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A História do Queen: Legado Musical e Cultural

A banda Queen, formada em 1970, é um ícone da música do século 20, conhecida por sua mistura de rock e elementos clássicos, com Freddie Mercury como vocalista principal. Ao longo de sua carreira, lançaram álbuns de sucesso como 'A Night at the Opera' e 'The Game', e criaram hinos como 'Bohemian Rhapsody' e 'We Are the Champions'. Apesar da morte de Mercury em 1991, o legado da banda continua vivo através de turnês com novos vocalistas e a influência duradoura de sua música.
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A História do Queen: Legado Musical e Cultural

A banda Queen, formada em 1970, é um ícone da música do século 20, conhecida por sua mistura de rock e elementos clássicos, com Freddie Mercury como vocalista principal. Ao longo de sua carreira, lançaram álbuns de sucesso como 'A Night at the Opera' e 'The Game', e criaram hinos como 'Bohemian Rhapsody' e 'We Are the Champions'. Apesar da morte de Mercury em 1991, o legado da banda continua vivo através de turnês com novos vocalistas e a influência duradoura de sua música.
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Símbolo cultural do século 20: Conheça a

trajetória completa do Queen


O conjunto musical de Freddie Mercury marcou gerações ao misturar melodias
complexas com letras enérgicas

Um dos grandes fenômenos da história da música é a banda Queen. Sucesso que é


reverberado até os dias de hoje e isso pode ser comprovado pelo fato da banda continuar
relevante mesmo com mais de 50 anos desde o início das atividades do grupo. Contudo,
a trajetória da banda teve um início de pouco estrelato, quando os membros ainda
concluíam a graduação.

Em 1968, em Londres, na “Imperial College" surgiu a banda “Smile” com Tim Stafell e
Brian May, tudo em um tom universitário. Nesse início, eles precisavam de um
baterista, e por meio de um anúncio que colocaram na universidade, acabaram
escolhendo Roger Taylor.

No ano seguinte, a Smile conseguiu assinar com a Mercury Records. Só que em 1970,
Tim Stafell abandona a Smile, assim Freddie Mercury é convidado a entrar na banda
por Brian e Rob. Com isso Freddie muda o nome da banda para Queen.

Freddie Mercury nasceu com o nome Farrokh Bulsara, em Zanzibar, na costa leste da
África. Aos 8 anos a família o enviou para a “St. Peter´s Church of England School”.
Por lá os professores começaram a chamá-lo de Freddie. Depois o artista voltou para
sua cidade natal com a família.

Com o fim do domínio colonial britânico, ele acaba se mudando para a Inglaterra, assim
até chegar ao Queen, que até aquele momento ainda era conhecido como “Smile”. A
formação ficou completa com a entrada do baixista John Deacon, em 1971, que entrou
na banda com apenas 19 anos, sendo o mais jovem integrante do grupo.
Primeiro disco

Após muitas tentativas e ensaios, em 1973 eles conseguem gravar e lançar o primeiro
disco da banda, chamado “Queen”. Diante disso é feito um acordo entre as gravadoras
Trident e Emi, os músicos iniciaram uma turnê, em que eles abriam os shows da banda
“Mott The Hoople”.

Só que a irreverência do Queen já se mostrava tão forte que eles roubavam a cena
nessas apresentações. Vale ressaltar que apesar de Freddie Mercury ter o maior
destaque, todos na banda tinham a sua importância e cada um demonstrava a sua
personalidade nas canções.

Brian, por exemplo, tinha seu próprio toque de guitarra diferenciado, misturando
técnicas complexas com irreverência. Já Roger Taylor, que além da bateria também
fazia backing vocal nas músicas, trazia seu agudo potente nas canções. Como
compositor, John Deacon foi responsável por assinar grandes sucessos da banda. Por
fim, Freddie surpreendia com toda sua desenvoltura e alcance vocal, sendo o toque
especial do Queen e tendo um diferencial de todas as bandas daquele momento.

