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Experimentos sobre DNA e Transformação Bacteriana

O documento discute experiências que demonstram a transferência de material genético entre bactérias, evidenciando que o DNA é o responsável pela transformação de bactérias não infeciosas em infeciosas. Também aborda a replicação do DNA, a transcrição e tradução de proteínas, e a relação entre mutações e câncer. Além disso, menciona a universalidade do código genético e a importância do processamento alternativo do mRNA na diversidade proteica.
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Experimentos sobre DNA e Transformação Bacteriana

O documento discute experiências que demonstram a transferência de material genético entre bactérias, evidenciando que o DNA é o responsável pela transformação de bactérias não infeciosas em infeciosas. Também aborda a replicação do DNA, a transcrição e tradução de proteínas, e a relação entre mutações e câncer. Além disso, menciona a universalidade do código genético e a importância do processamento alternativo do mRNA na diversidade proteica.
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Biologia 11º

1.
1.1- na experiencia C foi injetado a bactéria S que apresenta uma capsula que a torna
infeciosa, a mesma foi aquecida, como o calor destrói as capsulas e a torna não infeciosa(sem
capsula) o rato sobreviveu. Na experiencia D foi injetado bactéria R vivas (não infeciosa)
misturado com bactérias S mortas pelo calor (não infeciosa), porem durante o processo (do
aquecimento da bactéria S) foi passando alguns genes da S para a R, com que fez que
produzissem capsula, tornando-a infeciosa e contaminasse o rato.

1.1- Na experiência C, o rato permanece saudável. Na experiência D, o rato morre de


pneumonia

1.2- O aparecimento de bactérias vivas na experiência D deu-se através dos genes que durante
o procedimento de aquecer a bactéria S foi transmitida para a R, contaminando-a.

1.2- Houve uma substância que passou das bactérias S, mortas pelo calor, para as bactérias R
vivas que as levou a produzirem uma capsula, transformando as em bactérias de estirpe S
2.
2.1- O procedimento que serviu de controle na segunda experiência documentada foi a
primeira, que contem o extrato a partir de bacterias S mortas com bacterias R vivas.

2.2- No ultimo tubo de ensaio observou-se que a DNAase extinguiu o crescimento da


bactéria S restando só a bacteria R, enquanto nos outros tubos as enzimas adicionadas
mantiveram as duas bactérias.

2.2- Das experiencias de Avery e colaboradores, conclui-se que a substancia responsável


pela transformação das bactérias R em S é o DNA porque so quando esta molécula é
degradada é que as bactérias R não produzem a capsula. Ou seja, conclui-se que o DNA é o
material genético das bactérias

3.
3.1- A molécula que permite a transmissão da informação hereditária é o DNA.

3.2- Na experiência com a molécula de proteínas podemos identificar que, as bactérias estão
sem radioatividade pois não absorveu as proteínas, já na experiência do DNA há
radioatividade no precipitado, porque passou para o DNA.

3.2- O fosforo radioativo foi encontrado associado ás células bacterianas (precipitado da


experiencia 1), e o enxofre foi encontrado apenas no fluido sobrenadante e não nas células
bacterianas, isto indica que o DNA é injetado nas células bacterianas. A experiência mostra,
assim, que o DNA que entra na célula hospedeira contem toda a informação genética
necessária para a produção de novos vírus.

4. A utilização de vírus em vez de bacterias permitiu uma conclusão mais exata. Nos vírus
utilizados so há proteínas e DNA, enquanto nas bactérias existe uma multiplicidade de outras
moléculas que não foram controladas experimentalmente
Página 21

1. Garantiu-se a fiabilidade dos resultados porque o DNA das bactérias conteve


maioritariamente o isótopo da geração G0, na experiência foi utilizado um meio nutritivo
apenas com Nitrogénio 15 o que fez crescer durante varias gerações.

1. O facto de as bactérias terem permanecido durante muitas gerações num meio com
nitrogénio mais denso(n15) faz com que, as bases com nitrogénio mais leve tivessem
virtualmente desaparecido da cultura. Dessa forma o DNA existente ao fim dessas
gerações apresentava características semelhantes (apenas com cadeias pesadas),
podendo assim, funcionar como controlo de ponto de partida para efeitos de
comparação

2. Na geração G1, as bactérias do G0 foram transferidas para um meio nutritivo com


Nitrogénio 14 durante 20 minutos, verificando que o DNA tem uma cadeia da geração G0
e uma da G1.

2. As bactérias da geração G1 passaram por um ciclo de replicação durante o qual


produziram novas cadeias de DNA à custa de bases nitrogenadas com o isótopo N14, o
único isótopo de nitrogénio que havia no meio. O facto de se encontrar DNA apenas no
nível de centrifugação mostra que as suas moléculas possuíam a mesma densidade. Essa
uniformidade só é possível porque as moléculas de DNA apresentam segmentos de
cadeias leves e pesadas em iguais proporções

3. 60 mins- 75% N14 e N14, 25% N15 e N14. 80 mins- 87.5% N14 e N14 e 12.5% N15 e N14

4. De acordo com os resultados valida-se o modelo pois, uma molécula preexistente é


desenrolada e forma-se duas novas cadeias

4. Os resultados obtidos nas gerações G1 e G2 são congruentes com o modelo


semiconservativo, uma vez que os resultados obtidos em cada geração so podem ser
explicados se for admitido que cada cadeia de DNA formada mantem na sua estrutura uma
das cadeias da geração anterior.

