Estabilidade de Edifícios em Concreto Armado
Estabilidade de Edifícios em Concreto Armado
CATALÃO – GOIÁS
2014
MAYCO VELASCO DE SOUSA
CATALÃO
2014
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
RESUMO .................................................................................................................... 5
ABSTRACT ................................................................................................................ 6
1 INTRODUÇÃO .................................................................................................. 14
3.4 MATERIAIS........................................................................................................... 39
4 RESULTADOS ................................................................................................... 67
6 ANEXOS ............................................................................................................. 96
1 INTRODUÇÃO
1.1 JUSTIFICATIVA
1.2 OBEJTIVOS
segunda ordem. O Processo P- interativo será utilizado também para calibrar os efeitos de
segunda ordem.
Esta monografia foi dividida em cinco capítulos, onde o conteúdo dos mesmos será
descrito a seguir.
Inicialmente são exibidos de forma resumida os principais assuntos utilizados para
fundamento teórico de tal estudo. Apresentar formalmente o assunto, de modo a introduzir o
leitor ao que se encerra este trabalho.
No segundo capitulo encontra-se os conceitos básicos indispensáveis para o
entendimento dos assuntos abordados, tais como: método de cálculo da força do vento
17
estático segundo a NBR 6123:1988, cálculo da ação dinâmica oriunda do vento por meio do
método simplificado proposto pela NBR 6123:1988; revisão a respeito dos principais métodos
de avaliação da estabilidade global de edifícios, conforme os modelos propostos na NBR
6118:2007; a descrição do Processo P-Delta que será utilizado para analisar os efeitos de
segunda ordem da estrutura; e uma sucinta introdução ao que se refere à análise estrutural por
meio do método de elementos finitos.
No terceiro capitulo é descrito de forma detalhada as características da estrutura
analisada desde sistema estrutural, materiais utilizados e ações atuantes (tanto verticais como
horizontais). Além de conter uma descrição do software utilizado, também contém todos os
passos feitos para realizar o lançamento da estrutura.
No capitulo quatro é feita o cálculo dos parâmetros de estabilidade
2 REVISÃO DA BIBLIOGRAFIA
A NBR 6123:1988 utiliza a velocidade básica do vento, juntamente com fatores que
leva em consideração as características geográficas d terreno e estruturais do edifício, para
determinar os valores das forças estáticas em função do vento.
Pitta (2001) alega que a máxima velocidade de vento é definida com medidas das
velocidades em inúmeras regiões ao longo de um grande tempo, onde também se considera
projeções estatísticas, para assegurar determinado grau de segurança. Já a NBR 6123:1988,
afirma que “A velocidade básica do vento, V0, é a velocidade de uma rajada de 3 segundos,
excedida em media uma vez em 50 anos, a 10 metros acima do terreno, em campo aberto e
plano.”.
A consideração da velocidade básica do vento será considerada segundo a NBR
6123:1988. Cuja a qual disponibiliza um mapa de isopletas com as velocidades do vento em
todo território brasileiro, conforme a Figura 2.1.
18
Onde:
𝑆1: Fator topográfico;
𝑆2 : Fator combinado;
𝑆3 Fator estatístico.
⎯ Fator Topográfico - 𝑆1
Este índice pondera as variações do relevo ao redor do edifício e é classificado
segundo três situações distintas, sendo elas:
A. Terrenos planos ou fracamente acidentados: S1 = 1,0;
B. Taludes e morros
19
relação à inclinação :
⎯ Fator combinado - 𝑆2
De acordo com Carril Júnior (2000) “O fator S2 leva em consideração o perfil
de velocidade do vento na atmosfera conforme o tipo de terreno”. Assim a parcela deste
item é formada por uma combinação do relevo onde a estrutura está posicionada, da
variação da velocidade do vento de acordo com altura e das dimensões das estruturas.
No caso da rugosidade, a NBR 6123:1988 classifica o terreno em cinco
categorias distintas:
A. Categoria I: superfícies lisas de grandes dimensões, com mais de 5 km de
extensão, medidos na direção do vento incidente;
B. Categoria II: terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com
poucos obstáculos isolados, como arvores e edificações baixas;
C. Categoria III: terrenos planos ou ondulados com obstáculos, tais como
sebes e muros, poucos quebra-ventos de arvores, edificações baixas e
esparsas;
D. Categoria IV: terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco
espaçados, localizados em zonas de floresta, industrial ou urbanizada;
E. Categoria V: terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e
pouco espaçados.
Com relação à análise da dimensão da estrutura para encontrar o valor de S 2 , a
NBR 6123:1988 define uma divisão em três classes diferentes levando em conta o
tempo para que as rajadas envolvam a estrutura, a seguir são descritas as peculiaridades
de cada grupo.
A. Classe A: edificação onde a maior dimensão horizontal ou vertical não
extrapole 20 metros, ou todas as unidades de vedação e seus elementos de
fixação (considera-se uma duração de 3 segundos para a rajada);
B. Classe B: edifício no qual a maior dimensão horizontal ou vertical esteja
compreendida entre 20 metros e 50 metros (rajada de 5 segundos);
C. Classe C: toda construção ou parte da mesma para a qual a maior dimensão
horizontal ou vertical ultrapasse 50 metros (10 segundos para a duração da
rajada);
A NBR 6123 oferece a seguinte expressão para o cálculo do fator 𝑆2 :
𝑧 𝑝
𝑆2 = 𝑏 ∗ 𝐹𝑟 ∗ ( ) (3)
10
21
Onde:
𝑧: É a altura do edifício acima do terreno;
𝑏: É o parâmetro de correção da classe da edificação;
𝑝: É o parâmetro meteorológico;
𝐹𝑟 : É o fator rajada correspondente à categoria II.
Essa expressão é válida até uma altura z g , que define o contorno superior da
𝐹𝑎 = 𝐶𝑎 ∗ 𝑞 ∗ 𝐴𝑒 (4)
Onde:
𝐴𝑒 : corresponde a área efetiva, que é a área da projeção ortogonal da edificação
sobre um plano perpendicular à força do vento atuante;
𝐶𝑎 : é o coeficiente de arrasto;
𝑞: é a pressão dinâmica ou pressão de obstrução, calculada pela seguinte
expressão (NBR 6123:1988) - 𝑞 = 0,613 ∗ 𝑉𝑘2 .
23
variável com a altura. Mesmo que ambos modelos citados representarem esforços
dinâmicos, os mesmos são aplicados à estrutura como cargas estáticas. No trabalho em
questão, por características geométricas, utilizou-se o modelo continuo simplificado.
Além do que já foi descrito sobre este modelo no item anterior, a NBR
6123:1988 prescreve que a aplicação do mesmo deve ser feito em estruturas apoiadas
exclusivamente na base e com uma altura limitada em 150 metros.
⎯ Velocidade de projeto (𝑉
̅̅̅
𝑃)
̅̅̅
𝑉 𝑃 = 0,69. 𝑉0 . 𝑆1 . 𝑆2 (5)
𝑧 𝛾
𝑥=( ) (6)
ℎ
2
𝑧 2𝑝 ℎ 𝑝 𝑧 𝛾 1 + 2𝛾
𝑞(𝑧) = ̅̅̅
𝑞0 ∗ 𝑏 [( ) + ( ) ∗ ( ) ∗ ∗ 𝜉] (7)
𝑧𝑟 𝑧𝑟 ℎ 1+𝛾+𝑝
2
𝑞0 = 0,613 ∗ 𝑉̅𝑝
̅̅̅ (8)
𝐹 = 𝑞(𝑧) ∗ 𝐿 ∗ 𝐶𝑎 (9)
Onde:
𝐿: é a largura ou diâmetro da edificação.