Em 1974, eles lançaram “Queen II’”. O álbum conquistou a quinta posição entre os
discos mais ouvidos do Reino Unido. Com o êxito do trabalho conseguiram iniciar a
primeira turnê como atração principal. Só que a turnê acabou sendo cancelada, porque
Brian May contraiu hepatite.

No mesmo ano, a banda acabou lançando outro disco, dessa vez chamado “Sheer Heart
Attack”, que foi um sucesso mundial, depois resultando em uma turnê com muitas
apresentações, algumas até com dois shows no mesmo dia em lugares diferentes.

A banda conquistou, ainda, o sucesso mundial em 1975 com o icônico “Night at The
Opera”. Disco que mistura o rock com a música clássica. Deste trabalho surgiu o grande
sucesso “Bohemian Rhapsody”. Para vocês terem ideia do tamanho do sucesso, a
gravadora “EMI” fez um investimento milionário na turnê do grupo.

Já no ano de 1976 foi a vez de “A Day at the Races”, trabalho que resultou no hit
“Somebody to Love", faixa mais conhecida do disco. E o sucesso não parou por aí,
porque em 1977, o Queen lançou “News of the World” com os singles de destaque “We
Will Rock You” e “ We Are The Champions”. Canções que ainda são tocadas à
exaustão ao redor do mundo.

Presença de palco

A banda ficou marcada, ainda, pela interação que tinha com a plateia, feito até então
raro em outras bandas.Só que por outro lado, as turnês do Queen também ficaram
conhecidas pelas polêmicas, visto que a banda aceitava tocar em países de regime
ditatorial e racista. Ato que deixou a imagem do grupo como apoiadores desses
movimentos.

Entre os locais polêmicos está Buenos Aires, na Argentina, que na época o país estava
em regime ditatorial. A situação foi ainda pior na África do Sul. Naquele momento, o
local estava dominado pelo Apartheid e apresentações por lá não eram bem vistas para a
ONU. O próprio Brasil, durante a primeira passagem da banda, em 1981, ainda estava
sendo administrado pelo governo militar.

Mas o ritmo frenético de lançamentos e turnês mundiais continuaram a todo vapor. No


ano de 1978, foi lançado o álbum “Jazz”. E uma das grandes faixas do disco, sem
sombra de dúvidas, é "Don't Stop me Now”. Durante a turnê, foi gravado o primeiro
álbum ao vivo da banda, o “Live Killer”, trabalho que traz o registro dos grandes
sucessos do grupo. Já nos anos 1980, o Queen começou a lançar trabalhos com
sonoridade mais voltados ao pop, como o álbum “The Game”, com destaque para
“Crazy Little Thing Called Love'', com composição de Fred Mercury.

No mesmo ano, gravaram também a trilha sonora de “Flash Gordon” no mesmo ano.
Nessa época, Freddie Mercury começou a sentir mais a mudança dos fãs e até mesmo
a sofrer com a homofobia. Contudo, a fase pop do Queen continuou com muito êxito.
Em 1982 eles lançaram o álbum “Hot Space” que trouxe uma faixa chamada “Under
Pressure", parceria marcante da banda com David Bowie.

Dois anos depois, eles gravaram o disco “The Works’, trabalho que projetou ainda mais
a banda e trouxe hits radiofônicos, como “I Want to Break Free”. Em paralelo a isso, os
integrantes mesclaram pausas em apresentações para lançarem projetos solos, incluindo
Freddie, que apostou em canções próprias e até parcerias com cantores eruditos.

Perda do vocalista

Já em 1990, as coisas começam a desandar na saúde de Freddie Mercury, o que acaba


ficando mais visível com o passar do tempo. Nos últimos meses de vida, o cantor já
andava mais recluso e com dificuldades de locomoção. Só admitiu publicamente que era
soropositivo na véspera de sua morte. Na época, ele revelou que guardou o segredo para
proteger a sua privacidade e a de todos ao seu redor.

Para a tristeza dos fãs, amigos e familiares, Mercury veio a falecer no triste dia 24 de
novembro de 1991, aos 45 anos de idade. Na ocasião, o artista estava em em casa, na
zona oeste de Londres, na Inglaterra, ao lado da família. O velório e a cremação
aconteceram dois dias depois da confirmação do falecimento.