Página 25

1. O segmento do gene que determina a sequencia dos aminoácidos da proteina é o exão,


porque passa para o mRNA

2. Controle: Crescimento em meio sem sal e uso de tomateiros selvagens

Variavel dependente: Quantidade de Na+ e K+ nas folhas do tomateiro

Independente: gene

3. A menor acumulação de sódio nas folhas transgénicas, relativamente às plantas não


transgénicas, sugere que o gene controla o transporte deste iao. Por outro lado, o ião K+ não
apresenta variação significativa nos dois tipos de plantas.

4. O facto de um gene HAL5 se exprimir da mesma forma nas leveduras e nas plantas permite
considerar que diferente espécies podem usar a mesma informação genética, o que apoia a
ideia de universalidade da informação genética
Página 29

1. A letra A corresponde à transcrição e a letra B corresponde ao processamento do mRNA

2. o pré mrna contem 6 exoes e 5 introes, já os mrna um tem 4 exoes e o outro 5 exoes, e
ambos não têm intrões pois foram removidos.

2. O gene e o pre MRNA (são iguais) : 6 exões e 5 intrões

O MRNA: 0 introes e 4 ou 5 exoes

3. Como as proteínas são polímeros de aminoácidos, assim pode se assumir que as proteínas
calcitonina e cgrp têm sequencias de aminoácidos nas suas estruturas

3. Uma vez que o mRNA que codifica as duas proteínas apresenta sequencias semelhantes de
nucleótidos nos exoes que as constituem, pode assumir-se que as proteínas conterão também
sequencias de aminoácidos semelhantes

4. O processamento do pre mRNA leva à produção de proteínas com diferentes estruturas.


Estas estruturas permitem o desempenho de funções metabólicas diferentes em diferentes
tecidos

5. Sem processamento alternativo, o numero de proteínas existentes seria semelhante aos


números de genes. O processamento alternativo amplia as possibilidades de produção de
proteínas diferentes a partir de um gene

6. Tendo em conta a definição da página 24, assume-se que um gene codifica apenas uma
proteína. Nos eucariontes, o processamento do pre Mrna transcrito a partir de um gene pode
dar origem a diferentes cadeias de Mrna e, consequentemente, a diferentes proteínas

Página 30

1. CCA é prolina e AAU é asparagina

2. GCU, GCC, GCA, GCG

3. Meteonina

Página 36
1. O percurso da insulina é traduzido numa cadeia polipeptídica única, que
contem uma sequencia sinalizadora inicial que direciona a cadeia em
crescimento para o RER (onde é produzida nos ribossomas). A sequencia
sinalizadora é cortada e o polipéptido é libertado no RER. No complexo de
golgi a cadeia é processada e nas vesiculas golgianas a insulina é exocitada.
1. RER; complexo de golgi; vesiculas golgianas ;membrana celular; exterior
das células
2. Após a tradução, a insulina sofre o corte da sequencia de sinalizadora, que
a transforma em pro insulina, e o corte da cadeia C que permite a ligação
entre as cadeias A e B que correspondem à hormona funcional.

3. Não se encontra o aminoácido metionina no inicio da cadeia da insulina


maturada porque este aminoácido faz parte da cadeia de sinalização , e
como a insulina é maturada(FIM) já passou pelo complexo de golgi onde a
pro-insulina vai para a vesicula golgiana e é removido consequentemente o
péptido C (a metionina estava na sinalização) dos outros A B (O C
SUPOSTAMENTE ERA O INICIO DA PROXIMA CADEIA)
3. O aminoácido metionina constitui o primeiro aminoácido da cadeia apos a
tradução. Este aminoácido faz parte da sequência sinalizadora que é retirada
posteriormente e não aparece na proteína final.
4. Como o pâncreas é um órgão de reserva, a insulina (glicogénio que esta
armazenada) é responsável pela distribuição da glicose para todas as partes
do nosso corpo. A insulina permite a passagem do glicogénio para todas as
partes do nosso corpo ou seja, a diminuição da glicose diminui quando a
insulina é usada quando nos não ingerimos alimentos.
4. O acido pirúvico (glicose->acido pirúvico), resultante da glicólise (glicose-
>acido pirúvico) é transformado em ácidos gordos. Este processo leva à
diminuição da quantidade de glicose nas células do fígado
5. Durante o dia verificamos um pico de glicose pois é quando ingerimos
nutrientes que consequentemente é armazenado no pâncreas ou seja, não
sera preciso usar insulina
5. Apos cada refeição, o nível de glicose aumenta devido á absorção
intestinal. Este aumento desencadeia a libertação de insulina que promove a
sua absorção e transformação pelas células do fígado. À noite durante o
período de jejum os níveis de glicose descem, acontecendo o mesmo com os
níveis de insulina

Página 39
1. o processo I é a transcrição e o processo II é a tradução
2. As diferentes sequencias de nucleótidos das moléculas de DNA terão
resultado de processos anómalos de replicação.
3.
A- substituição de Guanina por Adenina no nucleótido da posição 12
B- substituição de Citosina por Timina no nucleótido da posição 5
C- Inserção de Guanina entre os nucleótidos 6 e 7 anteriores
D- substituição de Timina por Adenina no nucleótido da posição 14

4.
A- metionina, triptofona, leucina, prolina, acido aspártico, codao stop
B- metionina, codao stop
C- metionina, triptofona, treosina, prolina, glicina, leucina
D- metionina, triptofona, leucina, prolina, valina, codao stop

5.
A- A mutação não altera o aminoácido na 4ª posição da cadeia, pelo que a
proteína produzida sera a mesma, não se prevendo alteração no
funcionamento da célula
B- A mutuação substitui o codao para triptofano pelo codao stop. A proteína
não se forma, o que poderá provocar alterações no metabolismo da célula.
C- A proteína produzida terá aminoácidos diferentes a partir da posição 2.
Esta situação poderá conduzir a produção de uma proteína muito diferente
da normal, provavelmente não funcional.
D- a proteína produzida terá um aminoácido diferente na produção 5.

