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Especialização em Saneamento Ambiental

O curso de Especialização em Engenharia de Saneamento Básico e Ambiental, com duração de 400 horas, visa qualificar profissionais para enfrentar os desafios do saneamento no Brasil, onde apenas 51% da população urbana tem esgoto coletado e 35% dos esgotos são tratados. A formação abrange diversas disciplinas, incluindo gestão de recursos hídricos, poluição da água e projetos de sistemas de abastecimento e esgotamento sanitário, com foco nas novas legislações e políticas do setor. O curso é organizado pela Universidade Cidade de São Paulo - UNICID, reconhecida pelo MEC.

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Especialização em Saneamento Ambiental

O curso de Especialização em Engenharia de Saneamento Básico e Ambiental, com duração de 400 horas, visa qualificar profissionais para enfrentar os desafios do saneamento no Brasil, onde apenas 51% da população urbana tem esgoto coletado e 35% dos esgotos são tratados. A formação abrange diversas disciplinas, incluindo gestão de recursos hídricos, poluição da água e projetos de sistemas de abastecimento e esgotamento sanitário, com foco nas novas legislações e políticas do setor. O curso é organizado pela Universidade Cidade de São Paulo - UNICID, reconhecida pelo MEC.

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INBEC

Instituto Brasileiro de Educação Continuada


Pós-Graduação com Futuro
ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE
SANEAMENTO BÁSICO E AMBIENTAL
FORTALEZA/CE - 400h
TURMA I - VAGAS LIMITADAS

REALIZAÇÃO: APOIO:

Curso Organizado conforme as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e


CNE/CES nº 1, de 08 de junho de 2007.
ENGENHARIA DE SANEAMENTO BÁSICO E AMBIENTAL – 400h
Fortaleza - CE
JUSTIFICATIVA

O Brasil apresenta dados insatisfatórios no cenário do saneamento ambiental. Segundo SINIS – Sistema
Nacional de Informações sobre Saneamento (2008), 95% da população urbana possui água potável para
consumo, enquanto somente 51% possui seus esgotos coletados. Ainda, no país somente 35% dos esgotos
gerados sofrem algum tipo de tratamento antes de serem lançados nos corpos hídricos. Em se tratando de
resíduos sólidos urbanos, o quadro é ainda pior. Apesar de quase 100% da população brasileira ter seus resíduos
coletados com freqüência regular, somente 55% desses resíduos são levados a um local de disposição final
adequada, o aterro sanitário, segundo ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e
Resíduos Especiais.
Ainda, no país, a Engenharia de Saneamento Básico e Ambiental encontra sérios problemas na operação
de sistemas já implantados de abastecimento de água, de coleta e tratamento de águas residuárias, de gestão
de resíduos sólidos, de gestão de águas pluviais urbanas, de gestão de saúde pública, dentre outros, por falta
principalmente de capacitação adequada, tanto de operadores como de gestores.
A explicação para a baixa cobertura dos serviços de saneamento ambiental no Brasil está na ausência
crônica de investimentos e no gargalo de financiamento do setor. De 2003 a 2009, o total dos investimentos
públicos e privados em saneamento não chegou a R$ 7 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira da
Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB). No setor de infraestrutura, o saneamento é o que menos recebeu
investimentos ao longo desses anos. Em 2009, por exemplo, a área de transportes recebeu R$ 19,6 bilhões;
energia elétrica, R$ 18,6 bilhões; petróleo e gás, R$ 60,8 bilhões; telecomunicações, R$ 15,9 bilhões – e o
saneamento R$ 6,8 bilhões.
A partir de 2012, os investimentos no setor deverão ser elevados, principalmente para atender a meta do
governo federal de universalização dos sistemas. Porém, o mercado ainda é carente de profissionais de nível
superior com amplo conhecimento prático em saneamento ambiental, associado ao embasamento teórico obtido
na graduação.
Dessa forma, a proposta do curso é qualificar profissionais da área de engenharia de saneamento
ambiental, para as novas tendências do mercado, visando aspectos emergentes no setor, como: Política Nacional
de Resíduos Sólidos (2010); Política Nacional de Saneamento Básico (2007); Nova legislação que define
parâmetros de potabilidade de água de abastecimento humano, Portaria 2.914 (2011); Revisão da Norma 12.209
da ABNT, que define parâmetros de projetos para estações de tratamento de esgotos (2011); Resolução
CONAMA 430/2011 que dispõe sobre condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a
resolução CONAMA 357/2005; Programas do governo federal de pesquisa e qualificação de profissionais (PROSAB
e ReCESA); Eficiência energética em sistemas de abastecimento de água; Aproveitamento de água de chuva e
medidas compensatórias; Tratamento de lixiviado de aterro sanitário; Remoção de nutrientes em tratamento de
águas residuárias; Conservação, uso racional e reuso das águas.

