PSICOLOGIA ESCOLAR
E EDUCACIONAL
UNIDADE I
História da
Escolarização e Políticas
Públicas em Psicologia
e Educação
Carolina Cunha Seidel
Psicologia Escolar
e Educacional
Apresentação
Nesta disciplina, exploraremos a interseção entre a Psicologia e a educação, abordando
o papel do psicólogo em contextos institucionais, clínicos e comunitários. Por meio
de uma análise crítica das políticas públicas e das dinâmicas institucionais, o curso
busca ampliar a compreensão dos processos psicológicos e educativos, promovendo
intervenções que atendam às demandas e queixas escolares. Além disso, a disciplina
se debruça sobre os mitos e preconceitos associados ao fracasso escolar, oferecendo
estratégias de mediação e intervenção que consideram as diversas manifestações
cognitivas, afetivas e comportamentais dos indivíduos e grupos envolvidos.
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História da Escolarização
e Políticas Públicas em
Psicologia e Educação
Introdução
Desejamos boas-vindas! Nesta unidade, estudaremos sobre a trajetória histórica da
escolarização no Brasil, desde suas origens coloniais até os desafios contemporâneos,
destacando a evolução do sistema educacional e os principais obstáculos enfrentados
ao longo do tempo. Analisaremos as políticas públicas que influenciam a educação,
com ênfase na Lei n. 13.935/2019, que regulamenta a inserção de psicólogos e
assistentes sociais nas escolas. O objetivo é compreender as interconexões entre
história da educação e políticas públicas, analisando criticamente seu impacto na
prática educacional. Desejamos bons estudos.
Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Conhecer e analisar o desenvolvimento histórico da escolarização no Brasil.
• Compreender o papel das políticas públicas na interface entre Psicologia
e educação.
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Perspectiva Histórica da Escolarização no Brasil
Veremos neste momento uma breve análise da perspectiva histórica da escolarização
no Brasil, que evidencia os diversos desafios e transformações pelas quais o sistema
educacional passou, preparando o terreno para uma compreensão das questões
contemporâneas que serão exploradas nos próximos tópicos.
Origens da Escolarização no Brasil
As origens da escolarização no Brasil remontam ao período colonial, quando a
educação formal estava quase exclusivamente nas mãos da Igreja Católica, em
especial dos jesuítas. Chegando ao Brasil em 1549, os jesuítas implementaram as
primeiras escolas com o objetivo de catequizar e educar os indígenas e filhos dos
colonos. Essas instituições eram voltadas tanto para a propagação da fé católica
quanto para a disseminação de conhecimentos básicos, sempre alinhados aos
interesses da Coroa Portuguesa.
História da educação brasileira
Fonte: Freepik (2024).
#pratodosverem: na imagem, temos pilhas de livros antigos,
com uma maçã e instrumentos de geometria de madeira.
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Durante esse período, a educação estava restrita a poucos grupos, e seu principal foco
era a formação religiosa. As aulas incluíam conteúdos de leitura, escrita e aritmética,
mas tinham como prioridade a moral cristã e a preparação dos indivíduos para o
papel que desempenhariam na sociedade colonial. Os jesuítas fundaram colégios
e seminários em várias partes do país, estabelecendo um modelo educacional que
persistiu até 1759, quando foram expulsos do Brasil por ordem do Marquês de Pombal.
Atenção
Com a saída dos jesuítas, o sistema educacional sofreu uma
grande lacuna, já que não havia uma estrutura secular consolidada
para substituir o modelo jesuítico. Esse vazio resultou em uma
desaceleração na expansão da educação formal, especialmente
nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos.
O controle da educação passou gradualmente para o Estado, que buscava reformular
e centralizar o sistema educacional, marcando o início de uma nova fase na
escolarização brasileira, mais laica, porém ainda excludente e elitista.
Evolução do Sistema Educacional Brasileiro
Após a expulsão dos jesuítas em 1759, o Brasil entrou em um período de transição,
com o Estado assumindo o papel de reorganizar o sistema educacional. No entanto,
foi somente com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, em 1808, que
se observou uma maior preocupação com a criação de instituições educacionais
voltadas para a formação das elites administrativas e intelectuais. Durante o período
imperial, surgiram as primeiras escolas secundárias e instituições de Ensino Superior,
como as faculdades de Direito de Olinda e São Paulo, fundadas em 1827.
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Reflita
As tentativas de universalizar o ensino foram esparsas e limitadas,
com a maioria da população, composta de negros escravizados,
indígenas e camponeses, excluída das oportunidades educacionais.