Este parâmetro é utilizado apenas para fins de avaliar a estabilidade global das
estruturas de concreto, uma vez que o mesmo não é capaz de estimar os efeitos de
segunda ordem. Tal variável considera a estrutura um meio elástico ignorando assim a
fissuração dos elementos.
De acordo com a NBR 6118:2007, item 15.5.2, seu valor pode ser encontrado
pela equação 10:
𝑁𝑘
𝛼 = 𝐻𝑡𝑜𝑡 ∗ √ (10)
(𝐸𝑐𝑠 ∗ 𝐼𝑐 )
1
𝛾𝑧 =
∆𝑀 (11)
1 − 𝑀 𝑡𝑜𝑡,𝑑
1,𝑡𝑜𝑡,𝑑
Onde:
𝑀1,𝑡𝑜𝑡,𝑑 : é o momento de tombamento, ou seja, a soma dos carregamentos de
todas as forças horizontais da combinação considerada, com seus valores de cálculo, em
relação a base da estrutura;
∆𝑀𝑡𝑜𝑡,𝑑 : é a soma dos produtos de todas as forças verticais atuantes na
estrutura, na combinação considerada, com seus valores de cálculo, pelos
deslocamentos horizontais de seus respectivos pontos de aplicação, obtidos da análise
de primeira ordem.
Calculado o valor de 𝛾𝑧 é possível descobrir se a estrutura é de nós fixos,
quando o valor do coeficiente é menos do que 1,1, ou de nós móveis, se o 𝛾𝑧 estiver
entre 1,1 e 1,3.
No subitem 15.7.2 da NBR 6118:2007, de posse do valor de 𝛾𝑧 é admissível
aferir os esforços finais (primeira e segunda ordem) por meio da multiplicação dos
33
3 DESENVOLVIMENTO
Como citados nos primeiros capítulos, o objetivo geral deste trabalho é avaliar
a diferença entre a instabilidade global das estruturas de concreto armado quando
submetidas a carregamentos, primeiramente, horizontais de vento calculados segundo o
modelo estático, e em um segundo momento, levando em conta o efeito do
carregamento de vento variável no tempo conforme o método simplificado, ambos
prescritos pela NBR 6123:1988. Para cada análise será feita também a mudança do tipo
de vínculo da base do modelo estrutural, alternando entre engaste e molas. Para tais
intenções será utilizado o software de analise estrutural STRAP.
Nesta etapa se espera descrever o modelo empregado para atingir os propósitos
desejados, sua concepção e as hipóteses adotadas. No primeiro instante será apresentado
o projeto, seguindo das hipóteses básicas do modelo utilizado e suas principais
características, das considerações referentes aos materiais e carregamentos,
evidenciando, finalmente, as principais particularidades que dirigem o cálculo dos
carregamentos de vento segundo os modelos expostos anteriormente.
3.3.1 SUPERESTRUTURA
Fonte: STRAP
.
3.3.2 INFRAESTRUTURA
3.5 CARREGAMENTOS
⎯ Carregamentos permanentes
O peso permanente atuante em cada laje e nas escadas esta detalhado na Tabela
3.6:
Tabela 3.6 – Peso permanente atuante nas lajes
LAJE PESO PRÓPRIO REVESTIMENTO PAREDE TOTAL:
(kN/m²) (kN/m²) (kN/m) (kN/m²)
L1 e L4 2,5 0,734 5,5 3,23
L2 e L3 2,5 0,734 - 3,23
L5 e L8 2,5 0,734 5,5 3,23
L6 e L7 2,5 0,734 - 3,23
L9 e L11 2,5 0,734 - 3,23
L10 2,5 0,608 - 3,11
Escada 2,5 0,734 - 3,23
Fonte: Próprio autor
⎯ Carregamento acidental
Neste caso, considerou-se uma carga uniformemente distribuída nos
pavimentos (lajes e escadas) com um valor de 𝑞𝑘 = 2,0 𝑘𝑁/𝑚², conforme norma NBR
6120:1980 recomenda para edifícios residenciais.
O cálculo das forças estáticas do vento seguiu o padrão exposto pela NBR
6123:1988 e exibido no Capítulo 3 deste trabalho.
Com relação às questões de posição geográfica, admitiu-se que a edificação
está localizada na cidade de Catalão, estado de Goiás, apresentando assim uma
velocidade básica do vento (v0) igual a 35 m/s.
42
𝑧 𝑝
𝑆2 = 𝑏. 𝐹𝑟 . ( ) (12)
10
12 0,12
𝑆2 = 0,86 . 1,00 . ( ) ≅ 0,90
10
Enfim, os valores para o fator estatístico (S3), pode ser definido por meio da
Tabela 2.3, retirada da NBR 6123:1988. Levando em conta que a função da construção
é residencial, grupo 2, o valor de S3 resulta em 1,00.
A velocidade característica do vento é alcançada por meio da função 13:
𝑉𝑘 = 𝑉0 . 𝑆1 . 𝑆2 . 𝑆3 (13)
𝐹𝑧 = 𝐶𝑎 . 𝑞. 𝐴𝑒 (15)
a) Vento a 0° e 180°
Tabela 3.10 – Cálculo da ação estática do vento agindo a 0° e 180°
0° e 180°
Velocidade Característica
44
⎯ Expoente: =
⎯ Razão de amortecimento crítico: = 0,02;
⎯ Período fundamental: T1 = 0,05h+0,015h = 0,05*12+0,015*12 = 0,78 segundos.
Com estes dados é possível encontrar frequência, visto que a mesma é dada
pelo inverso do período fundamental:
1 1
𝑓1 = = = 1,28 𝐻𝑧 (16)
𝑇1 0,78
𝑙1 7,5 𝑙2 19,50 𝑙
= = 0,625; = = 1,65 ∴ ≥ 0,2 (17)
ℎ 12 ℎ 12 ℎ
Como na figura acima não há o valor para a altura (h) do edifício analisado,
para a altura de h = 12 m será feito uma interpolação linear com os valores conhecidos
na tabela 3.13.
A seguir será feita o cálculo das constantes necessárias para encontrar a pressão
dinâmica do vento:
2
𝑧 2𝑝 ℎ 𝑝 𝑧 𝛾 1 + 2𝛾
𝑞(𝑧) = 𝑞
̅̅̅.
0 𝑏 [( ) + ( ) .( ) . . 𝜉]
𝑧𝑟 𝑧𝑟 ℎ 1+𝛾+𝑝
𝑧 0,46 12 0,26 𝑧 1,2
𝑞(𝑧) = 180,23 [( ) +( ) . ( ) . 1,4 . 1,504]
10 10 12
𝑞(𝑧) = 180,23[(0,1. 𝑧)0,46 + 2,21. (0,0833. 𝑧)1,2 (19)
a) Vento a 0° e 180°
Tabela 3.14 - Cálculo da ação dinâmica do vento agindo a 0° e 180°
0° e 180°
Pressão Dinâmica Coeficiente de Arrasto
q (N/m²): 591,49 l1: 19,50 m l2: 7,25 m h: 12 m Ca: 1,20
Força de Arrasto
Ae,1: (m²) - Área efetiva de "meio" Pavimento 29,25 Fa,1 (kN): 20,72
Ae,2: (m²) - Área Efetiva de "um" Pavimento 58,50 Fa,2 (kN): 41,52
Fonte: Próprio autor
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
3.6 STRAP
onde:
[𝐾] = Matriz de rigidez (função da geometria do modelo);
{𝑑} = Vetor de deslocamento nodais;
{𝑃} = Vetor de forças aplicadas.