UNIVERSIDADE REALIZADORA DO CURSO

A Universidade Cidade de São Paulo - UNICID, reconhecida pela Portaria nº 1.578 de 23/10/1992. Portaria
MEC iniciou suas atividades em 26/10/1992. Criada em 1972 como Faculdades da Zona Leste de São Paulo
(FZL), fruto da idealização de um grupo de educadores, tendo à frente o professor Remo Rinaldi Naddeo, foi
reconhecida como Universidade em 1992, passando a se chamar UNICID. Em todos esses anos de trajetória de
tradição e sucesso, passou a ser considerada referência em Instituição de Ensino Superior da zona leste de São
Paulo. Tudo isso sem relegar a segundo plano a responsabilidade social dos profissionais que forma. Atualmente
oferece cerca de 60 cursos de Graduação e Graduação Tecnológica, cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e
Stricto Sensu, presenciais e a distância, nas Áreas de Saúde, Negócios, Comunicação, Ciências Jurídicas, Exatas
e Turismo, entre outras, além de diversos cursos de Extensão e Programas de Parcerias no Brasil e no exterior,
todos afinados com as necessidades e exigências do mercado de trabalho. Você merece fazer parte desta
história!

DA RESOLUÇÃO DO MEC

Curso Organizado conforme a Resolução N.º 01 DE 08 JUNHO DE 2007 do Conselho Nacional de Educação
– MEC, Parecer CNE/CES n.º 263/2006.

OBJETIVOS DO CURSO

Capacitar e qualificar Profissionais em Engenharia de Saneamento Básico e Ambiental, levando em


consideração as peculiaridades regionais e as diferentes políticas, técnicas e tecnologias com ênfase para
concepção e elaboração de projetos; operação, manutenção e gestão dos sistemas de saneamento, para a
formação de Engenheiros Sanitaristas.
PÚBLICO ALVO DO CURSO

Engenheiros; Arquitetos; Tecnólogos (com nível superior completo) de serviços de saneamento.

COORDENAÇÃO DO CURSO

M. Sc. Daniel Minegatti - Doutorando do programa de Engenharia Hidráulica e Sanitária pela Escola
Politécnica da Universidade de São Paulo - USP. Mestrado em Tecnologia de Saneamento Ambiental e
Recursos Hídricos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui graduação em Engenharia Ambiental
pela Universidade Federal de Viçosa. Tem experiência na área de Engenharia Sanitária, especificamente em
relação à poluição das águas e em projetos de tratamento de efluentes. Autor de diversos projetos e
artigos/publicações em periódicos internacionais e nacionais; professor convidado em aulas e cursos.