As primeiras legislações educacionais do período imperial, como a Lei Geral de
1827, careciam de implementação efetiva, e o sistema educacional permaneceu
fragmentado e ineficiente.
Com a Proclamação da República em 1889, o cenário educacional começou a mudar
gradualmente. Reformas como a de Benjamin Constant buscaram modernizar o
ensino, influenciadas pelos ideais positivistas. Foi nessa época que o ensino público
começou a se expandir de forma mais organizada, embora ainda muito restrito às
elites urbanas. No início do século XX, figuras como Anísio Teixeira e Fernando de
Azevedo defenderam uma educação mais democrática, laica e gratuita, resultando
em avanços na institucionalização do sistema público de ensino.
Educação democrática
Laica
Gratuita
Educação
democrática
Fonte: elaborada pela autora (2024).
#pratodosverem: na imagem, temos três engrenagens coloridas,
com os termos educação democrática, gratuita e laica.
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O grande marco na evolução da educação brasileira veio com a Constituição de 1934,
que pela primeira vez estabeleceu a educação como um direito de todos. No entanto,
foi a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1961 que
o Brasil começou a estruturar de maneira mais abrangente o sistema educacional,
com um foco maior na universalização do ensino primário e secundário. A LDB de
1996 consolidou muitos desses avanços, garantindo a educação básica gratuita e
obrigatória (Libâneo, 2012).
Acesso à educação
Fonte: Freepik (2024).
#pratodosverem: na imagem, temos uma pilha de livros com dois
bonecos representando estudantes, utilizando-os como escadas.
Apesar desses progressos, o sistema educacional brasileiro continua enfrentando
grandes desafios, como a desigualdade de acesso e qualidade entre regiões e classes
sociais, a baixa valorização do magistério e a dificuldade de implementação de
políticas públicas que garantam uma educação inclusiva e de qualidade para todos.
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Quadro resumo das mudanças na educação brasileira
Período Principais fatos históricos
• Lei Geral de 1827: primeira legislação educacional, mas sem
1827 - Período Imperial implementação efetiva.
• Sistema educacional fragmentado e ineficiente.
1889 - Proclamação • Reformas de Benjamin Constant: modernização do ensino
com influências positivistas.
da República • Expansão do ensino público, ainda restrito às elites urbanas.
• Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo: defesa de uma
Início do século XX educação democrática, laica e gratuita.
• Avanços na institucionalização do ensino público.
1934 - Constituição • Estabelecimento da educação como direito de todos pela
de 1934 primeira vez.
1961 - Lei de Diretrizes • Estruturação do sistema educacional com foco na
e Bases (LDB) universalização do ensino primário e secundário.
1996 - Nova LDB • Consolidação da educação básica gratuita e obrigatória.
• Desigualdade de acesso e qualidade.
• Baixa valorização do magistério.
Desafios atuais
• Dificuldades na implementação de políticas para uma
educação inclusiva e de qualidade.
Fonte: elaborado pela autora (2024).
Principais Desafios Históricos
A trajetória da escolarização no Brasil foi marcada por uma série de desafios
históricos que moldaram o sistema educacional e ainda reverberam no contexto
contemporâneo. Desde os tempos coloniais, o primeiro grande obstáculo foi a
exclusão da maioria da população dos processos formais de educação.
Outro desafio significativo foi a descentralização e fragmentação do sistema
educacional. Ao longo do século XIX, a ausência de um sistema nacional coerente
associada à falta de investimento e à ineficiência administrativa resultou em um
acesso desigual à educação, com grandes disparidades entre as regiões mais ricas
e as mais pobres do país. A urbanização crescente e a industrialização no século XX
exigiram uma expansão do sistema educacional, mas a infraestrutura e os recursos
não acompanharam adequadamente esse crescimento (Libâneo, 2012).
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A exclusão de grupos sociais marginalizados, como os trabalhadores rurais, a
população negra e as mulheres, também representou um grande desafio para a
universalização do ensino. Mesmo com as reformas e a promulgação de legislações
como a Constituição de 1988 e a LDB de 1996, que visaram democratizar o acesso
à educação, a desigualdade de oportunidades educacionais persistiu, evidenciada
pelas elevadas taxas de evasão escolar, analfabetismo funcional e disparidades
regionais (Libâneo, 2012).
Outro fator histórico relevante foi a baixa valorização dos profissionais da educação.
A falta de investimento em formação continuada, os salários inadequados e as
condições precárias de trabalho têm sido obstáculos recorrentes para a melhoria da
qualidade do ensino no Brasil. Isso impacta a capacidade do sistema educacional
de formar cidadãos críticos e preparados para os desafios do mercado de trabalho e
da sociedade.
