Sistema Operacional.
usuário melhor para tarefas complexas.
- Mais confiabilidade na estabilidade do software,
pois o desenvolvedor saberá que tipo de computador irá
rodar a aplicação.
22 [Link]
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- Aplicações web são acessadas pelo navegador, não
precisando de instalação no computador.
- São acessíveis de qualquer lugar com Internet.
- Não depende de sistema operacional.
- Os dados do cliente são mais protegidos contra ví-
rus, pois a aplicação fica dentro de um cofre chamado
- Na falta de Internet ou de conexão de qualidade,
Aplicações Web navegador.
a aplicação web pode ficar inacessível ou inutilizável.
- Layouts podem ser mais criativos e atualizados com
mais frequência, devido a facilidade de divulgar atualiza-
ções.
- Integração com webservices é mais fácil.
- Versão mobile pode ser criada mais facilmente se for
usado HTML e JavaScript.
Pesquisa na internet
Sites de busca são mecanismos de pesquisa que permitem buscar documentos, imagens, vídeos e quais-
quer tipos de informações na rede. Eles utilizam um algoritmo capaz de varrer todas as informações da internet
para buscar as informações desejadas. São exemplos de sites de busca mais comuns: Google, Bing e Yahoo.
Formas de acesso
GOOGLE [Link]
BING [Link]
YAHOO [Link]
Tipos de buscadores
Buscadores Verticais: São aqueles mais específicos que varrem somente um tipo de site.
Por exemplo, temos o Youtube que é um repositório de vídeos, logo ao pesquisarmos dentro dele a busca
será limitada aos vídeos.
Atualmente o site de busca mais utilizado é o Google vejamos mais detalhes:
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1 – Nesta barra digitaremos o endereço do site: [Link];
2 – Nesta barra digitaremos a palavra-chave que queremos encontrar;
3 – Podemos também acionar este microfone para falar a palavra-chave e a mesma será escrita na barra
de pesquisa;
4 – Podemos também acessar um teclado virtual que irá surgir na tela, permitindo a seleção dos caracteres
desejados.
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Menu do Google à direita, conforme a imagem acima
A Google está frequentemente atualizando esse menu, visto a adequação de aplicativos ao contexto atual.
Pesquisa no Windows
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Observação: Os resultados da pesquisa na Web não estão disponíveis na caixa de pesquisa em todos os
países/regiões, mas estão disponíveis por meio do Bing no seu navegador da Web.
Procurar Ajuda
Precisa de ajuda com o Windows 10? Marque a caixa de seleção e digite uma palavra-chave ou uma per-
gunta, e você encontrará ajuda da Microsoft.
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Encontrar Rápido
Se você não sabe onde encontrar uma configuração ou um recurso, há uma grande chance de que uma
única palavra mostrará o caminho para você. Por exemplo, digite suspensão e você será direcionado para a
página de configurações, onde poderá alterar as configurações de suspensão do computador. Ou digite desins-
talar para encontrar a página de configurações, onde você pode exibir ou desinstalar aplicativos.
Procedimentos de segurança
Segurança da informação é o conjunto de ações para proteção de um grupo de dados, protegendo o valor
que ele possui, seja para um indivíduo específico no âmbito pessoal, seja para uma organização23.
É essencial para a proteção do conjunto de dados de uma corporação, sendo também fundamentais para
as atividades do negócio.
Quando bem aplicada, é capaz de blindar a empresa de ataques digitais, desastres tecnológicos ou falhas
humanas. Porém, qualquer tipo de falha, por menor que seja, abre brecha para problemas.
A segurança da informação se baseia nos seguintes pilares24:
– Disponibilidade: é preciso garantir que os dados estejam acessíveis para uso por tais pessoas quando
for necessário, ou seja, de modo permanente a elas.
– Integridade: a informação protegida deve ser íntegra, ou seja, sem sofrer qualquer alteração indevida, não
importa por quem e nem em qual etapa, se no processamento ou no envio.
– Autenticidade: a ideia aqui é assegurar que a origem e autoria do conteúdo seja mesmo a anunciada.