Página 41
1. No documento 1 está apresentado uma mutuação às células somáticas e
no documento 2 é uma mutuação somática
2. Os resultados dos estudos apoiam a hipótese que o cancro poder ser
causado pela a-benzopireno pois este intercala-se entre as bases
nitrogenadas das cadeias do DNA, ligando-se à guanina. Como podemos
observar na figura 39, está presente uma mutuação de substituição da
citosina para adenina, levando esta mutuação para a 2ª replicação ligar-se a
uma timina.
2. o estudo epidemiologico mostra que os inviduos fumadores e com cancro
apresentam uma maior percentagem de substituição da base guanina por
timina o que está de acordo com a marca da açao mutuagenica do alfa-
benzopireno. Por essa razão, pode considerar-se que essa substancia é a
causa do cancro.
3. doses de radiação uv-b por unidade de área de pele (x)
4. Para qualquer tipo de mutação verifica-se um aumento da quantidade de
mutuações com o aumento das doses de uv-b. de entre os 3 tipos de
mutações, as ligações covalentes entre timina e timina são as mais
frequentes
Página 44 CORREÇÃO FEITA
1. D
2. rna-polimerase
3. A
4. A
5. C
6. B
7. D
8. A síntese proteica é um processo no qual entrevem varias enzimas. O
aumento da temperatura pode provocar a alteração da estrutura
tridimensional das proteínas enzimáticas, com consequente perda da sua
funcionalidade.
9. O facto de a bactéria e-coli expressar o gene obtido a partir de um animal
mostra que estes organismos partilham o código genético. Este facto apoia a
universalidade do código genético
Página 46
1. B
2. D
3. A
4. B-D-E-A-C
5. C
6. B
7. A
8. O ramo dos denizovanos separou-se do ramo astral dos humanos
modernos à cerca de 600 mil anos tendo em conta que a variante do gene
espa1 referido no texto não aparece na generalidade dos humanos
modernos, é de supor que essa variante ainda não existia na altura em que os
ramos evolutivos se separaram.

Página 50
1. procarionte- nucleoide
Eucarionte: núcleo
2. A espiralização do dna e do enrolamento da cromatina em torno das
histonas impedem a ligação da enzima rna polimerase a molécula de dna

Página 53
1.
G1- quantidade constante
S- a sua quantidade aumenta
Fase mitótica- a sua quantidade diminui
2 Durante a prófase, os cromossomas estão em filamentos longos e finos
sendo eles formados por duas cromatídeas irmãs que são ligadas por um
centrômero e durante a anáfase, as cromatídeas irmãs separam-se e cada
cromossoma move-se em direção a polos opostos.
3. no final da fase mitótica os cromossomas descondemsam-se formando
aquela forma da figura.

Pagina 57
1. o gráfico da figura 15 tem 4 ciclos celulares e do gráfico da figura 16 tem 2
ciclos celulares.
2. na segmentação durou 1hora e meia; na apos segmentação durou 10
horas
3.

Pagina 59 com a correçao!


1. A timina é uma base presente apenas no dna. A incorporação da timina
radioativa no dna permite a monitorização da sua replicação e,
consequentemente, a monitorização da entrada das células na fase S.
2. G1 e G1/G1
3. Nas células G1/S a incorporação da timina radioativa iniciou-se mais cedo
relativamente as células G1/G1. Nas células G1/S pode deduzir-se que os
núcleos S induziram a entrada mais rápida dos núcleos G1 na fase S. As
células que se encontram na etapa S possuirão substancias no seu citoplasma
que induzirão a progressão do núcleo G1 para S
4. Celulas G1/S
5. A replicação semiconservativa possibilita a duplicação do material genético
que, posteriormente, durante a mitose, ser dividido equitativamente pelas
duas células filhas.
6. Os resultados experimentais não respondem inteiramente ao problema,
uma vez que os fatores reguladores não foram identificados, nem tao pouco
o seu mecanismo de ação mas apenas a fase do ciclo em que apresentam
maior concentração no citoplasma e o seu efeito no ciclo.

Pagina 61 com a correção


1. o núcleo da célula intestinal de um girino
2. é totipotente porque deu origem a todas as linhagens celulares do
organismo adulto (totalmente desenvolvido)
3. A transformação devera ocorrer devido a açao de substancias presentes no
ovulo.
4. Os fatores de transcrição permitem que a célula expresse informação que
estava bloqueada nas células da pele, transformando-as em células
indiferenciadas
5. A reprogramação nuclear permite a obtenção de células tronco
pluripotentes de um individuo sem recurso a embriões, cuja destruição
levanta problemas éticos.