DISCIPLINAS E EMENTAS DO CURSO

DISCIPLINA E EMENTA
1 POLUIÇÃO, QUALIDADE E USOS DA ÁGUA – 20h
Ementa: Conceito de poluição; Parâmetros físicos, químicos e biológicos de qualidade da água; Usos do
ambiente aquático; Efeitos do Lançamento de Cargas Poluidoras em Corpos D’água – Autodepuração;
Decaimento Bacteriano, Eutrofização, Problemas poluidores e formas de controle de poluição,
monitoramento de copos d’água, legislação sobre qualidade da água.
2 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS E LICENCIAMENTO –20h
Ementa: Introdução: Principais conceitos e definições; Histórico da Avaliação de Impacto Ambiental;
Aspectos legais da avaliação de impactos ambientais no Brasil; O processo de Avaliação de Impacto
Ambiental e seus objetivos; Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental; Identificação
e Previsão de Impactos Ambientais; Metodologias de Avaliação de Impactos Ambientais; Utilização e
aplicações da Avaliação de Impactos Ambientais no Brasil e no Mundo; Análise de Risco Ambiental; Etapas
e procedimentos de licenciamento; Audiências Públicas; Tendências do licenciamento ambiental.

3 HIDRÁULICA APLICADA ÀS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS DE


ABASTECIMENTO E RESIDUÁRIAS – 20h
Ementa: Regimes de escoamento; Regime permanente e transiente; Regime uniforme e variado; Regime
permanente uniforme; Equações de energia, de conservação da massa e de quantidade de movimento;
Escoamento em meio poroso; Unidades de recalque; Medidores de vazão; Medidores Parshall, malhas
difusoras e agitadores mecanizados; Floculadores hidráulicos; Floculadores mecanizados; Distribuição de
vazão (canais, caixas e outros dispositivos); Decantadores de escoamento horizontal; Dispositivos de
coleta e de descarga; Filtros; Perda de carga e expansão do meio filtrante; Unidades de gradeamento e de
desarenação; Hidráulica do escoamento de lodos.

4 HIDROLOGIA APLICADA – 20h


Ementa: Introdução à hidrologia; Ciclo hidrológico; Balanço hídrico; Tipos e formas de precipitação;
Medição e interpretação; Infiltração; Evaporação; Evapotranspiração; Escoamento superficial; Escoamento
subterrâneo; Bacia hidrográfica; Enchentes e estiagem; Medição de vazão; Curva-chave; Método racional;
Hidrograma unitário; Modelos matemáticos chuva x vazão; Vazões mínimas; Regime dos Cursos d'Água;
Regularização de vazões.

5 GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS – 20h


Ementa: Fundamentos, objetivos, diretrizes e planas da Política Nacional de Recursos Hídricos;
Classificação das águas, dominialidade pública e valor econômico da água; Enquadramento; Organização
do Sistema Brasileiro e Compensação financeira; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos; Outorga pelo
direito de uso; Modelos para Cobrança pela outorga; Proteção da qualidade e do abastecimento de
recursos hídricos; Instrumentos de planejamento e gestão da política de Recursos Hídricos.

6 GESTÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS E SISTEMAS DE DRENAGEM – 20h


Ementa: Painel geral do problema de enchentes urbanas, Formação de Enchentes; O processo de
urbanização e seus impactos sobre as cheias urbanas; O sistema de drenagem urbano; Concepções de
controle de enchentes; Medidas estruturais e medidas não-estruturais; Manejo de águas pluviais urbanas;
Planejamento de um sistema de drenagem urbana; Sistemas de macro e microdrenagem (critérios de
dimensionamento e projeto); Dispositivos de drenagem urbana.

7 PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA I – 20h


Ementa: Unidades componentes, Estudo de concepção e plano diretor, Estudos demográficos, Tipos de
consumidores, Vazões do consumo, Captação: água Subterrânea e águas Superficiais, Tomadas d'água;
Reservatórios de Acumulação; Adução em condutos forçados; Adução por canais; Sistema de
bombeamento e Recalque - Estações Elevatórias; Reservatórios de distribuição, Rede de distribuição:
Conceituação, Planejamento, Materiais, Aspectos Construtivos; Distribuição em marcha e em malhas:
Dimensionamento, projeto e normas.