Existem outros termos importantes com os quais um profissional da área trabalha no dia a dia.
23 [Link]
24 [Link]
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Podemos citar a legalidade, que diz respeito à adequação do conteúdo protegido à legislação vigente; a
privacidade, que se refere ao controle sobre quem acessa as informações; e a auditoria, que permite examinar
o histórico de um evento de segurança da informação, rastreando as suas etapas e os responsáveis por cada
uma delas.
– Vulnerabilidade: pontos fracos existentes no conteúdo protegido, com potencial de prejudicar alguns dos
pilares de segurança da informação, ainda que sem intenção
– Ameaça: elemento externo que pode se aproveitar da vulnerabilidade existente para atacar a informação
sensível ao negócio.
– Probabilidade: se refere à chance de uma vulnerabilidade ser explorada por uma ameaça.
– Impacto: diz respeito às consequências esperadas caso o conteúdo protegido seja exposto de forma não
autorizada.
– Risco: estabelece a relação entre probabilidade e impacto, ajudando a determinar onde concentrar inves-
timentos em segurança da informação.
Tipos de ataques
Cada tipo de ataque tem um objetivo específico, que são eles25:
– Passivo: envolve ouvir as trocas de comunicações ou gravar de forma passiva as atividades do computa-
dor. Por si só, o ataque passivo não é prejudicial, mas a informação coletada durante a sessão pode ser extre-
mamente prejudicial quando utilizada (adulteração, fraude, reprodução, bloqueio).
– Ativos: neste momento, faz-se a utilização dos dados coletados no ataque passivo para, por exemplo,
derrubar um sistema, infectar o sistema com malwares, realizar novos ataques a partir da máquina-alvo ou até
mesmo destruir o equipamento (Ex.: interceptação, monitoramento, análise de pacotes).
• Política de senhas: define as regras sobre o uso de senhas nos recursos computacionais, como tamanho
mínimo e máximo, regra de formação e periodicidade de troca.
• Política de backup: define as regras sobre a realização de cópias de segurança, como tipo de mídia utili-
zada, período de retenção e frequência de execução.
• Política de privacidade: define como são tratadas as informações pessoais, sejam elas de clientes, usuá-
rios ou funcionários.
• Política de confidencialidade: define como são tratadas as informações institucionais, ou seja, se elas
podem ser repassadas a terceiros.
Mecanismos de segurança
Um mecanismo de segurança da informação é uma ação, técnica, método ou ferramenta estabelecida com
o objetivo de preservar o conteúdo sigiloso e crítico para uma empresa.
Ele pode ser aplicado de duas formas:
25 [Link]
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– Controle físico: é a tradicional fechadura, tranca, porta e qualquer outro meio que impeça o contato ou
acesso direto à informação ou infraestrutura que dá suporte a ela
– Controle lógico: nesse caso, estamos falando de barreiras eletrônicas, nos mais variados formatos exis-
tentes, desde um antivírus, firewall ou filtro anti-spam, o que é de grande valia para evitar infecções por e-mail
ou ao navegar na internet, passa por métodos de encriptação, que transformam as informações em códigos que
terceiros sem autorização não conseguem decifrar e, há ainda, a certificação e assinatura digital, sobre as quais
falamos rapidamente no exemplo antes apresentado da emissão da nota fiscal eletrônica.
Todos são tipos de mecanismos de segurança, escolhidos por profissional habilitado conforme o plano de
segurança da informação da empresa e de acordo com a natureza do conteúdo sigiloso.
Criptografia
É uma maneira de codificar uma informação para que somente o emissor e receptor da informação possa
decifrá-la através de uma chave que é usada tanto para criptografar e descriptografar a informação26.
Tem duas maneiras de criptografar informações:
• Criptografia simétrica (chave secreta): utiliza-se uma chave secreta, que pode ser um número, uma
palavra ou apenas uma sequência de letras aleatórias, é aplicada ao texto de uma mensagem para alterar o
conteúdo de uma determinada maneira. Tanto o emissor quanto o receptor da mensagem devem saber qual é
a chave secreta para poder ler a mensagem.