A igualdade é resolvida baseando-se nos deslocamentos dos nós da estrutura
para cada uma das coordenadas em estudo em função da rigidez da estrutura e das ações
atuantes nesta.
A Matriz Rigidez é uma matriz quadrada com dimensão de aproximadamente l
x n, (onde l é o número de graus de liberdade de um nó e n é o número de nós do
modelo) e apresenta simetria em relação a diagonal principal (iniciando da esquerda
para a direita) da matriz. Alguns valores da matriz são iguais à zero, os demais são
agrupados ao longo da diagonal principal, formando uma faixa diagonal denominada
“banda”.
A Largura da Banda, nome dado à largura da faixa diagonal, é o fator
predominante para determinar o tempo de processamento do modelo. A dimensão da
largura da banda é influenciada pela forma como os nós e elementos são numerados à
medida que são lançados no programa. Com a finalidade de utilizar o menor tempo para
o cálculo da estrutura, automaticamente, o programa renumera internamente os nós e
elementos do modelo analisado.
O cálculo da rigidez é feito para cada elemento em função das características e
do sistema de eixos local do elemento em questão. Após este cálculo é aplicada uma
matriz de rotação para que a matriz de rigidez passe do sistema de eixos locais para o
sistema de eixos globais. Com a matriz de rigidez elementar rotacionada, é feita a
substituição das coordenadas locais com as respectivas coordenadas globais.
Tal metodologia é repetida para todos os elementos que constitui o modelo.
53
⎯ Barras:
O programa inclui a contribuição do cortante na matriz de rigidez da barra e
permite uma área reduzida de cisalhamento.
Fonte: AutoCAD
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
56
Fonte: STRAP
57
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
59
⎯ Parâmetros da malha
Neste passo são escolhidas, entre algumas peculiaridades que podem ser
observadas na Figura 3.21, as dimensões dos elementos constituintes das lajes e escadas
nas direções X e Y.
Fonte: STRAP
Fonte: STRAP
Tabela 3.18 – Detalhes das propriedades atribuídas aos elementos estruturais – Modelo
Rígido
Propriedade n°2 – barra
𝐴: 0,2827𝑥10−4 𝑐𝑚² 𝐼2 : 𝐼3 : 0,6362𝑥10−6 𝑐𝑚4 𝐽: 0,1272𝑥10−7 𝑐𝑚4
ℎ2 : 60 𝑐𝑚 𝑒2 : 30 𝑐𝑚
2𝑃: 188,496 𝑐𝑚 Material: C25M
ℎ3 : 60 𝑐𝑚 𝑒3 : 30 𝑐𝑚
60
x2
x3
x2
15
40
Propriedade n°4 – barra
61
15
60
50
x3
15
40
Propriedade n°8 – barra
𝐴: 0,9𝑥10−3 𝑐𝑚² 𝐼2 : 0,27𝑥10−6 𝑐𝑚4 𝐼3 : 0,1687𝑥10−5 𝑐𝑚4 𝐽: 0,5687𝑥10−5 𝑐𝑚4
ℎ2 : 15 𝑐𝑚 𝑒2 : 7,5 𝑐𝑚
2𝑃: 150 𝑐𝑚 Material: C25V
ℎ3 : 60 𝑐𝑚 𝑒3 : 30 𝑐𝑚
x2
x3
15
60
Fonte: STRAP
Tabela 3.19 - Detalhes das propriedades atribuídas aos elementos estruturais – Modelo
Elástico
Propriedade n°3 – barra
𝐴: 0,2827𝑥10 −4
𝑐𝑚² 𝐼2 : 𝐼3 : 0,6362𝑥10−6 𝑐𝑚4 𝐽: 0,1272𝑥10−7 𝑐𝑚4
ℎ2 : 60 𝑐𝑚 𝑒2 : 30 𝑐𝑚
2𝑃: 188,496 𝑐𝑚 Material: C25M
ℎ3 : 60 𝑐𝑚 𝑒3 : 30 𝑐𝑚
60
x2
x3
x2
15
40
63
15
60
50
x3
15
40
Propriedade n°9 – barra
𝐴: 0,9𝑥10 −3
𝑐𝑚² 𝐼2 : 0,27𝑥10−6 𝑐𝑚4 𝐼3 : 0,1687𝑥10−5 𝑐𝑚4 𝐽: 0,5687𝑥10−5 𝑐𝑚4
ℎ2 : 15 𝑐𝑚 𝑒2 : 7,5 𝑐𝑚
2𝑃: 150 𝑐𝑚 Material: C25V
ℎ3 : 60 𝑐𝑚 𝑒3 : 30 𝑐𝑚
x2
x3
15
60
𝜎
𝑘𝑣 = (21)
𝜌𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙
1
𝜌𝑒 = ∑(𝑃𝑖 . 𝐿𝑖 ) (22)
𝐴 . 𝐸𝑐
onde:
A é a área da seção transversal do fuste da escada;
Ec é o módulo de elasticidade do concreto;
Pi é o esforço variável ao longo da estaca;
Li é o comprimento da estaca que cada esforço citado acima age.
∆𝜎
𝜌𝑠 = ∑ ( . 𝐻) (23)
𝐸𝑆
sendo:
é o acréscimo de tensões das camadas;
ES é o módulo de deformabilidade da camada de solo;
H é a espessura da camada subjacente.
O processo para o cálculo dos deslocamentos verticais foi automatizado
implementando os passos para os cálculos em uma planilha eletrônica. O único fator
variável para o cálculo dos recalques é a força que cada pilar descarrega nas estacas.
Encontrado o deslocamento total sofrido pela estaca é então calculado o valor do
coeficiente de mola para cada estaca utilizando a Equação 21 e discriminados na
Tabelas 3.20.
66
Fonte: STRAP
67
Fonte: STRAP
4 RESULTADOS
𝑃. 𝐻 3
𝐸 .𝐼 = (24)
3 .𝑑
onde,
𝑃: carga aplicada no topo da edificação;
𝐻: altura do edifício;
𝑑: deslocamento no topo da estrutura devido a aplicação da carga P.
Para o cálculo optou-se pela aplicação de uma força unitária no topo da
estrutura para obtenção dos deslocamentos. Com relação à carga atuante em cada
pavimento a Tabela 4.1 descreve detalhadamente os esforços.