8 PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA II – 20h


Ementa: Unidades componentes, Estudo de concepção e plano diretor, Estudos demográficos, Tipos de
consumidores, Vazões do consumo, Captação: água Subterrânea e águas Superficiais, Tomadas d'água;
Reservatórios de Acumulação; Adução em condutos forçados; Adução por canais; Sistema de
bombeamento e Recalque - Estações Elevatórias; Reservatórios de distribuição, Rede de distribuição:
Conceituação, Planejamento, Materiais, Aspectos Construtivos; Distribuição em marcha e em malhas:
Dimensionamento, projeto e normas.

9 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA – 20h


Ementa: Técnicas, métodos e equipamentos de operação e manutenção das unidades componentes do
sistema de abastecimento de água; Aspectos construtivos: Projeto e Normas; Automação de sistemas.

10 TÉCNICAS E PROJETOS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO I – 20h


Ementa: Escolha do manancial; Processos e tecnologias de tratamento de água de abastecimento;
Gradeamento e desarenação; Aeração e remoção de ferro e manganês; Coagulação química; Floculação:
agitação hidráulica e mecanizada, unidades de mistura lenta; Decantação: princípios teóricos da
sedimentação, decantação com placas ou tubos paralelos; Flotação; Filtração: lenta, rápida descendente e
ascendente; Alcalinidade e dureza: processos de remoção; Desinfecção, Fluoretação; Correção Final de
pH; ETA's Moduladas; Dimensionamento, projeto e operação das unidades.

11 TÉCNICAS E PROJETOS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO II – 20h


Ementa: Escolha do manancial; Processos e tecnologias de tratamento de água de abastecimento;
Gradeamento e desarenação; Aeração e remoção de ferro e manganês; Coagulação química; Floculação:
agitação hidráulica e mecanizada, unidades de mistura lenta; Decantação: princípios teóricos da
sedimentação, decantação com placas ou tubos paralelos; Flotação; Filtração: lenta, rápida descendente e
ascendente; Alcalinidade e dureza: processos de remoção; Desinfecção, Fluoretação; Correção Final de
pH; ETA's Moduladas; Dimensionamento, projeto e operação das unidades.

12 PROJETOS DE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO I – 20h


Ementa: Elementos componentes; Concepção da rede; Órgãos acessórios, Sistemas alternativos; Vazões
de esgotos; Rede coletora; Estações elevatórias; Interceptores e emissários terrestres; Sifões invertidos;
Critérios de dimensionamento e projeto.

13 PROJETOS DE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO II – 20h


Ementa: Elementos componentes; Concepção da rede; Órgãos acessórios, Sistemas alternativos; Vazões
de esgotos; Rede coletora; Estações elevatórias; Interceptores e emissários terrestres; Sifões invertidos;
Critérios de dimensionamento e projeto.

14 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO – 20h


Ementa: Operação e manutenção de redes coletoras de esgoto: materiais, entupimento, incrustação,
vazamento, corrosão e odor; Ligações clandestinas; cadastro de redes coletoras; Planejamento dos
serviços; manutenção preventiva e corretiva; Acidentes de trabalho; Métodos construtivos; Equipamentos,
técnicas e métodos; Automação de sistemas.

15 PROCESSOS E PROJETOS DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS I –


20h
Ementa: Objetivos do tratamento; Elementos de projeto; Estudo de concepção; Tecnologias, graus,
operações e processos de tratamento: conceituação, dimensionamento, operação e manutenção;
Tratamento preliminar: gradeamento e desarenação; Tratamento primário: decantação, flotação e físico-
químico; Tratamento secundário: lagoas de estabilização facultativas, aeradas e de maturação, lodo
ativado, filtração biológica aeróbia, rotores de contato, processos anaeróbios - UASB; Tratamento da fase
sólida: espessamento - adensadores e centrífugas, estabilização: digestão anaeróbia e aeróbia,
estabilização alcalina; desidratação: centrífugas, fitros-prensa e de esteira; Destinação final; Tratamento
local: fossas sépticas, filtro anaeróbio, valas de infiltração e sumidouros, Valas de filtração; Estações
compactas; Remoção de nutrientes; Desinfecção; Comparação técnica e econômica de alternativas;
Sistemas simplificados; Unidades compactas; Elaboração de projetos.