Por fim, a implementação das políticas públicas educacionais continua a ser um
desafio histórico. Embora o Brasil tenha avançado na criação de legislações que
buscam garantir o direito à educação, sua aplicação prática muitas vezes esbarra
em dificuldades políticas, financeiras e institucionais, impedindo que os benefícios
dessas políticas cheguem de forma equitativa a toda a população.
Políticas Públicas em Psicologia e Educação
A interface entre as políticas públicas, a educação e a Psicologia no Brasil refletem
uma busca constante por garantir ambientes escolares mais inclusivos, saudáveis
e equitativos. Neste tópico, discutiremos como essas políticas se materializam nas
escolas brasileiras e o papel do psicólogo dentro desse contexto.
Lei n. 13.935/2019: Psicologia e Serviço Social nas Escolas
A Lei n. 13.935/2019 representa um avanço significativo na integração das áreas
de Psicologia e Serviço Social no contexto educacional brasileiro. Sancionada em
dezembro de 2019, essa legislação estabelece que as redes públicas de educação
básica devem contar com profissionais de Psicologia e Serviço Social em suas
equipes multidisciplinares. O objetivo principal é oferecer suporte às demandas
emocionais, psicológicas e sociais dos alunos, promovendo uma abordagem mais
ampla e integrada para o desenvolvimento educacional.
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Art. 1º As redes públicas de educação básica contarão com serviços
de psicologia e de serviço social para atender às necessidades
e prioridades definidas pelas políticas de educação, por meio de
equipes multiprofissionais.
§ 1º As equipes multiprofissionais deverão desenvolver ações para a
melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem, com a
participação da comunidade escolar, atuando na mediação das relações
sociais e institucionais.
§ 2º O trabalho da equipe multiprofissional deverá considerar o projeto
político-pedagógico das redes públicas de educação básica e dos seus
estabelecimentos de ensino (Brasil, 2019).
Atenção
Se notar a ausência de equipes multiprofissionais nas escolas
públicas, utilize canais de denúncia como as ouvidorias do Ministério
da Educação ou dos governos estaduais para relatar o problema.
A presença de psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas visa atuar na
prevenção de problemas que afetam o desempenho escolar, como a violência, o
bullying, as questões de saúde mental, o envolvimento familiar e as dificuldades de
aprendizagem. Esses profissionais são fundamentais para identificar e intervir em
situações que vão além do processo pedagógico, mas que influenciam diretamente o
bem-estar e a capacidade dos estudantes de permanecerem na escola e aprenderem
da melhor maneira (Melo, 2023).
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Bullying e isolamento
Fonte: Freepik (2024).
#pratodosverem: na imagem, temos um grupo de jovens
sentado em uma escada conversando, mas um deles
está afastado, isolado, com semblante triste.
A implementação da lei, no entanto, enfrenta desafios, especialmente no que diz
respeito à contratação e capacitação desses profissionais, à falta de infraestrutura
adequada e ao financiamento necessário para garantir que todas as escolas sejam
contempladas. Ainda assim, segundo Melo (2023), a Lei n. 13.935/2019 representa
um reconhecimento formal da importância do apoio psicossocial na educação e
abre caminho para uma prática educativa que leve em consideração não apenas o
conteúdo acadêmico, mas também o desenvolvimento integral dos alunos.
Essa lei reforça a necessidade de uma atuação colaborativa entre os diferentes
profissionais da educação, visando não só à aprendizagem acadêmica, mas também
ao fortalecimento das relações humanas, à promoção da saúde mental e à construção
de um ambiente escolar mais inclusivo e seguro para todos.
Impacto das Políticas Públicas na Prática do Psicólogo
As políticas públicas educacionais, como a Lei n. 13.935/2019, têm um impacto direto
na prática dos psicólogos escolares, modificando seu papel dentro do ambiente
educacional. Com a regulamentação da presença desses profissionais nas escolas,
seu campo de atuação se expande para além do atendimento clínico individualizado,
passando a abranger intervenções coletivas e ações preventivas que visam ao bem-
estar de toda a comunidade escolar.
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Atenção
Os psicólogos promovem a saúde mental, identificam transtornos
que afetam o desempenho escolar e desenvolvem estratégias de
intervenção para criar um ambiente favorável ao aprendizado.
Outro impacto importante das políticas públicas é a ampliação do foco da atuação
do psicólogo para questões sociais, como a inclusão de alunos com deficiência, a
diversidade cultural e o enfrentamento de discriminações de gênero, raça ou classe.