Com isto, tal parâmetro, será calculado uma vez para o edifício rígido e outra
para o edifício flexível, nas duas direções X e Y.
a) Direção X:
𝑃. 𝐻 3 1𝑘𝑁. 1200𝑐𝑚³
𝐸𝑐𝑠 . 𝐼 𝑐 = = = 2,65438 𝑥 1011 𝑘𝑁. 𝑐𝑚²
3. 𝑑 3 . 0,00217𝑐𝑚
69
3966,21
∴ 𝛼 = 1200 . √ = 0,1467
2,65438 𝑥 1011
b) Direção Y:
𝑃. 𝐻 3 1𝑘𝑁. 1200𝑐𝑚³
𝐸𝑐𝑠 . 𝐼 𝑐 = = = 8,6877 𝑥 1011 𝑘𝑁. 𝑐𝑚²
3. 𝑑 3 . 0,000663 𝑐𝑚
3966,21
∴ 𝛼 = 1200 . √ = 0,0811
8,6877 𝑥 1011
a) Direção X:
𝑃. 𝐻 3 1𝑘𝑁. 1200𝑐𝑚³
𝐸𝑐𝑠 . 𝐼 𝑐 = = = 1,90728 𝑥 1011 𝑘𝑁. 𝑐𝑚²
3. 𝑑 3 . 0,00302 𝑐𝑚
3966,21
∴ 𝛼 = 1200 . √ = 0,1730
1,90728 𝑥 1011
70
b) Direção Y:
𝑃. 𝐻 3 1𝑘𝑁. 1200𝑐𝑚³
𝐸𝑐𝑠 . 𝐼 𝑐 = = = 9,20128 𝑥 1011 𝑘𝑁. 𝑐𝑚²
3. 𝑑 3 . 0,000626 𝑐𝑚
3966,21
∴ 𝛼 = 1200 . √ = 0,0788
9,20128 𝑥 1011
0,000796
LAJE 3
0,000704
LAJE 2
0,000704
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.6 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 0 - apoios rígidos
Direção 0
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 21,4 513,6 7532,44 0,000796 6,00
3 9 42,8 385,2 7532,44 0,000796 6,00
2 6 42,8 256,8 7532,44 0,000704 5,30
1 3 21,4 64,2 7532,44 0,000704 5,30
Soma: 1219,8 Soma: 22,60
Fonte: Próprio autor
1 1
𝛾𝑧 = = = 1,024
∆𝑀 22,6
1 − 𝑀 𝑡𝑜𝑡,𝑑 1 − 1219,8
1,𝑡𝑜𝑡,𝑑
72
0,000489
LAJE 3
0,000432
LAJE 2
0,000432
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.7 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 45Y - apoios rígidos
Direção 45 Y
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 13,12 314,88 7532,44 0,000489 3,68
3 9 26,24 236,16 7532,44 0,000489 3,68
2 6 26,24 157,44 7532,44 0,000432 3,25
1 3 13,12 39,36 7532,44 0,000432 3,25
Soma: 747,84 Soma: 13,87
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,019
⎯ Direção X:
Figura 4.3 – Deslocamento do vento estático na direção 45X - apoios rígidos
0,00224
LAJE 4
0,00224
LAJE 3
0,00182
LAJE 2
0,00182
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.8 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 45X - apoios rígidos
Direção 45 X
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 13,12 157,44 7532,44 0,00224 16,87
3 9 26,24 236,16 7532,44 0,00224 16,87
2 6 26,24 157,44 7532,44 0,00182 13,71
1 3 13,12 39,36 7532,44 0,00182 13,71
Soma: 590,4 Soma: 61,16
𝛾𝑧 = 1,116
0,000796
LAJE 3
0,000704
LAJE 2
0,000704
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.9 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 90 - apoios rígidos
Direção 90
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 5,13 61,56 7532,44 0,000796 6,00
3 9 10,26 92,34 7532,44 0,000796 6,00
2 6 10,26 61,56 7532,44 0,000704 5,30
1 3 5,13 15,39 7532,44 0,000704 5,30
Soma: 230,85 Soma: 22,60
𝛾𝑧 = 1,109
74
0,000911
LAJE 3
0,000911
LAJE 2
0,000911
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.10 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 90 - apoios elásticos
Direção 0
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 21,4 256,8 7532,44 0,000991 7,46
3 9 42,8 385,2 7532,44 0,000991 7,46
2 6 42,8 256,8 7532,44 0,000991 7,46
1 3 21,4 64,2 7532,44 0,000991 7,46
Soma: 963 Soma: 29,86
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,032
b) Ação do vento na direção de 45
⎯ Direção Y:
Figura 4.6 – Deslocamento do vento estático na direção 45Y - apoios elásticos
0,000609
LAJE 4
0,000609
LAJE 3
0,000609
LAJE 2
0,000609
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.11 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 45Y - apoios elásticos
Direção 45Y
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 13,12 157,44 7532,44 0,000609 4,59
3 9 26,24 236,16 7532,44 0,000609 4,59
2 6 26,24 157,44 7532,44 0,000609 4,59
1 3 13,12 39,36 7532,44 0,000609 4,59
Soma: 590,4 Soma: 18,35
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,032
⎯ Direção X:
Figura 4.7 – Deslocamento do vento estático na direção 45X - apoios elásticos
0,00199
LAJE 4
0,00199
LAJE 3
0,00199
LAJE 2
0,00199
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.12 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 45X - apoios elásticos
Direção 45X
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 13,12 157,44 7532,44 0,00199 14,99
3 9 26,24 236,16 7532,44 0,00199 14,99
2 6 26,24 157,44 7532,44 0,00199 14,99
1 3 13,12 39,36 7532,44 0,00199 14,99
Soma: 590,4 Soma: 59,96
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,113
76
0,000782
LAJE 3
0,000782
LAJE 2
0,000782
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.13 – Cálculo do GAMA-Z para vento estático na direção 90 - apoios elásticos
Direção 90
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 5,13 61,56 7532,44 0,000782 5,89
3 9 10,26 92,34 7532,44 0,000782 5,89
2 6 10,26 61,56 7532,44 0,000782 5,89
1 3 5,13 15,39 7532,44 0,000782 5,89
Soma: 230,85 Soma: 23,56
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,032
[Link] EDIFÍCIO COM APOIOS RÍGIDOS – VENTO DINÂMICO
0,000774
LAJE 3
0,000684
LAJE 2
0,000684
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.14 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios rígidos
Direção 0
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 21,4 513,6 7532,44 0,000774 5,83
3 9 42,8 385,2 7532,44 0,000774 5,83
2 6 42,8 256,8 7532,44 0,000684 5,15
1 3 21,4 64,2 7532,44 0,000684 5,15
Soma: 1219,8 Soma: 21,96
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,018
b) Ação do vento na direção de 45