16 PROCESSOS E PROJETOS DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS II


– 20h
Ementa: Objetivos do tratamento; Elementos de projeto; Estudo de concepção; Tecnologias, graus,
operações e processos de tratamento: conceituação, dimensionamento, operação e manutenção;
Tratamento preliminar: gradeamento e desarenação; Tratamento primário: decantação, flotação e físico-
químico; Tratamento secundário: lagoas de estabilização facultativas, aeradas e de maturação, lodo
ativado, filtração biológica aeróbia, rotores de contato, processos anaeróbios - UASB; Tratamento da fase
sólida: espessamento - adensadores e centrífugas, estabilização: digestão anaeróbia e aeróbia,
estabilização alcalina; desidratação: centrífugas, fitros-prensa e de esteira; Destinação final; Tratamento
local: fossas sépticas, filtro anaeróbio, valas de infiltração e sumidouros, Valas de filtração; Estações
compactas; Remoção de nutrientes; Desinfecção; Comparação técnica e econômica de alternativas;
Sistemas simplificados; Unidades compactas; Elaboração de projetos.

17 GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS – 20h


Ementa: Gestão integrada de resíduos; Classificação; Legislação e Política Nacional de Resíduos Sólidos;
Normas brasileiras; Propriedades dos resíduos; Diagnóstico; Coleta; Transporte; Tratamento e Destinação
Final de resíduos sólidos urbanos; Formas de disposição de resíduos; Resíduos de serviços de saúde;
Resíduos da construção civil. Resíduos industriais: tratamento e disposição final.

18 METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA – 20h


Ementa: O Pesquisador e a comunicação científica e tecnológica. A pesquisa e suas classificações. Os
métodos científicos. As etapas da pesquisa. Revisão da literatura. Problema e hipótese de pesquisa.
Projetos de pesquisa: organização, conteúdo e finalidades. Organização da monografia e sua
normalização. Análise preliminar de dados. Métodos numéricos para a descrição de dados quantitativos.
Métodos gráficos para a descrição de dados.

19 POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO – 20h


Ementa: Introdução; Gestão em saneamento ambiental; Gestão municipal de saneamento: redução de
perdas e desperdícios de água/eficiência energética; Estruturação dos serviços municipais de saneamento;
Elaboração do plano municipal de saneamento; Sustentabilidade financeira: custos e tarifas; Marcos legal
e institucional; ODM - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (Nações Unidas); Objetivos e metas do
atual governo federal; Programas do governo federal para alcance dos objetivos; Participação popular e
controle social.

20 PROJETO, ORÇAMENTO E OBRAS DE ENGENHARIA DE SANEAMENTO – 20h


Ementa: Metodologias de apresentação de projeto: geral e específico para órgãos como CAIXA e FUNASA;
Documentação necessária; Captação de recursos; Regras e leis específicas para liberação de verbas
orçamentárias; Elaboração de Orçamento; Técnicas construtivas para execução de obras.

CORPO DOCENTE COM RENOMADA EXPERIÊNCIA

CONFERENCISTA CONVIDADO: PD. Sc. Josimar Ribeiro de Almeida - Pós-


Doutor em Engenharia Ambiental-UFRJ, Pós-Doutorado em Ciências Ambientais –
USP, Pós-Doutorado em Tecnologia Ambiental - USP, em Saúde Ambiental -
FIOCRUZ, Doutor em Engenharia Florestal - UFPR, Mestre em Ciências Biológicas -
UFRJ, Pesquisador do IPEN/USP, Auditor Ambiental Líder - INMETRO/RAC, Professor
da Escola de Engenharia-UFRJ

D. SC. MARCO AURÉLIO HOLANDA DE CASTRO - Ph.D. em Engenharia - Drexel


University, Mestre em Engenharia Civil - Recursos Hídricos - University of New
Hampshire, Graduação em Engenharia Civil - UnB. Atualmente é professor Titular -
UFC. Membro Associado da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e
Ambiental (ABES-CE).
D. SC. FRANCISCO VIEIRA PAIVA - Doutor em Recursos Naturais - UFCG, Mestre
em Engenharia Civil (Saneamento Ambiental) - UFC, Graduação em Engenharia Civil
- Universidade de Fortaleza. Membro Associado da Associação Brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE).