Página 64
1. D
2. A
3. B
4. D
5. D
6. A
7. G1 G2 & M
8. B-E-D-C-A
9. na célula, a permanência em g0 é determinada pela ligação da rb a
molécula e2f. certos estímulos desencadeiam a síntese da ciclina d que se liga
a cdk, permitindo a fosforilação da rb. Essa fosforilação deixa livre a molécula
e2f, ocorrendo a síntese da ciclina e, que permite a progressão do ciclo para a
etapa s.
Página 65
1. A
2. B
3. D
4. A
5. B
6. C
7.
a- 3
b-2
c-4
8. o taxol, usado em dozes superiores a 10nm, provoca um bloqueio na
proliferação das células bem como elevadas percentagens de morte celular.
Sendo assim, esta substancia poderá ser útil no tratamento de tumores
malignos, caracterizados pela rápida multiplicação das suas células

Pagina 73
1. A dimensao das celulas resultantes da gemulação é que a célula mae é
maior comparada com a célula filha, ou seja tem dimensões diferentes, já na
bipartição as células separam-se de forma a ficarem com dimensões iguais
Na bipartição, as celulas resultantes apresentam dimensoes semelhantes,
enquanto na gemulaçao as celulas têm dimensoes diferentes.
Pagina 74
1. as estrelas-do-mar têm capacidade de se regenerar em totalidade a partir
de um fragmento do seus braços, as células indiferenciadas têm capacidade
de originar qualquer célula
1. A capacidade de regeneraçao das estrelas do mar resulta da existencia de
celulas indiferenciadas (celulas estaminais) capazes de originar os diferentes
tecidos (celulas pluripotentes) das partes do organismo em falta.
Pagina 77
1. tendo em conta que os gametas femininos possuem metade dos
cromossomas das abelhas rainhas. As mesmas produzem óvulos, enquanto o
zangao produz o espermatozoide, as obreiras surgem a partir de ovos
fertilizados de acordo com o desenvolvimento dos embriões originados,
tendo assim diferentes cromossomas porque os zangoes e as abelhas rainhas
têm o seu próprio cromossoma enquanto as obreiras surgem da junção do
espermatozoide e o ovulo.
1. os machos possuem metade dos cromossomas existentes nas obreiras.
2. neste caso, não se pode considerar a reproduçao assexuada como um
processo gerador de clones, uma vez que os descendentes são diferentes da
progenitora
Pagina 78
1. os aspectos em comum a todos os métodos representados na figura 15, é
que foram utilizado partes de organismos inteiros, o que vai originar um
organismo inteiro a partir dessas partes
1. todos os processos representados na figura são artificiais e permitem a
producao de clones de plantas com caracteristicas de valor economico.
2. a vantagem que estas técnicas podem levar é, a preservação das
características genéticas porque dá origem a vários clones identicos, e
poderem manipular as características desejáveis
2. Atraves destas tecnicas consegue-se obter plantas com as caracteristicas
desejadas presentes na planta progenitora

Pagina 80

1. os fragmentos que foram colocados em controlo estiveram nas condiçoes de um meio


nutritivo sem bap

2. 0,5 de tratamento com bap

3. Obtençao de plantas geneticamente identicas a uma planta com as caracteristicas desejadas,


obtençao de um grande numero de descendentes de forma rapida

4. obtençao de culturas com reduzida variabilidade genetica, suscetiveis a alteraçoes


ambientais, como surgimento de doenças ou pragas.

5. impedir a contaminaçao por microorganismos (fungos bacterias virus) que poderiam


comprometer o desenvolvimento das culturas.

6. celulas indiferenciadas (totipotentes), capazes de originar uma nova planta

Página 75

1. A reprodução assexuada é um processo que, nas leveduras, apenas ocorre quando as


condições do meio são favoráveis. O açúcar constitui o alimento e os 30ºC correspondem à
temperatura ideal para a sua reprodução.
2. os descendentes são geneticamente iguais ao progenitor; ambos os processos estão
associados à divisão celular mitótica

3. Na reprodução por esporulação são libertadas grandes quantidades de esporos para o


ambiente, entrando facilmente em contacto com alimentos e provocando a sua deterioração.
Assim, devemos evitar o contacto dos alimentos com o ar, armazená-los em recipientes
previamente esterilizados, a baixas temperaturas, de forma a impedir a sua contaminação ou a
germinação dos esporos.

4. Recolher esporos com um pincel fino e espalhá-los num pedaço de pao humedecido,
guardado numa caixa fechada e num lugar escuro. Guardar uma porção de pao nas mesmas
condições, mas sem esporos (controlo)

Página 81

1. O DNA da ovelha Dolly provem do núcleo existente na célula somática do dador.

Página 84

1. D

2. A

3. A adaptação (aclimatação) as condições laboratoriais

4.D

5. A-2, B-3, C-4

6. A

7. D-E-C-A-B

8. os resultados mostram que a maior produção de efiras por pólipo ocorre a temperatura de
25 graus celsius e com uma salinidade de 25. Quanto maior for a produção de efiras, maior
sera o numero de medusas adultas, pelo que os surtos ocorrem no verao quando as
temperaturas atingem esse valor

Pagina 87

1. C

2. D

3. A

4. C

5. A

6. D

7. A

8. C
9. as experiencias demonstram que os óvulos de lagostim eclodem mesmo na ausência de
agua, em ambientes de elevada humidade do ar, e que os estádios juvenis podem permanecer
inativos durante um certo tempo sem agua. Estes fatores juntamente com a elevada produção
de descendentes permitem a espécie reproduzir-se favorecendo a sua rápida dispersão