⎯ Direção Y:
Figura 4.10 – Deslocamento do vento dinâmico na direção 45Y - apoios rígidos
0,000476
LAJE 4
0,000476
LAJE 3
0,00042
LAJE 2
0,00042
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.15 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios rígidos
Direção 45X
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 12,76 153,12 7532,44 0,000476 3,59
3 9 25,52 229,68 7532,44 0,000476 3,59
2 6 25,52 153,12 7532,44 0,00042 3,16
1 3 12,76 38,28 7532,44 0,00042 3,16
Soma: 574,2 Soma: 13,50
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,024
78
⎯ Direção X:
Figura 4.11 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 45X - apoios rígidos
0,00224
LAJE 4
0,00224
LAJE 3
0,00182
LAJE 2
0,00182
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.16 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 45Y - apoios rígidos
Direção 45Y
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 12,76 153,12 7532,44 0,00224 16,87
3 9 25,52 229,68 7532,44 0,00224 16,87
2 6 25,52 153,12 7532,44 0,00182 13,71
1 3 12,76 38,28 7532,44 0,00182 13,71
Soma: 574,2 Soma: 61,16
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,119
0,000858
LAJE 3
0,000695
LAJE 2
0,000695
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.17 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios rígidos
Direção 90
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 5,02 60,24 7532,44 0,000858 6,46
3 9 10,04 90,36 7532,44 0,000858 6,46
2 6 10,04 60,24 7532,44 0,000695 5,24
1 3 5,02 15,06 7532,44 0,000695 5,24
Soma: 225,9 Soma: 23,40
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,116
0,00096
LAJE 3
0,00096
LAJE 2
0,00096
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.18 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 0 - apoios rígidos
Direção 0
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 21,4 256,8 7532,44 0,00096 7,23
3 9 42,8 385,2 7532,44 0,00096 7,23
2 6 42,8 256,8 7532,44 0,00096 7,23
1 3 21,4 64,2 7532,44 0,00096 7,23
Soma: 963 Soma: 28,92
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,031
80
0,000592
LAJE 3
0,000592
LAJE 2
0,000592
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.19 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios rígidos
Direção 45Y
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 12,76 153,12 7532,44 0,000592 4,46
3 9 25,52 229,68 7532,44 0,000592 4,46
2 6 25,52 153,12 7532,44 0,000592 4,46
1 3 12,76 38,28 7532,44 0,000592 4,46
Soma: 574,2 Soma: 17,84
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,032
⎯ Direção X:
Figura 4.15 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 45X - apoios elásticos
0,00193
LAJE 4
0,00193
LAJE 3
0,00193
LAJE 2
0,00193
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.20 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 45X - apoios elásticos
Direção 45X
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 12,76 153,12 7532,44 0,00193 14,54
3 9 25,52 229,68 7532,44 0,00193 14,54
2 6 25,52 153,12 7532,44 0,00193 14,54
1 3 12,76 38,28 7532,44 0,00193 14,54
Soma: 574,2 Soma: 58,15
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,113
Figura 4.16 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios elásticos
0,00076
LAJE 4
0,00076
LAJE 3
0,00076
LAJE 2
0,00076
LAJE 1
Deslocamentos em metro
Tabela 4.21 – Cálculo do GAMA-Z para vento dinâmico na direção 90 - apoios elásticos
Direção 90
Andar Cota do Piso (m): Fvento (kN): M1,tot,d (kN.m) Fv (kN): d (m): Mtot,d (kN.m)
4 12 5,02 60,24 7532,44 0,00076 5,72
3 9 10,04 90,36 7532,44 0,00076 5,72
2 6 10,04 60,24 7532,44 0,00076 5,72
1 3 5,02 15,06 7532,44 0,00076 5,72
Soma: 225,9 Soma: 22,90
Fonte: Próprio autor
𝛾𝑧 = 1,113
82
onde,
𝑑𝑒𝑓: deformação;
𝑖: interação atual;
𝑖 − 1; interação anterior;
𝑑𝑒𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎çã𝑜 𝑚𝑎𝑥.: deslocamento da solução original.
83
a) Vento na direção de 0°
Tabela 4.23 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento estático a 0°
Modelo Rigido - Vento Estatico - Direção 0°
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 9,80 1,024 10,04 9,90 2,52 1,024 2,58 2,52 268 268
2 11,80 1,024 12,08 11,90 0,83 1,024 0,85 0,84 517 517
3 13,40 1,024 13,72 13,60 0,07 1,024 0,07 0,07 365 365
4 12,30 1,024 12,60 12,40 0,88 1,024 0,90 0,87 516 516
5 11,00 1,024 11,26 1,10 2,32 1,024 2,38 2,33 264 264
6 7,27 1,024 7,44 7,38 5,50 1,024 5,63 5,50 337 337
7 6,57 1,024 6,73 6,67 3,89 1,024 3,98 3,89 628 628
8 30,10 1,024 30,82 30,50 0,66 1,024 0,68 0,63 373 373
9 30,70 1,024 31,44 31,00 0,43 1,024 0,44 0,46 370 370
10 7,17 1,024 7,34 7,28 4,00 1,024 4,10 3,99 624 624
11 8,43 1,024 8,63 8,55 5,40 1,024 5,53 5,40 332 332
12 11,30 1,024 11,57 11,50 0,66 1,024 0,68 0,65 131 131
13 15,00 1,024 15,36 15,20 1,00 1,024 1,02 0,99 315 315
14 14,50 1,024 14,85 14,60 0,46 1,024 0,47 0,47 471 471
15 13,40 1,024 13,72 13,60 1,06 1,024 1,09 1,06 346 346
16 13,60 1,024 13,93 13,80 1,14 1,024 1,17 1,13 302 302
17 15,20 1,024 15,56 15,40 0,46 1,024 0,47 0,44 461 461
18 17,00 1,024 17,41 17,20 1,03 1,024 1,05 1,04 319 319
19 131,00 1,024 134,14 13,30 0,68 1,024 0,70 1,37 128 128
20 9,61 1,024 9,84 9,71 0,57 1,024 0,58 0,58 231 231
21 8,65 1,024 8,86 8,76 0,52 1,024 0,53 0,51 222 222
Fonte: Próprio autor
84
Tabela 4.24 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento estático a 45°
