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Fundamentos da Psicologia Comunitária

A disciplina de Fundamentos da Psicologia Social Comunitária explora a evolução e os princípios da psicologia comunitária no Brasil e na América Latina, enfatizando sua aplicação em projetos sociais e políticas públicas. O documento discute a importância da participação ativa da comunidade e a transformação social, destacando intervenções que promovem a inclusão e o fortalecimento de vínculos comunitários. Além disso, aborda as abordagens teóricas e práticas que fundamentam a atuação do psicólogo comunitário, visando a redução da desigualdade e a melhoria da qualidade de vida.

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Mariana Oliveira
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Fundamentos da Psicologia Comunitária

A disciplina de Fundamentos da Psicologia Social Comunitária explora a evolução e os princípios da psicologia comunitária no Brasil e na América Latina, enfatizando sua aplicação em projetos sociais e políticas públicas. O documento discute a importância da participação ativa da comunidade e a transformação social, destacando intervenções que promovem a inclusão e o fortalecimento de vínculos comunitários. Além disso, aborda as abordagens teóricas e práticas que fundamentam a atuação do psicólogo comunitário, visando a redução da desigualdade e a melhoria da qualidade de vida.

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PSICOLOGIA

COMUNITÁRIA
UNIDADE I
Fundamentos
da Psicologia
Social Comunitária
Raquel Atique Ferraz
Amaxwell Davi Barros de Souza
Psicologia Comunitária

Apresentação
Na disciplina Fundamentos da Psicologia Social Comunitária, vamos conhecer o
contexto histórico e crítico da psicologia social para compreender sua aplicação
na psicologia comunitária no Brasil e na América Latina. Por meio da literatura
recente, entenderemos a avaliação de projetos sociais e sua interseção com políticas
públicas de assistência social a fim de proporcionar uma compreensão profunda dos
fenômenos humanos e sua gestão em grupos, considerando as diferenças individuais
e socioculturais. Além disso, vamos desenvolver habilidades de observação, trabalho
em equipe e pesquisa dentro da tradição da psicologia comunitária.

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Fundamentos da Psicologia
Social Comunitária

Introdução
Nesta unidade, vamos estudar o panorama geral sobre a evolução e os princípios que
moldaram a prática da psicologia social comunitária, abordando diversos aspectos
históricos e abordagens teóricas. É importante que haja a compreensão dessas
questões, a fim de se desenvolver uma maior compreensão do contexto atual com
base em uma reflexão crítica e integrativa sobre a trajetória histórica com modelos
sociais e culturais atuais.

Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:

• Compreender os diferentes aspectos e princípios de evolução da psicologia


comunitária no Brasil.
• Identificar as principais abordagens teóricas utilizadas até os dias atuais.

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Introdução à Psicologia Social Comunitária
A psicologia social comunitária, atualmente conhecida como psicologia comunitária,
é um campo em desenvolvimento no Brasil que teve suas origens acadêmicas na
década de 1970. Na década de 1980, essa área começou a ganhar força com a
publicação de pesquisas e trabalhos realizados no âmbito comunitário, contribuindo
para uma compreensão mais ampla das propostas relacionadas aos estudos, às
pesquisas e às práticas do psicólogo comunitário.

Trata-se de um campo inovador que ainda está explorando seu potencial, buscando
se solidificar cada vez mais e expandir as oportunidades de intervenções no contexto
social. Suas primeiras ações e discussões ocorreram devido à busca por uma
deselitização da Psicologia e à preocupação com a relevância social de seus saberes
e práticas.

Para Wiesenfeld (2012 apud Santos, 2017), a psicologia social comunitária surge
com base em várias e complexas peculiaridades e problemas da realidade social,
passando a ter como orientação o compromisso de contribuir para a redução da
pobreza, da desigualdade e da exclusão social.

Dessa forma, a autora traz que a abordagem de trabalho busca entender e influenciar,
a partir das comunidades (e agindo nelas), as áreas, as situações, as condições e os
processos psicossociais ligados à qualidade de vida da população. Acentua-se em
grupos em situação de desigualdade e insegurança, com o objetivo de desenvolver
e adquirir competências e capacidades que lhes permitam gerir por conta própria
recursos para assegurar condições de vida dignas (Santos, 2017).

Assim, é possível colocar que psicologia social comunitária é uma área dentro da
psicologia social que trabalha com as comunidades com base em várias concepções,
em que o objetivo é o estudo de fatores psicossociais que permitem o desenvolvimento
da estrutura social.

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Psicologia comunitária em grupos colaborativos

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: pessoas de diferentes etnias colaborando
em um projeto de plantação de alimentos.