Pagina 92

1. os aspetos que há na meiose mas não se verificam na mitose são, ocorre para produçao de
gametas ou de esporos, origina 4 celulas filhas com metade dos cromossomas da celula-mae,
há emparelhamento de cromossomas homologos com possibilidade de crossingover, a
informaçao genetica das celulas formadas e da celula-mae são diferentes, o centromero so se
divide na anafase II e ocorre duas divisoes sucessivas, sendo a divisao II semalhante á mitose

1. emparelhamento dos cromossomas homologos (com possibilidade de crossing over) durante


a profase i; separaçao dos cromossomas homologs durante a anafase i

2. 2n=6, diploide

3. celula inicial possui 6 cromossomas e a filha possui 3 cromossomas

Pagina 95

1. 2^n sabendo que n é o numero de par de cromossomas homologos -> 2^4 = 16


cromossomas

2. profase i- diploide, metáfase i- diploide, telofase i- hapoloide

Pagina 97

1. na meiose ocorre emparelhamento de homologos e talvez crossing over, o que na mitose


não há. Na meiose há pares de cromossomas homologos alinhados na placa equatorial
enquanto na mitose so há cromossomas alinhados individualmente. Na fase final da mitose
temos 4 celulas haploides diferentes com n=3 enquanto na mitose temos 2 celulas diploides
identicas com 2n=6

1. emparelhamento de cromossomas homologos e possibilidade de crossing over. Segregaçao


de cromossomas constituidos por 2 cromatidios (separaçao de cromossomas homologos). No
final da meiose forma-se 4 celulas filhas hapoloides. Na meiose as celulas filhas, não voltam a
dividir-se

2. o emparelhamento de cromossomas homologos e a sua separaçao aleatoria conduzem a


formaçao de nucleos apoloides, com metade dos cromossomas da celula que os originou com
combinaçoes de genes e de cromossomas que diferem entre si e do nucleo da celula mae.

3. na divisao equacional (meiose II)ocorre clivagem do centromero com separaçao dos


cromatidios do mesmo cromossoma obtendo-se no final dois nucleos com numero de
cromossomas identico ao da celula que os originou, tal como acontece na mitose.

4. na mitose, durante a anafase, verifica-se a reduçao para metade na quantidade de dna. Na


meiose, ocorre duas reduçoes, uma na anafase i e outra na anafase ii. Verifica-se por tanto,
uma reduçao para um quarto da quantidade de DNA com que se incia a meiose
5.

1- S

2- citocinese ou g1

3- meiose I

4- meiose II

Pagina 99

1. a fase diploide é a mais dominante estando a fase haploide reduzida aos gametas.

2. na meiose inicia-se numa célula diploide (2n) dando origem a 4 filhas, ocorre na fase
diploide

Na diplófase, durante o processo de formação dos gametas nos indivíduos adultos.

Pagina 101

1. fase nuclear haplófase

2. meiose (pos zigótica)

3. mitose

Pagina 102 e 103

1. bodelha- meiose pre gametica, chlamydomonas- meiose pos zigotica

2. na chlamydomonas, a diplófase esta reduzida ao ovo ou zigoto e a meiose é pos zigótica pelo
que se trata de um ciclo haplonte

3. na budelha, as estruturas pertencentes a haplofase são os anterozoides (gametas


masculinos) e as oosferas (gametas femininos)

4. na budelha, a fase nuclear mais desenvolvida e que engloba o organismo adulto é a


diplófase. Na chlamidomonas a fase nuclear mais desenvolvida é a haplófase, estando a
diplófase reduzida ao zigoto

5. em elevada concentração de nitrato no meio, a clamidomonas aumenta a produção de


zigotos resultantes de fecundação. Em baixas concentrações, a reprodução sexuada é reduzida

[Link] da agua

Pagina 105

1. esporófita

2. gametófita- gametófito, oosfera, arquegónio, anterídio, anterozoides

Esporofita- zigoto, esporófito jovem, esporófito, esporângio, esporo em germinação


Pagina 116

1. B

2. crossing over e separação aleatória dos cromossomas homólogos

3. D

4. B

5. A

6.

a-3

b-7

c-1

d-2

7. D

8. Cada um dos gametas tanto como masculino como feminino produzida pela planta mutante
tera uma poloidia 2n=4 cromossomas. Atraves de autofecundaçao, origininando ovos com uma
ploidia 4n=8 cromossomas.

Grupo ii

1. C

2. B

3. A

4. C

5. D

6.

a-2,3,6

b-5

c-1

d- 4, 7

7. BADEC

8. a meiose durante a qual se verifica crossing over, na profase i, e a separaçao aleatoria dos
cromossomas homologos, na anafase i, ocorre nos vesidios formando se esporos com muitas
combinaçoes geneticas diferentes. A fecundaçao resultante da fusao dos nucleos hapoloides
permite a combinaçao de caracteristicas das celulas reprodutoras, o que aumenta a
variabilidade
PAGINA 111

1. fase da diplófase, geração do esporófita

2. A polinização permite a fecundação , ou seja, a mistura de gametas entre plantas diferentes


(o que aumenta a diversidade genética) ou entre plantas iguais (diminui a diversidade genética)

3. nos fetos, a haplófase esta mais desenvolvida, encontrando-se representada por uma planta
independente , o protalo. Nas agiospermicas a haplófase esta limitada ao grão de pólen
germinado e ao saco embrionário germinado, localizados no interior da flor

Pagina 113

1. a ave, ao alimentar-se dos frutos ingere as sementes do interior dos mesmos. Devido ao seu
revestimento externo, as sementes não são digeridas, acabando por ser espalhadas pelas fezes
do animal a longas distancias do local onde foram produzidas

2. o facto das sementes do coqueiro flutuarem na agua possibilita o seu transporte, permitindo
a dispersão da espécie

Pagina 126

1. o fator responsavel para de acordo com lamarck é o ambiente

2. as mudanças ambientais geram novas necessidades que obrigam os organismos a mudarem


de habitos de modo a permitir a adaptaçao as mudanças

3. a falta de uso conduz à atrofia e eventualmente o desaparecimento do orgao.