• Criptografia assimétrica (chave pública): tem duas chaves relacionadas. Uma chave pública é disponi-
bilizada para qualquer pessoa que queira enviar uma mensagem. Uma segunda chave privada é mantida em
segredo, para que somente você saiba.
Qualquer mensagem que foi usada a chave púbica só poderá ser descriptografada pela chave privada.
Se a mensagem foi criptografada com a chave privada, ela só poderá ser descriptografada pela chave pú-
blica correspondente.
A criptografia assimétrica é mais lenta o processamento para criptografar e descriptografar o conteúdo da
mensagem.
Um exemplo de criptografia assimétrica é a assinatura digital.
• Assinatura Digital: é muito usado com chaves públicas e permitem ao destinatário verificar a autentici-
dade e a integridade da informação recebida. Além disso, uma assinatura digital não permite o repúdio, isto é,
o emitente não pode alegar que não realizou a ação. A chave é integrada ao documento, com isso se houver
alguma alteração de informação invalida o documento.
• Sistemas biométricos: utilizam características físicas da pessoa como os olhos, retina, dedos, digitais,
palma da mão ou voz.
Firewall
Firewall ou “parede de fogo” é uma solução de segurança baseada em hardware ou software (mais comum)
que, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego de rede para determinar quais operações
de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas. O firewall se enquadra em uma espécie de bar-
reira de defesa. A sua missão, por assim dizer, consiste basicamente em bloquear tráfego de dados indesejado
e liberar acessos bem-vindos.
26 [Link]
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Representação de um firewall.
Fonte: [Link]
%C3%A9%20uma%20solu%C3%A7%C3%A3o%20de,de%20dados%20podem%20ser%20executadas.
27 [Link]
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Exercícios
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(C) Acessar arquivos quando não se está no local do seu computador, como por exemplo fora do escritório
ou em viagens.
(D) Fazer backup de dados.
7. (TJ/PR - Técnico Judiciário - CESPE/2019) Os sistemas operacionais oferecem serviços como acesso
ao ambiente computacional, execução de programas e gerenciamento de entrada e saída de dados. Assinale
a opção que apresenta exemplo de sistema operacional gratuito para uso em computadores do tipo desktop.
(A) Android
(B) Apple MacOS
(C) Linux
(D) Microsoft Windows
(E) IOS
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( ) Os sistemas operacionais têm acesso completo à memória do computador. Por esse motivo, as aplica-
ções ou programas devem controlar seu próprio espaço de endereçamento.
( ) Sistema operacional é um conjunto de programas que faz o papel intermediário entre os programas e os
componentes físicos do computador.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
(A) (F) (V) (F) (V).
(B) (F) (V) (V) (F).
(C) (V) (F) (F) (V).
(D) (V) (F) (V) (F).
11. (TJ/DFT - ESTÁGIO - CIEE/2018) A tecla de atalho Ctrl+I, no Word 2007, serve para aplicar:
(A) Subscrito.
(B) Itálico
(C) Sobrescrito.
(D) Tachado.
12. (TJ/DFT - ESTÁGIO - CIEE/2019) O PowerPoint permite, ao preparar uma apresentação, inserir efeitos
de transições entre os slides. Analise os passos para adicionar a transição de slides.
( ) Selecionar Opções de Efeito para escolher a direção e a natureza da transição
( ) Selecionar a guia Transições e escolher uma transição; selecionar uma transição para ver uma visuali-
zação.
( ) Escolher o slide no qual se deseja adicionar uma transição.
( ) Selecionar a Visualização para ver como a transição é exibida.
A sequência está correta em
(A) 3, 2, 1, 4.
(B) 1, 2, 3 ,4.
(C) 3, 4, 1, 2.
(D) 1, 4, 2, 3.
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13. (PREFEITURA DE VILA VELHA/ES - PSICÓLOGO - IBADE/2020) O programa utilizado para criação/
edição e exibição de slides é:
(A) Excel.