Modelo Rígido - Vento Estático - Direção 45°
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z,x z,x x Mx P- My z,y z,y x My P- Nk NP-
1 10,80 1,116 12,05 11,00 1,09 1,024 1,12 1,28 267 267
2 11,70 1,116 13,06 11,90 4,56 1,024 4,67 5,58 518 518
3 12,20 1,116 13,62 12,50 4,51 1,024 4,62 4,76 364 364
4 10,40 1,116 11,61 10,60 2,85 1,024 2,92 3,05 515 515
5 7,97 1,116 8,89 8,11 5,94 1,024 6,08 6,13 263 264
6 8,31 1,116 9,27 8,55 2,25 1,024 2,30 2,07 336 336
7 6,53 1,116 7,29 6,75 7,20 1,024 7,37 7,40 628 628
8 27,50 1,116 30,69 28,20 14,70 1,024 15,05 15,60 358 357
9 26,20 1,116 29,24 26,80 15,70 1,024 16,08 16,60 380 381
10 5,06 1,116 5,65 5,29 0,67 1,024 0,69 0,49 623 623
11 5,26 1,116 5,87 5,41 8,70 1,024 8,91 8,80 333 333
12 12,80 1,116 14,28 13,20 3,61 1,024 3,70 3,85 125 125
13 16,20 1,116 18,08 16,60 4,18 1,024 4,28 4,46 318 318
14 14,40 1,116 16,07 14,70 4,71 1,024 4,82 4,94 472 472
15 12,20 1,116 13,62 12,50 4,93 1,024 5,05 5,14 311 310
16 11,40 1,116 12,72 11,70 2,53 1,024 2,59 2,73 304 304
17 12,00 1,116 13,39 12,30 3,80 1,024 3,89 4,03 461 461
18 11,50 1,116 12,83 11,80 6,17 1,024 6,32 6,46 317 316
19 8,31 1,116 9,27 8,55 4,92 1,024 5,04 5,16 135 135
20 9,00 1,116 10,04 9,19 4,02 1,024 4,12 4,21 225 225
21 7,39 1,116 8,25 7,57 2,90 1,024 2,97 3,10 225 225
85
Tabela 4.25 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento estático a 90°
Modelo Rígido - Vento Estático - Direção 90°
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 4,00 1,116 4,46 4,06 1,61 1,116 1,80 1,56 265 265
2 5,60 1,116 6,25 5,60 1,78 1,116 1,99 1,83 515 515
3 4,24 1,116 4,73 4,31 1,09 1,116 1,22 1,15 363 363
4 5,40 1,116 6,03 5,40 0,08 1,116 0,09 0,10 513 513
5 3,61 1,116 4,03 3,64 3,24 1,116 3,62 3,29 261 261
6 1,04 1,116 1,16 1,10 4,70 1,116 5,25 4,60 335 335
7 0,08 1,116 0,09 3,86 4,72 1,116 5,27 4,76 627 627
8 7,43 1,116 8,29 7,59 3,22 1,116 3,59 3,42 367 367
9 7,25 1,116 8,09 7,41 4,19 1,116 4,68 4,39 369 369
10 0,29 1,116 0,32 4,05 3,17 1,116 3,54 3,12 623 623
11 0,55 1,116 0,61 0,59 6,20 1,116 6,92 6,30 331 331
12 1,65 1,116 1,84 1,74 0,48 1,116 0,54 0,54 132 132
13 2,10 1,116 2,34 2,20 0,35 1,116 0,39 0,42 318 318
14 4,25 1,116 4,74 4,33 1,50 1,116 1,67 1,56 5 474
15 2,25 1,116 2,51 2,33 2,04 1,116 2,28 2,06 314 313
16 2,11 1,116 2,35 2,19 0,23 1,116 0,26 0,18 301 301
17 3,76 1,116 4,20 3,82 0,59 1,116 0,66 0,64 464 464
18 1,50 1,116 1,67 1,50 2,20 1,116 2,46 2,27 320 320
19 0,97 1,116 1,08 1,03 1,62 1,116 1,81 1,68 132 133
20 3,15 1,116 3,52 3,20 1,43 1,116 1,60 1,47 232 232
21 1,80 1,116 2,01 1,85 2,91 1,116 3,25 0,33 228 228
86
a) Vento na direção de 0°
Tabela 4.26 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento estático a 0°
Modelo Flexível - Vento Estático - Direção 0
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 14,10 1,032 14,55 14,30 6,00 1,032 6,19 6,00 349 349
2 2,80 1,032 2,89 2,90 0,30 1,032 0,31 0,29 514 514
3 1,75 1,032 1,81 2,76 0,01 1,032 0,01 0,03 465 465
4 3,50 1,032 3,61 3,60 0,45 1,032 0,46 0,47 515 515
5 16,30 1,032 16,82 16,40 6,10 1,032 6,30 6,10 354 355
6 10,00 1,032 10,32 10,20 6,40 1,032 6,60 6,40 348 348
7 5,47 1,032 5,65 5,68 3,59 1,032 3,70 3,60 708 708
8 9,70 1,032 10,01 9,90 0,37 1,032 0,39 0,45 415 415
9 10,90 1,032 11,25 11,10 0,01 1,032 0,01 0,08 421 421
10 6,09 1,032 6,28 6,31 3,44 1,032 3,55 3,42 706 706
11 11,90 1,032 12,28 12,10 6,50 1,032 6,71 6,60 343 343
12 6,04 1,032 6,23 6,24 4,34 1,032 4,48 4,34 168 168
13 6,43 1,032 6,64 6,38 5,29 1,032 5,46 5,27 372 372
14 15,50 1,032 16,00 15,70 2,55 1,032 2,63 2,53 467 467
15 25,10 1,032 25,90 25,30 0,63 1,032 0,65 0,64 447 447
16 23,30 1,032 24,05 23,60 0,53 1,032 0,55 0,51 413 414
17 15,70 1,032 16,20 15,90 2,68 1,032 2,77 2,71 467 467
18 7,00 1,032 7,22 6,96 5,74 1,032 5,92 5,78 366 366
19 7,25 1,032 7,48 7,48 4,90 1,032 5,06 4,94 172 172
20 26,60 1,032 27,45 26,70 1,45 1,032 1,50 1,47 206 206
21 19,40 1,032 20,02 19,50 1,11 1,032 1,15 1,09 213 213
87
Tabela 4.27 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento estático a 45°
Modelo Flexível - Vento Estático - Direção 45
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z,x z,x x Mx P- My z,y z,y x My P- Nk NP-
1 15,2 1,113 16,92 15,5 2,25 1,032 2,32 1,99 348 348
2 2,8 1,113 3,12 3 3,63 1,032 3,75 3,89 514 514
3 2,8 1,113 3,12 2,66 4,82 1,032 4,97 5,14 464 464
4 1,48 1,113 1,65 1,63 4,37 1,032 4,51 4,64 514 514
5 13 1,113 14,47 13,1 9,9 1,032 10,22 10,1 354 355
6 11,3 1,113 12,58 11,7 3,2 1,032 3,30 3 346 346
7 5,52 1,113 6,14 5,93 6,9 1,032 7,12 7,1 708 708
8 8,4 1,113 9,35 8,8 15,7 1,032 16,20 16,8 410 410
9 9,2 1,113 10,24 9,4 15,3 1,032 15,79 16,3 424 424
10 3,04 1,113 3,38 3,31 0,19 1,032 0,20 0 706 706
11 1,73 1,113 1,93 7,97 9,8 1,032 10,11 10 345 345
12 6,94 1,113 7,72 7,36 0,436 1,032 0,45 0,188 168 168
13 5,54 1,113 6,17 5,35 0,16 1,032 0,17 0,2 370 370
14 15,2 1,113 16,92 15,6 1,73 1,032 1,79 2,03 466 466
15 24,2 1,113 26,93 24,7 4,62 1,032 4,77 4,89 438 438
16 20 1,113 22,26 20,3 2,64 1,032 2,72 3,19 386 385
17 13,2 1,113 14,69 13,5 6,97 1,032 7,19 7,28 468 468
18 7,65 1,113 8,51 7,71 10,8 1,032 11,15 11,1 368 368
19 3,14 1,113 3,49 8,94 8,64 1,032 8,92 1,21 172 172
20 26,7 1,113 29,72 27 4,77 1,032 4,92 5,01 204 204
21 17,2 1,113 19,14 17,4 2,12 1,032 2,19 2,36 212 212