D. SC. FRANCISCO HUMBERTO DE CARVALHO JUNIOR - Doutor e Mestre em


Engenharia Civil - Saneamento Ambiental - UFC, Especialização em Engenharia
Urbana pela Universidade de Fortaleza, Graduação em Engenharia Civil pela
Universidade de Fortaleza. Atualmente é Professor do IFCE. Membro Associado da
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE).

D. SC. ROGÉRIO CAMPOS - Ph.D. em Engenharia Civil pela University of Newcastle


- Reino Unido, Mestre em Engenharia Civil - UNICAMP, Graduado em Engenharia
Civil pela Universidade de Fortaleza, Membro do Conselho Estadual de Recursos
Hídricos do Ceará. Especialista em Engenharia Hidráulica. Membro Associado da
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE).

D. SC. FRANCISCO JOSÉ FREIRE - Doutor e Mestre em Engenharia Civil


(Saneamento Ambiental) - UFC, Graduação em Ciências Biológicas - UFC.

D. SC. TADEU DOTE SÁ - Doutor em Desenvolvimento Regional pela Universidad


Metropolitana de Asunción - UMA, Doutor em Planificação Territorial e
Desenvolvimento Regional pela Universidad de Barcelona - UB, Mestre em Geologia -
UFC, Especialização em Engenharia Urbana pela Universidade de Fortaleza. Membro
Associado da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-CE).

D. SC. MONICA MARIA PENA - Doutora em Engenharia Civil - UERJ. Mestre em


Engenharia Ambiental - UERJ, Graduação em Engenharia Civil - UERJ. Experiência na
área de Engenharia Sanitária.

D. SC. MÔNICA PERTEL - Doutoranda do Programa de Engenharia Civil da


UFRJ/COPPE. Mestre em Engenharia Ambiental - UFES. Graduação em Saneamento
Ambiental - CEFET-ES, Graduação em Ciências Biológicas (bacharel e licenciatura) -
UFES.

D. SC. FRANK PAVAN DE SOUZA - Doutorando em Engenharia Civil com atuação


na área de Recursos Hídricos e Saneamento na - COPPE/UFRJ. Mestre em
Engenharia Ambiental pelo Instituto Federal Fluminense IFF/RJ; Especialização em
Direito Ambiental - UNOPAR. Graduação em Direito - UNESC.
D. SC. IENE CHRISTIE FIGUEIREDO - Doutora em Engenharia Civil - Tecnologia
de Saneamento Ambiental - COPPE/UFRJ. Mestre em Engenharia Ambiental – UFES,
Graduação em Engenharia Civil. Atualmente é Professora Adjunta da UFRJ e
Coordenadora do curso de Graduação em Engenharia Ambiental (Escola
Politécnica/UFRJ).

D. SC. CARLOS EDUARDO BLUNDI - Doutor em Engenharia Hidráulica e


Saneamento - USP. Mestre em Engenharia Hidráulica e Saneamento - USP.
Graduação em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia Civil de Araraquara.

M. SC. DANIEL MINEGATTI - Doutorando do programa de Engenharia Hidráulica e


Sanitária - Escola Politécnica - USP. Mestre em Tecnologia de Saneamento
Ambiental e Recursos Hídricos - UFRJ. Possui graduação em Engenharia Ambiental -
UFV.

M. SC. OSVALDO BARBOSA DE OLIVEIRA JÚNIOR - Mestre em Engenharia Civil


- UNICAMP, Graduação em Engenharia Civil - UNICAMP. Chefe de Área da
Engenharia da Deca, divisão da Duratex S.A.