4. as caracteristicas adquiridas ou perdidas pelo uso e pelo desuso são transmitidas à


descendencia.

Pagina 127

1. como as toupeiras são um ser vivo subterraneos e os olhos são um orgao que elas não
utilizam pelo facto de debaixo do solo não ter iluminaçao, eles foram atrofiados ao longo das
geraçoes.

Pagina 131

1. de acordo com a teoria de Lamarck diz-nos que a tromba do elefante foi evoluindo pois o
uso continuo de um órgão provoca o seu desenvolvimento sendo estas transmitidas aos
descendentes. Já de acordo com a teoria do Darwin os elefantes desenvolveram a tromba ao
longo do tempo, lentamente e gradualmente por um mecanismo de seleção natural. Como eles
desenvolveram a tromba e alguns ainda tinham ela no estado inicial (pequena), os que eram
menos evoluídos não sobreviveram pois não conseguiam ter as mesmas condições de
alimentação (sobrevivência) dos que têm a tromba desenvolvida.

1. Numa perspetiva lamarckista, os esforços repetidos para atingir o alimento levaram ao


aumento do tamanho da tromba durante a vida de cada indivíduo. (lei do uso e do desuso)
A transmissão dessa característica aos descendentes e a necessidade do uso do órgão através
das gerações levaram ao desenvolvimento da tromba até ao tamanho atual. Segundo o
darwinismo, nas populações ancestrais existia variabilidade intraespecífica, com animais com
tamanho de tromba variável. Os animais mais aptos, com a tromba maior, sobreviviam mais
tempo (SOBREVIVENCIA DIFERENCIAL) e originavam mais descendentes com trombas de
tamanho semelhante. (REPRODUÇAO DIFERENCIAL)
Ao longo do tempo, a proporção de indivíduos com trombas maiores foi aumentando.

2. o ambiente de acordo com a teoria de Lamarck teve como papel na evolução, a utilização da
tromba para obter alimento por exemplo fazendo então que esta fosse utilizada de acordo com
a lei do uso e do desuso. Na teoria de darwinismo, o ambiente como não tinha condições
favoráveis porem os elefantes com a tromba mais evoluída tiveram mais facilidade de obter o
alimento e com isso os predadores tornaram-se mais presentes o que fez com que os elefantes
menos evoluídos ficassem escassos e os que sobreviveram multiplicassem a descendência para
os seus filhos

2. para o lamarckismo, o ambiente constitui o fator indutor da mudança do tamanho da


tromba. Para o darwinismo, o ambiente é um agente de seleçao que favorece os individuos de
tromba mais desenvolvida.

3. Para Lamarck o individuo evolui sozinho e para Darwin ele afirma que começamos numa
população interespecífica que desenvolve características para a sua sobrevivência e assim
evoluem de acordo com as suas necessidades que depois extingue os menos evoluídos.

3. ao contrario de lamarck, para quem os individuos mudam atraves de uso ou desuso dos seus
orgaos, para darwin, as mudanças refletem-se ao nivel das populaçoes sobre as quais se exerce
a seleçao natural.

Pagina 132, 133 e 134 fenotipo- (olhos castanhos) caracterisiticas

1. como as zebras têm um fenotipo muito caracteristico, há uma alta possibilidade de serem
caçados por outros animais com a evoluçao do pseudomelanismo pois, como elas andam em
bando passam por despercebidas, onde os predadores confudem-as por ser uma ilusao otica
(mais ou menos)
1. correçao

A ausencia de um padrao listrado nos portadores de mutaçao aumenta a probabilidade de


serem alvo dos predadores. Desta forma, pode prever-se que os animais com
pseudomelanismo diminuam de frequencia na populaçao

Pagina 134

1. segundo a perspectiva neodarwnista, as borboletas abrangiram nas populaçoes uma maior


variedade de cor devido à poluiçao dos liquenes nas grandes cidades principalmente nas zonas
industriais que faz com que haja uma extinção dos mesmos, houve mutaçoes e recombinaçao
genetica que depois deu a uma seleçao natural para a sobrevivencia das mesmas.

1. Segundo o neodarwinismo, na população existiam borboletas de cores diferentes em


resultado das mutações que foram surgindo ao longo do tempo e da recombinação genética.
O enegrecimento dos troncos tornou as borboletas claras mais suscetíveis aos predadores.
Este facto aumentou a predação dos animais claros, passando os de cor mais escura,
portadores do alelo melânico e mais raros na população inicial, a estar mais adaptados às
novas circunstâncias. A maior sobrevivência e reprodução das borboletas escuras determinou
o fluxo do gene melânico para a descendência, acabando por aparecer com maior frequência
na população.

2. devido aos predadores (aves).

3. as medidas de antipoluição tiveram grande impacto pois voltou a existir liquenes nas arvores
que fez com que as borboletas voltassem a ter uma cor clara.

4. começou a haver uma diminuiçao na populaçao de borboletas de cor escura pois foi aplicado
medidas antipoluentes nas cidades e nas fabricas, que foram obrigadas a colocarem filtros nas
chamines, e nos anos anteriores foram os que houve maior desenvolvimento na produçao de
poluiçao derivada das fabricas.