88
Tabela 4.28 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento estático a 90°
Modelo Flexível - Vento Estático - Direção 90
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 8,04 1,114 8,96 8,11 5,18 1,114 5,77 5,13 347 347
2 3,43 1,114 3,82 3,41 0,59 1,114 0,66 0,64 513 513
3 7,80 1,114 8,69 7,80 1,08 1,114 1,20 1,14 463 463
4 3,51 1,114 3,91 3,50 1,30 1,114 1,45 1,36 513 513
5 8,50 1,114 9,47 8,50 6,90 1,114 7,69 7,00 352 352
6 1,92 1,114 2,14 1,99 5,70 1,114 6,35 5,70 348 348
7 7,56 1,114 8,42 3,36 4,29 1,114 4,78 4,33 708 708
8 1,30 1,114 1,45 1,25 3,67 1,114 4,09 3,89 414 414
9 0,72 1,114 0,80 0,77 3,29 1,114 3,67 3,50 420 421
10 3,86 1,114 4,30 3,82 2,75 1,114 3,53 2,70 706 706
11 1,65 1,114 1,84 1,68 7,20 1,114 8,02 7,30 345 345
12 2,89 1,114 3,22 2,82 3,03 1,114 3,38 2,98 168 168
13 5,25 1,114 5,85 5,24 3,92 1,114 4,37 3,86 373 373
14 6,48 1,114 7,22 6,54 1,66 1,114 1,85 1,60 467 467
15 14,80 1,114 16,49 14,90 1,62 1,114 1,80 1,67 440 440
16 11,60 1,114 12,92 11,70 0,20 1,114 0,22 0,25 391 391
17 6,10 1,114 6,80 6,16 3,58 1,114 3,99 3,65 469 469
18 6,08 1,114 6,77 6,11 6,47 1,114 7,21 6,55 368 368
19 3,83 1,114 4,27 3,79 5,15 1,114 5,74 5,21 173 173
20 22,20 1,114 24,73 22,30 2,12 1,114 2,36 2,17 201 201
21 12,70 1,114 14,15 12,80 0,61 1,114 0,68 0,56 210 209
89
a) Vento na direção de 0°
Tabela 4.29 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento dinâmico a 0°
Modelo Rígido - Vento Dinâmico - Direção 0
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 9,60 1,018 9,77 9,70 2,54 1,018 2,59 2,53 268 268
2 11,60 1,018 11,81 11,70 0,81 1,018 0,82 0,82 517 517
3 13,10 1,018 13,34 13,30 0,10 1,018 0,10 0,09 365 365
4 12,10 1,018 12,32 12,20 0,09 1,018 0,09 0,09 516 516
5 10,80 1,018 10,99 10,90 2,31 1,018 2,35 2,31 263 263
6 7,05 1,018 7,18 7,15 5,50 1,018 5,60 5,50 337 337
7 6,34 1,018 6,45 6,45 3,87 1,018 3,94 3,88 628 628
8 29,40 1,018 29,93 29,70 0,73 1,018 0,74 0,71 373 373
9 29,90 1,018 30,44 30,30 0,35 1,018 0,36 0,38 370 370
10 6,94 1,018 7,06 7,05 4,02 1,018 4,09 4,01 624 624
11 8,20 1,018 8,35 8,32 5,40 1,018 5,50 5,40 332 332
12 11,00 1,018 11,20 11,10 0,68 1,018 0,69 0,67 131 131
13 14,50 1,018 14,76 14,70 1,02 1,018 1,04 1,01 315 316
14 14,10 1,018 14,35 14,30 0,44 1,018 0,45 0,45 471 471
15 13,00 1,018 13,23 13,20 1,04 1,018 1,06 1,04 345 346
16 13,30 1,018 13,54 13,40 1,16 1,018 1,18 1,15 302 302
17 14,90 1,018 15,17 15,00 0,47 1,018 0,48 0,47 461 461
18 166,00 1,018 168,99 16,80 1,98 1,018 2,02 1,01 319 319
19 12,80 1,018 13,03 13,00 0,66 1,018 0,67 0,66 128 128
20 9,40 1,018 9,57 9,50 0,55 1,018 0,56 0,56 231 231
21 8,44 1,018 8,59 8,54 0,54 1,018 0,55 0,53 222 222
90
Tabela 4.30 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento dinâmico a 45°
Modelo Rigido - Vento Dinamico - Direção 45
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z,x z,x x Mx P- My z,y z,y x My P- Nk NP-
1 10,70 1,119 11,97 10,90 1,08 1,024 1,11 1,27 267 267
2 11,60 1,119 12,98 11,80 4,55 1,024 4,66 4,75 518 518
3 12,10 1,119 13,54 12,30 4,50 1,024 4,61 4,47 364 364
4 10,30 1,119 11,53 10,40 2,84 1,024 2,91 3,04 515 515
5 7,85 1,119 8,78 7,80 5,93 1,024 6,07 6,12 263 264
6 8,18 1,119 9,15 8,41 2,26 1,024 2,31 2,08 336 336
7 6,40 1,119 7,16 6,62 7,20 1,024 7,37 7,40 628 628
8 27,10 1,119 30,32 27,80 14,70 1,024 15,05 14,30 358 357
9 25,80 1,119 28,87 26,40 15,70 1,024 16,08 16,50 380 380
10 4,92 1,119 5,51 5,10 0,68 1,024 0,70 0,50 623 623
11 5,12 1,119 5,73 5,27 8,60 1,024 8,81 8,80 333 333
12 12,60 1,119 14,10 13,00 3,60 1,024 3,69 3,84 125 125
13 15,90 1,119 17,79 15,90 4,16 1,024 4,26 4,16 318 318
14 14,20 1,119 15,89 14,20 4,69 1,024 4,80 4,69 473 473
15 11,90 1,119 13,32 11,90 5,49 1,024 5,62 4,92 311 311
16 11,20 1,119 12,53 11,20 2,52 1,024 2,58 2,52 304 304
17 11,80 1,119 13,20 11,80 3,78 1,024 3,87 3,78 461 461
18 11,20 1,119 12,53 11,20 6,16 1,024 6,31 6,16 317 317
19 8,11 1,119 9,08 8,11 4,91 1,024 5,03 4,91 135 135
20 8,88 1,119 9,94 8,88 4,01 1,024 4,11 4,01 225 225
21 7,26 1,119 8,12 7,26 2,89 1,024 2,96 2,89 225 225
91
Tabela 4.31 – Esforços no edifício de apoios rígidos combinando com vento dinâmico a 90°
Modelo Rigido - Vento Dinamico - Direção 90
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 3,96 1,116 4,42 4,01 1,65 1,116 1,84 1,61 265 265
2 5,50 1,116 6,14 5,60 1,74 1,116 1,94 1,78 515 515
3 4,21 1,116 4,70 4,28 1,04 1,116 1,16 1,09 363 363
4 5,40 1,116 6,03 5,40 0,05 1,116 0,06 0,08 513 513
5 3,61 1,116 4,03 3,64 3,20 1,116 3,57 3,24 261 261
6 0,99 1,116 1,11 1,05 4,70 1,116 5,25 4,70 335 335
7 0,12 1,116 0,13 0,06 4,68 1,116 5,22 4,72 627 627
8 7,35 1,116 8,20 7,51 3,04 1,116 3,39 3,23 367 367
9 7,19 1,116 8,02 7,34 4,01 1,116 4,48 4,20 369 369
10 0,30 1,116 0,33 0,26 3,20 1,116 3,57 3,16 623 623
11 0,56 1,116 0,62 0,60 6,20 1,116 6,92 6,20 331 331
12 1,58 1,116 1,76 1,67 0,43 1,116 0,48 1,67 132 132
13 2,00 1,116 2,23 2,20 0,29 1,116 0,32 0,35 318 318
14 4,20 1,116 4,69 2,00 1,45 1,116 1,62 0,35 474 474
15 2,21 1,116 2,47 2,29 2,00 1,116 2,23 2,04 314 314
16 2,08 1,116 2,32 2,16 0,27 1,116 0,30 0,22 301 301
17 3,74 1,116 4,17 3,81 0,54 1,116 0,60 0,59 464 464
18 1,50 1,116 1,67 1,75 2,14 1,116 2,39 2,20 320 320
19 0,97 1,116 1,08 1,03 1,57 1,116 1,75 1,63 132 132