História e Transformação

Toda e qualquer área ou abordagem da Psicologia foi e é uma resposta às contradições


da realidade concreta, que conclama pelo movimento da própria história. Com a
psicologia comunitária não foi diferente. Conforme Montero (2004), essa abordagem
emergiu nas décadas de 1960 e 1970, em um contexto de efervescência dos
movimentos sociais e crises político-econômicas na América Latina.

Naquele momento, havia uma necessidade urgente de repensar o papel das ciências,
especialmente da Psicologia, frente às desigualdades sociais e às precárias condições
de vida das populações oprimidas. Assim, a psicologia comunitária nasceu em
oposição à psicologia social tradicional, de enfoque individualista e fragmentado, que
se mostrava limitada para compreender e intervir de maneira efetiva nas realidades
marcadas por problemas socioculturais críticos (Montero, 2004).

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Profissionais preparando intervenções com base na pesquisa-ação

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: estudantes em reunião ao redor de uma mesa com livros
e cadernos estudando e discutindo os materiais. Da esquerda para a direita,
temos uma mulher branca de cabelos longos e castanhos escrevendo em
uma folha de papel, ao seu lado, há um homem branco de cabelos pretos
apontando para o papel na mesa, e ao seu lado há uma mulher de pele branca
mais clara e cabelos castanhos curtos olhando para o papel na mesa; ao lado
direito, há um homem negro de cabelos curtos, bem rentes à cabeça, olhando
para o papel com rosto sorridente; ao seu lado, há uma mulher negra com
os cabelos castanhos presos em um coque também olhando para o papel.

Montero (2004) destaca que essa nova abordagem tinha como foco a transformação
social, isto é, a construção de realidades outras por sujeitos ativos para responder às
necessidades das comunidades. No entanto, inicialmente, ela era mais identificada como
uma prática do que como uma disciplina formalmente consolidada dentro da Psicologia.

Com o passar do tempo, a psicologia comunitária passou por transformações, integrando


teorias e metodologias de outras disciplinas, como a Sociologia e a Antropologia, e
destacando a participação ativa das comunidades, além de redefinir o papel do psicólogo
como facilitador no processo de desenvolvimento comunitário (Montero, 2004).

Saiba mais
Para conhecer mais sobre as áreas e os pesquisadores da
psicologia social, em que a psicologia comunitária está inserida,
esse vídeo mostra um bom panorama da área, disponível neste link.

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Princípios da Psicologia Comunitária

Os princípios da psicologia comunitária podem ser traduzidos em fundamentos


que norteiam a ética e a prática do psicólogo, conforme delineado por Monteiro
(2004). A autora destaca a abordagem ecológica como um dos pilares fundamentais,
enfatizando que os fenômenos psicossociais devem ser compreendidos em relação
ao contexto sociocultural no qual se manifestam. Isso se aplica, por exemplo, à
criação de intervenções em saúde mental que considerem as especificidades de
comunidades indígenas, quilombolas ou bairros urbanos e respeitem seus costumes
e modos de vida.

Outro princípio é a valorização das fortalezas e capacidades em vez de focar


as carências e deficiências. Em ações comunitárias voltadas para o combate à
violência contra idosos, a psicologia comunitária não se limita ao acolhimento
das vítimas individualmente, mas promove o fortalecimento das redes de apoio e
resiliência da própria comunidade, como a criação de grupos de suporte liderados
por moradores locais.

Todos participam juntos do projeto de elaboração e intervenção em psicologia comunitária

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: grupo de pessoas fazendo um movimento de
união ao juntar as mãos em um compromisso com o projeto e
uns com os outros, a cor da pele de cada um é diferente, há mãos
de pessoas brancas, pardas, negras e negras de pele preta.

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Monteiro (2004) também destaca a multidisciplinaridade e colaboração como eixos
relevantes, pois integram a psicologia comunitária com áreas como Educação, Saúde
e Assistência Social. Um exemplo seria uma intervenção em comunidades, em que
psicólogos, assistentes sociais e educadores trabalham juntos para desenvolver
ações preventivas de saúde e educação.

A orientação para a mudança social é outro princípio importante, que visa


transformar as condições que perpetuam a opressão e a desigualdade. Projetos
que promovem a autonomia de mulheres em regiões periféricas e criam espaços
para o desenvolvimento de lideranças femininas e estratégias de geração de renda
exemplificam esse princípio em ação.

Por fim, a participação ativa da comunidade se faz imprescindível, pois garante que
as intervenções sejam conduzidas em parceria com a comunidade e não sejam
apenas impostas a ela. Esses princípios, sintetizados por Monteiro (2004), inspiram
a atuação dos psicólogos, com o objetivo de promover cidadania, fortalecer o senso
de coletividade e superar os desafios impostos pela realidade social.