Políticas como a LDB de 1996 e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei n. 13.146/2015)
influenciam diretamente a prática do psicólogo, que passa a atuar de forma mais
ativa na construção de ambientes escolares inclusivos e equitativos.
Psicologia escolar e a criação de ambientes inclusivos e solidários
Fonte: Freepik (2024).
#pratodosverem: na imagem, temos uma psicóloga contendo
em uma mão um cartaz com letras e desenhos e explicando
com a outra mão, ela está atendendo duas crianças.
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No entanto, o impacto dessas políticas depende fortemente de sua efetiva
implementação. Muitos psicólogos ainda enfrentam desafios relacionados à falta
de recursos, altas demandas e a ausência de uma articulação mais profunda entre
as áreas da Psicologia e a gestão escolar. Apesar disso, as políticas públicas que
promovem a inserção desses profissionais nas escolas abrem novas possibilidades
para uma prática mais integrada e preventiva, beneficiando toda a comunidade escolar.
Análise Crítica das Políticas Públicas Educacionais
As políticas públicas educacionais no Brasil, embora essenciais para garantir o
direito à educação e promover o desenvolvimento social, enfrentam desafios em
relação à sua implementação e eficácia. Um dos principais pontos de tensão é a
disparidade entre o que é estabelecido na legislação e a realidade enfrentada nas
escolas públicas, especialmente em áreas mais vulneráveis. Apesar de legislações
como a Lei n. 13.935/2019 e a LDB representarem avanços significativos, a falta de
recursos e infraestrutura adequada dificulta sua plena execução.
A análise dessas políticas revela que, muitas vezes, as propostas são formuladas
de maneira centralizada e pouco adaptada às diversas realidades regionais e locais
do Brasil. Em regiões periféricas e rurais, por exemplo, o acesso a profissionais de
Psicologia e Serviço Social nas escolas é bastante limitado, refletindo um problema
mais amplo de desigualdade no acesso a serviços educacionais e de saúde mental.
Além disso, é preciso pensar no processo de formação e suporte oferecido aos
profissionais que atuam nas escolas. Para Libâneo (2012, p. 227):
A formação continuada é condição para a aprendizagem permanente
e para o desenvolvimento pessoal, cultural dos profissionais, dos
professores e especialistas[...]. É o prolongamento da formação inicial
visando ao aperfeiçoamento profissional teórico e prático no próprio
contexto de trabalho e ao desenvolvimento de uma cultura geral mais
ampla, para além do exercício profissional.
A inserção de psicólogos e assistentes sociais, embora prevista em lei, exige
investimentos em capacitação continuada e em políticas de valorização desses
profissionais, o que nem sempre é garantido. Sem um suporte consistente, esses
profissionais podem se ver sobrecarregados e limitados em sua capacidade de
promover mudanças significativas no ambiente escolar.
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Essas políticas têm impacto limitado em questões estruturais como desigualdade
social, violência escolar e preconceito, que exigem uma reformulação mais ampla
do sistema educacional, que precisam de um planejamento estratégico e de longo
prazo, com uma abordagem intersetorial que inclua saúde, assistência social, cultura
e justiça.
Saiba mais
Para saber mais sobre este tema, acesse o link disponível aqui.
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Conclusão
Nesta unidade, você estudou sobre a história da escolarização no Brasil, desde suas
origens coloniais até os desafios contemporâneos, e o impacto das políticas públicas
na educação e na atuação dos profissionais de Psicologia nas escolas. Exploramos
como o sistema educacional evoluiu em meio a desigualdades e exclusões, assim
como a importância de legislações recentes, como a Lei n. 13.935/2019, que visa
fortalecer o apoio psicossocial no ambiente escolar. Também analisamos criticamente
os desafios na implementação dessas políticas, refletindo sobre as condições
necessárias para que elas possam gerar mudanças significativas e duradouras no
contexto educacional brasileiro.
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Referências
BRASIL. Lei n. 13.935, de 11 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a prestação de
serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica.
Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 dez. 2019. Disponível em: [Link]
[Link]/ccivil_03/%5C_ato2019-2022/2019/Lei/[Link]. Acesso em:
6 set. 2024.
LIBÂNEO, J. C. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo:
Cortez, 2012.
MELO, R. B. S. A atuação do Serviço Social frente à Lei n. 13.935/2019: sua
composição legislativa e o atual contexto. Cadernos GEPE – Periódico acadêmico
do grupo de estudos e pesquisas sobre ética, Recife, v. 1, n. 3, 2023.