Pagina 140

Grupo de controlo: população inicial

1 O numero de acasalamentos entre animais que viveram no mesmo meio é superior

2. nos dois grupos de controlo(amido e maltose), o numero de acasalamentos entre animais da


mesma população ou entre animais de frascos diferentes (p1/p2 e p3/p4) é muito próximo. No
grupo experimental,verifica se que o numero de cruzamentos entre animais de diferentes
meios é inferior. Estes resultados mostram que o numero de acasalamentos depende,
sobretudo, do meio onde as moscas se desenvolveram e não do isolamento das moscas em
diferentes frascos

3. o facto de as moscas terem sido criadas num meio padrao impede que não haja influencia
deste fator no acasalamento.
4. Ao longo das gerações, as populações isoladas em diferentes meios tornaram-se mais
eficazesna digestão do amido ou da maltose, tendo também acumulado diferenças ao nível de
fatores que controlam o comportamento reprodutivo. Este processo de seleção natural levou à
divergência evolutiva entre as duas populações, tal como pode ser inferido a partir dos
resultados do acasalamento.

Pagina 143

1. Ambientes de baixa visibilidade: escuridão (morcego) e turvação da água (cachalote).

2. estas estruturas possuem uma origem embrionária e uma organização estrutural diferente
mas desempenham a mesma função(recessão e condução do eco para o ouvido interno)

3. Ambas as espécies vivem em ambientes onde a temperatura da água é muito baixa. A


presença de proteínas anticongelantes evita a morte do animal por congelamento.

4. o facto de os genes que codificam a glicoproteína anticongelante nas 2 especies terem


evoluído a partir de genes ancestrais diferentes.

Uma diferente estrutura dos genes traduzida numa diferente organização intrão-exao

5. Os dois tipos de moléculas anticongelantes são análogos porque, tendo uma origem
diferente, desempenham a mesma função, o que indica a ocorrência de evolução convergente
entre os dois grupos sujeitos a uma pressão seletiva idêntica.

Pagina 107

1. o revestimento do zigoto confere proteção e favorece a sua sobrevivência em condições


desfavoráveis

2. os zigotos resultam de fecundação e, consequentemente, são células geneticamente


diferentes entre si. Esta variabilidade permite uma melhor adaptação a ambientes em
mudança.

3. nos testículos, mais concretamente nas células das paredes dos tubos seminíferos; nos
ovários ao nível das células germinativas presentes nos folículos

4. os esporângios pertencem a fase diploide e à geração esporófita . os anterídios arquegónios


e esporos pertencem à fase haploide e à geração gametófita

Correçao do protocologo experimental

5. tem 6 estames com semelhante comprimento e localizados a baixo do estigma

8. 3 carpelos

Pagina 149
1. Na situaçao do documento 1 o modelo que explica a origem das celulas eucarioticas é
autogénico e na situação do documento 2 o modelo é endossibiotico

2. A simbiose entre as células eucarióticas do inseto e bactéria tremblaya e entre esta bactéria
e as bactérias moranella

3. O bactericida mata as bactérias Tremblaya e Moranella que estão presentes no inseto. O


inseto acaba por morrer pois como as bactérias que são as fontes de nutrientes morreram, não
conseguem sobreviver.

As substancias bactericidas deverão desencadear a morte das bactérias endossimbiontes do


inseto. Dessa forma, o mesmo ficara privado de nutrientes essenciais, deixando de crescer e de
se reproduzir

4. Situam entre o inseto e as tremblaya

PAGINA 152

1. B

2. B

3. B

4. A

5. C

6. numa perspectiva neodarwinista, a origem da variação de uma população vem do processo


de reproduções assexuadas, a ocorrência de mutações e processos de recombinação genética
como a ocorrência de crossing over, fecundação e meiose.

7. A chegada de um predador a um ecossistema em 1990 podera desencadear, de acordo com


os dados experimentais expressos nos gráficos C, um processo de seleçao natural. Desse
processo, poderá resultar uma maior sobrevivência dos individuos com conchas menos
compridas. A maior reprodução destes indivíduos permitira que essa característica passe a ser
mais frequente nas populações das gerações posteriores

Grupo ii

1. C

2. A

3. D

4. ENDOCIMBIOTICO

5-
a-1

b-2

c- 4

d- 4

e- 3

f- 2

6. No passado, as condições ambientais induziram nos machos desta espécie o aparecimento


de um comportamento protetor relativamente aos óvulos, tendo esta característica adquirida
sido transmitida à descendência. A continuidade do uso deste comportamento permitiu que o
mesmo se propagasse na espécie

Pagina 161

1. espécie

2. reino

3. os grupos taxonómicos inferiores ao reino vao englobando indivíduos que apresentam um


maior numero de características semelhantes entre si. Na espécie são englobados os
organismos com maiores semelhanças. Assim, do reino para a espécie diminui a diversidade e
aumenta a homogeneidade

4. reino animália e filo cordados

5. espé[Link]-se de um grupo natural, uma vez que as espécies se mantem isoladas


reprodutivamente de outras espécies na naturez

Pagina 163

1. ser humano e orangotango

2. a lagosta apenas partilha com os restantes animais o mesmo reino. Isto significa que possui
uma menor afinidade de características com os restantes animais, que partilham entre eles
mais taxa.