No ano de 1995 foi lançado um álbum póstumo, intitulado “Made in Heaven”, com
gravações inéditas de Freddie Mercury. Mesmo assim, o legado do conjunto continua
através de Roger Taylor e Brian May. Por algum tempo, Paul Rodgers foi vocalista
da banda, mas desde 2012 o cantor Adam Lambert acompanha os músicos em turnês.

Estima-se, ainda, que o Queen já tenha vendido mais de 200 milhões de cópias com sua
discografia ao redor do mundo. Já em 2018, foi lançado o filme que conta toda a
trajetória da banda “Bohemian Rhapsody”, título da provável canção mais ouvida do
grupo. O longa é protagonizado por Rami Malek, no papel de Freddie Mercury.

Contudo, apesar do sucesso de bilheteria e das vitórias no Oscar, o filme divide opiniões
e recebeu muitas críticas negativas, principalmente de informações que divergem da
história Queen. Mas fato é: O legado do Queen é inestimável e seus integrantes
marcaram a história da música!
Conheça as melhores músicas do Queen,
de acordo com críticos da Billboard
Don’t Stop Me Now

Para começarmos a nossa seleção, nada mais justo do que um clássico atemporal!
“Don’t Stop Me Now” é uma canção escrita pelo vocalista Freddie Mercury, em 1978,
para o sétimo álbum de estúdio da banda (“Jazz”).

A faixa conta com um ritmo acelerado e uma melodia cativante, mas acima disso uma
letra que representa a liberdade e a euforia do compositor que, assim como diz o refrão,
não deixaria nada o deter.

Assim, a faixa é uma carta de celebração à vida mas, sobretudo, ao sucesso imparável
que o grupo vivia durante os anos 70.

Another One Bites the Dust

“Another One Bites de Dust” foi lançada em 1980, como parte do disco “The Game” e
eternizada como um dos maiores sucessos do grupo. Uma prova disso? A canção foi,
inclusive, trilha sonora do filme “Rocky III”, de Sylvester Stallone.

A faixa do oitavo álbum de estúdio da banda é o single mais vendido da sua discografia,
com mais de 7 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo. Além disso, a
canção recebeu uma indicação ao Grammy em 1981 para a categoria “Melhor
Performance de Rock por Duo ou Grupo”.

We Are the Champions

“We Are The Champions” talvez seja uma das canções mais famosas, não só do Queen,
mas da história da humanidade! A faixa escrita por Freddie Mercury para o sexto álbum
da banda venceu o Grammy de Melhor Arranjo Vocal em 1978, alcançou o quarto
lugar no Billboard Hot 100 e consagrou-se como um hino universal para eventos
esportivos ao redor do mundo.

Carregando o lema “nós somos os campeões”, “We Are The Champions” envelheceu
como a música mais reconhecível do Queen, um dos maiores sucessos internacionais da
banda e um projeto condecorado pelo Hall da Fama do Grammy, em 2009.

Under Pressure

“Under Pressure” é considerada uma das melhores músicas da história do Rock! E nada mais
justo para uma colaboração entre o Queen e o lendário Camaleão do Rock. Com o single de
1981, as vozes de Freddie Mercury e David Bowie se entrelaçaram em sinergia com o baixo de
John Deacon para atingir o primeiro lugar das paradas britânicas e, posteriormente, ser
considerada a segunda melhor colaboração de todos os tempos pela Revista Rolling Stone.
Bohemian Rhapsody

E para finalizar a lista com chave de ouro, a Billboard elegeu “Bohemian Rhapsody”
como a melhor música do Queen! A canção, com uma estrutura extremamente
complexa, foi lançada como lead single do quarto álbum de estúdio do grupo, em 1975
e apresentou ao mundo uma experiência fonográfica jamais vista.

Com uma mistura entre o rock progressivo e elementos de ópera, o grupo compôs a
obra-prima da sua carreira que, inclusive, intitulou a cinebiografia do Queen, lançada
em 2018 nos cinemas.

Referências Bibliográfica

[Link]
[Link]

[Link]
com-criticos

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