Saiba mais
Para conhecer mais sobre os pressupostos teóricos e
metodológicos da psicologia comunitária, leia o artigo “Psicologia
comunitária: teoria e metodologia” de Arendt (1997), disponível
neste link.

Perspectivas Teóricas
A psicologia comunitária no Brasil (e América Latina) é caracterizada pela busca por
transformação social, liberdade de expressão, emancipação da subjetividade e uma
abordagem interdisciplinar em suas reflexões e práticas. Se empenha na promoção
da participação política, tanto individual quanto coletiva, e na garantia de acesso da
população a serviços públicos de qualidade, incluindo educação, saúde, saneamento
básico, meio ambiente e condições dignas de moradia e trabalho.

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A partir da TC, a psicologia social comunitária foi ganhando espaço

Movimento Integrado de Atua na comunidade Quatro Varas e ganhou expansão


Saúde Mental Comunitária nacional por meio da Pastoral da Criança em 2005.

Terapia Comunitária Política pública de Fortaleza realizada em 2005.


Sistêmica Integrativa Ações complementares como a massoterapia, a Oca
como política pública de Saúde Comunitária e o Cuidando dos Cuidadores.

Associação Europeia de Formação de terapeutas comunitários em vários


Terapia Comunitária países europeus.

Realização do projeto de capacitação profissional


Terapia Comunitária com para 900 terapeutas comunitários nos anos de 2006 e
ênfase em álcool e drogas 2007, com o apoio da Secretaria Nacional Antidrogas
(SENAD) em 12 estados do Brasil.

Em 2007, realização de capacitação para


Associação Brasileira 1.100 terapeutas comunitários na rede de Assistência
de Terapia Comunitária à Saúde, a pedido do ministro da Saúde José Gomes
(ABRATECOM) Temporão e com o apoio da Universidade Federal
de Ceará.
Fonte: Telles e Santos (2023, p. 70).

Abordagens de Trabalho da Psicologia Comunitária

As abordagens teóricas utilizadas no estudo e na prática da psicologia comunitária


são diversas e interdisciplinares, ou seja, utilizadas muitas vezes em conjunto,
refletindo as diferenças e complexidades das realidades sociais e culturais do país.
A seguir estão algumas das principais abordagens discutidas na literatura como
sendo práticas baseadas em evidências sobre o tema:

Intervenções baseadas em grupos

Modelo de apoio social, com intervenções que utilizam dinâmicas de grupo,


trabalho em equipe e participação da comunidade, para redução do estresse e
aumento da saúde mental.

Educação em saúde e promoção da saúde mental

Capacitação comunitária: programas que educam a comunidade sobre


saúde mental e recursos disponíveis, empoderamento e redução do estigma
associado a problemas de saúde mental.

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Intervenções de prevenção

Programas e intervenções de resolução de conflitos e mediação, habilidades de


resolução de conflitos, reduzir comportamentos agressivos em grupos comunitários.

Abordagem ecológica

Modelos ecológicos de intervenção: intervenções que consideram os múltiplos


níveis de influência sobre os indivíduos (pessoal, relacional, comunitário e societal).

Ação participativa

A pesquisa-ação envolve a comunidade na identificação de problemas e busca


de soluções. A participação ativa aumenta a eficácia das intervenções de
acordo com as necessidades.

Intervenções em contextos de crise

Intervenções em catástrofes: a psicologia comunitária tem sido aplicada em


contextos de desastres naturais e crises sociais.

Programas de integração social

Promoção da inclusão e equidade: especialmente de grupos marginalizados,


redução das desigualdades e a promover sentido de pertencimento.

Santos (2007) destaca que a psicologia comunitária no Brasil valoriza as redes de


relações dentro da comunidade, identificando lideranças e discutindo opressões,
crenças e valores compartilhados, além de fortalecer a capacidade de promover
mudanças, conscientização e ações políticas.

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Terapia Comunitária Sistêmica Integrativa

Diante do estudo de Telles e Santos (2023), um dos princípios da terapia comunitária


sistêmica integrativa, também conhecida como terapia comunitária (TC), apontado
por Barreto (2008), é que ela não é definida como um processo psicoterapêutico, mas
sim como um ato terapêutico em grupo. Isso significa que a TC oferece um espaço
para fala e escuta, promovendo a troca de experiências e vivências.

Atenção
Esse ambiente valoriza tanto o conhecimento individual quanto
o comunitário e contribui para a formação de novas percepções
sobre a vida, as situações do dia a dia e as possíveis soluções para
os desafios que impactam tanto o indivíduo quanto a coletividade.

A TC é uma modalidade de atendimento psicológico emergente, principalmente na


atuação em contextos de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo
Telles e Santos (2023), essa modalidade de atendimento capacita a comunidade
a utilizar suas próprias habilidades e potencialidades terapêuticas, dando mais
ênfase nos recursos que os sujeitos possuem ao invés das carências. A lógica dessa
abordagem é que, mesmo com problemas, é na própria comunidade que surgem as
possibilidades de enfrentamento aos desafios, por meio de recursos individuais e,
sobretudo, coletivos.

Os autores destacam que os principais fundamentos da TC são: 1) a integração dos


atores sociais da comunidade, como agentes de saúde, curandeiros e artesãos, para
promover saúde mental preventiva e curativa; 2) trabalho em grupo, fortalecendo
laços interpessoais e intercomunitários; 3) formação de uma consciência social, que
fortalece a identidade cultural dos sujeitos e suas capacidades de pensar e agir.

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Grupos de psicoeducação com a comunidade

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: grupo de pessoas felizes em grupo, sinalizando que
estão tendo bons momentos e que a intervenção está sendo positiva.

Por fim, percebemos que a TC busca fortalecer a autonomia individual e coletiva


por meio do compartilhamento de experiências e valorização dos recursos internos
da comunidade (Telles; Santos, 2023). Destarte, seus objetivos incluem reforçar a
autoestima das pessoas de comunidades; promover a confiança nas capacidades
pessoais; valorizar os laços sociais; além de estimular a identidade cultural e o
desenvolvimento comunitário.

A TC também promove o diálogo entre o saber popular e o científico e incentiva


a participação ativa nas transformações sociais. Utilizando a pesquisa-ação-
participativa, o terapeuta atua como facilitador, promovendo a conscientização
social por meio de coletivos.

Saiba mais
Para saber mais sobre este tema, acesse o link disponível aqui.

13
Conclusão
Segundo Santos (2017), pensar a partir da perspectiva comunitária significa
promover inclusão social, empoderamento, fortalecimento de vínculos e mobilização
da comunidade. Entendemos que isso se dá por meio de intervenções psicossociais
que reflitam a realidade do grupo e contribuam para a construção de sentidos e
projetos de vida.

Vale ressaltar que, para a autora, o papel do psicólogo social comunitário, comprometido
com essa realidade, não o livra de enfrentar desafios, já que sua atuação exige a
ampliação de seu campo de trabalho, o que pode gerar incompreensão tanto por
parte das instituições formadoras quanto da sociedade em geral.

Por isso, faz-se necessário, enquanto psicólogos em contextos comunitários,


pensarmos em processos psicossociais e grupais em tais espaços que promovam
conscientização, desenvolvimento de redes comunitárias e lideranças, além de
incentivarmos a participação ativa.

Na formação em psicologia social comunitária é essencial unir prática e pesquisa


com atividades práticas e visitas técnicas. Em concordância aos dizeres de Santos
(2017), devemos criticar a tendência a uma atuação psicossocial individualista e
fechada em consultórios, herança de uma formação tradicional ainda centrada em
práticas clínicas.

A autora aponta que o foco comunitário é fundamental para enfrentar desigualdades


de renda, acesso a recursos e a segregação social, que muitas vezes são reforçados
por políticas públicas que não consideram as especificidades de cada comunidade,
sendo mais do que relevante a nossa análise crítica das estruturas institucionais que
mantêm essas divisões sociais.

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Referências
BAIMA, L. S.; GUZZO, R. S. L. Psicologia comunitária e participação: apontamentos
históricos e considerações sobre o modelo do desenvolvimento comunitário.
Estudos e Pesquisas em Psicologia, [S. l.], v. 20, n. 3, 993-1013, 2020. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 23 set. 2024.

GÓIS, M. A. F. A prática da psicologia comunitária: desafios, ética e construção de


saberes. São Paulo: Loyola, 2016. 225 p.

MONTERO, M. Teoria e prática da psicologia comunitária: a tensão entre


comunidade e sociedade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. 240 p.

SANTOS, A. P. D. Concepções teóricas e práticas da psicologia social comunitária


nos cursos de psicologia nas instituições de ensino superior no nordeste
brasileiro. 2017. 121f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social Comunitária) –
Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba, 2017. Disponível em: [Link]
jspui/bitstream/tede/1239/2/CONCEP%c3%87%c3%95ES%20TE%c3%[Link].
Acesso em: 23 set. 2024.

TELLES, G. M.; SANTOS, M. S. A terapia comunitária sistêmica integrativa como


instrumento de prática para a psicologia social comunitária. Revista Visões, [S. l.],
v. 11, n. 1, p. 67-85, 2023. Disponível em: [Link]
anteriores/docs/12/Edicao_12_artigo_5.pdf. Acesso em: 23 set. 2024.

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