(B) Word.
(C) Photoshop.
(D) Power Point.
(E) Media Player.
14. Considere que a seguinte planilha foi elaborada no Microsoft Excel 2016, instalado em um computador
com Windows 10.
As colunas da planilha estão identificadas pelas letras A e B, no topo da imagem, e as linhas pelos números
de 1 a 8, no canto esquerdo da imagem.
Após inserir a função
=[Link](A1:A7;SE(A1=”A”;”A”;”B”)) na célula A8, será exibido, nessa célula, o número
Alternativas
(A) 2
(B) 3
(C) 4
(D) 5
(E) 6
15. Utilizando-se o programa MS Excel 2016 é possível se aplicar fórmulas para cálculos matemáticos diver-
sos na construção de planilhas eletrônicas. Observe a figura abaixo e depois responda.
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Qual a alternativa que possui a fórmula correta correspondente a célula A5?
Alternativas
(A) VT=(SOMA A1:A4).
(B) SOMA=(A1:A4)
(C) SOMA=(A1/A4).
(D) =SOMA(A1:A4).
(E) =VT(SOMA A1/A4).
18. (Prefeitura de Cristiano Otoni/MG - Psicólogo - INAZ do Pará) Realizar cópia de segurança é uma
forma de prevenir perda de informações. Qual é o Backup que só efetua a cópia dos últimos arquivos que foram
criados pelo usuário ou sistema?
(A) Backup incremental
(B) Backup diferencial
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(C) Backup completo
(D) Backup Normal
(E) Backup diário
19. (CRO/PR - Auxiliar de Departamento - Quadrix) Como é chamado o backup em que o sistema não é
interrompido para sua realização?
(A) Backup Incremental.
(B) Cold backup.
(C) Hot backup.
(D) Backup diferencial.
(E) Backup normal
21. (MPE/RS - Agente Administrativo - MPE/RS/2016) Assinale a alternativa correta relativa ao Windows
Defender presente no Sistema Operacional Windows 10.
(A) O Windows Defender somente verifica a presença de malwares quando a proteção em tempo real está
ativada.
(B) O Windows Defender é um aplicativo para definição das regras de firewall de conexões de rede.
(C) As definições de spyware aplicadas ao Windows Defender são atualizadas apenas de forma manual.
(D) O Windows Defender verifica as senhas de usuários, emitindo avisos relativos a senhas fracas.
(E) O Windows Defender é desativado se for instalado um aplicativo antivírus.
22. Para se realizar pesquisas na internet, habitualmente recorre-se a sites de busca. Um site de busca é um
tipo de sistema online encarregado de pesquisar arquivos armazenados em servidores da Internet. São sites
de busca, EXCETO:
Alternativas
(A) Yahoo.
(B) Bing.
(C) Tinder.
(D) Google.
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23. A busca por informação na internet é muito facilitada pelo uso dos sites de busca como o Google e o
Bing. Nesses sites de busca, caso seja inserida a frase: “ocorrências criminais 2013”, inclusive com as aspas,
no campo de busca, o resultado da busca será todos os sites que apresentam informações que contenham.
Alternativas
(A) a frase exata: ocorrências criminais 2013.
(B) as palavras ocorrências, criminais e 2013 em qualquer ordem de aparição
(C) as palavras ocorrências, criminais e 2013, mesmo que intercaladas por outras palavras.
(D) as palavras ocorrências e criminais, nessa ordem, e no ano de 2013
(E) as ocorrências criminais do ano de 2013.
25. (Câmara Municipal de Puxinanã - Advogado – ADVISE/2010) São exemplos de periféricos, exceto:
(A) processador
(B) placa de rede
(C) teclado
(D) scanner
(E) monitor
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Gabarito
1 C
2 C
3 B
4 A
5 A
6 C
7 C
CER-
8
TO
9 A
10 A
11 B
12 A
13 D
14 C
15 D
16 C
17 D
18 A
19 C
20 E
21 E
22 C
23 A
24 D
25 A
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