M. SC. OSVALDO MOURA REZENDE - Mestrado - UFRJ. Atualmente é sócio da


AquaFluxus Consultoria em Recursos Hídricos e consultor técnico do Laboratório de
Hidráulica Computacional - UFRJ. Tem experiência na área de Recursos Hídricos.

M. SC. LUIZ ANTÔNIO DE OLIVEIRA MELLO - Mestre em Engenharia Química -


UERJ, Especialista em Gestão Ambiental – UNESA, Graduado em Engenharia Química
– UFF. Atua na área de implantação e auditoria de Sistemas de Gestão da Qualidade,
Ambiental e de Segurança e Saúde Ocupacional tendo formação de Auditor Líder
pelo SAM Group/HGB Consultoria e Gestão.

M. SC. MARCELO FERREIRA DA FONSECA - Mestre em Engenharia Civil


(Saneamento Ambiental) - COPPE/UFRJ, Especialização em Engenharia Sanitária e
Controle Ambiental pela Escola Nacional de Saúde Pública – Fundação Oswaldo Cruz
(ENSP/FIOCRUZ).

M. SC. MARCO OTAVIO ALENCAR MENEZES - Mestre em Geociências – UFPE,


Graduado em Engenharia Civil - UPE. Possui Certificado de Habilitação para ensino
de Física no nível Médio fornecido pela Faculdade de Filosofia - UFPE. Atua
principalmente nas áreas de Engenharia Civil, Física e Hidrogeologia.
M. SC. ALEXANDRE ROCHA PINTO - Mestre em Engenharia Civil (Saneamento
Ambiental) - UFC, MBA em Perícia, Auditoria e Gestão Ambiental - UNIP / INBEC,
Especialização Saneamento e Controle Ambiental - UFC, Química Industrial - UFC.
Atualmente Químico Industrial da Superintendência Estadual do Meio Ambiente -
SEMACE. Membro Associado da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e
Ambiental (ABES-CE).

M. SC. REGINA LUCIA BARROS SILVEIRA - Mestre em Educação - UFC;


Graduação em Pedagogia – UFC. É Membro efetivo da Associação de Jornalistas do
Brasil e do Grupo Lítero Musical. Membro da Academia Cearense da Língua
Portuguesa.

DO CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO CURSO


PELA UNICID – Universidade Cidade de São Paulo

Será considerado aprovado o participante que cumprir as seguintes exigências: Entrega da


Monografia com aproveitamento de no mínimo 70%, (setenta por cento), isto é, nota final igual ou
superior a 7 (sete), Freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária de cada
módulo do curso.

PRÉ-REQUISITOS PARA ADMISSÃO

Preenchimento de formulário próprio, Cópias autenticadas: Diploma e Histórico da Graduação,


Carteira de Identidade e do CPF (autenticada), Certidão de Nascimento ou Casamento, Carteira do
CREA, Título de Eleitor, Certificado de Reservista, Curriculum Vitae, 2 foto 3x4 (recente),
Comprovante do pagamento da taxa de inscrição, Assinatura do contrato Educacional, Curso Superior
completo. Os Diplomas expedidos por instituições estrangeiras serão aceitos somente após a
respectiva Convalidação por universidade pública autorizada.

INVESTIMENTO DO CURSO

Taxa de inscrição: R$ 250,00

Mensalidades: 24 x R$ 655,00

Para pagamento até o dia 10 valor: 24 x R$ 555,00 ou 30 x R$ 444,00

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES NO CURSO

INBEC - INSTITUTO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA


Rua Joaquim Nabuco, 2906 – Dionísio Torres
CEP: 60.125-121 – Fortaleza/CE.
Fone: (85) 3215-6400 | 8616-8382 | 8956-8856
E-mail: fortaleza@[Link]
MATRÍCULAS PELA INTERNET: [Link]

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