20 3,13 1,116 3,49 3,17 1,39 1,116 1,55 1,43 232 232
21 1,78 1,116 1,99 1,83 0,25 1,116 0,28 0,29 228 228
92
a) Vento na direção de 0°
Tabela 4.32 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento dinâmico a 0°
Modelo Flexivel - Vento Dinamico - Direção 0
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 13,90 1,031 14,33 14,00 6,10 1,031 6,29 6,00 349 349
2 2,60 1,031 2,68 2,70 0,32 1,031 0,33 0,31 514 514
3 2,00 1,031 2,06 1,95 0,02 1,031 0,02 0,00 464 464
4 3,30 1,031 3,40 3,40 0,42 1,031 0,44 0,44 515 515
5 16,10 1,031 16,60 16,20 6,10 1,031 6,29 6,10 354 354
6 9,74 1,031 10,04 9,93 6,50 1,031 6,70 6,40 348 348
7 5,17 1,031 5,33 5,37 3,57 1,031 3,68 3,58 708 708
8 9,40 1,031 9,69 9,50 0,28 1,031 0,29 0,35 415 415
9 10,60 1,031 10,93 10,70 0,50 1,031 0,52 0,05 421 421
10 5,80 1,031 5,98 6,02 3,48 1,031 3,59 3,44 706 706
11 11,60 1,031 11,96 11,80 6,50 1,031 6,70 6,50 343 343
12 5,73 1,031 5,91 5,92 4,35 1,031 4,48 4,35 168 168
13 6,40 1,031 6,60 6,36 5,31 1,031 5,47 5,29 372 372
14 15,30 1,031 15,77 15,40 2,58 1,031 2,66 2,56 467 467
15 24,70 1,031 25,47 25,00 0,61 1,031 0,63 0,62 447 447
16 23,00 1,031 23,71 23,20 0,55 1,031 0,57 0,54 413 413
17 15,50 1,031 15,98 15,70 2,66 1,031 2,74 2,68 467 467
18 6,96 1,031 7,18 6,92 5,70 1,031 5,88 5,73 366 366
19 6,94 1,031 7,16 7,16 4,86 1,031 5,01 4,90 172 172
20 26,50 1,031 27,32 26,60 1,43 1,031 1,47 1,45 205 205
21 19,20 1,031 19,80 19,30 1,13 1,031 1,17 1,11 213 213
93
Tabela 4.33 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento dinâmico a 45°
Modelo Flexivel - Vento Dinamixo - Direção 45
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z,x z,x x Mx P- My z,y z,y x My P- Nk NP-
1 15,00 1,113 16,70 15,30 6,53 1,024 6,69 2,13 348 348
2 2,80 1,113 3,12 2,80 3,50 1,024 3,58 3,76 514 514
3 2,95 1,113 3,28 2,82 4,66 1,024 4,77 4,97 464 464
4 1,32 1,113 1,47 1,48 4,24 1,024 4,34 4,50 514 514
5 12,90 1,113 14,36 15,00 9,70 1,024 9,93 10,00 354 355
6 10,90 1,113 12,13 11,40 3,30 1,024 3,38 3,10 346 346
7 5,29 1,113 5,89 5,63 6,70 1,024 6,86 7,00 708 708
8 8,10 1,113 9,02 8,40 15,20 1,024 15,56 16,20 411 410
9 8,90 1,113 9,91 9,20 14,70 1,024 15,05 15,80 424 424
10 2,84 1,113 3,16 3,11 0,30 1,024 0,31 0,08 706 706
11 7,57 1,113 8,43 7,80 9,70 1,024 9,93 9,90 345 345
12 6,62 1,113 7,37 7,02 0,55 1,024 0,56 0,31 168 168
13 5,45 1,113 6,07 5,35 0,32 1,024 0,33 0,00 370 370
14 14,90 1,113 16,58 15,30 1,58 1,024 1,62 1,87 466 466
15 23,90 1,113 26,60 24,30 4,49 1,024 4,60 4,76 438 438
16 19,70 1,113 21,93 20,10 2,82 1,024 2,89 3,06 386 385
17 19,00 1,113 21,15 13,20 6,83 1,024 6,99 7,12 468 468
18 7,59 1,113 8,45 7,65 10,60 1,024 10,85 11,00 368 368
19 2,95 1,113 3,28 3,22 8,50 1,024 8,70 8,79 172 172
20 26,60 1,113 29,61 26,80 4,66 1,024 4,77 4,89 204 204
21 17,10 1,113 19,03 17,30 2,01 1,024 2,06 2,24 212 212
94
Tabela 4.34 – Esforços no edifício de apoios elásticos combinando com vento dinâmico a 90°
Modelo Flexivel - Vento Dinamico - Direção 90
Momento Fletor (kN.m)
Força Axial (kN)
PILAR Direção X Direção Y
Mx z z x Mx P- My z z x My P- Nk NP-
1 8,00 1,113 8,90 8,06 5,23 1,113 5,82 5,18 347 347
2 3,46 1,113 3,85 3,44 0,54 1,113 0,60 0,59 513 513
3 7,82 1,113 8,70 7,82 1,02 1,113 1,14 1,08 463 463
4 3,51 1,113 3,91 3,51 1,26 1,113 1,40 1,31 513 513
5 8,50 1,113 9,46 8,50 6,90 1,113 7,68 6,90 352 352
6 1,86 1,113 2,07 1,93 5,80 1,113 6,46 5,70 348 348
7 3,47 1,113 3,86 3,41 4,25 1,113 4,73 4,29 708 708
8 1,34 1,113 1,49 1,29 3,49 1,113 3,88 3,70 414 414
9 0,69 1,113 0,77 0,74 3,10 1,113 3,45 3,31 420 420
10 7,92 1,113 8,81 3,83 2,78 1,113 3,09 2,74 706 706
11 1,65 1,113 1,84 1,68 7,20 1,113 8,01 7,20 345 345
12 2,95 1,113 3,28 2,88 3,07 1,113 3,42 3,03 168 168
13 5,26 1,113 5,85 5,25 3,98 1,113 4,43 3,92 373 373
14 6,42 1,113 7,15 6,50 1,71 1,113 1,90 1,65 467 467
15 14,70 1,113 16,36 14,00 1,57 1,113 1,75 1,62 440 440
16 11,60 1,113 12,91 11,70 0,15 1,113 0,17 0,20 391 391
17 6,08 1,113 6,77 6,14 3,53 1,113 3,93 3,56 469 469
18 6,07 1,113 6,76 6,09 6,41 1,113 7,13 6,48 368 368
19 3,83 1,113 4,26 3,80 5,10 1,113 5,68 5,16 173 173
20 22,20 1,113 24,71 22,30 2,08 1,113 2,32 2,12 201 201
21 12,70 1,113 14,14 12,80 0,65 1,113 0,72 0,60 210 209
95
Com relação ao sistema estrutural adotado nos modelos, pode-se verificar que a
utilização dos coeficientes de reação vertical do solo gerou uma mudança significativa
na distribuição dos esforços solicitantes, quando comparados aos resultados obtidos pela
análise do edifício com apoios rígidos, como pode ser visto nas tabelas expostas no
capitulo 4.2 desde trabalho.
O modelo estrutural que utilizou o coeficiente de mola na modelagem
apresentou uma menor rigidez do que o edifício com apoios engastados, apresentando
assim maiores deslocamentos (chegando a alguns casos diferenças de 80%),
influenciando assim de forma significativa nos efeitos de 2° ordem.
Os esforços gerados pelos parâmetros de estabilidade, z e P- apresentaram
resultados próximos entre si. Expondo um pequeno aumento para os valores calculados
com o z, para este estudo de caso. Vale ressaltar que os valores dos mesmos não foram
alterados com o fator de 0,95 exigido pela norma, por decisão de projeto.
96
6 ANEXOS
6.1 SONDAGEM 1
97
6.2 SONDAGEM 2
98
6.3 SONDAGEM 3
99
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA