Evolução Galáctica e Astrobiologia
Evolução Galáctica e Astrobiologia
e à Astrofísica
Material Teórico
Evolução Galáctica: Uma Síntese
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Pereira do Nascimento
Evolução Galáctica: Uma Síntese
OBJETIVO DE APRENDIZADO
· Apresentar de forma geral o conceito de astrobiologia e uma
cronologia histórica do debate sobre a origem da vida.
· Conhecer e compreender os processos desenvolvidos pelos
astrobiologos no que se refere a busca de vida fora da Terra.
· Entender como os estudos aqui na Terra podem auxiliar a astrobiologia.
· Mostrar o potencial que algumas regiões do Sistema Solar possuem
para abrigar alguma forma de vida.
· Apresentar alguns métodos utilizados pelos astrônomos para detecção
de planetas fora do Sistema Solar.
· Dar um panorama geral da astrobiologia no Brasil.
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja uma maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Aproveite as
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contato com seus de Material
colegas e tutores Complementar.
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horário fixo aprendizagem.
para estudar.
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
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trabalhos.
Não se esqueça
de se alimentar
Assim: e se manter
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte hidratado.
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como o seu “momento do estudo”.
No material de cada Unidade, há leituras indicadas. Entre elas: artigos científicos, livros, vídeos e
sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também
encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua
interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados.
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discussão,
pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato
com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e aprendizagem.
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A Via Láctea pertence ao aglomerado de Virgo, que tem 54 galáxias.
Laniakea: [Link]
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Você já pensou em: Como tudo isso se formou? Qual foi a gênese do Universo? Ele é finito ou
Explor
infinito? Há apenas este Universo ou existem outros os quais desconhecemos? Ele é eterno
ou terminará algum dia? Estas são perguntas que ainda procuramos uma resposta definitiva
para cada uma delas. Todavia, já avançamos o suficiente para que possamos admirar ainda
mais a natureza na qual estamos imersos.
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Explor
Assista ao vídeo do link a seguir para você ter uma ideia do que estamos tratando e de como
todas as perguntas acima fazem muito sentido.
“How the Universe is Way Bigger than You Think”: [Link]
Questões Iniciais
Como as galáxias são formadas?
Para a observação das primeiras e mais antigas galáxias formadas no Universo
é preciso utilizar ou construir imensos telescópios e, ao mesmo tempo, que sejam
sensíveis para capturar a radiação na faixa do infravermelho, já que as primeiras
galáxias formadas possuem velocidades muito altas, próximas à velocidade da luz.
A situação é, sem dúvida, relativística, pois o efeito Doppler deve ser bastante
intenso, com um grande desvio para o vermelho (de agora em diante, utilizaremos
o termo em inglês, já que é mais comum o uso da palavra redshift). Assim, devido
ao extremo redshift, o telescópio de observação deve ser sensível ao infravermelho.
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Há três tipos de galáxias: as espirais, as elípticas e as irregulares. Há ligações
entre os três tipos de galáxias?
Todas são aglomerados de estrelas. Um tipo é mais velho, outro é de mais nova
formação. Elas são estruturas. A compreensão dessas estruturas e os mecanismos
subjacentes à sua formação podem revelar fatos científicos ímpares e muito
interessantes.
Protogaláxias
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Figura 10 – protogaláxia mais antiga visualizada pelo Hubble (13,2 bilhões de anos)
Fonte: [Link]
Acredita-se que a rapidez com que as estrelas são formadas em uma protogaláxia
(rapidez conhecida como taxa de formação estelar) seja o fator determinante
da futura morfologia galáctica: se for alta, a galáxia será elíptica, caso contrário,
será espiral. Na nuvem primordial de gás há uma infinitude de nuvens menores
com densidades mais altas do que a da nuvem primordial. Os acúmulos pequenos
de gás com alta densidade em uma protogaláxia formarão as estrelas.
Momento Angular
Uma galáxia tem a forma oblata (ou seja, ela é achatada), discoide, e é envolta por
um halo fraco de matéria escura, muito maior que a galáxia e de formato esférico.
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Mas, o que é o momento angular de um corpo?
Assim como Newton estabeleceu o que hoje é conhecida como a 2ª Lei (ou
Princípio) da Dinâmica ou 2ª Lei de Newton, qual seja, que a taxa de variação do
momento linear p de um corpo em relação ao tempo t é a força externa resultante
Fres, o momento angular L é ligado ao torque externo Text, de forma que a taxa de
variação do momento angular L em relação ao tempo t é igual ao torque externo
Text. Aqui, os símbolos em negrito representam vetores tridimensionais.
Quer saber mais sobre protogaláxias e a inluência do momento angular em sua formação?
Explor
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Galáxias Elípticas
As galáxias elípticas são sistemas estelares de formato arredondado, tênues,
suaves e com pouco gás ou poeira. Cerca de um terço das galáxias são elípticas
na sua forma. Até a década de 70, acreditava-se que elas seriam sistemas oblatos,
achatados pela rotação, pouco ligados e com distribuição de velocidades muito
próxima ao que podemos chamar de distribuição isotrópica. .
Atualmente, sabe-se que as galáxias elípticas são sistemas mais complexos do
que essa morfologia branda e simétrica sugeria. Baseando-se na cinemática e em
dados fotométricos, pode-se classificar as galáxias elípticas em três classes, a saber:
1. A extremidade brilhante ( MB ≤ −20, 5 ) é dominada por sistemas com
pouca rotação.
2. Elípticas de luminosidade intermediária ( −20, 5 ≤ MB ≤ −18 ), por outro
lado, parecem ser suportadas por rotação.
3. Na extremidade fraca ( MB ≥ −18 ), a maioria das elípticas anãs (dEs)
e esferoides anãs (dSphs) revelam não ter rotação ou com muito pouca
rotação. A Galáxia de Andrómeda (M31) tem duas companheiras que são
galáxias elípticas anãs.
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pelo que deverão ser as estruturas galácticas mais antigas cuja formação estelar já
está praticamente concluída. As estrelas normalmente são de populações do tipo II,
isto é, de estrelas velhas com baixa metalicidade. Aí está o motivo de quase não se
encontrar galáxias elípticas de cor azulada com laivos de vermelho, características
das regiões com estrelas jovens. As galáxias são quase sempre amareladas.
Um ótimo livro sobre evolução de galáxias é o livro Galaxy Evolution in Groups and Clusters de
Explor
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Galáxias Espirais
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Ao descrever sua estrutura, deparamo-nos com braços espirais ligados a um
disco achatado e em rotação, mais denso do que os braços, contendo gás, poeira
e, principalmente, estrelas. Essa concentração de estrelas no centro pode ser mais
arredondada ou pode ser barrada, como é caso de nossa galáxia, a Via Láctea. Essa
parte central é chamada de bojo ou núcleo galáctico.
Estes são muitas vezes cercados por um halo de estrelas muito mais fraco, muitos
dos quais residem em aglomerados globulares.
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Figura 18 – Andrômeda
Fonte: [Link]
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Figura 19 – Grupo Local
Fonte: Wikimedia Commons
Explor
Figura 20 – Plêiades
Fonte: Wikimedia Commons
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As Nuvens de Magalhães
As Nuvens de Magalhães são duas galáxias anãs irregulares visíveis no Hemisfério
Celestial Sul. Elas são membros do Grupo Local, o aglomerado de galáxias a que
pertencem a Via Láctea (nossa galáxia) e Andrômeda (nossa galáxia vizinha). As
Nuvens de Magalhães estão orbitando a nossa galáxia e, portanto, são galáxias
satélites da Via Láctea.
Já que ambas mostram sinais de uma estrutura barrada, eles são muitas vezes
reclassificados como galáxias espirais de Magalhães.
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Figura 23 – LMC – Vista detalhada
Fonte: [Link]
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Se uma galáxia está tão longe de nós que não seja possível distinguir estrelas
individuais, os astronômos podem utilizar supernovas da mesma maneira, porque
a luz de saída da supernova em seu pico de brilho é um fato conhecido. Assim,
caso uma galáxia esteja muito distante, uma supernova pode ser usada para medir a
distância das galáxias que estejam em um raio de 10 bilhões de anos-luz de distância.
As estrelas variáveis cefêidas são, conforme definido pelo livro The Facts on File
Dictionary of Astronomy, supergigantes amarelas muito luminosas que pulsam
com períodos que variam de 1 a 50 dias. As variações de luminosidade dessas
estrelas são contínuas e extremamente regulares, permitindo que os períodos das
estrelas sejam medidos com precisão.
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Usando estrelas como se fossem um padrão de brilho, a astrónoma Henrietta
Leavitt descobriu que havia uma relação entre o período de pulsação em uma
estrela cefêida e seu brilho. As estrelas mais brilhantes apresentaram períodos mais
longos. Essa relação período-luminosidade poderia ser usada para medir distâncias
para as galáxias próximas. O tempo que leva para uma estrela brilhar e desaparecer
pode ser calculado para encontrar o brilho intrínseco da estrela. Compare isso com
o brilho medido da estrela para encontrar a distância.
O nome variável cefêida vem da estrela protótipo para a qual isso foi descoberto,
a estrela Delta Cephei. Essa estrela está na constelação de Cepheus, o Rei e varia
entre a magnitude 3,5 e 4,3 ao longo de cinco dias e meio.
Uma equipe de astrônomos tem trabalhado para eliminar tais erros de cálculo e
descobriu que a NGC 247 está acima de um milhão de anos-luz mais próxima da
Via Láctea do que se acreditava anteriormente. NGC 247 agora parece estar um
pouco mais de 11 milhões de anos-luz distantes. A NGC 247 faz parte do chamado
Grupo Escultor de galáxias, um dos grupos de galáxias mais próximos do nosso
Grupo Local. O Grupo Local é composto por mais de 54 galáxias, incluindo as
Nuvens de Magalhães e a Galáxia Andrômeda.
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Para saber mais sobre as variáveis cefêidas e sua utilização para medidas de distâncias,
Explor
consulte Valerie Illingworth, John O.E. Clark (editors), The Facts on File dictionary of
astronomy 4th ed. Published by Facts on File in New York, 2000.
É fácil medir a distância de objetos que estão em locais em que nunca iremos? Para saber
Explor
Radiogaláxias
Figura 26 – radiogaláxias
Fonte: Wikimedia Commons
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Figura 27 – radiogaláxia com cores falsas
Fonte: Wikimedia Commons
Figura 28 – Centaurus A
Fonte: Wikimedia Commons
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Figura 29 – 3C323
Fonte: [Link]
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Um processo similar para a radiação sincrotron é o processo Compton inverso,
no qual os elétrons relativisticos interagem com fótons do banho térmico e o
espalhamento Thomson envia-os para altas energias. A emissão de Compton
inversa de fontes intensas de rádio parece ser particularmente importante nos
raios X e, porque ela depende apenas da densidade de elétrons, a detecção de
espalhamento Compton inverso permite fazer uma estimativa de alguma maneira
dependente do modelo para as densidades de energia nas partículas e campos
magnéticos. Isso tem sido usado para argumentar que muitas fontes potentes estão
realmente bastante próximas da condição de energia mínima.
A radiação sincrotrónica não se limita aos comprimentos de onda de rádio: se a
fonte de rádio pode acelerar as partículas para energias suficientemente elevadas,
as características que são detetadas nos comprimentos de ondas de rádio também
podem ser vistos no infravermelho, óptico, ultravioleta ou mesmo no raio X. No
último caso, os elétrons responsáveis devem ter energias em excesso de 1 TeV em
intensidades de campo magnético típicas. Novamente, a polarização e o espectro
contínuo são usados para distinguir a radiação síncrotron de outros processos de
emissão. Jatos e hotspots (manchas quentes) são as fontes usuais de emissão de
radiação síncrotron de alta frequência. É difícil distinguir observacionalmente entre
a radiação síncroton e a radiação Compton inversa, tornando-os um assunto de
pesquisa em andamento.
Processos, coletivamente conhecidos como aceleração de partículas, produzem
populações de partículas relativísticas e não térmicas que dão origem a radiação
síncrotron e e à radiação Compton inversa. A aceleração de Fermi é um processo
plausível de aceleração de partículas em galáxias ativas de emissão de rádio intensa.
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Mais detalhadamente, a divisão FRI / FRII depende das imediações da galáxia
hospedeira, no sentido de que a transição FRI / FRII aparece em maior luminosidade
em galáxias mais maciças. Os jatos FRI são conhecidos por desacelerar nas regiões
em que suas emissões de rádio são mais brilhantes e, portanto, parece que a
transição FRI / FRII reflete-se em um jato / feixe e pode se propagar através
da galáxia hospedeira sem se desacelerar para velocidades sub-relativísticas por
interação com o meio intergaláctico.
A partir da análise dos efeitos de radiação relativística, sabe-se que os jatos das
fontes do FRII permanecem relativisticos (com velocidades de pelo menos 0,5c) até
às extremidades dos lobos. Os pontos críticos que são geralmente vistos nas fontes
FRII são interpretados como sendo as manifestações visíveis de choques formados
quando o jato rápido e, portanto, supersônico (a velocidade do som não pode
exceder ) termina abruptamente no final da fonte, e suas distribuições espectrais
de energia são consistentes com essa visão. Muitas vezes, são observados pontos
de acesso múltiplos, refletindo a saída contínua após o choque ou o movimento
do ponto de terminação do jato: a região hotspot global às vezes é chamada de
hotspot complexa.
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Os nomes são fornecidos a vários tipos particulares de fontes de rádio com base
em sua estrutura de rádio:
• Duplo clássico refere-se a uma fonte FRII com pontos bem claros.
• A cauda de ângulo largo normalmente refere-se a uma fonte intermediária
entre a estrutura padrão FRI e FRII, com jatos eficientes e, às vezes, com hots-
pots, mas com plumas em vez de lóbulos, encontrados no ou perto dos centros
de aglomerados de galáxias.
• A cauda de ângulo estreito ou fonte de cabeça-cauda descreve um FRI que parece
ser dobrado pela pressão de aríete quando ele se move através de um aglomerado.
• Os duplos inchados ou duplos gordos são fontes com lóbulos difusos, mas sem
jatos nem hotspots. Algumas dessas fontes podem ser relíquias cujo suprimento
de energia foi desligado permanentemente ou temporariamente.
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Brazil Astronomy é um site muito interessante acerca do tema radioastronomia.
Explor
Acesse: [Link]
Quasares
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de quasares do Chandra mostraram que elas podem. Vários candidatos fortes para
o Tipo 2, ou quasares obscuros foram descobertos. Esses objetos são discretos nos
comprimentos de onda ópticos, de modo que as observações de raios X levaram
à conclusão de que a população de buracos negros gigantes no universo é muito
maior do que as observações com telescópios ópticos indicam.
Chandra Imagem de Pictor A Jet Ilustração de Black Hole com Accretion Disk
e Torus (CXC / [Link])
Figura 39 – Blazares
Fonte: [Link]
Blazares são objetos astronômicos estremamente singulares, pois têm altíssima produção
Explor
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Sites
Galex
Um site interessante é o do satélite GALEX em que um satélite para observações em
ultravioleta apresenta suas fotos e notícias.
[Link]
Livros
Galaxy Formation and Evolution
Um livro muito bom sobre evolução galáctica.
Vídeos
The Galaxy Evolution Explorer
Um vídeo interessante acerca do assunto.
[Link]
How the Universe Evolved
Assista ao vídeo da Evolução do Universo.
[Link]
Leitura
Cosmological Evolution of Galaxies
No link você escontra o texto Cosmological Evolution of Galaxies de Isaac Shlosman
da University of Kentcky.
[Link]
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Referências
CONSELICE, C. J. et al. The Evolution of Galaxy Number Density at z < 8 and its
Implications. The Astrophysical Journal. v. 830, n. 2, out. 2016. Disponível em:
<[Link] Acesso
em: 13 mai. 2017.
Valerie Illingworth, John O.E. Clark (editors), The Facts on File dictionary of
astronomy 4th ed. Published by Facts on File in New York, 2000.
Sites Visitados
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
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