Pagina 164

1. Em 2

2. com membros dividimos os animais em conjunto, sendo eles a águia, urso, rã, aranha
Sem membros: minhoca, cobra, salmão

3. com coluna vertebral: aguia, urso, salmão, rã, cobra

Sem coluna vertebral: aranha e minhoca

4. presença ou ausência de membros. Os animais incluídos nos grupos formados com este
critério apresentam mais diferenças entre si, ou seja, menor afinidade do que os organismos
incluídos nos grupos resultantes da aplicação do outro critério.

5. um maior numero de características morfológicas consideradas num sistema de classificação


permite aferir uma maior afinidade entre os organismos dos grupos que as possuam

Pagina 165

1. BC e DE

2. 50%

Pagina 166

1. ao contrario do que acontece no esquema A, o esquema B representa a evolução dos grupos


ao longo do tempo

A- horizontal

B- vertical considerando o tempo

Pagina 167

1. 15,61 Ma

2. a aplicação de métodos bioquímicos esta limitada as espécies vivas. Os dados morfológicos


poderão ser estudados, se bem que de forma também limitada, nas espécies fosseis

Pagina 168

1. tecidos vasculares

Pagina 169

1.

A- D POLYLEPIS

B- G GALLUS
C- A FOSTERI

D- E

2. A análise da tabela I mostra que esta espécie possui um número maior de aminoácidos
diferentes em relação às restantes espécies, na molécula de citocromo c. Este facto torna esta
espécie mais afastada filogeneticamente das restantes.

3. a-2 b-4 c-1 d-3 e-6 f-5

4. equus ferus na figura 15 e na figura 16 a espécie b

5. os pontos de bifurcação representam a divisão de uma linhagem ancestral em duas


linhagens distintas

6. Trata-se de classificações filogenéticas, uma vez que representam as relações de parentesco


entre as espécies envolvidas em cada caso.

7. Trata-se apenas de uma característica a fundamentar as relações filogenéticas. Para


estabelecer uma relação filogenética de maior fiabilidade, são necessários mais dados de
anatomia, genética e paleontológicos.

Pagina 171 e 173 do manual

1. filogenética

2. protistas

Pagina 173

1 grau de diferenciação

2. nível de organização celular ou seja são procariontes

3.

1-Organismo constituído por células procarióticas- monera

1- Organismo constituído por celular eucarióticas- 2

2- organismo unicelular ou multicelular com baixo grau de diferenciação- 3

2- organismo multicelular com diferenciação celular elevada- 4

3- autotrófico ou heterotrófico por ingestão – protista

3- heterotrófico por absorção- fungi

4- organismo fotoautotrofico – plantae

4- organismo heterotrófico – animalia

Pagina 175
1. podemos considerar o rna 16s como um bom relogio molecular pois a taxa de mutação dos
genes é muito lenta faz com que possamos calcular o afastamento ao longo do tempo para
estudar a filogénese dos procariontes

2. há inclusão pois têm dna das células procariontes dos ancestrais

3. os coeficientes do rna entre os eucariontes e a bactéria são os mesmos do grupo dos


archaea

4. há um ramo em comum entre as duas

Pagina 178

1.c

2. a-2 b-1 c-3 d-1 e-3

3. c

4. d

5. b

6. a

7. cladograma

8. As semelhanças encontradas entre as linhagens asgard e os eucariontes sugerem que estes


grupos evoluíram a partir de um ancestral comum.

Desta forma, poderá considerar se que o grupo eukarya deriva de um grupo dentro de um
grupo heraquiamente superior.

Assim, o atual domínio eukarya deixara de estar ao nível de domínio e passara a ser mais um
subgrupo do domínio archaea.

Pagina 180

1. d

2. b

3. b

4. d

5. c

6.a

7.a

8. a dispersão de uma espécie ancestral para novos habitats provocou a divisão da população
inicial por diferentes locais muito afastados.
As novas condições ambientais provocaram pressões seletivas diferentes que associadas a
processos de mutação e recombinação genética, conduziram ao aparecimento de novas
espécies por evolução divergente (adquirindo características homologas)

GEOLOGIA

Pagina 12

1. em b a rocha surge mais fraturada (meteorização física) e com tonalidades alaranjadas


(meteorização química)

2. a tonalidade resulta da formação de novos minerais, como os minerais argilosos e os óxidos


de ferro

Pagina 17

1. as duas famílias de diaclasses são perpendiculares entre si, o que permitiu a formação de
blocos com secção retangular

2. o alargamento resulta da açao conjugada dos agentes geodinâmicos externo (agentes de


meteorização)

Pagina 18

1. quando o granito se forma em profundidade fica sujeito a pressão exercida pelas rochas que
o rodeiam. Quando exposto a superfície, o alivio de pressão origina uma expansão do maciço
que contribui para a sua fraturaçao

2. alivio de pressão , crioclastia e termoclastia

3. cristalização de sais, haloclastia

4. haloclastia (cristalização de sais) , termoclastia (choque térmico)

5. a amostra GR5 é aquela que apresenta maior porosidade antes e apos o processo de
envelhecimento em laboratório. A maior porosidade antes do processo de envelhecimento
permitiu um maior crescimento dos sais nesses poros, tendo contribuído para o progressivo
aumento da porosidade e para a consequente desagregação da rocha

PAGINA 21

1. Como no norte há zonas com grande abundancia em granito, ele por hidrolise forma a
caulinite

2. como é formado por argila, a chuva não consegue penetrar no solo ou seja forma lagoas na
superfície
Pagina 22

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